Fernando Silva Moura, de 33 anos, foi ferido com um golpe de terçado na madrugada desta sexta-feira, 23, em Rio Branco (AC). O ataque ocorreu na Avenida Getúlio Vargas, embaixo da ponte sobre o Igarapé São Francisco, nas proximidades da Praça do Relógio, no Conjunto Procon, bairro Vila Ivonete, região da Regional São Francisco. De […]
Categoria: Teste
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Homem é ferido a golpes de terçado embaixo de ponte em Rio Branco
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Espetáculo brasiliense desembarca em Rio Branco para temporada de cinco dias
Montagem da cia. víÇeras reúne teatro, dança e cinema em apresentações gratuitas no Teatro João das Neves, a partir de 6 de fevereiro Quatro mulheres em cena, suas memórias, conflitos e afetos atravessando o tempo, o corpo e a casa. É a partir desse encontro íntimo que o espetáculo “Isto também passará, antes que eu […] -

Idosa de 83 anos é assaltada na saída de banco após sacar dinheiro
Elena Pejchinova/ Getty Images
Um homem de 23 anos foi preso nessa quinta-feira (22/1) suspeito de roubar uma idosa de 83 anos, nas proximidades de uma agência bancária no Distrito Federal. O crime ocorreu logo após a vítima sacar R$ 2 mil, valor que foi levado pelo suspeito.
A ocorrência foi atendida pela 14ª Delegacia de Polícia (Gama). Durante as diligências, os policiais identificaram o autor do roubo e constataram que havia contra ele um mandado de prisão em aberto.
O homem foi conduzido à unidade policial para os procedimentos legais e encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Violência doméstica
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) também cumpriu nessa quinta-feira (22/1) um mandado de prisão preventiva contra um homem de 30 anos acusado de violência doméstica
O suspeito estava foragido e escondido na região do Gama (DF), após ter a prisão decretada no município de Luziânia (GO).
Ele foi localizado e preso, sendo levado à delegacia e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
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Por que Matheus do BBB 26 não se encaixa no papel de vilão da edição
A casa do BBB 26 segue rendendo debates. Desta vez, durante a última festa, Matheus foi acusado de homofobia por Marcelo após desfilar de forma considerada “muito afeminada” ao mostrar a roupa que usaria. Marcelo, que é gay, se emocionou, chorou e relatou que já passou a vida inteira lidando com imitações dos próprios trejeitos como forma de deboche. A cena repercutiu dentro e fora do jogo.
Com a saída de Pedro, Matheus passou a ser visto por alguns fãs do reality show como antagonista da edição. E ele próprio parece estar ajudado a construir essa imagem. Em outro momento, admitiu que usou a palavra “patroa” ao se referir a Ana Paula para sugerir uma relação de hierarquia com Milena. A ideia, segundo ele, era clara: gerar um “corte” para as redes sociais e ampliar a repercussão.
O assunto foi debatido no programa Ministério da Fofoca, do Metrópoles. O colunista Lucas Pasin analisou o comportamento do participante e tentou separar o que é jogo do que extrapola o entretenimento.
“Nem gostaria que a gente chamasse o Matheus de vilão, porque acho que vilão faz parte do jogo. Acho que vilão está ali para ser o rival do mocinho. A Ana Paula, por exemplo, faz esse papel de vilã e ela abraça isso, se diverte. Embora a considerem protagonista, ela é um pouco de vilã porque enfrenta algumas pessoas dentro da casa. Isso é saudável e faz parte de um reality show”, disse.
Na sequência, Lucas avançou na análise e apontou que existe uma diferença clara entre conflito de jogo e falas que atingem a identidade do outro participante, algo que, segundo ele, foge da proposta do programa.
“O que o Matheus está mostrando com esse comportamento é que a gente não quer ver em um reality show. Não cabe a nenhuma pessoas em nenhum lugar, principalmente em um reality. Quando a gente vê essas fala que ele reproduz lá dentro, é algo que tira um participante do sério não pelo jogo, mas pelo que ele é”, afirmou.
O colunista também comentou o impacto da fala de Matheus sobre Marcelo e destacou o peso simbólico de situações como essa em um programa de grande audiência, que funciona como vitrine para o público.
“Homofobia está em todo lugar mesmo e a gente se sente constrangido. O Marcelo tem que falar, porque ele está em uma vitrine que tem expor o que não é legal. Eles estão sempre contando histórias de batalhas e como merecem estar ali. Isso é super importante. Mas é legal você expor o que não é legal, o que te incomoda e não faz parte do jogo. Homofobia não deve fazer parte de nada, dentro de um reality show muito menos ainda”, completou.
Por fim, Lucas avaliou que o caminho trilhado por Matheus não o coloca exatamente como vilão clássico de reality, mas em uma posição ainda mais incômoda para quem assiste ao programa.
“A gente está caminhando, não para ter um novo vilão. Porque acho que não deveria ser esse o nome dele. Mas para ter uma pessoa que a gente não quer assistir. Esse é o sentimento em relação ao Matheus. Um vilão, eu adoraria assistir, eu adoro os vilões. Mas o Matheus eu não quero assistir, esse Matheus que está fazendo essas coisas não quero na minha televisão. Tenho medo de onde ele pode chegar com essas falas e esses comportamentos”, concluiu.
Leitura política e reação do público
O jornalista Rick Souza, que também participou do Ministério da Fofoca, trouxe uma leitura mais ampla sobre o comportamento de Matheus e sugeriu que as falas podem ir além do confinamento do Big Brother Brasil.
“Não acho que ele tenha esquecido que está sendo filmado. Acho que ele pode estar se preparando para alçar voos maiores. A gente está em um ano eleitoral. Essas falas dele agradam muita gente. É uma triste verdade”, avaliou.
Rick também comentou o perfil do elenco escolhido pela Globo nesta edição e como a emissora se beneficiou da polarização nas redes sociais ao montar o grupo de participantes.
“A Globo esse ano colocou os dois extremos, tem representantes dos dois lados. Eles aproveitaram para anabolizar a repercussão nas redes sociais, colocando a galera bem mais de direita e bem mais de esquerda’, disse.
Ao encerrar, o jornalista foi direto ao tratar das consequências legais e sociais das falas atribuídas a Matheus, sem relativizar o debate.
“Mas, indepentende de lado, o que o Matheus está fazendo é um crime. Homofobia é crima. Não importa se é recreativo ou não. As falas dele são deploráveis. Mas isso não diminui o fato de que, infelizmente, representa uma parcela da população brasileira, que trata homossexuais como chacota. É deplorável falar isso, mas é uma triste verdade”, finalizou.
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Defesa de Pedro, do BBB 26, avalia processar Solange Couto. Entenda
Reprodução/TV Globo/Instagram
A defesa de Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do BBB 26, afirmou que avalia adotar medidas judiciais relacionadas a episódios ocorridos dentro da casa, entre eles a acusação feita pela atriz Solange Couto, que atribuiu ao ex-brother — que deixou o reality após ser acusado de assédio — o furto de cigarros guardados em um envelope identificado com seu nome.
O episódio foi relatado por Solange no programa. Segundo a atriz, a produção teria colocado na despensa um envelope lacrado com seu nome, sem que ela fosse avisada. Mais tarde, Pedro teria aparecido com o pacote já aberto, contendo apenas dois cigarros.
“Avisei que meu cigarro tinha acabado. A produção não me avisou e colocou na despensa um pacote lacrado escrito Solange Couto. Eu não fui avisada. Ontem, no fim da tarde, ele chegou para mim com meu envelope rasgado, só com dois cigarros dentro, e me entregou”, afirmou a atriz.
Ao questionar quem havia aberto o envelope, Solange disse ter ouvido como resposta: “Eu, para ver o que tinha dentro”. “Eu respondi: ‘Não se abre nada que tenha o nome de uma pessoa e que esteja lacrado. Isso é crime’”, completou.
Em entrevista ao Metrópoles, ao comentar a acusação feita por Solange Couto, a defesa de Pedro foi enfática ao afirmar que o episódio não configura crime e que pode entrar com uma ação judicial contra a atriz.
“Não houve furto. O que existiu foi uma situação criada dentro da dinâmica do programa, sem qualquer intenção criminosa. Transformar isso em acusação penal é desproporcional e injusto”, disseram os advogados.
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PCDF investiga abandono de 20 gatos em antiga costelaria na Asa Sul. Veja vídeo
Material cedido ao Metrópoles
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga o abandono de 20 gatos em um imóvel onde funcionava uma famosa costelaria na Asa Sul, em Brasília (DF). Antes da operação de resgate, parte do bichos sumiu do local.
Veja:
O abandono é classificado como crime de maus-tratos contra animais. Segundo a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA), o estabelecimento encontra-se desativado, e o antigo arrendatário deixou o local.
Os felinos teriam sido abandonados no interior de uma estrutura improvisada instalada em um galpão, sem acesso regular a água e alimentação, vivendo em meio a fezes e urina, em condições absolutamente insalubres.
O ponto de partida da investigação foi uma denúncia feita por uma mulher. Com base nas informações, a DRCA montou uma operação de resgate.
Sumiço
Durante a operação, constatou-se que parte dos gatos não estava mais no local. O ambiente havia sido limpo e encontrava-se aberto, o que indica possível retirada prévia de alguns felinos antes da chegada da equipe policial.
Quatro gatos foram localizados e imediatamente resgatados. Os felinos passaram por atendimento médico veterinário e, na sequência, foram encaminhados a um abrigo particular do DF, que prestou apoio à operação.
Após o período de recuperação e acompanhamento veterinário, os animais serão disponibilizados para adoção responsável.
Inquérito e denúncias
A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar as circunstâncias do abandono e identificar os responsáveis pela prática do crime de maus-tratos contra animais, que prevê pena de reclusão, multa e proibição da guarda.
A PCDF reforça que denúncias de maus-tratos podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais, a exemplo do telefone 197.
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Toffoli em resort: STF justifica segurança reforçada para ministros
Rosinei Coutinho/SCO/STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) informou, na manhã desta sexta-feira (23/1), que os gastos com a segurança dos ministros são necessários para assegurar a proteção dos magistrados da Corte diante de ameaças, como os atos do 8 de Janeiro e a tentativa de explosão da sede da Corte.
A nota divulgada pelo STF ocorre após o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, revelar que o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito do caso Banco Master, passou 168 dias no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), desde dezembro de 2022.
A descrição dessas diárias pagas pode ser consultada no site do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, de São Paulo. Embora Ribeirão Claro fique no Paraná, o TRT-2 costuma enviar equipes de segurança para escoltar Toffoli quando ele está no Tayayá.
O resort é ligado a irmãos do ministro Dias Toffoli, que foram sócios do empreendimento de dezembro de 2020 a fevereiro do ano passado, após terem adquirido cotas.
A Reag, investigada no STF por causa da fraude do Master, utilizou um de seus fundos para comprar a participação dos irmãos do ministro Dias Toffoli no empreendimento.
“Planos contra autoridades”
O STF alega que os ministros “são alvo recorrentes de ameaças, materializadas por e-mails, publicações em redes sociais, tentativas de invasão das dependências do tribunal e outras ações criminosas”.
“Fatos como os atos de 8 de janeiro de 2023, o atentado a bomba ocorrido em 13 de novembro de 2024 e investigações da Polícia Federal que apuram planos concretos contra autoridades evidenciam esse cenário”, escreveu o STF, em nota.
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PF apreende joias, relógios e dinheiro em ação contra o Rioprevidência
PF/Divulgação
Durante as buscas realizadas pela Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Barco de Papel, deflagrada na manhã desta sexta-feira (23/1), os investigadores apreenderam dinheiro em espécie, relógios de luxo e joias. As buscas foram realizadas na sede do Rioprevidência e nas casas do presidente do fundo, Deivis Marcon Antunes, Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de Investimentos do fundo, e Pedro Pinheiro Guerra Leal, que ocupou o cargo de diretor de Investimentos interino.
Quando os policiais chegaram à casa de Deivis Marcon Antunes, encontraram o imóvel completamente trancado e precisaram pular o muro para acessar a residência.
A operação investiga nove operações financeiras realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de cerca de R$ 970 milhões do Rioprevidência em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master.
Segundo a Polícia Federal, os investimentos expuseram o patrimônio da autarquia a “risco elevado”, incompatível com a finalidade previdenciária do fundo.
Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e têm como objetivo reunir documentos, registros financeiros e comunicações internas que indiquem como as operações foram estruturadas, autorizadas e mantidas.
Auditoria deu origem ao inquérito
O inquérito foi instaurado em novembro de 2025, após auditoria da Secretaria de Regime Próprio e Complementar do Ministério da Previdência Social.
O relatório apontou concentração excessiva de recursos em ativos de longo prazo, com vencimentos previstos apenas para 2033 e 2034, em desacordo com princípios de segurança, liquidez e prudência exigidos na gestão de fundos previdenciários.
Em resposta anterior, o próprio Rioprevidência reconheceu que cerca de R$ 960 milhões foram aplicados nessas Letras Financeiras entre outubro de 2023 e agosto de 2024 e informou que negociava a substituição dos papéis por precatórios federais.
Alertas do TCE foram ignorados
Antes da deflagração da operação, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro já havia emitido sucessivos alertas sobre a política de investimentos do fundo. Em outubro, o tribunal determinou tutela provisória proibindo o Rioprevidência de realizar novas transações com o Banco Master ou com instituições que não atendessem aos critérios de segurança financeira.
Segundo o TCE, até julho, cerca de R$ 2,6 bilhões, 25% de todo o volume aplicado pelo fundo, estavam expostos a ativos ligados ao conglomerado do Banco Master.
Entre os casos analisados, o tribunal destacou o aporte superior a R$ 1 bilhão no Arena Fundo de Investimento, administrado pela Master S/A Corretora.
O fundo teve o Rioprevidência como único cotista e apresentou rentabilidade inferior à poupança e muito abaixo do CDI, o que levou os técnicos a apontarem ausência de vantajosidade econômica.
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Polícia fecha "central de fraudes" na Avenida Faria Lima, em São Paulo
Divulgação/Deic
O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) fechou, nessa quinta-feira (22/1), uma central de fraudes instalada na Avenida Faria Lima, principal centro financeiro do país, na zona oeste de São Paulo.
Segundo o Deic, a localização da base na região funcionava para dar legitimidade às cobranças fraudulentas. O esquema operava com uma empresa híbrida, parte dedicada a cobranças legítimas, parte dedicada a cobranças ilegais. No local, foi apreendida documentação utilizada durante os contatos.
A partir de informações obtidas de maneira ilícita, os criminosos entravam em contato com pessoas alegando recuperação de “créditos podres”. As vítimas, principalmente idosos, eram convencidas a ressarcir valores que não estavam devendo.
“O sucesso era possível devido ao nível de ameaças dos operadores. A estratégia consistia em envio massivo de mensagens simulando principalmente ordens judiciais e bloqueios de CPF. As pessoas eram direcionadas ao atendimento telefônico. Os operadores alegam ser de setores de cobrança, jurídico e do Judiciário. Então os argumentos prometiam penhoras, protestos e bloqueios em benefícios”, diz a polícia.
Os envolvidos criaram estrutura criminosa em que empresas responsáveis pela operação compartilhavam sócios, endereços, dados operacionais e contábeis. Os policiais também estiveram em uma base dos golpistas em Carapicuíba, na Grande São Paulo.
Doze suspeitos foram encaminhados à sede do Deic para verificação de participação nos golpes.
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PCDF descarta envolvimento de outros profissionais em mortes na UTI
Reprodução/Web
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descartou a participação de outros profissionais de saúde nas mortes ocorridas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF).
Segundo fontes ligadas à investigação, a autoria dos crimes se restringe aos três técnicos de enfermagem presos no caso.
De acordo com os investigadores, Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, de 28 e 22 anos, respectivamente, são os únicos apontados como responsáveis pelos homicídios apurados até o momento.
“No início, investigamos várias pessoas. Todas foram descartadas. Do hospital, já descartamos todo mundo que estava trabalhando. Só se depois aparecer alguma coisa nos celulares envolvendo alguém de fora”, afirmou uma fonte da apuração à coluna.
Denúncia partiu do próprio hospital
A investigação teve início em 23 de dezembro de 2025, quando a PCDF recebeu uma denúncia considerada atípica: o próprio hospital informou suspeitas de assassinatos cometidos dentro da UTI por técnicos de enfermagem.
Em nota, a instituição informou que identificou circunstâncias atípicas relacionadas à atuação dos três técnicos. Com base em uma investigação interna, o hospital solicitou a abertura de inquérito policial e a adoção de medidas cautelares, incluindo a prisão dos envolvidos, que já haviam sido desligados da unidade.
Operação Anúbis
Após receber a denúncia, a PCDF recolheu imagens do circuito interno de segurança, ouviu testemunhas e manteve troca constante de informações com o hospital.
Com o inquérito em estágio avançado, a primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada em 11 de janeiro, resultando na prisão de dois dos investigados. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços de Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal.
Na última quinta-feira (15/1), a polícia cumpriu o terceiro mandado de prisão temporária. Novas apreensões de dispositivos eletrônicos ocorreram em Ceilândia e Samambaia.
Celulares podem indicar novas vítimas
Os celulares apreendidos durante a operação foram encaminhados ao Instituto de Criminalística da PCDF para análise pericial. A quebra de sigilo busca identificar pesquisas, mensagens e eventuais trocas de informações entre os investigados.
Segundo o delegado Maurício Iacozzilli, após a conclusão do inquérito que apura as três mortes já confirmadas, a polícia deve instaurar um novo procedimento para verificar se há outros homicídios ligados aos plantões dos suspeitos.
“Vamos cruzar dados de óbitos registrados nos dias de plantão dos investigados, não apenas no Hospital Anchieta, mas também em outras unidades de saúde onde eles tenham atuado ao longo da carreira”, afirmou.