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Pai de professor morto no DF, vice-prefeito no PI é alvo de golpistas
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Neymar acerta últimos detalhes para renovação com Santos até dezembro
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Bahia faz consulta pelo goleiro acreano Weverton, do Palmeiras
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Pico Paraná: jovem que sumiu em trilha andou 20 km até ser encontrado

Antes de ser localizado, na manhã desta segunda-feira (5/1), o jovem Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, percorreu cerca de 20 quilômetros a pé até chegar na fazenda onde foi encontrado, em Cacatu, no munícipio de Antonina (PR). A informação foi detalhada em vídeo pelo tenente-coronel Ícaro Gabriel Greinert, comandante do Grupo de Operações de Socorro Tático (Gost) do Corpo de Bombeiros, que participou das buscas pelo desaparecido.
Roberto estava desaparecido desde a última quinta-feira (1º/1), quando se separou do grupo com o qual fazia uma trilha de retorno do Pico Paraná, ponto mais alto da Região Sul do Brasil.
“Ele chegou sozinho até a localidade de Cacatu, em Antonina. Caminhou mais de 20 quilômetros, depois de cinco dias de buscas e do empenho de mais de mil bombeiros e voluntários atuando diariamente. Foi um trabalho bastante complexo e, felizmente, ele conseguiu superar as adversidades e chegar ao local onde foi encontrado”, afirmou o tenente-coronel.
Greinert acrescentou que, no momento em que Roberto foi localizado, as áreas de busca estavam sendo ampliadas.
Imagens do circuito de monitoramento da central de energia da fazenda onde o jovem foi encontrado mostram o momento em que ele chega ao local. No vídeo, Roberto aparece mancando de uma perna e segurando um litro de água mineral.
Após ser resgatado, o jovem foi encaminhado ao Hospital Municipal de Antonina.
Quadro de saúde
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR) informou que Roberto está lúcido, mas apresenta sinais de desidratação leve, além de hematomas nos membros inferiores e assaduras. Segundo a pasta, ele recebeu medicação e foi submetido à reidratação endovenosa.
“Também foram solicitados exames laboratoriais e de imagem para investigação complementar. O paciente permanecerá em observação enquanto aguarda os resultados”, informou a secretaria.
Até a conclusão dos exames, Roberto seguirá internado sob observação médica.
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Jovem que desapareceu no Pico Paraná posa para foto com médicos
Sesa-PR
Após ser localizado em uma fazenda na localidade de Cacatu, no município de Antonina, no litoral do Paraná, na manhã desta segunda-feira (5/1), o jovem Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, foi encaminhado ao Hospital Municipal da cidade. Na unidade, ele passou por exames médicos e chegou a posar para uma fotografia ao lado da equipe de saúde.
O paradeiro do jovem era desconhecido havia cinco dias. Ele desapareceu durante uma trilha em direção ao Pico Paraná, ponto mais alto da Região Sul do Brasil, com 1.877 metros de altitude.
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR) informou que Roberto está lúcido, mas apresenta sinais de desidratação leve, além de hematomas nos membros inferiores e assaduras. Segundo a pasta, ele foi medicado e submetido à reidratação endovenosa.
“Também foram solicitados exames laboratoriais e de imagem para investigação complementar. O paciente permanecerá em observação enquanto aguarda os resultados”, informou a Sesa-PR.
Enquanto os exames não são concluídos, o jovem seguirá internado sob observação no hospital.
O desaparecimento
Roberto desapareceu na manhã da última quinta-feira (1º/1), após se separar do grupo durante a descida da trilha. Eles retornavam do cume do Pico Paraná.
Desde que o sumiço foi comunicado às autoridades, equipes realizaram buscas terrestres e aéreas, com o apoio de aeronaves e drones. A área onde o jovem foi visto pela última vez é considerada extremamente técnica, com mata fechada, trechos íngremes, penhascos, escadarias de pedra, grampos metálicos e mudanças bruscas de clima.
Diante da situação, o Instituto Água e Terra (IAT) determinou a restrição temporária de acesso ao Parque Estadual Pico Paraná, com o objetivo de evitar novos riscos e facilitar o trabalho das equipes de resgate.
A Polícia Civil acompanhou o caso e instaurou procedimento para apurar as circunstâncias do desaparecimento, inicialmente tratado como um incidente em ambiente natural.
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Nunes minimiza direito internacional sobre Venezuela: "Demagogia"
Leon Rodrigues/Secom
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse, nesta segunda-feira (5/1), que questionar a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela sob o ponto de vista da violação ao direito internacional é “muita demagogia”.
“Que direito internacional se pode avocar quando você tem uma situação de uma eleição fraudada, de alguém que coloca 90% da população em estado de pobreza, quando você tem um estado que expulsa oito milhões de venezuelanos? É muita demagogia as pessoas virem falar de uma questão como essa numa situação específica de um país que estava vivendo à base de ações do narcotráfico e colocando toda a sua população em um estado de pobreza e de força pela ditadura”, afirmou Nunes.
A fala aconteceu durante entrevista a jornalistas — em uma agenda na zona sul da capital paulista — e representa uma subida de tom nas críticas de Nunes ao governo de Nicolás Maduro.
Dois dias antes, quando as primeiras notícias sobre o ataque americano vieram à tona, o prefeito publicou uma nota, sem citar Maduro nem Donald Trump, dizendo que “nenhum povo deve viver sob repressão” e afirmando continuar “solidário ao povo da Venezuela”.
Violação
A invasão dos Estados Unidos ao país latino-americano não encontra respaldo no direito internacional, de acordo com especialistas. A Carta das Nações Unidas, por exemplo, diz que os países membros da ONU devem evitar o uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado.
O documento, inclusive, foi relembrado pelo embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese. Para ele, a ação americana é uma “flagrante violação” da carta.
Nunes, no entanto, disse nesta segunda, que é “muito bonito e poético” falar sobre direito internacional, mas que não se deveria “passar pano” para a situação vivida na Venezuela. “Eu escutei muita gente falando sobre o tal do direito internacional. Só esqueceram de falar do direito principal que é o direito à dignidade humana”, afirmou o prefeito.
Questionado no evento sobre as ameaças de Trump a outros países, como a Colômbia, Nunes afirmou que é preciso “eliminar os focos aonde se mantém o narcotráfico”.
“O país que tem a conivência com uma grande produção de cocaína e não acontece nada, não é possível que a gente vai ficar achando que isso é normal. Aquele governo tem a responsabilidade de dentro do seu território fazer as ações necessárias para que a gente elimine esse grande tráfico de drogas.”
A fala do prefeito paulistano abraça o discurso do presidente norte-americano que tenta justificar, em parte, a invasão à Venezuela sob o argumento de que Maduro seria o chefe de uma organização criminosa chamada Cartel dos Sóis — especialistas negam a existência do grupo. Trump também já chamou o presidente colombiano, Gustavo Petro, de “traficante produtor de cocaína”.
Petro tem respondido ao norte-americano. “Pare de me caluniar, senhor Trump. Não é assim que se ameaça um presidente latino-americano que chegou ao poder pela luta armada e, depois, pela luta do povo colombiano pela paz”, respondeu o colombiano na rede X.
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Cruzeiro do Sul está em 1º lugar na vacinação de crianças menores de 1 ano no Acre
Cruzeiro do Sul está em 1º lugar no Estado na avaliação da cobertura vacinal de crianças menores de 1 ano de idade, conforme os critérios do Calendário Nacional de Vacinação. É o único município do Acre a alcançar o indicador 9 de vacinação do Sistema Único de Saúde – SUS, que avalia a proporção de […] -

Vacinação contra o HPV tem prazo ampliado para jovens de Rio Branco
A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) segue como uma ferramenta central na prevenção de diversos tipos de câncer e continua disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Rio Branco. A imunização é gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e recomendada preferencialmente para meninas e meninos de 9 a 14 anos, […] -

Defesa diz que esposa de Maduro foi ferida durante captura pelos EUA
Jesus Vargas/Getty Imagens
A defesa de Cilia Flores, esposa do presidente venezuelano Nicolás Maduro, afirmou nesta segunda-feira (5/1) que ela sofreu ferimentos durante a captura do casal na Venezuela. Segundo o advogado Mark Donnelly, Flores pode ter fraturas ou hematomas graves nas costelas e necessita de avaliação médica.
“Como é possível ver”, disse Donnelly, “ela apresenta lesões graves”.
O casal foi detido no último sábado (3/1) após operações conduzidas pelos Estados Unidos em diversas regiões da Venezuela, confirmadas por Donald Trump.
A captura de Maduro e Flores ocorre no contexto de acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas, com Maduro apontado pelos EUA como chefe do Cartel de los Soles, recentemente classificado como organização terrorista internacional.
Casal se declara inocente
Durante a audiência de custódia realizada nesta segunda-feira no Tribunal do Distrito Sul de Nova York, Maduro se declarou inocente e relatou ao juiz Alvin Hellerstein: “Fui preso em minha casa em Caracas, Venezuela”.
Cilia Flores acompanhou o marido e também se declarou “completamente inocente”.
O juiz Hellerstein informou que ambos têm direito a contato com o consulado da Venezuela, prerrogativa que foi aceita pelo casal. A defesa destacou que tanto Maduro quanto Flores apresentam problemas de saúde e vão precisar de atenção médica contínua.
Os advogados de Flores afirmaram que não solicitarão liberdade sob fiança neste momento, e os de Maduro indicaram que o presidente venezuelano também não busca liberdade provisória atualmente. Hellerstein declarou haver base legal para manter ambos sob custódia, enquanto promotores informaram que irão cooperar com a defesa e agentes federais para resolver questões pendentes.
Barry Pollack, advogado norte-americano que representa Maduro, reforçou que haverá uma série de moções legais questionando a legalidade da captura, descrita como um “sequestro militar”, e ressaltou que Maduro goza de imunidade como chefe de Estado soberano.
O casal permanece detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, enquanto aguarda julgamento.
A próxima audiência para decidir sobre a manutenção das prisões está marcada para 17 de março.
