Categoria: Teste

  • Menina de 15 anos usa artes marciais e contém agressor dentro de casa

    Menina de 15 anos usa artes marciais e contém agressor dentro de casa

    Arquivo/Agência Brasil
    Adolescente usou artes marciais para imobilizar homem que ameaçava família. Ele morreu e a polícia considerou ação como legítima defesa - Metrópoles

    Uma adolescente, de 15 anos, utilizou técnicas de defesa pessoal aprendidas em aulas de artes marciais para imobilizar um homem, de 33 anos, que ameaçava sua família, na noite do último sábado (21/3), em Gália, interior de São Paulo. Durante a ação, o suspeito chegou a agredir uma das mulheres presentes. O homem foi socorrido por uma ambulância até o pronto-socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. 

    Treinada em artes marciais, a jovem conseguiu imobilizar o homem que ameaçava matar a própria meia-irmã e outras mulheres da família dentro da residência. Ela segurou o suspeito até a chegada do socorro, evitando que a situação piorasse. Quando os policiais chegaram, o homem ainda estava contido pela jovem, aparentando estar desacordado.

    As vítimas foram encaminhadas à delegacia, e a autoridade policial registrou o caso como ato infracional análogo a homicídio, lesão corporal, violência doméstica e ameaça. Exames do Instituto Médico Legal (IML) foram solicitados para apuração completa.

    A Polícia Civil ressaltou que a ação da adolescente ocorreu em legítima defesa própria e de terceiros, incluindo sua irmã e outras mulheres da família. Por esse motivo, a jovem não foi apreendida.

    De acordo com a Secretária de Segurança Pública (SSP), um  inquérito policial foi instaurado para apurar todas as circunstâncias do caso, investigando a dinâmica das ameaças, a reação da adolescente e a sequência que levou à morte do homem.

  • Menina de 15 anos usa artes marciais e contém agressor dentro de casa

    Menina de 15 anos usa artes marciais e contém agressor dentro de casa

    Arquivo/Agência Brasil
    Adolescente usou artes marciais para imobilizar homem que ameaçava família. Ele morreu e a polícia considerou ação como legítima defesa - Metrópoles

    Uma adolescente, de 15 anos, utilizou técnicas de defesa pessoal aprendidas em aulas de artes marciais para imobilizar um homem, de 33 anos, que ameaçava sua família, na noite do último sábado (21/3), em Gália, interior de São Paulo. Durante a ação, o suspeito chegou a agredir uma das mulheres presentes. O homem foi socorrido por uma ambulância até o pronto-socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. 

    Treinada em artes marciais, a jovem conseguiu imobilizar o homem que ameaçava matar a própria meia-irmã e outras mulheres da família dentro da residência. Ela segurou o suspeito até a chegada do socorro, evitando que a situação piorasse. Quando os policiais chegaram, o homem ainda estava contido pela jovem, aparentando estar desacordado.

    As vítimas foram encaminhadas à delegacia, e a autoridade policial registrou o caso como ato infracional análogo a homicídio, lesão corporal, violência doméstica e ameaça. Exames do Instituto Médico Legal (IML) foram solicitados para apuração completa.

    A Polícia Civil ressaltou que a ação da adolescente ocorreu em legítima defesa própria e de terceiros, incluindo sua irmã e outras mulheres da família. Por esse motivo, a jovem não foi apreendida.

    De acordo com a Secretária de Segurança Pública (SSP), um  inquérito policial foi instaurado para apurar todas as circunstâncias do caso, investigando a dinâmica das ameaças, a reação da adolescente e a sequência que levou à morte do homem.

  • Justiça determina que Estado e Imac ampliem transparência de dados ambientais

    Justiça determina que Estado e Imac ampliem transparência de dados ambientais

    A 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco determinou que o Estado do Acre e o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) disponibilizem de forma plena e atualizada informações ambientais em seus portais eletrônicos.

    Segundo o MP, a decisão atende a pedido do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio de ação civil pública proposta pelo Grupo Especial de Defesa do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema).

    De acordo com o MPAC, foram identificadas falhas na divulgação de dados relacionados a licenciamento ambiental, autos de infração, termos de ajustamento de conduta, autorizações de supressão de vegetação e estudos de impacto ambiental.

    Relatórios técnicos elaborados pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT), órgão auxiliar do Ministério Público, apontaram que, mesmo após a implementação do Sistema Integrado de Licenciamento e Fiscalização Ambiental (S-IMAC), informações consideradas essenciais permaneciam incompletas, desatualizadas ou de difícil acesso ao público.

    Na decisão, a Justiça estabeleceu o prazo de 90 dias para que o Estado e o Imac adotem medidas que garantam a divulgação de dados completos e atualizados sobre:

    Além disso, os órgãos deverão manter séries históricas das informações, permitindo o acompanhamento das ações administrativas ao longo do tempo.

    A decisão também determina que o acesso aos dados seja público e irrestrito, sem exigência de cadastro que limite ou dificulte a consulta.

    “O MPAC reforça que o acesso à informação ambiental é um direito fundamental, respaldado pelos princípios da publicidade, transparência e participação social, essenciais para o controle social e a proteção do meio ambiente”, afirmou.

  • Justiça determina que Estado e Imac ampliem transparência de dados ambientais

    Justiça determina que Estado e Imac ampliem transparência de dados ambientais

    A 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco determinou que o Estado do Acre e o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) disponibilizem de forma plena e atualizada informações ambientais em seus portais eletrônicos.

    Segundo o MP, a decisão atende a pedido do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio de ação civil pública proposta pelo Grupo Especial de Defesa do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema).

    De acordo com o MPAC, foram identificadas falhas na divulgação de dados relacionados a licenciamento ambiental, autos de infração, termos de ajustamento de conduta, autorizações de supressão de vegetação e estudos de impacto ambiental.

    Relatórios técnicos elaborados pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT), órgão auxiliar do Ministério Público, apontaram que, mesmo após a implementação do Sistema Integrado de Licenciamento e Fiscalização Ambiental (S-IMAC), informações consideradas essenciais permaneciam incompletas, desatualizadas ou de difícil acesso ao público.

    Na decisão, a Justiça estabeleceu o prazo de 90 dias para que o Estado e o Imac adotem medidas que garantam a divulgação de dados completos e atualizados sobre:

    Além disso, os órgãos deverão manter séries históricas das informações, permitindo o acompanhamento das ações administrativas ao longo do tempo.

    A decisão também determina que o acesso aos dados seja público e irrestrito, sem exigência de cadastro que limite ou dificulte a consulta.

    “O MPAC reforça que o acesso à informação ambiental é um direito fundamental, respaldado pelos princípios da publicidade, transparência e participação social, essenciais para o controle social e a proteção do meio ambiente”, afirmou.

  • Encapuzados arrombam supermercado e levam bebidas e mercadorias

    Encapuzados arrombam supermercado e levam bebidas e mercadorias

    CRIME NO INTERIOR

    Encapuzados arrombam supermercado e levam bebidas e mercadorias

    Por Saimo Martins23 de março de 2026 – 14h42 1 min de leitura

    Siga o ac24horas no WhatsApp e receba as principais notícias do Acre em primeira mão.

    Seguir canal

    Criminosos invadiram e roubaram mercadorias do Supermercado Maria Clara, localizado nas proximidades do Mercado Público de Tarauacá, na madrugada desta segunda-feira (23) de março.

    Indivíduos encapuzados arrombaram o estabelecimento e levaram bebidas e outros produtos. O crime ocorreu com o local fechado, o que favoreceu a ação dos suspeitos.
    O proprietário do supermercado, Cleumar, ainda faz o levantamento dos prejuízos. Até o momento, não há valor estimado para as perdas.

    A Polícia foi acionada e deu início às investigações para identificar os autores do crime. Imagens de câmeras de segurança da região podem auxiliar no trabalho das autoridades.

    O Supermercado Maria Clara já foi alvo de arrombamento anteriormente, fato que aumenta a preocupação de comerciantes da área central com a repetição de crimes desse tipo.

  • Encapuzados arrombam supermercado e levam bebidas e mercadorias

    Encapuzados arrombam supermercado e levam bebidas e mercadorias

    CRIME NO INTERIOR

    Encapuzados arrombam supermercado e levam bebidas e mercadorias

    Por Saimo Martins23 de março de 2026 – 14h42 1 min de leitura

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    Criminosos invadiram e roubaram mercadorias do Supermercado Maria Clara, localizado nas proximidades do Mercado Público de Tarauacá, na madrugada desta segunda-feira (23) de março.

    Indivíduos encapuzados arrombaram o estabelecimento e levaram bebidas e outros produtos. O crime ocorreu com o local fechado, o que favoreceu a ação dos suspeitos.
    O proprietário do supermercado, Cleumar, ainda faz o levantamento dos prejuízos. Até o momento, não há valor estimado para as perdas.

    A Polícia foi acionada e deu início às investigações para identificar os autores do crime. Imagens de câmeras de segurança da região podem auxiliar no trabalho das autoridades.

    O Supermercado Maria Clara já foi alvo de arrombamento anteriormente, fato que aumenta a preocupação de comerciantes da área central com a repetição de crimes desse tipo.

  • No Acre, Justiça condena Unama por impedir aluna de colar grau por erro administrativo

    No Acre, Justiça condena Unama por impedir aluna de colar grau por erro administrativo

    A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve, por unanimidade, a condenação de uma instituição privada de ensino superior do estado, nesta segunda-feira (23). O caso envolve uma estudante que teve a participação na colação de grau negada por erro administrativo da instituição, que registrou, de forma indevida, abandono acadêmico.

    A decisão determina que a faculdade pague indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil à estudante, além das custas processuais e honorários advocatícios. A instituição também tem prazo de 15 dias para a entrega do diploma.

    Em sua defesa, a Unama alegou negou falha na prestação do serviço. O colegiado rejeitou os argumentos e manteve a condenação na íntegra, com o entendimento de que o valor da indenização é proporcional e adequado às circunstâncias do caso.

    Conforme a decisão, a questão não trata de ato administrativo federal referente à validade do diploma, mas de falha na prestação de serviço educacional, com base na relação contratual entre a aluna e a instituição privada. O caso, portanto, se enquadra nas normas de responsabilidade civil e do direito do consumidor.

    O colegiado concluiu que o erro administrativo gerou prejuízos que vão além do simples aborrecimento, com impacto nas esferas pessoal e profissional da estudante, que teve a expectativa legítima de conclusão do curso frustrada pela falha da instituição.​​​​​​​​​​​​​​​​

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • No Acre, Justiça condena Unama por impedir aluna de colar grau por erro administrativo

    No Acre, Justiça condena Unama por impedir aluna de colar grau por erro administrativo

    A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve, por unanimidade, a condenação de uma instituição privada de ensino superior do estado, nesta segunda-feira (23). O caso envolve uma estudante que teve a participação na colação de grau negada por erro administrativo da instituição, que registrou, de forma indevida, abandono acadêmico.

    A decisão determina que a faculdade pague indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil à estudante, além das custas processuais e honorários advocatícios. A instituição também tem prazo de 15 dias para a entrega do diploma.

    Em sua defesa, a Unama alegou negou falha na prestação do serviço. O colegiado rejeitou os argumentos e manteve a condenação na íntegra, com o entendimento de que o valor da indenização é proporcional e adequado às circunstâncias do caso.

    Conforme a decisão, a questão não trata de ato administrativo federal referente à validade do diploma, mas de falha na prestação de serviço educacional, com base na relação contratual entre a aluna e a instituição privada. O caso, portanto, se enquadra nas normas de responsabilidade civil e do direito do consumidor.

    O colegiado concluiu que o erro administrativo gerou prejuízos que vão além do simples aborrecimento, com impacto nas esferas pessoal e profissional da estudante, que teve a expectativa legítima de conclusão do curso frustrada pela falha da instituição.​​​​​​​​​​​​​​​​

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Ex-secretário do MJ é "promovido" e ganha cargo de R$ 93 mil no BNDES

    Ex-secretário do MJ é "promovido" e ganha cargo de R$ 93 mil no BNDES

    Reprodução
    Jean Keiji Uema Justiça

    Ex-secretário nacional de Justiça do governo Lula, Jean Uema ganhará uma baita “promoção” após deixar o cargo no Ministério da Justiça, em fevereiro deste ano.

    Nos próximos dias, Uema assumirá o posto de diretor de “Risco e Compliance” do BNDES, com salário mensal bruto na casa dos R$ 93 mil, segundo tabela do banco.

     

    O novo salário de Uema é mais de sete vezes maior do que o que ele recebia como secretário nacional de Justiça, que era de cerca de R$ 13 mil, mais R$ 8,5 mil em jetons.

    O ex-secretário também o jeton desde janeiro de 2023 por ser membro do conselho de administração do BNDES, banco comandado pelo petista Aloizio Mercadante.

    Uema tem uma longa relação com o PT. Chegou a ser consultor jurídico das lideranças do partido na Câmara e no Senado, além de ser próximo de caciques como Alexandre Padilha, Jaques Wagner e Jorge Messias.

    Na transição entre Ricardo Lewandowski e o atual ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, seu nome foi defendido por petistas para ser o secretário-executivo do ministério, mas acabou não sendo escolhido.

  • #BolsonaroEmCasa: abaixo-assinado tem 105,4 mil pedidos por domiciliar

    #BolsonaroEmCasa: abaixo-assinado tem 105,4 mil pedidos por domiciliar

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
    Imagem colorida do ex-presidente Jair Bolsonaro concedendo entrevista ao Metrópoles

    Um abaixo-assinado criado a partir de movimento na internet reuniu 105,4 mil assinaturas com pedidos de prisão domiciliar humanitária a Jair Bolsonaro (PL). O documento on-line reuniu seguidores a partir da #BolsonaroEmCasa e foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Uma das argumentações para pedir a domiciliar é de que Bolsonaro é “uma pessoa idosa e com estado de saúde muito frágil, que necessita de cuidados de diversos profissionais da área médica, como médico, enfermeiro, fisioterapeuta, psicólogo, entre outros“.

    A juntada aos autos da Execução Penal de Bolsonaro com o pedido foi realizada pelo deputado estadual Paulo Mansur (PL-SP).

    As assinaturas chegam ao Supremo no mesmo dia em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deu parecer favorável à concessão do benefício da prisão domiciliar a Bolsonaro.