Internautas resgataram momento em que Pedro tentou beijar Elisa dentro da Casa de Vidro do Sul, antes da estreia do BBB26; assista
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L7nnon solta o verbo contra MC Smith após ser citado em entrevista. Assista ao vídeo
O clima esquentou nas redes sociais, na madrugada desta segunda-feira (19/1). L7nnon usou os stories do Instagram para soltar o verbo contra MC Smith. Tudo começou quando o funkeiro citou o rapper em um podcast.
“Vou dar o papo aqui, que você tá precisando. Veio falar de mim, meses atrás, e tá tudo bem. Não vim aqui bater boca, não tenho por que falar de você, não quero saber o que tu faz ou deixa de fazer”, começou.
Em seguida, ele foi direto: “Só que uma coisa é, irmão, você fica falando da minha vida, de onde eu vim, onde nasci, mentindo a meu respeito. Não acho isso coisa de sujeito homem. Até porque eu não vou crescer minha carreira contando mentira sobre outras pessoas. Se você acha isso certo, suave”, afirmou.
Mandou um recado
Ainda na postagem, L7nnon declarou: “E outra: você fala de mim, da minha arte, da minha música, que eu te tratei bem, que eu fui uma das únicas pessoas que te tratou bem onde a gente jogava bola. E, ao mesmo tempo, fica aqui falando n situações que não fazem sentido algum ao meu ver”, analisou, antes de completar:
“Eu ter conseguido conquistar o tanto de coisas que conquistei com a minha música, com a minha arte, através das pessoas que gostam do meu trabalho, não diminui a pessoa que você ou que outra pessoa é, não”, disse.
Logo depois, o rapper foi categórico: “Não preciso de você pra nada e você também não precisa de mim. A não ser pra falar essas gracinhas, meia dúzia de graça, e ter meia dúzia de gato pingado batendo palma pra você, achando que você é supermaneiro“, criticou.
Detalhes do caso
Na gravação, ele contou um pouco do que aconteceu: “Diferente de você, que fala mentiras a meu respeito, milhares de pessoas que você conhece muito bem já vieram aqui me chamar pra falar situações suas e da tua vida também e nem por isso eu vim na internet falar”, descreveu.
E pediu: “Agora, me deixa em paz, com todo respeito. Dentro do limite da minha humildade, eu não quero falar com você, não sou teu amigo. Já tentei, porque isso é meu, trato todo mundo bem cumprimento todo mundo, respeito todo mundo. Agora, você não tem mais o meu respeito”, detonou.
Na sequência, L7nnon garantiu: “Você não é uma pessoa que quero fazer as pazes e não faz diferença na minha vida. Então, teus minutos de fama estão aí. Se puder, não fique tocando no meu nome e tá tudo bem. Desejo toda sorte de bênção na sua vida, que você venha a voar cada vez mais alto para cada vez menos ter que pensar em mim”, debochou.
Tsentou contato
Durante o desabafo, o rapper mostrou que MC Smith tentou contato: “E vambora pra cima, valeu? Forte abraço e não me chama no WhatsApp que nós não tem (sic) nada pra desenrolar, não tenho nada pra trocar de ideia contigo. Só postei porque as pessoas ficam me enviando as asneiras que você fala aí”, criticou.
E finalizou: “Isso que eu tô fazendo por você é algo que um amigo faria pra ajudar no engajamento de outro amigo. Mas não, a gente não é amigo e também não precisa agradecer, não. Fica esse presente de início de ano, forte abraço!”, escreveu ele, mostrando o print das mensagens que recebeu do funkeiro.
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Professora e servidores são os mortos por técnicos em UTI no DF
Divulgação/PCDF
As vítimas dos homicídios cometidos por três técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), são uma professora aposentada de 75 anos, um homem de 63 anos, que era servidor da Caesb, e um jovem de 33 anos, servidor dos Correios. O nome das vítimas não foi revelado.
Os crimes foram cometidos por duas técnicas, de 22 e 28 anos, e um técnico de 24 anos de idade. A identidade dos suspeitos não foi revelada e não se sabe a motivação dos crimes.
O profissional de 24 era o responsável por injetar as medicações e trabalhou em vários hospitais e cursa fisioterapia. A técnica de 28 anos também tinha histórico de trabalhar outros hospitais. A jovem de 22 anos estava no seu primeiro trabalho.
Os crimes ocorreram em novembro e dezembro de 2025 e são tratados como homicídios. O caso foi denunciado pelo próprio hospital (leia a nota na íntegra abaixo).
As apurações fazem parte da Operação Anúbis, conduzida pela Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP), e apontam que os investigados teriam utilizado uma substância aplicada diretamente na veia das vítimas.
A substância, quando administrada fora de protocolos médicos, pode causar parada cardíaca em poucos minutos.
Fontes ligadas à investigação afirmam que o uso do composto químico chama atenção dos investigadores por se tratar de um composto que pode levar à morte sem deixar sinais evidentes em um primeiro momento, o que dificulta a identificação da causa real do óbito e pode simular morte natural ou complicações clínicas.
Inquérito policial
O Hospital Anchieta requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos que já haviam sido desligados da instituição, prisões as quais foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.A unidade particular ressaltou ter entrado em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. O hospital destacou que o caso tramita em segredo de justiça, o que impossibilita a divulgação de informações adicionais bem como a identificação das partes envolvidas.
“O Hospital, enquanto também vítima da ação destes ex-funcionários, solidariza-se com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a justiça”, afirmou o hospital em nota.
Entenda o caso
A Polícia Civil informou que as apurações seguem em andamento para esclarecer completamente os fatos, identificar todos os envolvidos e apurar se os homicídios ocorreram de forma isolada ou sistemática dentro da unidade hospitalar.
“O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex-funcionários da instituição.
Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.
Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos os quais já haviam sido desligados da Instituição, prisões as quais foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.
Pautado pela transparência de seus processos e pela confiança nos protocolos internos que norteiam sua atuação, o Hospital entrou em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. Reitera, ainda, que o caso tramita em segredo de justiça, o que impossibilita a divulgação de informações adicionais bem como a identificação das partes envolvidas.
O hospital entende que o segredo de justiça é imprescindível à preservação da apuração, à proteção das partes envolvidas e ao regular exercício das atribuições das autoridades competentes, o qual deve ser estritamente observado de acordo com os limites impostos pela decisão judicial.
O Hospital, enquanto também vítima da ação destes ex-funcionários, solidariza-se com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a Justiça”.
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EUA: homem preso em Minnesota morre sob custódia do ICE no Texas
Reprodução/Redes sociais
Um homem, de 36 anos, que havia sido preso pelo Serviço de Imigração dos Estados Unidos (ICE)morreu sob custódia do ICE na terça-feira passada (14/1), em um centro de detenção de El Paso, no estado do Texas.
De acordo com o ICE, o homem é Victor Manuel Diaz, um imigrante de Nicarágua. Ele foi detido pelo ICE por violação às leis de imigração em 6 de janeiro na cidade de Mineápolis, em Minnesota.
O ICE informou que a equipe de segurança encontrou Diaz inconsciente, e acionou a equipe médica do local para procedimentos de reanimação. Ele foi declarado morto às 16h09 de terça.
O Serviço de Imigração dos EUA alega que o homem morreu de possível suicídio, mas a causa oficial da morte ainda está sob investigação.
Operações do ICE em Minnesota
Tim Walz, governador de Minnesota, local onde Diaz foi detido, manifestou-se sobre o ocorrido.
“Isso é profundamente perturbador, especialmente após relatos de crescentes preocupações com as condições nesta instalação (centro de detenção de El Paso). Uma investigação deve ser realizada”, afirmou.
Desde o assassinato de Renee Good, mulher morta a tiros por agentes do ICE em Mineápolis, Minnesota, o estado vive um clima de tensão com operações do Serviço de Imigração.
Diversos protestos têm sido realizados ao redor de Minnesota contra o órgão, e os governos estadual e federal trocaram acusações. Promotores do estado de Minnesota abriram uma investigação própria sobre o caso, após afirmarem que o FBI os excluiu das investigações federais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou na semana passada enviar o exército norte-americano ao estado por meio da Lei de Insurreição.
“Se os políticos corruptos de Minnesota não obedecerem à lei e impedirem que agitadores profissionais e insurgentes ataquem os patriotas do ICE […], instituírei a Lei de Insurreição”, afirmou Trump.
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Brasil convoca delegação recorde para os Jogos Olímpicos de Inverno
Esta será a décima participação consecutiva do Brasil nos Jogos de Inverno, com presença garantida no esqui alpino em todas as edições
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Defesa Civil registra segundo recuo no nível do Rio Acre nesta segunda
O Rio Acre apresentou a segunda queda seguida nesta segunda-feira (19), de acordo com o boletim da Defesa Civil de Rio Branco. Às 5h, o manancial marcava 14,52 metros, reduzindo para 14,49 metros às 9h. Apesar da queda, o nível do rio permanece acima da cota de alerta, fixada em 13,50 metros, mas ainda abaixo […] -

Após atuação do deputado Zé Adriano, R$ 45 milhões são devolvidos da BR-364
O deputado federal Zé Adriano (PP-AC) teve papel decisivo na devolução dos R$ 45 milhões que haviam sido remanejados do orçamento destinado à recuperação da BR-364. Ao identificar a transferência dos recursos para outro estado, o parlamentar agiu junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e ao Ministério dos Transportes para reverter a […] -

NFL: conheça as quatro franquias que disputam vaga no Super Bowl
Reprodução/Instagram
A temporada 2025 da NFL entregou drama até o último segundo da Divisional Round, e agora restam apenas quatro times na briga pelo Super Bowl LX, marcado para o dia 8 de fevereiro, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia. O fim de semana foi de viradas e surpresas, enquanto o carrossel de coaches ganha velocidade com saídas e contratações.
Denver Broncos x New England Patriots
Os Broncos avançaram após uma vitória suada contra os Bills no overtime (33 x 30), com a defesa de elite segurando Josh Allen. Agora, enfrentam os Patriots, que dominaram os Texans (28 x 16), com Drake Maye brilhando em jogadas grandes, como no touchdown de 32 jardas para Kayshon Boutte.
Seattle Seahawks x Los Angeles Rams
Os Seahawks destruíram os 49ers por 41 x 6 no sábado (17/1), com Sam Darnold e Kenneth Walker III dominando. Já os Rams sobreviveram a uma noite de terror em Chicago: virada dramática contra os Bears, por 20 x 17, na prorrogação, com Matthew Stafford liderando um drive de 71 jardas no fim do tempo normal para o touchdown de Colby Parkinson.
As mudanças
O maior choque da offseason já começou: Mike Tomlin saiu dos Steelers após 19 anos, um dia após derrota no Wild Card (30 x 6 para os Texans). Tomlin não deve treinar em 2026, e qualquer contratação antes de 2027 exigiria trade. Pittsburgh busca o terceiro técnico desde 1969.
Outras movimentações:
Destaques da semana
Pelos Rams, Stafford lançou para 304 jardas e três touchdowns na vitória sobre os Bears. Já no Patriots, Marcus Jones fez pick-six e Maye mostrou maturidade no primeiro pós-temporada. Esta é a primeira vez desde 2014 sem os Chiefs nos playoffs, abrindo caminho para novos campeões.
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Bíblia "escapa" de fogo em caminhão: "Palavra de Deus", diz motorista. Vídeo
Reprodução Instagram
A caminhoneira Letícia Martins foi surpreendida quando, na noite da última quinta-feira (15/1), viu seu sonho literalmente pegar fogo. Única fonte de renda, seu caminão pegou fogo e foi quanse que inteiramente destruído – pouca coisa sobrou para ser reaproveitada. Mas uma Bíblia, que estava no bolsão da porta esquerda, saiu intacta das chamas.
“A Bíblia está inteirinha. Isso aqui foi o que sobrou do meu caminhão, acabou. Mas o que sobrou foi a Palavra de Deus, que estava aqui na porta”, ressaltou.
O caso aconteceu em Palmas, capital do Tocantins, e o Corpo de Bombeiros precisou ser acionado para apagar as chamas. Agora, Letícia precisa recuperar o caminhão destruído para poder voltar a trabalhar, além de pagar as parcelas do financiamento do veículo.
“De uma hora para outra, vi meu chão desabar. Em meio a tanta dor, algo me marcou profundamente: do interior do caminhão, a única coisa que não foi consumida pelo fogo foi a minha Bíblia, que estava na porta do lado do motorista — exatamente o único lugar que não queimou”, afirmou em seu perfil no Instagram.
Após o incidente, familiares e amigos de Letícia se uniram e criaram uma vaquinha on-line e estão vendendo uma rifa.
“Vivi um dos momentos mais difíceis da minha vida e isso me fez entender que, mesmo em meio à destruição, Deus continua cuidando de mim, me sustentando e me mostrando que não estou sozinha”, relatou.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins para saber como andam as investigações sobre o caso, mas sem resposta até o momento.
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Arpoador: homem faz sexo oral em mulher no meio de praia lotada. Veja vídeo
Reprodução / Redes sociais
Na noite desse domingo (18/1), banhistas que se refrescavam na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, flagraram um homem com uma coberta verde deitado no colo de uma mulher. Não é possível ver o rosto do homem, que parece estar praticando sexo oral na companheira. Em determinado momento do vídeo, ela inclina o corpo para trás, no clímax da situação. Uma testemunha que registrava a cena comenta: “Olha só o que está acontecendo ali. Gente, olha essa praia! Lotada.”
Veja vídeo:
Nas imagens, é possível ver muitas crianças próximas ao casal, que, sem inibição, continua o ato. Quando a gravação mostra a chegada da polícia, a telespectadora comenta: “Olha, olha! Olha esse momento. Olha o policial chegando.”
O casal foi abordado pelos policiais militares do Rio de Janeiro. O homem, que antes estava deitado sobre a mulher, fica parcialmente sentado. A equipe conversa com os dois e os alerta sobre a situação. Ainda não há confirmação se o caso foi resolvido no local ou se o casal foi levado para alguma delegacia.
Fazer sexo na praia é crime?
No Brasil, manter relações sexuais em locais públicos, como a praia, é considerado ato obsceno, conforme o Art. 233 do Código Penal. A prática pode resultar em detenção de um mês a um ano ou multa, já que fere a moral e o pudor público, especialmente em ambientes frequentados por famílias e crianças. Os envolvidos podem ser registrados em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e encaminhados ao Juizado Especial.
Por que é considerado crime?
Ambiente familiar: a praia é um espaço de lazer frequentado por crianças, idosos e famílias. O ato sexual em locais assim é considerado ofensivo ao pudor social.
Exposição pública: o caráter aberto do ambiente (como areia e calçadão) torna o ato visível para terceiros, configurando exposição indevida.
