Ex-ministro da Educação no governo de Jair Bolsonaro, Arthur Weintraub rebateu uma declaração de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente. Em postagem nas redes sociais, Eduardo afirmou que “Lula tem pavor de decretar CV e PCC como grupos terroristas”.
Em resposta a Eduardo, Weintraub afirmou que “teu pai [Bolsonaro] podia ter decretado [PCC e CV como grupos terroristas]”.
Na mesma mensagem, Weintraub afirmou ter tratado do tema com Bolsonaro ainda durante o mandato. “Eu cheguei a falar com ele sobre narcoestado em 2021. Nem quis ouvir. Vocês só mentem. Se chorar, manda áudio”, publicou.
Na postagem inicial, Eduardo Bolsonaro declarou que o presidente Lula teria receio de classificar as facções criminosas como grupos terroristas “para proteger a sua base eleitoral de criminosos e a si próprio”.
Igor Thiago confirmou mais uma vez que buscar marcar seu nome na temporada. Nesse domingo (4/1), o centroavante balançou as redes três vezes na vitória por 4 x 2 do Brentford sobre o Everton. Com o hat-trick, chegou a 14 gols na temporada da Premier League e está a dois tentos do recorde brasileiro na competição.
Mateus Cunha, Gabriel Martinelli e Roberto Firmino são os jogadores do Brasil com mais gols em uma edição do torneio, são 15. Esta marca foi conquistada pelos três atletas durante uma temporada inteira. No momento, Igor Thiago soma 14 gols, em 20 partidas, de 38.
Natural de Brasília, o jogador de 24 anos é o vice-artilheiro da Premier League. O centroavante do Brentford está atrás somente de Erling Haaland, com 19 gols.
Além disso, na partida contra o Everton, Igor Thiago encerrou um jejum de seis jogos sem balançar as redes.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, serão julgados no Tribunal Distrital Federal de Nova York, em Lower Manhattan, nesta segunda-feira (5/1). A audiência será presidida pelo juiz federal Alvin K. Hellerstein, de 92 anos, judeu ortodoxo, que analisou casos de ampla repercussão nos EUA, como o atentado de 11 de Setembro, em 2001.
Designado para o cargo em 1998 pelo ex-presidente dos EUA Bill Clinton, Hellerstein trabalhou como juiz distrital até 2011, quando assumiu status de juiz sênior da Corte federal de Nova York.
Hellerstein obteve diplomas de bacharelado e de direito na Universidade Columbia e serviu no Corpo Jurídico do Exército dos EUA antes de passar décadas na advocacia privada. Com Maduro agora sob custódia dos EUA, espera-se que os procedimentos avancem em Manhattan nas próximas semanas sob a supervisão de Hellerstein.
Maduro é apontado como líder do Cartel de Los Soles pelo Departamento de Defesa dos EUA e foi acusado de conspiração com narcoterrorismo, incluindo importação de cocaína; e posse de metralhadoras, dispositivos explosivos e armamentos de propriedade da Venezuela para utilizá-los contra os EUA, segundo a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi.
A denúncia sustenta que o esquema operava em parceria com organizações classificadas como terroristas ou narcoterroristas, entre elas as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o Exército de Libertação Nacional (ELN), o Cartel de Sinaloa, os Los Zetas e o Tren de Aragua.
Quem é Alvin Hellerstein
Nascido em 1933, Hellerstein se formou em direito na Universidade de Columbia ao obter seu bacharelado, em 1954, e, posteriormente, a graduação na Columbia Law School, em 1956. Ele ingressou no tribunal em 1998 após ser indicado pelo presidente Bill Clinton. Hellerstein assumiu o status sênior em 31 de janeiro de 2011.
Em 15 de maio de 1998, Hellerstein assumiu a vaga deixada por Louis Santon e foi eleito pelo Senado dos EUA em 21 de outubro de 1993, por votação majoritária após a indicação de Clinton.
Ao longo da carreira, Hellerstein presidiu litígios complexos e politicamente sensíveis, incluindo importantes casos financeiros e ações cíveis consolidadas decorrentes dos ataques de 11 de Setembro. O juiz é conhecido por decisões detalhadas, gestão firme em tribunal e abordagem metódica em questões probatórias e processuais, segundo a imprensa norte-americana.
Ao aprofundar o 11 de Setembro, Hellerstein presidiu os processos das vítimas de morte culposa contra empresas aéreas norte-americanas, a American Airlines e United Airlines, decidindo se houve negligência na segurança que permitiu os sequestros.
Além disso, ele analisou ações de indenização relacionadas aos atentados de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gêmeas, o processo por assédio sexual contra o produtor de cinema Harvey Weinstein e o julgamento de Michael Cohen, ex-advogado do presidente Donald Trump.
O líder da Prefeitura na Câmara Municipal de Rio Branco, vereador Márcio Mustafá (PSDB), usou as redes sociais para participar de uma trend musical que tem feito sucesso na internet. Ao som da música “Para quem não sabe dançar”, o parlamentar aderiu à chamada “trend da imitação de gestos”, que se tornou febre entre usuários […]
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou, por meio do Despacho nº 1, de 2 de janeiro de 2026, o Protocolo ICMS nº 1/2026, que estabelece regras especiais para a remessa de café em grão cru produzido no Acre ao estado de Rondônia, com suspensão do ICMS. O acordo foi celebrado entre as Secretarias […]
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima foi socorrida em parada cardíaca respiratória. Ela foi entubada e encaminhada ao Hospital Penteado.
Ainda de acordo com a corporação, informações preliminares apontavam muita fumaça no local. Cinco viaturas do bombeiros foram mobilizadas para o local.
“A China apoia o Conselho de Segurança da ONU na realização de uma reunião de emergência para discutir os ataques militares dos EUA contra a Venezuela e apoia o Conselho no desempenho de seu papel, de acordo com seu mandato. A China está pronta para trabalhar com a comunidade internacional para defender firmemente a Carta da ONU e os princípios fundamentais da justiça internacional”, afirmou a diplomacia chinesa.
O presidente da China, Xi Jinping, também saiu em defesa da Venezuela nesta segunda, declarando que “todos os países devem respeitar os caminhos de desenvolvimento escolhidos pelos povos de outras nações e respeitar o direito internacional”. Xi ainda afirma que, atualmente, “atos unilaterais e de intimidação estão minando gravemente a ordem internacional”.
Pelas regras da ONU, além dos membros permanentes do conselho — China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos —, a Somália, que preside o colegiado em janeiro, tem direito a voto. A Colômbia é a representante da América do Sul no atual período. O Brasil deve pedir a palavra, conforme apurou o Metrópoles.
A Controladoria-Geral da União (CGU) apurou irregularidades e fragilidades em gastos com viagens, diárias e passagens aéreas de diretores da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), vinculada ao Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). A auditoria constatou que a Codeba gastou R$ 3,43 milhões com viagens em 2024, valor 9,4% acima do orçamento previsto, sem existir um controle detalhado por diretoria ou gerência.
Esse tipo de despesa da Codeba passou por escrutínio da CGU, após o MPor receber uma denúncia anônima em 2024, que apontava gastos excessivos de diretores da estatal. Parte das despesas com viagens ultrapassou R$ 250 mil no ano. Além disso, houve suspeitas de que os roteiros tinham finalidade particular e de falhas de controle interno.
Os auditores da CGU identificaram que apenas os três diretores da autoridade portuária citados na denúncia concentraram R$ 754,7 mil em gastos com viagens da Codeba no período analisado, o equivalente a 38% do total. O relatório, no entanto, preservou os nomes deles. Ainda assim, a coluna descobriu se tratar dos seguintes dirigentes:
Os valores divulgados no site da Codeba sobre gastos com viagens representam 57% do total efetivamente gasto, segundo dados da área financeira da empresa. O portal omite, por exemplo, reembolsos de transporte, e tem erros de lançamento.
“Os exames realizados identificaram fragilidades de controle interno, tais como a inexistência de um orçamento detalhado por diretoria ou gerência para a realização de gastos com viagens; a existência de fragilidades na norma interna da estatal sobre o assunto; a falta de motivação e justificativa adequada para as viagens realizadas, bem como a insuficiente comprovação dos deslocamentos e atividades realizadas. Além disso, verificou-se a ocorrência de reembolso de gastos incompatíveis e falhas na transparência das informações relacionadas aos gastos com viagens.”
Diante desse cenário, a CGU recomendou a revisão das normas internas, o ressarcimento de valores indevidos, a reavaliação geral dos gastos com viagens e o aprimoramento da transparência, alertando que os fatos podem ensejar responsabilização administrativa.
A coluna procurou a Codeba para comentar o relatório da CGU, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.
Os principais problemas apontados pela CGU
Banner do site Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba)
Modelo de orçamento global dificulta monitoramento e favorece excessos
A CGU aponta ainda fragilidades relevantes na norma interna da Codeba que regula viagens e diárias. As regras não exigem detalhamento adequado da motivação das viagens, não obrigam a comprovação efetiva das atividades realizadas, como certificados, atas ou relatórios, e não estabelecem critérios claros sobre quais despesas de transporte podem ser reembolsadas.
“Em conclusão, verifica-se que a norma interna da Codeba apresenta fragilidades que implicam em riscos para a realização de gastos excessivos ou indevidos com a realização de viagens. Tais riscos foram materializados com a identificação da realização de reembolso de gastos incompatíveis ou insuficientemente comprovados, conforme item seguinte deste relatório”, escreveu a CGU.
Na análise de três viagens internacionais e nacionais realizadas por diretores em 2024, a CGU encontrou ausência de justificativas formais, falta de comprovação das atividades declaradas, inconsistências de itinerário e pagamentos incompatíveis. Há casos de viagens ao exterior com destinos não autorizados oficialmente, diárias pagas além do período do evento e passagens muito mais caras do que o necessário, sem justificativa.
A CGU identificou valores específicos que devem ser ressarcidos pelos diretores, somando pelo menos R$ 5,7 mil. Também recomendou a revisão completa das despesas de 2024 e 2025.
Questionada pela CGU sobre a falta de um orçamento detalhado por diretoria, o que facilitaria o controle dos gastos, a gestão da Codeba manifestou a preferência por manter o orçamento de forma “globalizada”. Diante dessa postura, a CGU manteve o apontamento de que a falta de segmentação impede um acompanhamento gerencial eficaz.
Embora o evento fosse nos EUA, a viagem começou por Montreal, no Canadá, sem qualquer justificativa de interesse para a Codeba ou autorização para esse trecho
Viagem aos EUA com itinerário incompatível
Uma viagem de dirigentes da Codeba a Nova York apresentou um itinerário incompatível ao iniciar por Montreal, no Canadá, sem justificativa de interesse para a autoridade portuária. As autorizações da companhia e do ministério, conforme identificou a CGU, contemplaram apenas o evento nos EUA, ignorando o trecho canadense e o período total de afastamento.
A CGU identificou que houve um gasto elevado e não justificado de R$ 35 mil na passagem de ida, além da ausência de comprovantes de embarque, certificados e relatórios de atividades. Diante das irregularidades, o órgão recomendou o ressarcimento de R$ 3.217,28.
Reuniões “fantasmas” em São Paulo
Outra situação crítica envolveu um deslocamento para São Paulo para “reuniões com empresas parceiras”. Ao cruzar os dados, a CGU descobriu que, nas datas em que o diretor deveria estar cumprindo agenda oficial, o site da própria Codeba registrava “sem compromissos oficiais”.
Não foram apresentadas atas, relatórios ou fotos que comprovassem que qualquer trabalho foi realizado. A CGU identificou a necessidade de devolução de R$ 696,34 aos cofres públicos.
Tour pela Europa sem comprovantes básicos
A terceira inspeção detalhou uma viagem de um diretor por Espanha e Portugal. A auditoria constatou que não havia certificados de participação nos eventos programados – nem mesmo os comprovantes de embarque das passagens aéreas. Além disso, houve uma visita técnica a um porto em Portugal sem motivação registrada e fora da autorização oficial de afastamento do país pelo MPor. A CGU recomendou a devolução de R$ 1.862,55 por despesas.
O influenciador digital e dentista Júnior Nascimento foi agredido na tarde deste domingo (4) durante uma manifestação realizada no Lago do Amor, em Rio Branco, em solidariedade ao povo venezuelano, após a invasão norte-americana à Venezuela. O episódio ocorreu no momento em que Nascimento se aproximava de manifestantes para abordá-los. Imagens divulgadas pelo próprio influenciador […]