Duas pessoas foram presas em Manaus, suspeitas de tentar enviar 3,57 quilos de cocaína líquida para a Austrália por meio de uma agência dos Correios. A ação foi realizada pela Polícia Federal durante uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas. Segundo a PF, uma mulher tentou despachar a droga em uma encomenda postal. […]
Categoria: Teste
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M: suspeitos são presos ao tentar enviar droga em edredons pelos Correios
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PF investiga suspeita de corrupção em obras públicas no Amapá
A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (3), quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Mazagão e Macapá. A operação apura um suposto esquema de corrupção e fraudes em licitações de obras públicas que somam mais de R$ 7 milhões. Segundo a PF, empresários do setor de construção civil teriam pago propina a agentes […] -

"Vão queimar no inferno": pastora fake extorque R$ 57 mil de idosas

Uma mulher que se apresentava como pastora evangélica foi presa nessa segunda-feira (2/2), no Amazonas, suspeita de extorquir cerca de R$ 57 mil de duas idosas evangélicas, de 79 e 87 anos.
Os crimes foram cometidos no Pará, e a prisão foi realizada pela Delegacia Especializada em Crimes contra a Pessoa Idosa (Decci), em ação conjunta com a Polícia Civil paraense.
Para garantir os pagamentos, a investigada fazia ameaças de cunho espiritual, afirmando que as idosas “queimariam no fogo do inferno” e não “entrariam no reino dos céus” caso interrompessem as transferências.
Investigação
Segundo as investigações, a suspeita utilizava sua suposta posição religiosa para conquistar a confiança das vítimas.
Aproveitando-se dessa relação, ela exigia repasses frequentes em dinheiro, sob o argumento falso de que precisava ajudar um noivo estrangeiro que teria sido preso pela Polícia Federal.
As vítimas realizaram diversas operações via Pix. Uma delas transferiu aproximadamente R$ 32 mil, enquanto a outra repassou cerca de R$ 25 mil, valores que comprometeram quase toda a renda das idosas e resultaram em sérias dificuldades financeiras.
De acordo com a delegada Caroline Batista, titular da Delegacia de Proteção à Pessoa Idosa do Pará, a investigada explorava a fé, a confiança e a vulnerabilidade das vítimas por meio de manipulação emocional e ameaças religiosas para obter repasses financeiros sucessivos.
As investigações seguem em andamento para apurar se há outras vítimas envolvidas no esquema.
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Oito suspeitos morrem em operação em Salvador após morte de PM
Arisson Marinho/CORREIO
Oito pessoas morreram durante uma operação no Complexo do Nordeste de Amaralina, região de Salvador, após a morte de um policial militar, nessa terça-feira (3/2). De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP/BA), seis dos mortos tinham passagens pela polícia e integravam uma facção criminosa. Outros dois ainda não foram identificados.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.
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"Vi ela com vida", diz mãe que esperou 3 meses pelo corpo do bebê. Veja vídeo
Reprodução/Vídeo
“Quando eu vi minha filha nascendo, ela nasceu com vida, respirando. Aí, só me mostraram ela com vida, tiraram ela da sala e desde então, nunca mais vi minha filha”. O relato é da auxiliar administrativa Alyne Pereira (foto em destaque), 32 anos, que após a revelação de mortes em série na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF) decidiu denunciar o desaparecimento do corpo da filha recém-nascida por quase três meses após o parto realizado na mesma unidade de saúde.
Assista à entrevista:
Em entrevista ao Metrópoles, Alyne afirmou que decidiu tornar o caso público para evitar que outras mães passem pela mesma situação. “Eu entrei em depressão por conta de tudo isso que eu passei e vi agora uma série de erros que eles estão cometendo. E falei para mim mesma, eu vou falar a todos o que aconteceu comigo para nenhuma mãe passar pelo que eu passei dentro daquele hospital e alertar todas as mães”, disse.
A bebê, Alice Maria, nasceu em 12 de maio de 2023, com apenas seis meses de gestação. Segundo a declaração de óbito, a morte ocorreu às 4h07 do mesmo dia. Alyne afirma, no entanto, que viu a filha respirar logo após o parto, mas foi informada por uma enfermeira de que a criança teria nascido sem vida.
A mãe questionou sobre a liberação do corpo para sepultamento, mas o pedido foi negado. Segundo ela, a família também não recebeu orientações nem pôde acompanhar os profissionais que levaram a bebê para outra sala. “Ninguém falou nada. Minha mãe até perguntou se poderia enterrar a neném, mas falaram que não poderia”, disse.
Alyne havia dado entrada no Hospital Anchieta em 26 de abril de 2023 após apresentar um sangramento durante a gestação. A partir disso, segundo ela, a gravidez passou a ser considerada de risco pela equipe médica.
Durante o período de internação, Alyne diz ter pedido diversas vezes que fosse realizada uma cesárea, mas o médico responsável teria se recusado. “Eu pedi para o médico fazer uma cesárea em mim e ele falava que não, que era para deixar nascer pela lei da natureza”, disse.
Beco sem saída
Após deixar a UTI, onde permaneceu devido a uma infecção pós-parto por dois dias depois do nascimento, Alyne voltou a pedir informações sobre o corpo da filha e foi comunicada de que ele não havia sido encontrado no hospital.
Durante todo o período de internação, a família afirma não ter recebido esclarecimentos sobre o paradeiro do corpo da bebê. Dias depois, ao receber alta, retornou ao hospital para solicitar a certidão de óbito, mas o documento foi negado.
“Aí foi a luta, que depois que eu saí da UTI, fui atrás. Cadê o corpo dela? Ninguém sabia me explicar onde é que estava o corpo. Quando eu fui lá, ninguém sabia. Falaram que era um erro administrativo, sendo que tinham meu contato, da minha mãe, do pai da neném”, afirmou.
Quase três meses depois, Alyne foi chamada para uma reunião com a direção do hospital, quando foi informada de que o corpo da bebê havia sido localizado. Segundo ela, o corpo estava em um “saco plástico com formol”.
O hospital teria dito que havia acontecido uma “confusão administrativa”, e, apenas depois dessa reunião, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML).
De acordo com o laudo do IML, o corpo chegou ao instituto “acondicionado em saco plástico com líquido transparente com odor típico de formol”. Na conclusão da causa da morte, apontaram “morte de causa a esclarecer”.
O IML solicitou ainda exame de DNA para confirmação da maternidade. O resultado foi divulgado apenas em 1º de fevereiro de 2024, nove meses após o parto, e indicou compatibilidade genética de 99,99% entre Alyne, o pai e a bebê.
Mesmo após a confirmação do exame de DNA, a família precisou acionar novamente a Justiça para obter a liberação do corpo. O enterro só foi realizado em maio de 2024, exatamente um ano após o nascimento.
Alyne afirma que todo o processo foi extremamente doloroso e que desenvolveu depressão em decorrência do caso. Ela relata que não poder decidir sobre a forma como teria a própria filha foi um dos pontos mais traumáticos da experiência.
“Desde aquele dia, que ele [médico] falou para deixar nascer pela lei da natureza, aquilo me machucou bastante, porque ela já ia nascer prematura, então ela forçou para nascer”, contou.
“O que mais me dói é que eu a vi respirando e logo em seguida o corpo sumiu. Eu fiquei imaginando várias coisas. Será que realmente morreu? Está viva? O que aconteceu com ela? E por que logo em seguida não me entregaram o corpinho dela?”, disse.
Tentativa de conciliação
O caso é acompanhado pelas advogadas Lays Lopes e Maria Fernanda desde agosto de 2024. Segundo Lays, após Alyne se sentir confortável para falar sobre o assunto, foi ajuizada a ação judicial e houve tentativa de conciliação.
“O Hospital Anchieta não apresentou nenhuma proposta de acordo e foi marcada a instrução para esse ano. Então nós já estamos aí com pelo menos quase dois anos do processo ocorrendo, mas ainda sem uma expectativa de fato de que ele seja resolvido”, afirmou.
De acordo com a defesa, o inquérito policial havia sido arquivado e foi solicitada a reabertura junto ao Ministério Público.
“Temos boas provas, temos testemunhas, então não há sentido algum ter um inquérito desse arquivado. Precisa haver uma investigação para a gente poder entender e trazer uma resposta para a Alyne do que de fato aconteceu com a filha dela”, destacou Maria Fernanda.
A expectativa é que a audiência marcada para abril, quando médicos e enfermeiros envolvidos serão ouvidos, traga novos esclarecimentos.
“A audiência está marcada para abril, e os médicos que participaram, os ginecologistas, obstetras que participaram do momento, vão ser ouvidos ali no momento da audiência. Nós questionaremos e acredito que muitas respostas virão depois dessa audiência de instrução”, declarou.
A reportagem entrou em contato com o Hospital Anchieta, que informou que não irá se pronunciar sobre o caso.
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PM morre ao ser baleado na cabeça em tiroteio em Salvador
Reprodução/Correio 24 Horas
O cabo da Polícia Militar Glauber Rosa Santos morreu após ser baleado durante um tiroteio no Vale das Pedrinhas, em Salvador (BA), na madrugada desta terça-feira (3/2). A informação foi confirmada pela Polícia Militar da Bahia.
O policial foi atingido por disparos de arma de fogo na cabeça durante ação policial. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.
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Alagoas: veja as 16 vítimas de acidente com ônibus de romeiros
Reprodução/Redes sociais
Todas as 16 vítimas do grave acidente com um ônibus nessa terça-feira (3/2) na rodovia AL-220, em São José da Tapera, em Alagoas, já foram oficialmente identificadas.
O Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca afirmou na noite dessa terça-feira (3/1) que os corpos das vítimas foram identificados, necropsiados e liberados para sepultamento. O órgão aguarda apenas os trâmites legais e a retirada por parte das funerárias.
Leia a reportagem completa em Gazetaweb, parceiro do Metrópoles.
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Não é chia e nem vegetal: alimento acessível atua como laxante natural
urbazon/Getty Images
Nada pior do que ficar com o intestino preso, não é mesmo? A constipação é caracterizada pela dificuldade em evacuar, geralmente acompanhada de inchaço, gases e dor. Para solucionar ou evitar o problema, a alimentação equilibrada atua como uma ótima aliada, incluindo o consumo de frutas, vegetais e cereais, como aveia.
Veja os benefícios da aveia
Aveia e sua função laxante
Segundo a nutricionista do Hospital Santa Lúcia Cynara Oliveira, a aveia é rica em uma fibra chamada beta-glucana, que ajuda a formar um gel no intestino, facilitando a evacuação de forma mais suave.
“Diferente da chia e da linhaça, que podem ‘pesar’ mais para algumas pessoas, a aveia costuma ser melhor tolerada. Já os vegetais verdes ajudam bastante, mas nem todos conseguem consumir em quantidade suficiente todos os dias, a aveia acaba sendo mais prática e regular”, comenta.
A profissional também acrescenta que para a maioria das pessoas, 1 a 2 colheres de sopa por dia já são suficientes para ajudar o intestino a funcionar melhor. “O ideal é começar com 1 colher (10 g) e observar a tolerância. Quantidades maiores, principalmente consumidas todos os dias, podem causar gases, estufamento e desconforto abdominal.”

A aveia é um dos alimentos naturais que apresentam beta-glucana na composição, uma espécie de fibra saudável para o coração que retarda a digestão e, consequentemente, impede o descontrole de açúcar no sangue (hiperglicemia) Excesso também pode ser prejudicial
Além disso, Cynara ressalta que o consumo excessivo de aveia pode prejudicar a absorção de alguns minerais, como o ferro, por causa do ácido fítico, uma substância naturalmente presente nos cereais integrais. “Por isso, mais nem sempre é melhor , equilíbrio é fundamental, como tudo no que diz respeito a uma alimentação saudável.”
Dicas para consumir aveia
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Família de paciente que morreu à espera de UTI será indenizada
GDF/Divulgação
O Distrito Federal foi condenado a indenizar a família de Clarisse Gomes de Sousa, que morreu em 2022 enquanto aguardava transferência para um leito de UTI, mesmo após indicação médica e decisão judicial determinando a internação imediata.
A decisão é do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 40 mil, com correção pela taxa Selic.
A paciente deu entrada na UPA de Ceilândia, em setembro de 2022, com um infarto agudo, condição que exigia internação em UTI coronariana. A família recorreu à Justiça e conseguiu uma decisão favorável para a transferência urgente. A internação, no entanto, não ocorreu.
No dia seguinte à decisão judicial, Clarisse morreu. A família entrou com ação alegando que a falta de acesso ao tratamento adequado contribuiu para o óbito.
Em defesa, o Governo do Distrito Federal afirmou que todos os atendimentos possíveis na UPA foram realizados e que a morte ocorreu por causa da gravidade do quadro clínico. Também alegou sobrecarga na rede de saúde durante a pandemia de Covid-19.
Ao analisar o caso, a juíza entendeu que, mesmo não sendo possível afirmar que a internação teria evitado a morte, a paciente perdeu a chance de receber um atendimento mais adequado. Por isso, reconheceu a responsabilidade do Estado.
Ainda cabe recurso contra a decisão.
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Filho de Popó expõe caso de perseguição após consulta médica
Reprodução/Instagram
Juan Freitas, filho do ex-boxeador Popó, tornou pública uma situação delicada envolvendo sua atuação profissional. Em uma nota divulgada nas redes sociais nesta quarta-feira (4/1), o médico relata que, após uma consulta, passou a enfrentar uma conduta obsessiva por parte de um paciente, comportamento que, segundo ele, rompeu completamente os limites éticos da relação médico-paciente.
No texto, Juan comunica que o atendimento foi encerrado de forma definitiva. Ele afirma que a confiança necessária para a continuidade do vínculo profissional foi quebrada e sustenta a decisão com base em justa causa prevista no Código de Ética Médica. O médico deixa claro que não haverá qualquer tipo de contato futuro, seja presencial, virtual, direto ou indireto.
Juan também incentivou que outros profissionais da saúde a se posicionarem diante de episódios de perseguição, intimidação ou pressão indevida: “Protejam-se e não coloquem a vida profissional de vocês em risco”.
Ao final da nota, ele reforça que eventuais tentativas de aproximação, vigilância, monitoramento ou constrangimento serão tratadas como práticas ilegais. Juan afirma que tais atitudes podem caracterizar crimes de ameaça e perseguição (stalking), previstos no Código Penal Brasileiro, e não descarta a adoção de medidas judiciais, como o registro de boletim de ocorrência, solicitação de medidas protetivas e comunicação aos órgãos competentes, incluindo o Conselho Federal de Medicina.