Categoria: Teste

  • Ator de Hollywood diz que pretende congelar os óvulos da filha

    Ator de Hollywood diz que pretende congelar os óvulos da filha

    @daxshepard
    SnapInsta.to_286425819_1620977668288366_2710283518287915366_n

    Dax Shepard já está pensando no futuro da família, e com bastante antecedência. Durante o episódio mais recente do podcast Armchair Expert, o ator e apresentador revelou que ofereceu pagar o congelamento de óvulos da filha mais nova, Delta, atualmente com 11 anos, quando ela completar 18.

    A conversa surgiu depois que a menina comentou que “mal pode esperar para ter um bebê”. Segundo Shepard, a intenção foi apoiar o desejo da filha sem julgamentos ou pressões.

    Dax fez o comentário sobre a filha em seu podcast Armchair Expert

    “Não quero ser crítico ou julgador”

    Ao relembrar o diálogo, o ator contou que perguntou quando Delta imaginava ter o primeiro filho. Em tom de brincadeira, sugeriu os 18 anos, mas a menina descartou a ideia.

    “Eu não quero plantar nenhuma semente de que eu seria crítico ou desaprovaria. Quero apoiar o que ela quiser”, explicou.

    Diante da resposta, Shepard passou a considerar que a filha talvez desejasse ser mãe mais tarde, entre os 35 e 45 anos, o que levou à sugestão de congelar os óvulos no início da vida adulta.

    Congelamento de óvulos como apoio ao futuro

    Dax, então, disse: “Se você quiser, a gente congela seus óvulos quando você tiver 18 anos. Eu pago por isso para você não precisar se preocupar com essa decisão’”, contou o ator.

    Segundo Shepard, a ideia veio da percepção de que muitas mulheres enfrentam um conflito entre o desejo de ser mãe e o desenvolvimento da carreira profissional. Ainda assim, ele fez questão de reconhecer que se trata de uma possibilidade restrita a poucos.

    “Isso vem de um lugar de muita sorte e privilégio. Sei que não é uma opção para a maioria das pessoas”, afirmou.

    Delta é filha de Dax Shepard com a atriz Kristen Bell

    Opinião de Delta

    Apesar do plano detalhado, Delta achou exagerado pensar em maternidade tão tarde. “Ela achou completamente louco. Mas ela tem 11 anos. Para ela, isso deve soar como 80”, brincou o ator. Segundo ele, a filha imagina ser mãe por volta dos 20 e poucos anos.

    Casado com a atriz Kristen Bell, 45, Shepard também é pai de Lincoln, de 12 anos. Ao falar sobre Delta, o ator disse acreditar que ela será uma ótima mãe, independentemente do momento em que decidir ter filhos.

    “Nossa vida é praticamente um circo itinerante de bichinhos de pelúcia da Delta. A maior parte da nossa bagagem são os bichinhos dela”, disse, em tom bem-humorado.

    Dax Shepard diz que pretende congelar os óvulos da filha de 11 anos

    Criação fora dos padrões tradicionais

    Dax Shepard e Kristen Bell são conhecidos por uma abordagem pouco convencional na criação das filhas. Em episódios anteriores do Armchair Expert, o ator revelou que o casal incentiva as meninas a serem questionadoras, inclusive permitindo que “respondam” aos pais e a outras figuras de autoridade.

    Em outra conversa, Shepard também contou que as crianças podem usar palavrões, desde que em contextos específicos e apenas dentro de casa.

    “Eles não podem sair xingando por aí, mas, quando a situação pede, tudo bem”, explicou.

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • Após morte de Alan Sanches, entenda se o infarto fulminante dá sinais

    Após morte de Alan Sanches, entenda se o infarto fulminante dá sinais

    Divulgação
    Foto colorida de deputado Alan Sanches - Metrópoles

    A morte do deputado estadual e presidente da Câmara de Salvador, Alan Sanches, causada por um infarto fulminante, trouxe à tona dúvidas frequentes sobre sinais de alerta, fatores de risco e se é possível identificar o problema antes que ele aconteça. Ele, que também era médico, tinha 58 anos e esteve na Lavagem do Bonfim dois dias antes de falecer.

    O infarto fulminante é caracterizado pela interrupção súbita e completa do fluxo de sangue para o coração, geralmente provocada pela obstrução total de uma artéria coronária. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), esse bloqueio pode levar a arritmias graves ou à falência imediata do músculo cardíaco, com evolução muito rápida e alto risco de morte.

    É possível saber antes?

    Não existe exame capaz de prever exatamente quando um infarto vai acontecer. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a maioria dos casos está associada a fatores de risco já conhecidos, como hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, obesidade, sedentarismo e histórico familiar de doença cardiovascular.

    Segundo o cardiologista André Rodrigues Durães, pesquisador da Universidade Federal da Bahia (Ufba), esses fatores de risco são determinantes na probabilidade de um evento cardíaco. “O controle médico regular, com exames e acompanhamento das condições crônicas, ajuda a reduzir as chances de um infarto, mesmo que não exista uma forma de prever exatamente quando ele vai ocorrer”, disse Durães em entrevista a órgãos de saúde e especialistas brasileiros que participam de estudos epidemiológicos nacionais.

    Leia a notícia completa no portal Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.

  • UE convoca reunião de emergência após pressão de Trump por Groenlândia

    UE convoca reunião de emergência após pressão de Trump por Groenlândia

    Getty Images
    Imagem de bandeira da União Europeia - Metrópoles

    A União Europeia convocou uma reunião de emergência para este domingo (18/1) após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionar países com a imposição de tarifas aos que não concordarem com a anexação da Groenlândia, pertencente à Dinamarca.

    Nos últimos dias, Trump aumentou a pressão contra a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para conseguir apoio à anexação da Groenlândia pelos Estados Unidos.

    “Posso impor tarifas aos países que não concordarem com a Groenlândia, porque precisamos da Groenlândia para a segurança nacional”, afirmou Trump.

    Neste domingo, às 17h (12h, no horário oficial de Brasília), os embaixadores dos 27 países da União Europeia, se encontram, no Chipre, que tem a presidência rotativa semestral do bloco europeu.


    Entenda a disputa pela Groenlândia


    Militares

    Na última quarta-feira (14/1), os governos da Alemanha, Suécia e Noruega anunciaram que vão enviar militares à Groenlândia. O apoio militar foi pedido pela Dinamarca.

    O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, reiterou que a ilha não está à venda e que “não será governada pelos Estados Unidos”. Ele afirmou ainda que escolheu a Dinamarca em vez do país norte-americano.

    As ameaças de Trump mobilizaram a Otan internamente. Autoridades britânicas se reuniram com aliados, como Alemanha e França, para discutir uma possível missão de segurança na ilha.

  • Após FGC, falsos apps são criados para golpe em investidores do Master

    Após FGC, falsos apps são criados para golpe em investidores do Master

    Aplicativos e promessas de soluções rápidos têm chegado para usuários por meio de links. O golpe é direcionado aos investidores do Master

  • Chuva provoca alagamentos e deixa desalojados em dia de alerta extremo

    Chuva provoca alagamentos e deixa desalojados em dia de alerta extremo

    Defesa Civil contabilizou alagamentos, quedas de árvores e pessoas desalojadas após temporal que atingiu São Paulo no sábado (17/1)

  • Irã: aiatolá Ali Khamenei admite que milhares morreram nos protetos

    Irã: aiatolá Ali Khamenei admite que milhares morreram nos protetos

    Reprodução/X
    Polícia antiterrorismo do Irã

    O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, admitiu pela primeira vez que milhares de pessoas foram mortas durante os protestos que abalaram o país nas últimas duas semanas.

    Em um discurso na quinta-feira (15/1), Khamenei reconheceu que milhares de pessoas foram mortas, “algumas de maneira desumana e selvagem”, e culpou os Estados Unidos pelo número de mortos. O líder supremo criticou duramente o presidente americano, Donald Trump, a quem chamou de “criminoso” por seu apoio às manifestações, e pediu punição severa para os manifestantes.

    Khamenei disse: “Com a graça de Deus, a nação iraniana deve esmagar os sediciosos, assim como esmagou a sedição”. As informações são do jornal britânico The Guardian.

    As autoridades iranianas também divulgaram no sábado uma compilação de imagens que supostamente mostravam indivíduos armados portando armas de fogo e facas ao lado de manifestantes comuns – evidência, segundo elas, de sabotadores estrangeiros.

    Outro clérigo iraniano de alto escalão exigiu a execução dos manifestantes, afirmando que “hipócritas armados devem ser mortos”. Ele descreveu os manifestantes como “mordomos” e “soldados” de Israel e dos EUA, prometendo que nenhum dos dois países deveria “esperar paz”.

    Khatami, membro do Conselho dos Guardiães e membro sênior da Assembleia de Peritos, que nomeia o líder supremo, é um clérigo linha-dura e influente no Irã.

    Discurso contra Trump

    O discurso contrastou fortemente com as declarações de Trump nesta semana, que pareceu adiar um ataque militar no Irã, dizendo a repórteres que as autoridades iranianas concordaram em suspender as execuções de manifestantes.

    Na noite de sexta-feira (16/1), Trump agradeceu ao Irã por suspender a execução do que ele disse serem 800 manifestantes, embora não esteja claro de onde ele tirou esses números.

    Grupos de direitos humanos afirmam que a repressão aos manifestantes continua, com mais de 3.090 pessoas mortas nos distúrbios e quase 4 mil casos ainda aguardando revisão, segundo a agência de notícias Human Rights Activists.

    Mais de 22.100 pessoas foram presas nos protestos, o que gera temores de maus-tratos aos detidos. As duas semanas e meia de protestos começaram em 28 de dezembro, quando comerciantes foram às ruas de Teerã em resposta a uma queda repentina no valor do rial.

    Os protestos se espalharam e as reivindicações se ampliaram, incluindo pedidos pelo fim do governo do país, criando a onda de distúrbios mais grave e sangrenta que o país já viu desde a revolução de 1979.

  • Groenlândia e Dinamarca realizam protestos contra ameaças de Trump

    Groenlândia e Dinamarca realizam protestos contra ameaças de Trump

    Reprodução/X
    Protestos na Groenlândia contra Trump

    Milhares de pessoas responderam às convocações de ONGs nas redes sociais e saíram às ruas da Dinamarca e Groenlândia nesse sábado (17/1) para protestar contra as ambições territoriais do presidente norte-americano, Donald Trump. Na véspera, o líder republicano ameaçou impor tarifas aos países que não apoiarem seu plano de tomar o território autônomo no Ártico.

    Sob um céu cinzento e temperaturas próximas a 0°C, manifestantes munidos de bandeiras groenlandesas e dinamarquesas se reuniram na praça da prefeitura de Copenhague. Os participantes do ato entoaram o nome da Groenlândia em groenlandês, “Kalaallit Nunaat”, e também exibiram cartazes com mensagens em inglês, como “Make America Go Away” (“faça a América ir embora”), um trocadilho com o famoso slogan de Trump, “torne a América grande novamente”.

    Vários representantes políticos dinamarqueses, incluindo a prefeita de Copenhague, Sisse Marie Welling, também marcharam ao lado dos manifestantes. Diante da embaixada dos Estados Unidos, os organizadores do movimento discursaram em um palco improvisado.

    “É importante para mim participar, porque trata-se fundamentalmente do direito do povo groenlandês à autodeterminação. Não podemos ser intimidados por um Estado, por um aliado. É uma questão de direito internacional”, explicou a manifestante Kirsten Hjoernholm, 52 anos.

    Os idealizadores da mobilização, a Organização Nacional dos Groelandeses na Dinamarca (Uagut), o movimento cidadão “Não toquem na Groenlândia” e o Inuit, um grupo de associações locais groenlandesas, aproveitam a presença de uma delegação bipartidária do Congresso americano na capital dinamarquesa para fazer ouvir suas vozes.

    Segundo a senadora republicana Lisa Murkowski, “75% dos americanos” se opõem à ideia de Trump. “A Groenlândia deve ser considerada nossa aliada”, defendeu após reunião com a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, e o chefe do governo groenlandês, Jens-Frederik Nielsen.

    Mensagem clara e unânime

    As principais manifestações ocorrem em Copenhague e na capital groenlandesa Nuuk, mas protestos também foram convocados em outras cidades da Dinamarca, como Aarhus (centro), Aalborg (norte) et Odense (sul). “O objetivo é enviar uma mensagem clara e unânime em favor do respeito à democracia e aos direitos humanos fundamentais na Groenlândia”, explica Uagut em seu site.

    Desde seu retorno ao poder, há um ano, Donald Trump menciona regularmente a possibilidade de assumir o controle desta imensa ilha ártica ligada à Dinamarca — estratégica, porém pouco povoada. Segundo o líder republicano, a anexação da Groenlândia pelos Estados Unidos é uma questão de segurança nacional, com o objetivo de conter o avanço da Rússia e da China na região.

    “Talvez eu imponha tarifas a alguns países se eles não cooperarem em relação à Groenlândia”, declarou o presidente americano durante uma mesa‑redonda na Casa Branca na sexta-feira (16/1).

    No mesmo dia, um dos conselheiros de Donald Trump, Stephen Miller, também defendeu as ambições territoriais americanas durante uma entrevista ao canal Fox News. “A Dinamarca, sem faltar com respeito, é um país pequeno, com uma economia pequena e um exército pequeno. Ela não pode defender a Groenlândia”, disse.

    Populações sob pressão

    As declarações do presidente americano e de outros membros de seu governo deixam as populações da Groenlândia e da Dinamarca sob pressão. “Quando as tensões aumentam e as pessoas estão em estado de alerta, corremos o risco de criar mais problemas do que soluções para nós mesmos e para os outros”, afirma a presidente do movimento Uagut, Julie Rademacher.

    “Exigimos o respeito ao direito de nosso país à autodeterminação e ao nosso povo. Exigimos o respeito ao direito internacional e aos princípios jurídicos internacionais. Esta não é apenas a nossa luta, é uma luta que diz respeito ao mundo inteiro”, afirmou Avijâja Rosing‑Olsen, organizadora das manifestações deste sábado.

    De acordo com uma pesquisa publicada em janeiro de 2025 pelo instituto de pesquisas groenlandês HS Analyse, 85% da população do território é contrária à sua anexação pelos Estados Unidos. Apenas 6% seriam favoráveis, aponta o balanço.

    França, Reino Unido e Alemanha, além da Holanda, Suécia, Noruega e Finlândia, anunciaram durante a semana o envio de militares para uma missão de reconhecimento dentro do exercício dinamarquês “Arctic Endurance”, organizado com aliados da Otan.

    Paralelamente, os Estados Unidos foram convidados a participar de manobras militares na Groenlândia, segundo o chefe do Comando Ártico dinamarquês, Søren Andersen, que ressaltou que essas atividades também têm participação da Rússia.

  • Calderano disputa semifinal do Star Contender de Doha neste domingo

    Calderano disputa semifinal do Star Contender de Doha neste domingo

    O mesatenista Hugo Calderano disputará uma das semifinais do WTT Star Contender de Doha (Catar) neste domingo…

  • Estudo contratado pela Prefeitura confirma presença de água subterrânea em Rio Branco, mas aponta baixa capacidade dos aquíferos

    Estudo contratado pela Prefeitura confirma presença de água subterrânea em Rio Branco, mas aponta baixa capacidade dos aquíferos

    Um estudo hidrogeológico e geofísico contratado pela Prefeitura de Rio Branco em 2024 confirma a existência de água subterrânea em diferentes regiões da capital acreana. No entanto, o levantamento técnico alerta que as características do solo e do subsolo do município limitam a capacidade produtiva dos aquíferos, o que dificulta o uso dessa fonte como […]

  • Risco alto de inundação em Rio Branco e Cruzeiro do Sul neste domingo, diz Cemaden

    Risco alto de inundação em Rio Branco e Cruzeiro do Sul neste domingo, diz Cemaden

    O estado do Acre segue em situação de atenção máxima para eventos hidrológicos. De acordo com a Previsão de Riscos Geo-Hidrológicos divulgada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), há alta possibilidade de inundação gradual em áreas ribeirinhas do Rio Acre e de seus afluentes, especialmente em municípios onde os níveis […]