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  • Advogado envolvido em ritual satânico dopou e violentou casal no DF

    Advogado envolvido em ritual satânico dopou e violentou casal no DF

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Casal alega ter sido dopado. Brasília (DF), 15/01/26. Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

    Foram necessários mais de cinco anos para que um casal tivesse a coragem de vir a público falar sobre os momentos de angústia que viveram nas mãos do advogado João Paulo Leandro Mendes Mendonça Carrera, 34 anos. O defensor foi preso no fim de 2025, suspeito de matar um homem em um suposto ritual satânico.

    Ana Soares*, 49 anos, e César Augusto*, 43, dizem que foram dopados e abusados por João Paulo, em 2020, época em que eram vizinhos, no Areal.

    Ana contou ao Metrópoles que conheceu o advogado quando ele e o ex-marido se mudaram para a região. “Eles vieram em nossa casa, perguntando como que era a vizinhança, porque eles tinham comprado um lote do lado”, lembrou.

    “A gente nunca imaginou que ele era capaz de fazer uma coisa dessas. No começo, ele era uma pessoa super amigável, amável e alegre. Até então, o João não tinha demonstrado ser o monstro que ele é”, ressaltou.

    Apagão

    Emocionada, a vítima detalhou os poucos momentos que se lembra daquele fatídico dia. “Na noite anterior, ele tinha acabado de romper com o ex-marido e me mandou mensagem dizendo que não estava bem, porque tinha brigado com o companheiro”, comentou.

    Segundo ela, João Paulo pediu para mexer em seu cabelo, algo que, de acordo com Ana, ele costumava fazer, quando estava triste. “O que me causou estranheza foi que, nesse dia, ele estava mais apressado para que eu fosse até a casa dele. Tanto que comentei que meu marido estava fazendo almoço e que, quando ele terminasse, iríamos. Só que ele insistiu tanto, que acabamos indo logo”, disse.

    Chegando na casa do advogado, o casal disse que tinha uma garrafa de vodca e outra de energético em cima da mesa. “A de vodca já estava aberta. O João mostrou para a gente, disse que era bom e perguntou se a gente já tinha tomado”, disse Ana.

    Segundo ela, o advogado ofereceu uma pequena dose ao casal. “A última coisa que me lembro é de estar sentada na ponta da mesa. Depois disso, acordei espantada, de madrugada, na cama da minha casa, sentindo muita dor”, recordou.

    “Tenho certeza que ele colocou algo na bebida porque, como o meu marido é bartender, a gente tem o costume de fazer e experimentar drinks aqui em casa. Então, já estávamos acostumados a beber”, comentou.

    Após muito tempo com César e Ana apagados, João chamou a sogra da mulher, que encontrou os familiares jogados no sofá, totalmente desacordados. Assustada, ela chamou o Corpo de Bombeiros do DF (CBMDF), que fez o socorro.

    Medo

    Ana só ficou sabendo de tudo o que viveu por meio de relatos de outras pessoas, pois não se lembrava de nada. “Eu tive que ser carregada pelo pessoal do resgate. Quando acordei, tentei ir ao banheiro, mas estava com muita dor na perna e ainda me sentia bastante tonta”, afirmou.

    Ela só conseguiu usar o banheiro com a ajuda da sogra. Foi nesse momento, que ela se tocou do que tinha ocorrido. “Assim consegui ir ao banheiro, percebi que estava com muita dor anal. Foi quando liguei os pontos e vi que tinha sido abusada”, contou, com lágrimas nos olhos e a voz embargada.

    “Só que eu não contei para ninguém. Fiquei com muito medo da reação do meu marido, principalmente. Guardei isso durante anos”, afirmou Ana.

    Ao questionar João Paulo, ele disse que as dores eram porque ela tinha caído. “Comentei a minha situação, que estava muito machucada, a ponto de não conseguir ir trabalhar e que teria que ir a um hospital. Estranhei a preocupação excessiva por parte dele, perguntando se já tinha retornado do hospital, se tinha feito exames e o que o médico tinha dito”, relatou.

    Vídeos

    Somente algum tempo depois, uma amiga de Ana, que tinha indicado para fazer faxina na casa do João, a procurou, perguntando como a gente estava e dizendo que tinha algo bastante sério para contar.

    “Ela mostrou vídeos que o João tinha gravado daquele dia. Segundo ela, ele confessou tudo o que fez, contando, inclusive, que tinha feito sexo oral no meu marido”, disse Ana.

    Com a descoberta, César disse que se sentiu envergonhado e revoltado.

    “Descobri um bom tempo depois e, mesmo assim, senti uma raiva como se tivesse acabado de acontecer. Minha esposa teve que me segurar para eu não fazer algo que acabasse me tirando a razão”, afirmou.

    O Metrópoles teve acesso aos vídeos gravados pelo advogado, mas, por se tratarem de imagens bastante sensíveis e, em respeito à vítima, não serão divulgados.

    As imagens mostram o estado da vítima após tomar o drink. Ela aparece totalmente apagada. Em um dos vídeos, Ana aparece deitada no chão, com o vestido levantado acima do quadril e sem calcinha.

    Foi a partir da descoberta dos vídeos que o casal decidiu procurar a polícia. Isso fez com que o comportamento do advogado mudasse.

    “Ele passou a ficar esperando a gente chegar todos os dias. Em uma das vezes, ele viu que estávamos voltando da feira e falou: ‘Hoje eu vou almoçar na sua casa’. Respondi que ele jamais colocaria o pé na minha casa e ele comentou que ele iria terminar o que tentou e não conseguiu”, relatou.

    Traumas

    Segundo Ana, a sua vida mudou somente depois que soube que o advogado tinha sido preso. “Quando vi a notícia, passei mal. Chorei muito, uma mistura de alívio e alegria”, avaliou.

    “Confesso que reviver tudo ainda me dói. Sei que eu vou carregar isso pelo resto da minha vida, porque a pessoa estava dentro da minha casa e se fez de amigo. Acho que é pior ainda, porque é uma dor que não sei, exatamente, o motivo. Eu não vi. Só senti depois”, desabafou.

    Hoje, segundo ela, apesar de estar mais aliviada, ainda carrega traumas. “Não confio mais em ninguém, fora quem já conheço. Não consigo confiar mais em ninguém. Não bebo nada na casa de ninguém. Aliás, nem vou mais na casa de ninguém”, observou.

    Ritual satânico

    João Paulo Leandro Mendes Mendonça Carrera está preso após ser apontado pela PCDF como suspeito no caso do corpo carbonizado encontrado na manhã de 28 de dezembro de 2025 em uma área rural da região do Sol Nascente (DF).

    O suspeito, que foi detido e conduzido à delegacia, tem cerca de 30 passagens policiais, segundo registros consultados pelos investigadores.

    A motivação do crime ainda está sendo apurada, mas uma das linhas iniciais de investigação aponta para a possibilidade de envolvimento em um suposto “ritual satânico”.

    * Nomes fictícios para resguardar a integridades das vítimas.

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    Golpistas cobram R$ 33 mil para “matar” investigação que não existe

    Divulgação/PCDF
    Viaturas da PCDF estacionadas - Metrópoles

    Um empresário do Distrito Federal foi vítima de extorsão. Os golpistas ameaçaram o homem, afirmando que havia uma investigação da Polícia Federal (PF) contra ele em andamento.

    A coluna Na Mira apurou que os criminosos cobraram R$ 33 mil para “matar” a suposta investigação. Porém, não tinha nada contra o empresário na PF.

    A história teve início na última sexta-feira (9/1), quando um amigo do empresário ligou, falando sobre a suposta investigação. Ele disse que a vítima teria que se encontrar com a falsa agente da PF, em um determinado local.

    Lá, a mulher explicou que a investigação seria por lavagem de dinheiro, mas que uma promotora poderia “apagar” tudo, caso o valor fosse repassado. Desesperado, ele passou R$ 18 mil e prometeu passar o restante depois.

    Flagrante

    O empresário só se tocou de que havia caído em um golpe na segunda-feira (12/1), quando procurou sua advogada e explicou a situação.

    Ela o orientou a manter contato com os golpistas e marcar de entregar o restante do valor nesta quinta-feira (15/1), quando procuraram a 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) para fazer a denúncia.

    Agentes acompanharam o empresário até o local indicado e aguardaram escondidos, para realizar a prisão em flagrante.

    A mulher foi presa em flagrante e, durante o depoimento, confessou o crime e disse que mentiu sobre ser agente da PF e advogada. A PCDF não revelou o nome dela.

    A coluna apurou que, ainda em depoimento, a mulher afirmou que o amigo do empresário estaria envolvido no esquema e ele também acabou sendo preso em flagrante.

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