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  • O jantar do candidato do PT ao TCU com líderes da Câmara

    O jantar do candidato do PT ao TCU com líderes da Câmara

    Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
    imagem colorida mostra deputado odair cunha na camara dos deputados - Metrópoles

    Candidato do PT ao Tribunal de Contas da União (TCU), o deputado federal Odair Cunha (MG) participou de um jantar com líderes da esquerda e do Centrão na segunda-feira (2/2), dia de reabertura dos trabalhos da Câmara.

    O evento aconteceu na casa do líder do PDT, Mário Heringer (MG), em Brasília. Além do anfitrião, o jantar contou com as presenças dos líderes do PP, Doutor Luizinho (RJ), e do PT, Pedro Uczai (SC).

    Um dos parlamentares que foi ao encontro disse à coluna, sob reserva, que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), teria comparecido ao convescote, mas o chefe da Casa nega ter ido ao evento.

    Participantes do jantar relataram à coluna que o encontro foi realizado para “reforçar os apoios” dos partidos já comprometidos com a candidatura de Odair ao cargo de ministro do TCU.

    A disputa ao TCU

    Odair disputa a próxima vaga que será abertura no TCU e cuja indicação caberá à Câmara. A candidatura do deputado foi acertada pelo PT em troca do apoio a Motta na disputa pelo comando da Casa, em 2025.

    Na época, Odair era o líder do PT na Câmara. Na função, foi um dos principais fiadores do apoio da bancada petista à eleição do deputado paraibano como sucessor de Arthur Lira (PP-AL).

    O petista mineiro mira a vaga do ministro Aroldo Cedraz, que se aposentará compulsoriamente do TCU no final de fevereiro, quando completa 75 anos. O sucessor de Cedraz será escolhido pela Câmara.

    A votação na Casa será secreta. Apesar do acordo com Motta, outros deputados prometem disputar a vaga. Entre eles, Hugo Leal (PSD-RJ), Danilo Forte (União-CE) e Elmar Nascimento (União-BA).

  • MAM e Urbia trocam acusações sobre obras na Marquise do Ibirapuera

    MAM e Urbia trocam acusações sobre obras na Marquise do Ibirapuera

    Divulgação/MAM
    Fachada do prédio do MAM no Parque do Ibirapeura

    O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e a Urbia, concessionária do Parque do Ibirapuera, têm trocado acusações desde a reabertura da Marquise do Ibirapuera, há 10 dias. Um responsabiliza o outro por irregularidades na obra e ambos concordam em isentar a prefeitura de São Paulo.

    O prédio do MAM faz parte da Marquise e foi fechado em agosto de 2024 por causa da reforma de R$ 87 milhões, bancada pela prefeitura e executada pela Urbia. A promessa é que as chaves seriam devolvidas em janeiro de 2025, mas isso só aconteceu em 26 de janeiro deste ano. Um dia depois, a marquise alagou após fortes chuvas.

    O museu, que já vinha reclamando do prejuízo causado pelo atraso nas obras (R$ 7 milhões só até julho) e da dificuldade de comunicação com a Urbia, enviou ofício à Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente (SVMA) relatando que identificou graves falhas de infiltração e que todas as patologias do prédio deveriam estar sanadas após a devolução do edifício pela Urbia, As infiltrações indicariam “possível falha no sistema de drenagem e/ou vedação”.

    No documento enviado à prefeitura, Elizabeth Machado de Oliveira, presidente do MAM afirma que, durante as chuvas, foi constatado o transbordamento de todas as caixas de areia das descidas de águas pluviais internas no prédio do museu.

    Quando o ofício foi publicado pela imprensa — leia aqui –, o MAM colocou panos quentes. “Reconhecemos que, em uma obra histórica na marquise, dessa dimensão e complexidade, podem acontecer intercorrências”, afirmou em uma nota em que diz que a prefeitura tem sido “decisiva” para viabilizar uma obra complementar no museu, com aporte de R$ 10 milhões “garantido pelo gabinete do prefeito Ricardo Nunes”.

    A Urbia reagiu acusando o MAM de cometer irregularidades na obra. Em uma notificação extrajudicial, afirmou que, após a reabertura da Marquise, constatou irregularidades praticadas pelo museu nas áreas públicas. As obras aconteceriam, de acordo com a concessionária, “sem qualquer autorização, apresentação de projeto ou alinhamento prévio com a Urbia”.

    A empresa lista, entre as irregularidades, a utilização inadequada do piso da Marquise para o transporte e a colocação de equipamentos, operação de maquinários junto a caixilhos não retirados e não protegidos, contato de material de demolição e marcas de maquinários nos pilares da Marquise, com risco de dano estrutural, e depósito de material proveniente de escavação na sarjeta de água pluvial da Marquise.

    Mostrando imagens de buracos abertos na terra para instalação de estacas para suportar tapumes, exatamente como existia durante a obra realizada por ela, a Urbia também culpa o museu por “degradação e realização de perfurações nas áreas verdes e jardins no entorno da Marquise, sem a devida recomposição ou isolamento ” e “realização de escavações e criação de desníveis no solo sem sinalização ou proteção, comprometendo a segurança dos usuários do local”.

    O MAM respondeu em nota à imprensa. Disse que, uma vez impactado pela reforma da marquise, optou por realizar não apenas readequações pontuais, mas uma importante reorganização física. Essas intervenções, segundo o museu, tiveram o planejamento aprovado pela SVMA e seus projetos aprovados pelos órgãos de preservação competentes. “A documentação técnica, incluindo os projetos executivos da reforma e do canteiro de obras, foi regularmente encaminhada à SVMA, conforme os trâmites previstos”, afirmou o MAM.

    Ainda de acordo com o museu, os trabalhos externos referem-se exclusivamente à reinstalação dos tapumes, etapa prevista no cronograma da obra, após sua retirada temporária por ocasião da inauguração da marquise, em 24 de janeiro de 2026.

    “O MAM reafirma seu compromisso com o cumprimento rigoroso das normas de segurança, proteção e preservação do patrimônio, mantendo interlocução técnica permanente com a URBIA, com respeito ao Parque Ibirapuera e à segurança e ao bem-estar de seus frequentadores. A notificação encaminhada será respondida de forma criteriosa, com todos os esclarecimentos solicitados”, disse o museu, prometendo reabrir “nos próximos meses”.

  • BBB26: Marina Sena detona Jonas após bate-boca com Juliano Floss. Veja vídeo

    BBB26: Marina Sena detona Jonas após bate-boca com Juliano Floss. Veja vídeo

    Instagram/Reprodução
    BBB26: Marina Sena detona Jonas após bate-boca com Juliano Floss - Metrópoles

    Juliano Floss e Jonas Sulzbach têm trocado farpas dentro do BBB26 e parece que Marina Sena, namorada do dançarino, não gostou de algumas declarações do modelo. A cantora soltou o verbo no X, antigo Twitter, após o rival do amado falar que ele não tem hormônio masculino.

    “Jonas, você é o modelo falido de homem, caiu em desuso, sinto muito”, escreveu ela no microblog, na noite de segunda-feira (2/2).

    A discussão

    A treta começou depois do Sincerão, quando os dois começaram uma discussão. Em determinado momento, Juliano disparou: “Você não sabe falar. É tanta testosterona. Treinou tanto, mas não treinou o cérebro, criança do car*lhho”, provocou o rapaz.

    Em seguida, Jonas rebateu: “Coisa que você não tem. Você nunca vai ter testosterona. Vai lá, progesterona”, afirmou.

    Equipe de Juliano também criticou Jonas

    As tretas entre Juliano Floss e Jonas Sulzbach tem agitado o BBB26 ultimamente. Mas as falas do modelo, que chamou o dançarino de “loirinha”, não foram bem vistas foram do reality show da TV Globo.

    No Instagram, a equipe do namorado de Marina Sena detonou o comportamento do colega de confinamento do rapaz: “‘Vai Juvena, ai loirinha’. Por que o Jonas recorre a adjetivos femininos para tentar ofender os homens da casa?”, começou.

    E seguiu analisando: “Não, não é um caso isolado. Já havia ocorrido um outro episódio com o Boneco e, ontem, durante uma discussão, ele chamou o Juliano de loirinha”, recordou.

    Homofobia

    Ainda na publicação, os administradores detonaram: “A homofobia está ligada ao modo como as pessoas percebem as diferenças entre homens e mulheres. Isso quer dizer que, independentemente da orientação sexual, são as roupas, os trejeitos e os estereótipos de masculino e feminino que suscitam os preconceitos“, comentaram, antes de concluírem:

    “Juliano é um homem hétero. O fato de Jonas acreditar que chamá-lo de ‘loirinha’ seja ofensivo diz muito mais sobre quem ‘ofende’ do que sobre quem é ‘ofendido’”, finalizaram.

  • Vereador contesta Bocalom e diz que emendas “chegam onde poder público não chega”

    Vereador contesta Bocalom e diz que emendas “chegam onde poder público não chega”

    O vereador José Aiache (PP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Rio Branco, comentou nesta terça-feira (3) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) protocolada pela Prefeitura no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) contra a Emenda à Lei Orgânica nº 39/2025. A norma elevou de 1,15% para 2% da […]

  • Calixto rebate Adailton: “não podemos tratar contas públicas com suposições”

    Calixto rebate Adailton: “não podemos tratar contas públicas com suposições”

    Em entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, nesta terça-feira (03), o secretário de Governo, Luiz Calixto, afirmou que não há manipulação nos dados fiscais divulgados pelo Estado e destacou seu compromisso com a sinceridade e o diálogo na política. As falas acontecem nesta terça-feira, 03, no Hall da Aleac, na sessão que marca […]

  • "Descançar": PM comete erros de português em escola cívico-militar

    "Descançar": PM comete erros de português em escola cívico-militar

    Reprodução
    Imagem colorida mostra policial militar em escola cívico-militar. Ele cometeu erros de português na aula - Metrópoles

    Um policial militar cometeu erros de português ao escrever duas palavras em uma lousa no primeiro dia de funcionamento do modelo cívico-militar na Escola Estadual Professora Luciana Damas Bezerra, em Caçapava, no interior de São Paulo, nesta segunda-feira (2/2).


    O que aconteceu?


    Os policiais que aparecem nas imagens atuam como monitores na escola e passaram por um processo seletivo para serem contratados. Como já mostrou o Metrópoles, entre as funções dos agentes estão a responsabilidade de oferecer atividades extracurriculares sobre temas como os Três Poderes.

    A lei que criou o programa cívico-militar na rede estadual de ensino prevê que os . O valor é superior ao piso pago aos professores no estado.

    O episódio com os erros de português já tem sido utilizado pela oposição para criticar a implantação do modelo. A deputada estadual Mônica Seixas (PSol) publicou o vídeo do caso e disse que seguirá lutando por uma educação “livre e emancipadora”.

    O Metrópoles questionou a Secretaria da Educação sobre o episódio e espera o retorno. Em nota à TV Vanguarda, a pasta disse que “todo o conteúdo pedagógico é elaborado e aplicado pelos docentes da escola e, neste início de implementação, os monitores estão passando orientações sobre as atividades de disciplina e promoção de valores cívicos”.

    Segundo a pasta, os monitores do Programa Escola Cívico-Militar serão submetidos a processos semestrais de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência em cada unidade escolar.

    O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) defende o modelo cívico-militar como forma de melhorar a qualidade de ensino. Na prática, no entanto, especialistas em educação dizem que não há estudos que comprovem que a militarização tem efeitos sobre a melhoria da aprendizagem.

  • PF prende dupla que tentava enviar cocaína líquida ao exterior

    PF prende dupla que tentava enviar cocaína líquida ao exterior

    Reprodução / PF
    PF cocaína Correios

    A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante dois homens que tentavam enviar cocaína líquida ao exterior pelos Correios. A droga seria postada na segunda-feira (2/2), em uma agência de Manaus (AM), com destino à Austrália.

    As informações iniciais obtidas pela PF davam conta de que a droga estaria sendo enviada por uma mulher. As investigações levaram a equipe até os dois homens, que admitiram ser responsáveis pela remessa da encomenda.

    Na revista, os agentes encontraram objetos que servem como souvenirs e dois edredons. Dentro dos edredons estavam 3,5 quilos de cocaína na forma líquida.

    O entorpecente estava dividido em diversos invólucros afixados no interior dos edredons. Uma perícia realizada por técnicos da PF confirmou que a substância de coloração esbranquiçada era cocaína.

    A PF ainda investiga a participação de outras pessoas na tentativa de tráfico internacional de drogas por meio dos Correios.

  • Advogados explicam se esposa de Henrique pode ser detida pela ICE

    Advogados explicam se esposa de Henrique pode ser detida pela ICE

    Reprodução/Instagram
    Amanda Vasconcelos, esposa de Henrique

    A prisão de Amanda Vasconcelos nos Estados Unidos pode ter desdobramentos além da esfera criminal. Esposa do cantor Henrique, da dupla com Juliano, a empresária foi detida na segunda-feira (2/2), em Orlando, na Flórida, após desobedecer uma ordem de parada no trânsito.

    Segundo especialistas, o caso pode levar à atuação direta do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês), a agência de imigração americana responsável por fiscalizar a permanência de estrangeiros no país. Isso ocorre porque prisões locais costumam notificar o ICE sempre que um não cidadão é detido por crimes.

    O procedimento faz parte do programa Secure Communities, que cruza dados de imigração com registros criminais. A partir dessa comunicação, a agência pode emitir uma ordem para manter a pessoa sob custódia após a resolução do processo criminal.


    Prisão de Amanda


    ICE pode atuar no caso de Amanda?

    Segundo o advogado Fernando Canutto, especialista em Direito Internacional e Direito Empresarial Internacional, existe o risco do envolvimento do ICE, mas não é imediato.

    “Pode haver risco, mas ele depende do status migratório e do desfecho e da gravidade do crime. Se o status migratório não estiver regular ou se o crime for grave, fatalmente haverá deportação”, explica.

    Em situações que envolvem acusações como tentativa de fuga de uma abordagem policial, como é o caso de Amanda, a notificação à ICE é considerada padrão. Caso exista condenação ou alguma irregularidade migratória, como violação de visto, agentes de imigração podem assumir o caso e iniciar um processo específico na Justiça migratória.

    “Isso é padrão para não-cidadãos com acusações como tentativa de fuga. Há possibilidade de prisão ou detenção por agentes de imigração”, explicou o advogado criminal e especialista em extradição Eduardo Maurício.

     

    Entenda os próximos passos

    O caso de Amanda é complexo porque envolve a tentativa de fuga, segundo os especialistas. Na Flórida, esse tipo de conduta deixa de ser tratada como simples infração administrativa e é vista como um risco à segurança pública, o que exige comparecimento em juízo e pode gerar registro criminal.

    Ainda de acordo com Eduardo, em casos mais simples, como dirigir sem licença, o pagamento de fiança ou multa pode garantir a liberação inicial. No entanto, quando existe acusação mais grave, como tentativa de fuga, o procedimento muda. Nessa situação, a liberação depende de audiência com um juiz, que avalia risco de evasão e gravidade do caso.

    Maurício destaca que “há risco de deportação para não-cidadãos, como turistas brasileiros”. Isso porque condenações classificados como delito leve ou crime grave podem ser consideradas crimes envolvendo depravação moral (crimes involving moral turpitude – CIMT, na sigla em inglês), conforme a legislação migratória americana. Se isso ocorrer, a imigração pode abrir um processo separado para remoção do país.

    A deportação, contudo, só ocorre caso os crimes sejam estejam entre os possíveis delitos deportáveis, em um processo que corre separado no Tribunal de Imigração.

    “Sob a administração Trump, há foco em aplicação rigorosa, priorizando deportações por crimes, mesmo menores”, pontuou o especialista.

  • Rios elevam em Feijó e Tarauacá; em Rio Branco há sinal de vazante

    Rios elevam em Feijó e Tarauacá; em Rio Branco há sinal de vazante

    O monitoramento hidrometeorológico realizado pelo Governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e do Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma), indica cenários distintos nas principais bacias hidrográficas do estado neste início de fevereiro. O levantamento considera dados coletados nesta terça-feira (3), a partir de plataformas de coleta […]

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    Previsão indica chuvas entre 1 e 75 mm no Acre até a próxima segunda (9)

    O Acre deve registrar chuvas ao longo desta semana, com volumes variando entre 1 milímetro e 75 milímetros, segundo o mais recente Relatório de Monitoramento Hidrometeorológico, divulgado nesta terça-feira (3) pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). Apesar da ocorrência de precipitações, a previsão aponta que os acumulados tendem a ficar abaixo do esperado […]