Categoria: Teste

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    Segurança e trânsito: tudo o que você precisa saber para curtir o jogão da Supercopa

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  • O salário de R$ 30 mil pago pelo PL a um ex-ministro de Bolsonaro

    O salário de R$ 30 mil pago pelo PL a um ex-ministro de Bolsonaro

    Metrópoles
    O presidente do PL, Valdemar Costa Neto

    Ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro, o cardiologista Marcelo Queiroga integra a folha de pagamentos do diretório nacional do PL, partido ao qual ele é filiado.

    Desde fevereiro de 2025, Queiroga ganha um salário bruto mensal de R$ 30 mil. Após os descontos, o ex-ministro de Jair Bolsonaro recebe R$ 22 mil líquidos por mês.

    À Justiça Eleitoral, o PL informou que o salário de Queiroga é pago com recursos públicos do fundo partidário. Oficialmente, ele é contratado como “assessor especial”.

    Atualmente, o ex-ministro da Saúde ocupa o cargo de presidente estadual do PL na Paraíba, reduto político dele. Em 2026, Queiroga pretende disputar uma vaga no Senado.

    O que diz o ex-ministro

    À coluna, Queiroga afirmou que o salário se deve ao auxílio que presta ao PL “na agenda da Saúde”. “A atuação como dirigente partidário não é remunerada”, ressaltou o ex-ministro.

  • Delegado que perdeu a perna após megaoperação no Rio: "Faria de novo". Veja vídeo

    Delegado que perdeu a perna após megaoperação no Rio: "Faria de novo". Veja vídeo

    Arte/Metrópoles
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    “Quando eu corri… eu só senti queimando.” Passados quase 100 dias desde que foi baleado durante a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV), deflagrada nos complexos da Penha e do Alemão, o delegado Bernardo Leal Anne Dias(foto em destaque), assistente da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), está de volta ao trabalho na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).

     

    Em um vídeo inédito produzido e divulgado pela corporação, Bernardo detalha o momento em que sentiu o disparo perfurar seu corpo, a corrida contra o tempo para ser socorrido e o despertar após dias em coma, já sem uma das pernas.

    O tiro

    Classificada como a operação mais sangrenta da história do Rio de Janeiro, a megaoperação Contenção foi deflagrada em 28 de outubro de 2025 e deixou mais de 120 mortos, entre criminosos e policiais.

    “Em dado momento, eu corri para o lado, para a direita, e só sentia queimando. Caí de imediato”, relembra o delegado, que havia sido atingido por um disparo de fuzil na perna. Ali começava uma verdadeira luta pela vida.

    Com o sinal de celular bloqueado na área de mata, coube aos colegas de farda se mobilizarem em busca de socorro. Foram cerca de uma hora até que Bernardo fosse colocado na motocicleta de um policial militar.

    “Eu fui ficando fraco. Comecei a ter a percepção de que ia morrer. Apaguei várias vezes, estava desfalecendo mesmo”, conta.

    Durante o trajeto até o hospital, o delegado lutava para permanecer consciente. Segundo ele, dentro da viatura, os colegas o sacudiam e gritavam para que não desistisse.

    “Quando eu já estava muito perto do hospital, dei uma acordada. A última coisa de que me lembro é de estar sendo colocado na maca e alguém dizendo: ‘Corta a calça dele’. A partir daí, não me lembro de mais nada. Fiquei em coma por sete dias.”

    A notícia

    Ao acordar, Bernardo ainda não havia se dado conta de que tinha passado por uma amputação. No dia seguinte, os médicos reuniram a família para comunicar a gravidade da situação.

    “O doutor Zé veio falar comigo: ‘A gente conseguiu te manter vivo, mas não consegui manter a sua perna’”, relembra.

    O ortopedista contou ainda que nunca havia visto alguém sobreviver após ser atingido por um tiro de fuzil na perna.

    A volta para casa

    “Uma sensação de alívio muito grande.” É assim que o delegado define o momento em que voltou para casa.

    “No hospital, eu sonhava em deitar na cama com meus filhos, ficar abraçado com eles, assistindo ao que quisessem. Na semana passada, eu estava com um de cada lado, abraçado, assistindo TV, e comecei a chorar. São coisas pequenas às quais a gente não dá valor. Mas, quando se vê perto de perder tudo, passa a valorizar.”

    Apesar de tudo o que enfrentou, Bernardo afirma que a Polícia Civil também é sua vida e que não se imagina fazendo outra coisa.

    “Não penso em mudar de caminho. Quero voltar e fazer meu trabalho como sempre fiz.”

    Emocionado, o delegado diz que faria tudo de novo e que não pensa em se aposentar tão cedo.

    “Fui eu, mas poderia ter sido qualquer um da minha equipe. Não me arrependo. Essa sempre foi a minha missão. Vou dar o meu melhor e voltar para casa. Se tivesse que ir de novo para a Penha, eu iria. Só queria estar junto da minha equipe. Por eles, eu morreria também. Esse era o meu destino. Essa é a minha missão de vida”, finaliza.

  • Campeão de xadrez dá golpe de R$ 7,5 milhões em investidor de cripto

    Campeão de xadrez dá golpe de R$ 7,5 milhões em investidor de cripto

    Otávio Augusto/ Metrópoles
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    Um campeão enxadrista da Colômbia, identificado como Daniel Uribe Arteaga, foi condenado a oito anos de prisão pela Justiça do DF após aplicar golpe milionário em um empresário do ramo de criptomoeda da capital da República.

    O crime, ocorrido em novembro de 2024, envolveu subtração de 1,5 milhão em USDT – criptoativo pareado ao dólar, equivalente a cerca de R$ 7,5 milhões na época.

    Para o artifício fraudulento, Daniel – que estava no Brasil – se apresentou como um bem-sucedido empresário espanhol, residente em Barcelona, e com supostos negócios de grande escala nos EUA e no Paraguai.

    Como uma forma de ganhar a confiança da vítima, ele teria utilizado, de forma maliciosa, uma rede de contatos próxima, que chegou até o contador do empresário, estabelecendo uma aparência de legitimidade através de encontros em uma barbearia de luxo no Setor Noroeste, em Brasília.

    Para ludibriar a vítima, o denunciado propôs uma operação de câmbio vantajosa: o empresário transferiria criptomoedas e receberia, em contrapartida, dólares em espécie em uma casa de câmbio no Paraguai, com um lucro de 2%.

    Para consolidar o golpe, Daniel sugeriu que a transação fosse feita em etapas, iniciando com uma transferência teste de apenas 100 USDT. Assim que o montante total de 1,5 milhão de USDT foi transferido para a carteira digital dele, o acusado interrompeu o contato, não entregou os valores prometidos e saiu do Brasil.

    “Lavagem de Capitais”

    No dia do crime, câmeras de segurança registraram o acusado saindo às pressas de sua residência em um veículo conduzido por um motorista de aplicativo, que posteriormente confirmou o transporte de malas volumosas e bens de luxo destinados ao exterior.

    Segundo a sentença, para ocultar a origem ilícita, o condenado “pulverizou” os ativos em diversas carteiras digitais e corretoras internacionais. Além disso, converteu parte dos recursos em bens de alto valor, incluindo uma compra de mais de R$ 52 mil em uma loja da Louis Vuitton em Goiânia (GO), um dia após o golpe.

    As investigações da Polícia Civil do DF revelaram que Daniel planejou a fuga com antecedência, chegando a solicitar orçamentos para um voo particular para o Panamá ainda em outubro de 2024, um mês antes de fugir com o dinheiro.

    Apesar das manobras de ocultação, a polícia, com apoio da empresa Tether Operations Limited – emissora da criptomoeda furtada, conseguiu o bloqueio administrativo de aproximadamente 1 milhão de USDT.

    Após investigadores conseguirem contato com Daniel, o homem contratou advogados em Brasília para representá-lo. No processo judicial, o colombiano negou as acusações, disse que as tratativas envolvendo criptomoedas envolviam terceiros e declarou “considerar improvável a transferência de valores elevados a desconhecidos“.

    Apesar da tentativa, o Tribunal de Justiça entendeu que o depoimento prestado pela vítima corroborava com relatos de testemunhas ouvidas ao longo das investigações. Daniel, por sua vez, conforme consta no processo, não conseguiu comprovar a versão apresentada.

    Sentença

    Na sentença, o juiz rejeitou todas as teses da defesa, que alegavam desde a incompetência da jurisdição brasileira até a ausência de provas.

    “O denunciado construiu narrativa sofisticada, apresentou-se com identidade falsa e simulou operação legítima de câmbio envolvendo criptoativos, utilizando-se de videochamadas, comunicações digitais e do fornecimento de endereço de carteira blockchain para induzir a vítima a erro”, consta na decisão.

    Daniel Uribe Arteaga foi condenado a uma pena definitiva de 8 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão, a ser cumprida em regime inicial fechado. O magistrado também fixou o valor de R$ 404.997,00 como reparação mínima à vítima pelos danos causados.

    Embora condenado, o réu obteve o direito de recorrer em liberdade, uma vez que não houve alteração fática que justificasse sua prisão preventiva imediata após a revogação anterior da medida.

    O outro lado

    Procurada, a defesa de Daniel informou que “a transação foi realizada dentro da livre iniciativa, da liberdade econômica, por pessoas maiores e capazes”: “Sendo certo que a suposta vítima é especialista na área de moedas virtuais e, além disso, foi assessorada por pessoas também especializadas”.

    “A intervenção do Estado na transação, sobretudo pela via do direito penal é manifestamente inconstitucional. Todas as partes atuaram dentro dos riscos próprios e permitidos no ambiente multipolar das moedas virtuais”, disse o advogado Valter Bruno de Oliveira Gonzaga, que representa o réu.

    “A suposta vítima sempre teve ciência e consciência dos riscos das transações. A temática, por isso, será levada à cognição dos tribunais, com firme confiança e segurança na reforma da sentença, com a improcedência da pretensão punitiva”, declarou.

    Ainda conforme o defensor, Daniel saiu do Brasil “licitamente”. “[Daniel] deixou licitamente o Distrito Federal e o território nacional, sempre, contudo, acolhendo os chamados do Poder Judiciário”, finalizou.

  • Ao absolver suspeitos de tráfico, juíza diz que nova bodycam é inútil

    Ao absolver suspeitos de tráfico, juíza diz que nova bodycam é inútil

    Reprodução
    Câmera corporal flagra PM tapando lente do dispositivo

    Ao absolver dois suspeitos presos por tráfico de drogas e porte ilegal de armas, a juíza Lívia Maria de Oliveira Costa, da 2ª Vara Criminal de Santos, no litoral paulista, afirmou que a câmera corporal passa a ser uma “ferramenta inútil” a partir do momento em que os policiais militares podem “livremente iniciar e interromper a gravação”.

    Na ocorrência em questão, os PMs envolvidos não conseguiram provar que acessaram de forma legítima a casa onde estavam os suspeitos. Eles foram acusados de invasão de domicílio. Por esse motivo, as provas colhidas foram anuladas.

    O caso ocorreu em 11 de junho de 2025 no morro do São Bento, em Santos. Os policiais da Rota foram até um imóvel na rua Assunção de Nossa Senhora para cumprir um mandado de busca e apreensão durante uma operação do Gaeco. Nada de ilícito foi encontrado, mas, segundo os PMs, um morador teria indicado a localização de uma “casa bomba” na rua Santa Cecília, a poucos metros de distância.

    Sem mandado judicial, os agentes entraram no local e encontraram os dois suspeitos, que teriam resistido à abordagem. Um deles foi baleado e socorrido. A versão oficial para justificar a entrada na casa é que a porta estaria aberta.

    Câmera acionada tardiamente

    Na decisão que determinou a absolvição dos suspeitos, em 1º de dezembro, Lívia Maria entendeu que as imagens das câmeras corporais seriam o mecanismo adequado para comprovar a lisura da conduta dos PMs. No entanto, a gravação no caso em questão começou quando um dos suspeitos já estava baleado.

    “Competia aos policiais militares a demonstração de que receberam referida informação do alvo do mandado de busca domiciliar, ratificando a justa causa. Não foi, porém, o que ocorreu”, disse a magistrada.

    “A Câmera Operacional Portátil (COP) utilizada pelos policiais somente gera registros audiovisuais quando ‘acionada’ através do pressionamento do botão específico para a função. […] Em outras palavras, o policial militar pode livremente iniciar e interromper a gravação, o que evidentemente torna a ferramenta inútil”, complementou.

    Atualmente, dois modelos de câmeras corporais são utilizados pela Polícia Militar de São Paulo. O da Axon, usado em larga escala desde 2021, que grava de forma ininterrupta, e o da Motorola, implementado em junho do ano passado, que não oferece essa possibilidade.

    Os novos equipamentos, defendidos pelo então secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite (PP), precisam ser acionados pelos próprios PMs ou remotamente por uma central para captar imagens.

    Versão dos PMs

    Em buscas no imóvel, os agentes dizem ter encontrado um homem que tentou sacar uma arma e acabou baleado. O outro estaria portando um radiocomunicador. Eles também afirmaram ter localizado uma mochila com 352 porções de cocaína, 277 pedras de crack e maconha porcionada em um tijolo e em 139 papelotes, e também em pacotes de 218 e 147 gramas, além de 31 pedras de haxixe.

    Na mochila havia ainda balança de precisão, caderno com anotações relacionadas ao tráfico de drogas, R$ 955,30 em espécie, e uma arma de fogo, relacionada ao suspeito baleado. Em um armário, foi encontrado mais um tijolo de maconha.

    Foram apreendidos um aparelho celular, um rolo de papel filme, uma mochila, dois radiotransmissores, diversos carregadores e cabos USB, várias embalagens de plástico e duas pilhas/baterias.

    Os suspeitos teriam admitido a prática de tráfico de drogas durante a abordagem. O homem baleado foi levado ao hospital Santa Casa de Misericórdia e depois encaminhado ao sistema penitenciário, na mesma cadeia em que o outro acusado já estava detido.

    O que dizem os suspeitos

    Um dos suspeitos afirmou ser usuário de drogas e que, na manhã do crime, aceitou trabalhar como “olheiro” para um homem não identificado pela polícia, em troca de entorpecentes e dinheiro. Ele diz ter sido abordado na rua e levado à força para o interior da casa.

    O homem alegou ainda ter presenciado os policiais retirarem uma sacola de uma mochila e colocarem sobre um guarda-roupa para incriminá-lo, e que a mochila supostamente apreendida foi retirada pelos PMs de uma biqueira próxima e levada até a casa.

    O outro suspeito, que foi baleado e é dono da casa, negou qualquer envolvimento com o crime e afirmou que estava se arrumando para levar os filhos para a escola quando os policiais arrombaram a porta.

    Segundo o depoimento, ele estava rendido quando um PM perguntou se possuía antecedentes criminais. Ao responder que sim, foi baleado no abdômen. O homem alegou ter sido ameaçado e forjado, negando a posse da mochila e de uma arma de fogo apreendida.

    Prisão preventiva revogada

    No dia seguinte às prisões, em audiência de custódia, as detenções foram convertidas em preventiva. Eles estavam presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) Luiz Cesar Lacerda, em São Vicente, também no litoral paulista, até terem a reclusão revogada em outubro.

    Na época, a juíza destacou que, quando recebeu as imagens das câmeras corporais dos PMs, o período entre as 6h18 e 7h58 – 1 hora e 40 minutos – estavam suprimidos.

    Ela expediu novo mandado ao comandante do 1º Batalhão de Polícia de Choque, solicitando a íntegra das imagens, o que provocou “um alargamento da instrução processual”.

    Por considerar que a demora em razão das novas diligências causaria prejuízos aos acusados, a magistrada substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares.

    1h40 de imagens de câmeras corporais “sumiram”

    Em ofício à Justiça, o capitão Marcel Neira Sigari, do 1º Batalhão de Polícia de Choque, afirmou que a bodycam usada pelos policiais só gera registros audiovisuais quando é “acionada”, apertando um botão específico.

    Segundo o capitão, quando o mesmo botão é pressionado durante o período de gravação, “desaciona” a câmera, o que encerra a gravação e coloca o equipamento em modo “stand by”.

    A PM tratou o caso como um “incidente” e afirmou que não houve “qualquer tipo de edição ou supressão de conteúdo”. A suspeita foi expressa pela magistrada e pela Defensoria Pública do Estado (DEP-SP), que fez a defesa dos acusados.

    “Possivelmente, o espaço de tempo em que não há registro de imagens, refere-se ao período em que a câmera permaneceu em Stand by’, após ‘desacionada’ pelo usuário”, escreveu o capitão.

    Em decisão anterior à sentença, a juíza mencionou “possível edição” do conteúdo captado pelas bodycams, já que, de acordo com as imagens fornecidas, a gravação foi interrompida entre 6h18 e 7h58 — total, portanto, de 1h40. O momento em que os PMs entram na casa e atiram contra um dos suspeitos é justamente às 7h58.

    Apesar do que foi dito no ofício, um dos PMs envolvidos na ocorrência afirmou em depoimento que o equipamento não apresentou qualquer problema técnico, o que não explica a interrupção da gravação.

    Nas alegações finais, a Defensoria Pública destacou que, sem a íntegra das gravações, a acusação “se baseia exclusivamente em depoimentos dos próprios agentes e em suposta confissão informal dos acusados, sem testemunhas independentes ou diligências que comprovem a efetiva comercialização de drogas”.

    O novo modelo de bodycam, que depende do acionamento intencional pelo PM, passou a ser implementado a partir de dezembro de 2024. Na época, a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que o mecanismo iria operar sem interrupções nas gravações.

    O que diz a SSP

    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que “a prisão em flagrante dos suspeitos observou todos os procedimentos previstos no Código de Processo Penal, com base nos elementos disponíveis no momento do registro da ocorrência, e foi devidamente submetida à apreciação do Poder Judiciário e do Ministério Público”.

    A Polícia Civil afirma ter atuado “de maneira técnica e imparcial e permanece à disposição da Justiça para a realização de diligências complementares, caso necessário, reafirmando seu compromisso com a legalidade e a transparência”.

    Pela Polícia Militar, um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado e conduzido com base na legislação vigente, incluindo todos os elementos probatórios disponíveis. O procedimento foi relatado e remetido à apreciação da Justiça, informou a pasta.

    Sobre as câmeras, a SSP reiterou que o acionamento segue “protocolos operacionais rigorosos e qualquer irregularidade está passível de apuração e responsabilização”, e que “toda decisão judicial e caso concreto faz parte das avaliações contínuas da Instituição visando o aperfeiçoamento das atividades policiais e tecnologias empregadas”.

    Segundo a nota, foram esses estudos contínuos que viabilizaram, por exemplo, a implantação do novo modelo de câmeras operacionais. “Os equipamentos, além de mais modernos e com novas funcionalidades, possuem recursos avançados de rastreabilidade, controle de acesso por credenciais individualizadas e criptografia de ponta a ponta, garantindo maior integridade da cadeia de custódia e transparência das ações”, disse a pasta.

    Sobre o caso, o texto menciona que, durante a ação policial, um dos suspeitos estava armado com uma pistola 9mm e tentou efetuar disparos contra os agentes, que intervieram. O homem foi socorrido e sua arma apreendida, assim como a do PM que realizou o disparo.

  • Master investiu dinheiro captado com CDBs em fundos nos quais o banco era o único cotista

    Master investiu dinheiro captado com CDBs em fundos nos quais o banco era o único cotista

    Divulgação/Banco Master
    Fachada do banco Master

    O dinheiro captado pelo Master com a emissão de CDBs foi direcionado para fundos de investimento dos quais o banco era o único cotista. A movimentação foi identificada pela Polícia Federal (PF).

    As informações constam em manifestação da Procuradoria da República de São Paulo citada pelo ministro Dias Toffoli, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), na decisão que autorizou a segunda fase da Operação Compliance Zero.

    “O Banco Master direcionou uma parte considerável dos recursos captados junto ao mercado, por meio da emissão de CDBs, a fundos de investimento, predominantemente FIDCs [Fundos de Investimento em Direitos Creditórios], nos quais o próprio Banco Master figurava como cotista único”, diz a manifestação do MPF.

    Ainda de acordo com o documento, “estes fundos eram utilizados para adquirir Notas Comerciais (NCs) e direitos creditórios de empresas que possuíam vínculos societários o relações pessoais com os sócios do Banco Master”.

    Decretada pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025, a liquidação do Banco Master deixou um rombo de R$ 83,2 bilhões em CDBs, dos quais cerca de R$ 40 bilhões estão sendo cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

  • Por que injeção semestral contra HIV será testada em SP e Campinas

    Por que injeção semestral contra HIV será testada em SP e Campinas

    Burak Karademir/Getty Images
    Mão e símbolo do HIV - Metrópoles

    As cidades de São Paulo e Campinas estão entre as sete escolhidas para a realização de testes que avaliarão a viabilidade de umanova forma de prevenção contra o HIV, que exige apenas uma aplicação semestral. O resultado deve servir como base para a possível incorporação da tecnologia ao Sistema Único de Saúde (SUS).

    Coordenadora clínica do projeto pelo Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz), Brenda Hoagland explicou que o estudo está previsto para começar nas próximas semanas. A pesquisa terá duração de dois anos.

    “Campinas já foi participante de estudos anteriores de implementação com PrEP [profilaxia pré-exposição] oral e cabotegravir [medicamento injetável de longa duração contra o HIV] com bom desempenho para acessar a população-alvo do estudo. A cidade de São Paulo também já foi participante de estudo anterior de implementação oral e no atual vamos avaliar a viabilidade de ofertar PrEP injetável com lenacapavir na unidade móvel, o ônibus da cidade”, detalhou a especialista.

    Como o Metrópoles mostrou anteriormente, a cidade de São Paulo, que já foi o epicentro do vírus no país por décadas, virou referência mundial no combate à Aids.

    Injeção semestral contra HIV

    Em 12 de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação para o antirretroviral Sunlenca (lenacapavir). Os testes serão feitos pessoas que não têm o vírus, mas estão expostas ao risco.

    “O lenacapavir é um novo medicamento, aplicado de forma subcutânea a cada seis meses e que oferece altíssima eficácia como profilaxia pré-exposição para a prevenção da transmissão do HIV”, detalhou Beatriz Grinsztejn, pesquisadora principal do ImPrEP LEN Brasil, chefe do LapClin Aids no INI/Fiocruz e presidente da International Aids Society (IAS), em comunicado.

    O ImPrEP LEN Brasil está na fase final de atividades preparatórias para começar a inclusão de participantes de populações mais vulneráveis à infecção pelo HIV, como gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens cisgênero, pessoas não binárias identificadas como do sexo masculino ao nascer e pessoas transgênero, de 16 a 30 anos.

    A iniciativa ocorre por meio de financiamento da organização Unitaid, apoio do INI/Fiocruz e do Ministério da Saúde, comandado por Alexandre Padilha no governo Lula, além da doação da substância necessária por parte da empresa norte-americana de biofarmacologia Gilead Sciences.

    Antes de uma eventual oferta pelo SUS, o lenacapavir deverá passar pela definição de preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Em seguida, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), no sistema nacional de saúde, verificará as evidências científicas e poderá emitir um parecer ao Ministério da Saúde.

    Profilaxias

    Conhecida pela comunidade médica e científica como a atual estratégia mais promissora na luta contra o HIV, a profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) — já disponível pelo SUS — consiste no uso diário ou sob demanda de medicamentos antirretrovirais para pessoas que não vivem com o vírus. Deve ser ingerida antes de uma exposição de risco. Também há pesquisas promissoras relacionadas à chegada da opção injetável globalmente.

    A PrEP é destinada a pessoas que não usam preservativo em todas as relações sexuais ou se sentem mais vulneráveis a uma infecção pelo HIV. Pode usar qualquer indivíduo, com mais de 15 anos e mais de 35 quilos, que quer proteção a mais para a prevenção do vírus da Aids, independentemente de gênero ou orientação sexual.

    Segundo a Prefeitura de São Paulo, atualmente, é possível ter a prescrição da profilaxia pré-exposição (PrEP) todos os dias da semana e retirar, inclusive, em unidades que funcionam 24 horas, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), além das máquinas automáticas localizadas nas estações da Luz e Vila Sônia do metrô.

    Já a profilaxia pós-exposição (PEP) consiste no uso de antirretrovirais em até 72 horas após exposição sexual consentida desprotegida ou violência sexual. Também é indicada para quem sofre acidente por material biológico, como com itens perfuro-cortantes. As pessoas diagnosticadas com HIV recebem remédios gratuitos por meio da terapia antirretroviral pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    Extinção da Aids

    Em relação à extinção da Aids, a comunidade científica internacional continua empenhada nas pesquisas. Apesar de já existirem estudos promissores, ainda não há uma estimativa certeira para a chegada de uma imunização.

    “O mundo científico tem o entendimento de que o grande avanço seria uma vacina que pudesse ser disseminada para todo mundo. Com isso, a gente estaria próximo da cura ou da extinção do vírus, mas são estudos que vão levar mais tempo”, explicou anteriormente Carla Kobayashi, infectologista do Hospital Sírio-Libanês e consultora técnica do Ministério da Saúde.

    O HIV é um vírus que desafia a ciência. São vírus diferentes, que têm uma taxa de mutação diferente. Quem pega Covid, consegue se curar sozinho. Quem pega HIV, não consegue se curar sozinho. Então, o HIV desafia o nosso sistema imune”, elucidou o infectologista Rico Vasconcelos, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

    Por enquanto, o que os especialistas indicam é o tratamento antirretroviral para manter a carga viral indetectável. Para além do avanço científico e tecnológico, é preciso mudar principalmente o âmbito social, em prol de acabar sobretudo com o tabu e o preconceito.

  • Além de Lula e Flávio: veja pré-candidatos ao Planalto até o momento

    Além de Lula e Flávio: veja pré-candidatos ao Planalto até o momento

    Arte/Metrópoles
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    O primeiro turno das eleições gerais deste ano está marcado para 4 de outubro. Mais de 150 milhões de brasileiros irão às urnas para escolher, entre outros cargos, o próximo presidente da República. Caso nenhum candidato obtenha mais da metade dos votos válidos, haverá segundo turno, previsto para 25 de outubro.

    Além da confirmação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscará a reeleição e de que, até o momento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) deve herdar o espólio político do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), outros nomes já se colocaram como pré-candidatos ao Palácio do Planalto. Há ainda políticos que vêm sendo testados em pesquisas eleitorais antes mesmo de oficializarem a intenção de disputar o pleito.

    A polarização, no entanto, tende a marcar mais uma vez a corrida presidencial. Com dois campos antagônicos, representados por Lula e Flávio, outras candidaturas — sobretudo no espectro conservador — buscam espaço e eleitorado. Nomes como Aldo Rebelo (Democracia Cristã), Renan Santos (Missão) e Cabo Daciolo (sem partido) aparecem nesse grupo.

    As opções do PSD

    O Partido Social Democrático (PSD) avalia lançar, pela primeira vez, uma candidatura própria à Presidência da República. A sigla, comandada por Gilberto Kassab, tem três nomes no radar: os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; e do Paraná, Ratinho Júnior.

    Caiado deixou o União Brasil — legenda pela qual já havia se lançado como pré-candidato ao Planalto — e se filiou ao PSD na última terça-feira (27/1). A saída ocorreu após resistências do PP, partido federado com o União Brasil, à manutenção do nome do governador goiano como pré-candidato.

    Segundo Kassab, a definição do candidato do PSD ocorrerá até 15 de abril. As pesquisas de intenção de voto não serão o único critério para a escolha. Políticos próximos ao presidente da sigla afirmam que, mesmo após a filiação de Caiado, a preferência de Kassab ainda recai sobre Ratinho Júnior.


    Quando serão candidatos?


    Veja abaixo quem, até o momento, se coloca como pré-candidato à Presidência.

    Lula (PT)

    Atual ocupante do Palácio do Planalto, Lula buscará a reeleição. Ele já acumula o feito inédito de três mandatos como presidente da República e pode se tornar o primeiro a comandar o país por quatro vezes.

    Como mostrou o Metrópoles, Lula deve lançar oficialmente sua pré-candidatura durante as comemorações dos 46 anos do PT, em Salvador (BA). O evento ocorre entre 5 e 7 de fevereiro, com o presidente confirmado na sessão de encerramento.

    Flávio Bolsonaro (PL)

    Senador pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro anunciou em dezembro do ano passado que foi escolhido pelo pai como seu sucessor na política nacional. Jair Bolsonaro está inelegível até 2060 e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por liderar uma trama golpista.

    Levantamento Genial/Quaest, divulgado em 14 de janeiro, mostra crescimento de Flávio nas intenções de voto. Ele aparece com 23%, enquanto Lula mantém a liderança, com 36%.

    Romeu Zema (Novo)

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lançou sua pré-candidatura à Presidência em agosto do ano passado. Ele deixará o cargo em 22 de março, poucas semanas antes do prazo final de desincompatibilização para concorrer nas eleições de outubro.

    Antes do anúncio, Zema comunicou sua decisão ao ex-presidente, de quem é aliado. O mineiro apoiou a escolha do clã bolsonarista por Flávio e chegou a ter o nome ventilado como possível vice na chapa do senador, hipótese que ele nega. Ao Metrópoles, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Zema é “muito bom”, mas disse que não houve convite formal para tratar do tema.

    Aldo Rebelo (DC)

    O ex-deputado federal Aldo Rebelo lançará sua pré-candidatura à Presidência neste sábado (31/1), durante evento em São Paulo. Após passagens por partidos como PCdoB, PSB, Solidariedade, PDT e MDB, ele adotou um discurso alinhado à direita e se filiou à Democracia Cristã (DC), legenda pela qual disputará o Planalto.

    Aldo já foi ministro da Defesa, da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Esporte e das Relações Institucionais nos governos Lula e Dilma Rousseff.

    Renan Santos (Missão)

    Líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos anunciou a pré-candidatura à Presidência pelo partido Missão em 2025, pouco antes de a legenda ter sua criação oficializada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Santos tem usado as redes sociais para declarações polêmicas contra adversários. Nesta sexta-feira (30/1), afirmou que Flávio Bolsonaro “tem de morrer”. Ele já fez declarações semelhantes em relação a Lula e a outros políticos.

    Cabo Daciolo (sem partido)

    O ex-deputado federal Cabo Daciolo anunciou, em outubro de 2025, que é pré-candidato à Presidência neste ano. Ele já disputou o cargo em 2018, quando ficou em sexto lugar, com 1,26% dos votos válidos (1.348.323), então filiado ao Patriota.

    Após a eleição, Daciolo se filiou ao Partido Brasil 35 e voltou a se lançar como pré-candidato em 2021, para o pleito de 2022. Posteriormente, desistiu da disputa e declarou apoio a Ciro Gomes (PDT).

  • Atriz quer deixar marca "além do CNPJ" com curso de atuação em favela

    Atriz quer deixar marca "além do CNPJ" com curso de atuação em favela

    Material cedido ao Metrópoles/ Patrick Nogueira e Gustavo Henrique
    Com o curso gratuito, Bruna Mascarenhas quer levar “uma possibilidade que não existia antes no cenário” dos jovens da favela de Paraisópolis - Metrópoles

    Neste mês de janeiro, jovens moradores de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, puderam participar de um curso de atuação gratuito, idealizado e financiado pela atriz Bruna Mascarenhas, conhecida por interpretar Ritinha no seriado Sintonia, da Netflix.

    Ao Metrópoles, Bruna contou que a ideia de lançar o projeto Do Teste ao Set veio da vontade de compartilhar o que já sabe, e de buscar, cada vez mais, conhecimento para ela mesma como atriz e como professora.

    “É um projeto que eu acredito muito e acho que educação e cultura, são polos muito importantes. Eu, como atriz, sempre fico pensando: ‘o que eu posso fazer também como artista, como cidadã? O que eu posso fazer além do CNPJ, também com o CPF?’. Então é uma questão que eu sempre me questiono muito. E aí surgiu o Do Teste ao Set”, disse.

    A atriz já idealizava o curso há alguns anos. Primeiro tentou, sem sucesso, buscar patrocínio. Até que decidiu investir dinheiro do próprio bolso para realizar a primeira edição.

    A partir dessa edição inaugural, o objetivo é a captação de patrocínio para ampliar o projeto com novas turmas. A favela de Paraisópolis foi escolhida como local do curso porque Bruna já tinha uma parceria com o G10 Favelas, organização que realiza diversas iniciativas voltadas aos jovens.

    Ao Metrópoles, a coordenadora de comunicação do G10, Fran Rodrigues, lembrou que Bruna é parceira de longa data da organização. “O projeto faz parte do nosso plano para 2026, justamente para poder fortalecer iniciativas que fomentam formações para jovens, principalmente na área da comunicação e do audiovisual”, falou.

    Futuramente, a ideia é levar as aulas para Niterói, no Rio de Janeiro, sua cidade natal.

    Como foi o curso

    O Do Teste ao Set foi realizado em quatro dias, neste mês de janeiro, na sede do G10 Favelas, em Paraisópolis. Os alunos participaram de aulas práticas com foco na introdução ao mercado audiovisual.

    Voltado inicialmente para adolescentes entre 14 e 17 anos, Bruna teve que aumentar a faixa etária devido às inscrições de um grande número de pessoas mais velhas.

    Durante as aulas, os jovens tiveram contato com fundamentos essenciais da atuação para o audiovisual, como preparação para testes, compreensão do funcionamento do mercado, gravação de “self tapes” e construção de cenas.

    “Eu espero que a palavra chegue a mais gente. Que mais pessoas se interessem, que mais pessoas possam fazer parte. E que a gente possa compartilhar conhecimento. Eu acho que não é só compartilhar conhecimento, mas eu aprendo muito também nas aulas. Então acho que é uma troca mesmo. Então, eu acredito nesse projeto. Eu espero que ele vá para frente, que ele cresça, dê frutos, flores e tudo”, disse Bruna.

    A atriz não tem a intenção de mudar a vida de seus alunos. “Seria muita presunção achar que poderia fazer isso”, disse. “Mas, eu acho que posso afetar [a vida deles]. Trazer questões, trazer uma possibilidade que não existia antes no cenário [desses jovens]”, completou.

    “Cultura, arte e esporte são coisas que fazem diferença para qualquer um, para qualquer jovem, para qualquer adolescente, para qualquer adulto. Eu acho que é uma forma também de se soltar. Tem vários benefícios”, ponderou a idealizadora do curso.

    Para ela, os exercícios de atuação levam os jovens a refletirem sobre o ser humano.

    “Quando a gente está falando de construir um papel, construir um personagem, a gente está falando também sobre desconstrução, sobre humanizar, sobre olhar com compaixão para o personagem. Então, acho que são coisas que afetam”, explicou.

    A iniciativa foi aprovada pela Lei Rouanet.

    Ritinha

    No seriado Sintonia, a personagem Ritinha, vivida por Bruna, também realiza ações na comunidade.

    “A Rita me ensinou muito. Mas eu, Bruna, passei em um teste. Eu agarrei uma oportunidade. É uma oportunidade que eu amei, que me abriu muitas portas, que me ensinou muito como atriz e como ser humano. Mas eu agarrei uma oportunidade. Então, foi onde eu comecei também a refletir: ‘eu também quero poder fazer algo que possa, de certa forma, impactar outras pessoas”, revelou.

    Além da série, Bruna diz ter sido inspirada também pelo pai, envolvido em diversos projetos sociais.

  • Que horas e onde assistir ao Grammy com Maria Bethânia e Caetano Veloso

    Que horas e onde assistir ao Grammy com Maria Bethânia e Caetano Veloso

    Terence Rushin/Getty Images for The Recording Academy
    HBCU Love Tour Atlanta: GRAMMY U Masterclass

    Neste domingo (1º/2), a Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação dos Estados Unidos anuncia os vencedores do Grammy Awards 2026, em cerimônia na Crypto.com Arena, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A cerimônia começa às 21h30 (horário de Brasília) e será transmitida, no Brasil, na HBO Max e na TNT.

    O Brasil pode levar um gramafone dourado para casa: Caetano Veloso e Maria Bethânia concorrem na categoria Melhor Álbum de Música Global por Caetano e Bethânia Ao Vivo. Eles disputam com Sounds of Kumbha, Burna Boy, Youssou N’Dour, Shakti e Anoushka Shankar Featuring Alam Khan & Sarathy Korwar.

    Kendrick Lamar lidera a lista de indicações deste ano, concorrendo em nove categorias, incluindo Álbum do Ano (GNX), Canção do Ano (Luther) e Gravação do Ano (Luther). Também se destacam Lady Gaga, com sete indicações, e Bad Bunny, Leon Thomas e Sabrina Carpenter, disputando seis categorias cada.

    Veja a lista completa de indicados:

    Álbum do Ano

    Programação de shows em SP em 2026 tem artistas internacionais, grandes nomes nacionais e festivais de música - Metrópoles
    Bad Bunny

    Melhor Álbum de Música Global

    Canção do Ano

    Gravação do Ano

    Lady Gaga

    Artista revelação

    Melhor Performance Solo de Pop

    Melhor Performance Pop de Duo ou Grupo

    Melhor Álbum Vocal de Pop

    Foto colorida de Justin Bieber - Metrópoles
    Justin Bieber

    Melhor Gravação de Pop Dance

    Melhor Performance de Rock

    Melhor Canção de Rock

    Melhor Álbum de Rock

    Linkin Park

    Melhor Canção de R&B

    Melhor Álbum de R&B

    Melhor Canção de Rap

    Melhor Álbum de Rap

    Melhor Álbum de Country Contemporâneo

    Melhor Álbum de Country Tradicional

    Melhor Álbum de Pop Latino

    Foto colorida de Karol G - Metrópoles
    Karol G

    Melhor Álbum de Música Urbana

    Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual

    Melhor Canção Escrita para Mídia Visual

    Melhor Vídeo Musical

    Imagem colorida de Sabrina Carpenter se apresentando no BRIT Awards 2025 na O2 Arena em 1 de março de 2025 em Londres, Inglaterra - Metrópoles
    Sabrina Carpenter