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  • Projeto fitness: médico do esporte ensina como potencializar a corrida

    Projeto fitness: médico do esporte ensina como potencializar a corrida

    dragana991/Getty Images
    Foto colorida de mulher correndo - Metrópoles

    Com a chegada de um novo ano, algumas pessoas estipulam como meta começar ou praticar mais atividade física e até entram em desafios com amigos como forma de incentivo. Enquanto alguns indivíduos só acreditam conseguir manter a frequência se forem à academia pegar peso, outros gostam da sensação de liberdade, optando pela corrida, por exemplo.

    A coluna Claudia Meireles conversou com o médico do esporte e ortopedista Pedro Ribeiro para saber: o que fazer para potencializar a corrida? Segundo o especialista, o ponto central é “respeitar a adaptação fisiológica do corpo”. Ele frisa que não se trata de correr mais, e sim permitir que músculos, tendões e articulações se acostumem progressivamente ao estresse mecânico.

    O ortopedista salienta: “Quando a evolução ocorre de forma controlada, a performance melhora e o risco de lesões cai significativamente”. Outro tópico citado pelo médico do esporte envolve a periodização adequada do treinamento. “É um recurso fundamental”, avalia. Ele aconselha alternar os dias de intensidade na corrida com treinos regenerativos e incluir fortalecimento muscular específico. “Isso cria uma base estrutural mais estável”, pontua.

    Esse preparo fora da corrida protege joelhos, tornozelos e quadris durante o impacto repetitivo da prática“, ressalta Pedro. Ele menciona a respeito da “percepção corporal”. “Dores persistentes, rigidez e desconfortos que retornam com frequência não devem ser ignorados. Esses sinais indicam que o tecido está entrando em sofrimento”, avisa.

    Foto colorida de homem vestindo sueter branco e shorts pretos prestes a correr - Metrópoles
    O médico do esporte explica como potencializar a corrida e faz alertas

    O médico endossa sobre, na prática clínica, ser observado: atletas que respeitam os alertas dados pelo corpo mantêm uma carreira esportiva “mais longa e segura”. Ele emenda ao apontar a nutrição adequada como parte do tratamento preventivo. “Um corredor com déficit calórico energético ou desequilíbrio eletrolítico apresenta maior predisposição a fadiga muscular e microlesões.”

    “Quando existe suporte nutricional adequado, a resposta muscular é mais eficiente e a recuperação, mais rápida”, argumenta o especialista. O médico do esporte enfatiza sobre cada indivíduo ter uma biomecânica própria. Ele sugere os adeptos da corrida a fazerem avaliações funcionais em consultório, análise de pisada e correções posturais a fim de direcionar o treino de forma personalizada.

    “Ajustar o movimento do corredor ao seu corpo, e não o contrário, é a estratégia mais eficaz para evoluir com segurança e consistência”, conclui Pedro Ribeiro. Desde dezembro de 2024, ele integra a Sociedade Internacional de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e Medicina Esportiva Ortopédica (Isakos).

    Foto colorida de mulheres correndo em grama - Metrópoles
    O médico cita que seguir essas estratégias ajuda a “evoluir com segurança e consistência” na corrida

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    Pico Paraná: jovem que sumiu em trilha andou 20 km até ser encontrado

    roberto

    Antes de ser localizado, na manhã desta segunda-feira (5/1), o jovem Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, percorreu cerca de 20 quilômetros a pé até chegar na fazenda onde foi encontrado, em Cacatu, no munícipio de Antonina (PR). A informação foi detalhada em vídeo pelo tenente-coronel Ícaro Gabriel Greinert, comandante do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost) do Corpo de Bombeiros, que participou das buscas pelo desaparecido.

    Roberto estava desaparecido desde a última quinta-feira (1º/1), quando se separou do grupo com o qual fazia uma trilha de retorno do Pico Paraná, ponto mais alto da Região Sul do Brasil.

    “Ele chegou sozinho até a localidade de Cacatu, em Antonina. Caminhou mais de 20 quilômetros, depois de cinco dias de buscas e do empenho de mais de mil bombeiros e voluntários atuando diariamente. Foi um trabalho bastante complexo e, felizmente, ele conseguiu superar as adversidades e chegar ao local onde foi encontrado”, afirmou o tenente-coronel.

    Greinert acrescentou que, no momento em que Roberto foi localizado, as áreas de busca estavam sendo ampliadas.

    Imagens do circuito de monitoramento da central de energia da fazenda onde o jovem foi encontrado mostram o momento em que ele chega ao local. No vídeo, Roberto aparece mancando de uma perna e segurando um litro de água mineral.

    Após ser resgatado, o jovem foi encaminhado ao Hospital Municipal de Antonina.

     

    Quadro de saúde

    Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR) informou que Roberto está lúcido, mas apresenta sinais de desidratação leve, além de hematomas nos membros inferiores e assaduras. Segundo a pasta, ele recebeu medicação e foi submetido à reidratação endovenosa.

    “Também foram solicitados exames laboratoriais e de imagem para investigação complementar. O paciente permanecerá em observação enquanto aguarda os resultados”, informou a secretaria.

    Até a conclusão dos exames, Roberto seguirá internado sob observação médica.

  • Jovem que desapareceu no Pico Paraná posa para foto com médicos

    Jovem que desapareceu no Pico Paraná posa para foto com médicos

    Sesa-PR
    Roberto Farias Thomaz

    Após ser localizado em uma fazenda na localidade de Cacatu, no município de Antonina, no litoral do Paraná, na manhã desta segunda-feira (5/1), o jovem Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, foi encaminhado ao Hospital Municipal da cidade. Na unidade, ele passou por exames médicos e chegou a posar para uma fotografia ao lado da equipe de saúde.

    O paradeiro do jovem era desconhecido havia cinco dias. Ele desapareceu durante uma trilha em direção ao Pico Paraná, ponto mais alto da Região Sul do Brasil, com 1.877 metros de altitude.

    A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR) informou que Roberto está lúcido, mas apresenta sinais de desidratação leve, além de hematomas nos membros inferiores e assaduras. Segundo a pasta, ele foi medicado e submetido à reidratação endovenosa.

    “Também foram solicitados exames laboratoriais e de imagem para investigação complementar. O paciente permanecerá em observação enquanto aguarda os resultados”, informou a Sesa-PR.

    Enquanto os exames não são concluídos, o jovem seguirá internado sob observação no hospital.

     

    O desaparecimento

    Roberto desapareceu na manhã da última quinta-feira (1º/1), após se separar do grupo durante a descida da trilha. Eles retornavam do cume do Pico Paraná.

    Desde que o sumiço foi comunicado às autoridades, equipes realizaram buscas terrestres e aéreas, com o apoio de aeronaves e drones. A área onde o jovem foi visto pela última vez é considerada extremamente técnica, com mata fechada, trechos íngremes, penhascos, escadarias de pedra, grampos metálicos e mudanças bruscas de clima.

    Diante da situação, o Instituto Água e Terra (IAT) determinou a restrição temporária de acesso ao Parque Estadual Pico Paraná, com o objetivo de evitar novos riscos e facilitar o trabalho das equipes de resgate.

    A Polícia Civil acompanhou o caso e instaurou procedimento para apurar as circunstâncias do desaparecimento, inicialmente tratado como um incidente em ambiente natural.

  • Nunes minimiza direito internacional sobre Venezuela: "Demagogia"

    Nunes minimiza direito internacional sobre Venezuela: "Demagogia"

    Leon Rodrigues/Secom
    O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes - Metrópoles

    O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse, nesta segunda-feira (5/1), que questionar a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela sob o ponto de vista da violação ao direito internacional é “muita demagogia”.

    “Que direito internacional se pode avocar quando você tem uma situação de uma eleição fraudada, de alguém que coloca 90% da população em estado de pobreza, quando você tem um estado que expulsa oito milhões de venezuelanos? É muita demagogia as pessoas virem falar de uma questão como essa numa situação específica de um país que estava vivendo à base de ações do narcotráfico e colocando toda a sua população em um estado de pobreza e de força pela ditadura”, afirmou Nunes.

    A fala aconteceu durante entrevista a jornalistas — em uma agenda na zona sul da capital paulista — e representa uma subida de tom nas críticas de Nunes ao governo de Nicolás Maduro.

    Dois dias antes, quando as primeiras notícias sobre o ataque americano vieram à tona, o prefeito publicou uma nota, sem citar Maduro nem Donald Trump, dizendo que “nenhum povo deve viver sob repressão” e afirmando continuar “solidário ao povo da Venezuela”.

    Violação

    A invasão dos Estados Unidos ao país latino-americano não encontra respaldo no direito internacional, de acordo com especialistas. A Carta das Nações Unidas, por exemplo, diz que os países membros da ONU devem evitar o uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado.

    O documento, inclusive, foi relembrado pelo embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese. Para ele, a ação americana é uma “flagrante violação” da carta.

    Nunes, no entanto, disse nesta segunda, que é “muito bonito e poético” falar sobre direito internacional, mas que não se deveria “passar pano” para a situação vivida na Venezuela. “Eu escutei muita gente falando sobre o tal do direito internacional. Só esqueceram de falar do direito principal que é o direito à dignidade humana”, afirmou o prefeito.

    Questionado no evento sobre as ameaças de Trump a outros países, como a Colômbia, Nunes afirmou que é preciso “eliminar os focos aonde se mantém o narcotráfico”.

    “O país que tem a conivência com uma grande produção de cocaína e não acontece nada, não é possível que a gente vai ficar achando que isso é normal. Aquele governo tem a responsabilidade de dentro do seu território fazer as ações necessárias para que a gente elimine esse grande tráfico de drogas.”

    A fala do prefeito paulistano abraça o discurso do presidente norte-americano que tenta justificar, em parte, a invasão à Venezuela sob o argumento de que Maduro seria o chefe de uma organização criminosa chamada Cartel dos Sóis — especialistas negam a existência do grupo. Trump também já chamou o presidente colombiano, Gustavo Petro, de “traficante produtor de cocaína”.

    Petro tem respondido ao norte-americano. “Pare de me caluniar, senhor Trump. Não é assim que se ameaça um presidente latino-americano que chegou ao poder pela luta armada e, depois, pela luta do povo colombiano pela paz”, respondeu o colombiano na rede X.