Categoria: Teste

  • Acre será beneficiado por programa federal que investirá R$ 160 milhões em inovação

    Acre será beneficiado por programa federal que investirá R$ 160 milhões em inovação

    O Acre será um dos estados contemplados com editais da terceira edição do Programa Centelha, iniciativa do Governo Federal voltada ao incentivo de novos negócios inovadores e ao fortalecimento do empreendedorismo de base tecnológica. As chamadas públicas no estado estão previstas para o primeiro semestre de 2026, conforme informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e […]

  • Quem é Bruna Furlan, neta de Carlos Alberto que revelou câncer

    Quem é Bruna Furlan, neta de Carlos Alberto que revelou câncer

    Reprodução/Instagram
    Carlos Alberto de Nóbrega e Bruna Furlan

    Aos 24 anos, Bruna Furlan, neta do humorista Carlos Alberto de Nóbrega, usou as redes sociais para contar que foi diagnosticada com câncer de mama. O anúncio foi feito agora, mas o diagnóstico veio no fim de dezembro de 2025. Segundo ela, trata-se de um carcinoma mamário invasivo, do tipo não especial, hormonal, HER2 negativo e já com metástase.

    Filha de Vini Nóbrega e Bel Nóbrega, Bruna é criadora de conteúdo digital. Ela soma mais de 260 mil seguidores e já mantinha uma rotina ativa nas redes antes de tornar pública a doença. Até então, ela compartilhava sua rotina com viagens, moda e estilo de vida.

    Diagnóstico

    Bruna contou que recebeu a confirmação do câncer no fim de dezembro e decidiu dividir a informação porque, segundo ela, nunca conseguiu esconder momentos difíceis de quem a acompanha.

    A influenciadora afirmou que já compartilhou outras dores no passado e que o retorno do público sempre veio em forma de apoio, motivo pelo qual resolveu falar novamente, agora sobre o tratamento.

    “Vai ser uma longa jornada de exames, quimioterapia, cirurgia e radioterapias. Mas também vai ser uma jornada de amor, felicidade e aprendizados. Espero que, ao compartilhar essa jornada, outras garotas na mesma situação que eu possam se sentir acolhidas e reconhecidas”, escreveu nas redes.

    Ela explicou que o processo será longo e inclui exames, quimioterapia, cirurgia e radioterapia. Ao mesmo tempo, disse que pretende mostrar cada etapa com transparência.

    Bruna afirmou ainda que quer que outras mulheres jovens na mesma situação se sintam acolhidas e resumiu o espírito da jornada com uma definição direta: um dia na quimioterapia, outro no pilates e o seguinte dançando até amanhecer.

  • PT aposta em Haddad para concorrer ao Senado ou ao governo de SP

    PT aposta em Haddad para concorrer ao Senado ou ao governo de SP

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Ministro Fernando Haddad, audiência pública PL 1087 2025, isenta do pagamento do Imposto de Renda IR até R$ 5 mil por mês, CAE Senado Federal Metrópoles 13

    Cúpula do núcleo duro do Partido dos Trabalhadores (PT) defende que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concorra ou ao governo de São Paulo (SP) ou ao Senado, também pelo estado paulista.

    O problema, no entanto, é que o próprio petista resiste a se candidatar a qualquer cargo, uma vez que quer ficar responsável pela coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um quarto mandato.

    No cenário em que Haddad concorreria pelo governo do estado com maior capital do Brasil, ele seria páreo para o governador de SP, Tarcísio de Freitas(Republicanos-PB), que pretende concorrer à reeleição.

    Haddad pretende deixar o cargo antes do fim do mandato, como mostrouMetrópoles. O desejo de Haddad foi tratado diretamente com Lula, mas o ministro sabe que o presidente deve deixar a decisão para o último momento; por isso, ainda não há data para a saída.

    Caso dispute algum cargo em 2026 ou coordene a campanha presidencial do PT, Haddad precisa sair do cargo até abril de 2026.

    Na visão de petistas ouvidos pela reportagem, a única possibilidade de Haddad concorrer ao governo do SP seria se Tarcísio anunciasse a candidatura para a Presidência da República. Até o momento, o aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sinalizou que não pretende concorrer ao Planalto.

    Na equação, há ainda a manifestação de tentar emplacar o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), para o governo paulista. Este, entretanto, quer continuar na chapa de Lula para as eleições presidenciais deste ano.

  • GDF prorroga prazo para renegociar dívidas de IPTU, TLP e IPVA

    GDF prorroga prazo para renegociar dívidas de IPTU, TLP e IPVA

    Prefeitura de Alvorada
    IPTU 2025 - Metrópoles

    O Governo do Distrito Federal (GDF)prorrogou até o dia 7 de abril o prazo para moradores do DF pagarem débitos de IPTU, IPVA e da Taxa de Limpeza Urbana (TLP) inscritos em dívida ativa há mais de dois anos. Devedores terão acesso a descontos em juros e multas, além de possibilidade de parcelamento.

    A portaria prorrogando o prazo para pagamento das dívidas foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (9/1).

    Podem participar pessoas físicas e jurídicas com débitos desses tributos em dívida ativa, mesmo que já estejam em cobrança judicial. Os descontos variam conforme a forma de pagamento e o tamanho da dívida.

    Não poderão aderir dívidas em fase apenas administrativa, garantidas integralmente por depósito ou seguro, ou que não se enquadrem nos impostos mencionados.

    Também é possível parcelar em até 60 vezes, com abatimentos menores, sendo que cada parcela não pode ser inferior a R$ 200. No caso de parcelamento, é exigida entrada mínima de 5% do valor total.

    Como acessar

    A adesão à negociação é exclusivamente online, pelo portal Negocia-DF.

    Todos os interessados devem preencher o formulário eletrônico, selecionar as dívidas a serem negociadas, apresentar documentos de identificação e assinar digitalmente o termo de transação.

    Regras

    Quem aderir ao programa deverá desistir de eventuais ações ou recursos relacionados às dívidas, manter a documentação em dia e cumprir rigorosamente o acordo.

    O não pagamento de três parcelas — consecutivas ou não — ou atraso superior a 90 dias resultará na rescisão do benefício e na retomada da cobrança.

  • União Europeia dá sinal verde para aprovação do acordo com Mercosul

    União Europeia dá sinal verde para aprovação do acordo com Mercosul

    O Conselho Europeu, que reúne os chefes de Estado da União Europeia, deu sinal verde para aprovação do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. A informação foi confirmada à CNN por duas fontes que acompanham as reuniões que acontecem a portas fechadas em Bruxelas. Uma maioria que equivale a mais de 55% […]

  • Trump afirma que os EUA começarão a “atacar cartéis em terra”

    Trump afirma que os EUA começarão a “atacar cartéis em terra”

    O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (8) que seu governo começará em breve a tomar medidas contra os cartéis de drogas em terra. A fala de Trump acontece após a operação para capturar o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, para responder por acusações de tráfico de drogas e meses de ataques a […]

  • Fluminense mantém interesse por Hulk e Savarino, diz diretor do clube

    Fluminense mantém interesse por Hulk e Savarino, diz diretor do clube

    Buda Mendes e Ruano Carneiro/Getty Images
    Hulk-Savarino

    O Fluminense segue na busca por reforços para a temporada 2026. Em evento de abertura do Campeonato Carioca nessa quinta-feira (9/1), Paulo Angioni, diretor-executivo de futebol do clube, admitiu que o Tricolor mantém conversas por Hulk e Savarino.

    De acordo com Angioni, a situação de Hulk é conduzida pelo atual presidente, Mário Bittencourt. No entanto, o dirigente garantiu que o Fluminense está tentando a contratação do atacante, que está no Atlético-MG.

    “Com relação ao Hulk, isso cabe ao Mário, ele que tem a dizer a respeito. A curiosidade faz parte do futebol, mas a exatidão não cabe no momento como esse. Está se tentando. […] Por enquanto, a tentativa é de conseguir um atacante e eventualmente um meia. E mais nada”, disse Angioni.

    Outro jogador que está em pauta no Fluminense é Jefferson Savarino. O dirigente admitiu que a contratação do venezuelano, destaque do rival Botafogo, deve ser fechada em breve.

    Savarino é um atleta que interessa. Não está nada concluído. Mas esperamos concluir o mais rápido possível“, declarou o executivo de futebol do Fluminense.

    Até o momento, o Fluminense anunciou a contratação de dois jogadores para a temporada 2026. O primeiro foi o zagueiro Jemmes, que estava no Mirassol. Além disso, o Tricolor das Laranjeiras acertou a chegada de Guilherme Arana, lateral-esquerdo que defendeu o Atlético-MG.

  • Filho de vereador é morto a tiros por atirador em BMW no Entorno do DF

    Filho de vereador é morto a tiros por atirador em BMW no Entorno do DF

    Reprodução / Redes sociais
    Vítima de homicídio

    Um homem foi morto a tiros na quinta-feira (8/1) no bairro Dalva 2, em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal. O crime ocorreu próximo a um bar da região. Testemunhas identificaram a vítima como Matheus Reis, de 25 anos, filho do vereador Zé Paulo. Matheus trabalhava em uma farmácia.

    Segundo a Polícia Militar de Goiás, o atirador chegou em uma BMW branca, desceu do veículo e disparou contra a vítima. Durante o crime, uma mulher estava no banco do passageiro.

    Nas redes sociais, o pai de Matheus se manifestou: “Ô meu filho, tão novo. Vai com Deus e que ele te receba de braços abertos”.

    Imagens:

    A Polícia Civil de Goiás investiga a motivação do homicídio.

  • Após aprovação, entenda os próximos passos do acordo UE-Mercosul

    Após aprovação, entenda os próximos passos do acordo UE-Mercosul

    Ricardo Stuckert / PR
    Imagem colorida de presidentes e Chefes de Delegação dos Estados Partes do Mercosul e dos Estados Associados. Mirante da Cataratas, Foz do Iguaçu (PR)

    A maioria dos embaixadores dos Estados-membros da UE aprovou, provisoriamente, o acordo comercial com o grupo sul-americano Mercosul, avançando para mais uma etapa no processo. A indicação da aprovação foi feita nesta sexta-feira (9/1).

    Apesar da sinalização dos embaixadores sobre o acordo, ainda será necessária a confirmação formal dos votos, por escrito, que ocorrerá até as 17h, no horário de Bruxelas (13h no horário de Brasília).


    Veja como a União Europeia explica o acordo


    Após a confirmação, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderá assinar o acordo com os parceiros do Mercosul — Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai — na próxima semana.

    Para que o acordo entre em vigor, também será necessária a aprovação do Parlamento Europeu. O pacto passará, em seguida, pelos trâmites internos de aprovação de cada parte, antes de sua entrada oficial em vigor.

    Após todas as partes concluírem os processos internos, o acordo poderá entrar em vigor.

    Em contrapartida, a negociação entre a UE e quatro países latino-americanos é alvo de protestos de agricultores franceses e provoca rejeição unânime por parte do país.

    França, Irlanda, Polônia, Áustria e Hungria se opuseram ao acordo, enquanto a Bélgica se absteve.

    Os agricultores franceses também continuam sendo o principal foco de resistência. Eles argumentam que o tratado abriria espaço para concorrência desleal com produtos sul-americanos, produzidos sob regras ambientais e sanitárias diferentes das exigidas na União Europeia.

    O acordo

    O acordo é considerado estratégico por ampliar a integração comercial entre duas grandes regiões econômicas e tem sido descrito como uma prioridade para reforçar o comércio global, a competitividade econômica e a estabilidade geoeconômica.

    Ele prevê a redução de tarifas e barreiras comerciais em uma das maiores áreas de comércio do mundo, o que pode impulsionar exportações e investimentos entre os dois blocos. Para países do Mercosul, isso representa acesso ampliado ao mercado europeu. Já para a UE, uma diversificação das relações comerciais.

    Apesar da expectativa de assinatura, o processo ainda enfrenta etapas importantes de implementação e salvaguardas que precisam ser finalizadas antes da oficialização.

    Entre as medidas em pauta, está um acordo conjunto entre o Conselho e o Parlamento Europeu para proteger setores agrícolas sensíveis, com regras que permitem suspender preferências tarifárias caso haja impactos negativos às produções locais.

  • Entenda o acordo UE-Mercosul, aprovado após 25 anos de negociações

    Entenda o acordo UE-Mercosul, aprovado após 25 anos de negociações

    Marcos Oliveira/Agência Senado
    Brasil Mercosul

    Negociado há 25 anos, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, anunciado nesta sexta-feira (9/1), voltou ao centro do debate internacional e poderá, finalmente, ser assinado dentro de alguns dias. A expectativa, agora, é que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viaje já na segunda-feira (12/1) ao Paraguai, país que está na presidência rotativa do Mercosul, para assinar o acordo com a América Latina.

    A ideia anterior do governo brasileiro era fazer a assinatura durante a cúpula do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR), em dezembro último. Mas resistências de países como a França, agora voto vencido, acabaram adiando o fato.


    Entenda o acordo com a UE-Mercosul


    O acordo envolve os países do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia – e os 27 membros da União Europeia. Juntos, os blocos representam um mercado de cerca de 780 milhões de consumidores e um fluxo comercial bilionário.

    As negociações foram concluídas tecnicamente em 2019, mas ficaram travadas por divergências políticas, ambientais e comerciais, sobretudo do lado europeu.

    Para a União Europeia, o acordo abre espaço para ampliar exportações de produtos industriais, como automóveis, autopeças, máquinas, equipamentos, medicamentos e bebidas. Para o Mercosul, o principal ganho está nas exportações facilitadas de produtos agropecuários, como carne, soja, açúcar, etanol e suco de laranja.

    O texto também inclui regras sobre compras governamentais, serviços, propriedade intelectual e mecanismos de solução de controvérsias. Um dos pontos mais sensíveis é o capítulo ambiental, que foi revisado nos últimos anos para incluir compromissos ligados ao Acordo de Paris e ao combate ao desmatamento.

    Resistência na Europa

    Apesar do apoio da Comissão Europeia, o acordo enfrentou forte oposição de alguns países da União Europeia, especialmente França, Itália, Polônia e Hungria. O principal argumento era a proteção dos agricultores europeus, que temem concorrência desleal com produtos do Mercosul, considerados mais baratos e produzidos sob regras ambientais e sanitárias menos rígidas.

    A França lidera o grupo contrário ao texto, pressionando por garantias adicionais sobre rastreabilidade, uso de defensivos agrícolas e preservação ambiental. A Itália, por sua vez, afirmou que a assinatura neste momento seria “prematura”, indicando que ainda não havia consenso político suficiente dentro do bloco.

    Depois da assinatura, o texto ainda precisará passar por ratificação nos parlamentos nacionais da União Europeia e do Mercosul, um processo que pode levar anos e não está livre de novos entraves.

    Pressão do Brasil e do Mercosul

    Do lado sul-americano, o discurso é de urgência. O governo brasileiro avalia que o acordo é estratégico para diversificar mercados, reduzir dependência da Ásia e fortalecer a posição do país no comércio internacional.

    Além disso, a equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vê o pacto como um instrumento para atrair investimentos e aumentar a competitividade da indústria nacional.

    Lula tem adotado um tom mais duro ao afirmar que não aceitará reabrir negociações nem incluir novas exigências ambientais unilaterais. Segundo interlocutores, o Brasil considera que já fez concessões suficientes e que a demora europeia enfraquece a credibilidade do bloco como parceiro comercial.

    Impactos econômicos

    Para o Brasil, setores do agronegócio seriam os principais beneficiados no curto prazo, enquanto a indústria teria ganhos mais graduais, mas com acesso a insumos mais baratos e tecnologia europeia.

    Por outro lado, há preocupação com possíveis impactos sobre segmentos industriais menos competitivos, que poderiam sofrer maior pressão de produtos importados. O governo brasileiro afirma que o período de transição previsto no acordo, em alguns casos de até 15 anos, reduz esse risco.