Categoria: Teste

  • Riozinho do Rola se mantém estável em 11,30 m nesta quarta, aponta SGB

    Riozinho do Rola se mantém estável em 11,30 m nesta quarta, aponta SGB

    As medições mais recentes do riozinho do Rola, principal afluente do rio Acre em Rio Branco, indicam estabilidade no nível do manancial na manhã desta quarta-feira (14) após as chuvas registradas nos últimos dias na região. Os dados constam nas planilhas do Sistema de Alerta de Eventos Críticos (Sace), do Serviço Geológico do Brasil (SGB), […]

  • BBB: vídeo mostra momentos antes de Henri Castelli sofrer 2ª convulsão

    BBB: vídeo mostra momentos antes de Henri Castelli sofrer 2ª convulsão

    Reprodução/TV Globo
    henri castelli

    Henri Castelliconvulsionou pela segunda vez ao retornar ao confinamento do BBB26 na tarde desta quarta-feira (14/1). Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, é possível ver o ator inquieto antes de passar mal. Segundos depois, a Globo cortou as câmeras da área externa.

     

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    Um post compartilhado por TRICOTEI (@tricotei)

    Durante a madrugada, o famoso já tinha passado mal enquanto competia na primeira Prova do Líder da temporada e precisou ser hospitalizado. Após a segunda crise, os demais participantes demonstraram preocupação.

    Henri Castelli foi atendido pela equipe médica do programa e está em observação. A produção acalmou os demais participantes e informou que o ator está bem. “Henri passa bem e foi atendido pelos médicos e ficará em observação médica”, disse o Big Boss.

    A saúde de Henri Castelli, no entanto, virou assunto dentro da casa e alvo de teorias dos demais participantes. Na cozinha, Brigido afirmou que sentiu uma energia “espiritual” vinda do ator. “Eu senti algo mexendo nele, espiritual… tem carga ali. Quando senti, tive vontade de orar por ele. Eu quero conversar com ele, porque ele fez Jesus Cristo, ele tem muitas tatuagens de Jesus Cristo”, disse.

    Milene, integrante do grupo Pipoca, ficou assustada com a fala do colega. “Você acha que ele tava possuído?”, questionou ela. O brother negou. Em seguida, Solange Couto explicou o que o participante quis dizer: “Cargas espirituais, não são cargas do mal, do diabo”, completou a atriz.

  • Doença fatal e subnotificada custou R$ 25,5 milhões ao SUS em 9 anos

    Doença fatal e subnotificada custou R$ 25,5 milhões ao SUS em 9 anos

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Foto colorida do paciente Antonio Rodrigues, que tem a doença paracoccidioidomicose - Metrópoles

    Entre 2017 e agosto de 2025, o Sistema Único de Saúde (SUS) desembolsou R$ 25,5 milhões para tratar pacientes internados por paracoccidioidomicose (PCM), a infecção fúngica sistêmica que mais mata no país. Pouco conhecida, a doença não integra a lista nacional de notificação compulsória, do Ministério da Saúde, e avança pelo país.

    No último sábado (10/1), o Metrópoles publicou uma reportagem especial com dados inéditos sobre a PCM, historicamente negligenciada pelas políticas públicas de saúde.

    O valor total gasto — R$ 25.599.969,13 — refere-se exclusivamente a custos hospitalares diretos pagos pelo SUS, como diárias hospitalares, procedimentos médicos e medicamentos administrados durante a internação. Os dados são do Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS), do Ministério da Saúde, e foram obtidos pelo Metrópoles via Lei de Acesso à Informação (LAI).

    Embora frequentemente tratada como uma doença “rara”, os registros mostram que a paracoccidioidomicose gera internações de forma contínua ao longo dos anos, com impacto financeiro persistente no sistema público de saúde.


    Sintomas da PCM


    Gasto com a doença é contínuo

    Os dados do SIH/SUS revelam que a PCM não é um evento isolado nem um surto localizado, mas uma demanda permanente por leitos hospitalares, especialmente em estados com forte presença de áreas rurais e expansão agrícola.

    As internações por paracoccidioidomicosese repetem ano após ano, em diferentes regiões do país. Em todos os meses, de janeiro de 2017 a agosto de 2025, não há vácuos temporais nos dados.

    Nesse período, 26 estados e o Distrito Federal registraram ao menos uma internação pela doença, evidenciando uma dispersão geográfica inédita. Foram ao menos 2.424 hospitalizações associadas à doença.

    Distribuição pelos estados com maior volume mostra a persistência da doença:

    São Paulo (SP): 770 internações
    Minas Gerais (MG): 222 internações
    Rondônia (RO): 131 internações
    Rio de Janeiro (RJ): 124 internações
    Paraná (PR): 103 internações
    Goiás (GO): 78 internações

    São Paulo concentra , impulsionado pelo alto volume de casos e pela recente inclusão da doença na lista estadual de notificação compulsória.

    Já estados como Rondônia (RO) e Paraná (PR) chamam atenção pelo alto custo individual de algumas internações, reflexo da gravidade dos quadros clínicos. Em janeiro de 2022, uma única internação em Rondônia custou R$ 46,3 mil ao SUS. No Paraná, outra hospitalização chegou a R$ 19,3 mil em outubro do mesmo ano.

    Formas grave da doença pressionam o sistema

    A predominância de formas clínicas graves da paracoccidioidomicose ajuda a explicar o peso da doença no sistema público de saúde.

    As formas pulmonar e disseminada — esta última quando a infecção atinge múltiplos órgãos — representam 53,6% de todas as internações registradas no período. Foram 486 internações pela forma pulmonar e 426 pela forma disseminada.

    “O mais comum é os pacientes chegarem com sequelas pulmonares graves, casos que rapidamente evoluem para fibrose pulmonar. A doença os incapacita para o trabalho e eles precisarão ser aposentados precocemente pelo INSS”, afirma Luciano Corrêa Ribeiro, professor de Infectologia do Hospital Universitário Júlio Müller (MT).

    Inimigo invisível

    O fungo causador da PCM vive no solo e é invisível a olho nu. O contágio ocorre quando a terra é revolvida: os esporos ficam suspenso no ar e são inalados. O micro-organismo se instala no pulmão e, se não for controlado, leva o paciente à morte.

    Ainda não se sabe ao certo a profundidade exata em que o fungo se concentra no solo, mas os especialistas apontam que ele não se encontra em camadas superficiais. Por esse motivo, a paracoccidioidomicose afeta principalmente trabalhadores que lidam diretamente com a terra, como agricultores, garimpeiros e trabalhadores da construção civil.

    O Brasil é o país com maior incidência de infecções por Paracoccidioides no mundo: cerca de quatro casos por 100 mil habitantes ao ano. A taxa de mortalidade é de 1,5 por milhão de habitantes.

    O fungo também é encontrado em países como Argentina, Colômbia, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru, Paraguai, México, Honduras e Guatemala.

    Subnotificação amplia o problema

    Para a comunidade científica, o impacto real da PCM é subestimado. Isso porque a doença não está incluída na Lista Nacional de Notificação Compulsória, o que dificulta o monitoramento e a formulação de políticas públicas específicas.

    Das 27 unidades da Federação, apenas sete realizam testes diagnósticos para a paracoccidioidomicose: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rondônia, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

    “Se a detecção da doença ocorresse mais cedo, seria possível adotar tratamentos mais eficazes, com novos antifúngicos e em menos tempo, melhorando a adesão e evitando o abandono terapêutico. Essas desigualdades persistem porque não há uma padronização nacional para o diagnóstico e o tratamento da PCM”, afirma o professor da UFMT.

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    Fecomércio abre vaga de estágio na área de ciências contábeis no Acre

    O Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/AC está com oportunidade de estágio aberta para estudantes do curso de Ciências Contábeis, a partir do 2º período da graduação. A vaga é destinada ao turno matutino, com carga horária de quatro horas diárias. O estagiário selecionado receberá bolsa no valor de R$ 656, além de auxílio-transporte incluso. Os interessados devem encaminhar […]

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    Master: Galípolo se reúne com diretor da PF após novas buscas

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  • Delegada que acusou motorista atuou na extradição de Allan dos Santos

    Delegada que acusou motorista atuou na extradição de Allan dos Santos

    Material cedido ao Metrópoles
    delegada da PF e motorista de app

    A delegada da Polícia Federal (PF) Dominique de Castro (foto em destaque) — que supostamente teria acusado um motorista de aplicativo de tentar extorqui-la após ela esquecer um notebook no carro dele — já teve o nome exposto em manchetes da imprensa em outras ocasiões.

    Em dezembro de 2021, Dominique saiu do cargo que ocupava na Interpol. À época, ela havia atuado, há pouco, no caso do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos.

    A delegada foi a terceira pessoa a perder o cargo após atuar no processo de extradição do bolsonarista.

    Em resposta à decisão da corporação, ela publicou, na ocasião, um pronunciamento. “Supostamente eu fiz algum comentário que contrariou. Qual foi, quando, para quem, em que contexto e ambiente, não sei. A chefia também disse que não sabe, cumpriu uma ordem que recebeu.”

    Ela chegou a dizer que se sentia revoltada com a decisão. “Além da incredulidade, há a forte sensação de revolta e de estar sendo injustiçada”, escreveu.

    Na conclusão da carta, ela relembra sua atuação na PF antes de chegar a Interpol e conclui que seu trabalho são “coisas que só podem ser valorizadas e respeitadas por quem sabe discernir e já fez o que é certo”.

    Entre os casos em que ela atuou enquanto estava na Interpol está o que investiga a máfia calabresa, a ‘Ndrangheta. Dominique é especializada no combate à máfia.

    Após a decisão, ela foi transferida para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, onde ocorreu a confusão com o motorista no último dia 8.

     

    O caso

    Conforme a versão do motorista de aplicativo de Pedro Herick da Costa, de 26 anos, registrada em boletim de ocorrência, após concluir a corrida, ele iniciou outra viagem, com destino ao mesmo local de onde havia partido anteriormente. Foi nesse momento que percebeu a presença de uma pasta no banco traseiro do carro e supôs que a passageira tivesse esquecido o objeto, que continha um notebook.

    Pouco depois, ele foi procurado por Dominique por meio da plataforma. Pedro confirmou que estava com o equipamento, mas informou que precisaria finalizar a corrida em andamento antes de retornar ao aeroporto. Também avisou que cobraria R$ 50 pelo deslocamento necessário para devolver o notebook.

    Segundo o motorista, a delegada teria se recusado imediatamente a pagar o valor, alegando estar sendo vítima de extorsão. Diante da negativa, Pedro afirma ter enviado uma mensagem explicando que o Código Civil prevê, inclusive, o recebimento de até 5% sobre itens achados, mas que ele cobraria apenas a taxa referente ao deslocamento.

    “Eu falei que estava amparado pela legislação e que, ainda assim, não cobraria os 5%, mas somente o valor da viagem, porque simulei o trajeto no aplicativo antes de cobrar os R$ 50”, contou. Ele também afirmou ter destacado que a orientação da plataforma é deixar objetos esquecidos na delegacia mais próxima, e não devolvê-los diretamente ao proprietário.

    Apesar disso, Pedro diz que se dirigiu ao local combinado. No momento da entrega do notebook, no entanto, afirma ter sido surpreendido por agentes da PF.

    “Abuso de poder”

    Revoltado, Pedro relatou que foi abordado por quatro agentes da Polícia Federal no saguão do aeroporto, em meio à multidão.

    “Eles não se apresentaram. Já chegaram perguntando o que eu estava fazendo. Eu disse que estava entregando o notebook, mas que ela não queria pagar os R$ 50. Então me chamaram de vagabundo e disseram que o que eu estava fazendo era extorsão, que eu era um estelionatário”, relembrou.

    De acordo com o motorista, os agentes não lhe deram espaço para explicações e chegaram a tentar algemá-lo. “Eu disse que eles não iam me algemar, porque não estavam lidando com um bandido, mas com um trabalhador. Eu não tinha feito nada de errado, só cobrei a taxa porque eram mais de 16 quilômetros, além do meu tempo e da gasolina”, afirmou.

    Segundo Pedro, embora não tenha sido algemado, ele foi arrastado pelo aeroporto até uma sala isolada. “Me seguraram pelo braço, pela camisa e pela calça. Estava todo mundo olhando.”

    Após ser identificado na delegacia do aeroporto, ele relata que foi colocado no camburão de uma viatura e levado à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

    “Foi uma humilhação. Fizeram isso na frente de todo mundo, com o aeroporto cheio. O tempo todo me chamavam de vagabundo. Eu tentava explicar a questão da lei, mas eles repetiam que não se aplicava ao caso e que o que eu estava fazendo era crime de apropriação indébita”, desabafou.

    Pedro contou ainda que, na delegacia, foi colocado em uma sala e, ao conversar com o delegado responsável pelo registro do caso, ouviu que havia um equívoco por parte dos agentes e da delegada.

    “O próprio delegado disse que não havia extorsão. Eu entrei pela porta da frente e saí pela porta da frente. Se eu tivesse feito algo errado, ele teria registrado os crimes e, se fosse desacato, eu teria assinado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, concluiu.

    A versão da PF

    Por meio de nota, a Polícia Federal afirmou que, durante a devolução do notebook, o motorista teria desacatado os policiais federais presentes no local.

    “Ele foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal para esclarecimentos, sem prisão ou uso de algemas”, afirmou a PF.

    Uma investigação será instaurada para a apuração de eventuais crimes cometidos.

  • Relembre a trajetória de Valesca e Juliana, finalistas do MasterChef

    Relembre a trajetória de Valesca e Juliana, finalistas do MasterChef

    Reprodução

    Julianne Trevisol e Valesca Popozuda são as grandes finalistas da primeira temporada do MasterChef Celebridades. Os nomes das participantes foram definidos na semifinal do programa, exibida nessa terça-feira (13/1), em uma disputa na qual também estavam Dodô, cantor do Pixote, e a atleta Maurren Maggi.

    O programa começou com a dinâmica que os participantes precisavam quebrar uma pinhata. Como vencedor, Dodô conquistou uma vantagem: escolher qual dos pratos sofisticados apresentados pelos chefs cada participante teria que preparar. As opções eram tournedos rossini, linguado à meunière, carré de cordeiro com crosta de pistache e arroz de pato.

    O desafio consistia em transformar receitas refinadas em versões acessíveis, mantendo técnica e sabor. Quem levou a melhor e conquistou a primeira vaga da grande final do MasterChef Celebridades foi Julianne Trevisol, com seu arroz de galinha com coxa e sobrecoxa, ovo e crispy de couve.

    Na última prova antes da final, os competidores precisavam preparar um bife wellington, acompanhado de molho e guarnição. Valesca Popozuda conseguiu conquistar os paladares dos jurados, tornando-se a segunda finalista do MasterChef Celebridades.

    Quem é Julianne Trevisol

    Julianne Trevisol é uma atriz e bailarina brasileira, conhecida por papéis em novelas como Os Mutantes, Vidas em Jogo e Totalmente Demais. Ela iniciou sua carreira como dançarina do Domingão do Faustão.

    Julianne Trevisol

    Quem é Valesca Popozuda

    Valesca Popozuda é uma cantora, dançarina e empresária brasileira. Foi vocalista do grupo feminino Gaiola das Popozudas entre 2000 e 2012, sendo considerada uma das mulheres precursoras do funk carioca no início dos anos 2000 junto a Tati Quebra Barraco.

    Foto colorida de Valesca Popozuda - Metrópoles
    Valesca Popozuda
  • Jovem se distrai com rap, se perde em trilha e precisa correr 48 km

    Jovem se distrai com rap, se perde em trilha e precisa correr 48 km

    Um jovem de 17 anos se perdeu na trilha em um parque nacional na Austrália; por sorte, ele foi resgatado. Saiba o desfecho do caso

  • Visual de Juliano Floss mistura moda urbana e maximalismo performático

    Visual de Juliano Floss mistura moda urbana e maximalismo performático

    @julianofloss/Instagram/Reprodução
    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles

    Juliano Floss é dono de um estilo que mistura streetwear com maximalismo. O influenciador, que acumula mais de 17 milhões de seguidores nas redes sociais, tem o visual marcado pelo uso frequente de estampas, diferentes texturas e frases fortes, conhecido como urbano statement.

    Vem conhecer!

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    O influenciador não tem medo de ousar no look

     

    Juliano Floss e o streetwear autêntico

    Com 21 anos, Juliano Floss se destaca nas redes sociais com conteúdos autênticos e talento para dança. Dono de um estilo que mistura elementos do hip-hop, trap e funk, seu guarda-roupa se ancora em um estilo que se aproxima do “vestir performático”.

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Looks com referências do hip-hop, trap e funk

     

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Calças com modelagem baggy

     

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Tons vibrantes

     

    O estilo conhecido como urbano statement dialoga diretamente com a performance e a linguagem digital. Para Juliano Floss, a moda se encaixa de forma natural, transformando o corpo em extensão da narrativa que ele constrói na web.

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Juliano Floss aposta no urbano statement

     

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Acessórios maximalistas

     

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Uso de diferentes texturas

     

    Seu visual é marcado pelo uso recorrente de estampas, sobreposições, diferentes texturas e peças com frases de impacto em tons vibrantes. Mesmo quando aposta em uma paleta mais neutra, Juliano costuma inserir um elemento de destaque, seja por meio de recortes ou acessórios.

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Uso de estampas

     

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Toucas são comuns no seu visual

     

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Juliano acumula mais de 17 milhões de seguidores nas redes

     

     

    Entenda o urbano statement

    O estilo urbano statement é uma ramificação do streetwear que ultrapassa o caráter funcional e utilitário das roupas, se aproximando do “vestir performático”. Diretamente ligado à ideia de que imagem é poder, esse estilo ganha força na era das redes sociais, quando o look deixa de ser apenas vestimenta e passa a funcionar como discurso visual.

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Estilo autêntico e performático

     

    Pensados para causar impacto imediato, os looks urbano statement são construídos para funcionar à distância, na fotografia e no vídeo. Peças oversized, por exemplo, criam volume de forma estratégica e potencializam a presença em cena, enquanto acessórios maxi atraem o olhar instantaneamente — recurso essencial em vídeos curtos, nos quais o estilo precisa comunicar sua mensagem em poucos segundos.

    foto com cor. estilo juliano floss - metrópoles
    Peças com modelagem oversized