Categoria: Teste

  • Investidores do Banco Master relatam dificuldade em acessar app do FGC

    Investidores do Banco Master relatam dificuldade em acessar app do FGC

    Rovena Rosa/Agência Brasil
    Imagem da sede do Banco Master, liquidado pelo Banco Central (BC) - Metrópoles

    Investidores do Banco Master relataram dificuldade para concluir o pedido de pagamento no app do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), plataforma responsável por registrar as solicitações de resgate dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) que os investidores mantinham junto à instituição financeira.

    O problema ocorre após o banco anunciar, em comunicado, o início do pagamento aos credores, etapa aguardada desde a decretação da liquidação do Master, determinada pelo Banco Central, em razão de uma grave crise de liquidez e de violações às normas do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

    A orientação é que os investidores acessem o aplicativo do FGC para iniciar as etapas necessárias. Os pagamentos são realizados pelo FGC assim que os credores completarem o pedido. As pessoas físicas podem fazer a solicitação pelo aplicativo, e os credores pessoas jurídicas, pelo Portal Investidor.

    No entanto, investidores afirmam que não conseguem baixar a CNH para concluir o processo.

    Atraso no pagamento

    O início dos repasses acontece dois meses após a intervenção e demorou mais que o esperado devido à complexidade e à dimensão do caso.

    A estimativa é de que o FGC desembolse cerca de R$ 41 bilhões para aproximadamente 1,6 milhão de investidores. Serão contemplados os aportes de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, com pagamento do valor investido acrescido dos rendimentos até a data da liquidação do banco, ocorrida em 18 de novembro.

    O Metrópoles acionou a instituição para questionar sobre a sobrecarga no aplicativo, mas até a última atualização desta reportagem a entidade não havia se manifestado.

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    Arte feminista como resistência cultural chega ao palco do Teatro João das Neves

    A arte feminista e negra ganha destaque em Rio Branco com o espetáculo “Dandara para Todas as Mulheres”, que será apresentado nos dias 29 e 30 de janeiro, às 19h30, no Teatro João das Neves, localizado na Usina de Arte João Donato. A montagem propõe um mergulho sensível e político em narrativas femininas historicamente silenciadas, […]

  • Rio Acre atinge 14,26 metros e segue acima da cota de transbordamento

    Rio Acre atinge 14,26 metros e segue acima da cota de transbordamento

    O nível do Rio Acre alcançou 14,26 metros na medição das 9h deste sábado, 17, mantendo-se acima da cota de transbordamento em Rio Branco, que é de 14,00 metros, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal. De acordo com os dados oficiais, o rio apresentou elevação em relação à primeira medição do dia. Às 5h, […]

  • PDT avalia como positiva a possível filiação de Marina Silva à sigla

    Breno Esaki/Metrópoles
    ministra do Meio Ambiente Marina Silva chega ao evento de assinatura do Plano de Manejo do Parque de Nacional de Brasília - metrópoles

    O Partido Democrático Trabalhista (PDT) avalia como positiva a possibilidade de a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se filiar ao partido para concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo.

    Como mostrou o Metrópoles, a ministra ainda não decidiu qual será seu destino quando se desfiliar ao Rede Sustentabilidade. Partidos como o PT, sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PSol do ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, ou para o PSB, de Tabata Amaral, deputada federal.

    A decisão de Marina é incerta. Interlocutores dizem que ela poderá aguardar até o período de descompatibilidade eleitoral, marcado para abril, para decidir se concorrerá e por qual partido o fará.

    A chefe do Meio Ambiente pretende continuar apoiando o governo petista, independentemente do cargo que ocupará, visto que há ainda a possibilidade de ela continuar à frente do ministério e não concorrer a nenhum cargo legislativo.

    Ao Metrópoles, o líder do PDT na Câmara, Mario Heringer (MG), diz que as conversas para trazer Marina ao partido foram “muito favoráveis”. “Se for da vontade dela, sua vinda para o PDT será “muito bem recebida”,

    E prosseguiu: “Marina é uma legítima defensora do meio ambiente, conhecida e respeitada mundialmente e sua participação no debate em nome do PDT será pra nós um grande avanço e honra”.

  • Os próximos passos do São Paulo após o impeachment de Julio Casares

    Os próximos passos do São Paulo após o impeachment de Julio Casares

    Presidente do São Paulo, Julio Casares foi afastado preventivamente do cargo nessa sexta (16/1). Destituição segue para Assembleia Geral

  • Pico Paraná: MP pede que jovem indenize bombeiros após abandonar amigo

    Pico Paraná: MP pede que jovem indenize bombeiros após abandonar amigo

    Reprodução
    Thayane Smith e Roberto Farias, montagem

    O Ministério Público do Paraná (MPPR) solicitou à Justiça que Thayane Smith — a amiga do jovem Roberto Farias Tomaz, de 19 anos, que ficou desaparecido em uma trilha do Pico Paraná durante cinco dias — pague indenização de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul.

    O órgão concluiu que houve omissão de socorro por parte da jovem e que ela também deve realizar o pagamento de três salários-mínimos, correspondente a R$ 4.863,00, a Roberto.

    O entendimento do MPPR diverge da conclusão da autoridade policial, que decidiu pelo arquivamento do inquérito que investigou os fatos. 

    A omissão de socorro

    A decisão do Ministério Público destaca que mesmo após a constatação da situação de vulnerabilidade da vítima e dos riscos que ele corria, a jovem permaneceu sem a intenção de auxiliar nas buscas, demonstrando “interesse apenas em seu próprio bem-estar físico”, depois de ter sido alertada dos riscos da situação por outros montanhistas.

    Na manifestação, o MPPR sustenta que “a conduta da investigada reveste-se de dolo, uma vez que tinha plena consciência da debilidade física da vítima (que já havia vomitado e caminhava com dificuldade), das condições perigosas do local (eis que se tratava de trajeto difícil, com montanhas altas, com chuva, frio e neblina) e, ainda assim, optou reiteradas vezes por deixá-lo à própria sorte”.

    Com o entendimento, a Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul solicitou o envio do processo ao Juizado Especial Criminal da comarca e propôs a realização de transação penal com a investigada, instrumento jurídico previsto para casos dessa natureza e que visa uma resolução efetiva e célere para o processo.

    O MP também sugere a determinação de prestação de serviços à comunidade pela investigada, que deverão ser realizados pelo prazo de três meses, por cinco horas semanais, junto ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul.

    Relembre

    Roberto desapareceu na manhã do dia 1° de janeiro, após se separar do grupo durante a descida da trilha. Desde então, buscas terrestres e aéreas vinham sendo realizadas em uma área considerada extremamente técnica, marcada por mata fechada, trechos íngremes, penhascos, escadarias de pedra, grampos metálicos e mudanças bruscas de clima.

    O desaparecimento levou o Instituto Água e Terra (IAT) a restringir temporariamente o acesso ao Parque Estadual Pico Paraná, com o objetivo de evitar riscos adicionais e facilitar o trabalho das equipes de busca.

    A amiga chegou a conceder diversas entrevistas à imprensa e assumiu que teria deixado o amigo para trás. As afirmações da jovem a colocaram no centro de diversos debates nas redes sociais, sendo que internautas chegaram a culpá-la pelo desaparecimento de Roberto, exigindo sua prisão.

    No dia 5 de dezembro, o jovem reapareceu após caminhar por cerca de 20 quilômetros e pedir ajuda em uma fazenda. Ele foi levado ao hospital e, com ferimentos leves, teve alta médica no dia seguinte.

  • Polícia apreende cerca de meia tonelada de drogas enterradas em praia no interior do AM

    Polícia apreende cerca de meia tonelada de drogas enterradas em praia no interior do AM

    A Polícia Militar apreendeu aproximadamente 500 quilos de drogas, possivelmente skunk, em uma área de…

  • PF prende em SP estrangeiro foragido procurado na Sérvia por tráfico

    PF prende em SP estrangeiro foragido procurado na Sérvia por tráfico

    Divulgação/ PF
    Imagem colorida mostra mulher de costas vestindo colete preto onde está escrito Polícia Federal - Metrópoles

    A Polícia Federal (PF) em São Paulo prendeu, nessa sexta-feira (16/1), um foragido procurado pelas autoridades da Sérvia.

    O homem, de nacionalidade sérvia, era alvo de Difusão Vermelha da Interpol, expedida por seu país de origem, em razão de suposto envolvimento no crime de tráfico internacional de drogas. Contra ele havia mandado de prisão para fins de extradição expedido pelo Supremo Tribunal Federal.

    No Brasil, o estrangeiro já havia sido preso e condenado anteriormente pelo mesmo crime, sendo apurado envolvimento com organizações criminosas transnacionais.

    Após a prisão, ele foi colocado à disposição da Justiça brasileira, permanecendo sob custódia enquanto aguarda os trâmites do processo de extradição.

  • Registro raro: onças-pintadas são flagradas em grupo no Pantanal. Veja vídeo

    Registro raro: onças-pintadas são flagradas em grupo no Pantanal. Veja vídeo

    Foto noturna de duas onças-pintadas no Pantanal - Metrópoles

    *O artigo foi escrito pelo médico veterinário Paul Raad Cisa, mestre pelo Programa de Pós-graduação em Animais Selvagens da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

    No Pantanal Norte, no Estado do Mato Grosso, campos alagados dividem espaço com faixas de mata e pastagens abertas. Ali, uma cena pouco usual começou a ser registrada por câmeras instaladas perto de currais das fazendas de criação de gado, atividade primordial na região.

     

    Em vez da figura solitária de uma onça-pintada, que tradicionalmente percorre seu território sozinha, as imagens mostraram quatro onças passando em frente às câmeras em sequência. Elas paravam, cheiravam o ambiente e observavam umas às outras. Tudo isso acontecendo em um intervalo de pouco mais de dois minutos.

    Para quem estuda a espécie, também chamada de jaguar, em vida livre, essa aproximação é muito rara e chama atenção. O registro em vídeo faz parte de um estudo que analisou em detalhes essas interações e foi recentemente publicado na revista científica Biota Neotropica.

    Estratégias para proteger o gado e as onças

    As filmagens foram realizadas em currais cercados por fios eletrificados, parte de um sistema de manejo criado por nosso grupo de pesquisa e já adotado na Pousada Piuval e em outras áreas do Pantanal para evitar ataques ao gado. Em estudos anteriores, havíamos demonstrado que a eletrificação diminuiu de modo importante os ataques ao gado, mas não tínhamos ainda dados para entender como as onças percebiam a barreira. O novo registro ajuda a responder essa pergunta

    A paisagem ao redor ajuda a entender o contexto. A Pousada Piuval está numa região do Pantanal onde a pecuária ocupa grande parte do território, e onde também há pressão de garimpo e expansão urbana. Mesmo assim, ali já foram identificadas por câmeras ao menos 31 onças nos últimos três anos.

    O monitoramento contínuo permite registrar comportamentos que, de outro modo, passariam despercebidos. O arranjo familiar observado – fêmea adulta, seus subadultos e um jovem macho (sem ser filho dela) – mostra um tipo de tolerância social raro na espécie, que normalmente circula de forma independente.

    As revelações das câmeras

    As câmeras mostram uma onça jovem se aproximando da cerca, recebendo o choque e recuando. Logo depois, duas onças subadultas (entre equivalente à adolescência) chegam, observam a reação do primeiro animal e se mantêm à distância. A fêmea adulta, mãe das duas onças, acompanha o grupo e aparece por último, cheira o local e também evita o contato. A cena sugere que a experiência de um indivíduo passou a orientar o comportamento dos demais.

    A composição do grupo chama a atenção por si só. As câmeras registraram uma fêmea adulta, dois filhotes subadultos e um terceiro jovem macho, aparentado, mas não filho. Coalizões de onças são descritas quase sempre entre machos adultos. Aqui, trata-se de um arranjo familiar mais complexo, possível porque há parentesco para reduzir tensões.

    Pudemos observar que o macho subadulto, mesmo não sendo prole direta desta fêmea específica, foi aceito por ela no grupo. Essa aceitação demonstra uma tolerância passiva incomum por parte da fêmea adulta, que transcende o cuidado com seus próprios filhotes, sugerindo que o parentesco genético ou mesmo um instinto maternal ampliado facilitou a integração do indivíduo no núcleo social.

    A sequência registrada entre 23h03min56s e 23h05min58s mostra detalhes importantes. Primeiro, o animal jovem (ID3) curioso se aproxima da cerca e recebe o choque. O segundo animal (ID4) aparece logo depois e vocaliza um sibilo em direção ao primeiro, — um gesto que pode indicar alerta. Em seguida vem a terceira onça (ID5), que observa a área, cheira a estrutura e recua. Por fim, a mãe conhecida como Baia (ID2), se aproxima e repete o comportamento cauteloso. O ritmo contínuo da cena indica que os quatro estavam circulando juntos naquela noite.

    Os registros seguintes ampliam essa percepção. No dia anterior ao episódio do choque, guias viram quatro onças juntas perto de uma área onde uma capivara seria predada no dia seguinte. As câmeras mostram o mesmo grupo voltando à carcaça em momentos diferentes: o jovem macho aparentado, a fêmea e um de seus filhotes.

    O padrão se repetiu dias depois em outra carcaça, de guaxinim, visitada pelos dois filhotes e jovem macho, pelo menos em quatro datas diferentes. Esses retornos sugerem que os indivíduos estavam usando o espaço de maneira coordenada e compartilhando recursos naturais.

    Esse tipo de registro se soma a um conjunto de informações que nosso grupo de pesquisa já vinha acumulando no Pantanal antes deste estudo: ao lado de fazendeiros e pousadas da região, conseguimos atuar em uma área de cerca de 30 mil hectares, onde instalamos dezenas de armadilhas fotográficas para identificar individualmente as onças e testamos medidas anti-predatórias, como o uso de cercas elétricas noturnas para proteger o gado.

    Em paralelo, passamos a coletar e analisar fezes dos animais para entender sua saúde, os parasitas que carregam e o papel que exercem no controle de zoonoses. Esses trabalhos anteriores mostraram que é possível reduzir ataques ao rebanho, valorizar o turismo de observação e, ao mesmo tempo, manter onças e pantaneiros no mesmo território, com benefícios para a economia local e para o ecossistema.

    Chances de conviver em harmonia

    Neste estudo, vimos que é possível que a barreira elétrica tenha desempenhado um papel importante no processo de mudança de comportamento das onças. Em geral, animais jovens ainda estão desenvolvendo suas habilidades de caça.

    É muito provável que a aversão ao curral de outros animais, motivada pelo choque, possa ter direcionado a atenção desses indivíduos para presas naturais. A própria repetição das visitas às carcaças indica que o grupo encontrou ali um recurso seguro, sem interferência humana.

    Em 23 de agosto, semanas depois do choque, o macho jovem (que não era filhote nem irmão das outras onças), retornou ao curral. Cheirou o local, examinou a cerca e foi embora sem tentar atravessá-la, um indício de que a lembrança do choque se manteve.

    As câmeras revelaram, ainda, uma dinâmica mais delicada: jovens onças aprendendo a tomar decisões num ambiente que mistura risco, oportunidade e sinais deixados por outros indivíduos. O episódio da cerca elétrica não apenas afastou o grupo do gado naquele momento, mas parece ter influenciado a forma como os jovens passaram a usar a área e buscar alimento nos dias seguintes.

    O estudo abre espaço para novas observações. Como essas associações se formam? Por quanto tempo duram? Há transmissão de comportamentos entre parentes? Jovens que aprendem cedo a evitar estruturas humanas tendem a se envolver menos em conflitos? E de que maneira essa convivência, num ambiente tão marcado pela presença humana, molda a vida social de um animal que, no senso comum, é sempre descrito como solitário?

    As onças-pintadas continuam sendo felinos que preferem circular sozinhos. Mas, como mostram esses registros, também são capazes de observar, ajustar e escolher caminhos a partir do que veem nos outros. Às vezes, fazem isso em grupo, mesmo que por pouco tempo. E esse intervalo breve é suficiente para revelar um lado menos conhecido da espécie. Um lado que aprende, experimenta, erra, observa e tenta de novo.The Conversation

  • Conheça o padre gamer que evangeliza usando videogames e cultura geek

    Conheça o padre gamer que evangeliza usando videogames e cultura geek

    Divulgação
    Padre Edson Ribeiro

    Há oito anos como religioso, ele celebra missa na Paróquia São José Operário, na cidade de Ubá, em Minas Gerais. Nas horas vagas, é um nerd como qualquer outro: adora jogos, HQs, filmes, RPG, animes e qualquer obra geek.

    Assim como Jesus usava histórias do campo, do trigo, de pescadores e moedas perdidas, o padre Edson usa o universo gamer e nerd para traduzir fé para uma geração que cresceu com controles na mão.

    Leia a reportagem completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.