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  • MotoGP repara danos no asfalto em Goiânia e garante corrida Sprint

    MotoGP repara danos no asfalto em Goiânia e garante corrida Sprint

    Problema na superfície da reta principal adiou sessões classificatórias e forçou mudança imediata na agenda oficial do MotoGP, em Goiânia

  • MDB poderá ter uma chapa de peso para a câmara federal

    MDB poderá ter uma chapa de peso para a câmara federal

    O MDB poderá ter uma chapa para deputado federal das mais poderosas desta eleição. Com a ajuda do governo, o MDB está em tratativas com nomes como do deputado Pedro Longo, deputada federal Antônia Lúcia, secretário Minoru Kinpara, vereador Eber Machado, ex-prefeita Leila Galvão, e poderá ainda ter o ex-prefeito Mazinho Serafim e o secretário Ney Amorim – caso este não consiga montar uma chapa própria no podemos. O MDB quer fazer o anúncio oficial da composição da chapa de Jéssica Sales (MDB) como vice de Mailza Assis (PP), no próximo dia 28, com a presença de lideranças nacionais do partido, numa grande festa. Será a concretização da aliança com o grupo do governador Gladson Cameli.

    Presidente do PODEMOS, Ney Amorim, está com sérias dificuldades para montar uma chapa própria do seu partido, para disputar vagas na Câmara Federal. Faltam bons nomes. Ney é um político habilidoso e já deve ter avaliado que tem que estar numa chapa que tenha votos, para se eleger deputado federal. Não pode mais entrar em aventura, vem de duas derrotas seguidas para o Senado. E, ganhar um mandato, é essencial para a sua carreira política.

    Depois de uma luta árdua em que foi resiliente, o prefeito Tião Bocalom, enfim, conseguiu um partido com visibilidade e tempo de televisão para disputar o governo, o PSDB. Foi uma vitória. Terá que correr, porque terá até o dia 4 de abril para fazer filiações e montar chapas de deputado federal e deputado estadual. É uma barra.

    Bocalom teve dois fatos para comemorar esta semana: ter vencido a guerra contra o senador Alan Rick (Republicanos) pelo comando do PSDB; e, a inauguração ontem do viaduto Mamédio Bittar, uma obra que marcou a sua passagem pela PMRB.

    O deputado Eduardo Ribeiro disse ontem ao BLOG que nunca teve nenhum problema com o secretário da SEGOV, Luiz Calixto, e que este sempre tratou os deputados da base do governo com clareza e respeito, principalmente, no que diz respeito à sua relação direta com ele.

    O secretário Luiz Calixto tem virtudes: não engana ninguém, fala de frente e sempre colocou a cara aos tapas da oposição para defender o governo do Gladson Cameli. E, ninguém pode exigir dele além disso, porque não tem a caneta que demite e que nomeia. O resto, é conversa para boi dormir.

    O ex-prefeito Marcus Alexandre (MDB) foi sincero e leal na sua entrevista ao Bar do Vaz, no Ac24horas, ao justificar porque apoiará Gladson Cameli e Sérgio Petecão para o governo: “O Gladson podia ter feito, mas nunca me perseguiu no governo; e o Petecão esteve direto comigo na campanha para a prefeitura de Rio Branco.”

    Jorge Viana (PT) anunciou na coletiva à imprensa na última quinta-feira, o que o BLOG deu antecipado e com exclusividade, de que será candidato ao Senado. A sua fala foi muito incisiva de que não fará uma campanha olhando para a direita ou para esquerda, que vai conversar com todos os segmentos políticos, sendo taxativo sobre como será sua candidatura: “Não vim para brincar”. Traduzindo para o politiquês: vai para a campanha com muita estrutura.

    O que deve manter a candidatura da ex-prefeita Leila Galvão no MDB, é o fato do partido apoiar Mailza Assis (PP) ao governo. Leila é leal à Mailza, o que lhe levou a recusar propostas para ser candidata a deputada federal por partidos de oposição.

    Os três prefeitos da região, e mais os de Xapuri e Bujari, estiveram ontem em Brasiléia, para participar de um ato a favor da candidatura de Mailza Assis (PP) ao governo. O prefeito Carlinhos do Pelado foi taxativo ao dizer ser Mailza sua candidata a governadora.

    Em conversa com uma boa fonte, o prefeito de Brasiléia, Carlinhos do Pelado, teria comentado de que, ele vai apoiar a ex-prefeita Fernanda Hassem a deputada federal e Tadeu Hassem a deputado estadual, mas não abre mão de apoiar a Mailza para o governo. E, que caso a Fernanda seja vice do senador Rick (Republicanos), não a acompanhará.

    Foi uma surpresa de última hora o senador Márcio Bittar (PL) anunciar a candidatura do filho João Paulo (PL) a deputado federal. É um moço de muitas qualidades e a política precisa de renovação. Não sei como reagirá o resto da chapa do PL para a Câmara Federal.

    Na contabilidade política do senador Márcio Bittar (PL), ele crê que o partido elegerá dois deputados federais e três deputados estaduais.

    O senador Sérgio Petecão (PSD) descartou ao BLOG de forma vigorosa qualquer aliança com a federação formada pelo PT-PV-PCdoB. A decisão tomada é a de liberar o partido para apoiar qualquer candidato a governador, numa candidatura independente.

    Parece que os políticos de centro não estão querendo atrelar as suas imagens ao desgaste do PT. Foi assim com o Marcus Alexandre e agora com o senador Sérgio Petecão (PSD).

    Uma análise mais real do quadro político para as eleições deste ano, só poderá ser feita após o dia 4 de abril, quando todas as trocas partidárias terão sido concluídas. Ficaremos sabendo como serão formadas as chapas para deputado estadual e deputado federal. E começa o jogo.

    Qualquer pesquisa feita no momento para o governo e para senador será prematura, porque é muito grande ainda o número de indecisos. A pesquisa agora, é só para agradar quem contrata. Não sei se existe alguma no prelo, mas se tiver, o resultado não deve ser levado muito a sério, por estarmos ainda distantes da campanha. Pesquisa que vai dar um norte, serão as realizadas com as campanhas nas ruas.

    “O problema do mundo é que os tolos e fanáticos estão sempre cheios de convicção, enquanto os sábios estão cheios de dúvidas”. Bertrand Russell, filósofo.

    Luis Carlos Moreira Jorge, Bacharel em Direito, no jornalismo político desde 1978, militou nos principais órgãos de comunicação do estado, foi secretário de Comunicação de três governadores e três prefeitos.

  • Mulher impressiona com antes e depois de parar de consumir açúcar

    Mulher impressiona com antes e depois de parar de consumir açúcar

    Reprodução/Redes Sociais
    Chloe-Anne Cortes

    Um registro simples, mas impactante, transformou Chloe-Anne Cortes em assunto nas redes sociais. A jovem de 24 anos viralizou ao mostrar, em um vídeo no Instagram, as mudanças no próprio rosto após abandonar o consumo de açúcar refinado — conteúdo que já se aproxima de 11 milhões de visualizações.

    A comparação entre as imagens chama atenção: no “antes”, o rosto aparece mais inchado; no “depois”, os traços surgem mais definidos. Segundo ela, a diferença foi resultado de uma decisão tomada anos atrás. 

    O açúcar sendo derramado em fundo preto. Metrópoles
    Acúcar

    Em entrevista à Newsweek, Chloe afirmou que passou a notar alterações visíveis no contorno do rosto, especialmente nas maçãs e na linha do maxilar. Antes da mudança, ela relata que vivia em um ciclo frustrante. Mesmo seguindo dietas restritivas, consumindo suplementos e investindo em produtos considerados “saudáveis”, não via resultados. 

    Pelo contrário: lidava com cansaço constante, sensação de inchaço, acne e dificuldade para controlar o peso. “Nada parecia funcionar”, resumiu.

    A virada veio com a retirada do açúcar refinado da rotina alimentar. Com o tempo, além da perda de peso, ela percebeu melhora na pele, mais energia no dia a dia e uma sensação geral de bem-estar. As transformações foram tão marcantes que chegaram a levantar suspeitas entre seguidores. “Já questionaram se eu tinha feito procedimentos estéticos ou até se eram pessoas diferentes nas fotos”, contou.

    Chloe-Anne Cortes

    Hoje, Chloe mantém uma alimentação baseada em fontes naturais de açúcar, como frutas e mel, e afirma que o próprio paladar mudou. De acordo com ela, alimentos naturalmente doces passaram a parecer ainda mais intensos depois que o organismo se adaptou à nova rotina.

    O vídeo, publicado em março, também abriu espaço para relatos semelhantes nos comentários. Usuários compartilharam experiências com redução de açúcar, citando benefícios como melhora na pele, mais disposição e perda de peso — reforçando o interesse crescente pelo tema nas redes.

  • PM tentou impedir banho de coronel após morte de Gisele. Veja conversa

    PM tentou impedir banho de coronel após morte de Gisele. Veja conversa

    Reprodução/Polícia Civil
    mike jargão policiais tenente coronel

    O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto chegou a discutir com um cabo e um soldado antes de ir tomar o segundo banho no dia da morte da esposa, a PM Gisele Alves Santana. As reações do tenente-coronel após o corpo da mulher ser encontrado foram flagradas pelas câmeras corporais de policiais militares e de segurança.

    Um dos soldados que atendia a ocorrência desconfia da vontade de Neto em tomar um banho antes de ir para a delegacia e é confrontado pelo suspeito, que tem patente superior a sua dentro da Polícia Militar (confira o diálogo mais abaixo).

    Ele chega a falar para Geraldo Neto que a decisão é uma “ordem do tenente”. O suspeito respondeu imediatamente: “Para, eu vou tomar banho e vou trocar de roupa! Chama o tenente lá porque eu vou tomar banho e trocar de roupa”.

    As conversas entre o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e os policiais que tentaram impedir sua entrada no apartamento onde a esposa havia sido baleada, no centro da capital paulista, revelam um embate direto entre protocolo e hierarquia.

    Os diálogos, reproduzidos em inquérito instaurado pelo 8º DP, mostram insistência do oficial da Polícia Militar em acessar o imóvel e preocupação explícita dos agentes com a preservação da cena.

    O caso ganhou novo desdobramento na quarta-feira (18/3), quando o oficial foi preso pela Corregedoria da PM, acusado de feminicídio contra a soldado Gisele Alves Santana, morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro. A investigação também aponta suspeitas de fraude processual, com indícios de interferência na cena do crime e tentativas de construção de versão para o ocorrido.

    Em um momento crítico, descrito no inquérito, o oficial tenta entrar no apartamento logo após Gisele ser retirada do local, em estado gravíssimo. Ela morreu no Hospital das Clínicas, em decorrência do disparo, às 12h04. A entrada de Geraldo Neto foi contida por policiais militares de menor patente, porque o imóvel estava cheio de evidências a serem ainda periciadas. Mesmo assim, ele desrespeita as orientações e avança.

    O registro da Polícia Civil detalha que o cabo responsável pela contenção aponta para outro oficial e reforça que qualquer conversa deveria ocorrer fora do imóvel. Nem a recomendação de um desembargador presente no local, que sugere que o coronel não entre, é suficiente para barrá-lo. O magistrado é Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do oficial.

    Na sequência, já dentro do apartamento, o comportamento do oficial passa a gerar ainda mais estranhamento entre os policiais.

    Os diálogos transcritos no inquérito

    CB:O senhor não saiu do banho agora? O senhor falou que estava tomando banho.

    TC Neto:Irmão, eu entrei no banho (ligou o chuveiro) eu tava aqui tomando banho, dai eu escutei o barulho e eu abri a porta, quando abri eu vi minha esposa, peguei essa bermuda que tava aqui em cima, vesti a cueca e a bermuda, que eu não cheguei a tomar banho, eu nem fiz a barba ainda ó, a barba eu faço durante o banho, fazia um minuto que eu tava em baixo do chuveiro irmão.

    CB: É que o senhor sabe da burocracia que é né, você sabe da burocracia que é na PM, então quanto mais rápido agilizar se o senhor puder só colocar uma camiseta.

    TC Neto: Irmão, eu tenho 34 anos de serviço. Eu sei o que eu to falando. Eu vou tomar banho, irmão.

    Soldado:Não, não. A ordem é essa, do tenente.

    TC Neto:O que? Que eu não posso tomar um banho?

    Soldado:A ordem é essa!

    CB:Você não disse que acabou de tomar banho?

    TC Neto:Eu vou tomar banho.

    Soldado:Chama o tenente, por favor.

    TC Neto:Para, eu vou tomar banho e vou trocar de roupa! Chama o tenente lá porque eu vou tomar banho e trocar de roupa.

    Mesmo diante da orientação para evitar qualquer alteração no local, o oficial insiste em retornar ao banheiro. O cabo tenta intervir novamente

     

    CB: O senhor não quer colocar uma camiseta e um short rapidinho.

    TC Neto: Não eu não vou, eu não tô bem para ir assim, eu vou tomar um banho.

    CB (para Capitão): O cara vai lavar a mão, caralho.

     

     

    A fala, registrada de forma literal no inquérito, sintetiza o temor dos policiais diante da possibilidade de destruição de vestígios. Esse receio aparece ainda mais explícito em outro trecho.

     

    CB: ele vai fazer residuográfico antes né?

    Tenente: depende do que o perito falar, eu não vi nada.

    CB: vai deixar ele tomar banho e tudo?

    Tenente: ah, não tem como ele ir assim.

    CB: se tomar banho vai perder tudo os baguio [vestígios] da mão, e as conversas dele tá estranha… porque se fosse um paisano a gente já arrasta pra perto…

     

    O diálogo expõe não apenas a preocupação técnica, com a eventual perda de resíduos de disparo, mas também um incômodo institucional diante do tratamento diferenciado dado a um oficial de alta patente.

    A própria investigação aponta que o comportamento do coronel após o disparo levantou suspeitas, incluindo a realização de sucessivas ligações antes de acionar o socorro, o que, segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), pode indicar tentativa de alinhar uma versão para os fatos

    Mesmo diante das advertências, o tenente-coronel entrou e permaneceu no apartamento, acompanhado por policiais que tentaram limitar sua circulação. O episódio passou a ser considerado um dos elementos centrais da investigação sobre possível interferência na cena do crime.

    O tenente-coronel segue preso no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte paulistana. Ele insiste que a esposa se suicidou, como reforça sua defesa.

    Prisão mantida

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, nessa sexta-feira (20/3), uma reclamação da defesa do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto para tirar o policial militar da prisão. O oficial está detido em São Paulo, acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, em 18 de fevereiro.

    A defesa do tenente-coronel pediu o relaxamento imediato da prisão de Geraldo Leite, alegando uma possível ilegalidade no mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça Militar (TJM). Segundo os advogados, o STJ teria “inúmeros precedentes” para confirmar que a Justiça Militar não teria competência sobre o caso.

    O STJ, no entanto, negou a tese. De acordo com o ministro Reynaldo Soares da Fonseca, a corte não tomou nenhuma decisão específica sobre o mérito questionado pela defesa do oficial e, portanto, não pode analisar a ação.

    Feminicídio e fraude processual

    A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia e tornou réu o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto pelos crimes de feminicídio e fraude processual. O oficial é acusado de matar a esposa policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, no dia 18 de fevereiro.

    A denúncia foi oferecida pelas promotoras Ingrid Maria Bertolino Braido e Daniela Romanelli da Silva, no dia 18 de março.

    Segundo a promotoria, a acusação formal engloba os crimes de feminicídio qualificado, por ter sido praticado no contexto de violência doméstica e familiar, com circunstâncias agravantes como motivo torpe; e causas de aumento de pena, a exemplo do recurso que dificultou a defesa da vítima. A denúncia também cita o crime de fraude processual, alegando que o réu alterou a cena do crime para induzir a investigação ao erro.


    Morte de PM levou à prisão de tenente-coronel


    Competências

    Preso nessa quarta-feira (18/3) sob suspeita de feminicídio, Geraldo Leite Rosa Neto, 53, foi denunciado tanto na Justiça Militar quanto na Justiça comum. Ao final do processo, o agente pode ser condenado nos dois tribunais.

    O tenente-coronel foi detido em São José dos Campos, no interior de São Paulo, após solicitação da Corregedoria da PM ao Tribunal de Justiça Militar (TJM). Posteriormente, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) também defendeu a prisão, que foi decretada pelo Tribunal de Justiça (TJSP) no final da tarde.

    Na prática, os dois processos funcionam em paralelo, o que iniciou uma discussão sobre qual tribunal é competente para o caso. A própria defesa do tenente-coronel questionou o decreto de prisão do TJM e afirmou que entrou com reclamação no STJ porque Geraldo Neto está preso “por duas justiças distintas”. “Se houve a imputação de feminicídio e fraude processual, foi no âmbito privado, e não no âmbito da Justiça Militar”, disse o advogado Eugênio Malavasi.

    Oficialmente, crimes cometidos por militares são apreciados pela Justiça Militar. Mas casos de homicídio praticados por um policial contra vítimas civis são analisados na Justiça comum.

    Ao Metrópoles, a advogada criminalista Renata Camila Alves Prado afirmou que a discussão acontece porque a vítima também era da PM, o que motivaria o julgamento na Justiça Militar. No entanto, como o crime teria sido motivado por questões particulares alheias à instituição, a competência passa à Justiça comum. Segundo a especialista, o envolvimento dos dois tribunais não prejudica o andamento do processo.

    “A Justiça comum irá processar o crime de feminicídio e fraude processual. Já a Justiça Militar irá, ao final, processá-lo pelas condutas administrativas, ou que gerem impacto, pois muitos crimes acabam sendo punidos tanto na Justiça comum como na Justiça Militar”, afirmou.

    Segundo as autoridades, os pedidos de prisão foram motivados para garantir a ordem pública e o andamento das investigações. O magistrado do TJM destacou o risco de interferência nas investigações, inclusive pela possibilidade de influência sobre testemunhas, além da gravidade concreta dos fatos apurados.  Já o TJ destacou que o réu ocupa alto cargo na hierarquia da PM e muitas testemunhas são da corporação, o que poderia influenciar os depoimentos.

  • Caneta não resolve tudo: 5 motivos que podem travar o emagrecimento

    Caneta não resolve tudo: 5 motivos que podem travar o emagrecimento

    Getty Images
    Caneta de injeção de insulina Ozempic para diabéticos e perda de peso. Mulher se pesa e segura Ozempic na mão.

    Muitas pessoas apostam em medicamentos modernos, mas percebem que o emagrecimento travado continua sendo um desafio. Você sente que a balança não desce?overlay-cleverA verdade é que a caneta emagrecedora não faz milagres sozinha no organismo. Existem fatores biológicos e de rotina que podem anular os efeitos do remédio.

    Entenda como destravar o seu processo de forma saudável e definitiva.

    1. Noites de sono de má qualidade

    Dormir mal desregula hormônios fundamentais para o controle da fome e saciedade. A falta de descanso aumenta o cortisol e a vontade de comer doces. O corpo cansado economiza energia e reduz o ritmo do seu metabolismo. Priorizar o sono é o primeiro passo para o sucesso da dieta.

    Leia a matéria completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

  • "Não gosto de falsidade", diz Danilo Gentili após polêmica com Porchat

    "Não gosto de falsidade", diz Danilo Gentili após polêmica com Porchat

    Reprodução/Internet.
    nao-gosto-de-falsidade-gentili-fabio-porchat

    O apresentador Danilo Gentili comentou, em seu programa no SBT, declarações recentes de Fábio Porchat sobre a saída da Record.

    Em entrevista, o comunicador contou que a decisão teria ocorrido porque não via mais futuro para sua carreira no canal. Durante o The Noite, Gentili contestou a versão e disse ter sido surpreendido com a justificativa.

    Veja vídeo

    Não vem não, Porchat.
    Aqui pra você… pic.twitter.com/hQ8Rs6lxu6

    — Danilo Gentili (@DaniloGentili) March 20, 2026

    O que disse Danilo Gentili

    Ao abordar o tema, o apresentador ironizou a fala e afirmou:

    “Eu fiquei duplamente surpreso quando eu li isso, porque eu não sabia que agora chamavam Ibope de futuro, né? Não tinha futuro, por isso que ele parou”. Ele também comentou que não via o humorista com frequência e questionou o momento da declaração.

    Gentili ainda relembrou um encontro com Porchat em 2015, quando, segundo ele, o humorista teria dito: “Ano que vem, 2016, eu vou concorrer com você e o Adnet também”, durante uma conversa em um evento.

    O apresentador disse que a frase indicaria uma intenção de disputar audiência diretamente.

    Na sequência, ele afirmou que, em 2018, houve uma mudança no desempenho dos programas. “Em dois anos, Porchat perde quase metade da sua audiência e vê Gentili batendo recorde”, disse, em referência aos números registrados à época.

    “Tomou pau de mim”

    Durante o discurso, o apresentador reforçou sua posição e afirmou: “Não vem falar que acabou com o seu talk show porque não tinha mais futuro”. Em outro momento, ele declarou: “Saiu porque tomou um pau de mim”, ao comentar a saída de Porchat da emissora.

    Gentili também destacou o desempenho do próprio programa, mencionando alcance e audiência ao longo dos anos. Ele afirmou que o talk show segue entre os mais vistos, inclusive com grande repercussão em plataformas digitais.

    Ao longo da fala, o apresentador fez críticas a comportamentos que considera incoerentes no meio artístico.

    “‘Os caras vão lá na rodinha lá da Beautiful People, mete o pau, mete o pau em você. ‘Ele é um bosta mesmo, ele é taxista, malabarista, fascista’. Aí quando te vê pessoalmente: ‘Oi, meu amigo!’. Eu já falo na cara: meu amigo é o car*lho, vai tomar no seu c. É assim. Eu não gosto de falsidade!’”, finalizou dizendo.

  • BBB 26: Prova do Anjo movimenta o programa. Acompanhe em tempo real

    BBB 26: Prova do Anjo movimenta o programa. Acompanhe em tempo real

    Reprodução
    Participantes do BBB 26 reunidos - Metrópoles

    A 10ª Prova do Anjo está sendo disputada neste sábado (21/3) no BBB 26. O Anjo da semana vai imunizar um participante na formação de Paredão e vai escolher dois participantes para cumprir o Castigo do Monstro, que nesta semana será em dupla.

    Na prova, os participantes precisavam empilhar mini latinhas com uma pinça.

    Primeira participante, Ana Paula Renault foi eliminada por usar as mãos para espalhar as latinhas. Samira também foi eliminada por não conseguir cumprir a prova dentro do tempo limite de 20 minutos.

    Agora, Solange Couto realiza o desafio.

  • Com bolo e balões, Bia Kicis canta parabéns a Bolsonaro na porta de hospital

    Com bolo e balões, Bia Kicis canta parabéns a Bolsonaro na porta de hospital

    Junio Silva/Metrópoles
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    A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) levou, neste sábado (21/3), um bolo e balões verdes e amarelos ao Hospital DF Star para comemorar o aniversário de 71 anos do ex-presidente Jair Bolsonaro, internado há mais de uma semana.

    Com um bolo que remetia à bandeira do Brasil, a parlamentar distribuiu balões a apoiadores reunidos em frente à unidade de saúde e puxou um coro de parabéns ao ex-presidente.

    “Todo mundo tem que saber: Bolsonaro não está só. Nós não vamos largar a mão do Bolsonaro de jeito nenhum. Hoje é o aniversário desse homem que nós amamos, que está sofrendo, e a família dele está sofrendo, e o povo brasileiro está sofrendo”, afirmou.

    A deputada também mencionou o estado de saúde do ex-presidente e voltou a defender a concessão de prisão domiciliar.

    “Ele despertou tanto patriotismo em nós brasileiros, tanto amor, e está aqui se recuperando desde aquela facada, se recuperando agora dessa injustiça que ele está sofrendo”, disse.

    Kicis pediu que Bolsonaro cumpra pena em casa, e afirmou que a volta dele ao sistema prisional “significa uma sentença de morte”.

    Na sexta-feira (20/3), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste sobre o pedido da defesa para concessão de prisão domiciliar humanitária.

    A equipe médica também defende que Bolsonaro deixe a Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe, e passe a cumprir a pena em casa.

    Estado de saúde

    Bolsonaro está internado desde 13 de março devido a um quadro de broncopneumonia bacteriana e segue sem previsão de alta. Antes da internação, o ex-presidente apresentou febre, calafrios, sudorese intensa e queda de saturação.

    Segundo informações divulgadas pela equipe médica neste sábado (21/3), Bolsonaro apresentou evolução evolução clínica, e iniciou tratamento odontológico devido a uma dor na mandíbula direita.

    “(Bolsonaro) apresenta evolução clínica favorável, sem intercorrências. Iniciou tratamento odontológico devido a dor na região mandibular direita. Segue com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. No momento, sem previsão de alta hospitalar”, diz o boletim médico.

  • Idosa cadeirante é resgata de situação de maus-tratos no Entorno do DF

    Idosa cadeirante é resgata de situação de maus-tratos no Entorno do DF

    Divulgação/ PCGO
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    Uma idosa de 76 anos foi resgatada, nessa sexta-feira (20/3), de uma casa onde era mantida em situação de maus-tratos em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

    Segundo apurado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO) e pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) da região, a vítima, que é cadeirante, encontrava-se em situação de abandono, vivendo em ambiente precário, sem limpeza e sem cuidados adequados.

    Conforme a PCGO, a idosa morava com o neto, de 28 anos, na residência. Enquanto o homem trabalhava informalmente, a mulher ficava sozinha. Segundo a denúncia, testemunhas ouviam gritos agressivos durante a noite, além de presenciarem condições insalubres de higiene e alimentos realizados de forma improvisada em fogão a lenha.

    Diante da urgência e dos fortes indícios de maus-tratos, a autoridade policial requereu o mandado de busca e apreensão domiciliar, com autorização para entrada forçada na casa e acompanhamento de equipe multidisciplinar.

    A medida cautelar, segundo a PCGO, foi representada para apurar a suposta prática de maus-tratos, crimes no âmbito da Lei Maria da Penha e crime contra a pessoa idosa.

    A operação foi realizada em conjunto com o CREAS e peritos da Polícia Técnico-Científica. A vítima foi resgatada e encaminhada para um abrigo. O neto dela não se encontrava no local no momento do resgate.

  • Movimento negro realiza hoje (21) ato em defesa das cotas raciais

    Movimento negro realiza hoje (21) ato em defesa das cotas raciais

    Rio Branco recebe neste sábado (21), às 16h, o Ato Unificado 21M, mobilização que integra o movimento nacional em defesa das cotas raciais, das políticas de ações afirmativas e da reparação histórica e monetária pelos 388 anos de trabalho escravizado no Brasil.

    A atividade será realizada na sede da ADUFAC, localizada no campus da Universidade Federal do Acre (Ufac), na capital acreana.

    O ato é organizado por entidades do movimento negro no Acre, entre elas a UNEGRO/AC (União de Negras e Negros pela Igualdade) e o MNU/AC (Movimento Negro Unificado). As organizações atuam de forma articulada com a Convergência Negra e a Coalizão Negra por Direitos, que promovem mobilizações em diversas cidades do país na mesma data.

    A mobilização ocorre em referência ao Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, celebrado em 21 de março. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em memória ao massacre de Sharpeville, ocorrido na África do Sul, em 1960.

    No Brasil, o dia também marca o Dia Nacional das Tradições de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, além do Dia Mundial da Infância, reforçando o debate sobre o enfrentamento ao racismo em diferentes dimensões da sociedade.

    Segundo os organizadores, o objetivo do ato é fortalecer a mobilização social diante de recentes questionamentos e ameaças às políticas de ações afirmativas, além de reafirmar a importância da promoção da justiça racial, da equidade e da implementação de políticas públicas de reparação.

    A programação prevê falas de representantes de organizações, movimentos sociais e lideranças locais, além de momentos de mobilização e diálogo com a sociedade.