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  • Morre Gerson Brenner, ator de Rainha da Sucata, aos 66 anos

    Morre Gerson Brenner, ator de Rainha da Sucata, aos 66 anos

    O ator Gerson Brenner morreu aos 66 anos de idade nesta sexta-feira, 23. De acordo com o Portal Leo Dias, a morte dele foi confirmada pela esposa, Marta Brenner. No entanto, a causa do falecimento ainda não foi revelada.

    Atualmente, Brenner pode ser visto na reprise da novela Rainha da Sucata no Vale a Pena Ver de Novo, da Globo. O astro foi um dos galãs da TV brasileira entre as décadas de 1980 e 1990. No entanto, ele se afastou da telinha em 1998, quando ficou com sequelas ao levar um tiro na cabeça.

    O ator deixou a esposa, Marta, e duas filhas, Vitória Brenner, de 25 anos, e Anna Luisa, de 31 anos.

    Em 17 de agosto de 1998, Gerson Brenner estava dirigindo seu carro rumo ao Rio de Janeiro quando caiu em uma emboscada criminosa. O pneu do carro dele furou por causa de pedras colocadas na pista e ele foi encontrado caído ao lado do carro. Os detalhes do que aconteceu nunca foram confirmados, mas a suspeita é que ele foi trocar o pneu do carro e pode ter reagido a uma abordagem de algum criminoso, já que ele levou um tiro na cabeça.

    O artista foi levado ao hospital e foi diagnosticado com perda de massa encefálica. Ele ficou em coma por 16 dias e teve sequelas do ferimento. Ao longo dos últimos anos, ele fez reabilitação.

    Nas últimas décadas, Gerson Brenner viveu sob os cuidados atentos de sua esposa, a psicóloga Marta Mendonça. O relacionamento começou durante o processo de reabilitação do ator, e Marta tornou-se sua principal companheira e protetora ao longo de mais de 20 anos.

    Gerson Brenner iniciou sua trajetória na TV no final dos anos 1980, mas foi em 1990 que ele se tornou um fenômeno nacional. Ao interpretar o “filhinho” Gérson em Rainha da Sucata, ao lado da icônica Dona Armênia (Aracy Balabanian), ele garantiu seu lugar no primeiro escalão da teledramaturgia. O sucesso foi tão estrondoso que ele repetiu o papel anos depois na novela Deus Nos Acuda.

    Antes de brilhar nas telas, Gerson teve uma vida multifacetada. Ele chegou a cursar faculdades de Economia e Comunicação Social, trabalhou como modelo e morou na Europa. No teatro, participou de montagens marcantes como Querelle e 1789, o Ano da Revolução, consolidando sua base artística antes de se tornar o rosto preferido dos diretores de elenco da Rede Globo e da extinta TV Manchete.

  • Os impactos de um ataque dos EUA a usinas de energia do Irã

    Os impactos de um ataque dos EUA a usinas de energia do Irã

    Conflito atingiu novo patamar após Trump ameaçar destruir infraestrutura energética do Irã, caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto

  • Quem era Gerson Brenner, ator de Rainha da Sucata que marcou a TV

    Quem era Gerson Brenner, ator de Rainha da Sucata que marcou a TV

    Reprodução/Internet.
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    Morreu na noite desta segunda-feira (23/3) o ator Gerson Brenner, aos 66 anos. A informação foi confirmada à coluna por Marta Brenner, esposa do ator.

    Brenner estava internado na UTI do Hospital São Luiz, em São Paulo. Ele convivia com sequelas de um tiro e estava afastado da televisão há mais de vinte anos.

    Quem foi Gerson Brenner

    Gerson Brenner, nome artístico de Gérson dos Santos Oliveira, construiu carreira na televisão brasileira a partir do fim dos anos 1980. Nascido em São Paulo, em 22 de dezembro de 1959, iniciou sua trajetória como modelo, atuando em campanhas publicitárias e desfiles, antes de migrar para a atuação.

    Ao longo da carreira, integrou produções de diferentes emissoras e se consolidou como um dos nomes presentes na teledramaturgia do período.

    O acidente

    Gerson Brenner teve a carreira interrompida após ser atingido por um tiro na cabeça durante uma tentativa de assalto, há cerca de 27 anos, enquanto gravava a novela Corpo Dourado. O episódio ocorreu quando ele retornava de São Paulo para o Rio de Janeiro para compromissos de gravação e resultou em sequelas que afetaram sua fala e locomoção ao longo dos anos.

    Em entrevista recente, com a reprise de Rainha da Sucata no “Vale a Pena Ver de Novo”, Marta Mendonça, esposa do ator, relembrou a participação de Gerson na trama. Na novela, ele interpretou Gérson Giovanni, um dos personagens ligados à icônica Dona Armênia, vivida por Aracy Balabanian, e, segundo Marta, o ator demonstrava satisfação ao assistir à produção.

  • Gerson Brenner: relembre a tragédia que deu fim à carreira do ator

    Gerson Brenner: relembre a tragédia que deu fim à carreira do ator

    Reprodução/Internet.
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    Gerson Brenner, que morreu na noite desta segunda-feira (23/3), aos 66 anos, teve a carreira de sucesso interrompida por uma tragédia em agosto de 1998. Na época, ele tinha 38 anos e foi baleado na cabeça durante um assalto na Rodovia Ayrton Senna, quando viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro.

    Em 17 de agosto daquele ano, o ator viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro para gravar o final da novela Corpo Dourado quando foi alvo de tiros. O ator chegou ao hospital em coma profundo, passou por cirurgias e permaneceu 23 dias na UTI.

    Os criminosos haviam espalhado pedras na estrada para forçar a parada de veículos. Ao tentar trocar o pneu furado, Brenner foi abordado e baleado. A bala atravessou o lado esquerdo do cérebro. Ele foi encontrado por caminhoneiros e levado ao hospital.

    Os três assaltantes, com idades entre 19 e 25 anos, foram presos dias depois e confessaram o crime. Na época, o ator aguardava o nascimento da segunda filha com a ex-esposa, Denize Tacto.

    Carreira de Gerson Brenner

    A estreia do ator na TV foi em Kananga do Japão (1989), da extinta TV Manchete. Depois, participou de produções como Top Model (1989), Perigosas Peruas (1992) e Tocaia Grande (1995). O último trabalho na televisão Corpo Dourado (1998) foi interrompido em razão do assalto.

    Gerson vivia em São Paulo sob os cuidados da esposa, que conheceu durante o tratamento e com quem se casou em 2014. Ele enfrentava sequelas graves, com limitações motoras, de fala e cognitivas.

  • Mulher é arremessada de moto ao passar por buraco em Rio Branco

    Mulher é arremessada de moto ao passar por buraco em Rio Branco

    Uma motociclista não identificada ficou ferida após perder o controle da direção e cair na tarde desta segunda-feira (23), na rua Pernambuco, no bairro Bosque, em Rio Branco.

    Segundo relatos de testemunhas, a mulher conduzia uma motocicleta modelo Biz, de cor preta, quando passou por um trecho da via com afundamento. Ao atingir o desnível, ela não conseguiu manter o controle do veículo e foi arremessada a alguns metros.

    Com o impacto, a condutora sofreu escoriações em várias partes do corpo. As informações iniciais indicam que não houve fraturas aparentes.

    O atendimento foi iniciado por uma equipe de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que passava pelo local no momento do acidente. Após os primeiros socorros e a imobilização da vítima, uma ambulância de suporte básico realizou o encaminhamento até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Baixada da Sobral. O quadro de saúde foi considerado estável.

    A motocicleta permaneceu na via após a queda, sendo retirada por trabalhadores da região, que guardaram o veículo até a chegada de familiares.

  • Dólar cai para R$ 5,24, e bolsa sobe 3,24% após fala de Trump

    Dólar cai para R$ 5,24, e bolsa sobe 3,24% após fala de Trump

    Em um dia de alívio no mercado financeiro, o dólar recuou para abaixo de R$ 5,25, e a bolsa de valores subiu mais de 3%. A euforia foi provocada por sinais de diminuição nas tensões entre Estados Unidos e Irã após declarações do presidente Donald Trump de que vai adiar possíveis ataques à infraestrutura energética iraniana.

    Com a melhora do ambiente global, o dólar terminou esta segunda-feira (23) vendido a R$ 5,24, com recuo de R$ 0,068 (-1,29%). Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a R$ 5,21.

    Apesar da forte queda desta segunda, a moeda estadunidense acumula alta de 2,08% em relação ao real em março. No ano, a divisa recua 4,52%

    A redução da aversão ao risco levou investidores a desmontarem posições defensivas, favorecendo moedas emergentes como o real.

    O mercado de ações teve um dia de forte recuperação. Após cair 2,25% na sexta-feira (20), o índice Ibovespa, da B3, subiu também 2,25% nesta segunda, fechando aos 181.931 pontos. No melhor momento do pregão, às 15h38, o índice aproximou-se dos 183 mil pontos.

    O avanço foi puxado por ações de bancos e empresas ligadas à economia doméstica, enquanto papéis da Petrobras tiveram alta mais moderada por causa da queda do preço do petróleo no mercado internacional.

    Os preços do petróleo registraram forte queda, com o barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, recuando 10,9% e fechando em US$ 99,94, abaixo de US$ 100 pela primeira vez desde o último dia 16.

    A descompressão no preço ocorre após Trump afirmar haver “boa chance” de acordo entre os países, indicando uma possível redução das hostilidades no Oriente Médio. Mais tarde, o presidente estadunidense disse que um acordo nuclear estava prestes a ser assinado.

    Dois petroleiros indianos conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz, contribuindo para reduzir as tensões nesta segunda.

    Apesar das declarações de Trump, autoridades iranianas negaram a existência de negociações, o que moderou parte do otimismo ao longo do dia.

    Apesar do alívio momentâneo, o cenário segue incerto. Israel mantém restrições operacionais em aeroportos e há relatos de movimentações militares dos Estados Unidos na região

    Especialistas destacam que a volatilidade deve continuar, diante de sinais contraditórios sobre o conflito e da falta de clareza quanto a um possível cessar-fogo duradouro.

  • Trotsky, Bocage e Paulo nos ajudam a entender por que Ratinho Jr. saiu

    Trotsky, Bocage e Paulo nos ajudam a entender por que Ratinho Jr. saiu

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    O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), desistiu da candidatura à Presidência. Não topará nem mesmo a eleição certa para o Senado. Mas por quê? Qualquer um que tenha sido um dia militante trotskista, como fui — até um pouco depois da “Primeira Juventude” (21 anos) — , já ouviu a expressão que ele não escreveu “fatores distintos e combinados” de um determinado evento. O conceito era outro, mas essa boa distorção ficou mais ou menos consagrada. Ele bem que poderia tê-la escrito. Há coisas que acontecem por motivações que, embora diversas e até contraditórias, acabam por se combinar.

    Ratinho Jr., em princípio, não quer entregar seu legado, que considera inigualável, a Sergio Moro (indo para o PL) de mão beijada. Nem vai tentar a nossa “Câmara Alta”, para onde poderia ir, se quisesse, ainda que ficasse dormindo o dia inteiro. Pode vir a compor com Moro? Olhem, invertendo Bocage, o grande poeta português, digo: eles se distinguem nos transes da ventura, mas se igualam nos dons do pensamento: são dois reacionários de matizes distintas. E nem sempre isso dá liga. Mas nada insuperável, acho. A ver.

    Essa é uma das causas. E outra, evidente, é que nunca houve uma demanda por “terceira via”, “candidato alternativo”, “nome nem-nem”. Ou que apelido ainda menos elegante se queira dar. Isso é uma invenção de alguns “pesquiseiros”, que acabaram vendendo o tal conceito furado da “polarização”. Todos ficaram fascinados, entre outas razões, porque é um clichê fácil de entender, como todos, e falso, como quase todos.

    Quem lesse pesquisas assegurando que a maioria não queria nem Lula nem Bolsonaro candidatos ficaria com a impressão de que a demanda pela Terceira Via — ou que nome queiram dar — poderia levar as pessoas a atear fogo às próprias vestes. Em dias de ódio à política nas democracias, já que nas ditaduras isso não é possível, perguntar se os que estão por aí deveriam se aposentar não corresponde exatamente a fazer uma pesquisa, mas a produzir proselitismo barato — ou nem tão barato assim…

    Aí os respondentes dizem: “Ora, claro que sim!” Não gostamos de nada do que está aí. E, então, alguns caem na conversa e articulam supostas alternativas. E esse tal povo, que logo esquece que queria o nem-nem, não dá a menor bola para o “tertius”. Na sua esmagadora maioria, ou fica com Lula ou fica com Bolsonaro — no caso, com “um” Bolsonaro…

    Não se trata de “polarização”, como se fosse uma doença do espírito ou uma ditadura determinada pelos dois líderes. Aí está a tontice essencial da tese. É que o tal “terceira-via”, que Flávio chamou “sequelado”, deveria, afinal, com efeito, ser mesmo um terceiro caminho, não apenas uma espécie de trilha paralela, e ainda mais obscura em muitos casos, da que a segunda ou a primeira — a depender do nome que queiram dar à proposta reacionária.

    Alguém tem alguma dúvida de que Ronaldo Caiado, se candidato do PSD for, ficará com Flávio no segundo turno? E Ratinho? O leitor vê Eduardo Leite propondo que se cerrem fileiras com Lula contra Flávio? Ora… Meus queridos, se Trotsky e Bocage ajudam a entender o quadro, o Apóstolo Paulo, mais uma vez, vem para ajudar, como já foi lembrado nesta coluna:
    “Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que emitem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se saberá o que se toca com a flauta ou com a cítara? Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha? Assim também vós: se, com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Porque estareis como que falando ao ar.”

    Eu sempre disse que o candidato de Bolsonaro seria um Bolsonaro. E sempre sustentei que esse papo de “polarização” é um dos conceitos mais energúmenos que já frequentaram  o debate político no país. Quis o destino que Trotsky, Bocage e São Paulo nos ajudassem a entender o âmago dessa questão proposta pelo partido de Gilberto Kassab e Ratinho Jr, como na ilustração que abre este texto.

  • Assassino de Thalita Berquó foge após decisão que determina internação

    Assassino de Thalita Berquó foge após decisão que determina internação

    Reprodução
    thalita berquo

    Um dos três assassinos confessos de Thalita Marques Berquó Ramos (foto em destaque), 36 anos, é considerado foragido da Justiça do Distrito Federal. O jovem de 18 anos deveria ter se apresentado na Unidade de Internação que cumpria medida socioeducativa na última segunda-feira (16/3).

    O acusado estava em regime de semiliberdade desde outubro do ano passado, após o juiz da 2ª Vara da Infância e da Juventude (VIJ-DF) considerar que ele agiu sob “domínio de violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima”.

    Todavia, em 11 de fevereiro, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) obteve sucesso no recurso de apelação da sentençaA decisão reconheceu o homicídio triplamente qualificado, excluiu o privilégio e determinou a internação do acusado.

    O acusado cometeu o crime quando ainda tinha 17 anos e responde por ato infracional análogo a homicídio. Mesmo já tendo completado 18 anos, ele permanecia, até então, recluso em uma unidade de internação, destinada a menores infratores.

    O rapaz foi apreendido em 12 de setembro pela Polícia Civil do Distrito Federal. Além dele, estão detidos um adolescente e João Paulo Teixeira da Silva.

    João Paulo Teixeira da Silva irá a júri popular em 14 de maio deste ano. O julgamento está marcado para ocorrer no Tribunal do Júri do Guará.

    Crime bárbaro

    Thalita foi morta e esquartejada em uma invasão no Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará, em 13 de janeiro de 2025.

    A mulher teve a cabeça e as pernas jogadas pelos assassinos em um córrego da região, e o tronco foi enterrado na área.

    No dia em que foi assassinada, a vítima esteve em uma invasão dentro do parque, para comprar drogas. Porém, um desentendimento entre ela e os autores do crime – um homem e dois adolescentes – teria ocorrido e motivado o homicídio.

    A discussão estaria relacionada à qualidade dos entorpecentes vendidos por eles a Thalita, que acabou morta a pedradas e facadas.

    Nos dias que se seguiram ao crime, a cabeça e as pernas de Thalita foram achadas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), próximo à Vila Telebrasília.

     

  • Parada no semáforo, mulher é morta a tiros pelo ex-companheiro

    Parada no semáforo, mulher é morta a tiros pelo ex-companheiro

    Reprodução / Redes Sociais
    Marcelo Lucas de Souza Amaral teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após matar a ex-namorda Luene Vitória Moraes de Oliveira - Metrópoles

    Marcelo Lucas de Souza Amaral, de 25 anos, é investigado por efetuar os disparos que mataram a ex-companheira, Luene Vitória Moraes de Oliveira, de 24, na madrugada do último domingo (22/3), em Bragança Paulista, interior de São Paulo. Segundo as apurações, a jovem estava dentro de um carro, parada em um semáforo no bairro Matadouro, quando foi surpreendida pelos tiros.

    Nesta segunda-feira (23/3), durante audiência de custódia, a Justiça decidiu converter a prisão em flagrante de Marcelo em preventiva. Com isso, ele permanecerá detido enquanto as investigações prosseguem.

    De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta de 1h15, após uma discussão entre a vítima e um motociclista. Luene dirigia o veículo quando teria se desentendido com Marcelo Lucas , que estava em uma moto e carregava uma mochila de entregas. Em determinado momento, quando o carro parou em um semáforo, o suspeito efetuou vários disparos contra a jovem e fugiu em seguida.

    Uma testemunha que presenciou a cena acionou a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas Luene não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A mulher foi atingida por disparos no rosto.

    Com base em imagens de câmeras de segurança e na identificação da placa da motocicleta, a polícia chegou ao principal suspeito: o ex-companheiro da vítima, Marcelo Lucas de Souza Amaral. Ele foi localizado e preso pela PM pouco tempo após o crime.

    O caso foi registrado na Delegacia Seccional de Bragança Paulista, que conduz as investigações. A Polícia Civil trabalha para esclarecer todos os detalhes do caso e confirmar a motivação do crime, que é tratado, como feminicídio.

  • Bruno Tálamo detona Duda Wendling: "Covarde"

    Bruno Tálamo detona Duda Wendling: "Covarde"

    Reprodução/Redes sociais.
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    O apresentador Bruno Tálamo se pronunciou, durante participação no Link Podcast nessa segunda-feira (23/3), após ver seu nome envolvido numa polêmica recente entre Saory Cardoso e Duda Wendling.

    O episódio ocorreu após Duda, em meio ao barraco virtual com Saory, compartilhar um vídeo antigo de Bruno em que ele fazia críticas relacionadas ao jogo da companheira de Dudu Camargo em A Fazenda 17.

    A publicação foi apagada posteriormente, mas o tema acabou sendo comentado durante o programa.

    Veja o vídeo

    O que disse Bruno Tálamo

    Ao se manifestar, Bruno afirmou que mantém boa relação com Saory e destacou o convívio recente. Ele também citou o contexto das críticas feitas anteriormente e afirmou:

    “Primeiro: eu gosto muito da Saory. Passei a conhecer a Saory quando ela foi contratada aqui pelo Link Podcast, e a gente tem uma convivência muito mais próxima. É um amor de pessoa, né? Sabe respeitar o espaço de todo mundo, humilde, simpática, gente fina pra caramba.”

    Bruno também comentou sobre a torcida no reality e fez um contraponto em relação ao vídeo que circulou nas redes. “Eu não torci por ela dentro de A Fazenda, eu torci pelo namorado dela, eu torci pelo noivo dela, o Dudu Camargo, esse eu torci.”

    Sobre a divulgação do conteúdo antigo, o apresentador criticou a forma como o material foi utilizado. “Agora, né, as críticas que eu fiz no passado, você colocar isso como se fosse algo atual, é extremamente covarde da sua parte.”

    Ele ainda acrescentou que não tem envolvimento com conflitos entre as duas e defendeu sua posição no atual momento profissional. “Não seja covarde! Eu não tenho absolutamente nada contra a Saory, como você tentou plantar.”

    Ao final, reforçou que as falas não refletem o momento atual e pediu para não ser incluído na discussão entre as partes. “Tenho absolutamente nada a ver com isso”, declarou.

    Comentou polêmica

    Em contato com a coluna, Bruno deu mais detalhes sobre o ocorrido e destacou a boa convivência com a colega de trabalho Saory Cardoso.

    “A Saory é uma pessoa super querida, super gente fina, trata todo mundo bem. Nós nos conhecemos a partir do momento em que ela [Duda Wendling] foi contratada e desenvolvemos até uma amizade. Eu tenho carinho pela Saory. A crítica foi feita à participante, e ela está jogando para o público dela como se fosse algo atual.”