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  • Justiça impede gestão Nunes de fechar equipamentos sociais em SP

    Justiça impede gestão Nunes de fechar equipamentos sociais em SP

    Material cedido ao Metrópoles
    Precariedade em equipamento de acolhimento social em São Paulo - Metrópoles

    A Justiça determinou, em caráter liminar, que a Prefeitura de São Paulo se abstenha de da cidade. Movida pela Defensoria Pública do Estado, a ação visa impedir encerramento de atividades em mais de 20 hotéis sociais e outros serviços. A medida representaria a perda de cerca de 2,6 mil vagas oferecidas para pessoas em situação de rua e/ou vulnerabilidade, segundo o processo.

    A Defensoria argumenta que a gestão Ricardo Nunes (MDB) está promovendo um “desmonte” da rede de proteção social. Após a demanda judicial, a 14ª Vara da Fazenda Pública mandou que a administração municipal apresente um plano detalhado de reestruturação, além de um estudo técnico que justifique o fechamento, com indicação do destino dos indivíduos.

    Apesar da decisão da magistrada, as pessoas acolhidas relatam que a realidade dentro dos equipamentos é precária, com problemas como percevejos, alimentação inadequada, violência entre usuários, falta de escuta das equipes e, sobretudo, ausência de permanência digna.

    Em 19 de dezembro de 2025, a juíza Larissa Kruger Vatzco estabeleceu uma multa diária de R$ 30 mil em caso de descumprimento da prefeitura. Posteriormente, em janeiro deste ano, o município entrou com um recurso.

    Em 9 de janeiro, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) reconheceu que o caso é conexo a processos anteriores, de 2018 e 2019, relacionados ao encerramento de atividades de hotéis sociais e a transferência de usuários pelo município.

    O relator Torres de Carvalho determinou, então, a redistribuição da ação civil pública para a 8ª Câmara de Direito Público. Assim, o desembargador Leonel Costa analisará a manifestação da prefeitura.

    Precariedade nos equipamentos sociais

    Relatos ouvidos pelo Metrópoles expõem a precariedade atual encontrada em equipamentos sociais da capital paulista. Entre os percalços, está o fornecimento de comida inóspita e até sem cozimento adequado.

    As reclamações também incluem a presença de percevejos nos alojamentos. Frequentemente, de acordo com as famílias, crianças são picadas e ficam feridas.

    A estrutura inadequada engloba paredes com rachaduras, mofo, móveis quebrados e falta de higiene. Para os usuários, ocorrem diversos episódios que configuram violência institucional contra as pessoas acolhidas.

    Outra preocupação é a limitação de vagas, inclusive para mães com crianças e idosos. “Infelizmente, já houve casos de pessoas que adoeceram e até morreram na calçada por não conseguirem acesso ao serviço”, conta um usuário.

    “Estou vivendo isso na prática, porque atualmente me encontro em um desses equipamentos e presencio diariamente essa negligência. O Ministério Público acompanha o caso, mas as providências ainda não garantiram condições humanas de atendimento”, completa o relato.

    Segundo pessoas atendidas pela rede socioassistencial, vídeos, fotos e depoimentos são enviados diretamente à Secretaria de Assistência Social. “Não recebemos resposta efetiva nem providências concretas. O sentimento é de total omissão do poder público diante de sofrimentos que poderiam ser evitados”, lamenta um homem ouvido pela reportagem.

    Veja vídeo:

    Como funciona o acolhimento

    A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) oferece serviços voltados às pessoas em situação de rua. Isso contempla espaços de convivência e acolhimento institucional em caráter provisório.

    Entre as opções, estão os pontos de Centro de Acolhida nas categorias: adultos; idosos; famílias; mulheres; mulheres trans; homens trans; pessoas em período de convalescença; especial para catadores; e inserção produtiva.

    As formas de acessos se dão por meio de encaminhamento via Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centro Pop, ou pela Central de Vagas do 156.

    Já a República Adultos é um serviço de acolhimento provisório que oferece atendimento durante o processo de construção de autonomia pessoal e saída da rede de serviços socioassistencial para moradia autônoma.

    A rede socioassistencial da cidade de São Paulo abrange, ainda, hotéis sociais espalhados pela cidade. São equipamentos que, de forma individual, devem atender a perfis diversos, como homens, mulheres, idosos, famílias e o público LGBTQIA+.

    O preenchimento das vagas é determinado por meio de uma central, acionada pelos serviços de abordagem e encaminhamento dos territórios. O mesmo público que é recebido nos hotéis sociais pode ser acolhido também em outros serviços tradicionais da rede, como os Centros de Acolhida, de acordo com a gestão municipal.

    “Nesses equipamentos, a Organização da Sociedade Civil (OSC) responsável auxilia os acolhidos na busca de um emprego, capacitação profissional, reconstrução de laços familiares e/ou afetivos e propõe atividades socioeducativas, entre eles e também com a comunidade, como maneira de fortalecimento dos vínculos sociais e de reconstrução da autonomia”, informa o site da prefeitura.

    O que diz a Prefeitura de SP

    Na Justiça, a Prefeitura de SP contesta a interpretação de “fechamento” dos equipamentos. A gestão Nunes diz que está executando um Plano de Requalificação da Rede de Acolhimento, que visa o reordenamento de 2,9 mil vagas.

    A prefeitura sustenta que a medida busca substituir o modelo hoteleiro, considerado emergencial e obsoleto, por unidades habitacionais modulares dignas, conhecidas como Vilas Reencontro, e Centros de Acolhida Especializados.

    Em nota ao Metrópoles, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) alegou que nenhum serviço foi fechado. “A Prefeitura ampliou de 15.090 para 29.194 as vagas de acolhimento em toda a rede socioassistencial entre 2020 e 2026”, destacou.

    “O município está promovendo um reordenamento das vagas credenciadas em hotéis, com foco na qualificação do atendimento à população em situação de vulnerabilidade. A decisão liminar está sendo cumprida, e a Procuradoria Geral do Município (PGM) informa que ainda se encontra em curso o prazo para apresentação de defesa e do plano de reestruturação em elaboração”, apontou o texto.

     

  • Como o petróleo brasileiro pode ser afetado por atos de Trump no mundo

    Como o petróleo brasileiro pode ser afetado por atos de Trump no mundo

    Rodrigo Jose Fernandes/Petrobras
    Imagem colorida da Refinaria Replan Paulínea da Petrobras

    As movimentações e declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Venezuela e o aumento na tensão no Irã, por causa de protestos, levaram a questionamentos sobre as consequências de curto e longo prazo para os rumos do petróleo no mundo, resvalando no Brasil por tabela. No entanto, as perspectivas iniciais indicam um cenário de pouca influência das movimentações externas sobre o combustível brasileiro.

    A expectativa de que a influência externa sobre o petróleo brasileiro vem perdendo força faz parte do entendimento do proprietário da WSB Advisors- locadora de navios de petróleo, Alexandre Vilela.


    Tipos de petróleo existentes


    “O Brasil é hoje claramente mais resiliente. O país conta com uma base produtiva sólida, contratos de longo prazo, maior previsibilidade regulatória e uma frota de bandeira nacional em expansão para o transporte de petróleo e derivados. Esses fatores reduzem a exposição a choques externos e contribuem para maior estabilidade logística e comercial”, detalha Vilela.

    Especificamente em relação ao vizinho sul-almericano, Vilela considera ser cedo para considerar a materialização de possíveis impactos relevantes sobre o comércio petroleiro brasileiro.

    “A interação direta de volumes entre Brasil e Venezuela é historicamente muito limitada, e eventuais mudanças estruturais na oferta venezuelana demandariam tempo para se materializar. Além disso, o cenário atual ainda carece de estabilidade política e operacional para gerar redistribuições efetivas de fluxos”, explica.

    Vilela argumenta que a posição do Brasil hoje tem relação com o passado. Ele contextualiza que o Brasil já foi impactado no passado pela nacionalização de ativos e pelo descumprimento de compromissos na Venezuela.

    “Mas hoje detém elevada expertise técnica, operacional e financeira. A autossuficiência deve ser entendida não apenas como produção doméstica, mas também como a capacidade de uma empresa nacional atuar de forma integrada, dentro e fora do país”, acrescenta.

    Sensibilidade à variação nos preços internacionais

    As manifestações de Trump incentivado os iranianos a manterem os protestos contra o regime dos aiatolás no país levaram a uma reação do mercado, que é mais sensível a possíveis mudanças repentinas no equilíbrio geopolítico global.

    “Patriotra iranianos, continuem protestando – ocupem suas instituições. Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes pare. A ajuda está a caminho”, escreveu Trump em publicação da terça-feira (13/1).

    Como consequência, o preço do petróleo do tipo Brent (referência para o mercado internacional) chegou a acumular alta de 11% em uma semana. Os preços recuaram juntos com uma baixa no tom do norte-americano.

    O Irã

    O Irã enfrenta protestos internos recorrentes, agravados por uma economia enfraquecida, inflação elevada e restrições impostas por sanções internacionais que já duram anos. Uma escalada na contenda entre EUA e Irã pode levar a impactos na produção global de petróleo. Estas alterações é que poderiam resvalar no Brasil.

    A repressão ao movimento de protesto no Irã já resultou em milhares de mortos, entre eles manifestantes – a grande maioria – pessoas ligadas ao governo, além de crianças e civis que não participavam das mobilizações.

    Venezuela

    Os Estados Unidos atacaram, no último dia 3/1, diversas regiões da Venezuela. Naquela data foram capturados o presidente do regime autoritário Nicolás Maduro e da esposa dele, Cilia Flores.

    Ao fazer o primeiro pronunciamento sobre o assunto, Trump foi transparente ao deixar claro que o interesse da operação não tinha como foco a derrubada do regime autoritário, e sim a exploração de petróleo venezuelano.

    O impacto da possível concretização do plano trumpista pode ser uma redução no preço do petróleo no mundo. O motivo é que aumentaria a produção venezuelana. O país tem a maior reserva de petróleo do mundo, além de ser considerado um tipo de elevada qualidade.

    Investimentos norte-americanos têm condição de elevar o volume de produção, o que ampliaria a oferta e influenciaria para a queda nos preços de uma maneira geral, impactando também o Brasil. No entanto, os investimentos e os resultados dos mesmos podem levar tempo.

  • Com Barcelona e Bayern, confira os jogos desta quinta na Champions

    Com Barcelona e Bayern, confira os jogos desta quinta na Champions

    A 7ª rodada da Champions League se encerra nesta quarta (21/1) com nove jogos. Destaque para o Bayern de Munique que pode subir para 2º

  • O Carnaval de Lula e Janja no camarote de Paes

    O Carnaval de Lula e Janja no camarote de Paes

    Ricardo Stuckert/PR
    O presidente Lula (PT) e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) - Metrópoles

    O presidente Lula planeja ficar no camarote da Prefeitura do Rio de Janeiro, comandado pelo prefeito Eduardo Paes (PSD), durante sua passagem pelo Carnaval carioca.

    Como a coluna já mostrou, o chefe do Palácio do Planalto disse a aliados que pretende ir à Marquês de Sapucaí no domingo de Carnaval, dia 15 de fevereiro.

    A expectativa é que a primeira-dama, Janja, e ministros também compareçam ao camarote.

    O petista planeja assistir ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que levará para a avenida um enredo em sua homenagem.

    Para aliados do petista, a participação de Lula no Carnaval faz parte do pontapé inicial da campanha de reeleição do presidente, especialmente após Paes anunciar sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro.

    O prefeito afirmou, no sábado (17/1), que está em pré-campanha e sinalizou o desejo de ter “votos para governador”.
    A declaração foi feita durante uma visita ao município de Santo Antônio de Pádua.

     

     

  • "Vivendo luto 2 vezes", diz irmã de carteiro morto por técnico em UTI. Veja vídeo

    "Vivendo luto 2 vezes", diz irmã de carteiro morto por técnico em UTI. Veja vídeo

    Reprodução/Instagram
    carteiro correios

    “É devastador descobrir que ele foi morto de maneira tão cruel e saber que ele foi assassinado por alguém que deveria estar ajudando ele. A gente tá vivendo o luto duas vezes.” 

    A declaração é de Mariana Fernandes, irmã do carteiro Marcos Moreira (foto em destaque), de 33 anos, uma das vítimas de três técnicos de enfermagem acusados de aplicarem substância letal em pacientes internados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF).

    Em conversa com o Metrópoles, a mãe, a irmã e a viúva de Marcos detalharam como receberam a notícia sobre a morte do carteiro que tinha apenas 33 anos.

    Marcos Moreira morava em Brazlândia e era carteiro. Ele deixou esposa e uma filha de apenas 5 anos que diariamente pergunta pelo pai.

    “Ele era muito apegado com a filhinha dele. E ela não superou, pergunta todos os dias pelo pai. Ela não entende a morte porque minutos antes de ele ir pro hospital ele liga pra ela, fala com ela de chamada de vídeo perfeitamente bem”, explicou Mariana 

    Marcos morreu no dia 1° de dezembro, 14 dias após ser internado com suspeita de pancreatite. Ele deu entrada no hospital com fortes dores abdominais e na primeira noite no hospital teve a primeira parada cardíaca, foi intubado e desde então não acordou mais.

    “Tá sendo devastador não ter mais a presença dele”

    Segundo a mãe de Marcos, Maria Aparecida Fernandes, durante o período internado, o paciente apresentou evolução e a família acreditava na melhora. No dia 23 de novembro a família chegou a ser contatada, os médicos comunicaram que iniciariam o processo de redução nas medicações e diminuiriam a sedação para mínima.

    A viúva de Marcos, Denilza Freire relata que acreditava na melhora do marido, embora soubesse que o quadro era complexo. Ela relata que o Marcos chegou apenas com dores e teve piora rapidamente. “Eles sempre falavam pra gente que o caso dele era muito grave e estavam fazendo o possível”, comentou Denilza.

    Quase dois meses após a morte, a família foi chamada pela diretoria do hospital e informada sobre a investigação e a verdadeira causa da morte. 

    Marcos será lembrado pela família, amigos e comunidade pela gentileza e carisma. Esforçado, ele passou em concurso público aos 21 anos e marcou quem o conheceu.

    “Até no serviço dele, nas entregas que fazia, ele era destaque pela educação e pelo esforço que ele tinha”, detalhou Mariana, irmã de Marcos.

    As outras vítimas dos técnicos de enfermagem presos são: 

    O caso foi levado à polícia pela própria unidade de saúde que observou um padrão de mortes atípico no hospital.

    “Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes”, afirmou o Hospital Anchieta em nota.


    Entenda o caso


     

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    Em noite inspirada de Robson, o Novorizontino goleou o Palmeiras por 4 a 0 na noite desta terça-feira (20), em jogo válido pela quarta rodada…

  • Procissão em quilombo de Bacabal pede volta de crianças desaparecidas. Vídeo

    Procissão em quilombo de Bacabal pede volta de crianças desaparecidas. Vídeo

    A comunidade do quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA), realizou nesta terça-feira (20/1), dia de São Sebastião, uma procissão e uma missa com orações pelo retorno dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4. As crianças estão desaparecidas desde o dia 4 de janeiro.

    Em um vídeo publicado pelo prefeito do município, Roberto Costa (MDB), a comunidade aparece carregando uma imagem de São Sebastião, celebrado nesta terça. O santo é conhecido na tradição católica como protetor contra doenças, fome e guerras, além de símbolo de fé e resistência. O ato foi marcado por orações e pedidos pelo retorno das crianças.

    “Hoje, na procissão e na missa presidida pelo Bispo Dom Armando em honra a São Sebastião, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, renovamos a fé e a esperança. Seguimos em oração por Isabelly e Michael”, escreveu o prefeito.

    A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão mantém as buscas pelos irmãos. No 17º dia de buscas, as equipes seguem com varreduras aquáticas e subaquáticas, no Rio Mearim, e em terra.

    Dados do governo do Maranhão indicam que participam da operação, que reúne forças federais, estaduais, apoio interestadual e voluntários.

    A Marinha do Brasil passou a atuar no caso durante o sábado (17/1), com o uso de side scan sonar no rio. O equipamento permite o mapeamento do fundo do rio e da coluna d’água, mesmo em ambientes de baixa visibilidade.

    Até o momento, nenhum vestígio de Isabelly e Michael foi encontrado.

    As investigações da Polícia Civil segue em andamento com apoio da perícia oficial. Anderson Kauan, primo das crianças, segue em acompanhamento e não apresenta indícios de abuso sexual.

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  • Saiba o estado de saúde da criança encontrada em Bacabal

    Saiba o estado de saúde da criança encontrada em Bacabal

    Reprodução/X
    Criança em Bacabal

    O menino Anderson Kauã , de 8 anos, única criança encontrada após desaparecer no município de Bacabal (MA), recebeu alta hospitalar nesta terça-feira (20/1). A informação foi confirmada pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão, em publicação nas redes sociais.

    “O menino Kauã teve alta médica e vai continuar recebendo todo o apoio para superar o momento difícil que viveu”, escreveu o governador.

    A criança foi encontrada por um carroceiro, em 7 de janeiro, três dias após desaparecer ao lado dos primos, . Kauã chegou a dizer que os primos estavam por perto, no entanto, até esta terça-feira (20/1), o paradeiro deles segue desconhecido.

    Segundo Carlos Brandão, Kauã segue contribuindo com informações para direcionar as buscas por Ágatha e Michael.

    “Os trabalhos avançam pela região e, com prioridade, pelo leito do Rio Mearim, com apoio da Marinha e de mergulhadores do Corpo de Bombeiros. Também seguimos com as investigações para dar uma resposta à família, à comunidade de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, e a todos que acompanham o caso”, afirmou o governador do Maranhão.

    Anderson Kauã perdeu 10 quilos no período em que ficou desaparecido. Ele foi encontrado em um matagal, a 4 km de distância do local em que desapareceu, sem roupas e com sinais de desnutrição.

     

    O menino estava internado no Hospital Geral de Bacabal desde o dia 7 de janeiro e recebeu apoio médico e psicológico. Ele também foi atendido pelo Instituto de Perícia Especializada na Escuta de Crianças e Adolescentes (IPCA) e contribuiu com informações importantes para direcionar as buscas.

    Como Anderson Kauã foi encontrado sem roupas, ele passou por exames periciais que descartaram a hipótese de abuso sexual.

    Buscas continuam

    No fim de semana, a força-tarefa ganhou reforço com a atuação da Marinha do Brasil no trecho fluvial.

    De acordo com dados do governo do Maranhão, as equipes já realizaram varreduras em uma área superior a 3.200 km².