Categoria: Teste

  • "Minha missão", diz Reinaldo Carneiro na busca pela reeleição na FPF

    "Minha missão", diz Reinaldo Carneiro na busca pela reeleição na FPF

    Rodrigo Corsi e João Loureiro/Ag. Paulistão
    Imagem colorida de Reinaldo Carneiro Bastos - Metrópoles

    Candidato à reeleição na presidência da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos promete “unir cada vez mais os clubes, entregando a eles o poder de decisão”. Em entrevista ao Metrópoles, o gestor falou em intensificar a capacitação de profissionais do setor, fortalecer o futebol feminino e melhorar a infraestrutura dos estádios e arenas.

    Segundo Reinaldo, durante a gestão dele, o número de jogos cresceu 56% e os clubes faturaram mais.

    “Tivemos agora a redução de datas dos estaduais, e o Paulistão se reinventou de uma forma única. Conseguimos formatar o campeonato mantendo sua essência, com clássicos e muita rivalidade regional, aliando uma inspiração na Champions League. Seguimos batendo recordes de receitas para os clubes, fomentando toda a base da pirâmide e garantindo aos clubes de elite uma receita incomparável”, pontuou Reinaldo sobre as ações mais recentes.

    Imagem colorida de Reinaldo Carneiro Bastos - Metrópoles
    Presidente da FPF confirmou candidatura

    O executivo do futebol brasileiro está à frente da FPF desde 2015, quando assumiu a federação ainda como vice-presidente. O mandato tampão foi cumprido até 2018, ano em que foi eleito pela primeira vez. Reinaldo teve a primeira reeleição em 2022 e, agora, disputa a segunda.

    “As entidades máximas do esporte, como a Conmebol e a FIFA, preveem a possibilidade de duas reeleições. Os clubes aprovaram mudança no nosso estatuto que prevê essa possibilidade na FPF. Há agora um desejo manifesto dos clubes para que eu conduza a FPF por mais quatro anos, para passar por todos os desafios que se apresentam. E decidi me candidatar para cumprir essa minha missão”, declarou.

    Quais os principais objetivos do senhor, se for reeleito?

    Minha missão é continuar o trabalho para unir cada vez mais os clubes, entregando para eles o poder de decisão. Ouvir mais e ouvir sempre é a melhor forma de fazer campeonatos melhores.

    O futebol brasileiro passa por uma transformação em termos de calendário e dinâmica das competições, com um crescimento dos campeonatos continentais e mundiais. Entender este cenário e garantir aos clubes, por meio de uma gestão profissional, uma estabilidade financeira e esportiva é o grande objetivo de curto prazo. Fortalecer as competições do ponto de vista esportivo e comercial.

    Precisamos continuar atentos ao que existe de mais moderno na área digital. Cada vez mais estou convencido de que este é um caminho para gerar mais receitas para os clubes.

    Do lado da arbitragem, nosso foco é fazer com que tenhamos acesso às melhores e mais eficientes tecnologias. Atuar também na humanização da relação com atletas e torcedores para que os árbitros e árbitras, com um mental forte, entreguem trabalho melhor em campo.

    A curto/médio prazo o foco é capacitar os profissionais do futebol. O futebol foi conduzido por amadores por muito tempo. E isso não cabe mais. Precisamos garantir educação, profissionalização adequadas para quem quer ingressar no mercado de trabalho. Temos ótimos exemplos do que já temos feito. O Paulinho, executivo do Mirassol realizou diversos cursos com a gente na FPF Academia. Entre tantos outros… E precisamos oferecer este serviço ao futebol e a todas as pessoas que atuam neste mercado.

    Fortalecer ainda mais o futebol feminino é outra grande meta. Competições de base cada vez mais fortes, eventos lúdicos para permitir que as meninas joguem cada vez mais futebol… E, claro, garantir uma evolução constante dos campeonatos adulto, tornando-os cada ano mais rentáveis e competitivos.

    O foco também será na melhoria das infraestruturas dos clubes. Trabalhar para termos estádios e arenas mais adequadas para os torcedores, imprensa, atletas, profissionais do futebol em geral… Além, é claro, de gramados melhores. Por fim, a ideia no geral é empoderar os clubes. Tenho certeza absoluta de que somente com a participação forte e constante dos clubes o futebol cresce e evolui.

    O que os times e os torcedores podem esperar para as próximas temporadas?

    Campeonatos cada vez mais emocionantes, interessantes e inovadores. Tivemos agora a redução de datas dos estaduais, e o Paulistão se reinventou de uma forma única. Conseguimos formatar o campeonato mantendo sua essência, com clássicos e muita rivalidade regional, aliando uma inspiração na Champions League. Seguimos batendo recordes de receitas para os clubes, fomentando toda a base da pirâmide e garantindo aos clubes de elite uma receita incomparável.

    Podem esperar mais e mais investimento no Futebol Feminino. Fortaleceremos as categorias de base, com campeonatos mais fortes, festivais, torneios… E também um Paulistão extremamente competitivo e atrativo para todos: torcedores, patrocinadores, detentores de direitos de transmissão e imprensa.

    Hoje, por exemplo, estou em uma viagem com a CBF, Federações e Clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, visitando a Premier League, Bundesliga e LaLiga. Estamos com uma relação ótima com a nova gestão da CBF, olhando para o presente e futuro do nosso futebol. Algo inédito no Brasil. Temos a obrigação de olhar as melhores referências, que são as ligas europeias, e aplicar no Brasil os melhores exemplos.

    Quais os destaques dos últimos anos da sua gestão?

    Qualificamos nosso quadro de arbitragem. Tinhamos 52 árbitros CBF, sendo 9 mulheres, e 5 FIFA, sendo apenas uma mulher. Hoje temos 84 árbitros CBF, sendo 17 mulheres, e 10 FIFA, 4 mulheres.

    Investimos na produção das transmissões dos jogos. Hoje, todas as competições profissionais do futebol paulista têm transmissão garantida. Produzimos e exibimos mais de 1.300 jogos por ano.

    Não à toa, temos o maior canal de YouTube entre entidades esportivas da América Latina, exceto clubes. E temos 8,6 milhões em todos nossos perfis de redes sociais, com altíssimo nível de engajamento.

    Nossas competições ganharam proporções inimagináveis, gerando cada vez mais receitas aos clubes. Nos últimos 10 anos, distribuímos aos clubes mais de R$ 2.3 bilhões. A receita dos nossos clubes cresceu 234% nessa década.

    Com um novo modelo de distribuição, presente no streaming, na TV aberta, na TV Fechada, no celular e no computador, alcançamos anualmente mais de 120 milhões de pessoas com as nossas competições. Conversamos hoje com os mais diversos públicos, desde o infantil até a 3ª idade, com linguagens diferentes…

    Criamos a FPF Academia, que tem o foco de capacitar os profissionais do futebol, em suas mais diversas áreas. Somente em 2025 foram 70 cursos, seminários, eventos organizados pela FPF Academia.

    E tudo isso só foi possível porque a FPF hoje é uma entidade completamente profissional, com processos, compliance e repleta de pessoas apaixonadas por fazer futebol.

    Como o senhor responde às criticas sobre o fato de que está no cargo desde 2015?

    Eu era vice-presidente e cumpri o mandato tampão até 2018. Fui eleito em 2018 e reeleito em 2022. As entidades máximas do esporte, como a Conmebol e a FIFA, preveem a possibilidade de duas reeleições. Os clubes aprovaram mudança no nosso estatuto que prevê essa possibilidade na FPF.

    Há agora um desejo manifesto dos clubes para que eu conduza a FPF por mais quatro anos, para passar por todos os desafios que se apresentam. E decidi me candidatar para cumprir essa minha missão.

  • Influencer criticada por piercing na ppk: "Vai cuidar do teu tabaco". Veja vídeo

    Influencer criticada por piercing na ppk: "Vai cuidar do teu tabaco". Veja vídeo

    Dani Motta relata ter sido ofendida por mulher em praia de SC por conta de um piercing íntimo. Saiba se a situação pode configurar crime

  • Pedido de escola motivou ajuste de radar que teve explosão de multas

    Pedido de escola motivou ajuste de radar que teve explosão de multas

    William Cardoso/Metrópoles
    Imagem mostra rua em São Paulo - Metrópoles

    O pedido de uma escola estadual para preservar a segurança dos alunos levou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) a reduzir a velocidade máxima permitida em trecho da Rua Heitor Penteado, na zona oeste de São Paulo. A medida provocou uma explosão no número de multas flagradas por radar e não resolveu o problema, o que fez a administração municipal voltar atrás.

    Questionada sobre os motivos, a CET afirmou ao Metrópoles, no sábado (10/1), que a redução se deu por pedido da escola, em caráter experimental, mas que não surtiu o efeito desejado.

    Segundo a CET, foi verificado “aumento considerável de autuações no radar e, ao mesmo tempo, não houve redução de velocidade por parte dos motoristas”. Nessa terça (13/1), a companhia afirmou que o radar voltou a flagrar quem passa acima dos 50 km/h em setembro (anteriormente, em meio ao plantão de fim de semana, havia apontado agosto).

    Mudança de ponto de ônibus

    A reportagem apurou que a mudança em um ponto de ônibus no lado oposto foi o motivo pelo qual a escola solicitou melhoria na segurança viária.

    Procurada, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) afirmou que a direção da escola, por medida preventiva, solicitou a mudança de local da faixa de pedestres para a altura do ponto de ônibus, com objetivo de evitar riscos para os estudantes que precisam usar o transporte público. Segundo a pasta, cerca de 200 alunos estudam no local.

    O que diz a Prefeitura de São Paulo

    A Prefeitura de São Paulo, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), da Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e da SPTrans, afirma que a gestão municipal estuda constantemente medidas que garantam a segurança viária de motoristas e pedestres.

    “A SMT e a SPTrans avaliam todas as solicitações de alterações de ponto de ônibus, visando garantir o devido atendimento das linhas municipais e aprimorar as condições de embarque e desembarque em todas as regiões da cidade”, diz, em nota.

    A administração municipal diz que, para a faixa de pedestres situada na Rua Heitor Penteado junto à Rua Cristiano Viana, a CET não possui registro de solicitação para alteração da travessia.

    Também diz que o equipamento de fiscalização eletrônica instalado no cruzamento da Rua Heitor Penteado com a Rua Alves Guimarães voltou a autuar os veículos acima dos 50 km/h a partir da meia-noite do dia 20/09/2025. “A CET reitera que novas alternativas estão em estudo pela área de planejamento, a fim de melhorar a segurança viária no trecho”, afirma.

  • Pesquisa testa Tebet contra Tarcísio em SP e circula no governo Lula

    Pesquisa testa Tebet contra Tarcísio em SP e circula no governo Lula

    Divulgação
    Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento

    Uma consultoria foi contratada por aliados de Simone Tebet (MDB) para testar o nome da ministra do Planejamento e Orçamento na disputa ao governo de São Paulo em 2026.

    Os pesquisadores ouviram mil eleitores paulistas nos dias 22 e 23 de dezembro de 2025. O levantamento, obtido pelo Metrópoles, testou seis cenários para as eleições, quatro deles com Tebet (veja abaixo).

    Além da ministra, outros quatro ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tiveram acesso à sondagem com o nome da ex-senadora.

    De acordo com interlocutores, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB); o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (Psol); o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira.

    Segundo aliados de Tebet, Alckmin foi o que demonstrou maior entusiasmo com o nome da ministra como candidata ao governo paulista. A alternativa serviria como um argumento a mais para o vice-presidente seguir na chapa presidencial com Lula.

    Números da pesquisa

    Em todos os cenários em que aparece entre os candidatos, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) venceria o primeiro turno com folga, no entanto, a ministra aparece com pontuação acima do esperado por aliados, considerando que Tebet é de outro estado.

     

    Após ser candidata à Presidência em 2022, obtendo 4% dos votos válidos, Tebet ganhou terreno entre eleitoras. Por outro lado, Tarcísio vê nesse eleitorado feminino um dos principais desafios eleitorais para 2026.

    No único cenário testado sem Tarcísio, Tebet lidera contra o prefeito da capital Ricardo Nunes (MDB), o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), a deputada Erika Hilton (Psol-SP), o secretário de governo de SP Gilberto Kassab (PSD) e o vice-governador Felício Ramuth (PSD).

    Em alguns dos cenários testados há sobreposição de candidatos do mesmo partido que, em princípio, não têm expectativa de mudar de sigla. Além do cenário com Kassab e Ramuth, ambos do PSD, há um questionário em que concorrem Geraldo Alckmin e Márcio França, filiados ao PSB.

    A pesquisa é feita para consumo interno de políticos, partidos e marqueteiros, e portanto, não foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas aplicou critérios da Justiça Eleitoral e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

    Viabilidade eleitoral

    Para a candidatura de Tebet nas eleições ao governo de São Paulo se tornar viável, ao menos dois movimentos precisam ocorrer. Primeiro, a ministra deve trocar seu domicílio eleitoral de Mato Grosso do Sul para São Paulo.

    Ela também teria de trocar de partido, já que o MDB em São Paulo apoia a reeleição de Tarcísio. E, caso o governador concorra à Presidência, o partido deve atuar para que o prefeito da capital paulista seja candidato ao governo.

    Aliados falam sobre a possiblidade de Tebet se filiar ao PT ou ao PSB, partido de Alckmin. Ela já declarou que irá apoiar Lula nas eleições presidenciais. O prazo para mudança de domicílio eleitoral e de partido é 4 de abril.

    Tebet também é cotada para disputar uma vaga para o Senado por São Paulo. Nunes já foi questionado sobre essa possibilidade e rechaçou.

    “Ela não é de São Paulo, né? A Simone é de Mato Grosso. Eu, particularmente, com todo o carinho que eu tenho por ela, não vejo a menor condição de ser candidata ao Senado aqui no estado de São Paulo, porque ela nem é daqui. Já foi senadora por Mato Grosso, uma grande senadora. Poderia ser no Mato Grosso, né?”, disse o prefeito em outubro do ano passado.

  • Mãe de goiano na guerra da Rússia crê que filho está vivo: "Esperança"

    Mãe de goiano na guerra da Rússia crê que filho está vivo: "Esperança"

    “Eu só sei que eu tenho esperanças de que ele está vivo”, disse a mãe de Mateus Santos, jovem que desapareceu após atuar em guerra

  • Jovem foi morto por PM no dia em que filha recém-nascida deixou UTI

    Jovem foi morto por PM no dia em que filha recém-nascida deixou UTI

    Reprodução/Instagram
    Bruno Lisboa Araujo, morto aos 21 anos por um PM em uma briga de trânsito - Metrópoles

    O vendedor de veículos Bruno Lisboa Araújo, de 21 anos, morreu no mesmo dia e no mesmo hospital em que a filha dele, de apenas 15 dias, recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O caso aconteceu em 5 de janeiro, no Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo.

    O jovem foi morto pelo policial militar (PM) Leandro de Souza Assis, de 37 anos, durante uma briga de trânsito na rua Reverendo Carlos Wesly, em Brasilândia, também na zona norte paulista, no mesmo 5 de janeiro. Araújo foi baleado na cabeça.

    PM preso

    Assis foi preso em flagrante. A prisão foi convertida em preventiva em audiência de custódia, e o agente segue detido no Presídio Romão Gomes, na zona norte de São Paulo.

    Nesta terça-feira (13/1), ele foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) por homicídio qualificado por motivo fútil e com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima.

    A Corregedoria da Polícia Militar já teria sido notificada do caso. Na denúncia, o MPSP oficiou o órgão para que apresente todos os processos administrativos dos quais Assis já foi alvo.

    Morte prematura

    Araújo só teve contato com a bebê logo após o nascimento dela, em 22 de dezembro.

    “A Helena sequer pôde ter a sua vida com o pai, e ele não pôde ver a filha fora da UTI. Ele acaba morrendo no mesmo hospital em que a filha está internada”, reforçou a advogada da família e assistente de acusação no processo que apura o homicídio, Ana Carolina Badaró.

    Segundo a advogada, o vendedor não teve tempo de registrar a filha. A família já iniciou os procedimentos necessários para que a menina tenha o nome do pai na certidão de nascimento.

    Ana Carolina destacou, ainda, que Araújo morreu próximo à data em que completaria 22 anos, em 10 de janeiro. “Então, ele morre 15 dias depois que a filha nasceu e cinco dias antes do seu aniversário”, disse.

    A defensora afirmou não ter informações sobre as razões de Helena ter sido internada na UTI após o nascimento. Ela informou, no entanto, que ela seguia internada até esta terça.

    PM mata jovem em briga de trânsito

    Câmeras de segurança registraram a dinâmica da ocorrência. Não é possível visualizar a discussão, mas os equipamentos capturaram o áudio da briga. No vídeo, é possível escutar uma gritaria. Um dos envolvidos, que aparenta ser Assis, conforme o boletim de ocorrência, grita: “Vem, filha da puta, vem”.

    Em seguida, grita: “Vai, desce aí então, cuzão; desce aí então”. Mais algumas palavras são ditas, mas não é possível identificá-las. É possível ouvir também: “Você tá errado”. Em seguida, um barulho de disparo.

    Veja o vídeo:

    Araújo foi encontrado pela polícia sentado no banco do motorista, mas caído sobre o banco do passageiro. Ele possuía um ferimento de bala de fogo no lado esquerdo da cabeça, na região da têmpora.

    Reação desproporcional

    Segundo o boletim de ocorrência, ao invés de seguir a direção contrária na via, Assis seguiu o carro de Bruno e emparelhou o veículo, momento em que a discussão entre os dois teria ficado mais acalorada. O PM se irritou após ser chamado de “Zé Povinho”, o que teria motivado o disparo.

    À polícia, Assis alegou que atirou porque Bruno “fez menção de sacar uma arma”. O B.O. destaca, no entanto, que o jovem estava desarmado.

    “Diante desse cenário, não há como se acolher, nesta fase, a tese de legítima defesa”, diz a autoridade policial do 72º Distrito Policial (Vila Penteado), onde o caso foi registrado.

    A advogada destacou que tanto a polícia quanto a promotoria destacaram que a motivação do crime seria uma “discussão banal de trânsito”. Para ela, a reação do policial foi “desproporcional”. “Bruno não teve tempo de se explicar ou falar algo”, disse à reportagem.

    Tanto a família como a advogada enfatizam que o rapaz não possuía nenhuma passagem criminal, tinha emprego lícito e residência fixa. Ele deixou a filha e uma companheira. Conforme a advogada, a família está “devastada” com o caso.

    O Metrópoles não localizou a defesa do PM Leandro de Souza Assis. O espaço segue aberto para manifestação.

  • Após fazer amor com Viviane, Leonardo tem atitude comprometedora em Três Graças

    Após fazer amor com Viviane, Leonardo tem atitude comprometedora em Três Graças

    Leonardo (Pedro Novaes) vai viver uma virada íntima em Três Graças. Depois de transar pela primeira vez com Viviane (Gabriela Loran), ele ficará ainda mais apaixonado pela farmacêutica. O playboy, entretanto, terá um gesto que revelará toda a culpa que ele sente por se envolver com uma mulher trans. O jovem tomará banho como se […]

  • Milena arruma briga com Sol durante prova no BBB 26: ‘Eu não sou cachorra’

    Milena arruma briga com Sol durante prova no BBB 26: ‘Eu não sou cachorra’

    Milena Lages arrumou uma confusão com Sol Vega durante a Prova do Líder do BBB 26. A briga começou após a babá comentar sobre o emoji de planta que havia recebido da empresária mais cedo. “Eu não sou cachorra aqui, quem é cachorra aqui…”, rebateu a integrante do grupo Veteranos. Depois de Pedro Henrique Espindola […]

  • BBB 26: Big Fone vai colocar dois brothers no paredão; confira a dinâmica da semana

    BBB 26: Big Fone vai colocar dois brothers no paredão; confira a dinâmica da semana

    O Big Fone vai tocar no BBB 26. A volta do temido aparelho foi anunciada pelo apresentador Tadeu Schmidt na noite desta terça-feira (13). Segundo ele, o público poderá escolher qual dos três telefones será o responsável por transmitir a mensagem que colocará dois participantes no paredão. Antes de dar início à primeira Prova do […]

  • Com novo ministro da Justiça, governo tenta retomar PEC da Segurança

    Com novo ministro da Justiça, governo tenta retomar PEC da Segurança

    Ricardo Stuckert/PR
    Lula com Wellington César Lima e Silva e o ministro interino da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto.

    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda formas de retomar o controle da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública antes dela ser votada no plenário, que pode se dar na primeira semana de março. A iniciativa é prioritária para o Palácio do Planalto à frente das eleições deste ano, mas sofreu alterações profundas na Câmara que mudam o teor do texto. Com a saída de Ricardo Lewandowski e a chegada de Wellington César Lima no Ministério da Justiça e da Segurança Pública, a ideia é recuperar o fôlego.

    Antes do recesso, líderes do governo concordaram em adiar a votação para 2026, ganhando mais tempo para a análise do substitutivo proveniente da comissão especial, onde o relator, Mendonça Filho (União Brasil-PE), apresentou mudanças como a liberação de Estados legislarem sobre política penal e uma distribuição maior de verbas para a Segurança entre os entes federativos.

    O texto ainda incorpora trechos controversos que foram tirados do PL Antifacção, como a proibição de presos provisórios votarem nas eleições e propõe a realização de um referendo para diminuir a maioridade penal em casos de crimes violentos. Ao Metrópoles, Mendonça Filho defende o texto como uma versão “mais elaborada” que a do governo e que foi bem recebida por líderes da Câmara.

    As mudanças acabaram frustrando o governo e, especialmente, o então responsável pelo projeto, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. A saída dele da pasta, no final da última semana, freou a articulação do Palácio do Planalto sobre o assunto, já que foi o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) quem encabeçou boa parte das conversas a respeito do projeto com o Legislativo em 2025.

    “Negociador habilidoso”

    Agora, a articulação recairá sob seu sucessor,Wellington César Lima e Silva. De perfil técnico, o agora ex-advogado geral da Petrobras é descrito por aliados como um “negociador habilidoso“, ao mesmo tempo que é “um técnico de mão cheia“. Ele foi procurador-geral do ex-governador da Bahia e atual líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT).

    “Ele é tão técnico quanto o [ex] ministro Lewandowski, mas é prático. É prático porque foi procurador da Bahia e sabe intermediar entre os poderes […] ele é tranquilo, e um negociador muito habilidoso. Precisamos disso neste momento”, disse o deputado federal Zé Neto (PT-BA).

    Além de Jaques, o novo ministro tem bom trânsito com outros nomes do PT baiano que têm relação direta com Lula: o governador Jerônimo Rodrigues, o deputado federal José Guimarães e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação).

    A PEC está pendente de votação na comissão especial e a tramitação deverá ser uma das primeiras no retorno do recesso legislativo, marcado para 2 de fevereiro. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) afirmou à reportagem que pretende concluir a análise da proposta ainda no primeiro trimestre deste ano. A expectativa é que os detalhes sejam ajustados na volta do recesso, durante a primeira reunião de líderes da Casa em 2026.

    Membros da atual composição do Ministério da Justiça também reafirmam a expectativa de que a proposta avance nos próximos meses. Desde dezembro, a pasta tem se debruçado sobre o relatório apresentado por Mendonça Filho.

    Governistas e integrantes do ministério têm avaliado que o texto vai na “contramão” do que havia sido proposto por Lewandowski. O secretário de Assuntos Legislativos da pasta, Marivaldo Pereira, afirmou ao Metrópoles que, em vez de integrar forças de segurança, o parecer estimula a “descentralização”.

    “A nossa proposta é uma consolidação de esforços. Entendemos que não há nenhum sentido de sacramentar na Constituição uma descentralização. O parecer do deputado Mendonça vai na contramão do que está funcionando hoje”, disse Pereira.


    O que diz a nova versão da PEC


    Resgate

    Parlamentares aliados ao Planalto defendem que o governo trabalhe para resgatar o texto original enviado por Lula, mas a mudança é vista como um desafio por líderes, ainda mais em ano eleitoral.

    Líderes consultados pela reportagem disseram que aguardavam a definição de Lula sobre quem comandará a pasta para reorganizar a articulação. O novo ministro da Justiça terá logo no início da sua gestão o desafio de comandar as negociações para destravar a PEC e o PL Antifacção.

    Parlamentares aliados ao Planalto defendem que o governo trabalhe para resgatar o texto original da PEC enviado pelo governo. Marivaldo Pereira também afirmou que o ministério acompanha com atenção trechos do texto que podem colocar em xeque o financiamento da Polícia Federal.

    Lideranças do PT defendem que há espaço para que a PEC tenha a análise concluída antes das disputas de outubro. A avaliação interna é de que o texto pode servir como uma espécie de trunfo para aproximar e converter eleitores.

    O tema da Segurança Pública é vista como um “calcanhar de Aquiles” histórico para governos da esquerda. Uma pesquisa Genial/Quest divulgada no fim de 2025 mostra que a violência se tornou a principal preocupação do eleitorado, citada por 38% dos entrevistados, ficando à frente da economia (15%).

    O PT lançou, em dezembro, uma cartilha com diretrizes para o debate do tema dentro do partido à frente das eleições de 2026. No documento, a PEC da Segurança é mencionada explicitamente como uma reforma necessária. O texto afirma que a proposta é um “avanço estrutural para fortalecer a segurança pública, modernizando o modelo brasileiro para garantir a proteção de mais direitos”.