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  • Após tempestade parar show em cruzeiro, Alok se manifesta: “Só por alguns minutos”

    Após tempestade parar show em cruzeiro, Alok se manifesta: “Só por alguns minutos”

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    Na noite desta sexta-feira (02/01), Alok usou as redes sociais para se pronunciar sobre a tempestade que interrompeu temporariamente seu show durante um cruzeiro de Réveillon. Em um vídeo publicado pelo DJ, ele mostrou imagens de antes da ventania, com o palco completamente lotado, registros do momento da forte ventania e, por fim, o pós-tempestade, quando o público retornou em peso para continuar a apresentação. O artista tranquilizou os fãs ao afirmar que a pausa durou “só por alguns minutos”.

    Nas redes sociais, vídeos gravados por pessoas presentes mostram cenas de tensão, com passageiros correndo pelos decks enquanto membros da tripulação orientavam o público a deixar as áreas abertas até que a instabilidade climática diminuísse. Objetos como cadeiras e bebidas foram arrastados pela ventania, e alguns passageiros relataram ter sentido medo durante os minutos mais intensos da tempestade.

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    Alok reinventa música do Empire of the SunReprodução

    Reprodução: Instagram/@fgnico
    Ventania forte em cruzeiro deixou público assustadoReprodução: Instagram/@fgnico

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    Ventania forte em cruzeiro deixou público assustadoReprodução: Instagram/@fgnico

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    Ventania forte em cruzeiro deixou público assustadoReprodução: Instagram/@fgnico

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    Ventania forte em cruzeiro deixou público assustadoReprodução: Instagram/@fgnico

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    Ventania forte em cruzeiro deixou público assustadoReprodução: Instagram/@fgnico


    Alok, que se apresentava no palco externo quando o tempo mudou, interrompeu o show “só por alguns minutos”, como ele mesmo disse em uma breve manifestação publicada posteriormente em suas redes sociais, destacando que a pausa foi uma medida de precaução e que logo pôde retomar a performance assim que as condições se normalizaram: “Consegui retornar e a vibe continuava a mesma de antes”. A produção do evento também confirmou que não houve feridos e que a situação foi controlada com rapidez pela equipe de segurança do cruzeiro.

    A organização do Réveillon em alto-mar reforçou que os protocolos de segurança foram seguidos rigorosamente e que, após a passagem da tempestade, a programação do evento voltou ao cronograma previsto, permitindo que a celebração continuasse. Passageiros relataram alívio após a retomada, embora muitos tenham dito que o susto ficou marcado pela intensidade da ventania em alto-mar.

    Meteorologistas já haviam previsto condições instáveis no início de janeiro para a Região Sudeste, com possibilidade de chuvas fortes e ventos moderados a intensos, especialmente em alto-mar, um fenômeno comum no verão, mas que pode ganhar força e surpreender em ambientes oceânicos.

  • Em clima de despedida, Karoline Lima e Léo Pereira fazem ensaio em Noronha

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    O casal Karoline Lima e Léo Pereira aproveitou os últimos momentos das férias em Fernando de Noronha para registrar a viagem em um ensaio fotográfico especial. Antes de deixarem a ilha, onde passaram o Réveillon juntos, os dois posaram juntinhos para as lentes do fotógrafo Dilson Silva, da AgNews, na Praia do Bode, um dos cenários mais paradisíacos do destino. Além dos cliques a dois, a loira também explorou a beleza natural do local e fez fotos solo, marcando a despedida do arquipélago antes do retorno ao Rio de Janeiro.

    A estadia do casal em Noronha começou alguns dias antes do fim do ano e foi marcada por momentos de clima romântico e descontraído. Léo Pereira, zagueiro do Flamengo, e Karoline, influenciadora digital, escolheram o renomado Réveillon Zé Maria para celebrar a virada de 2025 para 2026. A festa, conhecida por reunir celebridades e influenciadores em um cenário paradisíaco, serviu de palco para diversas declarações de afeto entre os dois.

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    Reprodução: Dilson Silva/AGnews
    Reprodução: Dilson Silva/AGnews

    Reprodução: Dilson Silva/AGnews
    Reprodução: Dilson Silva/AGnews

    Reprodução: Dilson Silva/AGnews
    Reprodução: Dilson Silva/AGnews

    Reprodução: X/@futrikeiof
    Karoline Lima e Léo Pereira viram o ano de 2026 com beijo apaixonadoReprodução: X/@futrikeiof

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    Léo Pereira e Karoline Lima curtem Réveillon de luxo em Fernando de NoronhaReprodução/@leopereira4

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    Léo Pereira e Karoline Lima curtem Réveillon de luxo em Fernando de NoronhaReprodução/@karolinel

    Fotos: Dilson Silva/ AgNews/ montagem
    Leo Pereira e Karoline Lima também se refrescaramFotos: Dilson Silva/ AgNews/ montagem


    Nas redes sociais, Karoline chamou atenção com sua produção em crochê e postou uma mensagem otimista para o novo ano, afirmando que “2026 vai ser o ano para ficar marcado na história! Feliz Ano Novo! Amo vocês!”. Léo não deixou de retribuir o carinho, respondendo com uma declaração de amor: “Amo você, maravilhosa”.

    Durante a virada, o casal também foi flagrado em clima de romance, trocando um beijão apaixonado em público enquanto curtia a noite entre amigos e figuras do entretenimento. Os momentos mais íntimos repercutiram nas redes sociais, reforçando o clima de felicidade após a reconciliação recente.

    A viagem a Fernando de Noronha também teve registros descontraídos além do Réveillon. Nos dias anteriores, Karoline e Léo aproveitaram passeios pelas praias, brincadeiras à beira-mar e atividades típicas de férias, postando momentos da rotina paradisíaca. A influência das paisagens naturais e dos momentos compartilhados parece ter reforçado o vínculo do casal, que havia retomado o relacionamento em dezembro, após um término anterior.

    Com a chegada do novo ano, Karoline e Léo encerraram as férias no arquipélago pernambucano e se preparam para voltar ao Rio de Janeiro, onde retomam suas rotinas com lembranças marcantes dessa passagem romântica por um dos destinos mais cobiçados do Brasil.

  • Duda Wendling fala de borderline da mãe e diz que crises não são sua responsabilidade

    Duda Wendling fala de borderline da mãe e diz que crises não são sua responsabilidade

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    A vice-campeã de “A Fazenda 17”, Duda Wendling, usou os Stories do Instagram nesta sexta-feira (02/01) para se pronunciar publicamente sobre sua relação com a mãe. Em um texto direto e afetuoso, a influenciadora afirmou que segue oferecendo apoio e cuidado “dentro dos seus limites”, explicou que a mãe enfrenta um transtorno de personalidade borderline e ressaltou que viver a própria vida não significa abandono ou falta de amor.

    O pronunciamento de Duda veio após uma série de desabafos da mãe, Camila Wendling, nas redes sociais, que geraram repercussão nos últimos dias. Em uma mensagem publicada no WhatsApp, Camila chegou a dizer que sentia saudades do ex-genro e fez comentários sobre momentos passados com a família, o que chamou a atenção e despertou especulações sobre o teor da relação entre mãe e filha.

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    Reprodução: Instagram
    Reprodução: Instagram

    Reprodução Instagram Duda Wendling
    Balões, pétalas e muitas, muitas flores: Luiz Otávio Mesquita pede Duda Wendling em namoro com surpresaReprodução Instagram Duda Wendling

    Foto: Reprodução/Instagram/@dudawendling
    Duda Wendling é vice-campeã de “A Fazenda 17”Foto: Reprodução/Instagram/@dudawendling

    Reprodução: Instagram
    Reprodução: Instagram


    Camila também falou sobre “ingratidão” de maneira mais ampla, criticando experiências anteriores de sua vida profissional e comparando situações pessoais, o que aumentou a curiosidade do público em torno do contexto familiar. Questionada pelo colunista, ela afirmou que os desabafos não significavam um problema profundo entre ela e Duda, mas apenas uma reflexão sobre o ano anterior e sobre a ausência da filha durante as festas de fim de ano.

    No comunicado oficial, Duda detalhou que ama a mãe, cuida dela e oferece apoio, mas frisou a necessidade de estabelecer limites saudáveis para preservar a própria vida e o bem-estar. A influenciadora também contou que passou o Natal com a mãe e com a família do namorado, Luiz Otávio Mesquita, em um momento leve e de convivência, e afirmou que as crises enfrentadas por Camila não são culpa de ninguém, mas não podem ser assumidas integralmente por ela.

    A fala de Duda foi recebida com mensagens de apoio dos seguidores, que destacaram a importância de discutir saúde mental e relações familiares de maneira aberta e respeitosa, especialmente quando envolvem figuras públicas.

  • Conheça os crimes dos foragidos do DF mais procurados do Brasil

    Conheça os crimes dos foragidos do DF mais procurados do Brasil

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    O Distrito Federal tem sete foragidos incluídos na lista nacional dos criminosos mais perigosos do país, que respondem por homicídio, tentativa de homicídio, roubo e extorsão — processos dos quais o Metrópoles teve acesso por meio de documentos públicos.

    Conheça os crimes dos foragidos do DF mais procurados do Brasil - destaque galeria7 imagensReinaldo Tavares Farias, 51 anos Acusado de homicídio consumado e tentativa de homicídio, Reinaldo participou de uma guerra de gangues em Ceilândia, em 1997. Ele matou uma pessoa e tentou matar outra, que sobreviveu devido a um erro de pontaria.Marciel Alves da Silva, 42 anos Investigado por tentativa de homicídio qualificado, golpeou um homem com um objeto perfurocortante em Ceilândia, em 2008.Luciano Nascimento da Rocha, 35 anos Réu em dois processos, Luciano é acusado de homicídio e tentativa de homicídio. Em 2015, atirou contra uma vítima em Samambaia, acompanhado de um adolescente. Em 2019, em Ceilândia, emboscou duas pessoas e disparou contra elas, em um crime ligado a dívidas de drogas e a uma briga anterior em uma distribuidora de bebidas. Josemir de Andrade Nascimento, 46 anos Em 2007, ele foi acusado de roubo duplamente circunstanciado e extorsão qualificada, com grave ameaça, restrição da liberdade da vítima e uso de arma branca, ao roubar um veículo e obrigar a vítima a fazer saques em caixas eletrônicos.Francisco Moura Costa de Freitas, 44 anos Ele responde por tentativa de homicídio qualificado, acusado de atacar uma vítima com golpes de faca dentro da casa dela em Ceilândia, em 2006.Fechar modal.MetrópolesRômulo da Costa Mattos Neto, 69 anos Possui sete mandados de prisão por roubo e extorsão, todos com condenações definitivas. Mas com o processo em sigilo.1 de 7

    Rômulo da Costa Mattos Neto, 69 anos

    Possui sete mandados de prisão por roubo e extorsão, todos com condenações definitivas. Mas com o processo em sigilo.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança PúblicaReinaldo Tavares Farias, 51 anos Acusado de homicídio consumado e tentativa de homicídio, Reinaldo participou de uma guerra de gangues em Ceilândia, em 1997. Ele matou uma pessoa e tentou matar outra, que sobreviveu devido a um erro de pontaria.2 de 7

    Reinaldo Tavares Farias, 51 anos

    Acusado de homicídio consumado e tentativa de homicídio, Reinaldo participou de uma guerra de gangues em Ceilândia, em 1997. Ele matou uma pessoa e tentou matar outra, que sobreviveu devido a um erro de pontaria.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança PúblicaMarciel Alves da Silva, 42 anos Investigado por tentativa de homicídio qualificado, golpeou um homem com um objeto perfurocortante em Ceilândia, em 2008.3 de 7

    Marciel Alves da Silva, 42 anos

    Investigado por tentativa de homicídio qualificado, golpeou um homem com um objeto perfurocortante em Ceilândia, em 2008.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança PúblicaLuciano Nascimento da Rocha, 35 anos Réu em dois processos, Luciano é acusado de homicídio e tentativa de homicídio. Em 2015, atirou contra uma vítima em Samambaia, acompanhado de um adolescente. Em 2019, em Ceilândia, emboscou duas pessoas e disparou contra elas, em um crime ligado a dívidas de drogas e a uma briga anterior em uma distribuidora de bebidas. 4 de 7

    Luciano Nascimento da Rocha, 35 anos

    Réu em dois processos, Luciano é acusado de homicídio e tentativa de homicídio. Em 2015, atirou contra uma vítima em Samambaia, acompanhado de um adolescente. Em 2019, em Ceilândia, emboscou duas pessoas e disparou contra elas, em um crime ligado a dívidas de drogas e a uma briga anterior em uma distribuidora de bebidas.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança PúblicaJosemir de Andrade Nascimento, 46 anos Em 2007, ele foi acusado de roubo duplamente circunstanciado e extorsão qualificada, com grave ameaça, restrição da liberdade da vítima e uso de arma branca, ao roubar um veículo e obrigar a vítima a fazer saques em caixas eletrônicos.5 de 7

    Josemir de Andrade Nascimento, 46 anos

    Em 2007, ele foi acusado de roubo duplamente circunstanciado e extorsão qualificada, com grave ameaça, restrição da liberdade da vítima e uso de arma branca, ao roubar um veículo e obrigar a vítima a fazer saques em caixas eletrônicos.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança PúblicaFrancisco Moura Costa de Freitas, 44 anos Ele responde por tentativa de homicídio qualificado, acusado de atacar uma vítima com golpes de faca dentro da casa dela em Ceilândia, em 2006.6 de 7

    Francisco Moura Costa de Freitas, 44 anos

    Ele responde por tentativa de homicídio qualificado, acusado de atacar uma vítima com golpes de faca dentro da casa dela em Ceilândia, em 2006.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança PúblicaEduardo Alberto Moura, 25 anos Acusado de tentativa de homicídio e agressão com arma branca, em 2023 atirou contra dois jovens em Santa Maria e ameaçou uma testemunha usando o nome de uma organização criminosa. No mesmo ano, esfaqueou um homem no Gama que tentava impedir agressões contra uma mulher.7 de 7

    Eduardo Alberto Moura, 25 anos

    Acusado de tentativa de homicídio e agressão com arma branca, em 2023 atirou contra dois jovens em Santa Maria e ameaçou uma testemunha usando o nome de uma organização criminosa. No mesmo ano, esfaqueou um homem no Gama que tentava impedir agressões contra uma mulher.

    Reprodução/Ministério da Justiça e Segurança Pública

    A divulgação dos nomes, realizada em dezembro do ano passado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), tem o objetivo de incentivar a população a colaborar de forma anônima com informações que ajudem a localizar os procurados.

    Como denunciar

    • Acesse o site do MJSP e consulte a lista completa;
    • Selecione o estado onde o criminoso está;
    • Veja nome, foto e CPF;
    • Informe sobre o paradeiro à PM (190), PC (197) ou Disque Denúncia (181);
    • Informe que o nome consta na lista de procurados do site do Ministério.

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    Ao todo, a lista tem 216 criminosos considerados prioritários para captura em todo o país.

  • Brasiliense vence amaxofobia após 14 anos de sofrimento; saiba o que é

    Brasiliense vence amaxofobia após 14 anos de sofrimento; saiba o que é

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    Você sabe o que é amaxofobia? O nome, que para muitos pode soar como um palavrão, certamente não é comum nas rodas de conversa mesas de bares, mas o que ela significa é rotina na vida de centenas de pessoas no Distrito Federal. Este é o termo técnico para quem tem pânico de dirigir. A origem do medo em si pode ter origens emocionais, experiências traumáticas ou simples falta de prática.

    Ano novo é época de enfrentar os fantasmas antigos. Mas a autônoma Sebastiana Fonseca, 46 anos, não esperou 2026 para superar os traumas. Após 14 anos longe do volante, por medo, ela reassumiu o volante e voltou a conduzir um carro após participar de um curso oferecido pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF).

    Sebastiana relata que um trauma vivido logo depois de tirar a CNH a afastou do trânsito por mais de uma década, e que voltou a dirigir após o curso. “Eu ficava nervosa, suava, tremia. Não conseguia dirigir de jeito nenhum”, conta.

    O gatilho para a amaxofobia pode ter origens emocionais, experiências traumáticas ou falta de prática. O curso é voltado justamente para condutores já habilitados que enfrentem esses bloqueios. E, diferentemente do que muitos imaginam, o foco não está na prática do volante, mas no trabalho psicológico.

    A expectativa inicial de Sebastiana era de que ela precisasse de aulas práticas, mas o processo foi totalmente diferente do que imaginava. “É um trabalho psicológico. Quando voltei a dirigir, parecia que eu nunca tinha parado”, relata.

    Para o psicólogo Elias Balthazar, grupos de apoio e cursos como o oferecido pelo Detran-DF são fundamentais para que o condutor entenda a origem do bloqueio. “Dirigir é uma atividade neuropsicológica complexa e não pode ser minimizada”, afirma.

    As aulas são ministradas por examinadores do Detran, com forte atuação de psicólogos. Segundo o gerente da Escola Pública de Trânsito, Marcelo Granja, a proposta é ajudar o condutor a compreender o trânsito de forma mais ampla, e assim reduzir a ansiedade e o medo associado à direção.

    “O curso não é prático. O trabalho é psicológico. A partir do entendimento da via, do veículo e da convivência com outros motoristas, o controle emocional fica mais fácil”, explica Granja.

    Como a carga horária é distribuída?

    O curso tem carga horária de 32 horas, é totalmente teórico, e a metodologia intercala conteúdos como legislação, mobilidade segura e psicologia aplicada à segurança no trânsito, que é o foco de abordagem do curso.

    Após cerca de 30 horas de aula, os participantes passam por um período de 15 dias fora da sala de aula, e fazer exercícios personalizados indicados pelo psicólogo, e sempre acompanhados por uma pessoa de confiança de motorista.

    As duas horas finais de aula são destinadas ao retorno da turma para último encontro, no qual compartilham experiências e avanços, que segundo Granja, são majoritariamente positivos.

    Sobre o curso

    Desde a criação do curso, em 2017, 718 condutores já passaram pela formação, distribuídos em 35 turmas. Após uma pausa em 2018, a iniciativa foi retomada em agosto de 2023. Somente em 2025, foram abertas 10 turmas, com a participação de 195 cursistas.

    Cada turma reúne, em média, 20 alunos, e novas edições podem ser abertas conforme a demanda. Até o momento, segundo o Detran-DF, não há informação de outros estados que ofereçam um curso com o mesmo formato.

    As inscrições são feitas presencialmente na Escola Pública de Trânsito (EPT), com agendamento prévio pelo Portal de Serviços ou pelo aplicativo Detran-DF Digital.

    Segundo o órgão, não há registros de iniciativas semelhantes em outros Departamentos no Brasil.

  • Mega do Bilhão: saiba o resultado do megabolão de 600 taxistas do DF

    Mega do Bilhão: saiba o resultado do megabolão de 600 taxistas do DF

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    O megabolão feito por mais de 600 taxistas do Distrito Federal (DF) na corrida pela Mega-Sena bilionária da Virada apostou três jogos de 14, 9 e 8 números. O grupo investiu mais de R$ 18 mil. Mas acertou somente uma dezena. Mas se por um lado, faltou sorte para categoria no sorteio, por outro sobrou união, irreverência, disposição e esperança.

    “Nós acertamos apenas o número 59, no bilhete de 14 números, ao custo de R$ 18.018,00. Nos jogos de 9 e 8 dezenas, não acertamos nada”, contou o presidente do Sindicato dos Permissionários de Táxis e Motoristas Auxiliares do DF (Sinpetaxi), Suéd Sílvio.

    Segundo Suéd, o grupo com centenas de taxistas fez os jogos com números mais sorteados na história da Mega-Sena da Virada. “Mas as dezenas sorteadas não foram as mais comuns no histórico do sorteio. E pela primeira vez sortearam 9 e 13”, comentou o líder sindical.

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    A Caixa Econômica Federal (CEF) sorteou, nesta quinta-feira (1°/1), o maior prêmio da loteria no Brasil, de R$ 1,09 bilhão. Ao todo, seis apostas acertaram as seis dezenas e cada um desembolsou uma bolada de R$ 181,8 milhões. Os números sorteados foram: 59 – 21 – 32 – 13 – 33 – 09.

    Na quarta-feira (31/12), os taxistas ficaram esperando o sorteio para ir à festa de Ano Novo. “Cadê, estou estou doido para rico”, comentou um membro no grupo de Whatsapp, criado para o bolão . “Na minha vez de ficar milionário demora para sortear”, completou outro. “Posso continuar gastando ou paro?”, brincou um terceiro.

    Tristeza e esperança

    O clima era de apreensão, ansiedade, descontração e brincadeira. Mas o sorteio atrasou e acabou adiado para quinta-feira (1º/1). Ao final do sorteio, sem chegar nem mesmo na quadra, os taxistas ficaram triste. Mas os profissionais ficaram mobilizados. Apenas cinco saíram do grupo. O logo a tristeza ficou para trás. E categoria começou a fazer planos.

    “Estamos pensando em continuar a fazer apostas. Ainda estamos amadurecendo a ideia. Algums pessoas sugeriram fazer apostas em jogos mais simples. Outras pensaram em cada um de nós guardar R$ 40 por mês para jogar um bilhete de 20 números na próxima Mega-Sena da Virada”, comentou Suéd.

    União

    “O que mais gostei dessa história foi a união da categoria. O que começou como uma brincadeira com 50 pessoas dispostas a fazer um jogo, ganhou força, cooperação. Espero que a categoria fique unida. A União é necessária para enfrentarmos todos os desafios”, ponderou.

    Segundo Suéd, por muitos anos, os taxistas foi a única a atuar no transporte privado individual e não preparou para a concorrência com aplicatos (apps). “Ficamos desorganizados, desuniddos e desorientados. Mas esse ato descontraído mostrou que podemos nos unir, que temos força. Em três dias juntamos mais de R$ 18 mil”, argumentou.

    “Podemos unir para contruir um aplicativo do táxi, eletrificar nossa frota e encarar outros desafios. Com a união a gente pode passar a sair na frente e não correndo atrás. O taxista é um amigo da sociedade. Sabemos que temos muito a apreender. Mas o taxista está disposto a inovar e melhor para levar sustento a nossas famílias”, concluiu.

    Números e chances

    Atualmente, o DF tem 3.400 autorizatários, detentores de autorização de táxi, e 1.600 motoristas auxiliares, que pagam aluguel em algum táxi. Ou seja, o megabolão representa mais de 10% de toda categoria. O mega-bolão foi o maior da história da categoria na capital brasileira.

    Chances

    A probabilidade de uma aposta simples acertar os seis números da Mega-Sena é de uma em 50 milhões. As chances de um jogo com 7 números, no qual é preciso investir R$ 42, aumentam para uma em 7 milhões.

    No caso de uma aposta com 15 números, a probabilidade é de uma em 16.671. Agora, apostadores dispostos a aplicar R$ 245 mil em um jogo com 20 dezenas têm uma chance em 1.292 de faturar o prêmio.

     

     

  • Pesquisa da Unesp usa nanotecnologia para tratamento contra candidíase

    Pesquisa da Unesp usa nanotecnologia para tratamento contra candidíase

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    Desenvolvida ao longo de cinco anos, uma pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) pode revolucionar o tratamento para candidíase vulvovaginal. O objetivo foi desenvolver uma solução capaz de contornar a resistência fúngica observada nos tratamentos convencionais da infecção.

    Desenvolvida em dupla titulação, em conjunto com a Universidade de Groningen, na Holanda, o estudo foi a tese de doutorado de Gabriela Carvalho. A cientista conquistou o Prêmio Unesp de Teses 2025.

    Inicialmente, a pesquisadora quis investigar o tema pela possibilidade de unir duas áreas com as quais ela se identifica: microbiologia e nanotecnologia. “A escolha da doença foi principalmente pela questão de ser mundialmente prevalente, mas subnotificada no Brasil”, destaca Carvalho. “Quanto mais pesquisas forem feitas, melhor, mais atenção a gente vai conseguir voltar a elas, e com isso uma esperança de maior quantidade de políticas públicas nesse sentido”, completa a idealizadora.

    Pesquisa da Unesp usa nanotecnologia para tratamento contra candidíase - destaque galeria3 imagensNanopartícula desenvolvida para o tratamento de candidíaseGabriela ao lado dos paraninfos de sua defesa: o colega de doutorado Jiachen Li, e Gésinda, técnica da University of Groningen, que a apoiaram ao longo da pesquisa conduzida no exteriorFechar modal.MetrópolesA tese de Gabriela Corrêa Carvalho venceu o Prêmio Unesp de Teses 20251 de 3

    A tese de Gabriela Corrêa Carvalho venceu o Prêmio Unesp de Teses 2025

    Material cedido ao MetrópolesNanopartícula desenvolvida para o tratamento de candidíase2 de 3

    Nanopartícula desenvolvida para o tratamento de candidíase

    Material cedido ao MetrópolesGabriela ao lado dos paraninfos de sua defesa: o colega de doutorado Jiachen Li, e Gésinda, técnica da University of Groningen, que a apoiaram ao longo da pesquisa conduzida no exterior3 de 3

    Gabriela ao lado dos paraninfos de sua defesa: o colega de doutorado Jiachen Li, e Gésinda, técnica da University of Groningen, que a apoiaram ao longo da pesquisa conduzida no exterior

    Material cedido ao Metrópoles

    O resultado

    Sob orientação do professor Marlus Chorilli, o trabalho criou um sistema inovador de liberação controlada de medicamentos para o tratamento da candidíase vulvovaginal. O diferencial é a combinação, em uma única formulação tópica, de um antifúngico natural (curcumina) e um anti-inflamatório (cloridrato de benzidamina).

    A iniciativa foi possível devido a um sistema chamado “nano em nano”, que consiste em colocar uma nanopartícula dentro de outra. O resultado chegou a um hidrogel termoresponsivo.

    “A termoresponsividade desse hidrogel faz com que, em contato com a mucosa, ele se torne gel. Isso possibilita que ele fique aderido na mucosa, porque também tem propriedade mucoadesiva, ficando ali por mais tempo, não escorrendo. Então, não causa desconforto, e também propicia que ele fique aderido aí para uma ação por um tempo maior”, explica Gabriela Carvalho.

    Para disponibilizar o medicamento a pacientes, as etapas de estudo clínico ainda devem ser realizadas. “A formulação apresentou uma atividade promissora. A gente conseguiu atestar que ele não seria tóxico, então a gente teve uma aplicação consciente, mesmo em camundongos, mas, até chegar no humano, mais testes devem ser realizados”, esclarece a cientista.

    Segundo Silvana Chedid, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês, a pesquisa da tecnologia nanoscópica pode potencialmente reduzir a quantidade de medicamento necessária e aumentar a ação local, com menos efeitos colaterais.

    “Esse tipo de abordagem pode ser uma alternativa promissora, especialmente para infecções resistentes ou recorrentes, algo ainda pouco resolvido pelos tratamentos tradicionais”, aponta a médica.

    Sobre a candidíase

    A candidíase é uma infecção fúngica causada pelo crescimento excessivo de fungos do gênero Candida, especialmente Candida albicans, que normalmente fazem parte da microbiota vaginal sem causar problemas, mas que podem se multiplicar em excesso e causar sintomas desconfortáveis.

    De acordo com a ginecologista, as causas e fatores de risco incluem: uso de antibióticos, que alteram a flora vaginal protetora; alterações hormonais, como na gravidez ou com pílulas anticoncepcionais; sistema imunológico enfraquecido ou doenças como diabetes; calor, umidade e roupas apertadas que favorecem proliferação fúngica. No entanto, conforme a especialista, às vezes pode ocorrer sem uma causa óbvia.

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    A candidíase não é considerada uma doença sexualmente transmissível, embora atividade sexual possa estar associada. “Medidas simples podem reduzir o risco de infecção, como evitar roupas íntimas muito justas ou que retenham umidade; não usar produtos perfumados na região íntima; limpeza adequada da região, de frente para trás, e trocar absorventes com frequência; evitar banhos muito quentes e manter estilo de vida saudável para fortalecer o sistema imunológico; e controlar o açúcar no sangue em pessoas com diabetes”, explica Chedid.

    O tratamento clássico envolve o uso de antifúngicos, que podem ser tópicos, como cremes, ou orais. “Esses medicamentos são eficazes na maioria dos casos, mas o uso inadequado, sem diagnóstico médico preciso ou por automedicação repetida, pode aumentar a resistência dos fungos aos medicamentos”, detalha a médica.

    A infecção

    • A candidíase é muito comum, segundo a especialista. Estima-se que até 75% das mulheres terão pelo menos um episódio ao longo da vida.
    • ⁠O diagnóstico médico é fundamental, já que sintomas como corrimento branco espesso, coceira intensa, ardência ao urinar ou incômodo durante relações sexuais podem se parecer com outras infecções.
    • O tratamento deve ser adequado ao agente específico.
    • Automedicação pode piorar o problema. O uso repetido de antifúngicos sem orientação pode promover resistência, o que intensifica episódios futuros.
    • ⁠Em casos de infecção recorrente (três ou mais vezes por ano), uma avaliação mais detalhada por um ginecologista é recomendada.

     

  • Incêndio em shopping no Rio deixa 4 feridos e um brigadista desaparecido

    Incêndio em shopping no Rio deixa 4 feridos e um brigadista desaparecido

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    Um incêndio no Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, causou pânico no início da noite desta sexta-feira (2) e deixou ao menos quatro pessoas feridas e uma brigadista desaparecida, segundo informações do Corpo de Bombeiros.

    • Vídeo: incêndio atinge shopping no Rio e causa tumulto

    O fogo teria começado no ar-condicionado de uma loja localizada no subsolo do centro comercial. Funcionários relataram que sentiram um cheiro forte por volta das 18h30 e logo perceberam a fumaça se espalhando. Minutos depois, equipes de segurança do shopping iniciaram a evacuação do prédio, que estava movimentado.

    Correria e resgates

    Entre os feridos, um homem e uma mulher foram levados para o Hospital Souza Aguiar. A terceira vítima recebeu atendimento no próprio local. O quarto ferido é um bombeiro da brigada do shopping, encontrado desacordado e em estado grave por volta das 21h40.

    A preocupação agora se volta para uma brigadista que continua desaparecida. As equipes seguem atuando no interior do shopping, que ainda está tomado por uma fumaça espessa.

    Relatos de clientes

    Uma cliente que estava no cinema contou que o filme foi interrompido por um alarme sonoro. Logo depois, um funcionário entrou na sala orientando todos a deixarem o shopping imediatamente.

    Outro frequentador relatou apreensão por ter deixado remédios de uso controlado dentro do carro no estacionamento. Morador de Niterói, ele não conseguiu retornar para pegar os medicamentos.

    Ação dos bombeiros

    O Corpo de Bombeiros do Quartel da Tijuca foi acionado às 18h28. A Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto precisou ser interditada por causa da operação.

    Em nota divulgada às 21h, a corporação informou que ainda trabalha no combate aos focos remanescentes, na ventilação do subsolo e na busca pela brigadista desaparecida.

    O shopping afirmou que o incêndio foi inicialmente combatido pela sua brigada interna antes da chegada dos bombeiros.

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    Um homem foi assassinado a facadas em uma comunidade no município de Presidente Figueiredo, na região metropolitana de Manaus, em um caso que chocou moradores e tem repercutido nas redes sociais. De acordo com relatos e vídeos compartilhados, o crime ocorreu em um ambiente comunitário e as imagens mostram o momento em que a vítima foi atacada por outra pessoa com uma arma branca.

    Segundo informações preliminares divulgadas pela imprensa local, a vítima foi atingida por múltiplos golpes de faca em um episódio violento cuja motivação ainda está sendo investigada pelas autoridades. O principal suspeito teria fugido do local logo após o ataque e ainda não foi localizado ou detido pela polícia.

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    Equipes policiais foram acionadas assim que a ocorrência chegou ao conhecimento das autoridades e estiveram na comunidade para iniciar os procedimentos de investigação e coleta de evidências. Até o momento, a polícia segue em busca de testemunhas que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do crime e a motivação por trás do ataque.

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    Um segurança de padaria de 61 anos foi assassinado a tiros na noite desta segunda-feira (29) em frente ao estabelecimento onde trabalhava, no bairro Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo. O crime foi registrado em vídeo por câmeras de segurança e rapidamente circulou nas redes sociais, gerando comoção e reforçando preocupações sobre a violência na capital paulista.

    De acordo com as imagens, o homem estava em pé na calçada da Rua Rabindranat Tagore quando um suspeito, vestido com capuz, atravessou a rua em direção à vítima e disparou várias vezes contra ele, atingindo-o pelas costas. A vítima caiu no chão e foi atingida por disparos adicionais antes de o autor roubar a arma que o segurança carregava e fugir do local.

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    Após o ataque, o criminoso atravessou novamente a rua e subiu na garupa de uma motocicleta pilotada por um comparsa, que o aguardava para a fuga. Toda a ação durou menos de um minuto, segundo a análise das imagens de vigilância. Equipes de resgate foram acionadas, mas o óbito foi constatado ainda no local.

    Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), o caso foi registrado como latrocínio — roubo seguido de morte — no 101º Distrito Policial, no Jardim Imbuias. A investigação conta com o apoio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que deve analisar as imagens e buscar identificar e localizar os suspeitos envolvidos no crime.

    Até o momento, nenhum dos responsáveis foi preso ou identificado oficialmente pelas autoridades, e as buscas continuam em andamento. Familiares, colegas de trabalho e moradores da região lamentaram a violência e esperam por respostas que levem à captura dos autores e à prevenção de novos ataques.

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