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  • Marcelo Teixeira sobre renovação de Neymar: "Estamos no caminho certo"

    Marcelo Teixeira sobre renovação de Neymar: "Estamos no caminho certo"

    Riquelve Nata/Sports Press Photo/Getty Images
    Neymar e Marcelo Teixeira

    A parceria entre Neymar e Santos se mantém até dezembro de 2026. O novo vínculo do craque com o Peixe foi divulgado nesta terça-feira (6/1) pelo clube, e o presidente do Alvinegro Praiano, Marcelo Teixeira, comentou sobre a renovação.

    “Muito feliz como presidente e torcedor do Santos: ter o Neymar, nosso Príncipe, conosco até o fim do ano mostra que nosso projeto de reconstrução do Clube e de nosso futebol segue firme, com respeito aos processos e consolidação de credibilidade. Estamos no caminho certo. Então, vamos em frente! Torcedor, contamos com você”, disse o presidente.

    Ao fim da temporada, o jogador realizou uma artroscopia para tratamento de lesão no menisco medial. O clube aguardava o andamento da recuperação de Neymar para finalizar as tratativas pela extensão contratual.

    Em seu retorno ao Santos, Neymar disputou 28 jogos, marcou 11 gols e deu quatro assistências, números que ajudaram o Santos a escapar do rebaixamento e terminar na 12ª colocação do Campeonato Brasileiro. A colocação final no torneio garantiu ao Peixe uma vaga na Copa Sul-Americana de 2026.

    Revelado pela equipe em 2009, o jogador conquistou seis títulos com o Alvinegro Praiano. Foram três campeonatos paulistas, uma Copa do Brasil, uma Libertadores e uma Recopa Sul-Americana.

  • Navio de Zezé Di Camargo reunirá famosos; saiba quem estará

    Navio de Zezé Di Camargo reunirá famosos; saiba quem estará

    Reprodução/Instagram.
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    O Navio do Zezé, cruzeiro temático comandado por Zezé Di Camargo, parte do porto de Santos neste domingo (11/1) e promete reunir não apenas grandes nomes da música, mas também figuras conhecidas da televisão e das redes sociais.

    Segundo apuração da coluna, além das atrações já anunciadas, como Alexandre Pires, Édson e Hudson, Mato Grosso e Mathias, Jota Quest, Durval Lelys e Limão com Mel, o cruzeiro também contará com a presença de Nicole Bahls, Álvaro e professores do Dança dos Famosos que participaram da edição tão comentada do reality do programa de Luciano Huck no ano passado.

    Os nomes devem circular pelo navio ao longo dos quatro dias de viagem, que segue até quarta-feira (14/1), a bordo do MSC Preziosa.

    Wanessa Camargo se apresenta

    O projeto marca mais uma edição do cruzeiro idealizado por Zezé Di Camargo, que reúne shows e encontros em alto-mar. Anfitrião do evento, o cantor sobe ao palco com um espetáculo baseado em sucessos que marcaram sua trajetória na música sertaneja.

    Entre as apresentações confirmadas, também está o show de Wanessa Camargo, filha de Zezé, que integra o line-up do cruzeiro e deve atrair atenção do público a bordo.

  • Médico diz que Bolsonaro apresenta apatia, tontura e queda da pálpebra. Vídeo

    Médico diz que Bolsonaro apresenta apatia, tontura e queda da pálpebra. Vídeo

    O médico Brasil Caiado disse, na noite desta terça-feira (6/1), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta tontura, apatia e queda da pálpebra, após a queda sofrida dentro do quarto onde ele está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

    “Fiz uma última avaliação no presidente agora, ele estava apático, uma leve queda na pálpebra esquerda, com a pressão normalizada e com sinal de tontura. Sem dor. O próximo [passo] é aguardar a liberação [da Justiça] para a realização dos exames e imediatamente nos deslocarmos para o hospital, que está de prontidão para recebê-lo”, disse Caiado.

    O médico, que integra a equipe responsável pelo tratamento do ex-presidente, revelou que a queda de Bolsonaro pode ter ocorrido por volta das 5 horas da manhã. Ele reforçou, ainda, a necessidade de exames complementares para se ter a exatidão do real estado saúde de Bolsonaro.

    A defesa do ex-presidente pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele fosse liberado para ir, imediatamente, ao Hospital DF Star, para investigar o suposto traumatismo. O pedido, no entanto, foi negado após equipe médica da PF não ver necessidade de hospitalização urgente.

    Na decisão, Moraes afirmou: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”.

    Segundo os médicos de Bolsonaro, ele teria sofrido traumatismo leve. O representante da PF, no entanto, constatou ferimentos leves e “não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”, informou a corporação.

    Situação jurídica do ex-presidente

    Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, por liderar uma organização criminosa que tentou impedir a posse e o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O ex-presidente começou a cumprir a pena definitiva em 25 de novembro do ano passado. Durante o fim do ano, ele foi internado no Hospital DF Star e passou por procedimentos cirúrgicos para tratar hérnias e soluços. Depois, voltou para a prisão em regime fechado.

    A defesa pediu ao STF a prisão domiciliar de Bolsonaro, diante do quadro clínico, mas a solicitação foi negada.

  • Moraes nega ida de Bolsonaro a hospital e exige laudo médico

    Moraes nega ida de Bolsonaro a hospital e exige laudo médico

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta terça-feira (6), a remoção do ex-presidente Jair Bolsonaro…

  • Novo Código de Defesa do Contribuinte: quando a burocracia decide demais

    Novo Código de Defesa do Contribuinte: quando a burocracia decide demais

    Imagem gerada por IA
    Pilha de arquivos e pastas de processos - Metrópoles

    Em 1980, o cientista político Michael Lipsky formulou o conceito de burocracia de nível de rua (street-level bureaucracy) para descrever o poder exercido por agentes públicos que, no contato direto com o cidadão, transformam escolhas administrativas em decisões com efeitos concretos sobre direitos, deveres e recursos públicos.

    Quanto maior a discricionariedade nesses níveis operacionais, menor a previsibilidade do sistema e maiores os riscos de assimetrias e enfraquecimento do controle democrático.

    Essa reflexão ajuda a iluminar o debate atual sobre o PLP 125, que institui o Código de Defesa do Contribuinte e cria programas de conformidade tributária. O projeto traz avanços, mas suscita preocupações ao ampliar, sem parâmetros objetivos suficientes, a margem decisória da administração tributária em etapas sensíveis da gestão do crédito.

    Administração tributária não se resume ao lançamento e à fiscalização. Ela envolve controle jurídico de legalidade, verificação de certeza e liquidez e definição institucional sobre como o crédito será exigido, negociado ou extinto.

    No âmbito federal, a Secretaria da Receita Federal do Brasil exerce papel técnico essencial na fiscalização e no lançamento do crédito tributário.

    Uma vez constituído definitivamente esse crédito, ganha centralidade a atuação da advocacia pública, em especial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, responsável por avaliar juridicamente a cobrança, a possibilidade de parcelamento, transação ou mesmo desistência do crédito.

    Pilar de governança

    Essa separação não é mero detalhe teórico. Trata-se de pilar de governança do sistema tributário nacional, concebido para reduzir riscos e reforçar a segurança jurídica. Na prática, evita-se que a mesma instância que autua seja também aquela que decide, de forma isolada, sobre concessões, benefícios ou flexibilizações relevantes.

    Quando programas de conformidade ou mecanismos de chamada “autorregularização” operam antes desse controle jurídico-institucional, cria-se espaço para decisões desiguais, com impacto não apenas arrecadatório, mas também concorrencial, em afronta ao princípio da isonomia.

    Um exemplo hipotético ajuda a ilustrar o problema. Imagine dois contribuintes do mesmo setor, com débitos tributários equivalentes e histórico semelhante de fiscalização.

    Em razão de programas de conformidade regulados de forma ampla e com tratamento individualizado, um obtém postergação relevante do crédito ou condições facilitadas de regularização, enquanto o outro enfrenta cobrança imediata e integral.

    O resultado não é apenas arrecadatório: a empresa beneficiada ganha fôlego financeiro artificial, melhora sua posição competitiva e pode praticar preços mais agressivos, enquanto a outra arca com custos que não decorrem de eficiência econômica, mas de decisões administrativas assimétricas.

    Efeito multiplicador

    O problema se agrava porque esse efeito multiplicador não é hipotético. O próprio PLP autoriza que Estados, Distrito Federal e Municípios regulamentem programas de conformidade em suas respectivas jurisdições.

    Em realidades subfederais marcadas por assimetria de capacidades institucionais e de estruturas de controle, a ampliação da discricionariedade decisória tende a potencializar riscos à governança fiscal e à coerência do sistema.

    Não se trata de questionar a qualificação técnica dos órgãos envolvidos, mas de reconhecer que decisões com efeitos fiscais relevantes exigem compartilhamento, coordenação e mútua fiscalização institucional.

    Esse desenho protege tanto o contribuinte quanto o interesse público, assegurando integridade na arrecadação e responsabilidade política clara.

    Por isso, a regulamentação desses programas deve caber ao chefe do Poder Executivo eleito em cada ente federado, que pode e deve ouvir a administração tributária e os órgãos da advocacia pública, mas responde democraticamente pelas escolhas feitas.

    Vetos pontuais a dispositivos do projeto não o desfiguram. Ao contrário, fortalecem seus objetivos, inclusive no combate ao devedor contumaz, ao preservar o equilíbrio institucional do sistema tributário nacional.

    Cabe ao presidente da República considerar essa dimensão na decisão de sanção e veto. A boa política tributária começa, inevitavelmente, por um bom desenho de governança.

  • Ibaneis tira férias e Celina Leão assume GDF

    Ibaneis tira férias e Celina Leão assume GDF

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sanciona projeto de lei que confere reajuste salarial aos servidores do GDF, no Salão Branco do Palácio do Buriti. Ibaneis e Celina Leão

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), saiu de férias. A vice-governadora Celina Leão (PP) assumiu o GDF.

    Ibaneis deve retornar ao trabalho no dia 19 de janeiro. Até lá, Celina estará à frente das ações do governo distrital.

    Com as eleições de 2026, Ibaneis vai deixar o cargo em abril para se candidatar ao Senado.

    Celina passará a ser governadora e, já na função, concorrerá para permanecer no comando do GDF.

  • Dólar cai para R$ 5,37 com redução de preocupações com Venezuela

    Dólar cai para R$ 5,37 com redução de preocupações com Venezuela

    A redução das preocupações em torno da Venezuela e o maior apetite por economias emergentes impulsionaram o mercado financeiro…

  • 80 mortes no trânsito foram registradas no Acre em 2025, informa Detran

    80 mortes no trânsito foram registradas no Acre em 2025, informa Detran

    O Acre apresentou um resultado positivo na área de segurança viária em 2025, com a redução no número de acidentes de trânsito com vítimas fatais em todo o estado e, de forma ainda mais expressiva, na capital, Rio Branco. Os dados são do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC) e refletem o impacto de […]

  • Buscas por João Planta, biólogo desaparecido na Chapada, são suspensas

    Buscas por João Planta, biólogo desaparecido na Chapada, são suspensas

    Reprodução
    joao planta 1

    O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) informou, nesta terça-feira (6/1), que suspendeu as buscas por João Paulo Vaz da Silva (foto em destaque), conhecido como João Planta, de 27 anos. O biólogo e coletor de plantas está desaparecido desde 7 de dezembro de 2025, quando foi visto pela última vez na região de Alto Paraíso de Goiás, na Chapada dos Veadeiros (GO).

    De acordo com a tenente-coronel Gyovana da Cruz Martins, até o momento não foram obtidas informações suficientes que permitam definição de um ponto inicial concreto para continuidade ou ampliação das buscas por João Planta.

    “A ausência de dados mais precisos, como o último local que a pessoa foi vista ou possíveis rotas de deslocamento, limita a eficácia das operações e a aplicação adequada dos recursos especializados”, explicou a tenente.

    Diante desse cenário, os bombeiros informaram que a retomada das buscas, inclusive com emprego de cães e drones, depende do recebimento de novas informações relevantes sobre o paradeiro do biólogo.

    A tenente também detalhou que as equipes do CBMGO realizaram buscas por João Planta de forma criteriosa nas áreas indicadas, com o objetivo de localizar possíveis vestígios ou indícios que pudessem auxiliar na localização do desaparecido.

    “Assim que houver dados adicionais que possibilitem a delimitação da área de atuação, o CBMGO estará pronto para mobilizar equipes e recursos necessários”, afirmou.


    Entenda o caso


    Um grupo de pessoas próximas ao jovem se mobilizou para constituir um advogado para ter acesso ao inquérito do caso.

    “Precisamos que as autoridades façam buscas pela cidade, porque já são muitos dias sem notícias dele. Não sabemos se alguém foi interrogado, se tem uma linha de investigação. Também não sabemos se a investigação está sendo conduzida como desaparecimento ainda ou como um homicídio”, contou ao Metrópoles uma amiga de João, que pediu para não ser identificada.

    Pessoas próximas afirmam que o biólogo é pacífico, sem histórico de envolvimento em crimes ou conflitos, o que reforça a suspeita de que ele possa ter sido vítima de uma emboscada.

    “O celular dele só foi recolhido pela PCGO semanas depois do desaparecimento. Câmeras não foram verificadas de imediato. A gente acredita que a história de uma pessoa não pode ser simplesmente apagada assim”, disse.

    A desconfiança é intensificada por um episódio anterior: em abril de 2024, João Planta foi atropelado enquanto pilotava uma motocicleta. À época, a família levantou a hipótese de que o atropelamento teria sido intencional. O caso segue sob investigação.

    A Polícia Civil solicita que qualquer informação seja repassada pelo telefone (62) 3446-1127. Denúncias e atualizações também podem ser encaminhadas pelo perfil @justicaporjoaoplanta, no Instagram.

    Os administradores da página também criaram uma vaquinha virtual com o intuito de arrecadar R$ 15 mil – o montante é para pagar o advogado.

    “O apoio jurídico é essencial para cobrar posicionamentos formais, acompanhar investigações, analisar documentos, requerer providências e dar voz ao João diante das autoridades competentes”, esclareceu a amiga do biólogo.

    Descrição do desaparecido:

  • Carlos diz que hospital perto não garante atendimento ágil a Bolsonaro

    Carlos diz que hospital perto não garante atendimento ágil a Bolsonaro

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsaki
    Carlos Bolsonaro

    O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) criticou, nesta terça-feira (6/1), o argumento usado para negar pedidos de prisão domiciliar e de remoção hospitalar do pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, a alegação de que a proximidade entre a Superintendência da Polícia Federal e um hospital garantiria atendimento rápido não se sustenta na prática.

    O ex-presidente sofreu traumatismo leve após uma queda, durante a noite, na qual teria batido a cabeça.

    A declaração ocorre no mesmo dia em que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou que a família vai solicitar à Polícia Federal (PF) um relatório para esclarecer por quanto tempo o ex-presidente permaneceu desacordado após sofrer a queda dentro da unidade onde está preso.

    Decisão de Moraes

    Mais cedo, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o encaminhamento imediato do ex-presidente ao hospital DF Star, com base em laudo da PF que apontou ferimentos leves e ausência de necessidade de remoção, recomendando apenas observação.

    Em seguida, o ministro, que está de férias em Dubai, determinou que:

    Jair Bolsonaro cumpre pena em regime fechado após condenação pelo STF a 27 anos e 3 meses pela atuação na trama golpista.