Categoria: Teste

  • Pitbull escapa de casa e ataca criança de dois anos em Goiânia. Veja vídeo

    Pitbull escapa de casa e ataca criança de dois anos em Goiânia. Veja vídeo

    Reprodução/PC
    imagem colorida criança atacada pitbull goiania

    Goiânia – Uma criança, de 2 anos, foi atacada por um pitbull após o cachorro escapar pelo portão da casa onde vive, no Jardim Guanabara, na capital goiana. O incidente ocorreu na tarde de segunda-feira (21/1), no momento em que o garoto chegava na casa da avó. A ação foi registrada por câmeras de segurança:

     

    O menino sofreu ferimentos na perna e precisou de atendimento médico.

    Nas filmagens, é possível ver o momento em que o cão escapa da casa vizinha e, então, começa a morder a perna da criança, que estava em frente ao portão acompanhado da mãe.

    O cão largou a vítima somente depois que a mãe entrou em luta corporal com o animal, que continuou perseguindo o garoto até que a genitora conseguisse entrar na casa.

    O ataque durou quase 30 segundos. O menino foi levado ao hospital por um vizinho, mas já recebeu alta médica, pois não houve ferimentos graves.

    O tutor do animal teria prestado apoio à família, que optou por registrar um boletim de ocorrência. O caso é investigado pela Polícia Civil (PC).

  • Virginia é criticada por viajar para Madri após acidente grave da mãe

    Virginia é criticada por viajar para Madri após acidente grave da mãe

    Instagram/Reprodução
    Equipe atualiza estado de saúde de Margareth Serrão, mãe de Virginia Fonseca, após acidente - Metrópoles

    A influenciadora Virginia Fonseca foi alvo de críticas nas redes sociais, nesta quarta-feira (21/1), após viajar para Madri, na Espanha, logo depois da mãe, Margareth Serrão, sofrer um grave acidente de carro em Goiânia.

    Margareth sofreu o acidente nessa terça-feira (20/1), na BR-153, em Goiânia (GO). Apesar do susto, a veterana apareceu pouco depois e disse que estava bem.

    Ela foi encaminhada ao hospital para a realização de exames e relatou apenas dores no tórax, causadas pelo cinto de segurança no momento da batida, segundo informações da equipe.

    Virginia fazia uma live de sua marca, a WePink, no momento do acidente. Logo depois, foi até Goiânia para ver a mãe e os três filhos, Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo.

    Hoje pela manhã, a influenciadora posou com o namorado em Madri. Na web, internautas criticaram. “A mãe de Instagram vulgo Virginia já foi correndo ficar com o bonitão dela mesmo com a própria mãe acidentada”, disse uma pessoa no X.

    “Mãe da Virgínia sofre um acidente, o que ela resolve fazer? Ir para Madri. Ai ai se fosse o Zé fazendo isso“, escreveu outra, citando Zé Felipe, ex-marido de Virginia.

  • Flamengo não perde para o Vasco há 12 jogos; veja para apostar

    Flamengo não perde para o Vasco há 12 jogos; veja para apostar

    Alamy Live News
    Flamengo-APOSTAS

    Flamengo e Vasco se preparam para fazer o primeiro clássico do Campeonato Carioca em 2026. As duas equipes se enfrentam nesta quarta-feira (21/1), às 21h30 (horário de Brasília), pela terceira rodada da competição, com expectativa de bom público no Maracanã.

    Conhecida como “Clássico dos Milhões”, a rivalidade tem sido dominada pelo Flamengo nos últimos anos. Com uma diferença financeira e de elenco, o Rubro-Negro defende uma longa invencibilidade contra o Cruzmaltino.

    Será que o Flamengo ampliará a vantagem no clássico? Ou o Vasco conseguirá vencer depois de tanto tempo? Veja os números e as odds da partida.

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    Quem vai vencer o jogo?

    Depois de três rodadas do Campeonato Carioca sem vencer e correndo risco de ir para os playoffs contra o rebaixamento, o Flamengo deixará o sub-20 de lado e entrar com o time principal diante do Vasco.

    Isso explica o favoritismo do Rubro-Negro, segundo a Superbet, uma das principais casas de apostas do Brasil.

    Além desse fato, o Vasco não deve contar com Rayan, principal jogador do elenco. O atacante de 19 anos, que marcou dois gols na vitória por 4 x 1 contra o Maricá, está negociando uma transferência para o Bournemouth, da Inglaterra.

    A invencibilidade do Flamengo contra o Vasco já dura 12 partidas.

    Nesse período, o clube da Gávea venceu oito jogos e houve quatro empates no “Clássico dos Milhões”.

    Veja os últimos 12 jogos entre Flamengo e Vasco

    A última vitória do Vasco contra o Flamengo foi em 5 de março de 2023, pela primeira fase do Campeonato Carioca.

    Na ocasião, o Cruzmaltino ganhou por 1 x 0, com gol do lateral Puma Rodríguez.

    Qual camisa 10 vai decidir o clássico?

    Arrascaeta teve um ano espetacular em 2025. O camisa 10 foi o artilheiro do Flamengo no ano, com 25 gols marcados, além de 20 assistências. O uruguaio ainda foi eleito o “Rei da América”.

    Pelo lado do Vasco, Coutinho é o grande maestro. E o camisa 10 começou 2026 inspirado.

    No jogo contra o Maricá, o meia marcou um golaço e deu uma assistência para Rayan balançar as redes.

    Como os times chegam

    O Flamengo começou o Campeonato Carioca com o time sub-20, enquanto a equipe principal estava se preparando para a Supercopa do Brasil, que será no dia 1º de fevereiro. No último sábado (17/1), o Rubro-Negro perdeu para o Volta Redonda por 3 x 0, acumulando duas derrotas e um empate.

    Por conta disso, Filipe Luís comandará o time titular contra o Vasco.

    Já o Vasco disputou dois jogos até aqui no Campeonato Carioca. Na estreia, o time principal venceu o Maricá por 4 x 2, com dois gols de Rayan, um de Coutinho e outro de Cuesta.

    No último domingo (18/1), com um grupo alternativo, a equipe de Fernando Diniz empatou em 0 x 0 com o Nova Iguaçu.

    Onde assistir Flamengo x Vasco

    A partida entre Flamengo e Vasco, pela terceira rodada do Campeonato Carioca, terá transmissão da TV Globo (TV aberta), do Sportv (TV fechada), da GE TV (YouTube) e do Premiere (pay-per-view).

    *Odds estão sujeitas a alterações. Última atualização em 21/01/2026 às 11h.

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  • Azul garante mais US$ 100 milhões para encerrar recuperação judicial

    Azul garante mais US$ 100 milhões para encerrar recuperação judicial

    iStock Editorial / Getty Images Plus
    Imagem de avião da Azul - Metrópoles

    A Azul, uma das três principais companhias aéreas do Brasil, informou, nesta quarta-feira (21/1), que aprovou um plano de negócios que deve permitir à empresa antecipar a saída do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos.

    O novo plano prevê aportes financeiros e ajustes operacionais. A expectativa da Azul é a de que o processo seja concluído em fevereiro deste ano.

    Segundo comunicado ao mercado divulgado pela Azul, haverá um aporte adicional de US$ 100 milhões (cerca de R$ 538 milhões, pela cotação atual), o que deve permitir à companhia sair do processo de forma antecipada.

    Com isso, o volume total de recursos que a Azul deve captar subiria de US$ 850 milhões para US$ 950 milhões, incluindo o novo aporte. Para a companhia aérea, o plano assegura que a empresa sairá da recuperação judicial nos EUA “significativamente mais saudável” e com menor endividamento.

    Nova oferta pública de ações

    A Azul informou ainda que deve realizar uma nova oferta pública de ações para buscar a captação de até US$ 950 milhões.

    Uma oferta pública de ações é o processo por meio do qual uma empresa vende suas ações ao público para captar recursos e abrir capital. Em linhas gerais, a operação permite que investidores comprem “partes” da empresa e se tornem sócios, com o objetivo de financiar sua expansão e reduzir dívidas.

    Os papéis devem ser emitidos com desconto de 30% em relação ao valor da empresa definido no plano de recuperação judicial. A projeção da Azul é a de que haja uma diluição aproximada de 80% de sua base acionária atual.

    Ações em queda

    As ações da Azul negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3) registravam forte queda no pregão desta quarta-feira.

    Por volta das 11h40 (pelo horário de Brasília), os papéis da companhia aérea tombavam 11,34%, cotados a R$ 12,28.

    Azul em recuperação judicial

    No dia 12 de dezembro do ano passado, a Azul informou ao mercado que a Justiça dos EUA aprovou o plano de recuperação judicial apresentado pela empresa no âmbito do Chapter 11 – mecanismo equivalente à recuperação judicial no Brasil. Segundo a companhia, a proposta recebeu mais de 90% de aprovação em todas as classes de credores habilitados a votar.

    Com a confirmação do plano, a Azul avança no processo iniciado em maio deste ano, quando ingressou com o pedido na Justiça norte-americana para reorganizar suas obrigações financeiras. A empresa foi a última, entre as principais companhias aéreas brasileiras, a recorrer ao Chapter 11.

    De acordo com a Azul, a reestruturação prevê uma redução superior a US$ 3 bilhões em dívidas, além de cortes em obrigações relacionadas a arrendamentos de aeronaves, despesas com juros anuais e custos recorrentes da frota.

    Em comunicado ao mercado, a empresa afirmou que o plano aprovado inclui acordos comerciais e alterações em contratos de leasing de aeronaves, medidas que, segundo a avaliação da própria companhia, ampliam a flexibilidade financeira no longo prazo e criam condições para um crescimento considerado sustentável após a saída do processo.

    Outro ponto central da reestruturação é a previsão de uma oferta pública de ações que pode alcançar até US$ 950 milhões. A operação está dividida em etapas e envolve, entre outros aspectos, a conversão de créditos de determinados credores em participação acionária na empresa.

    No fim de maio de 2025, a Azul entrou com um pedido de recuperação judicial nos EUA, por meio do Chapter 11. A empresa optou pelos EUA por considerar a legislação do país mais flexível e também porque a maioria de seus credores é estrangeira – e grande parte dos contratos com os fornecedores têm como foro o estado de Nova York.

    Segundo as estimativas da Azul, a saída da recuperação judicial deve ocorrer já no início deste ano.

  • Conheça Max, border collie que vai combater o tráfico no Aeroporto JK

    Conheça Max, border collie que vai combater o tráfico no Aeroporto JK

    Divulgação/Receita Federal
    max receita federal

    A Receita Federal em Brasília (DF) recebeu, no fim de dezembro, um reforço estratégico – e muito fofo – no combate ao tráfico de drogas: o cachorro Max. Da raça border collie, o novo integrante da equipe irá ajudar nas ações de fiscalização no Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek.

    O cão foi especialmente treinado para a detecção de entorpecentes como maconha, cocaína, ecstasy, entre outras substâncias ilícitas.

    Por ser border collie, raça conhecida por sua aparência mais mansa e brincalhona, Max será ideal para fiscalizações em áreas com grande circulação de passageiros, contribuindo para abordagens mais discretas e eficazes.

    De acordo com a Receita Federal, Max é o primeiro cão da instituição a receber um treinamento específico para interação social, visto seu temperamento dócil.

    “Ele adora receber carinho, especialmente de crianças, e se tornou um integrante fundamental nas ações de cidadania fiscal, aproximando o órgão da sociedade e ajudando a educar o público sobre o papel da Receita Federal”, acrescentou a instituição.

    Max é o terceiro agente canino a integrar o time da alfândega da Receita Federal, que já conta com o pastor belga de malinois Rock e o pastor alemão Bruce.

  • Mãe de Duda Wendling questiona prêmio pago por A Fazenda

    Mãe de Duda Wendling questiona prêmio pago por A Fazenda

    Reprodução/Redes sociais.
    duda-wendling-rompe-silencio-sobre-polemica-com-a-mae

    A 17ª edição de A Fazenda já acabou há mais de um mês, mas ainda continua gerando treta. Camila Wendling, mãe da atriz e influenciadora Duda Wendling, que foi vice-campeã da temporada, reclamou do prêmio entregue à filha pela Record. À coluna Fabia Oliveira, ela disse que o valor é menor do que o entregue em anos anteriores.

    Reclamação

    Em A Fazenda 17, o prêmio entregue ao campeão, o apresentador Dudu Camargo, foi de R$ 2 milhões. A emissora também havia divulgado que o segundo lugar levaria com um carro zero km, enquanto a terceira posição garantiria R$ 100 mil. Já o quarto colocado recebeu R$ 50 mil.

    Para Camila Wendling, no entanto, o prêmio prometido para a filha na 17ª edição de A Fazenda, não foi igual ao entregue aos vice-campeões em outras temporadas. Ela foi além e apontou que o valor do carro prometido ao segundo lugar é equivalente aos R$100 mil do terceiro colocado.

    De acordo com a mãe de Duda Wendling, os vice-campeões de outras edições receberam valores maiores. “No contrato diz que é um carro, mas não específica qual”, afirmou Camila.

    O documento prevê que o veículo entregue ao vice-campeão de A Fazenda 17 é um Fiat Fastback Turbo 200. De acordo com a mãe de Duda, o carro é avaliado em cerca de R$110 mil, que foi o mesmo valor entregue ao terceiro colocado. Ainda segundo ela o carro é manual, não é automático. Assim, a filha escolheu receber o valor em dinheiro em vez do carro.

    “Então, porque houve disputa?”, questionou Camila. Procurada pela reportagem, a assessoria da Record afirmou que a emissora não vai comentar o caso.

    Anos anteriores

    Em 2024, na final de A Fazenda 16, o campeão Sacha Bali também faturou R$ 2 milhões. Já o vice-campeão, o ator Sidney Sampaio, faturou um carro zero km avaliado em cerca de R$ 230 mil. Yuri Bonotto, que ficou em terceiro, faturou R$ 50 mil.

    Já A Fazenda 15, em 2023, entregou R$1,5 milhão mais um carro avaliado em R$150 mil à vencedora, a influenciadora Jaquelline, e R$100 mil ao vice-campeão, André Gonçalves.

  • Liderança feminina ganha espaço estratégico em fórum na Suíça

    Liderança feminina ganha espaço estratégico em fórum na Suíça

    21/01/2026 11:45, atualizado 21/01/2026 11:45

    metropoles.com

    Todos os anos, em janeiro, uma pequena cidade nos Alpes suíços se transforma no epicentro das decisões globais. Em Davos, líderes políticos, executivos das maiores corporações do planeta e representantes do sistema financeiro internacional discutem caminhos para a economia, o clima, a tecnologia e a sociedade. Mas, historicamente, quem senta à mesa nem sempre representa quem vive os efeitos dessas decisões.

    Em 2026, esse cenário começou a mudar de forma concreta.

    Pela primeira vez na história, uma delegação latino-americana formada exclusivamente por mulheres líderes participa de uma agenda estruturada de debates paralelos ao Fórum Econômico Mundial, levando ao centro das discussões globais temas como liderança feminina, sustentabilidade, acesso a capital e economias emergentes, pautas que costumam ficar à margem do debate principal.

    A iniciativa é liderada pela Plataforma Mulheres Inspiradoras, em parceria com o Banco da Amazônia, e marca um movimento que vai além da representatividade simbólica: trata-se de ocupação estratégica de espaços onde decisões globais são influenciadas.

    Presença é histórica

    Segundo dados do próprio Fórum Econômico Mundial, menos de 30% dos participantes em painéis de alto nível são mulheres, e a presença de lideranças da América Latina segue desproporcional quando comparada à Europa e à América do Norte.

    Isso significa que regiões com realidades complexas como desigualdade social, biodiversidade estratégica e mercados emergentes raramente pautam as decisões globais a partir de quem vive esses contextos.

    É nesse ponto que a delegação brasileira e latino-americana rompe um ciclo histórico.

    Em vez de apenas assistir os debates, o grupo promove painéis próprios, reuniões estratégicas e encontros com líderes globais, conectando a realidade da América Latina às agendas que moldam o futuro da economia mundial.

    Para Geovana Quadros, fundadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras, a presença em Davos é uma resposta direta a esse desequilíbrio.

    Uma mulher aparece em close, falando ao microfone. Ela veste um blazer escuro e usa crachá. O fundo tem tons roxos e rosados, característicos da identidade visual do evento, reforçando o contexto de um fórum internacional
    Geovana Quadros: “Estar em Davos não é sobre visibilidade, é sobre presença estratégica. A América Latina precisa estar representada por lideranças que vivem a realidade dos mercados emergentes e participam ativamente da construção das soluções globais”

    Debate global

    A parceria com o Banco da Amazônia não é apenas institucional, ela carrega um peso simbólico e estratégico. Em um fórum que discute transição energética, clima e sustentabilidade, levar a Amazônia para o centro do debate é levar uma das maiores chaves do futuro do planeta.

    A instituição financeira atua há décadas no fomento ao desenvolvimento sustentável da região amazônica e vem ampliando a atuação em finanças verdes, bioeconomia, inclusão produtiva e apoio a mulheres empreendedoras.

    Para Ruth Helena Lima, executiva do Banco da Amazônia, a presença em Davos conecta territórios que raramente dialogam diretamente com o sistema financeiro global. “Participar dessa agenda global é uma forma de conectar a Amazônia, o Brasil e as mulheres líderes aos debates internacionais sobre desenvolvimento sustentável e impacto real.”

    Em outras palavras, a floresta deixa de ser apenas um tema abstrato e passa a ser representada por quem atua diretamente no desenvolvimento.

    Economia real

    A delegação reúne executivas, empresárias e lideranças brasileiras em posições estratégicas, com vivência prática em setores como tecnologia, finanças, impacto social e sustentabilidade. Essa experiência concreta é o que diferencia o grupo dentro de Davos.

    Enquanto muitos debates globais ainda permanecem no campo conceitual, a missão feminina latino-americana leva à mesa casos reais, desafios estruturais e soluções testadas em mercados emergentes, onde inovação e sobrevivência caminham juntas.

    Entre os encontros de pauta promovidos pela delegação, estão painéis e reuniões com representantes de instituições como Bloomberg, BRICS CCI Índia e outros setores do Fórum Econômico Mundial.

    A Plataforma Mulheres Inspiradoras, que atua há mais de dez anos conectando mulheres em posições de decisão, já é parceira de organizações como ONU Mulheres e BRICS CCI, e utiliza Davos como mais um ponto de articulação internacional.

    A diferença, agora, é que essas articulações deixam de ser periféricas e passam a dialogar diretamente com os centros de poder global.

    Além de Davos

    A participação da delegação latino-americana em 2026 não termina quando o Fórum acaba. O objetivo é transformar essas conexões em ações concretas no Brasil e na América Latina, traduzindo debates globais em políticas, investimentos e projetos reais.

    Em um mundo que enfrenta crises climáticas, desigualdade econômica e transformações aceleradas no mercado de trabalho, quem ocupa os espaços de decisão define não apenas estratégias, mas destinos.

    E, desta vez, mulheres latino-americanas não estão apenas assistindo o futuro ser discutido — estão ajudando a escrevê-lo.

    Banco da Amazônia

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  • Trump manda recado ao Canadá: "Vive dos EUA e deveria ser grato"

    Trump manda recado ao Canadá: "Vive dos EUA e deveria ser grato"

    Reprodução/CNN
    Trump durante Fórum Econômico Mundial em Davos

    Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, criticou o Canadá durante seu discurso no Fórum de Davos e mandou uma mensagem ao primeiro-ministro do país, Mark Carney: “Canadá vive dos EUA e deveria ser grato”.

    Trump afirmou, ainda, que o território da Groenlândia é fundamental para a construção do Domo de Ouro, projeto de defesa antimísseis dos Estados Unidos.

    “Ele (Domo de Ouro) vai ser bom para defender o Canadá também. O Canadá vide dos EUA, e deveria ser grato. Lembre disso, Mark, da próxima vez que for fazer uma declaração”, afirmou.

    Fala do premiê canadense

    Mark Carney afirmou na terça-feira (20/1), no mesmo fórum, que o mundo está passando por uma ruptura na ordem mundial.

    “O fim de uma ficção confortável e o início de uma realidade brutal, em que a geopolítica das grandes potências não está sujeita a nenhuma restrição”, afirmou o premiê.

    Em seguida, o premiê afirma que grandes potências estão aumentado a crise mundial por utilizar a integração econômica como arma, tarifas adicionais como instrumento de pressão e coerção. Mark não citou o país vizinho nem Trump, mas o recado foi interpretado como crítica à política externa dos Estados Unidos.

  • Médico cita alimentos que deveriam ser evitados por quem tem diabetes

    Médico cita alimentos que deveriam ser evitados por quem tem diabetes

    Getty Images
    Foto colorida de mulher sentada comendo frutas que estão em uma tigela - Metrópoles

    Conforme dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o Brasil tem em torno de 20 milhões de pessoas com a doença. Pelo levantamento da Federação Internacional de Diabetes (IDF), o país sul-americano ocupa a sexta colocação no ranking das nações com o maior índice da condição no mundo.

    De acordo com o nutrólogo Arthur Rocha, de Goiânia, quando um indivíduo tem diabetes, “o problema não é comer doce”. “A questão é tudo aquilo que faz o açúcar no sangue subir rápido demais, como se fosse uma montanha-russa. Isso cansa o pâncreas, piora a resistência à insulina e, com o tempo, traz complicações”, explica o médico.

    Alimentos x diabetes

    O especialista em emagrecimento saudável afirma que alguns alimentos merecem “atenção especial” na dieta das pessoas com diabetes.

    1. Açúcares

    “O primeiro grupo envolve os açúcares óbvios que, muitas pessoas até já desconfiam, mas às vezes ignoram no dia a dia”, declara Arthur. Ele lista os refrigerantes, sucos de caixinha, chás prontos, doces, bolos, balas e sobremesas em geral.

    Segundo o médico, “só um copinho” das bebidas mencionadas é suficiente para causar um pico grande glicose.

    2. Sucos de fruta

    O nutrólogo comenta que “os sucos de fruta enganam bastante pessoas”. Ele esclarece: “A fruta inteira tem fibra e é outra história. O suco, mesmo natural, vira praticamente açúcar líquido. Laranja, uva, manga, abacaxi. Tudo isso sobe a glicose rápido quando batido ou coado.”

    Diversos sucos. Suco de laranja, toranja. Metrópoles
    Os sucos de fruta devem ser evitados por quem tem diabetes por elevar o índice glicêmico

    3. Carboidratos refinados

    O especialista em performance define os carboidratos refinados como “aqueles alimentos branquinhos e macios”, o que integra bolachas, biscoitos, bolo simples, pão francês, arroz branco, macarrão tradicional e pão de forma comum. “Essas opções se transformam em açúcar no sangue muito rápido, quase como se fosse a substância pura”, frisa.

    4. Ultraprocessados

    Na avaliação de Arthur, é preciso ter cuidado com os ultraprocessados, mesmo os que não parecem doces. “Nuggets, salsicha, presunto, mortadela, lasanha congelada, salgadinhos, macarrão instantâneo”, elenca. O consumo desses alimentos “pioram” o controle da glicose, aumentam a inflamação e atrapalham o funcionamento da insulina.

    foto colorida de alimentos ultraprocessados
    Os ultraprocessados trazem substâncias prejudiciais à saúde na composição

    5.  Álcool 

    O médico descreve o álcool como “um vilão silencioso que quase ninguém lembra”. Ele destaca que a bebida alcoólica pode até baixar a glicose em um primeiro momento, porém, depois, “desorganiza tudo”. O especialista salienta que o consumo de cerveja, drinques adoçados e até o excesso de vinho dificultam “muito” o controle do diabetes.

    6. Produtos “diet” ou “sem açúcar”

    De acordo com o nutrólogo, esses alimentos costumam trazer na composição farinha branca, amido ou gordura ruim em excesso. “Não é porque não tem açúcar que está liberado”, argumenta Arthur Rocha.

    Ao finalizar, o especialista em equilíbrio hormonal ressalta que ter diabetes não é sobre passar fome nem viver de restrição”. Ele aconselha escolher melhor os alimentos, entender os impactos do consumo no corpo e comer com estratégia. “Quando isso é feito do jeito certo, a glicemia melhora, a energia volta e a pessoa retoma o controle da própria saúde”, conclui.

    Foto colorida de mulher fazendo a medição da glicemia - Metrópoles
    O médico dá conselhos para quem tem diabetes

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  • Liquidação do Will ocorreu após falha com a Mastercard, diz BC

    Liquidação do Will ocorreu após falha com a Mastercard, diz BC

    Divulgação
    Foto colorida da Will Financeira, que fazia parte do conglomerado do Banco Master - Metrópoles

    O Banco Central citou que, entre as justificativas para decretar a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento — conhecida como Will Bank —, houve o descumprimento da grade de pagamentos com a Mastercard.

    Controlado pelo conglomerado Master, de Daniel Vorcaro, desde fevereiro de 2024, o Will teve a liquidação decretada apenas três meses após a liquidação do Banco Master, ocorrida em novembro do ano passado.

    Em nota, o BC pontuou que a continuidade do Will, mesmo após a liquidação do Master, ocorreu “ante a possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento de sua controlada Will Financeira”.

    “Tal solução, contudo, não se mostrou viável, verificando-se no dia 19 de janeiro de 2026 o descumprimento pela Will Financeira da grade de pagamentos com o arranjo de pagamentos Mastercard (Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda.) e o consequente bloqueio de sua participação nesse arranjo”, explicou o BC, ao citar que a manutenção da empresa visava ao interesse público.

    O BC prossegue: “Assim, tornou-se inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial”.

    Liquidação pode elevar rombo

    Com a liquidação do Will Bank, o rombo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que já está em processo para desembolsar R$ 40,6 bilhões relativos ao Banco Master, pode se aproximar de R$ 50 bilhões.

    Dados do IFData, sistema do Banco Central que consolida informações contábeis das instituições financeiras, mostram que a Will Financeira mantinha R$ 6,5 bilhões em depósitos a prazo na data-base de setembro do ano passado — último balanço disponível.

    Esses depósitos correspondem principalmente a Certificados de Depósito Bancário (CDBs), títulos emitidos pelos bancos para captar recursos junto ao público, com prazo definido para resgate e remuneração por juros.

    Por se tratarem de passivos das instituições financeiras, esses valores precisam ser devolvidos aos investidores e contam com a garantia do FGC até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

    Na prática, quanto maior o volume de depósitos a prazo concentrado em uma instituição, maior é a exposição do FGC em caso de intervenção ou liquidação. No caso do Will, o montante tende a ampliar significativamente a pressão sobre o fundo, especialmente em razão da liquidação do próprio Banco Master, decretada em novembro do ano passado.