O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), utilizou as redes sociais nesta sexta-feira, 09, para convidar a população a participar do encerramento da programação das Luzes de Natal Vida, Esperança e Dignidade 2025. De acordo com o prefeito, o encerramento será realizado neste fim de semana, na Praça da Revolução, e contará com transporte […]
Categoria: Teste
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Bocalom convida população para encerramento das Luzes de Natal em Rio Branco
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Dona de Mim dá o pior castigo do mundo para Jaques; veja como novela termina
Depois de 218 capítulos, Dona de Mim finalmente chegou ao fim nesta sexta-feira (9) com um castigo terrível para o grande vilão da história. Jaques (Marcello Novaes) não apenas foi preso por todos os seus crimes, mas ouviu da boca do filho biológico a frase mais dolorosa de sua vida. “Eu te odeio”, disparou Davi […] -

Governador Gladson Camelí entrega nova Entrada de Tarauacá e fortalece mobilidade em Tarauacá
Garantindo melhorias na trafegabilidade e no bem-estar da população, o governador do Acre, Gladson Camelí, realizou na tarde desta sexta-feira, 9, a entrega da implantação de novas vias urbanas no município de Tarauacá. A ação representa um importante avanço na mobilidade urbana e no desenvolvimento regional. A obra integra o programa de implantação de pavimentação […] -

Vaticano atuou para asilar Maduro na Rússia antes da ofensiva dos EUA, diz jornal
Mikhail Svetlov/Getty Images
O Vaticano negociou uma possível saída de Nicolás Maduro da Venezuela com destino à Rússiadias antes da operação dos Estados Unidos, realizada no último sábado (3/1), que resultou na captura do presidente venezuelano. As informações constam em documentos governamentais obtidos pelo jornal The Washington Post.
Segundo a reportagem, publicada nessa sexta-feira (9/1), o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado da Santa Sé, buscou convencer autoridades americanas a oferecer uma alternativa a Maduro para evitar derramamento de sangue e maior instabilidade no país sul-americano. A proposta envolvia a concessão de asilo político pelo governo russo, com garantias de segurança ao líder venezuelano e à sua família.
Captura e acusações contra Nicolás Maduro
Na véspera do último Natal, em 24 de dezembro, Parolin convocou com urgência Brian Burch, embaixador dos EUA na Santa Sé, para pedir esclarecimentos sobre os planos de Washington para a Venezuela. De acordo com os documentos, o cardeal questionou se a ofensiva americana teria como alvo apenas o narcotráfico ou se envolveria uma mudança direta de regime.
Parolin reconheceu que Maduro deveria deixar o poder, mas defendeu que isso ocorresse por meio de uma saída negociada. Ele afirmou a Burch que a Rússia estaria disposta a conceder asilo ao presidente venezuelano e pediu tempo para pressioná-lo a aceitar a oferta.
“O que foi proposto a Maduro foi que ele fosse embora e pudesse desfrutar do seu dinheiro”, disse uma fonte que teve acesso a negociação. Segundo ela, parte do acordo previa garantias pessoais dadas pelo presidente russo, Vladimir Putin.
Tentativas frustradas
Apesar dos esforços diplomáticos, a negociação não avançou. Dias depois, em 3 de janeiro, Maduro e a esposa foram capturados por forças norte-americanas. O casal foi levado a Nova York para responder a acusações de narcotráfico e tráfico internacional de drogas.
O encontro no Vaticano foi apenas uma entre várias tentativas fracassadas de encontrar um refúgio seguro para Maduro antes da operação americana. Além da Santa Sé, intermediários da Rússia, do Catar, da Turquia e outros atores internacionais tentaram evitar a escalada do conflito e uma intervenção direta dos EUA.
Em nota, a assessoria de imprensa do Vaticano lamentou a divulgação de trechos de uma conversa confidencial e afirmou que o conteúdo divulgado não refletiria com precisão o teor do diálogo. O Departamento de Estado dos EUA se recusou a comentar, e o Kremlin não respondeu aos pedidos de posicionamento.
Maduro recusou acordos
De acordo com o jornal, Maduro recebeu alertas para deixar o poder poucos dias antes da ofensiva, mas recusou todas as propostas. Fontes relataram que ele acreditava que os EUA não agiriam e que conseguiria se manter no cargo apostando em mudanças no cenário político americano.
Em uma ligação com Trump, em novembro do ano passado, Maduro teria interpretado a conversa como positiva, quando, na avaliação da Casa Branca, tratava-se de um aviso direto. O presidente americano chegou a convidá-lo para Washington, oferecendo salvo-conduto, mas o venezuelano recusou.
“Ele não aceitou o acordo. Simplesmente acreditava que nada aconteceria”, afirmou uma fonte, em anonimato.
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MPRJ pede inclusão de ex-CEO da Hurb na lista vermelha da Interpol
Reprodução/ Facebook
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) pediu, nesta sexta-feira (9/1), a inclusão de João Ricardo Mendes, ex-CEO da agência de viagens Hurb, na lista vermelha de procurados da Interpol. A Promotoria também solicitou o bloqueio do passaporte do empresário, considerado foragido desde quarta-feira (7/1), após o descumprimento de medidas judiciais e um pedido de prisão em aberto.
Denunciado pelo MPRJ em maio de 2025 pelos crimes de furto qualificado e adulteração de identificação de veículo, o ex-CEO chegou a ser preso em flagrante na última segunda-feira (5/1), no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no Ceará. Ele tentava embarcar usando um documento falso e estava com a tornozeleira eletrônica descarregada.
Apesar da prisão em flagrante, o ex-CEO foi solto após audiência de custódia, com a imposição de medidas cautelares, como o uso contínuo da tornozeleira, comparecimento periódico à Justiça e apresentação de relatórios médicos. Segundo o Ministério Público, essas determinações vinham sendo sistematicamente descumpridas.
Ao acolher o pedido de prisão preventiva, na quarta-feira (7/1), a Justiça destacou que os relatórios de monitoramento eletrônico apontam diversas violações, especialmente pelo hábito de deixar a tornozeleira descarregar. Para o Judiciário, a medida é necessária para garantir a aplicação da lei penal.
O pedido de inclusão de Mendes na lista vermelha da Interpol foi apresentado pela Promotoria de Justiça junto à 32ª Vara Criminal da Capital. A medida, segundo o MP-RJ, busca ampliar o alcance da busca internacional por Mendes, caso o empresário tenha deixado o país ou tente cruzar fronteiras.
O bloqueio do passaporte também tem como objetivo impedir novas tentativas de fuga.
O Metrópoles entrou em contato com a defesa de João Ricardo. Entretanto, até a publicação desta reportagem, não obteve respostas. O espaço segue aberto para manifestações.
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Thomás Aquino incorpora lado podre do showbiz em Coração Acelerado: ‘Dinheiro’
Sem rodeios, Thomás Aquino define o vilão que viverá em Coração Acelerado como um agente artístico ganancioso e sem escrúpulos. Ronei Soares representa um lado conhecido e pouco glamouroso do showbiz: o da exploração travestida de sucesso. “Meu personagem é esse empresário que, independentemente de [o cliente] ser mulher ou homem, está só querendo dinheiro”, […] -
Michelle diz que Bolsonaro tem perda de equilíbrio ao se levantar
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira (9/1), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta perda de equilíbrio ao se levantar, em decorrência do uso de medicamentos. A declaração foi feita em uma publicação no Instagram, na qual ela também manifestou preocupação com as condições de segurança na cela onde Bolsonaro cumpre pena. “Hoje soube, […]
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Acordo Mercosul–UE deve destravar investimentos bilionários em mineração
O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, negociado ao longo de mais de duas décadas e avalizado pelo Conselho Europeu nesta sexta-feira (9)… -

O que acontece com Samir em Êta Mundo Melhor? Sequestradores roubam criança
Sandra (Flávia Alessandra) e Ernesto (Eriberto Leão) elaborarão um plano para sequestrar Samir (Davi Malizia) em Êta Mundo Melhor!. No entanto, tudo dará errado para os vilões após uma simples troca de fantasias entre crianças. Em vez do filho de Candinho (Sergio Guizé), eles raptarão Simbá (Arthur Yera). A dupla do mal pretenderá sequestrar Samir […] -

Trump diz que EUA anexará Groenlândia "do jeito fácil ou difícil". Vídeo
Donald Trump says he’d like to make a deal with Denmark over Greenland but “if we don’t do it the easy way, we’re going to do it the hard way”.
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— Sky News (@SkyNews) January 9, 2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta sexta-feira (9/1), que Washington tomará “alguma providência” para anexar a Groenlândia, território autônomo controlado pela Dinamarca, e disse que isso ocorrerá “do jeito fácil ou do jeito difícil”.
A declaração eleva o tom da retórica expansionista do republicano e amplia a tensão diplomática com aliados europeus em uma semana decisiva. Segundo ele, a medida seria necessária para impedir a presença militar de potências rivais no Ártico.
“Vamos fazer algo na Groenlândia, quer eles gostem ou não. Porque se não fizermos, a Rússia ou a China vão tomar a Groenlândia e não vamos querer a Rússia ou a China como vizinhas. Entendeu?”, declarou Trump após uma reunião com executivos do setor petrolífero. “Eu gostaria de fazer um acordo, sabe, do jeito fácil, mas se não fizermos do jeito fácil, vamos fazer do jeito difícil.”
Donald Trump says he’d like to make a deal with Denmark over Greenland but “if we don’t do it the easy way, we’re going to do it the hard way”.
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Na sequência, Trump questionou a soberania histórica da Dinamarca sobre a ilha. “Sou um grande fã [da Dinamarca], mas o fato de um barco deles ter atracado lá há 500 anos não significa que eles sejam donos da terra.”
As falas ocorrem em meio a discussões internas no governo dos EUA sobre alternativas para assumir o controle do território, incluindo a possibilidade de compra da ilha. A ideia foi defendida publicamente pelo secretário de Estado, Marco Rubio, em reuniões com parlamentares republicanos.
Reação da Dinamarca
A Casa Branca também já admitiu que avalia “diversos cenários”, sem descartar o uso de força, o que gerou forte reação de Copenhague.
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, já alertou que um ataque ao território significaria o fim da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da qual os dois países fazem parte.
A Groenlândia, por sua vez, tem direito à autodeterminação e pode decidir sobre sua independência por meio de referendo. Apesar disso, a política externa e de defesa da ilha segue sob responsabilidade dinamarquesa.
A região é considerada estratégica por Washington devido à sua posição no Ártico, à presença de uma base militar norte-americana voltada à defesa antimísseis e ao potencial econômico da região, que reúne reservas de minerais estratégicos e possíveis jazidas de petróleo e gás. O avanço do derretimento do gelo também abre novas rotas marítimas de interesse militar e comercial.
Expansionismo norte-americano
As declarações de Donald Trump sobre a Groenlândia ocorrem em uma semana considerada decisiva para a política externa dos Estados Unidos, marcada por uma escalada de ações militares e ameaças diretas a países aliados e vizinhos no continente americano.
Em menos de sete dias, Washington deixou o campo antes exclusivamente retórico e passou a adotar uma postura abertamente intervencionista, reposicionando os EUA como ator disposto a usar força e coerção para redesenhar áreas de influência.
No dia 3 de janeiro, forças especiais norte-americanas realizaram uma operação militar na Venezuela, com bombardeios e ações terrestres que resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro. Trump afirmou que os EUA vão administrar o país durante um período de transição e controlar as reservas de petróleo venezuelanas, aprofundando críticas internacionais sobre violação de soberania.
Poucos dias depois, o presidente anunciou que os Estados Unidos passarão a realizar ataques terrestres contra cartéis de drogas no México, mesmo diante da resistência pública do governo mexicano a qualquer violação de seu território. A fala ampliou a tensão com a presidente Claudia Sheinbaum, que reconheceu a cooperação em segurança com Washington, mas rejeitou interferências militares.
A ofensiva também se estendeu ao discurso contra outros países da região. Trump acusou o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, de ligação com o narcotráfico e sugeriu que uma operação militar no país “soa bem”, ainda que tenha recuado parcialmente após conversa telefônica entre os dois líderes.
Desde setembro de 2025, os EUA intensificaram ataques militares no Mar do Caribe e no Pacífico oriental contra embarcações que classificam como ligadas ao narcotráfico, utilizando drones e armamentos navais. As ações já deixaram dezenas de mortos e consolidaram a narrativa de que Washington está em “guerra” contra cartéis, tratados pelo governo Trump como organizações narcoterroristas.