O Instituto de Previdência do Município de Rio Branco (RBPrev) tornou público na edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 13, o reajuste dos benefícios previdenciários pagos a aposentados e pensionistas do regime próprio do município. O limite de isenção para a cobrança de contribuição previdenciária sobre proventos e pensões também foi atualizado. De […]
Categoria: Teste
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RBPrev anuncia reajuste de 3,9% para aposentados e pensionistas de Rio Branco
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Açúcar natural raro imita o sabor do original e tem menos calorias
Freepik
Por décadas, a indústria alimentícia tenta chegar a um adoçante que preserve o gosto do açúcar sem carregar os mesmos efeitos negativos à saúde. Um estudo recente indica que essa busca pode estar mais perto de um resultado prático.
Pesquisadores da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova forma de produzir tagatose, um açúcar natural raro que tem sabor muito parecido com o da sacarose, mas com menos calorias e menor impacto metabólico.
Os resultados foram publicados na revista Cell Reports Physical Science em 17 de dezembro, e descrevem um processo biossintético mais eficiente e barato do que os métodos usados até hoje para obter esse tipo de açúcar.
Açúcar raro que já existe na natureza
A tagatose não é uma substância artificial. Ela aparece naturalmente em pequenas quantidades no leite e em derivados lácteos, como iogurte e queijo, quando a lactose se quebra com o calor ou por ação de enzimas. Também pode ser encontrada em frutas como maçã, abacaxi e laranja, mas em proporções muito baixas.
Por causa dessa escassez, a produção em escala sempre foi um obstáculo. “Existem processos estabelecidos para produzir tagatose, mas eles são ineficientes e caros”, explica Nik Nair, professor associado de engenharia química e biológica da Tufts, em comunicado.
Bactérias transformadas em fábricas de açúcar
Para contornar essa limitação, a equipe desenvolveu um método baseado em bactérias geneticamente modificadas.
“Criamos uma forma de transformar a bactéria em uma pequena fábrica, capaz de converter glicose em tagatose de maneira muito mais eficiente”, detalha Nair.
O processo combina duas enzimas. A primeira permite que a bactéria gere galactose a partir da glicose, um açúcar abundante e barato. A segunda converte essa galactose em tagatose. Com essa estratégia, o rendimento chegou a cerca de 95%, bem acima dos 40% a 77% obtidos por técnicas tradicionais.
Segundo os pesquisadores, esse ganho de eficiência reduz custos e torna a produção mais viável para aplicações industriais.
Menos calorias e menor impacto no organismo
Do ponto de vista nutricional, a tagatose tem cerca de 92% da doçura do açúcar de mesa, mas fornece aproximadamente 60% menos calorias. Ela já é classificada pela Food and Drug Administration (FDA) como substância geralmente reconhecida como segura, o que permite seu uso em alimentos.
Uma das vantagens apontadas pelo estudo é a forma como o corpo lida com esse açúcar. Apenas uma parte é absorvida no intestino delgado, enquanto o restante é fermentado pelas bactérias intestinais. Com isso, o aumento da glicose e da insulina no sangue tende a ser muito menor do que o provocado pela sacarose.
Pesquisas anteriores também sugerem benefícios para a saúde bucal, já que a tagatose não estimula o crescimento das bactérias associadas à cárie com a mesma intensidade do açúcar comum.

Existem diferentes tipos de açúcar, como o refinado, o cristal, o mascavo, o demerara e o de coco. O refinado é o mais prejudicial Comportamento parecido com o do açúcar na cozinha
Além do sabor, outro diferencial é o desempenho culinário. A tagatose carameliza quando aquecida e contribui para textura, volume e cor de bolos e sobremesas, algo que adoçantes de alta intensidade não conseguem reproduzir. Testes sensoriais indicam que o resultado final se aproxima bastante do obtido com açúcar tradicional.
“A principal inovação foi identificar a enzima certa e incorporá-la à bactéria produtora. Isso nos permitiu inverter uma rota biológica natural e criar uma base para produzir não só tagatose, mas possivelmente outros açúcares raros”, diz Nair.
Os autores ressaltam que a descoberta não substitui o açúcar convencional, mas amplia o leque de alternativas para diminuir o consumo calórico e os efeitos metabólicos associados ao uso frequente de açúcares na alimentação cotidiana.
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Fictor nega insolvência e diz que vai pagar investidores em fevereiro
Divulgação/Fictor
A Fictor Invest afirmou, por meio de nota, que os atrasos de repasses relatados por investidores serão regularizados até o dia 12 de fevereiro. Também no comunicado, a empresa disse que a situação não é resultado de “insolvência ou falta de compromisso”.
A Fictor afirmou que está passando por um “momento atípico”. “Um ambiente de maior exposição e pressão midiática, aliado a ajustes operacionais decorrentes de relações com fornecedores estratégicos, gerou um desafio temporário de liquidez e de timing operacional”, diz a nota.
A coluna mostrou que depoimentos, registrados em sites como o Reclame Aqui, apontam, principalmente, atrasos no pagamento de repasses prometidos pela empresa, além da impossibilidade de resgatar os valores investidos.
“Tenho três contratos SCPs com Fictor Invest, cujos resgates foram solicitados em 14/10/2025. Em 15/12/2025, deveria ter sido creditado resgate de um dos contratos, porém até a presente data nenhum centavo”, escreveu um investidor de Jundiaí, interior de São Paulo.
Os SCPs citados por ele são a sigla de Sociedades em Conta de Participação. O modelo permite que investidores aportarem capital em um projeto sem se expor, enquanto um sócio ostensivo – a Fictor, no caso – conduz o negócio, dividindo lucros sem chamar a atenção da Receita Federal e da Comissão de Valores Imobiliários (CVM).
Geralmente, os contratos oferecem retornos fixos variando de acordo com o dinheiro investido. Pelos relatos, há clientes que não receberam as parcelas dos rendimentos e outros que perderam acesso ao valor inicialmente aportado.
Patrocinadora do Palmeiras, a Fictor foi alçada às manchetes quando anunciou, em 17 de novembro de 2025, que compraria o Banco Master por R$ 3 bilhões. No dia seguinte, no entanto, o Banco Central (BC) decretou a liquidação do banco de Daniel Vorcaro e a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Compliance Zero, que levou o banqueiro e outros integrantes da cúpula da instituição financeira para a cadeia.
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Morte de ex-delegado foi vingança por prisão de ladrões de banco, diz polícia
Divulgação/Polícia Civil
O secretário da Segurança Pública de São Paulo (SSP), Osvaldo Nico Gonçalves, disse, nesta terça-feira (13/1), que os três presos apontados como mandantes do assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes teriam encomendado o crime como uma vingança por prisões ocorridas desde 2005. Outras hipóteses, no entanto, não estão descartadas, e o grupo poderia ter agido com apoio de outras pessoas.
Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, “Azul”, Márcio Serapião Pinheiro, “Velhote”, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, “Manoelzinho”, seriam assaltantes de banco e teriam relação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
“São pessoas que são assaltantes de banco que foram presos pelo Ruy quando ele atuava diretamente contra o crime organizado”, disse Nico, em entrevista coletiva. “Nada está descartado. Mas, para nós, 90% de chance, mais de 90%, de ter relação com isso”, acrescentou.
O secretário afirmou que a execução teria sido planejado em uma lanchonete de Mongaguá, no litoral sul de São Paulo, em março de 2025, seis meses antes da execução.
“Foi uma reunião entre os três muito próximo da casa da mãe de um deles, e muito próximo da casa de um outro. Nós tínhamos os nomes desde dezembro, mas era preciso realizar as prisões de forma conjunta”, afirmou a diretora do Departamento de Homicídios (DHPP), Ivalda Aleixo.
O diretor do Departamento de Investigações Criminais (Deic), Ronaldo Sayeg, disse que não está descartada, por exemplo, a hipótese de que o crime teria relação com a atuação de Ruy Ferraz como secretário da Administração da Praia Grande.
“Nós temos duas linhas principais desde o início das investigação, que permanecem até hoje, uma é o histórico de combate ao crime organizado do dr. Ruy, algo que remete ao passado dele, e a outra mais voltada à alguma irregularidade na Praia Grande, algo atual”, explicou.
Como revelado pelo Metrópoles, o ex-delegado-geral preparava um dossiê contra funcionários da prefeitura do município por suspeita de envolvimento em um esquema de fraude de licitações.
Informações conflitantes
Como detalhado pelo Metrópoles, dois dos três presos tem o mesmo apelido de membros do alto escalão do PCC: Azul e Velhote.
Mais cedo, na manhã desta terça (13), a secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse à reportagem que o Azul detido seria o líder do PCC Fernando Gonçalves dos Santos, integrante da Sintonia Final da facção e acusado de planejar atentados contra autoridades, como Lincoln Gakiya e o senador Sergio Moro (União). A informação chegou a ser publicada pelo Metrópoles e por outros veículos. Minutos depois, a pasta enviou um documento com informações diferentes, indicando que se trata de uma outra pessoa.
Já Márcio Serapião Pinheiro, o suposto Velhote, também tem como “homônimo” na fação. Trata-se de João Aparecido Ferraz Neto, também conhecido como João Cabeludo, que está na lista vermelha da Interpol.
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PM prende mulher com espingarda artesanal e luneta no Parque do Tucumã
Uma mulher foi presa pela Polícia Militar no final da tarde desta terça-feira, 13, após ser flagrada portando uma arma longa de fabricação caseira com luneta acoplada, no Parque do Tucumã, localizado na região do Conjunto Universitário, em Rio Branco (AC). A ação policial ocorreu após denúncia anônima feita por um morador, que informou aos […] -

Meta, dona do Facebook, deve demitir 10% em setor de realidade virtual
Jonathan Raa/NurPhoto
A Meta, controladora de Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, deve demitir cerca de 10% dos funcionários de sua divisão de realidade virtual, a Reality Labs.
Segundo informações publicadas pelo jornal The New York Times, os cortes devem atingir pelo menos 15 mil profissionais e podem ser anunciados oficialmente ainda nesta terça-feira (13/1).
Entenda
Cortes
Ainda de acordo com o The New York Times, o diretor de tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, responsável por supervisionar a Reality Labs, teria convocado uma reunião para quarta-feira (14/1) na qual seriam discutidas as possíveis demissões.
Bosworth chegou a dizer que a reunião era a “mais importante” do ano, mas não deu maiores detalhes.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, pediu aos principais executivos da companhia que fizessem cortes em seus orçamentos para este ano.
Os cortes de empregos são o mais recente movimento da Meta em uma “corrida da IA” contra concorrentes como OpenAI (criador do ChatGPT) e Alphabet (dona do Google). A empresa pretende racionalizar as despesas, cortando gastos considerados não essenciais e focando em otimizar o serviços.
Recentemente, a Meta desembolsou bilhões de dólares para contratar profissionais de ponta da indústria da IA, incluindo um investimento de US$ 14,3 bilhões na startup de dados Scale AI.
Mudanças
Na segunda-feira (12/1), a Meta anunciou a nomeação de Dina Powell McCormick como nova presidente da companhia e vice-presidente do Conselho de Administração.
O anúncio logo chamou atenção do mercado porque McCormick foi assessora do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O republicano, aliás, elogiou a indicação da big tech.
“Parabéns a Dina Powell McCormick, que acaba de ser nomeada a nova presidente da Meta. Uma ótima escolha de Mark Zuckerberg! Ela é uma pessoa fantástica e muito talentosa, que serviu ao governo Trump com força e distinção!”, escreveu Trump em seu perfil na Truth Social, sua própria rede social.
McCormick fez parte do primeiro governo de Trump (2017-2021). Entre 2017 e 2018, ela atuou como conselheira adjunta de Segurança Nacional dos EUA.
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