Categoria: Teste

  • 10 passos para dormir melhor e ter um sono de qualidade ainda hoje

    10 passos para dormir melhor e ter um sono de qualidade ainda hoje

    Oleg Breslavtsev/Getty Images
    Foto colorida de mulher deitada em cama e com as mãos no rosto - Metrópoles

    Dormir bem é essencial para a saúde física e mental, e um sono de qualidade é fundamental para o bom funcionamento do corpo. No entanto, muitas pessoas enfrentam dificuldades para conseguir essa meta pela rotina estressante, por problemas de saúde ou até mesmo por hábitos prejudiciais. Se você é uma delas, o checklist do sono com 10 passos simples pode te ajudar. A mudança na qualidade do seu sono começa com pequenas atitudes diárias.

    1. Crie uma rotina de sono consistente

    Estabelecer um horário fixo para dormir e acordar é o primeiro passo para melhorar o seu sono. Seu corpo se adapta ao ritmo e aprende a reconhecer o momento certo para descansar. Ter uma rotina regular ajuda a regular o relógio biológico e a melhorar a qualidade do sono.

    Continue a leitura no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. 

  • Camile Castro e DJ Dácio comandam noite musical no Paris Garden nesta quinta

    Camile Castro e DJ Dácio comandam noite musical no Paris Garden nesta quinta

    O Restaurante Paris Garden promove nesta quinta-feira, 22, em Rio Branco, uma noite dedicada à música brasileira e à cena eletrônica local, reunindo MPB e DJ em um mesmo palco. O evento acontece no espaço localizado na Avenida Getúlio Vargas, nº 1832, no bairro Bosque, e aposta na combinação entre apresentação ao vivo e discotecagem […]

  • Osteoporose: ortopedista indica o que evitar para ter ossos saudáveis

    Osteoporose: ortopedista indica o que evitar para ter ossos saudáveis

    Canva
    Foto colorida de mulher segurando a maquete de ossos da perna - Metrópoles

    Em um artigo, a Fundação Internacional de Osteoporose (IOF) detalhou que, . Nesse número, há 70 casos por minuto. Os ossos são responsáveis pela sustentação do corpo, por proteger órgãos vitais e pelo armazenamento de minerais.

    De acordo com o ortopedista Luiz Felipe Carvalho, alguns hábitos devem ser evitados para manter os ossos saudáveis. O especialista em coluna vertebral e medicina regenerativa elenca: “O excesso de álcool, o tabagismo e dietas muito restritivas, por exemplo, prejudicam a absorção de nutrientes.”

    O diplomado pela Academia Americana de Medicina Regenerativa (AABRM) orienta também evitar o uso indiscriminado de medicamentos sem orientação especializada. Outro tópico mencionado por Luiz Felipe é ficar longos períodos em inatividade, no caso, o sedentarismo.

    “Má postura e sobrecarga repetitiva aumentam o risco de desgaste”, sustenta o médico. O especialista emenda: “Pequenas negligências diárias, quando somadas, afetam negativamente a saúde óssea”. Ele frisa que, devido à falta de movimento, o corpo entende que não precisa reforçar a estrutura e, assim, ocasiona o enfraquecimento dos ossos.

    Osteoporose

    O enfraquecimento desses órgãos é a principal causa da osteoporose, doença caracterizada pela perda progressiva de massa óssea. Com estão fracos, os ossos ficam suscetíveis a fraturas. Considerada silenciosa, a condição costuma acometer especialmente idosos, mas também pode afetar crianças, adolescentes e jovens adultos.

    Foto colorida de jovem bartender servindo rum em um copo no bar - Psiquiatra aponta sinais de que o consumo de álcool passou do limite - Metrópoles
    Álcool em excesso prejudica a saúde dos ossos

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  • Médico dá detalhes e explica cirurgia feita por Leonardo

    Médico dá detalhes e explica cirurgia feita por Leonardo

    leonardo

    O cantor sertanejo Leonardo se submeteu a uma cirurgia nesta quinta-feira (22/1) para corrigir um problema nos olhos. O marido da influenciadora Poliana Rocha realizou uma blefaroplastia, procedimento indicado para a retirada do excesso de pele e correção de alterações na região dos olhos.

    Sucesso

    A informação foi divulgada pela própria Poliana, que compartilhou nas redes sociais uma imagem do sertanejo ao lado da equipe médica responsável pela intervenção, que ressaltou que o procedimento foi um sucesso.

    O cirurgião plástico Dr. Carlos Tagliari, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), deu detalhes da cirurgia e explicou que a blefaroplastia é atualmente a cirurgia plástica mais realizada no mundo, justamente por unir benefícios estéticos e funcionais.

    “A blefaroplastia é uma das cirurgias mais comuns na prática da cirurgia plástica”, começou. “Ela pode ser indicada tanto por motivos estéticos, quanto funcionais, já que permite corrigir pálpebras superiores e inferiores, reposicionar tecidos e remover ou redistribuir o excesso de gordura que costuma se acumular na região dos olhos”, completou.

    Avaliação criteriosa

    Segundo o médico, os olhos são uma das primeiras áreas do rosto a evidenciar os sinais do envelhecimento, o que leva muitos pacientes a buscarem o procedimento. “O objetivo é proporcionar um olhar mais descansado, rejuvenescido e natural, sempre respeitando a anatomia e as características individuais de cada paciente”, comentou.

    Além da questão estética, o procedimento também pode trazer ganhos funcionais importantes. “Em alguns casos, o excesso de pele nas pálpebras superiores pode comprometer o campo visual. Nesses quadros, a blefaroplastia melhora não apenas a aparência, mas também a qualidade da visão, podendo inclusive ser indicada por oftalmologistas.”

    Apesar dos benefícios, o cirurgião reforçou a importância de uma avaliação médica criteriosa. “Como qualquer cirurgia, a blefaroplastia exige planejamento individualizado e deve ser realizada por um profissional qualificado. Isso reduz riscos, evita modismos e garante um resultado seguro e natural”, concluiu.

  • USP fica entre as 100 melhores universidades do mundo em 4 áreas. Veja

    USP fica entre as 100 melhores universidades do mundo em 4 áreas. Veja

    Divulgação
    Imagem colorida mostra placa da Universidade de São Paulo, USP, em azul - Metrópoles

    A Universidade de São Paulo (USP) é a instituição brasileira mais bem classificada em todas as 11 áreas do conhecimento avaliadas pelo Times Higher Education  (THE) World University Rankings by Subject 2026, divulgado no dia 20 de janeiro.

    Em quatro áreas a USP ficou entre as 100 melhores universidades do mundo, segundo a consultoria britânica: Direito (52ª posição), Educação (61ª posição), Medicina e Saúde (81ª posição) e Artes e Humanidades (96ª posição).

    As universidades americanas ocupam a 1ª posição em oito áreas, só perdendo a liderança nas áreas de Ciências da Computação e de Medicina e Saúde, lideradas pela Universidade de Oxford, e na área de Psicologia, liderada pela Universidade de Cambridge. Liderando nas áreas de Artes e Humanidades, Negócios e Economia, e Ciências Sociais, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) foi a instituição que mais ocupou a 1ª posição.

    O ranking emprega os mesmos 18 indicadores, utilizados na classificação mundial, adaptados para cada área de conhecimento. Os indicadores são agrupados em cinco grandes pilares: ensino (ambiente de aprendizagem); ambiente de pesquisa (volume, renda e reputação); qualidade da pesquisa (força, excelência e influência da pesquisa); perspectiva internacional (pessoal, estudantes e pesquisa); e indústria (renda e patentes).


    A colocação da USP nas categorias


    Liderança

    A USP também se destacou nos principais rankings da consultoria britânica, divulgados no final do ano passado. No ranking geral, o THE World University, publicado no dia 9 de outubro, a USP foi a universidade latino-americana mais bem classificada, na posição 201-250.

    Já no THE Latin America University Ranking, divulgado no dia 3 de dezembro, a Universidade confirmou a hegemonia e manteve a liderança entre as universidades da região.

  • Rio Acre sobe novamente e segue acima da cota de transbordo

    Rio Acre sobe novamente e segue acima da cota de transbordo

    O nível do Rio Acre continuou em elevação nesta quinta-feira, 22, e atingiu 14,71 metros na medição das 15h, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco. O volume mantém o rio acima da cota de transbordo, fixada em 14,00 metros, o que reforça o estado de atenção para possíveis alagamentos em áreas […]

  • Polícia Militar apreende quase 1 kg de drogas em ações em Sena Madureira

    Polícia Militar apreende quase 1 kg de drogas em ações em Sena Madureira

    Quase um quilo de drogas foi apreendido pela Polícia Militar do Acre em menos de 24 horas durante ações realizadas em diferentes bairros de Sena Madureira. As ocorrências foram atendidas por equipes do 8º Batalhão da PM (8º BPM/PMAC). A primeira apreensão ocorreu na noite de terça-feira, 21, no bairro Cafezal. Após receber informações, a […]

  • Fotos: fora do BBB 26, Pedro é levado amarrado a clínica psiquiátrica

    Fotos: fora do BBB 26, Pedro é levado amarrado a clínica psiquiátrica

    Reprodução/TV Globo.
    globo-adota-medida-drastica-apos-saida-de-pedro-do-bbb26

    Pedro Henrique Espindola, ex-participante do BBB 26 expulso após importunar sexualmente uma das companheiras de confinamento do reality show, deu entrada nesta quinta-feira (22/1) em uma instituição psiquiátrica no interior do Paraná.

    Fotos que circulam nas redes sociais mostram o suposto momento em que ele é encaminhado por uma ambulância do Sistema Único de Saúde (SUS) à unidade de saúde, com os pés imobilizados por amarras. Veja:

    Procurado pelo Metrópoles, o hospital, localizado em Piraquara (PR)ainda não se pronunciou a respeito da internação do ex-participante do reality show. O espaço segue em aberto.

    “Quer escapar da prisão”

    A internação de Pedro Henrique foi recebida com fortes ânimos pelos internautas nas redes sociais. Vale lembrar que o paranaense está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro pelo crime de importunação sexual, cometido dentro da casa do reality show.

    “Parece que mais uma vez a condição mental e a dependência são usadas como muletas para a falta de caráter”, criticou um. Para outros, a decisão foi classificada como uma “estratégia” da defesa para escapar da responsabilização criminal.

    “Vão usar de problemas psiquiátricos e vício pra dizer que o que ele fez [o crime de importunação sexual], que não é culpa dele. ABSURDO ISSO. Espero que isso não cole e ele pague pelo crime que cometeu em rede nacional”, escreveu outra.

  • Máquina de recordes: Bolsa explode e crava máxima histórica. Dólar cai

    Máquina de recordes: Bolsa explode e crava máxima histórica. Dólar cai

    Cris Faga/NurPhoto via Getty Images
    Imagem de reflexo de painel da Bolsa de Valores do Brasil - Metrópoles

    O dólar encerrou a sessão desta quinta-feira (22/1) em queda firme, em meio ao alívio dos mercados após o recuo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que desistiu de impor novas tarifas comerciais contra países da Europa que não o apoiam em seu objetivo declarado de tomar posse da Groenlândia – região autônoma que pertence à Dinamarca.

    Ainda no front externo, os investidores repercutiram a divulgação de uma série de indicadores econômicos nos EUA. O mais importante deles foi a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano referente ao terceiro trimestre do ano passado, que foi inicialmente divulgado em dezembro de 2025.

    Pelo terceiro pregão consecutivo, o Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações negociadas na Bolsa brasileira, teve um dia de fortes ganhos, batendo sucessivos recordes e superando, pela primeira vez, a marca dos 177 mil pontos.


    Dólar


    Ibovespa


    Mercado aliviado com recuo de Trump sobre tarifas

    O mercado financeiro respirou aliviado, nessa quarta-feira (21/1), com o recuo do governo de Donald Trump nos EUA sobre a aplicação de novas tarifas comerciais sobre países da União Europeia (UE).

    Trump afirmou que não irá impor as tarifas previstas e que definiu a “estrutura” de um futuro acordo envolvendo a Groenlândia e a região do Ártico após uma reunião com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte.

    Segundo o republicano, o entendimento poderá trazer benefícios tanto para os EUA quanto para os países da aliança militar. “Após uma reunião muito produtiva com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, definimos a estrutura de um futuro acordo referente à Groenlândia e, na verdade, a toda a região do Ártico”, escreveu Trump em publicação na rede Truth Social.

    “Essa solução, se concretizada, será excelente para os Estados Unidos da América e para todos os países da Otan. Com base nesse entendimento, não imporei as tarifas que entrariam em vigor em 1º de fevereiro”, acrescentou.

    Trump já havia sinalizado um recuo na retórica agressiva adotada contra a ilha ártica e países europeus que se opunham ao seu plano. O norte-americano descartou o uso da força para obter o controle da Groenlândia, mas afirmou que exigia “negociações imediatas” para a compra do território pertencente à Dinamarca.

    O republicano também informou que novas discussões estão em andamento sobre a chamada “Cúpula Dourada”, iniciativa ligada à Groenlândia, mas não detalhou o conteúdo das negociações. “Mais informações serão disponibilizadas conforme o andamento das discussões”, disse.

    A Groenlândia é um território autônomo, mas pertence ao reino da Dinamarca — a política externa e a defesa do território são responsabilidade dinamarquesa. A região é considerada estratégica pelos EUA devido à posição no Ártico.

    Há bases militares norte-americanas na região, e Trump alega que é um território “essencial para a defesa dos EUA”. Como parte da comunidade dinamarquesa, a Groenlândia é membro da Otan, assim como os Estados Unidos.

    Nesta quinta-feira, líderes europeus fazem uma reunião de emergência, em Bruxelas, na Bélgica, para discutir as ameaças do presidente dos EUA à Groenlândia. O encontro, convocado na última terça-feira (20/1), foi mantido após o líder norte-americano insistir na anexação do território.

    Segundo o presidente do Conselho Europeu, António Costa, os líderes do bloco vão tratar da soberania, do apoio à Dinamarca e à Groenlândia e das preocupações com o acordo comercial entre EUA e UE.

    Também nesta quinta, a Dinamarca e a Otan negaram que ofereceram parte da soberania da Groenlândia a Trump. Segundo o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, o acordo prevê apenas que membros do bloco poderão intervir no Ártico, onde está localizada a Groelândia, em caso de ameaças à segurança da região.

    A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, afirmou que “não houve negociação com a Otan ontem sobre soberania”. A porta-voz da organização, Allison Hart, também negou que a soberania tenha sido discutida. De acordo com Hart, Rutte não propôs qualquer compromisso em relação à soberania do território durante a reunião que teve com Trump.

    A reunião aconteceu depois do discurso do presidente dos EUA no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Após o encontro, Trump afirmou que foi estabelecida uma estrutura de um futuro acordo que atende os interesses dos EUA e de todos os países membros da Otan.

    Trump não detalhou o que foi acordado no encontro, mas indicou que as negociações envolvem questões estratégicas de segurança e presença no Ártico. Após a declaração da porta-voz, Rutte disse que conversou com Trump sobre como a Otan pode garantir a segurança do Ártico.

    “Discutimos como garantir que russos e chineses não tenham acesso militar ou à economia da Groenlândia”, concluiu.

    Nova leitura do PIB dos EUA vem acima do esperado

    Na agenda de indicadores econômicos, o principal destaque desta quinta-feira é a divulgação do resultado do PIB dos EUA no terceiro trimestre de 2025.

    A economia dos EUA avançou 4,4% no terceiro trimestre. É o que mostrou a segunda leitura dos dados, divulgada pelo Departamento de Comércio do governo norte-americano.

    No segundo trimestre de 2025, o PIB dos EUA avançou 3,8%, na base anual (dado revisado). No primeiro trimestre, recuou 0,5%.

    De acordo com a primeira leitura, divulgada em dezembro pelo Departamento do Comércio, a economia norte-americana cresceu 4,3% no período entre julho e setembro do ano passado. O resultado veio bem acima das estimativas de analistas do mercado na ocasião, que projetavam expansão de 3,3% no terceiro trimestre.

    O dado sobre a atividade econômica é um daqueles levados em consideração para a definição da taxa básica de juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano).

    Na última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed, em dezembro, o corte nos juros foi de 0,25 ponto percentual, acompanhando as projeções da maioria dos analistas do mercado. Agora, os juros estão no patamar entre 3,5% e 3,75% ao ano.

    Foi a terceira redução consecutiva na taxa de juros pelo BC dos EUA. Na reunião anterior do Fed, em setembro, o corte também havia sido de 0,25 ponto percentual.

    A votação não foi unânime. Stephen Miran, novo integrante do Fed, indicado por Donald Trump, votou por um corte maior, de 0,5 ponto percentual, enquanto Jeffrey R. Schmid e Austan D. Goolsbee votaram pela manutenção da taxa de juros.

    O próximo encontro da autoridade monetária para definir a taxa de juros, o primeiro de 2026, está marcado para a semana que vem, nos dias 27 e 28.

    A taxa básica de juros é o principal instrumento dos bancos centrais para controlar a inflação. Quando a autoridade monetária mantém os juros elevados, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que se reflete nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem conter a atividade econômica.

    Análise

    De acordo com Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, a sessão foi “marcada por maior apetite ao risco”. “A suavização da retórica geopolítica de Donald Trump em relação à Groenlândia, em conjunto com a suspensão de tarifas contra países europeus previstas para fevereiro, figuram entre os principais vetores externos para o bom humor observado nas bolsas globais”, analisa.

    “Também houve divulgação de dados econômicos relevantes nos EUA: o PIB veio acima do esperado, reforçando a leitura de atividade ainda aquecida, enquanto o PCE (inflação do consumo e medida de inflação preferida do Fed) ficou em linha com o consenso, não gerando impacto mais amplo nos preços dos ativos hoje”, explica Shahini.

    “No mercado doméstico, o cenário segue marcado por forte fluxo estrangeiro direcionado a ativos brasileiros, que atuou como o principal vetor de baixa sobre o dólar na sessão. O Brasil permanece como uma das moedas com maior ‘carry’ entre os emergentes, fator que, combinado a um ambiente global construtivo para risco, segue favorecendo a valorização do real frente ao dólar esse ano.”

    Para João Duarte, sócio da One Investimentos, o desempenho do dólar reflete “um ambiente global claramente mais favorável ao risco”. “O principal gatilho veio do exterior. Em Davos, o presidente Donald Trump adotou um tom bem mais conciliador, descartando o uso de força para assumir a Groenlândia e recuando das ameaças de tarifas adicionais contra a Europa. A leitura do mercado é de redução do risco geopolítico imediato, o que desencadeou uma rotação para ativos de maior risco, derrubando o dólar globalmente”, explica.

    Duarte observa ainda que o enfraquecimento do dólar também “é reforçado pelo pano de fundo monetário”. “A ata do Banco Central Europeu indicou uma economia mais resiliente e expectativas de inflação bem ancoradas perto de 2%, fortalecendo o euro e pressionando ainda mais a moeda americana. Além disso, o mercado seguiu atento aos dados de inflação dos EUA (PCE), que podem consolidar a visão de juros mais baixos à frente”, afirma.

    “No Brasil, o movimento é amplificado pelo forte fluxo estrangeiro. O apetite por ativos locais impulsionou o Ibovespa a novas máximas históricas, enquanto o diferencial de juros continua extremamente favorável ao real. A combinação de dólar globalmente fraco e melhora do sentimento externo explica a apreciação mais intensa da moeda brasileira hoje”, conclui Duarte.

    Segundo Felipe Cima, analista da Manchester Investimentos, “o vento ainda é favorável, pelo menos até a reabertura do Congresso, em março, com o investidor estrangeiro se voltando para o Brasil”. “A truculência de Donald Trump tem tornado os títulos do Tesouro norte-americano menos atrativos. Então, se você tem gente que ganhou muito dinheiro no mercado querendo dar uma diversificada, forma-se o cenário perfeito para um mercado barato, como o brasileiro, para atrair esses recursos”, afirma.

    “O fator técnico tem propiciado a alta e, se acompanhado de uma queda de juros agora em março, uma atividade crescente e uma agenda eleitoral que não precisa necessariamente resolver a agenda fiscal, mas que traga a discussão do equilíbrio fiscal, temos tudo para um ano positivo no Brasil. Talvez não tanto quanto o ano passado, mas um ano positivo por aqui para os ativos de renda variável”, projeta Cima.

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