Categoria: Teste

  • Acre destina apenas 0,001% do orçamento para indígenas e depende 9 vezes mais de dinheiro estrangeiro

    Acre destina apenas 0,001% do orçamento para indígenas e depende 9 vezes mais de dinheiro estrangeiro

    Criada em julho de 2023, a Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (SEPI) chega a 2026 com um investimento direto do Governo do Acre considerado residual quando comparado aos recursos externos já disponíveis para a política indigenista no estado. De acordo com a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, a SEPI contará com um orçamento total […]

  • Acre está entre os estados com maior desocupação profissional de longo prazo

    Acre está entre os estados com maior desocupação profissional de longo prazo

    O Acre ocupa a 20ª posição no ranking nacional de desocupação profissional de longo prazo, segundo levantamento divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estudo avalia o percentual de pessoas que estão há dois anos ou mais sem trabalho em relação ao total de desocupados em cada estado, e o Acre apresenta 25,9%. O […]

  • Pai de três meninos, Wagner Moura expõe desafio. Saiba quem são eles

    Pai de três meninos, Wagner Moura expõe desafio. Saiba quem são eles

    Penske Media via Getty Images
    Wagner Moura no Globo de Ouro 2026

    Vencedor do Globo de Ouro, baiano, brasileiro, cheio de molho e pai! Wagner Moura falou sobre sua vida pessoal e comentou como é ser pai de três meninos adolescentes. Ele é casado com Sandra Delgado há mais de 20 anos. 

    Assista:

    Wagner é pai de Bem, de 19 anos, Salvador, de 15, e José de 13. O ator garantiu que ser pai vai muito além de sua carreira como ator.


    Quem são os três filhos de Wagner


    “Ser pai é o que define principalmente a minha vida. Ser artista também, mas ser pai está acima de tudo”, disse o ator no The Drew Barrymore Show.

    Ele ainda completou: “E é uma aventura. Você comete erros, você diz coisas que não deveria ter dito, toma decisões que não deveria ter tomado. O que aprendi é que temos de nos perdoar”.

    Wagner ainda brincou sobre ter se tornado pai aos 29, e Drew Barrymore completou: “Em anos masculinos isso é tipo 12 anos. Acho que realmente nós mulheres crescemos mais rápido”.

  • Duas regiões do DF ficam sem energia nesta sexta-feira (16/1); confira

    Duas regiões do DF ficam sem energia nesta sexta-feira (16/1); confira

    Divulgação/Neoenergia
    Distribuicao.-Foto-Neoenergia-4 (1)

    Moradores das regiões de Águas Claras (DF) e do Paranoá (DF) ficarão sem energia para a realização de serviços de manutenção da Neoenergia Brasília, nesta sexta-feira (16/1).

    Em Águas Claras, o endereço afetado pela suspensão de energia é a QS 5, no período das 10h às 16h para a instalação de um religador na quadra.

    Já no Paranoá, são dois endereços que serão impactados com o corte: Condomínio Del Lago e a Fazendinha. Em ambos locais, a suspensão será realizada das 9h às 15h para a modernização da rede nos endereços.

    Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio.

    Além dos desligamentos programados, pode ser que a energia seja cortada em alguma região, sem comunicação prévia.

    Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116.

  • Sindicato repudia ataques a ônibus no DF: "Colocam vidas em risco"

    Sindicato repudia ataques a ônibus no DF: "Colocam vidas em risco"

    Kebec Nogueira/ Metrópoles
    Assento de cadeirante com estilhaços de vidro

    O presidente do Sindicato de Rodoviários do DF, João Dão, disse ao Metrópoles que a entidade repudia os ataques que aconteceram na noite de quinta-feira (15/1), quando dezenas de ônibus foram vandalizados.

    “O sindicato repudia esse tipo de ataque ao sistema de transporte público até porque coloca em risco a vida do motorista e do cobrador. Além do passageiro que tem o direito de ir e vir. O que aconteceu ontem para nós é lamentável.”, afirmou.

    Segundo o sindicalista, não se sustenta a suspeita de que os ataques estejam relacionados às recentes demissões promovidas pela empresa Urbi.

    “Para nós, foram duas ou três demissões. A empresa fez uma redução no quadro de cargos de confiança, que não envolvem motoristas, cobradores ou trabalhadores da manutenção”, explicou.

    João Dão acrescentou que as dispensas ocorreram exclusivamente em cargos de chefia e fiscalização.

    Apesar da declaração do presidente, informações preliminares indicam que o ataque articulado pode ter sido uma represália por conta da demissão de alguns rodoviários da empresa Urbi Mobilidade Urbana nesta semana.

    Uma dessas pessoas seria ligada a um ex-diretor do Sindicato dos Rodoviários e que atualmente atua como oposição da entidade.

    “Hoje nós temos uma diretoria coesa, uma diretoria unida. Nós não temos nenhuma divergência interna da diretoria. Então, por isso, não procede dentro da nossa diretoria, hoje, atualmente”, afirmou João Dão.

    O presidente disse ainda que os ataques geram preocupação para o setor e defendeu a responsabilização dos envolvidos.

    “Ali dentro existem vidas, né? Então, a pessoa tem que ter essa responsabilidade, aqueles que estão fazendo esse tipo de ataque. Eu acho que os órgãos responsáveis devem ir atrás, procurar saber de onde partiu esses ataques”.

  • Defesa Civil interdita rua após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

    Defesa Civil interdita rua após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

    Na noite de quinta-feira (15), a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasileia emitiram um comunicado conjunto informando a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após a identificação de sinais avançados de erosão no local. De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi provocado pela força da água do Rio […]

  • Produção de grãos no Acre cresce 9,1% e deve atingir 231 mil toneladas na safra 2025/26

    Produção de grãos no Acre cresce 9,1% e deve atingir 231 mil toneladas na safra 2025/26

    A produção de grãos no Acre deve alcançar 231 mil toneladas na safra 2025/26, representando um crescimento de 9,1% em relação à temporada anterior, aponta estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O aumento é atribuído principalmente à expansão da área plantada, que subiu 7%, passando de 68,7 mil hectares para 73,5 mil hectares. A […]

  • Ponte Honestino Guimarães terá faixas interditadas nesta sexta-feira

    Ponte Honestino Guimarães terá faixas interditadas nesta sexta-feira

    Daniel Ferreira / Metrópoles
    Ponte Honestino Guimarães - Metrópoles

    A Ponte Honestino Guimarães, no Distrito Federal, terá as faixas interditadas no período das 9h às 12h na manhã desta sexta-feira (16/1).

    Segundo o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), o motivo da interdição será para a realização de serviços de manutenção na segunda ponte.

    Os trabalhos serão executados pela Novacap e ocorrerão nas três faixas da via, com interdição de uma faixa por vez, de forma alterada.

    A medida do serviço terá como objetivo reduzir os impactos no trânsito, garantindo a segurança tanto da equipe responsável pela manutenção quanto dos usuários da ponte.

  • Com pista bloqueada, Régis Bittencourt tem 36 km de congestionamento

    Com pista bloqueada, Régis Bittencourt tem 36 km de congestionamento

    Reprodução/Arteris
    Alagamento interdita trecho da Régis Bittencourt - Metrópoles

    Um trecho da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) foi interditado nessa quinta-feira (15/1) após um alagamento na pista, em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo.

    A faixa 2 da pista segue bloqueada desde então e há um desvio na faixa 1 na manhã desta sexta-feira (16/1), no sentido capital, 13 horas após o incidente. Por volta das 7h havia registro de 36 quilômetros de congestionamento, no trecho entre o km 290 e o km 326, de acordo com a concessionária Arteris.

    Segundo a concessionária, ainda não há previsão para a retirada da lama da pista. “Equipes trabalhando no local”, disse, em nota.

    Na quinta-feira, a Defesa Civil estadual havia emitido um alerta severo para tempestades, com previsão de rajadas de vento, descargas elétricas e queda de granizo. O transporte público também foi impactado e sofreu com alagamentos e interdições

  • Genética pode influenciar idade do diagnóstico de autismo, diz estudo

    Genética pode influenciar idade do diagnóstico de autismo, diz estudo

    Nambitomo/Getty Images
    Foto colorida de fita com símbolos de quebra-cabeça em cum fundo azul - Metrópoles

    O transtorno do espectro autista (TEA) pode não seguir uma única trajetória de desenvolvimento. Há pelo menos dois caminhos distintos: um que se manifesta já na primeira infância e outro que só começa a se diferenciar na adolescência. Cada um deles está ligado a um conjunto próprio de variantes genéticas comuns, segundo um estudo publicado na Nature em outubro.

    Liderada por Xinhe Zhan, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, a pesquisa acompanhou crianças e adolescentes por vários anos e encontrou indícios de que esses dois caminhos — o que emerge mais cedo e o que se torna evidente mais tarde — também se refletem na genética.

    Os pesquisadores observaram que parte das variantes comuns se agrupa em um fator ligado a sinais já na primeira infância, enquanto outro grupo de variantes se associa a dificuldades que vão surgindo ou se intensificando na adolescência, com maior relação ao transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a outras condições de saúde mental.

    Isso revela como genética e desenvolvimento moldam a manifestação do TEA. “Ajuda a explicar por que muitos casos só são reconhecidos na adolescência ou na vida adulta e reforça a necessidade de estratégias individualizadas de diagnóstico e cuidado, capazes de captar sinais que passam despercebidos na infância”, afirma a bióloga Andréa Laurato Sertié, pesquisadora do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP).

    O estudo também questiona o chamado “modelo unitário”, segundo o qual o autismo seria um conjunto único de características, e o momento do diagnóstico refletiria apenas a gravidade dos sintomas. Nessa interpretação mais simplificada, crianças diagnosticadas cedo teriam sinais mais intensos desde o início, enquanto quadros considerados mais leves só se tornariam evidentes com o aumento das demandas sociais na adolescência.

    Embora o artigo descreva a trajetória associada ao diagnóstico tardio como marcada por menos dificuldades na primeira infância, a hipótese central é de que ela não representa apenas uma versão mais branda do mesmo quadro, mas um percurso de desenvolvimento diferente, associado a perfis poligênicos distintos.

    Nas coortes analisadas, os níveis médios de dificuldade foram semelhantes entre os grupos. A divergência apareceu ao longo do desenvolvimento: apenas os pacientes diagnosticados mais tarde apresentaram piora progressiva das dificuldades, que se intensificaram na adolescência e se tornaram clinicamente mais evidentes nesse período.

    Esse padrão sustenta o chamado “modelo desenvolvimental”, que entende o momento do diagnóstico como uma característica qualitativa do autismo, ligada a trajetórias distintas ao longo da vida e a mecanismos genéticos específicos — e não apenas ao grau de “gravidade” inicial dos sintomas.

    “O estudo mostra que a genética influencia não só o risco de autismo, mas também quando e como os sinais se manifestam. Isso ajuda a entender a diversidade clínica e por que muitos casos só são identificados na vida adulta”, analisa Sertié, que pesquisa os mecanismos celulares ligados a transtornos do neurodesenvolvimento.

    Foto colorida de criança com pulseira símbolo do autismo segurando mão de adulto - Metrópoles
    Os sintomas leves do autismo podem ser confundidos, por exemplo, com timidez e falta de afetividade, dificultando o diagnóstico

    Condição heterogênea

    O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento que envolve dificuldades persistentes na comunicação e na interação social, além de padrões de comportamento restritos e repetitivos. Esses sinais surgem na primeira infância, mas não evoluem da mesma forma em todas as pessoas.

    “É uma condição heterogênea, tanto nas manifestações clínicas quanto nas origens biológicas. Essa diversidade faz o autismo ser compreendido hoje não como uma única entidade, mas como um espectro resultante de múltiplas vias causais possíveis”, explica a especialista.

    A prevalência global estimada é de cerca de um em 127 pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. Em países com vigilância mais estruturada, como os Estados Unidos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) registra um caso a cada 31 crianças de 8 anos.

    No Brasil, o Censo 2022 identificou pela primeira vez 2,4 milhões de pessoas que declararam ser autistas, o que equivale a 1,2% da população. As taxas mais altas entre crianças e mais baixas entre adultos sugerem maior detecção nas novas gerações e possível subdiagnóstico ao longo da vida.

    As causas ainda são estudadas pela ciência, mas já se sabe que envolvem tanto variantes genéticas específicas, encontradas em cerca de um terço dos casos, quanto o efeito combinado de centenas de variantes comuns. Esses fatores se integram a condições pré-natais e perinatais — como inflamação materna, prematuridade extrema e idade parental avançada —, modulando o risco individual.

    “Do ponto de vista neurobiológico, a medicina e a neurociência atuais compreendem o autismo como decorrente de alterações no neurodesenvolvimento e na conectividade cerebral, particularmente em circuitos relacionados a socialização, comunicação, processamento sensorial e flexibilidade comportamental”, resume Andréa Sertié.

    Diagnóstico e suas limitações

    Apesar dos avanços, o diagnóstico do autismo ainda depende exclusivamente da observação clínica e do relato comportamental — não há exames laboratoriais que confirmem ou prevejam o transtorno. Essa limitação contribui para diagnósticos tardios, sobretudo em pessoas cujos sinais são discretos na infância ou que apresentam desenvolvimento inicial típico em linguagem, sociabilidade ou desempenho escolar.

    A variabilidade das manifestações clínicas e a sobreposição com outros transtornos do neurodesenvolvimento, como TDAH, ansiedade e dificuldades de linguagem, também dificultam avaliações precoces.

    “Com a chegada da adolescência e da vida adulta, surgem demandas sociais e emocionais mais complexas, como maior autonomia, relações afetivas, organização da rotina e exigências no ambiente de trabalho. Essas novas situações tornam as dificuldades mais evidentes, levando muitas pessoas a buscar avaliação pela primeira vez”, explica a pesquisadora do Einstein.

    Em muitos casos, especialmente de mulheres, a pessoa desenvolve estratégias de camuflagem social ao longo da vida, o que contribui para avaliações mais tardias.

    Os achados do estudo ajudam a entender esse fenômeno. Ao mostrar que combinações de variantes genéticas influenciam o momento em que as dificuldades começam a aparecer, os autores indicam que o diagnóstico tardio não se explica apenas por sinais discretos na infância ou por falhas de detecção, mas por trajetórias de desenvolvimento distintas.

    Mesmo após analisar fatores como presença de TDAH, outros transtornos psiquiátricos e diferenças entre homens e mulheres, as distinções genéticas permaneceram.

    Os pesquisadores agora pretendem investigar como esses fatores poligênicos se conectam a mecanismos biológicos específicos — como conectividade neural e desenvolvimento sináptico — e avaliar se outros subtipos podem ser identificados. A expectativa é de que esse conhecimento permita classificações mais precisas dentro do espectro e ajude a orientar intervenções individualizadas ao longo da vida.

    Para Sertié, reconhecer que alguns indivíduos apresentam dificuldades precoces enquanto outros manifestam sinais mais tardios evidencia a necessidade de abordagens diferenciadas no diagnóstico e no cuidado. Crianças identificadas cedo tendem a se beneficiar de estratégias focadas em linguagem, habilidades sociais e apoio ao desenvolvimento.

    Nos diagnósticos tardios, o acompanhamento precisa considerar desafios emocionais, comportamentais e de adaptação às demandas crescentes da vida adulta.

    Reconhecer formas tardias também reforça a importância do monitoramento contínuo ao longo da infância e adolescência, mesmo quando os sinais iniciais são discretos. “Esses achados reforçam a necessidade de estratégias diagnósticas e de cuidado personalizadas, que integrem informações sobre trajetórias de desenvolvimento individuais, perfis socioemocionais e fatores genéticos, garantindo intervenções mais precisas e eficazes durante toda a vida”, conclui Sertié.