Em tour pelo Oriente Médio, e senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) deve se reunir com figuras importantes de países da região. Entre eles, os premiês de Israel, Benjamin Netanyahu, do Bahrein, Salman bin Hamad al-Khalif, e do Catar, o xeique Mohammed bin Abdul Rahman al-Thani.
As reuniões não constam na agenda oficial do filho de Jair Bolsonaro (PL). No entanto, os encontros foram confirmados por fontes ouvidas pelo Metrópoles.
A previsão é de que o senador brasileiro discurse na terça-feira (27/1), com falas voltadas para as “diretrizes que pretende adotar em um eventual futuro governo”, conforme afirmou a assessoria do parlamentar carioca há alguns dias. Além disso, a viagem será um momento onde Flávio deve buscar ampliar as relações bilaterais com países da região.
Além do pré-candidato à Presidência, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o blogueiro Paulo Figueiredo — ambos em autoexílio nos Estados Unidos — também acompanham Flávio Bolsonaro no tour.
Nem tudo o que carrega fama de saudável é, de fato, seguro. Uma cientista de alimentos que faz sucesso no TikTok chamou atenção ao listar produtos populares que ela evita consumir por apresentarem riscos elevados à saúde, mesmo quando parecem inofensivos.
Conhecida na plataforma pelo perfil @hydroxide, a especialista explicou, em entrevista ao tabloide Daily Mail, que alguns alimentos amplamente aceitos no dia a dia podem esconder perigos relacionados a bactérias e contaminações difíceis de detectar.
O primeiro alerta envolve hambúrgueres malpassados. Diferentemente de um bife, que é um corte inteiro de carne, o hambúrguer é feito de carne moída. Isso faz com que possíveis bactérias presentes se espalhem por toda a peça durante o processamento. Por esse motivo, a cientista afirma que sempre pede hambúrguer bem passado, reduzindo o risco de infecções.
A carne moída mal passada pode ser um risco
Outro item apontado como problemático são os brotos crus, muito usados em saladas e sanduíches. Segundo a especialista, mesmo quando cultivados em casa, eles não são necessariamente seguros. Isso porque a contaminação pode acontecer ainda na semente, antes mesmo do broto crescer. Além disso, a superfície irregular desses alimentos facilita a fixação de bactérias, tornando a higienização menos eficaz.
As ostras cruas, consideradas uma iguaria por muitos, também entram na lista de alimentos evitados. Como são filtradoras naturais da água do mar, elas acumulam micro-organismos presentes no ambiente. Se a água estiver contaminada ou aquecida demais, o consumo pode levar a infecções graves.
Mas o alimento que ela considera mais perigoso de todos é o leite cru, ou seja, não pasteurizado. Para a especialista, trata-se de um dos produtos com maior potencial de causar doenças graves. O consumo pode estar associado a infecções por Salmonella, Listeria, E. coli e até tuberculose, além de riscos maiores em períodos de circulação de vírus entre animais.
O leite deve passar por pasteurização para ser consumido
Ela destaca que a pasteurização moderna é rápida e eficiente, eliminando bactérias perigosas sem comprometer os nutrientes do leite. “É apenas calor por alguns segundos, não produtos químicos”, reforça.
O alerta não vem só do meio científico. Advogados e especialistas em segurança alimentar também têm evitado alimentos como saladas prontas, frutas cortadas, frios e refeições prontas para consumo, itens frequentemente ligados a surtos de contaminação cruzada.
O nível do Rio Acre apresentou nova redução na medição das 18h desta sexta-feira, 23, atingindo 14,32 metros, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. A marca representa uma diminuição contínua ao longo do dia e reforça a tendência de vazante observada nas últimas horas. Mesmo em queda, o manancial ainda permanece […]
Todo mundo já passou pela experiência de comer algo e achar sem graça ou sem gosto. Normalmente, quando isso ocorre, a reação mais fácil é pegar o sal e jogar um pouco no prato. Mas já imaginou conseguir deixar a sua comida mais salgada simplesmente usando uma colher?
Não é mágica: uma colher promete deixar o alimento mais salgado sem precisar de sal
Funciona assim: ao consumir alimentos sem sal, a quantidade de sódio que interage com as papilas gustativas é mínima. A colher autossalgada utiliza uma corrente elétrica para direcionar íons de sódio aos receptores gustativos, intensificando a percepção do sabor salgado.
A invenção foi desenvolvida em parceira com o professor Homei Miyashita, da Universidade de Meiji. A pesquisa avaliou o efeito de aumento do gosto salgado em protótipos feitos com garfos e pauzinhos para comida japonesa.
O excesso de sal pode causar doenças, como a pressão alta
A companhia informa que a tecnologia da colher tem uso potencial no Japão, onde o adulto médio consome 10 gramas de sal por dia, o dobro recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O consumo excessivo de sal está relacionado ao aumento de casos de pressão alta, AVC e outras doenças.
Em comemoração aos 472 anos da cidade de São Paulo, neste domingo (25/1), a Estação da Luz terá uma ação especial. Os passageiros que passarem pelo terminal poderão resgatar livros gratuitamente.
Trata-se de uma iniciativa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em parceria com a Letraria Cultural. Serão contempladas as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto.
A forma como as mulheres nomeiam a própria vagina pode revelar muito mais do que uma simples escolha de palavras. Um estudo recente sugere que o vocabulário usado para se referir à genitália está relacionado ao nível de conforto com a sexualidade, ao prazer e até à autoimagem.
Já o uso de palavrões ou expressões consideradas obscenas, como “boceta”, pode ter efeitos distintos — para algumas, funciona como sinal de apropriação e liberdade sexual; para outras, pode carregar estigmas, vergonha ou objetificação internalizada.
Forma como a própria vagina é chamada diz muito pela sexualidade da mulher, segundo pesquisa
As pesquisadoras descobriram que o uso de termos lúdicos ou infantis no dia a dia — como “ppk” ou “florzinha” — tendiam a gerar mais relatos de sentimentos negativos em relação aos órgãos genitais.
“Esses termos também foram associados a uma percepção mais negativa do prazer do parceiro no sexo oral, maior uso de produtos de higiene vaginal e maior abertura à labioplastia”, disse Tanja Oschatz, que estuda a sexualidade feminina na Universidade Johannes Gutenberg em Mainz, Alemanha, e uma das autoras do estudo.
Entretanto, o uso de termos vulgares durante o sexo — como “xoxota” — está associado a uma experiência sexual mais positiva, disse Oschatz ao site HuffPost, ao avaliar a pesquisa.
Para a pesquisadora, o uso da palavra “vagina” em contextos sexuais foi associado à maior prazer sexual e orgasmos mais frequentes. “Isso sugere que uma palavra antes considerada pejorativa pode ser ressignificada por muitas mulheres e carregar um elemento de empoderamento.”
Foi perguntado a elas quais termos usam com mais frequência para se referir aos seus genitais em dois cenários diferentes: situações cotidianas, não sexuais, e durante o sexo com um parceiro.
Mulheres que chamam a região pelo nome “correto” afirmaram ter uma vida sexual mais feliz
Em seguida, as mulheres responderam a uma série de questionários elaborados para avaliar sua autoimagem genital, seu prazer sexual geral, a frequência de orgasmos, suas atitudes em relação ao sexo oral e alguns comportamentos de saúde, como o uso de produtos de higiene vaginal e sua abertura à labioplastia, um tipo de cirurgia genital estética destinada a remodelar ou reduzir o tamanho dos pequenos ou grandes lábios.
Em conversas do dia a dia, o estudo constatou que a maioria das mulheres, cerca de 75%, relatou usar pelo menos um termo anatômico, sendo “vagina” o mais frequente. Eufemismos em tom de brincadeira também eram comuns, usados por aproximadamente 15% das participantes, especialmente as mais velhas.
A forma como as mulheres nomeiam a própria vagina pode revelar muito mais do que uma simples escolha de palavras. Um estudo recente sugere que o vocabulário usado para se referir à genitália está relacionado ao nível de conforto com a sexualidade, ao prazer e até à autoimagem.
Já o uso de palavrões ou expressões consideradas obscenas, como “boceta”, pode ter efeitos distintos — para algumas, funciona como sinal de apropriação e liberdade sexual; para outras, pode carregar estigmas, vergonha ou objetificação internalizada.
Forma como a própria vagina é chamada diz muito pela sexualidade da mulher, segundo pesquisa
As pesquisadoras descobriram que o uso de termos lúdicos ou infantis no dia a dia — como “ppk” ou “florzinha” — tendiam a gerar mais relatos de sentimentos negativos em relação aos órgãos genitais.
“Esses termos também foram associados a uma percepção mais negativa do prazer do parceiro no sexo oral, maior uso de produtos de higiene vaginal e maior abertura à labioplastia”, disse Tanja Oschatz, que estuda a sexualidade feminina na Universidade Johannes Gutenberg em Mainz, Alemanha, e uma das autoras do estudo.
Entretanto, o uso de termos vulgares durante o sexo — como “xoxota” — está associado a uma experiência sexual mais positiva, disse Oschatz ao site HuffPost, ao avaliar a pesquisa.
Para a pesquisadora, o uso da palavra “vagina” em contextos sexuais foi associado à maior prazer sexual e orgasmos mais frequentes. “Isso sugere que uma palavra antes considerada pejorativa pode ser ressignificada por muitas mulheres e carregar um elemento de empoderamento.”
Foi perguntado a elas quais termos usam com mais frequência para se referir aos seus genitais em dois cenários diferentes: situações cotidianas, não sexuais, e durante o sexo com um parceiro.
Mulheres que chamam a região pelo nome “correto” afirmaram ter uma vida sexual mais feliz
Em seguida, as mulheres responderam a uma série de questionários elaborados para avaliar sua autoimagem genital, seu prazer sexual geral, a frequência de orgasmos, suas atitudes em relação ao sexo oral e alguns comportamentos de saúde, como o uso de produtos de higiene vaginal e sua abertura à labioplastia, um tipo de cirurgia genital estética destinada a remodelar ou reduzir o tamanho dos pequenos ou grandes lábios.
Em conversas do dia a dia, o estudo constatou que a maioria das mulheres, cerca de 75%, relatou usar pelo menos um termo anatômico, sendo “vagina” o mais frequente. Eufemismos em tom de brincadeira também eram comuns, usados por aproximadamente 15% das participantes, especialmente as mais velhas.