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  • Acre cresce 11,8% no agronegócio em 2025 e supera média nacional

    Acre cresce 11,8% no agronegócio em 2025 e supera média nacional

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    O Acre registrou crescimento de 11,8% no agronegócio em 2025, segundo dados do relatório Resenha Regional, do Banco do Brasil, divulgado em dezembro. O resultado coloca o estado acima da média nacional do setor e reforça a participação da atividade agropecuária na economia acreana em um contexto de desaceleração do crescimento do país.

    O agronegócio acreano expandiu para além da média nacional no ano de 2025/Foto: Reprodução

    De acordo com o levantamento, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve encerrar 2025 com alta de 2,2%, abaixo dos 3,4% registrados em 2024, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A desaceleração ocorre mesmo com a agropecuária liderando as projeções de crescimento entre os três grandes setores da economia.

    Para 2025, a agropecuária deve crescer 10,3% no país, acima da indústria, estimada em 1,6%, e do setor de serviços, com projeção de 2,2%. Apesar disso, os serviços permanecem como o principal componente da economia nacional, respondendo por mais de 70% do PIB.

    O relatório aponta que os estados com maior expansão do agronegócio tendem a apresentar os melhores resultados econômicos em 2025. Mato Grosso lidera, com crescimento estimado de 7,1% no PIB total, impulsionado por alta de 20,6% no agro. Mato Grosso do Sul aparece em seguida, com avanço de 5,9% no PIB, sendo 19,8% provenientes do agronegócio. Nesse cenário, o Acre se destaca regionalmente ao registrar crescimento agropecuário acima da média nacional.

    As projeções para a safra de 2026 apresentam divergências entre os principais órgãos de acompanhamento. O primeiro prognóstico do IBGE estima produção de 332,7 milhões de toneladas, retração de 3,7% em relação à safra anterior. Já a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta crescimento de 0,8% na produção de grãos, o que representaria novo recorde.

    As diferenças se concentram, principalmente, nas estimativas de soja e milho. Para a soja, o IBGE projeta produção de 167,7 milhões de toneladas, com crescimento de 1,1%, enquanto a Conab estima alta de 3,6%, atribuída à expansão da área plantada. No milho, o IBGE prevê queda de 9,3%, influenciada pela redução da produtividade da segunda safra, enquanto a Conab projeta retração de 1,6%.

    No algodão, o IBGE estima redução de 4,8%, concentrada no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, enquanto a Conab projeta queda de 1,2%. Para o arroz, as duas instituições indicam diminuição da produção em 2026, associada à redução da área plantada no Rio Grande do Sul.

    A produção de café deve crescer 6,8%, segundo o IBGE, impulsionada pela bienalidade positiva do café arábica, com destaque para Minas Gerais. Já a cana-de-açúcar apresenta projeções distintas: alta de 0,3% pelo IBGE e retração de 1,6% segundo a Conab.

    Na pecuária, a Conab projeta aumento de 2,4% na produção de carne bovina em 2025, seguido de queda de 4,3% em 2026. A produção de aves deve crescer 2,3%, enquanto a suinocultura pode avançar 4,5%, impulsionada pelo consumo interno e pelas exportações.

    O relatório também destaca a revisão da série histórica do PIB agropecuário pelo IBGE. A queda de 2024 foi ajustada de -3,2% para -3,7%, alterando a base de comparação. Com a incorporação de novos dados e informações do terceiro trimestre de 2025, a projeção de crescimento do PIB agropecuário deste ano foi revisada de 8,2% para 10,3%.

  • Orçamento é sancionado e abre caminho para novos concursos públicos em 2026

    Orçamento é sancionado e abre caminho para novos concursos públicos em 2026

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    O cenário para quem estuda para concursos públicos ganhou um respaldo legal importante. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na última quarta-feira (31/12), a Lei nº 15.321, que institui a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2026.

    A sanção foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e estabelece as regras, limites e prioridades que irão orientar o orçamento federal ao longo do ano. Para os concurseiros, o texto é fundamental, pois define as diretrizes para despesas com pessoal e encargos sociais, abrindo espaço legal para a realização de novos concursos públicos e nomeações.

    Reprodução

    Visão geral do Orçamento de 2026

    O orçamento aprovado traz números expressivos e aponta para um ano de grande movimentação no serviço público. Confira os principais dados:

    • Despesas totais: R$ 6,5 trilhões

    • Refinanciamento da dívida pública: R$ 1,8 trilhão

    • Orçamento sem dívida: R$ 4,7 trilhões

    • Limite de gastos: R$ 2,4 trilhões

    • Meta fiscal: superávit primário de R$ 34,3 bilhões (resultado projetado zerado)

    • Salário mínimo: R$ 1.621,00

    • Fundo Eleitoral: R$ 5 bilhões

    • Aumento das despesas com pessoal: R$ 11,4 bilhões

    Esses valores reforçam a capacidade do governo de manter e ampliar o quadro de servidores ao longo de 2026.

    Mais de 85 mil provimentos estão autorizados

    O texto da Lei Orçamentária, aprovado pelo Congresso Nacional em 19 de dezembro, prevê 85.128 provimentos de servidores federais em 2026. Esse número inclui tanto a nomeação de aprovados em concursos já realizados quanto a possibilidade de novas seleções.

    O detalhamento consta no Anexo V da LDO, que autoriza despesas com pessoal e sinaliza um cenário robusto para reposição e expansão de quadros em diversos órgãos.

    Distribuição das vagas por Poder

    Os provimentos autorizados estão distribuídos da seguinte forma:

    • Poder Executivo: 79.872 vagas

    • Poder Judiciário: 4.418 vagas

    • Poder Legislativo: 271 vagas

    • Ministério Público da União e CNMP: 357 vagas

    • Defensoria Pública da União: 210 vagas

    Além disso, a legislação prevê a criação de 78.674 novos cargos, reforçando ainda mais o potencial de abertura de concursos:

    • Poder Executivo: 75.509 cargos

    • Poder Judiciário: 2.565 cargos

    • Defensoria Pública da União: 600 cargos

    Autorização não garante contratação imediata

    É importante destacar que a Lei Orçamentária autoriza, mas não obriga, o Governo Federal a realizar contratações. A abertura de concursos e a nomeação de servidores dependem de decisões administrativas de cada órgão, respeitando limites fiscais e necessidades institucionais.

    Ainda assim, a sanção da LOA representa um passo decisivo para quem busca estabilidade no serviço público, pois garante a base legal necessária para que novos editais possam ser lançados ao longo de 2026.

    Confira a sanção da Lei Orçamentária 2026 na íntegra!

    Tribunal de Contas da União

    O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, reforçou publicamente seu desejo de realizar um novo concurso TCU, para o cargo de Auditor Federal de Controle Externo – Área Geral.

    A declaração foi dada na última quarta-feira (17/12), durante a cerimônia de posse dos novos técnicos do tribunal, recém-aprovados no último certame.

    O discurso não foi uma novidade absoluta, mas sim um reforço estratégico de uma intenção já declarada. Em julho deste ano, em entrevista ao Correio Braziliense, o ministro já havia sinalizado a previsão de um novo concurso TCU para 2026, com a oferta de aproximadamente 100 vagas para a área geral, que aceita candidatos de qualquer formação superior.

    Com base nas declarações do presidente e no ritmo administrativo para concursos dessa magnitude, as projeções já começam a se desenhar. Caso o certame seja confirmado, a expectativa é de que as provas ocorram apenas no segundo semestre de 2026, com as nomeações se estendendo para 2027 ou até 2028.

    Controladoria-Geral da União (CGU)

    A Controladoria-Geral da União enviou ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) nova solicitação de autorização para realização do seu concurso público.

    O pedido de novo edital contempla o total de 500 vagas, sendo:

    • Auditor Federal de Finanças e Controle – AFFC (nível superior): 470 vagas; e
    • Técnico Federal de Finanças e Controle – TFFC (nível médio): 30 vagas.

    Vale lembrar que o último certame do órgão, realizado em 2021, perderá sua validade em 13 de junho de 2026.

    Além disso, em novembro de 2024, um acordo foi assinado junto ao MGI para reestruturação das carreiras da CGU. Assim, os salários para Auditores e Técnicos do órgão, passam a ser os seguintes:

    • Auditor Federal de Finanças e Controle:
      • R$ 18.033,52 – janeiro de 2025
      • R$ 20.000,00 – abril de 2026
    • Técnico Federal de Finanças e Controle:
      • R$ 7.453,62 – janeiro de 2025
      • R$ 8.300,00 – abril de 2026

    Polícia Rodoviária Federal – concursos federais

    A movimentação da PRF em busca de novos servidores já está em andamento. Conforme apurado pelo time de jornalismo do Direção Concursos, a PRF enviou em 8 de agosto um ofício ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) solicitando:

    • 263 vagas para Policial Rodoviário Federal, com o objetivo de atingir o efetivo legal de 13.098 policiais;
    • 248 vagas para Agente Administrativo, no âmbito do Plano Especial de Cargos da PRF (PECPRF).

    Segundo a Divisão de Seleção e Provimento (DISEP), os pedidos encontram-se em tramitação junto aos órgãos competentes, porém, a expectativa institucional era de que a autorização para ambos os certames ocorresse ainda no ano de 2025, com previsão de provimento das vagas ao longo de 2026.

    Além disso, o diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Souza, confirmou a necessidade de aumento de efetivo a partir da PEC da Segurança Pública.

    Na audiência sobre segurança pública realizada no dia 3 de novembro, Souza disse que o ministro Ricardo Lewandovski sinalizou que a nova organização a partir da aprovação da proposta demanda ampliação no número de policiais.

    Vale lembrar que está em discussão uma Medida Provisória que prevê a criação de 4.902 cargos na área policial. Caso a proposta avance, o efetivo da PRF poderá ser ampliado para 18 mil policiais.

    Polícia Penal Federal – concursos federais

    A realização de um novo novo concurso Polícia Penal Federal está em estudo!

    Em documento oficial, a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) informou que já realiza estudos técnicos para elaboração de novo concurso público, com o objetivo de suprir as necessidades de longo prazo, conforme projeção de vacâncias e expansão institucional.

    A realização de um novo concurso público depende da aprovação da criação dos cargos de Policial Penal Federal, Especialista Federal em Execução Penal e Técnico Federal em Execução Penal.

    A Senappen pede a criação de 746 vagas para PPFs, distribuídos entre:

    • 571 para Unidades Penitenciárias Federais;
    • 100 para a Força Penal Nacional;
    • 75 para a Escola Nacional de Serviços Penais.

    Também foram solicitadas 193 oportunidades para Especialista Federal em Execução Penal e 39 para Técnico Federal em Execução Penal. No total, são pleiteados 978 vagas.

    Banco do Brasil – concursos federais

    Com o encerramento do cadastro reserva do último edital do concurso Banco do Brasil, de 2022, cresce a expectativa por um novo concurso público.

    Um novo edital foi recomendado pelo Tribunal de Contas da União no início de 2024, voltado para pessoas com deficiência. E, em junho do mesmo ano, a Diretoria de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB (DIPES) confirmou que estudos para a realização do novo certame estão sendo realizados.

    O banco também abriu um processo de remoção interna de empregados. A etapa, frequentemente, antecede a abertura de novo concurso público, pois é responsável por reorganizar o quadro de pessoal das instituições e dar mais clareza a respeito das vagas em aberto.

    Vale destacar que o contrato com a Fundação Cesgranrio, assinado em 2022 para a realização do concurso público anterior, foi prorrogado e possui validade até 11 de dezembro de 2025. Dessa forma, para o próximo ano uma nova banca pode ser considerada.

    Já em julho de 2024, a validade do último edital, de 2022, foi prorrogada por mais um ano e a vigência do certame encerrou no mês de julho.

    Apesar do banco afirmar que não há previsão de um novo concurso, é importante lembrar que, entre o penúltimo e o último edital, a distância entre o fim do CR e a abertura de um novo certame foi de apenas alguns meses.

    Além disso, o 35º Congresso Nacional dos Funcionários do BB (35º CNFBB) aprovou uma série de resoluções que definem as prioridades e bandeiras de luta da categoria para o próximo período, incluindo o tão aguardado concurso do banco.

    Fonte: Diário Oficial da União / Lei Orçamentária Anual 2026
    ✍️ Redigido por ContilNet

  • Inmet emite alerta de temporais para cidades do Acre; ventos podem chegar a 100 km/h

    Inmet emite alerta de temporais para cidades do Acre; ventos podem chegar a 100 km/h

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    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (2), alertas de chuvas intensas para municípios do Acre, com validade ao longo de todo o dia, das 0h às 23h59.

    De acordo com o órgão, há alerta amarelo, classificado como perigo potencial, para os municípios de Xapuri, Sena Madureira, Acrelândia, Bujari, Capixaba, Epitaciolândia, Feijó, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco e Senador Guiomard.

    Avisos valem durante todo o dia e indicam risco de alagamentos, ventos fortes e descargas elétricas/Foto: Reprodução

    Nesse nível de alerta, o Inmet prevê chuvas entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, além de ventos intensos, que podem variar entre 40 e 60 km/h. Ainda segundo o instituto, há baixo risco de ocorrências como corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

    Além do alerta amarelo, o Inmet também publicou alerta laranja, que indica perigo, válido para 22 municípios do Acre. Nesse caso, a previsão aponta chuvas mais intensas, entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, acompanhadas de ventos fortes, que podem chegar a 100 km/h.

    Alertas amarelo e laranja atingem diversas cidades acreanas nesta sexta-feira/Foto: Reprodução

    Para as áreas sob alerta laranja, o instituto destaca risco maior de transtornos, como interrupção no fornecimento de energia elétrica, queda de árvores, alagamentos em áreas urbanas e incidência de descargas elétricas. O Inmet recomenda atenção redobrada da população e acompanhamento das atualizações meteorológicas ao longo do dia.

  • Acreanos exploram resort hotel abandonado em Rio Branco e mostram imagens inéditas; ASSISTA

    Acreanos exploram resort hotel abandonado em Rio Branco e mostram imagens inéditas; ASSISTA

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    Um vídeo publicado no Instagram pelo acreano Thiago Silva, no perfil identificado como “NOFLOWVLOGS”, tem chamado a atenção dos seguidores ao mostrar a exploração do Comfort Hotel, na Transacreana, que está abandonado. Nas imagens, ele aparece acompanhado de mais dois amigos, percorrendo diferentes áreas da estrutura e revelando detalhes do interior do prédio.

    Registro foi publicado no perfil NOFLOWVLOGS e já soma milhares de visualizações/Foto: Reprodução

    Durante o vídeo, o criador de conteúdo mostra corredores, escadas e espaços internos do hotel, destacando o estado de abandono do local. A gravação alterna momentos de exploração com registros visuais da arquitetura e das condições em que o prédio se encontra.

    Além da curiosidade pelo ambiente, o vídeo ganha destaque pelas acrobacias realizadas por Thiago Silva, que aproveita o espaço para executar movimentos de parkour — modalidade que envolve deslocamentos rápidos e precisos, com saltos, escaladas e transposição de obstáculos, usando apenas o corpo.

    O conteúdo mistura aventura, exploração urbana e prática esportiva, características que já fazem parte do estilo do criador. A publicação repercutiu entre internautas, especialmente pelo nível de habilidade demonstrado nas manobras e pelo cenário inusitado escolhido para a gravação, e já ultrapassa 10 mil visualizações, além de registrar mais de 500 curtidas no Instagram.

  • Revitalizar o Rio Acre precisa ser uma política de Estado, diz José Américo em artigo

    Revitalizar o Rio Acre precisa ser uma política de Estado, diz José Américo em artigo

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    As recorrentes e cada vez mais intensas cheias do Rio Acre deixaram de ser um evento excepcional para se tornar um problema estrutural. A cada novo inverno amazônico, cresce a apreensão da população, especialmente em Rio Branco, diante da possibilidade de transbordamentos que atingem bairros inteiros, desabrigam famílias, interrompem serviços públicos e impõem elevados custos sociais e financeiros. As previsões de chuvas intensas para 2026 reforçam um alerta inadiável: se nada for feito de forma estruturante, as enchentes tendem a se tornar mais frequentes, mais rápidas e mais destrutivas.

    Rio Acre/Foto: Reprodução

    É preciso reconhecer que o atendimento emergencial às populações atingidas é fundamental e indispensável. Ações como abrigamento, assistência social, atendimento em saúde e garantia de alimentação salvam vidas e reduzem o sofrimento imediato. No entanto, por mais necessárias que sejam, essas medidas não podem continuar sendo a única resposta do Estado. Tratar enchentes apenas como emergências recorrentes é aceitar a repetição da tragédia e institucionalizar o improviso.

    O cenário atual não é fruto apenas das chuvas intensas. Ele é consequência direta de décadas de descaso com o Rio Acre. Ao longo do processo de ocupação do território, o rio foi transformado em receptor de esgoto sanitário, resíduos industriais e múltiplas agressões ambientais. Soma-se a isso a destruição das matas ciliares, vegetação essencial que protege as margens de rios, igarapés e mananciais, garantindo estabilidade ao solo e equilíbrio ao curso d’água.

    A degradação das matas ciliares acelerou um dos principais fatores de agravamento das enchentes: o assoreamento do leito do rio. Sem a proteção vegetal, o solo das margens é facilmente erodido e depositado no fundo do rio, tornando-o cada vez mais raso e reduzindo sua capacidade de vazão. Assim, volumes de água que antes seriam absorvidos pelo próprio curso passam a transbordar com rapidez, causando alagamentos severos e sucessivos.

    Diante dessa realidade, a revitalização do Rio Acre precisa ser assumida como uma política de Estado, permanente e contínua, que vá além de gestões e calendários eleitorais. Revitalizar o rio significa recuperar as matas ciliares, despoluir suas águas, ampliar e modernizar o tratamento de esgoto, controlar rigorosamente o lançamento de resíduos e ordenar de forma responsável o uso do solo em toda a bacia hidrográfica.

    Uma política consistente de revitalização não elimina as cheias, mas reduz drasticamente seus impactos. Permite uma convivência mais segura com as elevações do nível do rio, diminui prejuízos materiais, protege vidas e fortalece a resiliência urbana frente às mudanças climáticas. Também promove ganhos ambientais, sociais e econômicos, beneficiando populações ribeirinhas, a cidade e o estado como um todo.

    O Rio Acre não pode continuar sendo tratado apenas como um problema, seja na seca ou nas enchentes. Ele precisa ser visto como um patrimônio ambiental e social estratégico. Socorrer é necessário. Prevenir é urgente. E revitalizar o rio é o único caminho capaz de romper o ciclo de perdas, sofrimento e reconstrução que se repete ano após ano. Transformar essa agenda em compromisso permanente é uma escolha política que definirá o futuro do Acre.

    *Zé Américo Silva é jornalista e consultor de Marketing Político

     

  • David Brazil afirma que comunidade da Grande Rio aceitou Virginia: “Conquistou seu espaço”

    David Brazil afirma que comunidade da Grande Rio aceitou Virginia: “Conquistou seu espaço”

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    David Brazil comentou o fim da polêmica com a escolha de Virginia Fonseca para substituir a posição de rainha de bateria da Grande Rio no Lugar de Paolla Oliveira. Em entrevista ao gshow, o promoter da escola afirmou que a comunidade já aceitou a influenciadora e garantiu que a mesma “conquistou o espaço” na agremiação de Duque de Caxias.

    “Graças a Deus, ela tá assim [diz, juntando os dedos, mostrando proximidade] com a comunidade, com a bateria. Tem muita gente que torce contra, tem muitos haters que ficam tentando, mas só quem vai à escola, só quem vai aos ensaios é que vê que a conexão da Virgínia, tanto com a bateria, como com comunidade. Nos ensaios de rua já deu para ver que ela está conquistando o seu espaço”, falou David.

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    Portal LeoDias
    Virginia assumiu o posto de rainha de bateria da Grande Rio, que Paolla Oliveira ocupou até 2024Portal LeoDias

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    Virginia Fonseca foi coroada como nova rainha de bateria da Grande RioCrédito: Reprodução YouTube G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio

    Crédito: Reprodução YouTube G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio
    Virginia Fonseca foi coroada como nova rainha de bateria da Grande RioCrédito: Reprodução YouTube G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio

    Reprodução: Instagram/@virginia
    Virginia Fonseca foi coroada oficialmente rainha de bateria da Grande RioReprodução: Instagram/@virginia


    O influenciador ressaltou ainda que a decisão de deixar a escola foi de Paolla Oliveira, que por motivos pessoais entregou a posição na qual desfilou por 7 anos, e que foi a Grande Rio que foi atrás de Virgia para convida-la a ser rainha de bateria.

    “Não sei qual a dificuldade das pessoas entenderem que a Paolla, foi a Paolla! Maravilhosa. Paolla que pediu para sair. E ela tinha uns babados para resolver. Se ela quisesse, ficava lá até os 100 anos. Ela é soberana em Caxias. A escola foi atrás da Virgínia, não foi a Virgínia que foi atrás da Grande Rio. Fui a pomba da paz, a pomba branca que foi atrás da Virgínia, a pomba correio para fazer o convite. Graças a Deus, ela aceitou. Foi guerreira. Ela está entregando mais do que esperávamos e está conquistando seu espaço”, explicou.

  • Cantor Sam Smith surpreende ao passar Réveillon na Floresta Amazônia

    Cantor Sam Smith surpreende ao passar Réveillon na Floresta Amazônia

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    O cantor britânico Sam Smith surpreendeu ao mostrar o lugar que escolheu para começar 2026. O artista revelou nesta quinta-feira (1°/01) que passou a virada de ano direto da Floresta Amazônica.

    “Feliz ano novo mundo. Com amor, direto da Amazônia”, escreveu o artista internacional, que adicionou ainda um emoji de besouro. No carrossel publicado nas redes sociais, Sam mostrou registros da viagem, com fotos do Rio Amazonas, casas ribeirinhas e de um mini sapo típico da região.

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    Discreto, o britânico se manteve fora dos holofotes e agitação das cidades e escolheu uma peça única verde cintilante para a ocasião.

    O cantor tem passagens e parcerias com o Brasil, além de já ter se apresentado no Lollapalooza em 2024, Smith já realizou uma parceria musical com Iza. Também em 2024, ele autorizou a artista brasileira a fazer uma regravação de sua canção “Lay Me Down”, um de seus grandes hits.

    “Eu preciso dizer que quando eu ouvi você cantando Lay Me Down, eu estava no carro a caminho de um show e você me deixou sem ar!”, disse o músico na ocasião, enquanto a estrela do pop nacional ficou encantada ouvindo tudo.

  • Opinião: “Que História É Essa, Porchat?” acerta ao se reinventar fora do estúdio

    Opinião: “Que História É Essa, Porchat?” acerta ao se reinventar fora do estúdio

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    Para quem acompanha televisão com atenção, a última temporada de “Que História É Essa, Porchat?” deixou claro que o programa encontrou um caminho inteligente para se reinventar sem perder sua essência. A ideia central continua a mesma, simples e eficiente: pessoas famosas contando histórias pessoais que o público gosta de ouvir. O mérito está em como Fábio Porchat resolveu dar um passo além.

    Nesta temporada, o programa apostou em especiais fora do estúdio, o que trouxe um frescor imediato ao formato. Em Tocantins, Porchat mergulhou no universo de Paulo Vieira, dividindo a cena com sua família e explorando memórias que ganharam ainda mais força justamente por estarem no ambiente de origem do humorista. Foi um episódio que misturou afeto, identidade regional e boas histórias, tudo com naturalidade.

    Em Campinas, o clima foi outro, mas igualmente eficaz. O especial com Chitãozinho & Xororó apostou na nostalgia e na força da trajetória da dupla, com a participação de Sandy, que acrescentou uma camada emocional importante ao encontro. Não foi apenas um programa de entrevistas, mas um registro afetivo de uma história que atravessa gerações.

    Já no especial com Tiaguinho, o tom foi mais descontraído e contemporâneo, com participações que fugiram do óbvio, como o jogador de vôlei Bruninho e o ator Douglas Silva. A mistura funcionou porque manteve o foco no que o programa faz de melhor: boas histórias, bem contadas, com ritmo e espontaneidade.

    Muito disso passa pela condução de Porchat. Ele é rápido, ágil e sabe dividir a cena. Consegue emendar histórias próprias sem roubar o protagonismo dos convidados, mantendo o programa leve e divertido. É aquele tipo de atração gostosa de assistir, que funciona para toda a família e não exige esforço do espectador.

    Por tudo isso, fica a sensação de que a TV Globo tem em mãos um produto que merece ainda mais investimento. “Que História É Essa, Porchat?” mostrou que, mesmo com uma proposta simples, é possível inovar, surpreender e seguir relevante. Basta apostar em boas ideias e confiar no poder de uma boa história bem contada.

  • TikTok é notificado para identificar usuárias que humilharam influenciador com deficiência

    TikTok é notificado para identificar usuárias que humilharam influenciador com deficiência

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    O caso do rapaz portador de deficiência intelectual humilhado por três usuárias no TikTok foi para a esfera jurídica. Thiago Soares virou alvo de piadas e ofensas quando participava de uma “batalha ao vivo” na rede social. Agora, a Justiça do Paraná determinou que a plataforma identifique as responsáveis pelo episódio constrangedor. A medida tem caráter liminar, segundo informações do jornal O Globo.

    Na ocasião, as usuárias do TikTok não conheciam o influenciador, mas debocharam da aparência dele e até do fato de ele não se comunicar falando. Na live, elas chegaram a fazer gestos capacitistas. O pedido feito pela Defensoria Pública, acatado pela juíza Márcia Mosko, é para que a rede social forneça dados dos perfis envolvidos no caso. O objetivo é que as três sejam responsabilizados nas esferas penal e cível.

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    Justiça do Paraná solicitou que TikTok identifique perfis que ofenderam o influenciador Thiago SoaresCrédito: Pexels

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    Justiça do Paraná solicitou que TikTok identifique perfis que ofenderam o influenciador Thiago SoaresCrédito: Pexels

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    Justiça do Paraná solicitou que TikTok identifique perfis que ofenderam o influenciador Thiago SoaresCrédito: Pexels

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    Justiça do Paraná solicitou que TikTok identifique perfis que ofenderam o influenciador Thiago SoaresCrédito: Pexels


    A plataforma, ao ser notificada, precisa apresentar dados como a porta lógica de acesso e o endereço de IP para identificar os perfis já excluídos. A multa diária é de R$ 500, limitada a 30 dias, se a determinação não for cumprida.

    De acordo com o processo, a imagem de Thiago Soares também teria sido usada para que as usuárias do TikTok angariassem doações em tom de zombaria. Além disso, uma das suspeitas chamou o influenciador de “nojento” e insinuou que ele seria explorado pelos próprios pais.

  • Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso por descumprir medida cautelar

    Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, é preso por descumprir medida cautelar

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    A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (2/1), a ordem de prisão preventiva contra Filipe Martins, ex-integrante da equipe da Presidência durante o governo Jair Bolsonaro. A decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e foi executada na residência de Martins, localizada em Ponta Grossa, no Paraná. Até então, ele se encontrava em prisão domiciliar desde o último fim de semana.

    Segundo Moraes, a medida foi tomada após o ex-assessor violar determinações impostas pela Justiça, especificamente ao acessar uma plataforma digital. A utilização de redes sociais é expressamente proibida nas cautelares estabelecidas contra ele.

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    Foto: Arthur Max/MRE/09-05-2019
    O ex-assessor da Presidência Filipe Martins durante palestra no Instituto Rio BrancoFoto: Arthur Max/MRE/09-05-2019

    Agência Senado
    Filipe Martins, ex-assessor de BolsonaroAgência Senado

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    Filipe MartinsReprodução: Redes Sociais

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    Filipe Martins e Jair BolsonaroReprodução: Redes Sociais

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    Martins foi sentenciado a 21 anos de prisão no processo em que é acusado de envolvimento na tentativa de ruptura institucional, além de outros quatro delitos. Para os ministros do STF, ele teve papel central na elaboração de um documento que previa ações para contestar o resultado das eleições presidenciais de 2022. A minuta teria sido apresentada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL) aos chefes das Forças Armadas.

    Apesar da condenação, a defesa ainda tenta reverter a decisão por meio de recursos. Por esse motivo, a prisão determinada agora não corresponde ao início do cumprimento da pena, mas sim a uma medida cautelar, motivada pelo descumprimento das regras impostas anteriormente.

    Na decisão que fundamenta a nova prisão, Moraes destacou que houve movimentação na conta de LinkedIn vinculada a Martins. Para o ministro, a conduta demonstra afronta às determinações judiciais. “O acusado demonstra total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas, em virtude de que, ao fazer uso das redes sociais, ofende as medidas cautelares aplicadas, assim como, todo o ordenamento jurídico”, escreveu Moraes.

    Dias antes, o ministro já havia intimado os advogados do ex-assessor a se manifestarem em até 24 horas sobre a suspeita de que Martins teria “utilizado a rede social LinkedIn para a busca de perfis de terceiros”, alertando para a possibilidade de decretação da prisão preventiva.

    Em resposta encaminhada ao STF, a defesa afirmou que assumiu o controle das contas em redes sociais de Martins desde sua prisão, ocorrida em fevereiro de 2024. Os advogados confirmaram que acessaram o LinkedIn, mas negaram qualquer tipo de publicação. Conforme as medidas impostas, o ex-assessor está impedido de usar plataformas digitais, seja de forma direta ou por intermédio de terceiros.

    Os representantes legais explicaram que o uso das contas tem finalidade exclusivamente técnica, voltada à coleta de informações para o processo.

    “O réu não fez postagem alguma no LinkedIn e a defesa apenas o utiliza para justamente verificar questões relacionadas à trajetória profissional do réu (que tem sido discutida no âmbito dos fatos investigados), contatos de eventuais testemunhas e no interesse da ampla defesa”, relataram.

    Entre as restrições determinadas pela Justiça está a “proibição de utilização de redes sociais próprias ou por terceira pessoa”. Ainda assim, os advogados sustentam que a medida deveria impedir apenas a publicação de conteúdos, não o simples acesso para fins de consulta.

    “A cautelar deve ser compreendida (e aplicada) como vedação de publicação ou manifestação em redes sociais próprias ou terceira pessoa fazendo isso, não como vedação de acesso diligente para busca, preservação e organização de elementos informativos em favor da defesa”, argumentaram.

    O advogado Jeffrey Chiquini, responsável pela defesa de Martins, afirmou que a prisão é injustificada e que seu cliente sempre respeitou as determinações judiciais.

    — Há dois anos, ele foi preso por uma viagem que não fez. Após provar que não viajou, ficou preso mais seis meses. Agora, sofre uma prisão domiciliar por culpa de terceiro, e hoje é preso sem que tenha descumprido nenhuma medida cautelar. Filipe Martins estava cumprindo de maneira exemplar as cautelares. Estava há mais de 600 dias cumprindo todas as determinações judiciais. Nunca recebeu nenhuma advertência e hoje foi punido sem que tenha feito nada de errado — disse em vídeo,

    A prisão domiciliar havia sido imposta no sábado, também por decisão de Moraes, que apontou risco de fuga após a condenação no STF. A mesma providência foi aplicada a outras nove pessoas consideradas envolvidas na articulação golpista.

    As novas determinações foram adotadas após o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, deixar o país rumo ao Paraguai e tentar embarcar para El Salvador na véspera do Natal.