Categoria: Teste

  • Por que treta entre Juliano Floss e Jonas passa do limite no BBB 26

    Por que treta entre Juliano Floss e Jonas passa do limite no BBB 26

    A treta entre Juliano Floss e Jonas Sulzbach saiu do controle e respingou fora da casa do BBB 26. O bate-boca começou após o Sincerão na noite de segunda-feira (2/2), quando a discussão generalizada tomou conta do reality. Durante o embate, Juliano atacou o colega ao dizer que ele “não sabe falar” e ironizou a idade do adversário.

    Jonas reagiu aos gritos, trocando acusações e chamando o rival de infantil, soberbo e falso moralista. Em determinado momento da discussão, Jonas se referiu a Juliano como “loirinha” e questionou se o influenciador estaria “afetadinho”. Depois da confusão, o caso ganhou outro peso: Jonas passou a ser acusado de homofobia, e uma queixa-crime foi protocolada pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo, que afirma que o participante teria usado expressões de cunho pejorativo.

    O assunto virou pauta no programa Ministério da Fofoca, quando o colunista do Metrópoles, Lucas Pasin, analisou o impacto da discussão dentro e fora do jogo. Ele apontou que rivalidades costumam movimentar o reality, mas avaliou que o embate entre os dois participantes ultrapassou limites ao envolver ataques pessoais.

    “É interessante para o jogo ter uma rivalidade entre eles. A gente vê o Juliano e o Jonas em lados opostos e poderia ser muito interessante e a cara de um reality show que a gente gosta de comentar. Só que ultrapassa os limites. Essa coisa de ficar falando muito da idade também não deveria acontecer, por parte do grupo do Juliano, como se fosse um problema. E da parte do Jonas, que vem a homofobia”, disse.

    Pasin também relacionou o episódio ao comportamento fora da televisão. O colunista avaliou que conflitos podem gerar entretenimento, mas observou que certas discussões acabam perdendo o propósito quando avançam para ataques que fogem do jogo.

    “É um pouco do retrato da nossa sociedade. Poderia ser leve mas, em algum momento, sempre vai para um ponto que acaba perdendo a graça e o sentido do entretenimento. O entretenimento na parte das brigas do jogo, das tretas, acho muito interessante”, afirmou.

    Na sequência, o o colunista comentou ainda sobre o nível das discussões dentro do reality e criticou o uso de ofensas relacionadas a preconceitos ou ataques pessoais.

    “Quando uma discussão vai para homofobia ou etarismo, é uma briga burra. Quando você não tem argumento inteligentes, quando você não sabe discutir de forma inteligente, o entretenimento fica fraco. A gente gosta de pessoas inteligentes argumentando e perdendo a paciência, isso faz parte do reality”, avaliou.

    Por fim, Pasin destacou a gravidade das acusações envolvendo Jonas e reforçou que casos do tipo precisam ser apurados.

    “A homofobia é mais grave, é sério os comentários. Precisa ser investigado. O Jonas precisa parar com esses comentários. Quando usam esses preconceitos a briga perde a graça. Gosto do conflito, acho válido e que essa temporada do BBB está muito boa por ter conflitos. Mas, quando extrapola, perde a graça. Gosto de conflitos inteligentes e acho que é isso que falta nos argumentos dos dois”, concluiu.

    Limites do jogo

    Ainda durante o Ministério da Fofoca, o jornalista Rick Souza também analisou a discussão e avaliou as consequências do embate dentro da dinâmica do reality. Ele diferenciou os ataques feitos pelos participantes e levantou a possibilidade de que a estratégia de jogo esteja por trás das provocações.

    “Precisamos ser sinceros: etarismo é uma forma de preconceito, mas não é crime. O que o Jonas está fazendo é crime previso no código penal. E, além disso, é um jogo rasteiro. Ele está tentando cavar a expulsão de alguém, mais uma no caso. Ele não tem capacidade de criar uma boa narrativa e está tentando provocar uma agressão, que percam o controle. Ele quer que saiam do sério e ele está conseguindo”, afirmou.

  • Tiros na Faria Lima: câmera flagra perseguição que terminou com morte. Vídeo

    Tiros na Faria Lima: câmera flagra perseguição que terminou com morte. Vídeo

    Reprodução
    Imagem colorida mostra perseguição e tiroteio na Faria Lima

    Câmeras de segurança flagraram o momento em que policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) trocaramtiros com suspeitos de um roubo a residência na avenida Faria Lima, uma das principais vias de São Paulo. A perseguição aconteceu na tarde desta terça-feira (3/2) após invasão de criminosos a uma mansão no Morumbi, zona oeste da capital paulista.

     

    Nas imagens (veja acima), é possível observar o carro na cor prata que era conduzido por dois suspeitos. O veículo para no semáforo e é alcançado por uma viatura do Deic. Os policiais desembarcam e atiram contra os suspeitos.

    Tiroteio na Faria Lima

    A ocorrência teve início quando cinco criminosos invadiram uma mansão de alto padrão no Morumbi. Durante a ação, uma mulher, diarista da residência, foi rendida, amarrada e trancada no banheiro enquanto o grupo recolhia objetos de valor. Após o assalto, os suspeitos fugiram em veículos distintos, dando início à perseguição.

    Ainda na região do Morumbi, três criminosos foram alcançados e baleados durante a tentativa de fuga. Eles foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os outros dois conseguiram escapar inicialmente e seguiram em direção à Avenida Brigadeiro Faria Lima, onde a perseguição continuou.

     

    O cerco policial foi concluído na Faria Lima. Durante novo tiroteio, os dois suspeitos restantes foram baleados. Um deles não resistiu aos ferimentos e morreu no local; o outro foi socorrido sob escolta policial. A quadrilha já está era investigada pela Polícia Civil, que apura a dinâmica completa da ação e a participação de cada envolvido.


    Perseguição de 23 minutos


    Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que o Deic monitorava a quadrilha quando flagrou os suspeitos no momento em que eles se preparavam para sair de um imóvel com vítimas rendidas.

    “Na tentativa de abordagem, houve reação armada por parte dos investigados. Três suspeitos foram atingidos no local. Outros dois conseguiram fugir, mas foram abordados na Avenida Faria Lima, onde novamente resistiram à intervenção policial e também foram atingidos. As circunstâncias da ocorrência são apuradas e o caso será formalmente registrado.”

  • Ambulantes fazem fila à espera de show de Ivete no Carnaval de SP

    Ambulantes fazem fila à espera de show de Ivete no Carnaval de SP

    William Cardoso/Metrópoles
    Imagem mostra pessoas próximas a barraca - Metrópoles

    Vendedores ambulantes que se cadastraram para trabalhar no Carnaval de São Paulo estão desde o dia 26 de janeiro, em fila, ao lado da Avenida Pedro Álvares Cabral, no Ibirapuera, na zona sul da cidade. Eles não querem perder a chance de entrar com seus carrinhos no show de Ivete Sangalo, que acontece no sábado (7/2).

    O temor dos ambulantes é que a prefeitura limite o número de vendedores no local, daí a preferência para quem chegou primeiro. Por isso, a fila formada na Praça Eisenhower, nas proximidades da Rua Abílio Soares. Outro motivo é que quem entrar primeiro poderá escolher o lugar de preferência em meio ao bloco, podendo faturar mais durante o evento.

    Na tarde desta terça, aqueles que estavam na fila representavam 16 grupos de até 50 ambulantes cada. “Para não ficar pesado para todo mundo, a gente vem e reveza por períodos, com pessoal da manhã, da tarde e quem vira a madrugada para segurar o lugar na fila”, diz Alyne Perez Marioto, 40 anos.

    Alyne vende cabelos humanos durante o ano, mas se torna ambulante no Carnaval. Ela conta que tem circulado entre os vendedores a informação de que serão permitidos apenas 1.000 carrinhos durante o show de Ivete, o que seria muito pouco, diante da demanda do público. Para ela, o ideal seria a entrada de até 2.000. Por esse motivo, muita gente se antecipou para não perder o lugar.

    A vida na Praça Eisenhower não tem sido fácil desde o dia 26 à tarde, quando ela chegou para representar seu grupo. Em meio ao verão paulistano e seus temporais de fim de tarde, o pessoal tem improvisado para não se molhar. “Colocamos uma lona para nos proteger. No primeiro dia de chuva, estávamos com os guarda-sóis que vêm com o kit, mas não suportaram, respingou dentro”, diz Alyne.

    Marmita, refrigerante e água

    Joselito, o Gordinho, de 33 anos, alterna a vida de ambulante com a de motoboy ao longo do ano. Nesta terça, enquanto guardava lugar, “batia” uma marmita com muito arroz, feijão, batata e carne de panela ao lado da lona. Foi uma cortesia de outros integrantes do grupo do qual faz parte, com 30 pessoas. “Tem gente que não pode vir e manda uma marmita, um refrigerante”, afirma.

    Gordinho também refuta as acusações de quem tem gente na fila vendendo lugar e diz que esse tipo de acusação parte de quem não conseguiu se encaixar em algum grupo. “Ninguém vende ponto. É uma ajuda mútua. Tem pessoas que trabalham no dia a dia e que não podem largar seu emprego para vir para cá [na fila]. Quando chega um certo momento, não conseguiriam mais vir, porque a fila estaria quilométrica. Todo mundo se reveza, se ajuda, para todos poderem trabalhar”, afirma.

    A fila é informal, sem reconhecimento oficial por parte da prefeitura. Até por isso, a reportagem apurou que pessoas estranhas ao grupo que está sob a lona teriam passado pela praça fazendo ameaças, dizendo que iriam tomar conta do espaço antes do show para ter a primazia de avançar sobre o local onde Ivete cantará seus sucessos.

    Seria o indício de uma “treta” em potencial, que poderia ser evitada, caso houvesse a distribuição de senhas para quem pretende trabalhar como ambulante no show de Ivete.

    A expectativa de parte do grupo, entretanto, é que tudo se resolva da melhor forma e que, na sexta-feira à noite, véspera do show da cantora baiana, possa acontecer até um grande churrasco de confraternização entre quem vai trabalhar no dia seguinte.

    Os vendedores que estão na praça próxima ao Ibirapuera e seus respectivos grupos fazem parte de um contingente de cerca de 15 mil pessoas que se cadastraram por meio de uma gigante das bebidas para vender produtos durante o carnaval paulistano.

    Os ambulantes são obrigados a comprar e a vender somente produtos dessa única marca. Recebem isopor, guarda-sol, credencial e colete, mas são responsáveis, por exemplo, por gelo e carrinho.

    O que diz a Prefeitura de São Paulo

    Questionada sobre a situação nas proximidades do Ibirapuera, a Prefeitura de São Paulo afirmou que os ambulantes cadastrados, assim como ocorreu em anos anteriores, poderão entrar nos circuitos dos blocos apenas no dia dos desfiles.

    “Agentes municipais e de segurança estarão presentes na entrada dos circuitos para garantir o máximo de segurança dos foliões, dos artistas e dos próprios ambulantes”, disse, em nota.

  • Faça "Biscoff caseiro", versão econômica do biscoito viral

    Faça "Biscoff caseiro", versão econômica do biscoito viral

    Versão feita em casa reproduz o sabor caramelizado do famoso biscoff, biscoito belga, usando ingredientes simples

  • Quem é o médico preso suspeito de estuprar pacientes em atendimentos

    Quem é o médico preso suspeito de estuprar pacientes em atendimentos

    Reprodução
    Imagem colorida mostra médico suspeito de estuprar pacientes - Metrópoles

    O médico clínico geral de 29 anos preso na manhã desta terça-feira (3/2), em Seabra, na Bahia, foi identificado como Gustavo Lopes de Oliveira. O profissional é investigado pelos crimes de estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Entre as vítimas estão pacientes e uma ex-assistente, segundo informações da Polícia Civil.

    Gustavo Lopes de Oliveira possui graduação pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), tendo se formado em 2021. Ele possui como áreas de atuação diagnóstico por imagem e ultrassonografia geral, segundo informações disponíveis no site do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ele possui registro ativo para atuar como médico, com inscrição na Bahia. A reportagem não conseguiu contatar a defesa dele.

    Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.

  • Kim Kardashian e Lewis Hamilton vivem romance em viagem pela Europa

    Kim Kardashian e Lewis Hamilton vivem romance em viagem pela Europa

    Reprodução/Instagram
    Kim Kardashian e Lewis Hamilton

    Kim Kardashian e Lewis Hamilton estão vivendo um romance longe das aparições públicas, mas cercado de encontros reservados e viagens estratégicas. A empresária e estrela de reality show e o piloto de Fórmula 1 passaram os últimos dias juntos entre a Inglaterra e a França, alimentando rumores de que a amizade de mais de uma década evoluiu para um relacionamento amoroso. A movimentação do casal, marcada por hotéis exclusivos, jantares privados e poucos registros públicos, indica uma tentativa clara de manter a relação sob sigilo.

    Chegada a Paris e hospedagem discreta

    Após um fim de semana no interior da Inglaterra, Kim Kardashian e Lewis Hamilton desembarcaram em Paris a bordo de um jato particular. Os dois foram vistos chegando ao mesmo hotel na capital francesa, mas evitaram circular juntos em áreas públicas. Segundo relatos da imprensa internacional, o casal utilizou acessos alternativos e contou com esquemas de segurança reforçados para reduzir a exposição.

    Durante a estadia, eles teriam passado a maior parte do tempo no hotel, optando por refeições no quarto e momentos mais reservados. Em uma das noites, jantaram em um restaurante em um rooftop da cidade, com o espaço fechado exclusivamente para os dois.

    Kim Kardashian

    Encontro reservado e sinais nas redes sociais

    Embora evitem aparições conjuntas, Kim deixou escapar pequenos indícios do encontro. Em seus Stories, a empresária publicou um vídeo da Torre Eiffel iluminada à noite, acompanhado da música La Bohème, de Charles Aznavour, em uma referência sutil ao clima romântico da viagem.

    Após o jantar, Hamilton seguiu para o aeroporto, enquanto Kim retornou ao hotel, onde compartilhou um momento íntimo da noite, assistindo a uma série e descansando no quarto. O piloto não apareceu nas publicações, reforçando a estratégia de manter o relacionamento fora dos holofotes.

    A imagem mostra o atleta Lewis Hamilton apoiado em uma corrimão olhando para a camera
    Lewis Hamilton

    Fim de semana no interior da Inglaterra

    Antes da passagem por Paris, o casal passou o fim de semana no Estelle Manor, um clube privado e hotel localizado nos Cotswolds, região campestre da Inglaterra conhecida pela discrição. O local é frequentado por celebridades que buscam privacidade e costuma oferecer experiências personalizadas para seus hóspedes.

    De acordo com fontes internacionais, Kim Kardashian e Lewis Hamilton dividiram o mesmo quarto e aproveitaram a estrutura do hotel de forma reservada. A agenda incluiu momentos no spa, sessões de bem-estar e jantares em ambientes privados, longe de outros hóspedes.

    Londres, Inglaterra
    Londres, na Inglaterra

    Estratégia para manter o romance longe dos flashes

    Fontes próximas afirmam que Kim e Lewis têm adotado uma logística cuidadosa para evitar registros públicos. Em hotéis e deslocamentos, o casal recorre a entradas secundárias, estacionamentos subterrâneos e equipes de segurança para facilitar a circulação sem chamar atenção.

    Mesmo com compromissos profissionais intensos, ambos estariam reorganizando agendas para passar mais tempo juntos. Kim esteve na Europa por eventos ligados ao trabalho, enquanto Hamilton conciliou a viagem com sua rotina no automobilismo.

    Imagem colorida da Torre Eiffel
    Torre Eiffel

    Amizade antiga que ganhou novos contornos

    Ainda não está claro quando a amizade passou a se transformar em algo mais. Pessoas próximas indicam que a conexão se fortaleceu recentemente.

    Momento pessoal e histórico amoroso

    Em declarações recentes, Kim Kardashian afirmou buscar um parceiro com valores sólidos, equilíbrio emocional e confiabilidade, destacando que, nos últimos anos, tem priorizado a família e os filhos. A empresária se divorciou de Kanye West em 2022 e teve relacionamentos posteriores que preferiu manter mais reservados.

    Lewis Hamilton, por sua vez, já foi ligado a diversas personalidades do entretenimento internacional, mas também tem adotado uma postura mais discreta em relação à vida pessoal.

    Kim Kardashian em Paris - Metrópoles
    Kim Kardashian

    Silêncio oficial e expectativa do público

    Até o momento, representantes de Kim Kardashian e Lewis Hamilton não comentaram oficialmente o relacionamento. Ainda assim, a sequência de viagens compartilhadas, hospedagens conjuntas e encontros reservados reforça a percepção de que os dois vivem um novo momento pessoal.

    Enquanto evitam confirmações públicas, o casal segue despertando a curiosidade do público e da imprensa, equilibrando a exposição inevitável com uma tentativa clara de preservar a intimidade.

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • Menino de 5 anos é a 16ª vítima de capotamento de ônibus em Alagoas

    Menino de 5 anos é a 16ª vítima de capotamento de ônibus em Alagoas

    Reprodução/Gazeta web
    Acidente com ônibus deixa 15 mortos e leva governo de Alagoas decretar luto

    O número de mortos no capotamento de um ônibus com romeiros alagoanos, nesta terça-feira (3/2), na cidade de São José da Tapera, em Alagoas, subiu para 16. A última vítima foi identificada como Luiz Miguel de Alcântara Loriano, de 5 anos.

    Informações apuradas pela Gazetaweb apontam que o menino havia sido transferido para o Hospital Doutor Clodolfo Rodrigues de Melo, na cidade de Santana do Ipanema, onde recebia tratamento médico. No entanto, em razão dos ferimentos, não resistiu e perdeu a vida.

    Leia a reportagem completa em Gazeta Web, parceiro do Metrópoles.

     

  • Rio Branco divulga lista preliminar de empreendedores do Carnaval 2026

    Rio Branco divulga lista preliminar de empreendedores do Carnaval 2026

    A Prefeitura de Rio Branco, por meio das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação e de infraestrutura e Mobilidade Urbana, tornou público na tarde desta terça-feira, 3, a lista preliminar de empreendedores inscritos para participarem do Carnaval 2026 – Rio Branco Folia, Tradição e Alegria. A festa será realizada de 13 a […]

  • STM deve julgar Bolsonaro com "toga acima da farda", diz presidente da Corte

    STM deve julgar Bolsonaro com "toga acima da farda", diz presidente da Corte

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    superior-tribunal-militar-stm-maria-elizabeth-rocha-coletiva–relativas-perda-de-patente-do-ex-presidente-jair-bolsonaro-e-quatro-militares-condenados-por-trama-golpista-metropoles-9

    A presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha, defendeu nesta terça-feira (3/2) que a Corte julgue a representação do Ministério Público Militar (MPM) sobre a perda de patente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros quatro militares condenados por trama golpista com imparcialidade. Segundo ela, “por cima das fardas, existe uma toga”.

    “Por cima das fardas, existe uma toga, uma toga invisível. Eles [ministros] não fazem mais parte do alto comando, não frequentam quartéis, são magistrados. Se espera que hajam com imparcialidade. Todos nós aqui estamos por indicação política. Há indicação política e se espera do magistrado correção, imparcialidade que ele honre a toga”, afirmou Maria Elizabeth Rocha.

    A magistrada disse que pautará a análise sobre a perda da patente de Bolsonaro e aliados assim que os relatores votarem a representação acerca do futuro dos condenados por trama golpista pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O MPM pede a perda de mandato dos cinco acusados.

    Os relatores das representações do MPM foram distribuídos, nesta terça-feira (3/2), em processo acompanhado pela presidente da Corte Militar. Na ocasião, Maria Elizabeth Rocha informou que os próximos passos são: 

    A presidente do STM ressaltou que não vota nesse caso. Se as análises demorarem para serem entregues pelos relatores, pode ser que o julgamento das representações ocorra somente após o término do mandato de Maria Elizabeth, em março de 2027.

    “O processo respeitará o devido processo legal e a ampla defesa, ocorrendo no plenário, uma vez que a Corte não funciona em turmas. O plenário decidirá pelo deferimento ou indeferimento da representação proposta pelo Ministério Público Militar para a perda do posto e da patente. É esclarecido ainda que a presidência não vota, exceto em casos de desempate, e, nessas situações, o voto é sempre dado em favor do réu”, ressaltou a presidente do STM.

    Relator do caso de Jair Bolsonaro no STM:
    Relator: ministro Carlos Aquino, brigadeiro do ar
    Revisora: ministra Verônica Sterman

    Relator do caso de Paulo Sérgio Nogueira
    Relator: ministro Barroso Filho
    Revisor: ministro Flávio Marcus Lancia

    Relatora do caso de Almir Garnier:
    Relatora: ministra Verônica Sterman
    Revisor: ministro Guido Amin

    Relator do caso do general Augusto Heleno:
    Relator: ministro Celso Luiz Nazareth
    Revisor: Péricles Aurélio Lima de Queiroz

    Relator do caso do general Braga Netto:
    Relator: ministro Flávio Marcus Lancia
    Revisor: ministro Arthur vidigal

    Condenados

    Em 2025, a Primeira Turma do STF decidiu condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar trama golpista. O STF pediu que o STM julgue a perda da patente dos militares condenados. O MPM entrou com o pedido, que agora será analisado.

    “Representação por indignidade”

    A perda de patente se dá em um processo chamado “representação por indignidade ou incompatibilidade para o oficialato”. A ação pode ser sugerida para caso de oficiais condenados na Justiça comum ou militar à pena privativa de mais de dois anos e só pode ser protocolada após a condenação do militar em questão transitar em julgado, ou seja, após se esgotarem os recursos possíveis.

    O STM é composto por 15 ministros, sendo 10 militares (quatro do Exército, três da Marinha e três da Aeronáutica) e cinco civis. A decisão sobre a perda ou manutenção do oficialato é decidida em plenário, ou seja, com participação de todos os magistrados.

  • Apostila de SP com erro sobre 2ª Guerra Mundial custou R$ 29 milhões

    Apostila de SP com erro sobre 2ª Guerra Mundial custou R$ 29 milhões

    Reprodução/Gabinete Emídio de Souza
    material didático com erro

    O Governo de São Paulo pagou R$ 28,6 milhões pelo material didático distribuído aos alunos do 2º ano do ensino médio com um erro histórico sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O conteúdo dizia que o conflito ocorreu na década de 1950.

    “Na década de 1950, a Europa foi o palco de um grande conflito, a 2ª Guerra Mundial”, dizia o trecho incorreto. “Os países destacados no mapa lutaram em lados opostos do conflito, mas após seu fim se viram obrigados a enfrentar uma nova ordem mundial com duas grandes potências: os EUA e a URSS”, completava o conteúdo.

    A Secretaria da Educação informou que o material didático, que é no formato digital, foi corrigido após a identificação do erro, sem acarretar em custos adicionais aos cofres do Estado.

    “Tão logo constatada a ocorrência de equívocos no material didático por nós produzido, foram adotadas medidas necessárias para a correção do referido equívoco, garantindo a adequação do conteúdo às diretrizes pedagógicas e à qualidade esperada pela educação pública de nosso estado. Dessa forma, a equipe técnica da Coordenadoria do Ensino Médio fez a correção e substituição do arquivo no Centro de Mídias da Educação do Estado de São Paulo”, informou a pasta em resposta a um requerimento feito pelo deputado estadual Emídio de Souza (PT).

    O caso veio à tona em outubro do ano passado, após denúncia feita pelo gabinete do petista, que entrou com uma representação no Ministério Público de São Paulo (MPSP) para que a questão fosse apurada. No documento, o deputado argumenta que o equívoco “revela a falta de revisão técnica e pedagógica adequada” do material e pede esclarecimentos à secretaria.

    A Segunda Guerra Mundial foi um conflito global que envolveu países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) contra os Aliados (Reino Unido, Estados Unidos, União Soviética e outros). O enfrentamento perdurou de 1939 a 1945 e foi responsável pela morte de mais de 60 milhões de pessoas. As principais vítimas foram os judeus, mortos nos campos de concentração.

    Secretaria de Educação informou que a “Coordenadoria Pedagógica da Seduc-SP está reforçando os procedimentos de revisão e controle de qualidade dos recursos didáticos utilizados na rede estadual”.