Goiânia – Uma criança, de 2 anos, foi atacada por um pitbull após o cachorro escapar pelo portão da casa onde vive, no Jardim Guanabara, na capital goiana. O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira (21/1), no momento em que o garoto chegava na casa da avó. A ação foi registrada por câmeras de segurança:
Nas filmagens, é possível ver o momento em que o cão escapa da casa vizinha e, então, começa a morder a perna da criança, que estava em frente ao portão acompanhado da mãe.
O cão largou a vítima somente depois que a mãe entrou em luta corporal com o animal, que continuou perseguindo o garoto até que a genitora conseguisse entrar na casa.
O ataque durou quase 30 segundos. O menino foi levado ao hospital por um vizinho, mas já recebeu alta médica, pois não houve ferimentos graves.
O tutor do animal teria prestado apoio à família, que optou por registrar um boletim de ocorrência. O caso é investigado pela Polícia Civil (PC).
A influenciadora Virginia Fonseca foi alvo de críticas nas redes sociais, nesta quarta-feira (21/1), após viajar para Madri, na Espanha, logo depois da mãe, Margareth Serrão, sofrer um grave acidente de carro em Goiânia.
Ela foi encaminhada ao hospital para a realização de exames e relatou apenas dores no tórax, causadas pelo cinto de segurança no momento da batida, segundo informações da equipe.
Hoje pela manhã, a influenciadora posou com o namorado em Madri. Na web, internautas criticaram. “A mãe de Instagram vulgo Virginia já foi correndo ficar com o bonitão dela mesmo com a própria mãe acidentada”, disse uma pessoa no X.
“Mãe da Virgínia sofre um acidente, o que ela resolve fazer? Ir para Madri. Ai ai se fosse o Zé fazendo isso“, escreveu outra, citando Zé Felipe, ex-marido de Virginia.
Flamengo e Vasco se preparam para fazer o primeiro clássico do Campeonato Carioca em 2026. As duas equipes se enfrentam nesta quarta-feira (21/1), às 21h30 (horário de Brasília), pela terceira rodada da competição, com expectativa de bom público no Maracanã.
Conhecida como “Clássico dos Milhões”, a rivalidade tem sido dominada pelo Flamengo nos últimos anos. Com uma diferença financeira e de elenco, o Rubro-Negro defende uma longa invencibilidade contra o Cruzmaltino.
Será que o Flamengo ampliará a vantagem no clássico? Ou o Vasco conseguirá vencer depois de tanto tempo? Veja os números e as odds da partida.
Depois de três rodadas do Campeonato Carioca sem vencer e correndo risco de ir para os playoffs contra o rebaixamento, o Flamengo deixará o sub-20 de lado e entrar com o time principal diante do Vasco.
Isso explica o favoritismo do Rubro-Negro, segundo a Superbet, uma das principais casas de apostas do Brasil.
Além desse fato, o Vasco não deve contar com Rayan, principal jogador do elenco. O atacante de 19 anos, que marcou dois gols na vitória por 4 x 1 contra o Maricá, está negociando uma transferência para o Bournemouth, da Inglaterra.
A invencibilidade do Flamengo contra o Vasco já dura 12 partidas.
Nesse período, o clube da Gávea venceu oito jogos e houve quatro empates no “Clássico dos Milhões”.
Veja os últimos 12 jogos entre Flamengo e Vasco
A última vitória do Vasco contra o Flamengo foi em 5 de março de 2023, pela primeira fase do Campeonato Carioca.
Na ocasião, o Cruzmaltino ganhou por 1 x 0, com gol do lateral Puma Rodríguez.
Qual camisa 10 vai decidir o clássico?
Arrascaeta teve um ano espetacular em 2025. O camisa 10 foi o artilheiro do Flamengo no ano, com 25 gols marcados, além de 20 assistências. O uruguaio ainda foi eleito o “Rei da América”.
Pelo lado do Vasco, Coutinho é o grande maestro. E o camisa 10 começou 2026 inspirado.
No jogo contra o Maricá, o meia marcou um golaço e deu uma assistência para Rayan balançar as redes.
Como os times chegam
O Flamengo começou o Campeonato Carioca com o time sub-20, enquanto a equipe principal estava se preparando para a Supercopa do Brasil, que será no dia 1º de fevereiro. No último sábado (17/1), o Rubro-Negro perdeu para o Volta Redonda por 3 x 0, acumulando duas derrotas e um empate.
Por conta disso, Filipe Luís comandará o time titular contra o Vasco.
Já o Vasco disputou dois jogos até aqui no Campeonato Carioca. Na estreia, o time principal venceu o Maricá por 4 x 2, com dois gols de Rayan, um de Coutinho e outro de Cuesta.
No último domingo (18/1), com um grupo alternativo, a equipe de Fernando Diniz empatou em 0 x 0 com o Nova Iguaçu.
Onde assistir Flamengo x Vasco
A partida entre Flamengo e Vasco, pela terceira rodada do Campeonato Carioca, terá transmissão da TV Globo (TV aberta), do Sportv (TV fechada), da GE TV (YouTube) e do Premiere (pay-per-view).
*Odds estão sujeitas a alterações. Última atualização em 21/01/2026 às 11h.
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A Azul, uma das três principais companhias aéreas do Brasil, informou, nesta quarta-feira (21/1), que aprovou um plano de negócios que deve permitir à empresa antecipar a saída do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos.
O novo plano prevê aportes financeiros e ajustes operacionais. A expectativa da Azul é a de que o processo seja concluído em fevereiro deste ano.
Segundo comunicado ao mercado divulgado pela Azul, haverá um aporte adicional de US$ 100 milhões (cerca de R$ 538 milhões, pela cotação atual), o que deve permitir à companhia sair do processo de forma antecipada.
Com isso, o volume total de recursos que a Azul deve captar subiria de US$ 850 milhões para US$ 950 milhões, incluindo o novo aporte. Para a companhia aérea, o plano assegura que a empresa sairá da recuperação judicial nos EUA “significativamente mais saudável” e com menor endividamento.
Nova oferta pública de ações
A Azul informou ainda que deve realizar uma nova oferta pública de ações para buscar a captação de até US$ 950 milhões.
Uma oferta pública de ações é o processo por meio do qual uma empresa vende suas ações ao público para captar recursos e abrir capital. Em linhas gerais, a operação permite que investidores comprem “partes” da empresa e se tornem sócios, com o objetivo de financiar sua expansão e reduzir dívidas.
Os papéis devem ser emitidos com desconto de 30% em relação ao valor da empresa definido no plano de recuperação judicial. A projeção da Azul é a de que haja uma diluição aproximada de 80% de sua base acionária atual.
Ações em queda
As ações da Azul negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3) registravam forte queda no pregão desta quarta-feira.
Por volta das 11h40 (pelo horário de Brasília), os papéis da companhia aérea tombavam 11,34%, cotados a R$ 12,28.
Com a confirmação do plano, a Azul avança no processo iniciado em maio deste ano, quando ingressou com o pedido na Justiça norte-americana para reorganizar suas obrigações financeiras. A empresa foi a última, entre as principais companhias aéreas brasileiras, a recorrer ao Chapter 11.
De acordo com a Azul, a reestruturação prevê uma redução superior a US$ 3 bilhões em dívidas, além de cortes em obrigações relacionadas a arrendamentos de aeronaves, despesas com juros anuais e custos recorrentes da frota.
Em comunicado ao mercado, a empresa afirmou que o plano aprovado inclui acordos comerciais e alterações em contratos de leasing de aeronaves, medidas que, segundo a avaliação da própria companhia, ampliam a flexibilidade financeira no longo prazo e criam condições para um crescimento considerado sustentável após a saída do processo.
Outro ponto central da reestruturação é a previsão de uma oferta pública de ações que pode alcançar até US$ 950 milhões. A operação está dividida em etapas e envolve, entre outros aspectos, a conversão de créditos de determinados credores em participação acionária na empresa.
A Receita Federal em Brasília (DF) recebeu, no fim de dezembro, um reforço estratégico – e muito fofo – no combate ao tráfico de drogas: o cachorro Max. Da raça border collie, o novo integrante da equipe irá ajudar nas ações de fiscalização no Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek.
O cão foi especialmente treinado para a detecção de entorpecentes como maconha, cocaína, ecstasy, entre outras substâncias ilícitas.
Por ser border collie, raça conhecida por sua aparência mais mansa e brincalhona, Max será ideal para fiscalizações em áreas com grande circulação de passageiros, contribuindo para abordagens mais discretas e eficazes.
De acordo com a Receita Federal, Max é o primeiro cão da instituição a receber um treinamento específico para interação social, visto seu temperamento dócil.
“Ele adora receber carinho, especialmente de crianças, e se tornou um integrante fundamental nas ações de cidadania fiscal, aproximando o órgão da sociedade e ajudando a educar o público sobre o papel da Receita Federal”, acrescentou a instituição.
Max é o terceiro agente canino a integrar o time da alfândega da Receita Federal, que já conta com o pastor belga de malinois Rock e o pastor alemão Bruce.
Em A Fazenda 17, o prêmio entregue ao campeão, o apresentador Dudu Camargo, foi de R$ 2 milhões. A emissora também havia divulgado que o segundo lugar levaria com um carro zero km, enquanto a terceira posição garantiria R$ 100 mil. Já o quarto colocado recebeu R$ 50 mil.
Para Camila Wendling, no entanto, o prêmio prometido para a filha na 17ª edição de A Fazenda, não foi igual ao entregue aos vice-campeões em outras temporadas. Ela foi além e apontou que o valor do carro prometido ao segundo lugar é equivalente aos R$100 mil do terceiro colocado.
De acordo com a mãe de Duda Wendling, os vice-campeões de outras edições receberam valores maiores. “No contrato diz que é um carro, mas não específica qual”, afirmou Camila.
O documento prevê que o veículo entregue ao vice-campeão de A Fazenda 17 é um Fiat Fastback Turbo 200. De acordo com a mãe de Duda, o carro é avaliado em cerca de R$110 mil, que foi o mesmo valor entregue ao terceiro colocado. Ainda segundo ela o carro é manual, não é automático. Assim, a filha escolheu receber o valor em dinheiro em vez do carro.
“Então, porque houve disputa?”, questionou Camila. Procurada pela reportagem, a assessoria da Record afirmou que a emissora não vai comentar o caso.
Anos anteriores
Em 2024, na final de A Fazenda 16, o campeão Sacha Bali também faturou R$ 2 milhões. Já o vice-campeão, o ator Sidney Sampaio, faturou um carro zero km avaliado em cerca de R$ 230 mil. Yuri Bonotto, que ficou em terceiro, faturou R$ 50 mil.
Já A Fazenda 15, em 2023, entregou R$1,5 milhão mais um carro avaliado em R$150 mil à vencedora, a influenciadora Jaquelline, e R$100 mil ao vice-campeão, André Gonçalves.
Todos os anos, em janeiro, uma pequena cidade nos Alpes suíços se transforma no epicentro das decisões globais. Em Davos, líderes políticos, executivos das maiores corporações do planeta e representantes do sistema financeiro internacional discutem caminhos para a economia, o clima, a tecnologia e a sociedade. Mas, historicamente, quem senta à mesa nem sempre representa quem vive os efeitos dessas decisões.
Em 2026, esse cenário começou a mudar de forma concreta.
Pela primeira vez na história, uma delegação latino-americana formada exclusivamente por mulheres líderes participa de uma agenda estruturada de debates paralelos ao Fórum Econômico Mundial, levando ao centro das discussões globais temas como liderança feminina, sustentabilidade, acesso a capital e economias emergentes, pautas que costumam ficar à margem do debate principal.
A iniciativa é liderada pela Plataforma Mulheres Inspiradoras, em parceria com o Banco da Amazônia, e marca um movimento que vai além da representatividade simbólica: trata-se de ocupação estratégica de espaços onde decisões globais são influenciadas.
Presença é histórica
Segundo dados do próprio Fórum Econômico Mundial, menos de 30% dos participantes em painéis de alto nível são mulheres, e a presença de lideranças da América Latina segue desproporcional quando comparada à Europa e à América do Norte.
Isso significa que regiões com realidades complexas como desigualdade social, biodiversidade estratégica e mercados emergentes raramente pautam as decisões globais a partir de quem vive esses contextos.
É nesse ponto que a delegação brasileira e latino-americana rompe um ciclo histórico.
Em vez de apenas assistir os debates, o grupo promove painéis próprios, reuniões estratégicas e encontros com líderes globais, conectando a realidade da América Latina às agendas que moldam o futuro da economia mundial.
Para Geovana Quadros, fundadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras, a presença em Davos é uma resposta direta a esse desequilíbrio.
Geovana Quadros: “Estar em Davos não é sobre visibilidade, é sobre presença estratégica. A América Latina precisa estar representada por lideranças que vivem a realidade dos mercados emergentes e participam ativamente da construção das soluções globais”
Debate global
A parceria com o Banco da Amazônia não é apenas institucional, ela carrega um peso simbólico e estratégico. Em um fórum que discute transição energética, clima e sustentabilidade, levar a Amazônia para o centro do debate é levar uma das maiores chaves do futuro do planeta.
A instituição financeira atua há décadas no fomento ao desenvolvimento sustentável da região amazônica e vem ampliando a atuação em finanças verdes, bioeconomia, inclusão produtiva e apoio a mulheres empreendedoras.
Para Ruth Helena Lima, executiva do Banco da Amazônia, a presença em Davos conecta territórios que raramente dialogam diretamente com o sistema financeiro global. “Participar dessa agenda global é uma forma de conectar a Amazônia, o Brasil e as mulheres líderes aos debates internacionais sobre desenvolvimento sustentável e impacto real.”
Em outras palavras, a floresta deixa de ser apenas um tema abstrato e passa a ser representada por quem atua diretamente no desenvolvimento.
Economia real
A delegação reúne executivas, empresárias e lideranças brasileiras em posições estratégicas, com vivência prática em setores como tecnologia, finanças, impacto social e sustentabilidade. Essa experiência concreta é o que diferencia o grupo dentro de Davos.
Enquanto muitos debates globais ainda permanecem no campo conceitual, a missão feminina latino-americana leva à mesa casos reais, desafios estruturais e soluções testadas em mercados emergentes, onde inovação e sobrevivência caminham juntas.
Entre os encontros de pauta promovidos pela delegação, estão painéis e reuniões com representantes de instituições como Bloomberg, BRICS CCI Índia e outros setores do Fórum Econômico Mundial.
A Plataforma Mulheres Inspiradoras, que atua há mais de dez anos conectando mulheres em posições de decisão, já é parceira de organizações como ONU Mulheres e BRICS CCI, e utiliza Davos como mais um ponto de articulação internacional.
A diferença, agora, é que essas articulações deixam de ser periféricas e passam a dialogar diretamente com os centros de poder global.
Além de Davos
A participação da delegação latino-americana em 2026 não termina quando o Fórum acaba. O objetivo é transformar essas conexões em ações concretas no Brasil e na América Latina, traduzindo debates globais em políticas, investimentos e projetos reais.
Em um mundo que enfrenta crises climáticas, desigualdade econômica e transformações aceleradas no mercado de trabalho, quem ocupa os espaços de decisão define não apenas estratégias, mas destinos.
E, desta vez, mulheres latino-americanas não estão apenas assistindo o futuro ser discutido — estão ajudando a escrevê-lo.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, criticou o Canadá durante seu discurso no Fórum de Davos e mandou uma mensagem ao primeiro-ministro do país, Mark Carney: “Canadá vive dos EUA e deveria ser grato”.
Trump afirmou, ainda, que o território da Groenlândia é fundamental para a construção do Domo de Ouro, projeto de defesa antimísseis dos Estados Unidos.
“Ele (Domo de Ouro) vai ser bom para defender o Canadá também. O Canadá vide dos EUA, e deveria ser grato. Lembre disso, Mark, da próxima vez que for fazer uma declaração”, afirmou.
Fala do premiê canadense
Mark Carney afirmou na terça-feira (20/1), no mesmo fórum, que o mundo está passando por uma ruptura na ordem mundial.
“O fim de uma ficção confortável e o início de uma realidade brutal, em que a geopolítica das grandes potências não está sujeita a nenhuma restrição”, afirmou o premiê.
Em seguida, o premiê afirma que grandes potências estão aumentado a crise mundial por utilizar a integração econômica como arma, tarifas adicionais como instrumento de pressão e coerção. Mark não citou o país vizinho nem Trump, mas o recado foi interpretado como crítica à política externa dos Estados Unidos.
“O primeiro grupo envolve os açúcares óbvios que, muitas pessoas até já desconfiam, mas às vezes ignoram no dia a dia”, declara Arthur. Ele lista os refrigerantes, sucos de caixinha, chás prontos, doces, bolos, balas e sobremesas em geral.
O nutrólogo comenta que “os sucos de fruta enganam bastante pessoas”. Ele esclarece: “A fruta inteira tem fibra e é outra história. O suco, mesmo natural, vira praticamente açúcar líquido. Laranja, uva, manga, abacaxi. Tudo isso sobe a glicose rápido quando batido ou coado.”
Os sucos de fruta devem ser evitados por quem tem diabetes por elevar o índice glicêmico
3. Carboidratos refinados
O especialista em performance define os carboidratos refinados como “aqueles alimentos branquinhos e macios”, o que integra bolachas, biscoitos, bolo simples, pão francês, arroz branco, macarrão tradicional e pão de forma comum. “Essas opções se transformam em açúcar no sangue muito rápido, quase como se fosse a substância pura”, frisa.
Ao finalizar, o especialista em equilíbrio hormonal ressalta que “ter diabetes não é sobre passar fome nem viver de restrição”. Ele aconselha escolher melhor os alimentos, entender os impactos do consumo no corpo e comer com estratégia. “Quando isso é feito do jeito certo, a glicemia melhora, a energia volta e a pessoa retoma o controle da própria saúde”, conclui.
O Banco Central citou que, entre as justificativas para decretar a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento — conhecida como Will Bank —, houve o descumprimento da grade de pagamentos com a Mastercard.
Controlado pelo conglomerado Master, de Daniel Vorcaro, desde fevereiro de 2024, o Will teve a liquidação decretada apenas três meses após a liquidação do Banco Master, ocorrida em novembro do ano passado.
Em nota, o BC pontuou que a continuidade do Will, mesmo após a liquidação do Master, ocorreu “ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”.
“Tal solução, contudo, não se mostrou viável, verificando-se no dia 19 de janeiro de 2026 o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard (Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda.) e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo”, explicou o BC, ao citar que a manutenção da empresa visava ao interesse público.
O BC prossegue: “Assim, tornou-se inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial”.
Dados do IFData, sistema do Banco Central que consolida informações contábeis das instituições financeiras, mostram que a Will Financeira mantinha R$ 6,5 bilhões em depósitos a prazo na data-base de setembro do ano passado — último balanço disponível.
Esses depósitos correspondem principalmente a Certificados de Depósito Bancário (CDBs), títulos emitidos pelos bancos para captar recursos junto ao público, com prazo definido para resgate e remuneração por juros.
Por se tratarem de passivos das instituições financeiras, esses valores precisam ser devolvidos aos investidores e contam com a garantia do FGC até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.
Na prática, quanto maior o volume de depósitos a prazo concentrado em uma instituição, maior é a exposição do FGC em caso de intervenção ou liquidação. No caso do Will, o montante tende a ampliar significativamente a pressão sobre o fundo, especialmente em razão da liquidação do próprio Banco Master, decretada em novembro do ano passado.