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  • Cabeça de adolescente desaparecido é encontrada em açude em Alagoas

    Cabeça de adolescente desaparecido é encontrada em açude em Alagoas

    Arquivo NSC
    Imagem colorida mostra luz deixada por iluminação de carro de polícia suspeito - Metrópoles

    A Polícia Civil de Alagoas  e o Corpo de Bombeiros realizaram buscas em Maceió (AL), após a suspeita de que o corpo do adolescente Anthony Vinícius Oliveira dos Santos, de 16 anos, teria sido jogado em um açude da região.

    Durante as buscas, nessa quarta-feira (21/1), a cabeça da vítima foi localizada pela equipe de Coordenação de Desaparecimento de Pessoas, sob o comando do delegado Ronilson Medeiros.

    De acordo com o agente Wilson Vasconcelos, a equipe chegou ao local após a família registrar boletim de ocorrência e relatar a suspeita de que o adolescente teria sido assassinado e o corpo arremessado no açude. Com as informações repassadas, as buscas foram iniciadas com apoio do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar.

    Leia a reportagem completa em Gazetaweb, parceiro do Metrópoles.

  • Turismo sem idade: como viajar com autonomia e segurança após os 50

    Turismo sem idade: como viajar com autonomia e segurança após os 50

    Médica geriatra explica como o planejamento ajuda idosos a viajar com mais saúde, independência e tranquilidade

  • MPF investiga atuação de fundação estrangeira em pesquisas genéticas com o povo Yanomami

    MPF investiga atuação de fundação estrangeira em pesquisas genéticas com o povo Yanomami

    O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para apurar indícios de atuação irregular da Yanomami Foundation na coleta de material genético e na realização de pesquisas científicas com indígenas Yanomami. A portaria de instauração é assinada pela procuradora da República Janaina Gomes Castro e Mascarenhas e foi publicada no Diário Oficial do MPF nesta […]

  • Mundo entrou em estado de “falência hídrica”, alerta ONU

    Mundo entrou em estado de “falência hídrica”, alerta ONU

    Freepik
    Mulher derramando água em um recipiente ao ar livre - Metrópoles

    * O artigo foi escrito por Kaveh Madani, diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde da Universidade das Nações Unidas, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

    O mundo está usando tanta água doce em meio às consequências das mudanças climáticas que entrou em uma era de “falência hídrica”, com muitas regiões incapazes de se recuperar da frequente falta de água.

    . Muitas outras pessoas estão vendo as consequências do déficit hídrico: reservatórios secos, cidades afundando, quebras de safra, racionamento de água e incêndios florestais e tempestades de areia e poeira mais frequentes.

    Os sinais de falência hídrica estão por toda parte, desde Teerã, onde as secas e o uso insustentável da água esgotaram os reservatórios dos quais a capital iraniana depende, alimentando as tensões políticas, até os Estados Unidos, onde a demanda por água ultrapassou a oferta do Rio Colorado, uma fonte crucial de água potável e irrigação para sete estados americanos.

    A falência hídrica não é apenas uma metáfora para o déficit hídrico. É uma condição crônica que se desenvolve quando um local usa mais água do que a natureza pode reabastecer de forma confiável e quando os danos aos ativos naturais que armazenam e filtram essa água, como aquíferos e zonas úmidas, se tornam difíceis de reverter.

    Um novo estudo que conduzi com o Instituto da Universidade das Nações Unidas para a Água, o Meio Ambiente e a Saúde conclui que o mundo já ultrapassou o ponto das crises hídricas temporárias. Muitos sistemas hídricos não são mais capazes de retornar às suas condições naturais históricas. Esses sistemas estão em estado de fracasso – falência hídrica.

    Como é a falência hídrica na vida real

    Na falência financeira, os primeiros sinais de alerta muitas vezes parecem administráveis: atrasos nos pagamentos, empréstimos e venda de bens que você esperava manter. Então, a espiral se fecha.

    A falência hídrica tem etapas semelhantes.

    No início, extraímos um pouco mais de água subterrânea durante os anos de seca. Usamos bombas maiores e poços mais profundos. Transferimos água de uma bacia para outra. Drenamos pântanos e endireitamos rios para abrir espaço para fazendas e cidades.

    Então, os custos ocultos aparecem. Os lagos encolhem ano após ano. Os poços precisam ser cada vez mais profundos. Rios que antes corriam o ano todo tornam-se sazonais. Água salgada invade os aquíferos.

    Este último efeito, a subsidência, costuma surpreender as pessoas. Mas é um sinal característico da escassez de água. Quando as águas subterrâneas são bombeadas e usadas em excesso, a estrutura subterrânea, que retém esta água quase como uma esponja, pode entrar em colapso. Na Cidade do México, o solo está afundando cerca de 25 centímetros por ano. Uma vez que os poros ficam compactados, eles não podem ser simplesmente preenchidos novamente.

    O relatório Global Water Bankruptcy, publicado em 20 de janeiro de 2026, documenta como isso está se tornando comum. A extração de água subterrânea contribuiu para um afundamento significativo do solo em mais de 6 milhões de quilômetros quadrados em todo mundo, incluindo áreas urbanas onde vivem cerca de 2 bilhões de pessoas. Jacarta, Bangkok e Ho Chi Minh estão entre os exemplos mais conhecidos na Ásia.

    A agricultura é a maior consumidora de água do mundo, responsável por cerca de 70% do uso global de água doce . Quando uma região fica sem água, a agricultura se torna mais difícil e mais cara. Agricultores perdem seus empregos, tensões aumentam e a segurança nacional pode ser ameaçada.

    Cerca de 3 bilhões de pessoas e mais da metade da produção global de alimentos estão concentradas em áreas onde a capacidade de armazenamento de água já está diminuindo ou é instável. Mais de 1,7 milhão de quilômetros quadrados de terras agrícolas irrigadas estão sob estresse hídrico alto ou muito alto. Isso ameaça a estabilidade do abastecimento alimentar em todo o mundo.

    As secas estão também aumentando em duração, frequência e intensidade à medida que as temperaturas globais se elevam. Mais de 1,8 bilhão de pessoas — quase 1 em cada 4 seres humanos — enfrentaram condições de seca em vários momentos entre 2022 e 2023.

    Esses números se traduzem em problemas reais: preços mais altos dos alimentos, escassez de energia hidrelétrica, riscos à saúde, desemprego, pressões migratórias, agitação social e conflitos.

    Como chegamos a este ponto?

    Todos os anos, a natureza dá a cada região uma “renda hídrica”, depositando chuva e neve. Pense nisso como uma conta corrente. Essa é a quantidade de água que recebemos a cada ano para gastar e compartilhar com a natureza.

    Quando a demanda aumenta, podemos sacar de nossa conta poupança. Retiramos mais água subterrânea do que será reposta. Roubamos a parte da água necessária para a natureza e, nesse processo, drenamos as zonas úmidas. Isso pode funcionar por um tempo, assim como as dívidas podem financiar um estilo de vida perdulário por um tempo.

    A qualidade da água também está diminuindo. A poluição, a intrusão de água salgada e a salinização do solo podem tornar a água muito suja e salgada para uso, contribuindo para a falência hídrica.

    As mudanças climáticas estão piorando a situação ao reduzir a precipitação em muitas áreas do mundo. O aquecimento global aumenta a demanda por água das culturas e a necessidade de eletricidade para bombear mais água. Também derrete geleiras que armazenam água doce.

    Apesar desses problemas, países continuam a aumentar a retirada de água para apoiar a expansão de cidades, terras agrícolas, indústrias e agora centros de processamento de dados (datacenters) para aplicações de inteligência artificial (IA).

    Nem todas as bacias hidrográficas e países estão em falência hídrica, mas as bacias estão interligadas por meio do comércio, da migração, do clima e de outros elementos-chave da natureza. A falência hídrica em uma área exercerá mais pressão sobre outras e pode aumentar as tensões locais e internacionais.

    O que pode ser feito?

    A falência financeira termina com a transformação dos gastos. A falência hídrica precisa da mesma abordagem:

    Estancar a hemorragia: O primeiro passo é admitir que o balanço está no vermelho. Isso significa estabelecer limites de uso da água que reflitam a quantidade de água realmente disponível, em vez de apenas perfurar mais fundo e transferir o ônus para o futuro.

    Proteja o capital natural – não apenas a água: Proteger as zonas úmidas, restaurar os rios, reconstruir a saúde do solo e gerenciar a recarga dos lençóis freáticos não são apenas coisas legais de se fazer. São essenciais para manter o abastecimento de água saudável, assim como um clima estável.

    Use menos, mas faça isso de forma justa: Gerenciar a demanda por água tornou-se inevitável em muitos lugares, mas os planos de falência hídrica que cortam o abastecimento aos pobres enquanto protegem os poderosos fracassarão. Abordagens sérias incluem proteções sociais, apoio aos agricultores para a transição para culturas e sistemas menos intensivos em água e investimentos em eficiência hídrica.

    Meça o que importa: muitos países ainda gerenciam a água com informações parciais. O sensoriamento remoto por satélite pode ajudar a monitorar o abastecimento e as tendências hídricas e fornecer alertas antecipados sobre o esgotamento das águas subterrâneas, subsidência do solo, perdas de zonas úmidas, recuo de geleiras e declínio da qualidade da água.

    Faça planos para usar menos água: A parte mais difícil da falência é psicológica. Ela nos obriga a abandonar velhas referências. A falência hídrica exige redesenhar cidades, sistemas alimentares e economias para viver dentro de novos limites antes que esses limites se tornem ainda mais restritos.

    Com a água, assim como com as finanças, a falência pode ser um ponto de inflexão. A Humanidade pode continuar gastando como se a natureza oferecesse crédito ilimitado, ou pode aprender a viver dentro de suas condições hidrológicas.The Conversation

  • Vídeo: encontro de Anahí e Alfonso Herrera, do RBD, leva web à loucura

    Vídeo: encontro de Anahí e Alfonso Herrera, do RBD, leva web à loucura

    Reprodução/ Instagram
    Print de vídeo de Anahi e Alfonso Herrera - Metrópoles

    Isso não é um teste! Anahí e Alfonso Herrera pegaram a web de surpresa ao aparecerem juntinhos em um vídeo, publicado no Instagram oficial dos dois, nessa quarta-feira (21/1).

    Veja:

     

    Ver essa foto no Instagram

     

    Um post compartilhado por Anahi (@anahi)

    Os eternos Mia Colucci e Miguel da novela mexicana Rebelde levaram os fãs à loucura com a gravação. “M&M”, escreveram os atores na legenda do post.

    A publicação, que já conta com mais de 1,2 milhão de curtidas, rapidamente viralizou nas redes sociais. “Não estava preparadaaaaaa”, disse um internauta. “Vocês curaram minha depressão, obrigada”, brincou outra.

    Vale lembrar que Alfonso Herrera não participou da Soy Rebelde Tour, o reencontro do grupo formado na novela Rebelde, em 2023. Se apresentaram, na época, Anahí, Dulce María, Maite Perroni, Christian Chávez e Christopher Uckermann.

  • Técnica "parecia ter prazer" ao assistir mortes em UTI, diz inquérito

    Técnica "parecia ter prazer" ao assistir mortes em UTI, diz inquérito

    Reprodução
    Marcela Camille Alves da Silva (2)

    O inquérito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) sobre as mortes de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), relatou que a técnica de enfermagem Marcela Camilly Alves da Silva (foto em destaque), de 22 anos, “parecia ter prazer” ao assistir aos crimes.

    A jovem é apontada como comparsa do também técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa, de 24 anos. Treinada por Marcos, ela manuseava a substância e assistia às mortes ao lado do colega de trabalho.

    A investigação também aponta que Marcos Vinícius tentou, sem sucesso, matar a professora aposentada Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos, em três oportunidades diferentes.

    Metrópoles teve acesso ao inquérito policial, que narra o passo a passo do profissional de saúde. Primeiro, ele se apossa de uma substância letal e aplica na veia da paciente em três ocasiões, causando paradas cardíacas, mas em todas as vezes ela acaba ressuscitada pela equipe médica.

    . O homem sobrevive à primeira parada cardíaca, mas o técnico de enfermagem volta após o fim do horário de trabalho e consegue sacramentar o óbito.

    “Chama a atenção, neste caso, o comportamento do autor, que agiu e ficou observando a vítima morrer depois do seu horário de trabalho”, disse a denúncia da Polícia Civil do DF (PCDF).

    A última vítima, o carteiro Marcos Moreira, de 33, recebeu a injeção da mesma substância no dia 1º de dezembro – bastou uma dose para que a morte fosse constatada.

    Neste crime, Camila ajuda a retirar a substância na farmácia e assiste ao paciente morrer na companhia de seu colega de trabalho.

    Veja as imagens:

    Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Sousa foram presos sob acusação de matar os três pacientes dentro da UTI do Hospital Anchieta.

    O Metrópoles apurou que uma quarta técnica de enfermagem também está respondendo ao processo por homicídio doloso qualificado, mas não foi presa.

    Inicialmente, os presos tentaram negar os crimes dizendo que apenas aplicavam os medicamentos que eram indicados pelos médicos. No entanto, ao serem confrontados com as provas, o trio confessou o crime, sem demonstrar arrependimento.

    Segundo o delegado, os três expressaram frieza total. Ao confessar o crime, o grupo não explicou a motivação.


    Entenda o caso


    Vítimas

    A PCDF confirmou que o trio, detido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), teria matado João Clemente Pereira, Marcos Moreira e Miranilde Pereira da Silva. A motivação ainda é investigada.

    A apuração deverá indiciar os suspeitos pelo crime de homicídio doloso qualificado com impossibilidade de defesa da vítima, podendo pegar de 9 a 30 anos de prisão.

    A PCDF ainda investiga outras mortes suspeitas na UTI do Hospital Anchieta.

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    Pedágio na BR-364 em RO pode ultrapassar R$ 1,3 mil para caminhões

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    Médicas são presas em Rondônia suspeitas de sequestrar e torturar cidadã boliviana

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  • Câmera e cocaína: como foi a prisão de empresário homicida na praia

    Câmera e cocaína: como foi a prisão de empresário homicida na praia

    Reprodução/Arquivo Pessoal
    Imagem colorida de Sérgio Nahas e Fernanda Orfali, no casamento dos dois. - Metrópoles

    . Ele foi preso pela Polícia Militar da Bahia após ser reconhecido pelo sistema de monitoramento de câmeras, da Praia do Forte, litoral do estado nordestino, mais de 23 anos após ter matado a esposa, Fernanda Orfali.

    O crime aconteceu em 2002 dentro de um apartamento no bairro de Higienópolis, na região central de São Paulo. Fernanda tinha 28 anos na época.

    Nahas foi submetido a audiência de custódia, no dia 19 de janeiro, dois dias após a detenção, e deverá cumprir a pena no sistema prisional paulista.

    O paulista tinha a prisão determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A defesa já havia recorrido a todas as instâncias, após ser o empresário ter sido condenado pelo Tribunal do Júri, em 2018, mas teve a solicitação negada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), encerrando o caso. A condenação foi de 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado.


    Relembre o crime


    Empresário foi condenado a pena três vezes menor que a duração do processo

    O Tribunal do Júri sobre o caso aconteceu apenas em 2018, 16 anos após o crime. Ele foi considerado culpado pela acusação de homicídio simples, sendo condenado a uma pena de sete anos de prisão em regime inicial semiaberto.

    O Ministério Público de São Paulo (MPSP) recorreu, e a pena foi redimensionada para 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado em segunda instância. A dosimetria foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo STF.

    A pena à qual Nahas foi condenado é quase três vezes menor do que o tempo decorrido do processo – período que ele respondeu em liberdade.

    O Metrópoles não localizou a defesa de Nahas até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto.

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    Técnico do Botafogo confirma acerto de Savarino com Fluminense

    Savarino não entrou em campo na vitória do Botafogo por 1 x 0 sobre o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca