Categoria: Teste

  • Schröder tenta agredir Doncic e é suspenso por três jogos na NBA. Veja

    Luke Hales/Getty Images
    Luka Doncic

    A NBA anunciou nesse sábado (10/1) a suspensão de três jogos sem remuneração para o armador alemão Dennis Schröder, do Sacramento Kings, por confrontar e tentar agredir outro jogador em um corredor da Crypto Arena.

    O alvo da confusão foi o astro esloveno Luka Doncic, do Lakers. Durante a partida, os dois já trocaram provocações intensas em quadra, com Dončić supostamente ironizando Schröder sobre a decisão do alemão de não aceitar uma extensão de contrato de 4 anos e US$ 84 milhões oferecida pelos Lakers em 2021. Ele optou por testar o mercado e assinou um contrato menor com o Boston Celtics na época.

    O Dennis Schröder não é o primeiro que não aguenta os trash talks do Luka Doncic… 🤣🤣🤣

    Além de ser bom demais, o maluco ainda é o melhor trash talker da liga, pqp.

    pic.twitter.com/ApQieyvU5o

    — AD Brasil 🇧🇷 (@BrasilAD) January 11, 2026

    “A NBA anuncia hoje que o armador do Sacramento Kings, Dennis Schröder, foi suspenso por três jogos sem remuneração por confrontar e tentar agredir outro jogador. Schröder começará a cumprir sua suspensão neste domingo (11/1), quando os Kings receberem o Houston Rockets no Golden 1 Center”. disse a nota.

    Relatos detalhados indicam que Schröder se aproximou de Doncic no túnel pós-jogo, dizendo algo na linha de que o esloveno “não pode chamá-lo de certas coisas em quadra e fingir que está tudo bem fora dela”. A situação escalou, com Schröder tentando acertar Dončić — o que levou a NBA a classificar como “tentativa de golpe”. O pivô Deandre Ayton (Lakers) chegou a tentar separar os dois antes da intervenção da segurança. O alemão foi escoltado até o ônibus da equipe, enquanto o esloveno deixou a arena com o pai.

  • Protestos crescem no Irã e número de mortes já passa de 500

    Arte/Metrópoles
    protesto-Irã

    Novo balanço divulgado neste domingo (11/1) pela ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA) aponta para 538 pessoas mortas em meio às manifestações no Irã. É a maior onda de protestos já registrada no país em quase uma década.

    Segundo a ONG, especializada na monitoração de violações de direitos humanos no país, as mortes foram confirmadas a partir de fontes locais e da checagem cruzada com veículos independentes.

    Especialistas indicam que o número real de mortos pode ser ainda maior, uma vez que, de acordo com a ONG de cibersegurança Netblocks, ainda vigora o apagão quase total da internet imposto pelo regime teocrático. Assim, a verificação das informações é dificultada.

    As novas mortes ocorrem em meio a denúncias de violência policial contra manifestantes. Neste domingo, o chefe da polícia iraniana, Ahmad-Reza Radan, afirmou que o “nível de confronto contra os manifestantes se intensificou”.


    Entenda a crise no país


    Presidente ameaça retaliar

    O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou em sessão que o Irã responderá fortemente a qualquer intervenção norte-americana no país. “Se os Estados Unidos lançarem um ataque militar, tanto os territórios ocupados quanto as bases militares e portuárias americanas serão alvos legítimos para nós”, afirmou.

    Em vídeo publicado por veículos locais, Ghalibaf alerta sobre a retaliação a Israel e bases militares dos Estados Unidos. Veja:

    Iranian Parliament Speaker Mohammad Bagher Qalibaf:

    If the United States launches a military attack, both the occupied territories and U.S. military and shipping centers will be legitimate targets for us. pic.twitter.com/3H5mfnfu2q

    — Clash Report (@clashreport) January 11, 2026

    A reação ocorre após o presidente Donald Trump dizer, neste sábado (10/1), que os Estados Unidos estão “prontos para ajudar”, enquanto os manifestantes no Irã enfrentam um cerco cada vez mais intenso das autoridades iranianas.

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  • O que está por trás da onda de protestos no Irã? Entenda as motivações

    Reprodução/Redes Sociais
    protestos irã

    A onde protestos que já deixou ao menos 192 mortos no Irã é considera a maior desde 2009. Mesmo com o bloqueio à internet, vídeos que circulam nas redes sociais mostram cenas de caos nas ruas do Irã: carros incendiados, prédios públicos depredados, bandeiras rasgadas e multidões entoando palavras de ordem contra o regime do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

    A escalada da crise se dá em meio à ameaça do presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, de que o Irã responderá fortemente a qualquer intervenção norte-americana no país. “Se os Estados Unidos lançarem um ataque militar, tanto os territórios ocupados quanto as bases militares e portuárias americanas serão alvos legítimos para nós”, afirmou.

    Crise econômica

    O eclodir da crise se deu no fim de dezembro por uma crise econômica. Em 2025, o rial perdeu cerca de metade de seu valor frente ao dólar, enquanto a inflação ultrapassou os 40% em dezembro.Comerciantes e estudantes universitários organizaram dias de protestos quando os preços de produtos básicos como óleo de cozinha e frango dispararam. Lojistas ainda perderam o programa que davam a eles acesso mais barato ao dólar americano.

    O governo tentou aliviar a pressão, mas as manifestações se espalharam ainda com denúncias de corrupção. A imprensa internacional ressalta que manifestações já foram registradas em ao menos 25 das 31 províncias do país.

    Repressão policial e pedido de renúncia

    Com o avanço das manifestações, a repressão policial avançou e os atos ganharam um caráter político mais explícito. Desde então, a maior exigência passou a ser a renúncia de Khamenei, líder supremo desde 1989.

    Organizações de direitos humanos afirmam que mais de 192 pessoas morreram desde o início dos protestos, incluindo membros das forças de segurança. A ONG Iran Human Rights Network, aponta ainda que o número de mortos pode ser maior. No entanto, um apagão de internet dificulta a contabilidade.

    Sem internet

    Em 8 de janeiro, o Irã ficou sem internet e sem rede telefônica. Esse foi o 12º dia de conflitos, considerado o mais sangrento até o momento.

    Na ocasião, a internet no país sofreu um apagão e diversos sites iranianos, incluindo os governamentais e de agências estatais, ficaram fora do ar. A ONG NetBlocks confirmou um corte quase total da conexão no país.

    As informações são de que o corte de internet teria sido ordenado pelo governo do aiatolá Ali Khamenei a fim de conter as manifestações. Páginas no Telegram, inclusive as ligadas à Teerã, afirmam que o desligamento foi uma decisão do Comando Cibernético da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC-CEC).

    Sanções

    As dificuldades financeiras e econômicas do Irã vêm crescendo ao longo dos anos. Em setembro de 2025, sanções de países europeus, suspensas desde 2015, voltaram a vigorar contra o Irã. Reino Unido, França e Alemanha adotaram novamente sanções da ONU ao Irã devido ao descumporimento de acordo sobre programa nuclear no país.

    Eles acionaram o mecanismo de “retomada automática” devido à alegada não conformidade do país com o acordo nuclear de 2015, firmado com potências globais. No acordo, Teerã havia se comprometido a limitar seu programa nuclear, mas retomou o enriquecimento de urânio após Washington se retirar do acordo em 2018, durante o primeiro governo de Donald Trump.

    Em novembro de 2025, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian disse afirmou que Teerã pretende reconstruir as instalações nucleares danificadas por ataques das forças dos EUA e de Israel em junho. A declaração desafiou Trump.

    Dentro do cenário, a inflação disparou e o sentimento de revolta pela desigualdade de condições entre cidadãos e a elite do país cresceu.

    Acusações aos EUA

    O líder supremo do Irã acusa os EUA de estimularem a instabilidade no país. Em pronunciamento transmitido pela TV estatal nesta sexta-feira (9/1), Khamenei afirmou que o governo “não vai recuar” e classificou os manifestantes como “vândalos” e “sabotadores”.

    “Um grupo destruiu prédios que pertencem ao próprio povo apenas para agradar o presidente dos Estados Unidos”, disse.

    Em mensagens divulgadas nas redes sociais, mesmo com o bloqueio quase total da internet, Khamenei comparou Donald Trump a líderes “arrogantes”, como o ex-xá Mohammad Reza Pahlavi, deposto em 1979, e afirmou que o povo iraniano não tolerará “mercenários de potências estrangeiras”.

    Ameaça

    Neste domingo (11/1), o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou em sessão que o Irã responderá fortemente a qualquer intervençãonorte-americana no país. “Se os Estados Unidos lançarem um ataque militar, tanto os territórios ocupados quanto as bases militares e portuárias americanas serão alvos legítimos para nós”, afirmou.

    Em vídeo publicado por veículos locais, Ghalibaf alerta sobre a retaliação a Israel e bases militares dos Estados Unidos. Veja:

    Iranian Parliament Speaker Mohammad Bagher Qalibaf:

    If the United States launches a military attack, both the occupied territories and U.S. military and shipping centers will be legitimate targets for us. pic.twitter.com/3H5mfnfu2q

    — Clash Report (@clashreport) January 11, 2026

     

    A reação ocorre após o presidente Donald Trump dizer, neste sábado (10/1), que os Estados Unidos estão “prontos para ajudar”, enquanto os manifestantes no Irã enfrentam um cerco cada vez mais intenso das autoridades iranianas.

    “O Irã está olhando para a liberdade, talvez como nunca antes. Os Estados Unidos estão prontos para ajudar!!!”, escreveu Trump em uma publicação no Truth Social, sem dar mais detalhes.

    Até este sábado, os protestos no Irã continuaram em várias regiões, apesar do aumento da repressão pelo aparato policial do regime.

    Número de mortes

    Novo balanço divulgado neste domingo (11/1) pela ONG Iran Human Rights, que monitora violações de direitos humanos no país, mostra que, até o momento, ao menos 192 manifestantes morreram desde o início da maior onda de protestos registrada no Irã em quase uma década.

    Segundo a entidade, as mortes foram confirmadas a partir de fontes diretas no Irã e da checagem com dois veículos independentes. A ONG afirma que a repressão das forças de segurança se intensificou nos últimos dias, à medida em que os atos ganharam força e se espalharam pelo país.

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