Organizações políticas e movimentos sociais realizaram na tarde deste domingo, 04, no Lago do Amor, em Rio Branco, um ato público em solidariedade ao povo venezuelano e em defesa do princípio da autodeterminação dos povos. A mobilização ocorre em meio à repercussão internacional da invasão dos Estados Unidos à Venezuela e da prisão de Nicolás […]
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Ato com 50 participantes em Rio Branco repudia intervenção estrangeira na Venezuela
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Ana Castela rebate crítica de seguidora: "Materialista"
Reprodução/Instagram
Ana Castela voltou a movimentar as redes sociais neste domingo (4/1) ao responder a um comentário crítico feito por um seguidor em uma foto publicada em seu perfil. Desde o fim do relacionamento com Zé Felipe, a cantora está no centro dos holofotes.
A artista compartilhou registros de momentos de lazer à beira de uma piscina, usando biquíni. Nos comentários, um internauta criticou a cantora e a chamou de “materialista”, destacando a forma como ela se refere a suas conquistas.
“Gosto da Ana mas ela parece ser muito materialista, tudo dela é ‘meu, minha…’”, escreveu o seguidor. Ana Castela respondeu de forma direta e irônica à crítica.
“Mas se eu paguei?”, rebateu a cantora.
O comentário direcionado à artista gerou mais de 800 respostas. Nas interações, fãs saíram em defesa da cantora sertaneja. “Para de falar besteira, criatura”, escreveu uma seguidora. “Qualquer um que estivesse conquistando aos 22 anos, agiria assim. Deve ser um orgulho danado!”, opinou outro internauta.
Ana Castela e Zé Felipe anunciaram o término do relacionamento no dia 29 de dezembro, após cerca de dois meses de namoro oficial. Em nota publicada pelo cantor, ele afirmou que a decisão foi tomada de forma consensual e sem conflitos, após conversas entre os dois.
“Eu a amo e sei que ela também me ama, mas decidimos seguir caminhos diferentes em busca de nossos objetivos individuais”, escreveu Zé Felipe.
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"Não vão conseguir nos quebrar", diz filho de Maduro após ação dos EUA
Photo by Jesus Vargas/Getty Images
O deputado Nicolás Maduro Guerra, filho do ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro, fez a primeira manifestação pública após a captura do pai pelos Estados Unidos. Segundo ele, os adversários querem ver a família “fraca”, mas isso não acontecerá.
Guerra e os pais, Maduro e Cilia Flores, foram indiciados por um júri federal de Nova York por crimes como narcoterrorismo. O filho do ex-presidente pediu à direção do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) que convoque a população para uma resposta ao que classificou como invasão dos Estados Unidos.
“Vocês vão nos ver nas ruas, vão nos ver ao lado dessas pessoas, vão nos ver erguendo as bandeiras da dignidade […] Eles querem nos ver fracos, mas não vão nos ver fracos, não vão conseguir. Dói? Claro que dói, claro que nos deixa com raiva, mas eles não vão conseguir nos quebrar. Juro pela minha vida, juro pelo meu pai, juro por Cilia, que vamos superar isso”, disse em áudio divulgado por apoiadores.
Deputado da Assembleia Nacional, Guerra afirmou ainda que o pai retornará à Venezuela o quanto antes e criticou lideranças do país que questionam a atuação do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na operação que capturou Maduro.
“Eles querem semear a discórdia, mas não conseguirão. Querem semear a dúvida, mas não conseguirão. Não podem conseguir, não podem semear a dúvida. O tempo dirá. A história dirá quem foram os traidores. A história revelará. Veremos. Devemos nos concentrar em fazer o país avançar, em erguer as bandeiras de Chávez e em trazer Nicolás Maduro Moros e Cilia Flores de volta sãos e salvos”, afirmou.
Indiciamentos
Além de Maduro e da esposa, o grande júri federal de Nova York também indiciou Maduro Guerra, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, e outros aliados do regime.
Segundo a acusação, Maduro teria liderado, por mais de duas décadas, uma estrutura criminosa instalada no alto escalão do Estado venezuelano, que utilizava instituições públicas, forças de segurança, aeroportos, portos e canais diplomáticos para facilitar o envio de toneladas de cocaína aos Estados Unidos.
A denúncia sustenta ainda que o esquema operava em parceria com organizações classificadas como terroristas ou narco-terroristas, entre elas as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o Exército de Libertação Nacional (ELN), o Cartel de Sinaloa, os Los Zetas e o Tren de Aragua.
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Professor encontrado morto no DF tinha lesões na área dos olhos
Reprodução/Redes Sociais
O professor João Emmanuel Moura, de 32 anos, que foi encontrado morto na manhã deste domingo (4/1) em uma parada de ônibus às margens da DF-150, na altura do km 2, em Sobradinho II (DF), apresentava lesões profundas na região dos olhos. As circunstâncias da morte ainda são investigadas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
O exame preliminar realizado no local não foi conclusivo. Segundo informações divulgadas pela 35ª DP, as lesões observadas estavam concentradas na parte superior do rosto, principalmente na região dos olhos, o que afastou, em um primeiro momento, a hipótese de atropelamento por veículo automotor. O corpo foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares.
Durante a ocorrência, o celular da vítima foi encontrado e apreendido para auxiliar nas investigações. Familiares estiveram no local.
Professor
João Emmanuel trabalhava como professor do Instituto São José, uma escola particular de Sobradinho. A instituição também lamentou a morte do colaborador.
“Ele não foi apenas um profissional dedicado, mas uma presença luminosa que marcou profundamente a história de nossa Instituição e a vida de nossos alunos. Sua trajetória em nossa comunidade escolar será lembrada com imensa gratidão e respeito”, disse a nota.
O texto encerra expressando condolências aos familiares e amigos. “Que seu legado de dedicação sirva de conforto a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, finalizou.
Filho de vice-prefeito
O Metrópoles apurou que João filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho (PI), George Moura.
Em uma nota publicada nas redes sociais, o prefeito da cidade, Waldemar Mauriz Filho, manifestou profundo pesar pela morte de João Emmanuel.
“Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, rogando a Deus que conceda conforto, força e serenidade para enfrentar essa perda irreparável”, disse.
O texto finaliza com o desejo de que João Emmanuel “descanse em paz e que sua memória permaneça viva nos corações de todos”.
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“Hoje é a Venezuela, amanhã pode ser o Brasil”, diz Cesário Braga em ato contra a invasão dos EUA
O ex-presidente do Partido dos Trabalhadores no Acre e atualmente superintendente do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Acre, Cesário Braga, prestou solidariedade no ato público realizado na tarde deste domingo, 04, no Lago do Amor, em Rio Branco, ao povo venezuelano e em defesa do princípio da autodeterminação dos povos. Em entrevista ao ac24horas, Cesário […] -

Venezuelanos no DF celebram: "Fugimos da ditadura e hoje comemoramos"
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Este domingo (4/1) foi, para venezuelanos refugiados no Distrito Federal, um dia de demonstrar aprovação ao que aconteceu país vizinho, com a prisão do presidente Nicolás Maduro.
Desde as 16h, eles se reuniram na Torre de TV, em Brasília, para comemorar a captura de Maduro, após a divulgação de informações sobre uma ofensiva militar
Maduro e a esposa estão sob custódia das autoridades norte-americanas e seriam levados à Justiça em Nova York, sob acusações de narcoterrorismo. Para os manifestantes, a notícia representa a esperança de um fim definitivo da ditatura venezuelana.
Entre os presentes estava o ex-sargento da Guarda Nacional Bolivariana Carlos Eduardo Zapata, 36 anos, que vive há cerca de cinco anos no Distrito Federal. Ele desertou das forças venezuelanas em 2019, durante a crise na fronteira com o Brasil, ao se recusar a cumprir a ordem de impedir a entrada de ajuda humanitária no país.
Zapata deixou o destacamento onde servia, abandonou o uniforme e cruzou a pé a fronteira por Pacaraima (RR) para pedir refúgio. Segundo ele, a decisão foi motivada pela falta de condições mínimas dentro dos quartéis: “Não havia comida, não havia colchões. A gente dormia no chão.”
Após a deserção, o ex-militar afirma que a esposa e o filho, então com 9 anos, passaram a ser perseguidos por militares ligados ao regime. “Se eu voltasse, seria morto”, declarou.
A manifestação também reuniu Cléia Silva Pedreeira, 46 anos, venezuelana, filha de mãe brasileira e pai venezuelano, que vive há oito anos em Brasília. Para ela, a mobilização não tem relação com disputas ideológicas ou interesses econômicos.
“Não se trata de esquerda ou direita. Não se trata de petróleo. Se trata da liberdade de pessoas que fugiram para comemorar hoje”, afirmou.
Cléia diz que venezuelanos que permanecem no país vivem sob medo constante e sem liberdade de expressão. Antes de migrar, ela era engenheira eletricista e funcionária pública, mas afirma que perdeu o emprego por não se alinhar ao governo. “A gente era forçado a ir às manifestações, concordando ou não”, contou.
Além de venezuelanos, cubanos também participaram do ato, exibindo faixas com dizeres como “Em Cuba o PCC está rompendo pessoas”, em referência a denúncias de repressão e violência atribuídas ao regime cubano.
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"Imensa dor, diz prefeitura sobre morte de filho de vice-prefeito no PI
Reprodução/Redes Sociais
A prefeitura do município de Isaías Coelho, que fica no estado do Piauí, lamentou a morte do professor João Emmanuel Moura, de 32 anos, encontrado morto na manhã deste domingo (4/1) às margens da DF-150.
O Metrópoles apurou que o jovem, que foi localizado por volta das 6h30, é filho do vice-prefeito da cidade, George Moura. Em uma nota publicada nas redes sociais, o prefeito, Waldemar Mauriz Filho, manifestou profundo pesar pela morte de João Emmanuel.
“Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, rogando a Deus que conceda conforto, força e serenidade para enfrentar essa perda irreparável”, disse.
O texto finaliza com o desejo de que João Emmanuel “descanse em paz e que sua memória permaneça viva nos corações de todos”.
Causa inconclusiva
As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas. A PCDF apura se o homem foi vítima de atropelamento, se sofreu um mal súbito ou se houve outro tipo de ocorrência.
O exame preliminar realizado no local não foi conclusivo. Segundo a delegacia, as lesões observadas estavam concentradas na parte superior do rosto, principalmente na região dos olhos, o que não permitiu apontar, de imediato, a causa da morte, mas descartou um possível atropelamento.
Durante a ocorrência, o celular da vítima foi encontrado e apreendido para auxiliar nas investigações. Familiares estiveram no local e repassaram as primeiras informações à polícia.
Professor em Sobradinho
O jovem encontrado morto é natural de Teresina, no Piauí, e trabalhava como professor do Instituto São José, uma escola particular de Sobradinho. A instituição também lamentou a morte do colaborador.
“Ele não foi apenas um profissional dedicado, mas uma presença luminosa que marcou profundamente a história de nossa Instituição e a vida de nossos alunos. Sua trajetória em nossa comunidade escolar será lembrada com imensa gratidão e respeito”, disse a nota.
O texto encerra expressando condolências aos familiares e amigos. “Que seu legado de dedicação sirva de conforto a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, finalizou.
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Técnico do United se irrita após empate: "Não vim para ser treinador"
Danny Lawson/PA Images via Getty Images
O Manchester United entrou em campo neste domingo (4/1), pela 20ª rodada da Premier League. Os Diabos Vermelhos foram até Londres e empataram em 1 x 1 com o Leeds. Em entrevista coletiva após o jogo, Ruben Amorim, técnico do clube, se irritou com os jornalistas.
“Vim para cá para ser o gerente do Manchester United, não para ser o treinador do Manchester United. E isso é claro. Eu sei que meu nome não é Tuchel, não é Conte, não é Mourinho, mas sou o técnico do Manchester United. E vai ser assim pelos próximos 18 meses, ou até que a diretoria decida mudar”, disse Ruben Amorim.
Depois desta resposta, o técnico resolveu encerrar a coletiva de imprensa. Ele se estressou após ser perguntado se a diretoria dos Diabos Vermelhos ainda confiava no trabalho do comandante. Com a resposta, ele demonstrou insatisfação com o cargo de treinador.
O esquadrão vermelho tem apenas três vitórias nas últimas 10 partidas disputadas. Porém, o número de derrotas também é baixo: duas ao todo. O que pesa são os empates do Manchester United. Com a igualdade diante do Leeds, este foi o quinto empate.
O próximo compromisso dos Diabos Vermelhos será na quarta-feira (7/1). O clube visita o Burnley na 21ª rodada da Premier League. A bola rola às 17h15 (de Brasília), no Estádio Turf Moor.
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Jovem achado morto no DF é filho de vice-prefeito de cidade no Piauí
Reprodução/Redes Sociais
O professor João Emmanuel Moura, 32 anos, encontrado morto na manhã deste domingo (4/1), em uma parada de ônibus às margens da DF-150, km 2, na região do Grande Colorado, em Sobradinho II (DF), é filho de um político influente do Piauí. O Metrópoles apurou que João filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho (PI), George Moura.
Em uma nota publicada nas redes sociais, o prefeito da cidade, Waldemar Mauriz Filho, manifestou profundo pesar pela morte de João Emmanuel.
“Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, rogando a Deus que conceda conforto, força e serenidade para enfrentar essa perda irreparável”, disse.
O texto finaliza com o desejo de que João Emmanuel “descanse em paz e que sua memória permaneça viva nos corações de todos”.
Professor
O jovem encontrado morto é natural de Teresina, no Piauí, e trabalhava como professor do Instituto São José, uma escola particular de Sobradinho. A instituição também lamentou a morte do colaborador.
“Ele não foi apenas um profissional dedicado, mas uma presença luminosa que marcou profundamente a história de nossa Instituição e a vida de nossos alunos. Sua trajetória em nossa comunidade escolar será lembrada com imensa gratidão e respeito”, disse a nota.
O texto encerra expressando condolências aos familiares e amigos. “Que seu legado de dedicação sirva de conforto a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, finalizou.
Causa desconhecida
As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas. A PCDF apura se o homem foi vítima de atropelamento, se sofreu um mal súbito ou se houve outro tipo de ocorrência.
O exame preliminar realizado no local não foi conclusivo. Segundo a delegacia, as lesões observadas estavam concentradas na parte superior do rosto, principalmente na região dos olhos, o que não permitiu apontar, de imediato, a causa da morte, mas descartou um possível atropelamento.
Durante a ocorrência, o celular da vítima foi encontrado e apreendido para auxiliar nas investigações. Familiares estiveram no local e repassaram as primeiras informações à polícia.
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Venezuela: número de mortos em ataque dos EUA sobe para 80, diz jornal
Stringer/Anadolu via Getty Images
O número de mortos durante os ataques dos Estados Unidos à Venezuela, na madrugada desse sábado (3/1), dobrou em 24h e chegou a 80, segundo apuração do jornal norte-americano The New York Times. A contagem anterior, divulgada pelo próprio veículo, apontava 40 vítimas entre militares e civis após os bombardeios.
De acordo com o NYT, o dado atualizado foi repassado neste por um alto funcionário venezuelano, sob condição de anonimato. A fonte afirmou, ainda, que o total de mortos pode aumentar nas próximas horas à medida que novas informações forem confirmadas.
Em entrevista ao jornal New York Post, Donald Trump, presidente dos EUA, chegou a afirmar que “muitos cubanos morreram” durante a operação, sem informar números. “Cuba sempre foi muito dependente da Venezuela. Era de lá que vinha seu dinheiro, e eles protegiam a Venezuela, mas isso não funcionou muito bem neste caso”, disse.
Segundo ele, nenhum militar norte-americano morreu na ação.
Mais cedo, o ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino, afirmou que grande parte da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro foi morta nos ataques. Em pronunciamento transmitido pela televisão estatal, Padrino não informou o número exato de vítimas, mas classificou a operação como um “sequestro covarde”.
Maduro e a esposa, Cilia Flores, chegaram a Nova York na noite desse sábado, após serem capturados em território venezuelano. O casal desembarcou no Aeroporto Internacional Stewart, onde o presidente venezuelano deve permanecer sob custódia das autoridades norte-americanas.