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  • Flávio terá reuniões com Netanyahu e premiês do Bahrein e Catar

    Flávio terá reuniões com Netanyahu e premiês do Bahrein e Catar

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    Flávio Bolsonaro em visita ao pai,Jair Bolsonaro

    Em tour pelo Oriente Médio, e senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) deve se reunir com figuras importantes de países da região. Entre eles, os premiês de Israel, Benjamin Netanyahu, do Bahrein, Salman bin Hamad al-Khalif, e do Catar, o xeique Mohammed bin Abdul Rahman al-Thani.

    As reuniões não constam na agenda oficial do filho de Jair Bolsonaro (PL). No entanto, os encontros foram confirmados por fontes ouvidas pelo Metrópoles.

    Na última terça-feira (20/1), Flávio Bolsonaro embarcou para Israel, onde deve participar da Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo. O evento será realizado nos dias 26 e 27 de janeiro, em Jerusalém.

    A previsão é de que o senador brasileiro discurse na terça-feira (27/1), com falas voltadas para as “diretrizes que pretende adotar em um eventual futuro governo”, conforme afirmou a assessoria do parlamentar carioca há alguns dias. Além disso, a viagem será um momento onde Flávio deve buscar ampliar as relações bilaterais com países da região.

    Além do pré-candidato à Presidência, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o blogueiro Paulo Figueiredo — ambos em autoexílio nos Estados Unidos — também acompanham Flávio Bolsonaro no tour.

  • Cientista aposta alimentos “fit” que podem ser um risco para a saúde

    Cientista aposta alimentos “fit” que podem ser um risco para a saúde

    Freepik
    O leite não deve ser consumido cru, sem pasteurização

    Nem tudo o que carrega fama de saudável é, de fato, seguro. Uma cientista de alimentos que faz sucesso no TikTok chamou atenção ao listar produtos populares que ela evita consumir por apresentarem riscos elevados à saúde, mesmo quando parecem inofensivos.

    Conhecida na plataforma pelo perfil @hydroxide, a especialista explicou, em entrevista ao tabloide Daily Mail, que alguns alimentos amplamente aceitos no dia a dia podem esconder perigos relacionados a bactérias e contaminações difíceis de detectar.

    O primeiro alerta envolve hambúrgueres malpassados. Diferentemente de um bife, que é um corte inteiro de carne, o hambúrguer é feito de carne moída. Isso faz com que possíveis bactérias presentes se espalhem por toda a peça durante o processamento. Por esse motivo, a cientista afirma que sempre pede hambúrguer bem passado, reduzindo o risco de infecções.

    hambúrguer mal passado é alimento perigoso
    A carne moída mal passada pode ser um risco

    Outro item apontado como problemático são os brotos crus, muito usados em saladas e sanduíches. Segundo a especialista, mesmo quando cultivados em casa, eles não são necessariamente seguros. Isso porque a contaminação pode acontecer ainda na semente, antes mesmo do broto crescer. Além disso, a superfície irregular desses alimentos facilita a fixação de bactérias, tornando a higienização menos eficaz.

    As ostras cruas, consideradas uma iguaria por muitos, também entram na lista de alimentos evitados. Como são filtradoras naturais da água do mar, elas acumulam micro-organismos presentes no ambiente. Se a água estiver contaminada ou aquecida demais, o consumo pode levar a infecções graves.

    Mas o alimento que ela considera mais perigoso de todos é o leite cru, ou seja, não pasteurizado. Para a especialista, trata-se de um dos produtos com maior potencial de causar doenças graves. O consumo pode estar associado a infecções por Salmonella, Listeria, E. coli e até tuberculose, além de riscos maiores em períodos de circulação de vírus entre animais.

    Leite
    O leite deve passar por pasteurização para ser consumido

    Ela destaca que a pasteurização moderna é rápida e eficiente, eliminando bactérias perigosas sem comprometer os nutrientes do leite. “É apenas calor por alguns segundos, não produtos químicos”, reforça.

    O alerta não vem só do meio científico. Advogados e especialistas em segurança alimentar também têm evitado alimentos como saladas prontas, frutas cortadas, frios e refeições prontas para consumo, itens frequentemente ligados a surtos de contaminação cruzada.

  • Quem ganhou a Prova do Anjo do BBB 26? Disputa foi nesta sexta (23/1)

    Quem ganhou a Prova do Anjo do BBB 26? Disputa foi nesta sexta (23/1)

    Prova do Anjo do BBB26 foi realizada nesta sexta-feira (23/1) e já tem um vencedor definido

  • Nível do Rio Acre segue em queda nesta sexta em Rio Branco

    Nível do Rio Acre segue em queda nesta sexta em Rio Branco

    O nível do Rio Acre apresentou nova redução na medição das 18h desta sexta-feira, 23, atingindo 14,32 metros, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. A marca representa uma diminuição contínua ao longo do dia e reforça a tendência de vazante observada nas últimas horas. Mesmo em queda, o manancial ainda permanece […]

  • Mágica? Japão cria colher que deixa alimento salgado sem usar sal

    Mágica? Japão cria colher que deixa alimento salgado sem usar sal

    Reprodução
    colher japão

    Todo mundo já passou pela experiência de comer algo e achar sem graça ou sem gosto. Normalmente, quando isso ocorre, a reação mais fácil é pegar o sal e jogar um pouco no prato. Mas já imaginou conseguir deixar a sua comida mais salgada simplesmente usando uma colher?

    Parece filme de ficção científica, mas é a nova promessa gastronômica do Japão. De acordo com a agência de notícias Reuters, uma colher elétrica consegue ampliar o sabor salgado e o sabor umami dos pratos sem precisar adicionar mais sal.

    Ao gerar um campo elétrico suave, a colher concentra íons de sódio na língua, criando a sensação de salinidade sem alterar o teor de sódio do alimento.

    Sal grosso em cima da colher - Metrópoles
    Não é mágica: uma colher promete deixar o alimento mais salgado sem precisar de sal

    Funciona assim: ao consumir alimentos sem sal, a quantidade de sódio que interage com as papilas gustativas é mínima. A colher autossalgada utiliza uma corrente elétrica para direcionar íons de sódio aos receptores gustativos, intensificando a percepção do sabor salgado.

    Surpreendentemente, apesar de manter os mesmos níveis de sal nos alimentos, os usuários percebem uma melhora significativa no sabor.

    A invenção foi desenvolvida em parceira com o professor Homei Miyashita, da Universidade de Meiji. A pesquisa avaliou o efeito de aumento do gosto salgado em protótipos feitos com garfos e pauzinhos para comida japonesa.

    Monitoramento da pressão arterial. Metrópoles
    O excesso de sal pode causar doenças, como a pressão alta 

    A companhia informa que a tecnologia da colher tem uso potencial no Japão, onde o adulto médio consome 10 gramas de sal por dia, o dobro recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O consumo excessivo de sal está relacionado ao aumento de casos de pressão alta, AVC e outras doenças.

  • SP: Estação da Luz terá distribuição de livros neste domingo (25/1)

    SP: Estação da Luz terá distribuição de livros neste domingo (25/1)

    Bruna Montanari/CPTM/Divulgação
    Livro - Metrópoles

    Em comemoração aos 472 anos da cidade de São Paulo, neste domingo (25/1), a Estação da Luz terá uma ação especial. Os passageiros que passarem pelo terminal poderão resgatar livros gratuitamente.

    Trata-se de uma iniciativa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em parceria com a Letraria Cultural. Serão contempladas as linhas 10-Turquesa, 11-Coral e Expresso Aeroporto.


    Distribuição de livros


     

  • Oscar 2026 quebra recordes e redefine a história da premiação

    Oscar 2026 quebra recordes e redefine a história da premiação

    De recordes e conquistas inéditas a mudanças estruturais, o Oscar 2026 entra para a história como um retrato de transformação da Academia

  • Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

    Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

    Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa encostou nos 179 mil pontos, voltou a bater recorde e registrou a melhor…

  • Nome dado à própria vagina revela como mulheres se sentem no sexo, diz pesquisa

    Nome dado à própria vagina revela como mulheres se sentem no sexo, diz pesquisa

    Getty Images
    mulher de calcinha segurando uma flor na região da vagina

    A forma como as mulheres nomeiam a própria vagina pode revelar muito mais do que uma simples escolha de palavras. Um estudo recente sugere que o vocabulário usado para se referir à genitália está relacionado ao nível de conforto com a sexualidade, ao prazer e até à autoimagem.

    Segundo a pesquisa, mulheres que utilizam termos anatomicamente corretos, como “vagina” e “vulva”, tendem a demonstrar maior familiaridade com o próprio corpo e mais segurança na vida sexual.

    Já o uso de palavrões ou expressões consideradas obscenas, como “boceta”, pode ter efeitos distintos — para algumas, funciona como sinal de apropriação e liberdade sexual; para outras, pode carregar estigmas, vergonha ou objetificação internalizada.

    Frutas fazendo referência a vaginas - Metrópoles
    Forma como a própria vagina é chamada diz muito pela sexualidade da mulher, segundo pesquisa

    As pesquisadoras descobriram que o uso de termos lúdicos ou infantis no dia a dia — como “ppk” ou “florzinha” — tendiam a gerar mais relatos de sentimentos negativos em relação aos órgãos genitais.

    “Esses termos também foram associados a uma percepção mais negativa do prazer do parceiro no sexo oral, maior uso de produtos de higiene vaginal e maior abertura à labioplastia”, disse Tanja Oschatz, que estuda a sexualidade feminina na Universidade Johannes Gutenberg em Mainz, Alemanha, e uma das autoras do estudo.

    Entretanto, o uso de termos vulgares durante o sexo — como “xoxota” — está associado a uma experiência sexual mais positiva, disse Oschatz ao site HuffPost, ao avaliar a pesquisa.

    Para a pesquisadora, o uso da palavra “vagina” em contextos sexuais foi associado à maior prazer sexual e orgasmos mais frequentes. “Isso sugere que uma palavra antes considerada pejorativa pode ser ressignificada por muitas mulheres e carregar um elemento de empoderamento.”

    A fim de chegar a essas conclusões, foram entrevistadas 457 mulheres nos Estados Unidos, com idades entre 18 e 81 anos, com uma média de idade de cerca de 37 anos.

    Foi perguntado a elas quais termos usam com mais frequência para se referir aos seus genitais em dois cenários diferentes: situações cotidianas, não sexuais, e durante o sexo com um parceiro.

    Vagina - Metrópoles
    Mulheres que chamam a região pelo nome “correto” afirmaram ter uma vida sexual mais feliz

    Em seguida, as mulheres responderam a uma série de questionários elaborados para avaliar sua autoimagem genital, seu prazer sexual geral, a frequência de orgasmos, suas atitudes em relação ao sexo oral e alguns comportamentos de saúde, como o uso de produtos de higiene vaginal e sua abertura à labioplastia, um tipo de cirurgia genital estética destinada a remodelar ou reduzir o tamanho dos pequenos ou grandes lábios.

    Em conversas do dia a dia, o estudo constatou que a maioria das mulheres, cerca de 75%, relatou usar pelo menos um termo anatômico, sendo “vagina” o mais frequente. Eufemismos em tom de brincadeira também eram comuns, usados ​​por aproximadamente 15% das participantes, especialmente as mais velhas.

  • Nome dado à própria vagina revela como mulheres se sentem no sexo, diz pesquisa

    Nome dado à própria vagina revela como mulheres se sentem no sexo, diz pesquisa

    Getty Images
    mulher de calcinha segurando uma flor na região da vagina

    A forma como as mulheres nomeiam a própria vagina pode revelar muito mais do que uma simples escolha de palavras. Um estudo recente sugere que o vocabulário usado para se referir à genitália está relacionado ao nível de conforto com a sexualidade, ao prazer e até à autoimagem.

    Segundo a pesquisa, mulheres que utilizam termos anatomicamente corretos, como “vagina” e “vulva”, tendem a demonstrar maior familiaridade com o próprio corpo e mais segurança na vida sexual.

    Já o uso de palavrões ou expressões consideradas obscenas, como “boceta”, pode ter efeitos distintos — para algumas, funciona como sinal de apropriação e liberdade sexual; para outras, pode carregar estigmas, vergonha ou objetificação internalizada.

    Frutas fazendo referência a vaginas - Metrópoles
    Forma como a própria vagina é chamada diz muito pela sexualidade da mulher, segundo pesquisa

    As pesquisadoras descobriram que o uso de termos lúdicos ou infantis no dia a dia — como “ppk” ou “florzinha” — tendiam a gerar mais relatos de sentimentos negativos em relação aos órgãos genitais.

    “Esses termos também foram associados a uma percepção mais negativa do prazer do parceiro no sexo oral, maior uso de produtos de higiene vaginal e maior abertura à labioplastia”, disse Tanja Oschatz, que estuda a sexualidade feminina na Universidade Johannes Gutenberg em Mainz, Alemanha, e uma das autoras do estudo.

    Entretanto, o uso de termos vulgares durante o sexo — como “xoxota” — está associado a uma experiência sexual mais positiva, disse Oschatz ao site HuffPost, ao avaliar a pesquisa.

    Para a pesquisadora, o uso da palavra “vagina” em contextos sexuais foi associado à maior prazer sexual e orgasmos mais frequentes. “Isso sugere que uma palavra antes considerada pejorativa pode ser ressignificada por muitas mulheres e carregar um elemento de empoderamento.”

    A fim de chegar a essas conclusões, foram entrevistadas 457 mulheres nos Estados Unidos, com idades entre 18 e 81 anos, com uma média de idade de cerca de 37 anos.

    Foi perguntado a elas quais termos usam com mais frequência para se referir aos seus genitais em dois cenários diferentes: situações cotidianas, não sexuais, e durante o sexo com um parceiro.

    Vagina - Metrópoles
    Mulheres que chamam a região pelo nome “correto” afirmaram ter uma vida sexual mais feliz

    Em seguida, as mulheres responderam a uma série de questionários elaborados para avaliar sua autoimagem genital, seu prazer sexual geral, a frequência de orgasmos, suas atitudes em relação ao sexo oral e alguns comportamentos de saúde, como o uso de produtos de higiene vaginal e sua abertura à labioplastia, um tipo de cirurgia genital estética destinada a remodelar ou reduzir o tamanho dos pequenos ou grandes lábios.

    Em conversas do dia a dia, o estudo constatou que a maioria das mulheres, cerca de 75%, relatou usar pelo menos um termo anatômico, sendo “vagina” o mais frequente. Eufemismos em tom de brincadeira também eram comuns, usados ​​por aproximadamente 15% das participantes, especialmente as mais velhas.