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  • Candidatos de concurso do CBMDF têm decisão favorável na Justiça

    Candidatos de concurso do CBMDF têm decisão favorável na Justiça

    Igo Estrela/Metrópoles
    CBMDF - Metrópoles

    O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) determinou que 18 pessoas pretas ou pardas (PPPs) que prestam o concurso público do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) continuem na disputa por um cargo.

    O Metrópoles revelou, nesta segunda-feira (19/1), que 70 candidatos PPPs correm risco de ser eliminados por um possível erro de parte do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), banca organizadora do certame.

    O concurso do CBMDF oferta 354 vagas para soldado e oficial. O salário inicial é de até R$ 15.287,06.

    Na decisão, o juiz Carlos Fernando Fecchio dos Santos, da 1ª Vara da Fazenda Pública do DF, considerou que “houve aparente preterição de candidatos declarados cotistas e que se encontravam habilitados pela lista da ampla concorrência“.

    Agora, os 18 concurseiros que procuraram a Justiça para relatar o caso terão as provas discursivas corrigidas e seguirão na busca por uma vaga de bombeiro militar no CBMDF.


    Entenda o caso


    O juiz considerou que os relatos do grupo “revelam claro risco ao resultado útil do processo”. Por isso, o magistrado decidiu que os 18 candidatos que peticionaram a ação tenham suas vagas reservadas.

    “A medida mais adequada para o estágio inicial da presente demanda e para o contexto atual do concurso público é a reserva de vagas dos autores”, decidiu o juiz Carlos Fernando Fecchio dos Santos.

    A petição, impetrada pelo advogado Eduardo Castro, solicitava a reserva de vagas ou até mesmo a suspensão do concurso, mas o juiz considerou que suspender o certame seria “medida desproporcional, com potencial de gerar prejuízo coletivo sério”.

    52 candidatos ainda sem resposta

    Como apenas 18 dos 70 candidatos prejudicados procuraram a Justiça, é possível que os outros 52 postulantes sejam eliminados de forma injusta.

    O Metrópoles buscou novamente posicionamento do Idecan e, em caso de retorno, a reportagem será atualizada; o CBMDF declarou que o setor responsável pelo tema analisa o caso.

    “Em razão dos limites da legitimidade processual, os autores não podem pleitear em nome dos 70 candidatos que se encontram na mesma situação”, afirma o advogado Eduardo Castro.

    “A reintegração formal ao concurso é inviável, pois é indispensável a prévia instauração do contraditório para que se possa identificar com precisão quais candidatos foram efetivamente afetados”, prossegue.

    “Por isso, recomendamos que todos os candidatos que estejam nessa situação busquem amparo judicial, a fim de assegurar a correção de suas redações e prevenir prejuízos futuros, tanto individuais quanto coletivos”, encerra Castro.

    Próximas etapas

    A divulgação do resultado preliminar das provas discursivas está prevista para o dia 20 de janeiro, com prazo para recursos entre 21 e 27 de janeiro de 2026. A banca não informou se, por conta da decisão judicial, precisará estender o prazo.

    Depois da correção das redações, os candidatos serão convocados para avaliação biopsicossocial e heteroidentificação.

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    Defesa Civil registra nova baixa no nível do Rio Acre nesta segunda-feira

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  • "Superconsumo" de fibras promete desinflamar intestino, mas há riscos

    "Superconsumo" de fibras promete desinflamar intestino, mas há riscos

    Getty Images
    Foto colorida de mulher enchendo copo de água - Ortopedistas explicam se beber água ajuda em casos de hérnia de disco - Metrópoles

    Uma das principais tendências gastronômicas deste ano está enfrentando uma concorrência acirrada. Em 2025, as proteínas se tornaram a febre entre consumidores. Agora, as fibras estão ganhando destaque à medida que as pessoas dão maior ênfase à saúde intestinal, e buscando alternativas para deixar o órgão mais saudável e menos “inflamado”.

    A prática ganhou força nas redes sociais, e o “fibermaxxing — ou o conceito de aumentar a ingestão de fibras por meio de alimentos integrais como frutas e leguminosas — já gerou milhares de publicações na web.

    Embora o termo fibermaxxing possa soar dramático, é a maneira que a internet encontrou para dizer “coma mais fibras”

    Embora o termo fibermaxxing possa soar dramático, é a maneira que a internet encontrou para dizer “coma mais fibras”. A prática incentiva a maximização estratégica da ingestão do nutriente ao longo do dia para promover a saúde digestiva e, embora esteja em alta agora, não é um conceito novo.

    Uma dessas novas modas são as bebidas funcionais com fibras. De acordo com a nutricionista especialista em emagrecimento e hipertrofia Bruna Prado, apesar de levarem fibras na composição, o benefício digestivo que esses itens prometem não se sustenta quando é analisado o produto como um todo.

    “Grande parte dessas bebidas contém adoçantes artificiais, aromatizantes e outros aditivos que podem inflamar o intestino, sensibilizar a barreira intestinal e alterar negativamente a microbiota. Ou seja, o possível benefício da fibra acaba sendo neutralizado ou até superado pelos efeitos adversos da formulação”, acrescenta.

    Bruna salienta que a saúde intestinal não se constrói adicionando um único ingrediente isolado. Não faz sentido oferecer fibras enquanto se mantém estímulos que inflamam o intestino e aumentam a vontade por doces. “Por isso, essas bebidas não devem ser vistas como estratégia de cuidado digestivo, mas, no máximo, como uma opção pontual em situações fora da rotina.”

    Como ingerir fibras de maneira saudável

    A nutricionista comenta que a combinação de fibras solúveis e insolúveis é a mais adequada, pois elas atuam de forma complementar no intestino.

    “As fibras solúveis ajudam na modulação da microbiota, no controle glicêmico e na saciedade. Já as fibras insolúveis auxiliam no trânsito intestinal e na formação do bolo fecal.”

    Ela, no entanto, reforça que o tipo de fibra não pode ser avaliado isoladamente. “Mesmo uma boa fibra perde seu efeito quando inserida em uma bebida com excesso de adoçantes e aditivos. Em intestinos mais sensíveis ou inflamados, isso pode gerar gases, distensão abdominal e piora dos sintomas, independentemente da qualidade da fibra utilizada”, encerra.

  • Caso Bacabal: crianças ignoraram alerta do tio antes de sumir na mata

    Caso Bacabal: crianças ignoraram alerta do tio antes de sumir na mata

    Arquivo pessoal
    Crianças desaparecidas em Bacabal

    As crianças , no dia 4 de janeiro, após ignorarem o alerta de um tio sobre o perigo de andar na mata.

    De acordo com o relato de Anderson Kauan, primo de 8 anos dos irmãos que também se perdeu, os três se sumiram após saírem em busca de um pé de maracujá.

    As crianças chegaram a ser advertidas pelo tio, que os mandou voltar para casa. Apesar do aviso, as crianças seguiram adiante e entraram na mata por uma rota alternativa, de floresta mais fechada.

    Ao Metrópoles, o delegado Ederson Martins, responsável pelo caso, afirmou que a estimativa é de que as crianças tenham permanecido juntas por pelo menos duas noites.

    Nesse período, Ágatha Isabelly, Allan Michael e Anderson Kauan se abrigaram em um local conhecido pelos moradores da região como “casa caída”, uma cabana abandonada no meio da mata.

    No terceiro dia de desaparecimento, no entanto, Anderson teria decidido seguir sozinho pela mata. Segundo o depoimento, os dois mais novos estavam cansados e queriam parar de caminhar. “[Ele] queria achar a saída. Estava perdido”, explicou o delegado. Esse foi o momento em que os três se separaram.

    Até o momento, a polícia não conseguiu estimar por quanto tempo ele caminhou pela mata antes de ser encontrado.

    Martins detalhou ainda que Anderson apresenta momentos de “apagão de memória” e não consegue descrever toda a situação. “Há partes em que ele não consegue situar onde estava no meio da mata e também não consegue repassar com precisão o lapso temporal”, afirmou.

    Força-tarefa

    As buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael entram na terceira semana e mobilizam mais de 500 pessoas, entre forças federais, estaduais, apoio interestadual e voluntários. A Marinha do Brasil passou a atuar no Rio Mearim com um sonar que permite mapear o fundo e a coluna d’água, mesmo em baixa visibilidade. Na mata, as equipes já percorreram mais de 3.200 km² — cerca de 450 mil campos de futebol.

    O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, afirmou que todas as hipóteses seguem sendo investigadas. Possibilidades de sequestro e violência sexual, entretanto, teriam sido descartadas após exames em Anderson não indicarem abuso.

  • Acidente grave com trabalhadores é registrado na BR-364 entre Cruzeiro do Sul e Tarauacá

    Acidente grave com trabalhadores é registrado na BR-364 entre Cruzeiro do Sul e Tarauacá

    Dois trabalhadores de uma empresa de internet de Cruzeiro do Sul sofreram um grave acidente de carro na BR-364 nesta segunda-feira (19), na região do Rio Liberdade, entre Cruzeiro do Sul e Tarauacá. Segundo informações, o veículo saiu da pista e entrou em uma área de mata às margens da rodovia. Vídeos que chegaram ao […]

  • Criança encontrada tem “apagões de memória” sobre desaparecimento em Bacabal

    Criança encontrada tem “apagões de memória” sobre desaparecimento em Bacabal

    Divulgação/SSP-MA
    Crianças desaparecidas em Bacabal passaram noite em cabana abandonada

    Episódios de “apagão de memória” dificultam a compreensão do relato de Anderson Kauan, de 8 anos, primo de no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA).

    Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PCMA), o menino não consegue reconstituir com precisão o trajeto feito na mata nem o intervalo de tempo em que permaneceu perdido com os primos.

    Anderson foi encontrado três dias após o desaparecimento das crianças, andando sozinho pela mata. Em depoimento, contou que os três saíram de casa para procurar um pé de maracujá. As crianças chegaram a ser advertidas por um tio, que pediu que voltassem. Para não serem vistos, eles decidiram seguir por um caminho alternativo e acabaram se perdendo.

    Ao Metrópoles, o delegado Ederson Martins, responsável pelo caso, afirmou que a estimativa é de que as crianças tenham permanecido juntas por pelo menos duas noites. Durante esse período, Ágatha Isabelly, Allan Michael e Anderson Kauan se abrigaram em um local conhecido pelos moradores como “casa caída”, uma cabana abandonada no meio da mata.

    No terceiro dia de desaparecimento, Anderson decidiu seguir sozinho pela mata. Segundo o depoimento, os dois primos mais novos estavam cansados e queriam parar de caminhar. “[Ele] queria achar a saída. Estava perdido”, explicou o delegado.

    Segundo Ederson Martins, o menino apresenta lapsos de memória que comprometem a reconstrução completa dos fatos. “Há partes em que ele não consegue situar onde estava no meio da mata e também não consegue repassar com precisão o lapso temporal”, afirmou.

    Até o momento, a polícia não conseguiu estimar por quanto tempo Anderson caminhou sozinho pela mata antes de ser encontrado.

    Buscas entram na 3ª semana

    As buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael entram na terceira semana sem qualquer informação sobre o paradeiro das crianças. O caso chega, nesta segunda-feira (19/1), ao 16º dia sem novas pistas.

    A força-tarefa foi ampliada ao longo do fim de semana com a entrada da Marinha do Brasil, que passou a atuar no Rio Mearim com o uso de side scan sonar. O equipamento permite o mapeamento do fundo do rio e da coluna d’água, mesmo em ambientes de baixa visibilidade.

    De acordo com o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, todas as hipóteses seguem sendo apuradas pela Polícia Civil. Apesar de outras linhas de investigação não serem descartadas, as possibilidades de sequestro e violência sexual perderam força após exames periciais em Anderson descartarem abuso.

  • DNA de da Vinci pode estar escondido em obras de arte, sugere estudo

    DNA de da Vinci pode estar escondido em obras de arte, sugere estudo

    Getty Images
    Autorretrato de Leonardo da Vinci - DNA de da Vinci pode estar escondido em obras de arte, diz pesquisador - Metrópoles

    Mesmo cinco séculos depois da morte de Leonardo da Vinci, a comunidade científica ainda tenta descobrir os detalhes sobre o artista que deixou um grande legado na história das artes.

    Depois da sua morte, em 1519, o DNA de Leonardo se tornou quase impossível de localizar. Ele nunca teve filhos e o túmulo do artista, que ficava na Capela de São Florentino em Amboise, na França, foi destruído durante a Revolução Francesa no final do século 18.

    Com poucas evidências físicas disponíveis, os pesquisadores decidiram investigar objetos que Leonardo teria tocado ao longo da vida. Essa etapa faz parte do Projeto Leonardo da Vinci, que reúne cientistas de vários países com o objetivo de recuperar possíveis vestígios biológicos do artista.

    Entre os materiais analisados estão documentos, cartas e desenhos antigos — incluindo o Menino Sagrado, obra cuja autoria ainda é discutida. A ideia principal do projeto é encontrar vestígios de DNA preservados no papel ou na tinta, o que permitiria entender a origem familiar do artista.

    Onde começou a busca pelo DNA

    Para tentar localizar o material genético, a equipe testou técnicas diferentes até chegar no uso de cotonete seco, considerado o método mais seguro para evitar danos às obras.

    Com esse procedimento, foi possível coletar partículas pequenas de DNA presentes nas obras, como nas cartas da família e no próprio desenho Menino Sagrado.

    Foto de obra "Menino Jesus" - DNA de da Vinci pode estar escondido em obras de arte, diz pesquisador - Metrópoles
    Desenho “O Menino Jesus”, do século XV, feito com giz vermelho. A obra é considerada de Leonardo da Vinci, mas a sua origem real ainda é controversa

    O que foi encontrado

    O material recolhido mostrou uma quantidade grande de DNA ambiental, como de plantas, fungos e microrganismos que se acumularam com o passar dos anos. Além disso, surgiu uma sequência do cromossomo Y, que só aparece em homens.

    A sequência foi identificada tanto no desenho quanto em uma das cartas e pertence ao haplogrupo E1b1, encontrado com frequência entre homens da Toscana, região onde Leonardo nasceu.

    O dado, por si só, não confirma que o DNA seja do artista, mas ajuda a apontar um possível caminho para comparar novas obras e verificar se o mesmo padrão se repete.

    Os pesquisadores também mapearam elementos que indicam onde as obras passaram. Eles encontraram DNA de laranjeira, que pode estar ligado aos jardins da família Médici, e de javali, animal que fornecia as cerdas usadas em pincéis no período renascentista.

    Desafios do projeto e próximos passos

    Pesquisadores de fora do estudo apontam que os materiais analisados até agora podem não ser os mais confiáveis, já que o parentesco do autor da carta é distante e a autoria do Menino Sagrado ainda é discutida.

    Mesmo assim, os especialistas consideram a técnica usada promissora, principalmente por permitir a coleta sem danificar as obras. A próxima etapa do projeto vai incluir cadernos e desenhos que foram pouco manuseados, com mais chance de preservar o material genético antigo.

    Além disso, grupos envolvidos na pesquisa estão analisando descendentes da linhagem paterna de Leonardo, o que pode ajudar a comparar os marcadores encontrados nos artefatos.

    O objetivo é reunir pistas suficientes para formar um perfil genético coerente. Ainda não existe garantia de que será possível reconstruir o DNA de Leonardo, mas os cientistas acreditam que cada achado novo aproxima a investigação de uma resposta final.

  • Cheiro de cadeia: mulher é presa com Mounjaro e perfumes em almofadas

    Cheiro de cadeia: mulher é presa com Mounjaro e perfumes em almofadas

    Divulgação/Polícia Rodoviária
    Imagem colorida mostra remédios para emagrecer encontrados com passageira de ônibus no interior de SP - Metrópoles

    Uma mulher foi presa carregando 246 ampolas de Mounjaro e 20 frascos de perfume escondidos dentro de almofadas de pescoço em um ônibus de turismo na Rodovia Raposo Tavares, na altura da cidade de Assis, interior de São Paulo.

    A Polícia Rodoviária fez uma fiscalização na tarde desse domingo (18/1) em um coletivo de turismo que saiu de Foz do Iguaçu, no Paraná, e tinha como destino a capital do Rio de Janeiro.

    A passageira detida estava com diversas almofadas de pescoço com as 246 ampolas de Monjaro e 20 frascos de perfumes escondidos.

    Os agentes localizaram ainda, no bagageiro do ônibus, uma grande quantidade de mercadorias sem documentação fiscal. A Polícia Rodoviária informou que todo o material era de origem estrangeira e não possuía comprovação legal de importação.

    A mulher presa ainda tentou oferecer dinheiro para subornar os policiais envolvidos na ocorrência ao perceber que seria detida.

    Ela foi autuada em flagrante por descaminho e tentativa de suborno e encaminhada à Delegacia da Polícia Federal de Marília, também no interior paulista.

    Já os produtos foram apreendidos e encaminhados à Receita Federal de Bauru.