Categoria: Teste

  • Rio Acre marca 8,80 metros e segue abaixo da cota de alerta na capital

    Rio Acre marca 8,80 metros e segue abaixo da cota de alerta na capital

    A Defesa Civil de Rio Branco divulgou, na manhã deste domingo (22), novo boletim com informações atualizadas sobre o nível do Rio Acre na capital. O boletim é assinado pelo coordenador municipal de Defesa Civil, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Cláudio Falcão.

    De acordo com a medição realizada às 6h43, o manancial marcou 8,80 metros, apresentando redução no volume em relação às medições anteriores.

    A cota de alerta na capital é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros. No momento, o nível do rio permanece bem abaixo dos limites considerados críticos.

  • Mirando Planalto, Zema se despede do governo de MG em meio à incerteza

    Mirando Planalto, Zema se despede do governo de MG em meio à incerteza

    Fraga Alves/Especial Metrópoles
    Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) - Metrópoles

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se despede oficialmente do comando do estado neste domingo (22/3), em meio a um cenário de incertezas sobre o próprio futuro político. Embora tenha sinalizado a intenção de disputar a Presidência da República em 2026, o chefe do Executivo mineiro ainda não bateu o martelo sobre qual cargo pretende buscar nas próximas eleições.

    A saída do governo marca não apenas o fim de um ciclo à frente de Minas, mas o início de uma fase de articulações e dúvidas que impactam diretamente o tabuleiro político estadual e nacional. O comando do Executivo mineiro será passado ao seu vice, Mateus Simões (PSD), em cerimônia na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), neste domingo.

    Plano nacional esbarra em baixa competitividade

    Zema tem reiterado o desejo de se colocar como alternativa de direita na corrida ao Palácio do Planalto. No entanto, o projeto enfrenta obstáculos. Levantamentos recentes indicam que o governador mineiro ainda tem baixa competitividade em cenários nacionais, especialmente diante de nomes mais consolidados, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL), herdeiro político do bolsonarismo.

    A falta de capilaridade fora de Minas e o baixo índice de conhecimento do eleitorado em outras regiões são apontados como entraves para viabilizar uma candidatura presidencial competitiva.

    Indefinição trava o jogo em Minas

    Enquanto avalia o cenário nacional, Zema mantém em aberto outras possibilidades — entre elas, uma candidatura ao Senado ou, até mesmo, uma tentativa de permanência no grupo político mineiro em outra função.

    A indefinição, no entanto, tem efeitos imediatos. O vice-governador de Minas, Mateus Simões, que assume o comando do estado, fica em posição delicada. Sem a confirmação de Zema como cabo eleitoral forte ou como liderança diretamente engajada na sucessão estadual, Simões perde previsibilidade para construir sua própria candidatura ao governo.

    Palanque em disputa

    A decisão do governador também influencia diretamente o cenário nacional. Caso confirme candidatura ao Planalto, Zema pode fragmentar o campo da direita, disputando espaço com nomes ligados ao bolsonarismo.

    Por outro lado, se optar por não entrar na corrida presidencial, pode se tornar peça-chave na construção de palanques estaduais. Nesse contexto, Minas Gerais — segundo maior colégio eleitoral do país — ganha ainda mais relevância.

    Uma eventual aproximação com figuras como Flávio Bolsonaro poderia fortalecer candidaturas alinhadas à direita no estado. Já uma postura mais independente poderia embaralhar ainda mais o cenário.

    Despedida com mais perguntas do que respostas

    A cerimônia de transmissão de cargo, marcada para este domingo, ocorre, portanto, em meio a mais dúvidas do que definições. Zema deixa o governo com um capital político consolidado em Minas, mas ainda sem traduzir essa força em protagonismo nacional.

    O movimento que fizer a partir de agora, seja rumo ao Planalto, ao Senado ou a uma possível composição na chapa de Flávio Bolsonaro — hipótese que tem sido ventilada nos bastidores — deve influenciar não apenas seu futuro, mas também o desenho das eleições de 2026 em Minas Gerais e no Brasil.

  • "Foda-se o Flamengo”, gritam fãs de Chappel Roan após polêmica

    "Foda-se o Flamengo”, gritam fãs de Chappel Roan após polêmica

    Reprodução/Redes sociais.
    foda-se–flamengo-fas-de-chappel-lollapalooza

    O show da cantora Chappel Roan, realizado neste sábado (21/3) durante o Lollapalooza, em São Paulo, foi marcado por um “protesto” de parte do público após uma polêmica envolvendo uma criança.

    Veja vídeo

     

    Fãs da Chappell Roan xingam o Flamengo durante o Lollapalooza Brasil 2026.

    Polêmica envolvendo Jorginho e Chappell Roan segue rendendo.pic.twitter.com/MslwLnKxqr

    — José Norberto Flesch (@jnflesch) March 22, 2026

    Para quem não acompanhou a confusão, horas antes da apresentação, o jogador do Flamengo, Jorginho Frello, usou as redes sociais para desabafar.

    O que aconteceu

    Ele afirmou que sua enteada, que era fã da artista, teria sido destratada pela equipe da cantora durante um café da manhã no hotel onde ambos estavam hospedados.

    Segundo o atleta, a filha de coração chegou a chorar após ser abordada por um segurança ligado à equipe de Chappell e, por conta da situação, desistiu de ir ao show da cantora, de quem era admiradora.

    O episódio ganhou repercussão internacional e foi divulgado por diversos veículos da imprensa estrangeira.

    O “protesto” dos fãs

    Com a história já circulando amplamente, vídeos passaram a viralizar nas redes sociais momentos antes de a artista subir ao palco.

    Nas imagens, fãs presentes no Lollapalooza aparecem se manifestando sobre o ocorrido e entoando xingamentos direcionados ao clube pelo qual o jogador atua.

    “Foda-se o Flamengo”, gritavam alguns fãs de Chappell.

    Leia o desabafo de Jorginho

    “Vivi uma situação muito triste com a minha família agora mais cedo. A minha esposa (@catcavelli) está em São Paulo para o Lollapalooza. Hoje de manhã, minha filha acordou extremamente animada, fez até um cartaz de tão feliz que estava para ver uma artista que ela admira, ou admirava muito, @chappellroan.

    Por coincidência, elas estão hospedadas no mesmo hotel que essa artista. Durante o café da manhã, a artista passou perto da mesa delas. Minha filha, como qualquer criança, reconheceu, ficou empolgada e quis ter certeza que era ela.

    E sabe o que é pior, ela nem chegou a abordar. Ela apenas passou pela mesa da cantora, olhou para confirmar se era ela, sorriu e voltou para a mesa com a mãe. Ela não falou nada, não pediu nada. O que aconteceu depois foi completamente desproporcional.

    Um segurança foi até a mesa delas enquanto ainda estavam tomando café da manhã e começou a falar de forma extremamente agressiva com a minha esposa e com a minha filha, dizendo que ela não deveria permitir que minha filha “desrespeitasse” ou “assediasse” outras pessoas.

    Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém pode ser considerado assédio. Ele ainda disse que faria uma reclamação contra elas no hotel, enquanto a minha filha de 11 anos estava chorando à mesa. Minha filha ficou super assustada e chorou muito.

    Eu convivo há muitos anos com o futebol, com exposição, com pessoas conhecidas, e sei muito bem o que é respeito e limite. O que aconteceu ali não foi isso. Foi apenas uma criança admirando alguém.

    É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. No fim das contas, são eles que constroem tudo isso. Espero sinceramente que isso sirva de reflexão. Ninguém deveria passar por isso, muito menos uma criança.”

  • Saiba quem é Mateus Simões, vice que assume lugar de Zema em MG

    Saiba quem é Mateus Simões, vice que assume lugar de Zema em MG

    Jonas Pereira/Agência Senado
    Vice-governador de MG, Mateus Simões

    O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), assume o comando do estado neste domingo (22/3), com a saída de Romeu Zema (Novo), que deixa o cargo para disputar a Presidência da República.

    Natural de Gurupi (TO), Mateus Simões tem 43 anos e construiu sua trajetória política em Belo Horizonte. Ele é advogado, mestre em direito empresarial e também atuou como professor universitário.

    Antes de chegar ao Executivo estadual, foi eleito vereador da capital mineira em 2016 pelo Partido Novo, legenda pela qual iniciou sua carreira política.

    Simões ganhou protagonismo ao integrar o primeiro governo Zema, quando assumiu a Secretaria-Geral do Estado — função estratégica, responsável pela articulação política da gestão.

    Ascensão rápida na política

    A proximidade com Zema impulsionou a carreira de Simões. Em 2022, ele foi escolhido como vice na chapa do governador, eleita ainda no primeiro turno com mais de 56% dos votos.

    Desde então, passou a ser considerado um dos principais nomes do grupo político de Zema e uma espécie de “sucessor natural” dentro do campo da direita em Minas.

    Nos bastidores, ele já vinha assumindo papel de destaque no governo e ganhando espaço nas articulações políticas para 2026.

    Mudança de partido e planos para 2026

    Em 2025, Simões deixou o Novo e se filiou ao PSD, movimento interpretado como estratégico para fortalecer sua base política e viabilizar uma candidatura majoritária.

    A expectativa é que ele dispute o governo de Minas nas eleições de 2026, com apoio de aliados de Zema e articulações com partidos do campo conservador.

    Ao assumir o governo, mesmo que em um mandato-tampão até o fim de 2026, Simões terá o desafio de consolidar sua própria imagem política.

    A passagem pelo cargo também será decisiva para medir sua força eleitoral e capacidade de articulação em um cenário ainda indefinido no estado.

  • A rotina exaustiva de quem depende de balsa no interior do Acre

    A rotina exaustiva de quem depende de balsa no interior do Acre

    O videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, esteve na região do Juruá para acompanhar a rotina de moradores que dependem da balsa para a travessia entre Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves. No local, ele ouviu relatos de quem afirma esperar há anos pela construção da ponte sobre o Rio Juruá.

    Atualmente, cerca de 35 permissionários operam pequenas balsas na região, responsáveis pelo transporte de veículos, motocicletas e pedestres.

    O morador Elizeu Araújo comentou sobre o tempo de espera para atravessar. “É em base de uns 20, 25 minutos, porque o movimento está fraco”, relatou. Segundo apurado na reportagem, em períodos de maior fluxo, o tempo de ida e volta pode chegar a uma hora e meia.

    Outro morador, identificado como Jhon, destacou os custos da travessia. “Utilizo a balsa de manhã e à tarde para fazer curso e faculdade. É muito gasto, porque nem todo dia a balsa está funcionando”, afirmou.

    Além da travessia, moradores também enfrentam dificuldades no acesso terrestre. No local, há uma máquina do Deracre que permanece de prontidão para emergências. Em períodos de chuva, o trecho se torna quase intrafegável, exigindo intervenções para garantir a passagem de veículos leves e pesados.

    Rosa Alencar também criticou a situação. “A questão é a humilhação. Quando o rio seca, enche ou vaza, a gente sofre. Tem carro que quebra, moto que bate o motor. É um sofrimento”, disse.

    Morador de Rodrigues Alves, Ralf Fernandes é um dos articuladores do Movimento Social Pró-Ponte, que luta há 17 anos pela construção da estrutura. Segundo ele, a pauta vai além da ponte e envolve a integração regional.

    “O Movimento Social Pró-Ponte este ano completa 17 anos. Temos diretoria e representatividade de todos os segmentos sociais da região do Juruá. A luta pela integração e pelo desenvolvimento começa pela construção da ponte sobre o Rio Juruá, mas também inclui a abertura de estrada definitiva para Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. É integrar a região via terrestre”, explicou.

    Ele destacou ainda que o movimento é suprapartidário. “Tem pessoas ligadas a partidos e pessoas sem partido. O que nos une é o bem coletivo, o direito de ir e vir a partir da construção da nossa ponte”, completou.

    O professor Hudsom Chaves classificou a situação como o maior entrave ao desenvolvimento local. “Isso aqui é um castigo. Seguramente, é o maior problema da nossa cidade. Travanca o desenvolvimento social e econômico. É uma penitência que esse povo carrega nas costas”, afirmou.

    Já o morador Marcos Antônio defendeu maior compromisso político com a obra. “A gente precisava de políticos bons, porque todo político que entra promete, mas nenhum faz a nossa ponte tão sonhada”, declarou

  • Chuvas intensas levam Amapá a decretar emergência em Macapá e Santana

    Chuvas intensas levam Amapá a decretar emergência em Macapá e Santana

    O governador do Amapá, Clécio Luís, decretou situação de emergência nos municípios de Macapá e Santana após fortes chuvas causarem alagamentos severos na região metropolitana. Os temporais começaram na noite de sexta-feira (20) e seguem impactando diversas áreas, com registro de famílias desalojadas e danos à infraestrutura urbana.

    De acordo com informações da Defesa Civil, vários bairros foram atingidos por inundações, com maior gravidade no município de Santana. Casas ficaram alagadas e moradores precisaram deixar suas residências às pressas. O órgão também alerta para o risco contínuo de novos alagamentos, além de quedas de árvores e descargas elétricas, já que a previsão indica a continuidade de chuvas de moderadas a fortes nos próximos dias.

    Diante do cenário, o governo do estado mobilizou uma força-tarefa para atender a população afetada. Entre as ações emergenciais estão a distribuição de kits de alimentos, colchões, kits para bebês e água potável às famílias em situação de vulnerabilidade.

    Equipes também atuam na desobstrução de canais e no monitoramento constante de áreas de risco, como regiões de ressaca e encostas. Um gabinete de emergência foi instalado pela Defesa Civil estadual para coordenar as operações de resgate, assistência social e resposta rápida às ocorrências.

    O decreto de situação de emergência permite ao governo agilizar a liberação de recursos e intensificar as ações de enfrentamento aos impactos causados pelas chuvas. A orientação das autoridades é para que a população evite áreas alagadas e siga os alertas emitidos pelos órgãos oficiais.

  • Analu Pimenta mostra a força da mulher ao viver Tina Turner em musical

    Analu Pimenta mostra a força da mulher ao viver Tina Turner em musical

    A atriz e cantora Analu Pimenta interpreta a diva da música internacional no espetáculo Tina: Tina Turner O Musical, em cartaz em São Paulo

  • Líder do PL avalia renunciar ao posto após janela partidária

    Líder do PL avalia renunciar ao posto após janela partidária

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    Coletiva de imprensa Sóstenes na Câmara - Metrópoles

    O PL de Jair Bolsonaro pode ter uma importante mudança na Câmara após a janela para troca partidária. Isso porque Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), atual líder da bancada na Casa, avalia deixar o posto no início de abril.

    A interlocutores, Sóstenes admitiu, nos últimos dias, que poderá deixar a liderança do PL para se concentrar em sua própria eleição no Rio de Janeiro. Hoje, as obrigações de líder demandam muito tempo dele em Brasília.

     

    Sóstenes, porém, só baterá o martelo após a janela partidária porque foi escalado pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, por negociar a filiação de novos deputados ao partido.

    O atual líder do PL é candidato à reeleição na Câmara. O partido, contudo, cogita lançar Sóstenes ao Senado no lugar do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), caso o gestor fique inelegível.

    Sóstenes, porém, costuma negar interesse em ir para o Senado. O sonho do atual líder do PL, segundo aliados, é se cacifar para a sucessão de Hugo Motta (Republicanos-PB) na presidência da Câmara.

  • Acre está entre os estados em alerta para aumento de SRAG, aponta Fiocruz

    O Acre aparece entre os 20 estados brasileiros com nível de atividade de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em alerta, risco ou alto risco, segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento é referente à Semana Epidemiológica 10, compreendida entre os dias 8 e 14 de março, e antecede o início oficial do outono, que começa nesta sexta-feira (20).

    O boletim chama atenção para o avanço da influenza A no país antes mesmo do período de maior sazonalidade, que costuma ocorrer no outono e no inverno. Embora o aumento mais expressivo esteja concentrado em estados do Nordeste, Centro-Oeste e parte do Norte, o Acre integra a lista das unidades da federação que apresentam crescimento nos casos de SRAG na tendência de longo prazo.

    De acordo com a análise, o vírus sincicial respiratório (VSR) tem contribuído significativamente para o aumento de casos graves em crianças menores de dois anos no Acre e em outros estados da Região Norte, como Amazonas, Pará, Roraima e Rondônia.

    Entre crianças e adolescentes, o rinovírus é o principal responsável pelas hospitalizações. Já entre jovens, adultos e idosos, a influenza A aparece como a principal causa de casos graves. A Covid-19, embora ainda presente, tem incidência mais concentrada em estados do Sudeste e segue em níveis mais baixos.

    Em todo o país, o cenário indica aumento na tendência de longo e curto prazo dos casos de SRAG. Em 2026, já foram notificados 20.311 casos da síndrome, dos quais 37% tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório.

    Entre os casos confirmados neste ano, 41,9% foram causados por rinovírus, 21,8% por influenza A, 14,7% por Covid-19, 13,4% por VSR e 1,5% por influenza B. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a influenza A aumentou sua participação, representando 25,4% dos casos positivos.

    Diante do avanço da influenza A, o Ministério da Saúde definiu novas estratégias de vacinação para 2026. A campanha contra a influenza nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste ocorrerá de 28 de março a 30 de maio. Embora o cronograma específico para a Região Norte possa variar, a orientação nacional reforça a importância da imunização.

    Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, da Fiocruz, a vacina é a principal forma de prevenção contra casos graves e óbitos. “A principal forma de prevenção contra os casos graves e óbitos é a vacina. Já temos a vacina contra o VSR para as gestantes e no dia 28 começa a vacinação contra a influenza A para os grupos prioritários”, afirmou.

  • Da delação de Vorcaro às eleições de 2026: o que pegou na semana

    Da delação de Vorcaro às eleições de 2026: o que pegou na semana

    Daniel Ferreira/Metrópoles
    Mastro da Bandeira na Praça dos Três Poderes próximo ao Congresso nacional - Metrópoels

    A política brasileira, sempre criativa em seus escândalos, resolveu antecipar 2026. Não nos palanques, mas nos autos de processos que misturam bilhões e o odor de pólvora. O cenário atual é de um país que tenta entender onde termina o banco e onde começa a influência política.

    Delação de Daniel Vorcaro

    O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, iniciou o processo de delação premiada após a apreensão de oito aparelhos celulares pela Polícia Federal. O foco é um rombo financeiro estimado em R$ 50 bilhões.

    A Morte do “Sicário”

    A investigação sobre a morte de um indivíduo ligado ao entorno de Vorcaro (referido como “Sicário”) adiciona um componente de choque ao escândalo financeiro.

    Lula e o “Ovo da Serpente”

    O presidente Lula adotou uma estratégia de narrativa política ao associar o Caso Master ao bolsonarismo, chamando-o de “ovo da serpente”. O governo tenta buscar reação de aliados contra uma tentativa de carimbar o Caso no governo.

    Impacto nas Eleições de 2026

    O cenário eleitoral foi antecipado pelo Judiciário. André Mendonça (relator) e Daniel Vorcaro (delator) são vistos como os verdadeiros condutores do ritmo político. A delação tem potencial para implodir alianças e desidratar candidaturas sobrepondo-se ao marketing político tradicional.

    Duelo Haddad vs. Tarcísio

    No campo das articulações, a disputa pelo governo de São Paulo entre Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas já é tratada como o termômetro nacional de 2026.