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  • Confira maquiagens Chappell Roan, ícone de beleza pop

    Confira maquiagens Chappell Roan, ícone de beleza pop

    Reprodução/Instagran
    Chappell Roan

    A ascensão de Chappell Roan vai muito além da músicaela também se consolidou como um dos nomes mais marcantes da beleza contemporânea. Com uma estética teatral, vibrante e propositalmente exagerada, a artista transformou maquiagem e styling em ferramentas de expressão.

    Essa semana foi centro de uma polêmica, após o jogador Jorginho, do Flamengo, acusar a cantora de protagonizar uma situação constrangedora envolvendo sua enteada de 11 anos durante um café da manhã em um hotel em São Paulo.

    Segundo o atleta, a menina — fã da artista — apenas reconheceu a cantora, sorriu e voltou para a mesa sem qualquer abordagem, mas, ainda assim, um segurança teria se aproximado de forma agressiva, acusando a criança de desrespeito e assédio.

    Maquiagem como destaque

    Grande parte desse impacto vem da forte influência da cultura drag em sua imagem. Com visuais que misturam glamour, exagero e referências dos anos 1980, Roan aposta em cores intensas, brilhos, delineados dramáticos e produções que fogem completamente do padrão minimalista dominante. Seu estilo segue a lógica do “mais é mais”, aproximando a beleza do universo performático e da arte.

  • Equipe do Saúde Itinerante ajuda a resgatar barco que naufragou no Rio Iaco

    Equipe do Saúde Itinerante ajuda a resgatar barco que naufragou no Rio Iaco

    A equipe do programa Saúde Itinerante prestou apoio a uma embarcação que naufragou nas proximidades do seringal Recife, no Rio Iaco, em Sena Madureira. O barco pertence ao senhor Sebastião, morador da comunidade Novo Destino. A ocorrência foi divulgada nas redes sociais do prefeito Gerlen Diniz (PP).

    De acordo com as imagens publicadas, dezenas de integrantes da equipe que participavam da ação itinerante desceram até o rio para ajudar a erguer o batelão. Parte do grupo atuou na retirada da água de dentro da embarcação, enquanto outras pessoas também colaboraram no esvaziamento.

    Após intenso esforço coletivo, o barco foi levado até a margem do rio, evitando maiores prejuízos. Não houve registro de feridos.

  • Imagens fortes: MC Dukenny denuncia agressão com cacetete no RJ

    Imagens fortes: MC Dukenny denuncia agressão com cacetete no RJ

    Reprodução/redes sociais.
    dukenny-denuncia-agressao-cacetete-no-rj

    O cantor MC Dukenny usou as redes sociais, neste sábado (21/3), para fazer uma denúncia. Por meio de um vídeo compartilhado em seu perfil no Instagram, o funkeiro afirmou ter sido vítima de agressão.

    O caso ocorreu em Magé, município da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Nas imagens publicadas pelo próprio músico, ele aparece sendo agredido enquanto passava pela Rua J, local conhecido por concentrar bares e eventos de rua.

    Veja vídeo

     

    O que disse o funkeiro

    Nos registros, o artista surge levando golpes de cacetete enquanto atravessava a via de moto. Em conversa com a coluna, ele detalhou o episódio.

    Segundo Dukenny, as agressões teriam partido de profissionais responsáveis pela segurança do bar Choperia da Rua J.

    “Eu passei de moto e começaram a me dar cacetada, eu não fiz nada. Começaram a me bater, me agredir, sendo que eu não fiz nada, não fiz uma palhaçada, não desrespeitei ninguém”, contou.

    Nas redes sociais, o cantor voltou a falar sobre o ocorrido. Em uma delegacia, ele apareceu segurando um documento e afirmou que registrou um boletim de ocorrência após o caso.

    “Me bateram, me machucaram, espero que não aconteça com ninguém. Vou botar na justiça mesmo, vou levar para frente, sabe por quê? Contra fatos não há argumentos”, disse.

    “O cara começou a me bater”

    Em outro vídeo, ele agradeceu o apoio de amigos e fãs e deu mais detalhes, afirmando que passava de moto pela rua e sinalizou que iria parar antes de ser agredido.

    “Em momento algum eu desrespeitei ele, sou um cara respeitador, sempre respeitei os mais velhos. Não sou de discutir, mas mesmo assim o cara começou a me bater”.

    Em outro momento, ele aparece chorando nas imagens, demonstrando indignação ao assistir aos registros. “Eu não fiz nada”, desabafou.

    A coluna entrou em contato com o bar citado, apontado como responsável pelos profissionais envolvidos na agressão, para um posicionamento, mas não obteve retorno. Em caso de resposta, o texto será atualizado.

  • Os 7% que podem inclinar a balança (por Gaudêncio Torquato)

    Os 7% que podem inclinar a balança (por Gaudêncio Torquato)

    Otavio Augusto/Metrópoles
    Urna - Metrópoles

    A cento e noventa e seis dias da eleição presidencial marcada para 4 de outubro de 2026, um dado aparentemente modesto começa a ganhar densidade política: o contingente de eleitores que se declara independente, estimado em torno de 7% do eleitorado, pode vir a exercer papel decisivo na definição do próximo presidente da República. O número, à primeira vista, parece pequeno. Mas, em ambiente de polarização intensa e disputa apertada, minoria móvel vale mais do que maioria silenciosa. O centro de gravidade do pleito pode residir exatamente nesse grupo sem fidelidade orgânica ao lulismo ou ao bolsonarismo.

    As pesquisas mais recentes ajudam a explicar o peso desse segmento. Levantamentos divulgados nesta semana mostram um cenário de forte competitividade entre os principais polos da disputa. Em simulações de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em situação de empate técnico ou numérico em alguns institutos, o que significa que qualquer oscilação marginal pode redefinir o resultado final. Em corridas assim, não é preciso uma avalanche de votos para virar o jogo; basta um deslocamento concentrado de poucos pontos entre os que ainda não cristalizaram sua preferência.

    O chamado eleitor independente não é, necessariamente, um eleitor “moderado” no sentido ideológico clássico. Muitas vezes, trata-se antes de um cidadão cansado da briga tribal, desconfiado dos partidos, refratário a slogans e pouco disposto a aderir a paixões políticas permanentes. É o eleitor que compara mais do que reverencia; mede mais do que milita; hesita mais do que se entrega. Seu voto não é automático. Depende menos da liturgia partidária e mais do estado concreto do País. Pergunta-se, no fundo, quem administra melhor, quem inspira menos temor, quem parece mais apto a enfrentar os problemas do cotidiano.

    Por isso, esse grupo tende a ser particularmente sensível a quatro eixos: economia, saúde, segurança e integridade ética. Se o bolso aperta, a inflação corrói, o emprego vacila e a renda encolhe, esse eleitor se move. Se percebe desordem institucional, escândalos de corrupção, crises no sistema de saúde e avanço da violência, também se move. Seu radar é menos dogmático e mais pragmático. Não vota para homenagear doutrinas; vota para tentar reorganizar a vida. É menos o eleitor da bandeira e mais o eleitor da conta de luz, da fila do hospital, do medo na esquina e da indignação moral.

    Esse perfil ajuda a entender por que os candidatos, daqui para frente, terão de falar menos para as próprias torcidas e mais para a faixa cinzenta do eleitorado. A militância é importante para aquecer a campanha, ocupar redes sociais, impulsionar narrativas e sustentar emocionalmente as candidaturas. Mas eleição majoritária não se ganha apenas com base militante. Ganha-se, sobretudo, quando o candidato consegue ultrapassar o muro do pertencimento ideológico e se apresentar como alternativa aceitável para quem não quer viver em estado permanente de guerra política.

    Lula entra nessa disputa com vantagens conhecidas: a força do cargo, a memória de programas sociais, a presença nacional e a identificação com parcelas populares do eleitorado. Mas carrega, ao mesmo tempo, o peso do desgaste governamental, da cobrança sobre resultados e dos fatos negativos que orbitam a imagem do governo. Todo presidente em busca de novo mandato disputa não apenas com adversários, mas com a fadiga do poder.

    Flávio Bolsonaro, por sua vez, herda a musculatura política do bolsonarismo, a conexão com o eleitor conservador e a capacidade de capitalizar a insatisfação com o governo. Porém também leva consigo o passivo simbólico do campo que representa: a memória do radicalismo, os ecos do 8 de Janeiro, as investigações e a forte rejeição que o sobrenome Bolsonaro desperta em segmentos amplos da sociedade. Sua tarefa será convencer o eleitor independente de que pode representar estabilidade sem tensão permanente.

    É nesse ponto que os 7% assumem dimensão estratégica. Não se trata apenas de um grupo “flutuante”. Trata-se do segmento mais disputado do tabuleiro, aquele que pode romper o empate e conferir legitimidade ao vencedor. Em um país rachado ao meio, o eleitor independente funciona como ponte entre as margens. Seu voto vale duplamente: soma para um lado e subtrai do outro. Em eleição resolvida por diferenças estreitas, essa matemática tem enorme potência.

    Há, porém, uma advertência necessária. Esses 7% não decidirão a eleição sozinhos, como se fossem bloco homogêneo, disciplinado e previsível. Eles só serão decisivos se a disputa permanecer cerrada, se as campanhas não conseguirem ampliar suas bases tradicionais e se a abstenção não distorcer o peso relativo de cada segmento. Além disso, independentes não são massa inerte à espera de captura; são eleitores que podem se dispersar, dividir-se, migrar de última hora ou simplesmente se afastar da urna.

    Ainda assim, tudo indica que esse grupo será o objeto central da persuasão eleitoral nos próximos meses. Os candidatos que compreenderem esse novo humor do eleitorado terão vantagem. O Brasil parece menos disposto a idolatrias e mais inclinado à aferição concreta de desempenho. O voto que antes saía do coração pode estar subindo à cabeça. E, quando a razão começa a disputar espaço com a paixão, os independentes deixam de ser rodapé estatístico para se transformar no capítulo principal da eleição.

    No fim das contas, a pergunta não é apenas se os 7% decidirão o pleito. A pergunta decisiva é outra: qual candidato conseguirá falar a essa parcela do país sem gritar com ela, sem manipulá-la e sem tratá-la como massa de manobra? Quem descobrir essa linguagem talvez encontre o caminho do Palácio do Planalto.

     

    GAUDÊNCIO TORQUATO é professor emérito da ECA-USP, escritor, jornalista e consultor político

  • Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo treinador após demissão de Tite

    Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo treinador após demissão de Tite

    Jose Manuel Alvarez/Quality Sport Images/Getty Images
    Imagem colorida de Artur Jorge - Metrópoles

    Após a demissão de Tite, o Cruzeiro anunciou, neste domingo (22/3), a contratação de Artur Jorge como novo técnico. O português fechou com a Raposa até o fim de 2027.

     

    Ver essa foto no Instagram

     

    Um post compartilhado por Cruzeiro (@cruzeiro)

    Artur Jorge fez sucesso no futebol brasileiro. Ele treinou o Botafogo em 2024, onde conquistou a Libertadores (a primeira da história do clube) e o Brasileirão (quando quebrou um jejum de 29 anos).

    Pelo Fogão, ele treinou o time em 55 jogos, teve 32 vitórias, 14 empates e nove derrotas.

    Além do Botafogo, Artur Jorge teve sucesso no Braga, onde conquistou a Taça da Liga na temporada 2023/24.

  • Veja o que disse Chappell Roan após confusão com jogador do Flamengo

    Veja o que disse Chappell Roan após confusão com jogador do Flamengo

    Reprodução/Redes sociais.
    veja-o-que-disse-chappell-roan-confusao-jogador-do-flamengo

    Após a repercussão do caso envolvendo a enteada de Jorginho Frello, a cantora Chappell Roan se pronunciou nas redes sociais neste domingo (22/3).

    Em uma sequência de vídeos publicados nos stories do Instagram, a artista negou ter presenciado a situação relatada pelo jogador e afirmou não ter qualquer envolvimento direto no episódio.

    Veja o vídeo

    🚨 Chappell Roan se pronuncia e diz que nem sequer chegou a ver a filha de Jorginho Frello e que o segurança não é o segurança pessoal dela.

    ELa pediu desculpas pelo ocorrido. pic.twitter.com/S1CE8XsFdG

    — POPTime (@poptime) March 22, 2026

    O que disse Chappell Roan

    “Eu só vou contar a minha parte da história do que aconteceu hoje com uma mãe e uma criança que se envolveram com um segurança que não é o meu segurança pessoal. Eu nem vi. Eu nem sequer vi uma mulher e uma criança. Tipo, eu não vi. Ninguém veio falar comigo, ninguém me incomodou. Eu estava apenas sentada tomando café da manhã no meu hotel. Eu acho que essas pessoas também estavam hospedadas no hotel”, disse.

    A cantora reforçou que não solicitou a abordagem feita pelo profissional de segurança e afirmou considerar injusta a atitude.

    “Então, o fato de que um segurança que é… Eu não pedi para o segurança ir lá falar com essa mãe e essa criança. Eu não pedi. Eles não vieram até mim. Eles não estavam fazendo nada. É injusto que a segurança simplesmente assuma que alguém não tem boas intenções quando não há motivo para acreditar nisso, porque nenhuma ação foi sequer tomada.”

    Se desculpou

    Em outro momento, Chappell Roan pediu desculpas pela situação e lamentou o desconforto causado. “E eu não odeio pessoas que são fãs da minha música. Eu não odeio crianças. Tipo, isso é loucura. Sinto muito pela mãe e pela filha que alguém estivesse presumindo algo, que vocês fossem fazer alguma coisa… e se vocês se sentiram desconfortáveis, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso.”

    A manifestação ocorre após o relato de Jorginho, que afirmou que a enteada, fã da artista, teria sido destratada por um segurança durante um café da manhã no hotel onde estavam hospedados.

    Segundo o jogador, a menina chegou a chorar após a abordagem e decidiu não comparecer ao show. O caso ganhou repercussão internacional e foi repercutido por veículos da imprensa estrangeira.

  • Prefeitura de São Paulo remove estrutura do Teatro de Contêiner

    Prefeitura de São Paulo remove estrutura do Teatro de Contêiner

    Reprodução/Cia. Mungunzá
    Prefeitura inicia retirada de estrutura do Teatro de Contêiner - Metrópoles

    A Prefeitura de São Paulo iniciou, nesse sábado (21/3), a remoção da estrutura do Teatro de Contêiner, no centro de São Paulo. A ação acontece em meio à batalha judicial travada entre a gestão Ricardo Nunes (MDB) e a Cia. Mungunzá, responsável pelo teatro.

    Integrantes da companhia registraram caminhões e guindastes no local também neste domingo (22/3). “Estamos há três meses sem o mínimo de diálogo, eles não nos procuraram. A gente apresentou várias propostas para a gente tirar esse teatro daqui e colocar em outro lugar. Eles sumiram e estão gastando dinheiro público para destruir um dos equipamentos mais importantes do nosso país”, diz um deles, em vídeo publicado nas redes sociais.

    Em janeiro, a prefeitura iniciou a retomada do terreno em que funcionava o Teatro de Contêiner, na Luz, após autorização da Justiça. A 5ª Vara da Fazenda Pública decidiu que a Cia. Munguzá havia perdido o prazo para deixar o local. Há 10 anos, o grupo ocupava o espaço público culturalmente, com espetáculos de artes cênicas, música e dança.

    Segundo a gestão municipal, o Termo de Acordo firmado com a companhia previa a retirada integral das estruturas e a transferência para outro espaço. Ao Metrópoles, o Teatro de Contêiner afirmou que aceitou o novo endereço, mas alegou não ter recursos para realizar a mudança.

    Em nota, a prefeitura afirmou que ofereceu apoio financeiro de R$ 100 mil para auxiliar na desocupação do endereço, mas os responsáveis pelo teatro reivindicaram pagamento de R$ 2 milhões, valor considerado “incompatível” pela administração municipal.

    Com a retomada do terreno, está prevista a construção de unidades habitacionais e pontos de lazer e convivência integrados ao “plano de recuperação da região central” da prefeitura,  por meio da transferência da área para a Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab).

    O Metrópoles entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo para falar sobre a retirada dos contêineres, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.


    Relembre


     

  • Sheron Menezzes faz mistério sobre viver nova protagonista na Globo

    Sheron Menezzes faz mistério sobre viver nova protagonista na Globo

    No melhor estilo “vem coisa boa por aí”, Sheron Mennezes está com tudo. Depois de Taís Araújo ter recusado o convite de viver a protagonista da próxima novela das sete da Globo, Por Você, o nome de Sheron cresceu.

    Inicialmente, Sheron Menezzes havia sido convidada para uma participação especial na trama. Com a saída de Taís Araújo da escalação, a Globo passou a considerar a atriz para o papel de Rosa, protagonista da história.

    Em conversa com este colunista do Metrópoles, Sheron comentou sobre os rumores envolvendo seu nome na nova produção e fez mistério. Sem confirmar a informação, a atriz reagiu às especulações.

    “Vocês estão me dando burburinhos e estou amando. Estou ouvindo tudo que vocês dizem”, disse.

    Ao falar sobre o momento atual da carreira, Sheron indicou que está aberta a novos trabalhos. A atriz também relembrou o período (não tão) recente em que esteve dedicada à vida pessoal.

    “Vivi muito bem, intensamente, a minha maternidade nesses últimos anos. Acho que dá para gente trabalhar bastante”, afirmou.

    A atriz também comentou como conduz suas escolhas profissionais ao longo da carreira. Segundo ela, o foco está na execução do trabalho, independentemente da repercussão.

    “Quando aceito o escolho meus trabalhos, não penso na reverberação dele. Penso em fazer muito bem feito. Acho que a reverberação ou estar ganhando prêmios é consequência do meu empenho. Sempre quero fazer o meu trabalho muito bem feito”, declarou.

    Por fim, ainda no papo com a coluna, Sheron falou sobre o lançamento de um novo projeto no streaming, Juntas & Separadas, do Globoplay. A produção tem ocupado posição de destaque na plataforma.

    “Acabei de estrear uma série, que acabou de entrar no top 1… Estou muito feliz e ainda estou na energia dessa série”, completou.

  • Nutricionista elenca os melhores pré-treinos naturais para dar energia

    Nutricionista elenca os melhores pré-treinos naturais para dar energia

    Reprodução/ Canva
    Nutricionista elenca os melhores pré-treinos naturais para dar energia

    A alimentação é um pilar fundamental, não apenas para quem deseja ganho de massa magra, mas a perda de peso. É o que você come no pré-treino que garante que o corpo consiga executar o treino de forma eficiente.É necessário ter glicose disponível para iniciar a atividade com disposição e manter a estabilidade metabólica, evitando quedas bruscas de energia, fadiga precoce e até tontura até o final da atividade.

    Ouvida pela coluna, a nutricionista Carla de Castro pontua que mais do que consumir carboidratos isolados, o ideal é pensar em combinações que promovam liberação gradual de energia.

    A recomendação é associar uma fonte de carboidrato a proteínas ou gorduras boas que ajudem a manter o rendimento, melhorar o foco e contribuir para uma experiência mais equilibrada durante o treino. “Oscilações glicêmicas impactam diretamente o humor, a concentração e a motivação”, lembra.

    Foto colorida mulher comendo pré-treino
    A banana é uma fonte fantástica de carboidratos de fácil digestão, que são o principal combustível ao corpo

    Natural ou industrializado?

    Apesar da variedade de suplementos e pré-treinos disponíveis no mercado fitness, a nutricionista aponta que existem diversas opções de pré-treino natural que podem ser incorporadas à rotina. “Frutas como banana, maçã ou tâmaras são excelentes fontes de energia rápida e, quando combinadas com pasta de amendoim, castanhas ou iogurte, promovem maior saciedade e estabilidade energética”.

    Aveia com frutas, pão integral com ovo ou abacate e smoothies com frutas e sementes são outras boas fontes de energia. “Para quem tolera bem, o café pode ser um aliado interessante por conta da cafeína, que melhora o estado de alerta e o desempenho, mas não é indispensável”, destaca.

    Foto colorida de whey protein, suplemento proteico em pó - Suplementos pré-treino podem prejudicar o sono de jovens, diz estudo - Metrópoles.
    Alimentos naturais são opções mais recomendadas que os industrializados

    De acordo com a nutricionista, o mais importante é respeitar a individualidade, escolhendo alimentos que sejam bem tolerados e que não causem desconforto durante a atividade.

    Quando é hora do pré-treino

    O momento do consumo também influencia diretamente o desempenho. “O pré-treino deve ser feito entre 30 minutos e uma hora antes da atividade, variando de acordo com o tipo de alimento e a digestibilidade”, pontua a nutricionista Carla de Castro.

    A especialista destaca que refeições mais leves podem ser consumidas mais próximas do treino, enquanto refeições mais completas exigem mais tempo para digestão.

    Foto colorida homem comendo pré-treino
    O atleta precisa respeitar um tempo mínimo de digestão de 30 minutos

    “Comer muito próximo do exercício pode causar estufamento, refluxo e mal-estar, enquanto treinar sem se alimentar, especialmente em atividades mais intensas, pode levar à queda de rendimento, irritabilidade e falta de energia”, alerta.

    Entre os erros mais comuns antes do treino estão justamente o jejum sem estratégia, o consumo de carboidratos simples de forma isolada, o excesso de cafeína e a negligência com a hidratação. Além disso, um ponto que merece atenção é a relação com a alimentação. “Quando o pré-treino se torna algo rígido ou cheio de regras, isso pode gerar ansiedade e comprometer a constância na prática de atividade física. O ideal é que a alimentação antes do treino seja funcional, simples e sustentável, respeitando o corpo e promovendo bem-estar físico e mental”, frisa.

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  • Motorista é preso com R$ 3 milhões em cocaína em fundo falso de carro

    Motorista é preso com R$ 3 milhões em cocaína em fundo falso de carro

    Divulgação/Polícia Militar
    Imagem colorida mostra policial militar (PM) retirando pacotes de cocaína de parte de baixo de um carro que transportava a droga em um fundo falso - Metrópoles

    Policiais militares do 2º Batalhão de Polícia Rodoviáriaapreenderam quase 50 kg de cocaína durante fiscalização pela Rodovia Raposo Tavares (SP-270), na altura do km 413,4, no município de Palmital, interior de São Paulo.

    A abordagem ocorreu na manhã desse sábado (21/3) durante a Operação Impacto, quando a equipe policial interceptou um veículo VW/T-Cross para averiguação. Durante a vistoria, os policiais identificaram indícios de adulteração e localizaram um fundo falso no assoalho do porta-malas e no para-choque traseiro.

    No compartimento oculto, foram encontrados 43 tabletes de cocaína, totalizando 47 kg da droga.

    O condutor, que não possuía antecedentes criminais, foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Assis, onde a ocorrência foi registrada.

    A droga, o veículo e demais materiais foram apreendidos. O prejuízo estimado ao crime organizado é de aproximadamente R$ 3 milhões.