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  • Maduro passa a noite na "prisão dos famosos", em Nova York

    Maduro passa a noite na "prisão dos famosos", em Nova York

    Reprodução/Casa Branca
    Nicolás Maduro chega aos Estados Unidos

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, passou a noite em um centro de detenção, em Nova York, após ser capturado por militares norte-americanos em Caracas. Ele está detido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC, na sigla em inglês), no Brooklyn, conhecido como a “prisão dos famosos”, que abriga mais de 1,3 mil detentos.

    Maduro seguirá preso enquanto aguarda julgamento pelos crimes de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A acusação prevê pena mínima de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua, conforme denúncia apresentada em Nova York.


    Captura


    O líder venezuelano deve ficar detido em uma penitenciária federal, e a única disponível em Nova York é o MDC do Brooklyn, um lugar constantemente descrito como “precário”, “violento” e “um inferno na Terra”.

    Construída na década de 1990, a instalação abrigou diversos presos famosos, como o rappers R. Kelly (preso por crimes sexuais contra menores de 18 anos) e Sean “Diddy” Combs (condenado por tráfico sexual e mais).

    O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que os EUA estão trabalhando em conjunto com a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, após a captura de Maduro.

    Segundo ele, o secretário de Estado, Marco Rubio, conversou com a presidente interina. “Ela está essencialmente disposta a fazer o que consideramos necessário para tornar a Venezuela grande novamente”. Em outro momento, disse que Rodríguez “não tem escolha”.

    Quarenta mortos

    O governo venezuelano informou que ao menos 40 pessoas morreram durante o confronto na madrugada desse sábado. A informação foi publicada pelo The New York Times.

    Segundo o jornal, um alto funcionário do governo da Venezuela confirmou o número e indicou que entre as vítimas há civis e soldados.

  • Adolescentes detidos por furtar condomínio monitoravam moradores

    Adolescentes detidos por furtar condomínio monitoravam moradores

    Reprodução/Polícia Militar
    Adolescentes são detidos após serem flagrados furtando condomínio - Metrópoles

    Dois adolescentes foram apreendidos após serem flagrados furtando apartamentos de um condomínio na Vila Romana, na zona oeste de São Paulo, na última sexta-feira (2/1).

    O zelador do condomínio acionou a Polícia Militar (PM) e informou que os dois menores estavam furtando bens de um dos apartamentos. O sistema de monitoramento apontou que eles estavam tentando fugir pela garagem, mas foram detidos pelos policiais.

    A equipe policial identificou portas violadas em diferentes apartamentos e indícios de tentativa de arrombamento em outras unidades. Um levantamento preliminar das vítimas aponta que o prejuízo foi de mais de R$ 100 mil em jóias e moedas estrangeiras.

    Um dos adolescentes estava com um controle de acesso da garagem, que foi furtado de um dos apartamentos, além de um celular e um fone de ouvido. O infrator relatou que recebia informações de alguém de fora, para facilitar o crime.

    Com o segundo envolvido foram encontrados um celular, um cartão de banco e um par de luvas. Segundo a PM, também foram encontrados indícios de que o grupo monitorava previamente a rotina dos moradores, usando informações obtidas de forma irregular para acessar o condomínio.

    Ferramentas usadas no crime foram localizadas nas escadas do prédio, que foi preservado para perícia.

    Os adolescentes foram levados ao 91º Distrito Policial (Ceagesp), onde a ocorrência foi registradas como ato infracional de furto qualificado. Objetos, celulares e ferramentas foram apreendidos para auxiliar nas investigações, de acordo com a PM.

  • Primeira massa de ar frio do ano derruba temperaturas em parte de SP

    Primeira massa de ar frio do ano derruba temperaturas em parte de SP

    William Cardoso/ Metrópoles
    Semana tem previsão de chuva e alerta para pontos de alagamentos em São Paulo. Passagem de frente fria potencializa as precipitações - Metrópoles

    Uma mudança no padrão das temperaturas de verão já começa a ser observada em parte do sudeste do Brasil. O avanço de uma frente fria abre caminho para a primeira massa de ar frio de origem polar de 2026, que deve derrubar as temperaturas.

    No estado de São Paulo, os efeitos da massa de ar frio serão mais perceptíveis na região leste, incluindo a região metropolitana da capital. Com a frente fria seguida da massa de ar frio, a segunda-feira (5/1) já deve ser marcada por redução significativa das temperaturas. As informações são da Climatempo.

    A tendência, no entanto, é de que o calor volte a ganhar força gradualmente ao longo da próxima semana.

    Domingo já é mais ameno na capital

    Na capital, o domingo (4/1) deve ser de chuvas fracas e chuviscos que diminuem no decorrer do dia. Conforme o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), as temperaturas variam entre mínimas de 18°C e máximas que não devem superar os 23°C.

    A segunda-feira ainda deve começar com muita nebulosidade e chuviscos, mas o tempo melhora e o sol retorna entre nuvens no decorrer do dia. Os termômetros devem variar entre mínimas de 17°C e máximas que podem chegar aos 24°C.

     

     

     

     

     

  • A próxima invasão de Trump será à Groelândia? (por Vicente Nunes)

    A próxima invasão de Trump será à Groelândia? (por Vicente Nunes)

    Reprodução Redes Sociais
    captura maduro

    Deposição de Nicolás Maduro na Venezuela pelos Estados Unidos acaba com qualquer pudor de Trump — se é que ele teve algum — de atacar outros países e sanciona ações de ditadores, como Putin

    Por mais terrível que fosse o regime do ditador Nicolás Maduro na Venezuela, nada justifica a invasão determinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao país vizinho do Brasil. Além de contrariar todas as regras do direito internacional e de rasgar a carta da Organização das Nações Unidas (ONU), a ação militar norte-americana sanciona, a partir de agora, todos os abusos que venham a ser cometidos mundo afora.

    Não cabe ao presidente de nenhum país definir qual será o destino de outra nação soberana, muito menos usar a sua força militar para remover um governante do poder. É ilegal e inaceitável, sobretudo, por abrir precedentes num mundo em que o autoritarismo vem destruindo democracias e reduzindo liberdades. Maduro havia passado de todos os limites, mas caberia, unicamente, aos venezuelanos destituí-lo do poder. Não ao presidente dos Estados Unidos, que está obcecado pelo petróleo da Venezuela.

    Trump não economiza no seu delírio de se tornar o ditador do mundo. Diante do que se está vendo na Venezuela, qual a garantia de que o presidente norte-americano não levará adiante o desejo de invadir a Groelândia, território no Ártico que pertence à Dinamarca.

    O presidente dos EUA tem repetido, sistematicamente, que a Groelândia é fundamental para a “segurança nacional” de seu país. A Groelândia fica na rota mais curta da Europa para a América do Norte, fundamental para o sistema de alerta de mísseis balísticos dos Estados Unidos, que também cobiçam as riquezas naturais da ilha.

    Não há também como descartar, depois da invasão dos EUA à Venezuela, que Trump decida por atacar a Colômbia, governada por Gustavo Petro, que é malvisto pelo norte-americano. O presidente da maior economia do planeta, inclusive, já tem o discurso pronto, o mesmo que utilizou contra Maduro, acusado de chefiar um cartel do narcotráfico. A Colômbia é um dos maiores produtores de cocaína do mundo.

    Trump, inclusive, deu a senha para que o ditador russo, Vladimir Putin, aja para sequestrar o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, e retirá-lo do poder. Não seria nada diferente do que fizeram os Estados Unidos neste sábado, 3 de janeiro, ao sequestrar Nicolás Maduro e a mulher dele, Cilia Flores, e levá-los a julgamento em Nova York, outra ilegalidade, pois ali não é o tribunal adequado para decidir sobre os crimes cometidos pelo venezuelano.

    Não só: Trump também abriu o caminho para que a China derrube o governo de Taiwan ou outro país mais forte ocupe regiões cobiçadas sem prestar contas a ninguém. Não há nenhum exagero nisso, uma vez que o presidente norte-americano indicou que, quando se tem um objetivo e poder, não há nada que impeça as invasões. Trump, convenhamos, nunca foi afeito à democracia. Tudo para ele é business. Ou seja, dinheiro.

    É importante ressaltar ainda que todas as invasões cometidas pelos Estados Unidos foram desastrosas. Vamos ficar nas mais recentes, como as do Iraque, do Afeganistão e da Líbia. Tudo piorou naqueles países. Foram fracassos retumbantes. Nem de longe a democracia chegou naquelas nações.

    Trump acredita que pode definir os rumos na Venezuela ao assumir o controle do país. Será? Enquanto a megalomania do norte-americano destrói as regras estabelecidas em 1947, após o fim da Segunda Guerra Mundial, os líderes mundiais se mostram atônitos e incapazes de reação. As portas aos abusos se escancararam de vez.

     

    (Transcrito do PÚBLICO-Brasil)

  • Maduro pode ter sido entregue como “troféu” a Trump, avalia professor

    Maduro pode ter sido entregue como “troféu” a Trump, avalia professor

    Reprodução/X
    Maduro capturado EUA Metrópoles

    A captura de Nicolás Maduro após a ofensiva militar dos Estados Unidos na Venezuela levantou questionamentos sobre como se deu a queda do regime. Para o professor de Relações Internacionais da ESPM Leonardo Trevisan, o episódio não pode ser analisado apenas a partir da ação militar americana, mas também à luz da dinâmica interna do poder venezuelano e do papel das Forças Armadas no desfecho.

    Segundo ele, há a hipótese de que setores das Forças Armadas venezuelanas, sob pressão do governo Donald Trump, tenham optado por negociar a entrega do presidente como forma de preservar interesses internos. Na avaliação de Trevisan, o presidente dos Estados Unidos buscava apresentar um resultado político concreto a seus apoiadores, em um contexto de desgaste doméstico e de sinalizações à indústria petrolífera, que teve papel relevante em sua eleição.

    Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

    Traição?

    Na avaliação de Trevisan, a ofensiva ordenada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criou um ambiente de pressão extrema sobre o regime venezuelano. Esse contexto teria acelerado decisões internas que já vinham sendo maturadas, sobretudo entre setores militares que precisavam avaliar o custo de seguir sustentando Maduro no poder.

    “Maduro pode não ter sido preso, mas entregue. Tenho uma sensação de que, pressionados pelo Trump, que precisava de algum troféu, os militares entregaram o que não deles.”

    Um presidente sem vínculo orgânico com a caserna

    O professor cita que a relação entre Maduro e os militares sempre foi distinta daquela estabelecida por Hugo Chávez. Enquanto o ex-presidente tinha origem e trânsito na caserna, Maduro, um ex-motorista de ônibus e líder sindical do metrô de Caracas, nunca foi percebido como parte desse universo, o que fragilizou sua posição.

    “Após a morte de Chávez, os militares tiveram que se adaptar a uma figura que não era do mundo deles.”

    Militares como eixo do poder econômico

    Trevisan destaca que, na Venezuela, o poder militar não se limita à esfera da segurança. A presença da caserna em áreas estratégicas da economia tornou qualquer transição dependente de sua anuência, o que ajuda a explicar por que uma ruptura violenta ou caótica foi evitada.

    “Os militares participam diretamente da vida econômica da Venezuela. Não há como removê-los  do poder. Foi por isso que Maria Corina Machado não teve sucesso: ela não se sentou com eles.”

    Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM
    Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM

    O peso do petróleo no tabuleiro geopolítico

    Segundo o professor, a centralidade do petróleo torna a Venezuela um alvo estrutural no cenário geopolítico. Para Trevisan, ignorar esse fator é perder a chave explicativa da ofensiva americana e da velocidade com que o regime ruiu. O país detém a maior reserva petrolífera do planeta, estimada em quase 300 bilhões de barris.

    “ Trump tinha dívidas eleitorais a pagar com a indústria petrolífera que ajudou a elegê-lo. Ele pagou todas elas com as big techs, mas ainda faltava com o mundo petrolífero”

    Trump, popularidade e a lógica do “troféu”

    Trevisan também insere a ofensiva no contexto doméstico americano. Para ele, Trump enfrentava queda de popularidade e precisava apresentar resultados concretos a suas bases eleitorais, especialmente a setores estratégicos da economia, como a indústria petrolífera, que ajudou a elegê-lo.

    “O petróleo se tornou uma necessidade midiática de Trump. Ele precisava de algo para acalmar a sua base. A Venezuela estava disponível. Era fácil arrumar um troféu.”

    Os limites de uma ocupação direta

    Apesar do sucesso inicial da operação, o professor avalia que os Estados Unidos enfrentariam sérios obstáculos caso optassem por administrar diretamente a Venezuela. Experiências recentes mostram que intervenções desse tipo tendem a produzir instabilidade prolongada.

    “É imprudente o Trump dizer que vai administrar a Venezuela, um país com mais de 29 milhões de habitantes. Temos experiências malsucedidas no Iraque, Líbia e Afeganistão.”

    Um cenário aberto de instabilidade regional

    Por fim, Trevisan afirma que a saída de Maduro não representa o encerramento da crise venezuelana nem a estabilização automática da região. Para ele, o episódio pode marcar apenas o início de um novo ciclo de disputas e tensões geopolíticas.

    “Temo que estejamos assistindo apenas ao início do jogo.”

  • Sem ensaios: Eduardo Moscovis revela preparação inusitada para Três Graças

    Sem ensaios: Eduardo Moscovis revela preparação inusitada para Três Graças

    Após uma longa expectativa do público, Rogério finalmente reaparecerá em Três Graças nos próximos capítulos da novela. Interpretado por Eduardo Moscovis, o personagem criado por Aguinaldo Silva chega novamente à trama cercado de mistérios, o que influenciou diretamente o método de preparação adotado pelo ator veterano. Segundo Moscovis em entrevista a Veja, a decisão de […]

  • Uma vez golpistas, sempre golpistas. Aqui e em qualquer outro lugar

    Uma vez golpistas, sempre golpistas. Aqui e em qualquer outro lugar

    Reprodução Redes Sociais
    captura maduro

    Caso se reeleja presidente daqui a 273 dias no primeiro turno, ou daqui a 294 no segundo, Lula contrairá uma dívida impagável com Donald Trump e com seus leais devotos da direita brasileira – os bolsonaristas raiz e os que insistem em posar de civilizados.

    Lula está fazendo sua parte para obter o quarto mandato. Se bem-sucedido, passará à História como o brasileiro que por mais tempo governou o país dentro da legalidade. Getúlio Vargas governou 15 anos como ditador e menos de três como presidente eleito.

    Há um ano, mesmo tendo sobrevivido a duas tentativas de golpe de Estado, muitos davam Lula como politicamente morto. Mas aí veio o tarifaço aplicado por Trump aos produtos brasileiros comprados pelos Estados Unidos, e Lula começou a deslanchar.

    Não bastasse, veio a exigência de Trump para que o Supremo Tribunal Federal suspendesse o julgamento de Bolsonaro e dos seus companheiros de organização criminosa. Aí Lula enrolou-se na bandeira nacional e fincou as bases do Brasil soberano.

    A direita não soube ou não quis descolar-se do tarifaço por acreditar que os prejuízos causados à economia seriam definitivos e poriam a pique o governo Lula, mas não só. Também porque acreditou, ou quis acreditar, que Bolsonaro poderia se salvar.

    Deu tudo errado. Trump, que detesta a companhia de perdedores, abandonou Bolsonaro, recuou no tarifaço e aproximou-se de Lula, e Lula dele. O Supremo condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão, pena que ele cumpre em regime fechado.

    Para completar o infortúnio da direita, em carta dirigida aos brasileiros, Bolsonaro apontou o filho Flávio como o único herdeiro dos seus votos. O efeito de suas mal traçadas linhas foi a desidratação imediata da candidatura de Tarcísio de Freitas.

    A verdade é que a direita não aprende e tampouco esquece o que aprendeu. Em um país cuja história foi marcada por golpes e tentativas de golpe, a direita, carente de votos, é narcodependente de aventuras que visam abolir a democracia.

    Daí seu entusiasmo com o sequestro de Nicolás Maduro na Venezuela, ordenado por Trump. A pretexto de que finalmente ali a democracia será restaurada, todos os presidenciáveis da direita apoiaram o desrespeito às regras do Direito internacional. Todos.

    O mais recatado foi o governador Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul, que disse:

    “O regime ditatorial de Maduro é inadmissível. […] No entanto, a violência exercida por uma nação estrangeira contra outra soberana, à margem dos princípios básicos do direito internacional, em especial o de não intervenção, é igualmente inaceitável”.

    Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, foi o mais raso:

    “Quero parabenizar o presidente Trump pela brilhante decisão de libertar o povo da Venezuela, um povo que estava sendo oprimido há décadas por tiranos antidemocráticos. Viva a liberdade! Viva a democracia! Viva a Venezuela!”

    Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás, seguiu os passos de Ratinho:

    “Que este 3 de janeiro entre para a história como o dia da libertação do povo venezuelano, oprimido há mais de 20 anos pela narcoditadura chavista. Que a democracia, a liberdade e a prosperidade se instalem no país.”

    Flávio Bolsonaro (PL), senador, apelou ao comunismo, traindo a admiração jamais confessada por seu pai pelo regime de Maduro:

    “O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade”.

    Tarcísio (Republicanos), governador de São Paulo, culpou Lula pelo que Trump fez:

    “Essa operação ocorre pela omissão dos países que não lideraram o processo. O Brasil, que é a maior economia e que responde pelo maior território da América do Sul, poderia ter ajudado a Venezuela a construir um processo de transição para uma democracia, mas o Brasil nunca cumpriu esse papel.”

    Sem rumo, sem projeto para o Brasil e fragmentada, a esperança da direita reside mais uma vez em Trump. Lula agradece por isso.

     

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  • O timing ideal para Lula criar Ministério da Segurança, na visão do PT

    O timing ideal para Lula criar Ministério da Segurança, na visão do PT

    O desejo do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, de deixar o governo fez lideranças do PT retomarem a articulação para que o presidente Lula recrie o Ministério da Segurança Pública.

    Lideranças petistas defendem, contudo, que o presidente da República só oficialize a recriação da pasta depois que a PEC da Segurança Pública for aprovada pelo Congresso Nacional.

    A proposta, considerada uma aposta do governo na área, foi enviada pelo governo em abril, mas enfrentou resistência. A previsão é de que seja analisada pela Câmara em 2026, na volta do recesso.

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    Na avaliação de petistas, a recriação do Ministério da Segurança — que chegou a existir no governo Temer — ajudará Lula a sustentar o discurso de que adotou iniciativas concretas na área.

    O tema da segurança, inclusive, deve ser debatido pelo PT durante os eventos de aniversário do partido, que, em 2026, acontecerão entre os dias 5 e 7 de fevereiro em Salvador (BA).