Categoria: Teste

  • Márcio Garcia reduz valor de venda de mansão “encalhada” há 2 anos

    Márcio Garcia reduz valor de venda de mansão “encalhada” há 2 anos

    Reprodução/Instagram Marcio Garcia
    Marcio Garcia

    O ator e apresentador Márcio Garcia ainda não conseguiu vender uma mansão milionária que ele possui no Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O imóvel, repleto de muito luxo e com uma estrutura cinematográfica, precisou passar por uma redução drástica de valor para encontrar um possível futuro comprador.

    Casa de cinema

    De acordo com o jornal O Globo, a mansão possui seis mil metros quadrados e tem vista privilegiada para o mar e para a Pedra da Gávea. O imóvel também conta com uma infraestrutura impressionante com piscina semiolímpica, jacuzzi, área para minigolfe, cinema, boate, academia e sete suítes, além de 18 banheiros.

    Anunciado originalmente por 50 milhões de dólares (cerca de R$ 260 milhões), o imóvel passou por uma redução drástica no valor da venda, segundo o corretor Cristiano Piquet. De acordo com o profissional, o anúncio na internet da mansão não está mais ativo, mas o imóvel continua à venda.

    Sem pressa

    O corretor, responsável pela negociação, informou que o ator e apresentador agora aceita ouvir propostas a partir de R$ 100 milhões. “Devido à realidade do país, não foi possível encontrar um cliente para pagar o que a casa vale, então o Márcio está disposto a escutar propostas”, comentou.

    Segundo Piquet, no entanto, não há pressa para fechar o negócio: “O Márcio está feliz na casa, sem pressa de vender, mas, se alguém fizer uma proposta tentadora, ele vende, pois os filhos já estão fora de casa e ele não precisa mais de tanto espaço.”

    E aí, ficou interessado?

  • Relembre a traição polêmica de Marcos Pasquim a Suzana Pires

    Relembre a traição polêmica de Marcos Pasquim a Suzana Pires

    Reprodução/Globo
    marcos-pasquim—suzana-pires

    A traição de Marcos Pasquim a Suzana Pires, que voltou a repercutir após inspirar situações da série Juntas e Separadas, foi um dos episódios mais comentados da vida pessoal de artistas brasileiros nos anos 2000.

    Na época, Suzana descobriu a infidelidade de forma inesperada: ao ler uma reportagem em jornal que expunha o caso. A revelação pública rapidamente ganhou repercussão e colocou a atriz no centro das atenções.

    Com o passar do tempo, Suzana passou a lidar com o episódio com mais leveza e até bom humor. Ao relembrar a história, chegou a dizer que virou “a coitadinha do Brasil”, em referência à grande repercussão do caso.

  • Relembre a traição polêmica de Marcos Pasquim a Suzana Pires

    Relembre a traição polêmica de Marcos Pasquim a Suzana Pires

    A atriz Suzana Pires descobriu a infidelidade de Marcos Pasquim ao ver notícia em jornal e virou assunto nacional

  • Setor de combustíveis critica medidas do governo e fala em distorções

    Setor de combustíveis critica medidas do governo e fala em distorções

    Divulgação
    Barris de Petróleo

    As medidas adotadas pelo governo federal para tentar conter a alta dos combustíveis provocaram reação do setor de petróleo e gás, que vê risco de distorções no mercado, insegurança regulatória e impactos sobre investimentos no país.

    Em posicionamento divulgado nesta semana, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) informou que, embora reconheça o caráter emergencial das ações diante da disparada do petróleo no cenário internacional, as intervenções podem gerar efeitos negativos ao longo da cadeia de combustíveis.

    Entre os principais pontos de crítica está a criação de um imposto sobre a exportação de petróleo, instituído por medida provisória.

    “É importante observar que intervenções dessa natureza também trazem riscos. Subsídios temporários, alterações na base de tributação e mecanismos adicionais de fiscalização podem gerar incertezas regulatórias e distorções de mercado se não forem acompanhados de previsibilidade nas condições de oferta e na formação de preços ao longo da cadeia”, afirmou o IBP em nota.

    Segundo o instituto, a cobrança pode reduzir a competitividade do produto brasileiro e afastar investimentos, especialmente por não prever prazo de vigência e por ter caráter considerado imprevisto.

    A entidade argumenta ainda que o setor é amplamente tributado por mecanismos como royalties e participação especial, o que faria do novo imposto uma forma de bitributação.

    Na avaliação do IBP, mudanças desse tipo afetam a previsibilidade necessária para uma indústria intensiva em capital e podem comprometer decisões de longo prazo, com reflexos sobre produção, empregos e arrecadação.

    Além da tributação sobre o petróleo, o pacote do governo inclui medidas para reduzir o preço do diesel, como a desoneração de tributos federais e a criação de subsídios. O setor reconhece que essas ações podem ajudar a conter a alta no curto prazo, especialmente sobre o transporte de cargas e a inflação de alimentos.

    Apesar disso, o IBP alerta que subsídios temporários e alterações na base tributária podem gerar distorções na formação de preços e incertezas regulatórias, caso não haja previsibilidade nas regras e coordenação entre os diferentes elos da cadeia.

    Outro ponto levantado pela entidade é o risco de desequilíbrio competitivo. O instituto critica propostas que favoreçam apenas combustíveis importados, o que poderia prejudicar a produção nacional e desestimular investimentos no refino no Brasil.

    O setor também defende que medidas de desoneração sejam acompanhadas pelos estados, especialmente no Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), principal tributo sobre combustíveis, para que tenham efeito mais amplo sobre os preços ao consumidor.

    “Entendemos que o caminho mais sustentável para o setor passa pelo equilíbrio de preços com o mercado internacional, pela previsibilidade regulatória, pela concorrência saudável e por políticas que assegurem o equilíbrio entre oferta e demanda. Nesse cenário, o papel da Petrobras, responsável pela maior parte do suprimento de derivados de petróleo ao mercado brasileiro, é fundamental”, disse.

    Medidas apresentadas pelo governo

    As medidas do governo ocorrem em meio a um cenário de forte alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio e restrições na oferta global.

    No Brasil, a pressão externa se soma a desafios internos, como a dependência de importações, especialmente de diesel, e a necessidade de equilibrar preços domésticos com o mercado internacional.

    Nesse contexto, o IBP defendeu que políticas públicas priorizem estabilidade regulatória, previsibilidade e equilíbrio entre oferta e demanda, evitando intervenções que possam comprometer o funcionamento do mercado no médio e longo prazo.

    A entidade também destaca o papel da Petrobras como principal fornecedora de combustíveis no país e ressalta a importância de garantir o abastecimento sem rupturas, em um momento de elevada volatilidade.

  • Setor de combustíveis critica medidas do governo e fala em distorções

    Setor de combustíveis critica medidas do governo e fala em distorções

    Divulgação
    Barris de Petróleo

    As medidas adotadas pelo governo federal para tentar conter a alta dos combustíveis provocaram reação do setor de petróleo e gás, que vê risco de distorções no mercado, insegurança regulatória e impactos sobre investimentos no país.

    Em posicionamento divulgado nesta semana, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) informou que, embora reconheça o caráter emergencial das ações diante da disparada do petróleo no cenário internacional, as intervenções podem gerar efeitos negativos ao longo da cadeia de combustíveis.

    Entre os principais pontos de crítica está a criação de um imposto sobre a exportação de petróleo, instituído por medida provisória.

    “É importante observar que intervenções dessa natureza também trazem riscos. Subsídios temporários, alterações na base de tributação e mecanismos adicionais de fiscalização podem gerar incertezas regulatórias e distorções de mercado se não forem acompanhados de previsibilidade nas condições de oferta e na formação de preços ao longo da cadeia”, afirmou o IBP em nota.

    Segundo o instituto, a cobrança pode reduzir a competitividade do produto brasileiro e afastar investimentos, especialmente por não prever prazo de vigência e por ter caráter considerado imprevisto.

    A entidade argumenta ainda que o setor é amplamente tributado por mecanismos como royalties e participação especial, o que faria do novo imposto uma forma de bitributação.

    Na avaliação do IBP, mudanças desse tipo afetam a previsibilidade necessária para uma indústria intensiva em capital e podem comprometer decisões de longo prazo, com reflexos sobre produção, empregos e arrecadação.

    Além da tributação sobre o petróleo, o pacote do governo inclui medidas para reduzir o preço do diesel, como a desoneração de tributos federais e a criação de subsídios. O setor reconhece que essas ações podem ajudar a conter a alta no curto prazo, especialmente sobre o transporte de cargas e a inflação de alimentos.

    Apesar disso, o IBP alerta que subsídios temporários e alterações na base tributária podem gerar distorções na formação de preços e incertezas regulatórias, caso não haja previsibilidade nas regras e coordenação entre os diferentes elos da cadeia.

    Outro ponto levantado pela entidade é o risco de desequilíbrio competitivo. O instituto critica propostas que favoreçam apenas combustíveis importados, o que poderia prejudicar a produção nacional e desestimular investimentos no refino no Brasil.

    O setor também defende que medidas de desoneração sejam acompanhadas pelos estados, especialmente no Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), principal tributo sobre combustíveis, para que tenham efeito mais amplo sobre os preços ao consumidor.

    “Entendemos que o caminho mais sustentável para o setor passa pelo equilíbrio de preços com o mercado internacional, pela previsibilidade regulatória, pela concorrência saudável e por políticas que assegurem o equilíbrio entre oferta e demanda. Nesse cenário, o papel da Petrobras, responsável pela maior parte do suprimento de derivados de petróleo ao mercado brasileiro, é fundamental”, disse.

    Medidas apresentadas pelo governo

    As medidas do governo ocorrem em meio a um cenário de forte alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio e restrições na oferta global.

    No Brasil, a pressão externa se soma a desafios internos, como a dependência de importações, especialmente de diesel, e a necessidade de equilibrar preços domésticos com o mercado internacional.

    Nesse contexto, o IBP defendeu que políticas públicas priorizem estabilidade regulatória, previsibilidade e equilíbrio entre oferta e demanda, evitando intervenções que possam comprometer o funcionamento do mercado no médio e longo prazo.

    A entidade também destaca o papel da Petrobras como principal fornecedora de combustíveis no país e ressalta a importância de garantir o abastecimento sem rupturas, em um momento de elevada volatilidade.

  • Foto: Flora Gil recorda os 8 meses da morte de Preta Gil

    Foto: Flora Gil recorda os 8 meses da morte de Preta Gil

    Instagram/Reprodução
    Flora Gil recorda os 8 meses da morte de Preta Gil - Metrópoles

    A morte de Preta Gil completa 8 meses nesta sexta-feira (20/3) e Flora Gil resolveu compartilhar um clique antigo ao lado da enteada. No post, a cantora aparece sorridente, ainda na adolescência, ao lado da esposa de seu pai.

    “8 meses ♥️”, escreveu a empresária na legenda da foto. Nos comentários, fãs da artista reagiram e enviaram mensagens.

    “Preta linda, querida 😍, muito querida 🌻. Muita luz e paz para Pretinha em sua jornada”, afirmou uma. “Saudade infinita ❤️”, disse outra. “❤️❤️❤️ todo meu amor”, postou uma terceira. “Sinto tanta falta 🌹”, assumiu mais uma.

    Flora Gil agradece mensagens de carinho

    Flora Gil, esposa de Gilberto Gil, usou as redes sociais, em julho do ano passado, para agradecer as mensagens de carinho após o falecimento de Preta Gil. Em uma postagem no Instagram, a madrasta da cantora disse que tem recebido muitas mensagens e não está dando conta de responder todo mundo.

    “Meus amigos queridos, tenho recebido muitas mensagens de carinho e não estou dando conta de responder a todos”, disse ela. “Agradeço a cada um de vocês por todo amor e respeito com a Preta e a nossa família nesse momento. Obrigada”, finalizou.

    Mais cedo, Gilberto Gil também se manifestou e emocionou os fãs ao homenagear a filha. O cantor compartilhou um vídeo onde Preta se apresenta ao seu lado: “Sempre tive orgulho de você, filha, e vou ter pra sempre 💙”, afirmou na legenda. No fim da gravação aparecem diversas fotos dos dois, inclusive da infância da artista.

    A morte de Preta Gil

    Preta Gil morreu, no dia 20 de julho do ano passado, em Nova York, nos Estados Unidos, onde estava fazendo tratamento experimental contra câncer no intestino. Como a coluna adiantou, a cantora teve uma piora em seu quadro de saúde, desde a semana anterior, e familiares e amigos da artista estavam em terras norte-americanas para acompanhá-la.

    Fontes contaram à coluna que Preta Gil estava se preparando para voltar ao Brasil, no mesmo dia em que faleceu, em uma UTI aérea. Pessoas próximas revelaram que esse foi um pedido da artista, voltar para a terra dela, após saber que o câncer havia se espalhado mesmo com o tratamento.

    No entanto, Preta acabou se sentindo mal durante uma sessão de quimioterapia e morreu dentro de uma ambulância, a caminho do aeroporto, onde embarcaria em um voo e retornaria para casa.

  • Foto: Flora Gil recorda os 8 meses da morte de Preta Gil

    Foto: Flora Gil recorda os 8 meses da morte de Preta Gil

    Instagram/Reprodução
    Flora Gil recorda os 8 meses da morte de Preta Gil - Metrópoles

    A morte de Preta Gil completa 8 meses nesta sexta-feira (20/3) e Flora Gil resolveu compartilhar um clique antigo ao lado da enteada. No post, a cantora aparece sorridente, ainda na adolescência, ao lado da esposa de seu pai.

    “8 meses ♥️”, escreveu a empresária na legenda da foto. Nos comentários, fãs da artista reagiram e enviaram mensagens.

    “Preta linda, querida 😍, muito querida 🌻. Muita luz e paz para Pretinha em sua jornada”, afirmou uma. “Saudade infinita ❤️”, disse outra. “❤️❤️❤️ todo meu amor”, postou uma terceira. “Sinto tanta falta 🌹”, assumiu mais uma.

    Flora Gil agradece mensagens de carinho

    Flora Gil, esposa de Gilberto Gil, usou as redes sociais, em julho do ano passado, para agradecer as mensagens de carinho após o falecimento de Preta Gil. Em uma postagem no Instagram, a madrasta da cantora disse que tem recebido muitas mensagens e não está dando conta de responder todo mundo.

    “Meus amigos queridos, tenho recebido muitas mensagens de carinho e não estou dando conta de responder a todos”, disse ela. “Agradeço a cada um de vocês por todo amor e respeito com a Preta e a nossa família nesse momento. Obrigada”, finalizou.

    Mais cedo, Gilberto Gil também se manifestou e emocionou os fãs ao homenagear a filha. O cantor compartilhou um vídeo onde Preta se apresenta ao seu lado: “Sempre tive orgulho de você, filha, e vou ter pra sempre 💙”, afirmou na legenda. No fim da gravação aparecem diversas fotos dos dois, inclusive da infância da artista.

    A morte de Preta Gil

    Preta Gil morreu, no dia 20 de julho do ano passado, em Nova York, nos Estados Unidos, onde estava fazendo tratamento experimental contra câncer no intestino. Como a coluna adiantou, a cantora teve uma piora em seu quadro de saúde, desde a semana anterior, e familiares e amigos da artista estavam em terras norte-americanas para acompanhá-la.

    Fontes contaram à coluna que Preta Gil estava se preparando para voltar ao Brasil, no mesmo dia em que faleceu, em uma UTI aérea. Pessoas próximas revelaram que esse foi um pedido da artista, voltar para a terra dela, após saber que o câncer havia se espalhado mesmo com o tratamento.

    No entanto, Preta acabou se sentindo mal durante uma sessão de quimioterapia e morreu dentro de uma ambulância, a caminho do aeroporto, onde embarcaria em um voo e retornaria para casa.

  • Boa Conversa: até onde vai a harmonia entre Bittar e Bocalom? Aliados se acusam de traição

    Boa Conversa: até onde vai a harmonia entre Bittar e Bocalom? Aliados se acusam de traição

    O programa Boa Conversa, exibido pelo ac24horasnesta sexta-feira, 20, debateu os principais acontecimentos políticos da semana no Acre como a filiação de Tião Bocalom no PSDB. A atração foi apresentada pelos jornalistas Marcos Venícios, Astério Moreira e Luiz Carlos Moreira Jorge, o Crica.

    Entre os temas abordados esteve a movimentação envolvendo a entrada do PSDB no atual cenário político estadual, assunto que gerou repercussão nos últimos dias. Ao comentar o episódio, Marcos Vinícius afirmou que o movimento não representou fragilidade política. “Ele não estava com pires na mão, mas com o público na mão”, declarou, ao avaliar o posicionamento do prefeito Tião Bocalom.

    O colunista Luiz Carlos Moreira Jorge também opinou sobre a filiação de Bocalom ao chamado “ninho tucano”. Para ele, o prefeito demonstra capacidade de adaptação no cenário político. “Vamos ser sinceros, esse Bocalom é resiliente, né? Ele ficou ali em cima, e o grupo do Alain tentando tomar o PSDB, e ele segurando, e foi… Outro foi recebido numa carreata, né, no aeroporto. Rapaz, o Bocalom, quando ele bota uma coisa na cabeça, não tem quem tire”, resumiu. Crica disse ainda que, se Bocalom não conseguisse entrar no PSDB, ele desistiria de disputar o governo. “Ele desistiria”.

    Durante o programa, o comentarista Astério Moreira afirmou que o prefeito Tião Bocalom demonstra uma disposição política que, segundo ele, falta ao Partido dos Trabalhadores (PT). “Eu estava dizendo que o que sobra no Bocalom falta neles, que é a disposição para a luta. O Bocalom, critique no que você quiser criticar, mas esse homem tem uma disposição. Ele podia muito bem ficar na prefeitura, realizar obras, terminar o mandato dele. Não. Ele diz: ‘Eu preciso governar o Acre’. É um negócio fora do comum”, declarou.

    Já o colunista Luiz Carlos Moreira Jorge, o Crica, afirmou que não se sensibiliza com as dificuldades enfrentadas pelo PT para montar chapa de deputado federal nas próximas eleições.

    “Eu vejo esse choro do PT, esse choro não me comove. Dizem que estão com dificuldade para montar a chapa de deputado federal. Por que Léo de Brito, Sibá Machado, Aníbal Diniz, Binho Marques e Angelim não vêm para ser candidatos? Eles foram candidatos no tempo em que o PT estava no auge, no poder, com a máquina”, comentou.

    Ao comentar um possível convite do PSDB para filiação de Alysson Bestene, Crica avaliou a hipótese como improvável. “Acho improvável ele abandonar o Gladson”, afirmou.

    Na análise sobre o cenário eleitoral, o colunista Luiz Carlos Moreira Jorge, o Crica, afirmou que a eleição para o governo do Estado ainda está indefinida e não pode ser considerada perdida para nenhum dos possíveis candidatos. “A eleição não está perdida nem para o Alan, nem para a Maílza. Porque a eleição se decide na campanha. A campanha propriamente dita ainda não começou, ela vai começar mais na frente. A campanha muda tudo. Estou cansado de ver candidatos tidos pelas pesquisas como favoritos”, ressaltou.

    Luiz Carlos Moreira Jorge (Crica) e Marcos Vinícius defenderam uma postura mais incisiva da vice-governadora Mailza Assis em relação à sua pré-candidatura. “Falta ousadia na Mailza”, afirmou Crica.

    Marcos complementou a avaliação ao destacar a necessidade de maior desenvoltura. “Precisa ter uma pitadinha de Socorro Nery, um pouco mais de desenvoltura. Falta isso à Mailza”, pontuou.

    Astério Moreira afirmou que a saída de deputados já era esperada nos bastidores políticos. Segundo ele, a decisão vinha sendo construída há algum tempo. “Já estava decidida lá atrás. Já existiam conversas, inclusive a gente comentou aqui. Eu falei na coluna que havia movimentações nesse sentido”, declarou.

    Astério acrescentou que, nos bastidores, há comentários de que a decisão pode ter sido um “tiro no pé”. “Comenta-se que agora, depois de esfriar e baixar a poeira, pode ter sido um tiro no pé. Mas isso é o que se comenta, não sei se é”, ponderou.

    O comentarista Astério Moreira afirmou que a próxima eleição deve provocar uma renovação significativa na Assembleia Legislativa, com possibilidade de oito a dez parlamentares não conseguirem se reeleger.

    “O certo é que de 8 a 10 deputados vão ficar sem mandato. Pode espremer, não tem como, é o jogo. Alguém vai ficar fora”, declarou. Luiz Carlos Moreira Jorge, o Crica, concordou com a avaliação e resumiu o cenário de forma direta: “Vai pra balsa”.

    O programa também abordou o provável anúncio de Jéssica Sales como vice na chapa majoritária de Mailza Assis, previsto para o próximo dia 28 de março. Durante a análise, Marcos Vinícius questionou a postura pública da possível indicada. “O MDB vai anunciar a vice da Mailza, que deve ser a Jéssica, no dia 28. Mas por que a Jéssica não fala? Por que não há uma declaração dela? Tudo bem, mas eu quero entender. A gente fica assim. Chamam todo mundo para anunciar uma coisa que todo mundo já sabe”.

    O programa também abordou o provável anúncio de Jéssica Sales como vice na chapa majoritária de Mailza Assis, previsto para o próximo dia 28 de março.

    Durante a análise, Marcos Vinícius questionou a postura pública da possível indicada. “O MDB vai anunciar a vice da Mailza, que deve ser a Jéssica, no dia 28. Mas por que a Jéssica não fala? Por que não há uma declaração dela? Tudo bem, mas eu quero entender. A gente fica assim. Chamam todo mundo para anunciar uma coisa que todo mundo já sabe”, afirmou.

    O programa também debateu a resposta do ex-deputado estadual Jenilson Leite, que acusou Jorge Viana de sufocar novas lideranças da esquerda. Ao comentar a declaração, Crica avaliou que a fala reflete ressentimentos do período eleitoral. “Isso é mágoa de campanha. As lideranças não surgiram, não se impuseram”, acrescentou.

    O colunista Luiz Carlos Moreira Jorge afirmou que a eventual candidatura de Jorge Viana tende a ser competitiva no cenário eleitoral. “Ele vem montado, estruturado. Vem forte”, declarou.

    Marcos Vinícius comentou que o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, tem enfrentado resistência de lideranças políticas. “O Jorge Viana está recebendo ‘não’ de todo mundo. Há 20 anos, isso era impossível. Ninguém dizia ‘não’ para alguém que tinha poder. Agora, todo mundo está dizendo ‘não’ para o Jorge”, afirmou.

  • Alunos de medicina do AC protestam após motos serem travadas pela polícia em Cobija

    Alunos de medicina do AC protestam após motos serem travadas pela polícia em Cobija

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostra universitários do Acre que estudam em Cobija, na Bolívia, em revolta após motocicletas serem travadas pela Polícia Boliviana durante ação de fiscalização nas proximidades de uma faculdade de medicina. As imagens foram recebidas pela reportagem do ac24horas.

    Eles também reclamam da falta de estacionamento próprio na universidade. Os alunos atribuem essa causa como o principal motivo para o estacionamento irregular nas ruas.

    No início do vídeo, jovens aparecem com as motocicletas nas mãos, tentando transferi-las para o outro lado da rua antes de novas autuações.

    Outro universitário, que gravava as imagens, também criticou a forma como a fiscalização foi conduzida. “Isso é tudo para não grampear a moto. Se estacionar errado aqui, acontece isso. Eu acho que o pessoal devia dar uma oportunidade pra quem não sabe, porque muita gente não tem essa informação”, afirmou.​​​​​​​​​​​​​​​​

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Quer ter um BYD? Campanha de 48 horas da marca facilita a compra

    Quer ter um BYD? Campanha de 48 horas da marca facilita a compra

    20/03/2026 14:28, atualizado 20/03/2026 14:28

    metropoles.com

    Em meio ao crescente interesse dos consumidores por carros elétricos ou híbridos no Brasil, a BYD promove, hoje e amanhã, 20 e 21 de março, a campanha 48 Horas Eletrizantes. Durante dois dias, todas as concessionárias da marca em território nacional funcionarão em horário estendido, das 8h às 20h, com condições especiais para a venda.

    A campanha reúne alguns dos principais veículos do portfólio da Greentech, com destaque para os super-híbridos da linha DM-i, BYD King GS e BYD Song Pro GS, que se destacam pela autonomia combinada e pela maior economia de combustível em comparação aos veículos tradicionais a combustão.

    Além disso, a campanha traz o BYD Dolphin Mini, o carro mais vendido no varejo do Brasil em fevereiro de 2026, de acordo com os dados divulgados pela Fenabrave em março deste ano.

    O 100% elétrico se destaca pelo excelente aproveitamento de espaço interno, mesmo sendo um compacto urbano; além do baixo custo de manutenção e da significativa redução no custo por quilômetro rodado.

    Super-híbridos

    A plataforma DM-i é a tecnologia super-híbrida da BYD que combina, de forma inteligente, motor elétrico e motor a combustão, priorizando eficiência energética e alta autonomia.

    Ela também oferece flexibilidade ao motorista, permitindo rodar com ou sem recarga na tomada, já que o próprio motor a combustão pode gerar energia para a bateria.

    A plataforma proporciona uma experiência de condução muito próxima à de um carro 100% elétrico, com excelente isolamento acústico. No modo elétrico, é possível percorrer até 78 km no BYD King GS, por exemplo, de acordo com testes do Inmetro.

    Para a maioria dos motoristas, essa autonomia já é suficiente para atender à rotina urbana diária sem consumir combustível, proporcionando uma condução silenciosa e confortável. Já em viagens mais longas, o sistema híbrido garante elevada autonomia combinada.

    Durante a campanha, o sedã na cor branca será oferecido com taxa 0% em até 24 parcelas ou com supervalorização de R$ 10.000 no usado, além das duas primeiras revisões e carregador portátil gratuitos.

    O BYD King GS, sedã híbrido da marca, pode alcançar até 1.200 quilômetros de autonomia, permitindo, por exemplo, percorrer o trajeto entre São Paulo e Brasília sem necessidade de reabastecimento ou recarga.

    Outro destaque das 48 Horas Eletrizantes é o BYD Song Pro GS, que contará com taxa 0% em até 36 parcelas ou supervalorização no usado, além das duas primeiras revisões e carregador portátil gratuitos.

    Ambos os modelos oferecem controle remoto completo pelo App BYD, incluindo travamento e destravamento das portas, acionamento do ar-condicionado, verificação da pressão dos pneus, localização do veículo e diversos outros recursos.

    Também contam com o pacote ADAS 2 (sistema de assistência ao motorista), com recursos como controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa, frenagem automática de emergência, detecção de ponto cego e muito mais.

    O BYD Song Pro GS, um dos SUVs médios da marca, pode alcançar até 1.100 quilômetros de autonomia total com bateria cheia e tanque completo.

    Dolphin Mini: mobilidade elétrica acessível

    Outro veículo da campanha é o BYD Dolphin Mini, líder de vendas no varejo no Brasil em fevereiro. O modelo conquistou o público ao unir tecnologia acessível, baixo custo de propriedade e praticidade no dia a dia — fatores que explicam a forte adesão no mercado.

    Compacto por fora e espaçoso por dentro, reúne dimensões otimizadas e alta tecnologia embarcada. É até 79% mais econômico que veículos a combustão (considerando 12 mil km por ano), conta com recarga rápida (30% a 80% em cerca de 30 minutos), baixo custo de manutenção, acabamento acima da categoria e controle remoto pelo app BYD.

    Durante as 48 Horas Eletrizantes, a versão Dolphin Mini GS será oferecida a partir de R$ 107.091 para venda direta por meio de CNPJ, com parcelas a partir de R$ 999, além das duas primeiras revisões gratuitas e carregador wallbox incluído.

    Reconhecido internacionalmente, foi eleito Melhor Carro Urbano Mundial de 2025 pelo World Car Awards e uma das melhores invenções de 2025 pela Time, reforçando a relevância global.

    O resultado é um modelo que alia eficiência financeira e sustentabilidade, ampliando o acesso à mobilidade elétrica no país.

    Atendimento ampliado

    A campanha 48 Horas Eletrizantes ocorre exclusivamente hoje e amanhã, 20 e 21 de março, com horário especial de funcionamento das concessionárias, das 8h às 20h, em todo o Brasil.

    Durante o evento, clientes poderão conhecer de perto toda a tecnologia dos modelos super-híbridos e 100% elétricos da marca, fazer test drives e avaliar as condições especiais de financiamento e troca oferecidas pela BYD.

    Consulte as ofertas no site oficial da BYD

    BYD

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