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    Alunos da rede municipal da capital poderão participar de intercâmbio educativo nos EUA

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  • Programa de férias transforma o SESI Lab em um mundo de descobertas

    Programa de férias transforma o SESI Lab em um mundo de descobertas

    16/01/2026 11:07, atualizado 16/01/2026 11:07

    metropoles.com

    Em um mundo em que crianças crescem cercadas por telas, notificações e excesso de informação, aprender deixou de ser apenas acumular conteúdos.

    Hoje, educar uma criança é ajudá-la a desenvolver algo muito mais raro: curiosidade, autonomia, criatividade e capacidade de interpretar o mundo.

    É nesse território, onde emoção, pensamento e imaginação se cruzam, que a brincadeira deixa de ser passatempo e passa a ser uma poderosa tecnologia de formação humana.

    Essa é a ideia que estrutura o Festival Brinca+, evento de férias do SESI Lab, que, nesta 6ª edição, ocupa o museu entre 17 de janeiro e 15 de fevereiro, com uma programação extensa, gratuita e pensada especialmente para crianças, jovens e famílias.

    Apresentada pelo Ministério da Cultura, Shell e SESI Lab, a primeira edição de 2026 transforma o espaço em um grande ecossistema de experiências em que arte, ciência, tecnologia e cultura se misturam para mostrar que brincar é uma das formas mais sofisticadas de aprender.

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    Pessoa caminha entre estruturas geométricas grandes, em um ambiente moderno
    A arquitetura do SESI Lab também estimula o aprendizado por meio do espaço

    Durante o período, o público encontra shows musicais, teatro, cinema, exposições, oficinas e ativações conduzidas por educadores, artistas, designers e cientistas.

    Não se trata de “ocupar o tempo” durante as férias. Trata-se de formar repertório, estimular pensamento crítico e construir memória afetiva e intelectual.

    Para Cândida Oliveira, gerente de Desenvolvimento Institucional do museu, o festival não é um evento isolado, mas a culminância da proposta pedagógica do espaço.

    “O SESI Lab é um museu de arte, ciência e tecnologia com uma abordagem pedagógica bastante inovadora”, afirma. “A gente parte do pressuposto que essa ampliação do repertório científico e cultural do nosso público não acontece só com uma visita ao museu. Ele pode desfrutar e aproveitar todos os programas que a gente oferece.”

    Duas pessoas sentadas frente a frente conversam em um espaço de laboratório, com objetos educativos sobre a mesa
    O Brinca+ promove encontros que estimulam curiosidade e pensamento crítico

    Brincar ensina

    A ciência ajuda a explicar por que o Brinca+ funciona. Uma pesquisa internacional conduzida pela YouGov em 2024 ouviu crianças entre 6 e 12 anos e revelou que 92% acreditam que ser criativo aumenta a autoconfiança.

    Para 65%, atividades criativas geram felicidade; para 59%, orgulho; e mais da metade afirma que criar faz com que sintam que fizeram algo importante.

    Em outras palavras: quando uma criança desenha, canta, constrói, pinta ou inventa, ela não está apenas se divertindo. Ela está formando identidade, resiliência emocional e capacidade de resolver problemas, habilidades que nenhum teste de múltipla escolha consegue medir.

    É essa equação entre prazer e aprendizado que o Brinca+ coloca em prática.

    Mesa com materiais coloridos, recortes e objetos de arte. Ao fundo, painéis verdes com ilustrações
    Experimentos científicos ganham forma acessível no espaço expositivo do SESI Lab

    Brincar é método

    O SESI Lab, inaugurado em 2022, não é um museu tradicional. Ele é um espaço de educação não formal, criado para transformar conceitos complexos em experiências sensoriais, estéticas e práticas.

    “Existe uma intencionalidade no que a gente faz aqui de modo que a experiência no museu seja um apoio para o currículo escolar”, explica a gerente.

    A programação do Brinca+ mistura linguagens o tempo todo. Ciência, arte, tecnologia, música e cultura popular aparecem entrelaçadas.

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    Sala ampla com iluminação azul e equipamentos interativos. Crianças e adultos caminham pelo espaço
    O museu se transforma em um grande território de descobertas durante o Brinca+

    Na primeira semana, por exemplo, a oficina Cores e Flores ensina técnicas de pintura a partir da flora do Cerrado.

    Enquanto escolhe cores, a criança aprende sobre espécies vegetais e biomas.

    O teatro aparece em “Forrolendo” com Mamulengo Presepada, que mistura bonecos tradicionais, música ao vivo e histórias do imaginário brasileiro. A música surge no show “Planeta Oca”, que trata de preservação ambiental, empatia e diversidade por meio de canções autorais.

     

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    E o cinema entra com episódios de “O Show da Luna!”, série em que uma menina curiosa transforma perguntas em investigações científicas — exatamente o comportamento que o museu quer cultivar.

    Sendo que nada disso é aleatório. Tudo é desenhado para estimular o que a ciência chama de aprendizagem ativa.

    “A gente tem especialistas em educação museal para a primeira infância. São experiências sensoriais, com tinta, argila, movimento… E também é um aprendizado para os pais, que levam essas ideias para casa”, conta Cândida.

    Pessoa sentada fala com expressões animadas, usando as mãos para explicar algo. O ambiente é interno e acolhedor
    Cândida Oliveira, gerente de Desenvolvimento Institucional do SESI Lab

    Museu em festa

    Durante o Brinca+, o SESI Lab se transforma por completo. Cada espaço do museu ganha uma função dentro do festival.

    Na praça externa, o público encontra um ambiente amplo, com praça de alimentação e food trucks, criando um clima de convivência.

    No Túnel, uma grande estrutura de palco recebe apresentações teatrais, musicais e sessões de cinema.

    A Estação Descoberta, dentro da Galeria Fenômenos do Mundo, abriga as ativações internas do festival.

    O Hall de Entrada se torna um espaço de oficinas do Educativo SESI Lab.

    Já o Experimento Lab, no primeiro pavimento, e o Espaço Maker, no térreo, concentram as oficinas práticas.

    “A arte, dentro da nossa metodologia, é um meio. Não um fim. É um meio para dialogar com o público, acessar emoções e criar experiências que facilitam a compreensão de determinados conceitos”, pondera a gerente.

    Nos fins de semana, de sexta a domingo, mestres de cerimônia palhaços circulam pelo museu, garantindo momentos de interação, humor e acolhimento, transformando o aprendizado em uma experiência afetiva.

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    Mesa com materiais coloridos, recortes e objetos de arte. Ao fundo, painéis verdes com ilustrações
    Atividades manuais estimulam coordenação, criatividade e autonomia das crianças

    Entre palavras e imaginação

    Além das atividades do Brinca+, o público encontra outras experiências especiais dentro do museu.

    Durante o festival, o SESI Lab abriga a exposição “Palavras que Voam: Acervo Aurélio Buarque de Holanda”, que apresenta a trajetória do mais emblemático dicionário da língua portuguesa por meio de conteúdos históricos, linguísticos e interativos, uma forma de transformar palavras em experiência viva.

    “O festival reúne atividades sensoriais, artísticas e educativas que dialogam com diferentes fases da infância e também com as famílias. Além disso, traz para o SESI Lab atrações de várias partes do Brasil, ampliando o repertório cultural do público e reforçando o museu como um espaço de encontro com a diversidade, a brincadeira e o aprendizado.”

    Cláudia Ramalho, superintendente de Cultura do SESI

    Também está em cartaz a instalação “Atlas Imaginário”, da artista e pesquisadora Gabriela Bilá, que integra ciência, tecnologia e arte em uma obra que convida o visitante a explorar o mundo por meio da imaginação e da cartografia afetiva.

    Palavra Cantada

    A partir de 22 de janeiro, o Brinca+ ganha ainda mais força com a Ocupação Palavra Cantada, promovida em parceria com o Itaú Cultural. A mostra celebra os 30 anos da dupla Sandra Peres e Paulo Tatit, referência absoluta da música infantil brasileira.

    A exposição transforma o museu em uma verdadeira casa onde cada cômodo guarda descobertas embaladas por canções que atravessam gerações.

    Do quintal à sala, da varanda à cozinha, do quarto ao banheiro, crianças e adultos percorrem mais de 30 anos de trajetória da dupla, do álbum “Canções de Ninar” (1994) até “Cenas Infantis” (2024), em um percurso que reúne mais de 20 álbuns, 11 DVDs e nove livros.

    “É uma experiência que encanta crianças, emociona adultos e reforça como a música pode ser um caminho poderoso para aprender, brincar e se conectar”, ressalta Cláudia Ramalho.

    Festival que também é inclusão

    O SESI Lab estruturou o Brinca+ com foco em acessibilidade. O museu possui piso podotátil, acessos para cadeirantes, maquetes táteis, plantas elevadas, textos em Braille e caracteres ampliados, além de audiodescrição e videolibras via QR Code.

    Além disso, mensalmente, o museu promove o dia acessível, com adaptações para pessoas neurodiversas e no espectro autista.

    A proposta é simples: ninguém fica de fora da experiência.

    Experimentos científicos ganham forma acessível no espaço expositivo do SESI Lab
    Experimentos científicos ganham forma acessível no espaço expositivo do SESI Lab

    Brincar como política de futuro

    No fundo, o Brinca+ propõe algo maior do que um festival cultural. Ele aponta para um modelo de educação em que curiosidade, imaginação e criatividade são tratadas como competências centrais para o século 21.

    “Se o visitante sai daqui curioso, a gente já cumpriu nosso objetivo”, resume Cândida.

    Curiosidade é o primeiro passo para ciência, democracia, empatia e inovação.

    No Brinca+, brincar não é fuga da realidade. É uma forma de compreendê-la e de construir o futuro.

    Festival Brinca+

    Local: SESI Lab, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto
    Datas: 17 de janeiro a 15 de fevereiro

    Palavra Cantada

    Datas: 22 de janeiro a 30 de março

    Ingressos gratuitos até 15 de fevereiro

  • Veja o que aconteceu com a cadela resgatada com quase 1 kg de pelo

    Veja o que aconteceu com a cadela resgatada com quase 1 kg de pelo

    @kcpetproject/TikTok/Reprodução
    montagem colorida com fotos da cadela resgatada

    Dolly já vive uma nova fase longe do sofrimento que marcou sua história. Depois de passar semanas em observação clínica, a cadela resgatada começou a receber visitas frequentes dos voluntários do abrigo, que se revezavam para brincar, oferecer carinho e garantir companhia durante a recuperação. Foi nesse período que os laços afetivos se fortaleceram e mudaram definitivamente o destino do animal.

    Uma das voluntárias acabou se aproximando ainda mais de Dolly e decidiu adotá-la. Segundo Abigail, voluntária do abrigo em que a pet estava, a adaptação foi rápida e tranquila. Em pouco tempo, Dolly já estava acostumada à nova casa, demonstrando segurança e bem-estar. “Ela é um bebê feliz”, afirmou, emocionada.

    A história do recomeço foi registrada em vídeo e publicada no perfil oficial do The Dodo no Instagram, em 11 de janeiro. Em poucos dias, a gravação ultrapassou 9,8 milhões de visualizações e reuniu milhares de comentários de internautas tocados pela transformação da cadela.

    Assista ao vídeo

     

    Ver essa foto no Instagram

     

    Um post compartilhado por The Dodo (@thedodo)

    As reações destacaram principalmente o contraste entre o abandono vivido por Dolly e o cuidado que passou a receber. “Que transformação! Estou muito feliz pela Dolly”, escreveu uma seguidora. Outro comentário dizia: “É inacreditável que as pessoas tenham deixado isso acontecer. Muito triste, mas fico imensamente feliz que ela tenha sido salva”.

    Houve ainda quem desabafasse: “Dói pensar que ela viveu assim por tanto tempo sem que ninguém se importasse, mas sou grata por ela ter sido resgatada”.

    Montagem colorida com fotos de cadela resgatada
    Dolly foi encontra nesse estado

    Relembre a história de Dolly

    Dolly ganhou repercussão internacional após ser resgatada em condições extremas, com quase 1 kg de pelo cobrindo o corpo. O acúmulo comprometia sua mobilidade, higiene e saúde, evidenciando um longo período de negligência.

    Após o resgate, a cadela passou por um processo cuidadoso de tosa e avaliação veterinária. As imagens do antes e depois impressionaram pelo impacto visual e ajudaram a chamar atenção para os efeitos do abandono e da falta de cuidados básicos.

    foto colorida cadela Dolly
    Dolly passou por uma transformação incrível e foi adotada

    Agora, adotada e longe da situação de vulnerabilidade, Dolly inicia uma nova jornada cercada de afeto, segurança e dignidade. Sua história termina com um final que mobilizou milhões de pessoas e reforça a importância do resgate e da adoção responsável.

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    Bruno Spada/Câmara dos Deputados
    Nikolas Ferreira (PL - MG)

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou, nesta sexta-feira (16/1), sobre a declaração feita pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federa (STF), em uma colação de grau da USP nessa quinta-feira (15/1), em uma referência indireta ao envio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Papudinha. “Soberba precede a ruína”, diparou o parlamentar.

    Em uma publicação no X, Nikolas publicou o trecho do vídeo em que o ministro afirma “ter feito o que tinha que fazer”, durante colação de grau da 194ª turma de direito da Universidade de São Paulo (USP), e lançou críticas.

    “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.” pic.twitter.com/FsWs4zRr5z

    — Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 16, 2026

    O discurso de Moraes ocorreu após determinação da transferência de Bolsonaro para a Papudinha. O magistrado fez uma referência indireta, mas bem-humorada, ao fato, ao dizer que já tinha “feito o que tinha que fazer”.

    “Oito discursos para vocês é um absurdo do absurdo. Vocês percebem que ninguém cumpriu os três minutos? Quase que eu tive que tomar algumas medidas. Mas eu me contive hoje, né? Acho que hoje eu já fiz o que eu tinha que fazer”, afirmou o ministro.