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  • Cantor de rock é preso após condenação por estupro; banda se pronuncia

    Cantor de rock é preso após condenação por estupro; banda se pronuncia

    Reprodução/ Instagram
    Imagem colorida de Fernando Kruscinscki - Metrópoles

    Fernando Kruscinscki (foto em destaque), vocalista da banda Uniclãs, foi preso na quarta-feira (18/2) em Porto Belo, Santa Catarina, por estupro. Ele foi condenado a sete anos em regime semiaberto pelo crime e a sentença já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso.

    Em nota divulgada no Instagram, a banda repudiou os atos de Fernando e diz que “tiveram conhecimento recente dos desdobramentos judiciais e que estão buscando compreender integralmente a situação junto à família e à defesa do artista”.

    “Ressaltam, ainda, que Fernando afirma sua inocência e está adotando medidas para reverter a decisão, buscando o devido esclarecimento dos fatos. A banda lamenta profundamente toda a situação e reforça seu respeito à memória da ex-companheira, filhos e familiares“, completa.

    Leia o comunicado completo:

    Diante do caso envolvendo o vocalista da banda Uniclãs, Fernando Kruscinscki, os demais integrantes vêm a público se manifestar com seriedade e respeito.

    A banda repudia de forma absoluta qualquer tipo de violência, em especial a violência contra a mulher, tema que consideram de extrema importância e que deve ser tratado com responsabilidade e sensibilidade.

    Em relação ao caso, os integrantes destacam que tiveram conhecimento recente dos desdobramentos judiciais e que estão buscando compreender integralmente a situação junto à família e à defesa do artista.

    Ressaltam, ainda, que Fernando afirma sua inocência e está adotando medidas para reverter a decisão, buscando o devido esclarecimento dos fatos.

    A banda lamenta profundamente toda a situação e reforça seu respeito à memória da ex-companheira, filhos e familiares.

    Por fim, os integrantes da Uniclãs afirmam que seguem acompanhando o caso e confiam na Justiça para a devida apuração.

    Por respeito às partes envolvidas e ao andamento do processo, não farão novos comentários neste momento.

     

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  • Imagens mostram estuprador pular de janela de 10 metros em fuga no DF. Veja vídeo

    Imagens mostram estuprador pular de janela de 10 metros em fuga no DF. Veja vídeo

    Imagem cedida ao Metrópoles
    Momento em que o foragido pula pela janela

    Investigado por estuprar, agredir e manter a ex-namorada em cárcere privado, o homem identificado como Luís Fernando Viturino Guedes foi preso nessa quinta-feira (19/3), no Paranoá (DF). Ao perceber a presença da Polícia Penal, o

    Veja: 

     

    Mesmo após a queda, o acusado tentou correr, mas foi contido e capturado pelas equipes. Com o impacto, ele teve diversas fraturas e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros militar do Distrito Federal (CBMDF). Ele também foi encaminhado a um hospital.

    Viturino era procurado desde 20 de fevereiro, quando teve a prisão preventiva decretada pelos crimes de estupro, cárcere privado e lesão corporal contra a ex-namorada, praticados em 31 de janeiro deste ano. Os crimes foram cometidos enquanto o custodiado usufruía do benefício de saída temporária.

    Imagens: 

    O custodiado segue na unidade hospitalar, e após a alta, será reconduzido ao sistema prisional e poderá perder o benefício da saída temporária em razão da fuga. Pelo mandado de prisão em aberto, continuará preso.

  • Delação de Vorcaro deve ser concluída no auge da campanha eleitoral

    Delação de Vorcaro deve ser concluída no auge da campanha eleitoral

    O processo de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro deve durar algo entre 3 e 6 meses, segundo fontes que acompanham o caso.

    Nesse prognóstico, ele seria finalizado entre o fim de junho e o fim de setembro, nas vésperas ou já durante o processo eleitoral que vai eleger presidente da República, governadores, deputados e senadores.

    O calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deste ano prevê que as convenções partidárias ocorram de 20 de julho a 5 de agosto. A propaganda eleitoral começa no dia 16 de agosto, nas ruas e na internet, e o horário eleitoral gratuito nas emissoras de rádio e televisão será exibido entre 28 de agosto e 1º de outubro.

    Primeiro, com a definição de que ela será conjunta com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.

    Segundo, com a transferência da custódia de Vorcaro de um presídio de segurança máxima para a Superintendência da Polícia Federal, uma demanda da defesa. A expectativa é de que, conforme as conversas evoluam, ele vá para uma prisão domiciliar, demanda inclusive feita pela defesa nesta semana ao ministro André Mendonça, mas não atendida, como mostrou a CNN.

    Agora, começam os dois processos mais complexos: que Vorcaro detalhe o que sabe e apresente provas; e que, em troca disso, seja negociada sua punição reduzida, tanto a privativa de liberdade quanto a pecuniária.

    Advogados especializados em delação apontam que o prazo do processo varia a depender do volume de informações do delator e da capacidade dos órgãos de investigação de validá-las. Mas, em um caso grande como o Master, é possível apostar em algo entre três e seis meses.

    Seria o tempo de elaborar os chamados anexos, documentos nos quais o delator separa as informações que vai delatar por tópicos, que podem ser tanto os nomes dos delatados quanto os casos a que se referem. No caso Master, por exemplo, um tópico possível pode ser “Reag” ou “AmapáPrev”.

    Durante esse processo de redação dos anexos, caberá à PF e à PGR cotejar a fala de Vorcaro e as provas com o que já foi levantado até agora e avaliar se seguram o processo para realizar operações decorrentes do que já foi informado e deixar a apuração mais robusta, ou se avançam sem isso.

    Esse cronograma, porém, pode ser alterado se houver muita pressão política para que a delação avance.

    Duas fontes relataram à CNN que a pressão contrária à delação já existe nos Três Poderes e continuará atuando.

    E o próprio ineditismo do formato surge como um potencial obstáculo. Nunca houve uma colaboração premiada conjunta da PF e da PGR, e as conexões de cada órgão são apontadas como dificultador.

    A cúpula da PF, por exemplo, é alinhada ao Palácio do Planalto, que tem potenciais delatados, em especial integrantes do PT da Bahia entre seus ocupantes. Já a PGR é muito próxima à ala política do STF, que tem como expoente Alexandre de Moraes, outro potencial delatado. Além disso, os dois órgãos historicamente disputam o protagonismo das investigações, e essa rivalidade pode atrapalhar o processo.

    Por outro lado, a pressão da opinião pública tem funcionado até agora. E o relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça, já disse a aliados considerar o caso determinante em sua biografia e que não cederá a pressões para esvaziar o processo.

  • Acaba nesta sexta prazo para pedir devolução de descontos do INSS

    Acaba nesta sexta prazo para pedir devolução de descontos do INSS

    Os segurados que sofreram descontos indevidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) precisam ficar atentos. Acaba nesta sexta-feira (20) o prazo para pedir o ressarcimento de valores debitados sem autorização para associações de aposentados e pensionistas.

    O prazo original se encerraria em 14 de fevereiro, mas foi prorrogado em mais de um mês por causa da reforma nos sistemas da Dataprev, estatal responsável pela tecnologia da informação da Previdência Social.

    De 27 de janeiro a 1º de fevereiro, a Dataprev fez uma manutenção que deixou os sistemas indisponíveis. Para garantir o amplo direito dos beneficiários que enfrentaram instabilidades no Meu INSS em meados de janeiro, o governo estendeu o prazo.

    O esquema de descontos indevidos foi revelado pela Operação Sem Desconto, deflagrada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que identificou fraudes em Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados entre o INSS e entidades associativas. As investigações levaram ao afastamento de parte da cúpula do instituto em abril do ano passado.

    A prorrogação busca assegurar que todos os lesados pelo esquema possam recuperar os valores de forma simplificada e sem necessidade de ação judicial.

    Como pedir a devolução
    Os beneficiários podem abrir pedidos de ressarcimento pelos canais oficiais do INSS:

  • Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

    Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

    A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (20) a parcela de março do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

    O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 683,75. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,77 bilhões.

    Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

    No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

    Os beneficiários de 171 cidades de nove estados receberam o pagamento na quarta-feira (18), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 126 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e os moradores de Juiz de Fora, Ubá, Patrocínio do Muriaé e Formiga, em Minas Gerais, afetados por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Paraná (1), Piauí (1), Rio de Janeiro (4), Roraima (6) e Sergipe (9).

    Essas localidades foram afetadas por chuvas, por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

    Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

    Cerca de 2,35 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Neste mês, o benefício médio para elas está em R$ 368,97.

    Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

  • Presidente da Conmebol afirma que Argentina é campeã da Finalíssima

    Presidente da Conmebol afirma que Argentina é campeã da Finalíssima

    Elianto/Mondadori Portfolio via Getty Images
    Foto colorida da seleção argentina - Metrópoles

    A Finalíssima foi cancelada, mas a polêmica continua. Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, declarou a Argentina como campeã do torneio.

    “A Argentina é bicampeã da Finalíssima. A Espanha não compareceu para jogar”, disse o dirigente, em entrevista à Rádio La Red.

    Apesar da fala do presidente da entidade, o status oficial é que a partida entre os campeões da Copa América e Eurocopa foi cancelada sem vencedor.

    A partida estava marcada para acontecer em Doha, no Catar, dia 27 de março. No entanto, o país cancelou todos os jogos sem previsão de remarcação, devido aos conflitos no Oriente Médio, o que afetou a Finalíssima. A proposta da Uefa era transferir o jogo para o Santiago Bernabéu, em Madri.

    Mas a Conmebol negou e afirmou que entre disputar a partida na Espanha não seria justo. “Nesse contexto, fica claro que a proposta de realizar uma única partida em Madri violaria o princípio da equidade esportiva, já que não se trata de um campo neutro”, escreveu a entidade por meio de nota.

    A entidade sul-americana ainda apontou como “insistente” o posicionamento para que a partida acontecesse na Espanha. Então, surgiu a opção de a partida ser disputada na Itália, em 27 de março. A sede foi aceita pela Federação Argentina, porém com um adendo, para que o duelo fosse realizado em 31 de março, três dias depois da data original. Mas a Uefa não concordou com o adiamento.

  • Justiça do DF mantém validade da lei de capitalização do BRB

    Justiça do DF mantém validade da lei de capitalização do BRB

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    BRB - Metrópoles

    A Justiça do Distrito Federal manteve a validade da lei de capitalização do Banco de Brasília (BRB). A nova sentença da 2ª Vara da Fazenda Pública manteve a suspensão da liminar que proibia o Governo do DF (GDF) de tomar medidas como o financiamento e o uso de imóveis públicos como garantia para socorrer o banco.

    A nova sentença foi proferida pelo juiz Daniel Eduardo Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), na quinta-feira (19/3).

    O magistrado aceitou a inclusão do Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades e Economia Mista do DF (Sindser) no processo.

    Além disso, o juiz enviou ofício com a decisão para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, responsável pelo caso do Banco Master.

    Anteriormente, o primeiro vice-presidente do TJDFT, o desembargador Roberval Belinati, derrubou a liminar na terça-feira (17/3).

    A liminar de primeira instância atendia ao pedido de uma ação civil pública ajuizada por Ricardo Cappelli, Cristovam Buarque, Rodrigo Dias, entre outros.

  • Ataque dos EUA e Israel mata porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã

    Ataque dos EUA e Israel mata porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã

    Reprodução
    imagem colorida porta-voz guarda revolucionária do irã

    De acordo com a TV estatal iraniana, o porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã e vice-diretor de relações públicas, Ali Mohammad Naini, foi morto em ataques lançados pelos Estados Unidos e por Israel, na madrugada desta sexta-feira (20/3).

    Segundo a agência de notícias Tasnim, Naini, que atuava como porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica desde 2024, “foi martirizado”. No momento do ataque, ele estava acompanhado de seu vice-diretor de relações públicas, que também morreu.

    A morte do porta-voz ocorreu logo após ele ter emitido um alerta contestando as reivindicações navais dos Estados Unidos no Oriente Médio. Israel ainda não se pronunciou sobre o ataque.

    Desafio a fala de Trump

    Ainda de acordo com a mídia local do Irã, Naini teria desafiado o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a afirmação de que a Marinha iraniana havia sido destruída.

    “Trump não disse que a Marinha do Irã foi destruída? Se disse, que envie seus navios para o Golfo Pérsico, se tiver coragem”, disse Naini, segundo a agência de notícias Tasnim.

    Um dia antes de sua morte, Naini também refutou uma alegação do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O líder de Israel teria dito que a produção de mísseis do Irã havia se tornado inoperante.

    Ele também insistiu que o Irã continuava produzindo mísseis, apesar dos ataques em curso. “Nossa indústria de mísseis merece nota máxima? e não há motivo para preocupação a esse respeito, pois, mesmo em condições de guerra, continuamos a produção de mísseis”, disse o porta-voz.

    Quem era o porta-voz

    Ali Mohammad Naini nasceu em 1957, em Kashan, no Irã. Ele era general de brigada da Guarda Revolucionária iraniana e atuava como porta-voz oficial da organização desde 2024, sob o comando de Hossein Salami.

    Além de sua posição militar, Naini foi professor de ciências sociais e membro do corpo docente da Universidade Imam Hossein. O Reino Unido impôs sanções a ele após os ataques com mísseis iranianos contra Israel, em outubro de 2024.

  • Não se viabilizará

    Não se viabilizará

    Não se viabilizará

    Por Narciso Mendes20 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

    O PSD do Kassab, como assim é denominado, não sairá fortalecido da próxima disputa presidencial.

    A nossa radicalização já definiu quais os dois pólos que irão disputar, em 2º turno, àquele que será eleito para presidir o nosso país no próximo quadriênio.  Em sendo assim não haverá espaço para o surgimento de um candidato da tal 3ª via a despeito do PSD, partido comandado pelo habilidoso Gilberto Kassab, dispor de um trio de razoáveis pré-candidatos.

    Dificilmente a disputa se encerrará em 1º turno, pois o mais provável é que a mesma se dará em 2º turno, e entre o atual presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro, desta feita, confirmando a nossa radicalização político/pessoal e não partidária. Por mais paradoxal que pareça, em todas as análises e pesquisas ambos aparecem com altíssimos índices de rejeição.

    Pior ainda: o candidato Lula continua sendo favorecido pelo anti bolsonarismo e o candidato Flávio Bolsonaro pelo anti lulismo. Em síntese: não haverá uma eleição, e sim, uma anti eleição, na qual iremos escolher o candidato menos rejeitado e não o melhor e mais qualificado.

    Nas democracias que se prezam são os seus partidos políticos que definem os seus candidatos, particularmente, os mais expressivos, mas no nosso país os candidatos a presidência da República, como restou provado, dependeu das vontades do atual presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. De certo, uma coisa: a nossa radicalização política irá continuar.

    E a quem devemos responsabilizar o descrédito dos nossos partidos políticos? Sem dúvidas, a nossa anárquica legislação, afinal de contas, se o detentor de mandato eletivo pode trocar de partido levando consigo o mandato que havia conseguido por outro partido, de pronto, desaparece o que deveria ser, politicamente, o que de mais precioso deveria existir na nossa atividade política,  a fidelidade partidária.

    Nos EUA, a despeito da existência dos seus vários partidos, nos últimos 100 anos e certamente no decorrer do próximo século, apenas dois partidos, o republicano e o democrata conseguem os seus presidentes, mas cá, entre nós, já elegemos dois presidentes que só vieram se filiar aos seus respectivos partidos faltando apenas seis meses para as próximas eleições. Reporto-me ao ex-presidente Fernando Collor, eleito pelo PRN e ao ex-presidente Jair Bolsonaro eleito pelo tal PSL.

    Por coincidências, tanto o PRN quanto o PSL já se encontram sepultados nos mesmos cemitérios, nos quais, dezenas de outros partidos já se encontram enterrados.

    Como se tudo isto não bastasse, em favor da nossa anarquia partidária chegamos a assistir a legalização da mais grave imoralidade no nosso sistema eleitoral, no caso, a instituição das chamadas emendas parlamentares aos nossos orçamentos públicos.

  • Mais vale um na mão

    Mais vale um na mão

    Mais vale um na mão

    20 de março de 2026 – 05h00 7 min de leitura

    Para fechar sobre este assunto governo x deputados “rebeldes”, todos estão sendo alertados sobre as promessas que estão recebendo e sabem que o prometido não tem viabilidade. Depois de assinar a ficha do partido que escolheu para ir, é só aguardar o pau cantar, pois quem prometeu estrutura e dinheiro fará de conta que não fez nenhum acordo. Por isso é que se diz: “melhor o respeito e o pouco garantido, do que a mentira no lugar do muito que um dia pensou que teria”.

    Eduardo puxa fila

    Muita gente tem creditado a saída do deputado Eduardo Ribeiro da base governista exclusivamente aos ombros do secretário de Governo, Luiz Calixto. O que é um equívoco. Há um refinado maestro de empresas que já mostra bom cacoete para articulação política. Encantado com a barba inculta de Alan Rick, quem sabe o moçoilo não tem cálculos para além da rotina empresarial? Volto a lembrar: “quem quer muito, traz de casa, né Arnaldo?

    Esse vai ter trabalho

    Olha… preparem o café do redator do Diário Oficial, porque os próximos dias prometem ser animados. Muitos vão sair das gestões estadual e municipal e outro tanto entrará. Já em modo pré-campanha, é claro que algumas “coincidências administrativas” vão começar a surgir, tipo contratos que desaparecem e reaparecem tudo muito natural, só uma daquelas mágicas burocráticas que a gente ama.

    Vai um, fica o outro

    A famosa debandada da família Hassem, pelo que tudo indica, se resumiu só à Fernanda e ao próprio filho. Pelo que chegou de bastidores, os indicados da dupla juraram fidelidade de joelhos, em cima de farinha, sim, literalmente, que vão continuar com a Mailza. É por isso que a listinha saiu mais para caldo de piaba do que para algo sério. Afinal, nesse Acre, ninguém aguenta esperar uma nomeação até 6 de janeiro de 2027, né?

    Louca da Fernanda

    Essa decisão dos Hassem pode sair bem cara para Fernanda e Tadeu. O senador Bittar, que mais parece um Gilberto Kassab versão acreana, percebeu o movimento e já lançou a candidatura de Sérgio Lopes para atrapalhar a Fernanda. Se a Fernanda tivesse um pingo de esperteza, teria fechado com Bittar, porque, na chapa governista, a do PL, seria mais fácil para a ex-prefeita garantir um mandato de deputada federal. Aliás, o redator não resistiria e daria o mesmo conselho ao Pedro Longo… mas, pelo jeito, conselhos de bastidor não têm sido muito considerados ultimamente.

    O último apaga as luzes

    E nos corredores políticos, o clima também é digno de nota. Em sessão, um deputado mais “engajado” fez questão de mandar o convite nada sutil para os que estão deixando a base: “venham para a oposição, a casa é grande”. Enquanto isso, o presidente da Assembleia, Nicolau Júnior, segue numa linha estratégica mais… contemplativa. Discrição virou quase arte de viver para ele, porque aparecer, de fato, ninguém viu.

    Pedrinho nos bastidores

    Conta nos corredores políticos, que o ex-reitor da UFAC, atual presidente da FEM e pré-candidato a deputado, Minoru Kinpara, esquentou a cabeça do dedo nesta semana de tanto recusar ligações do deputado Pedro Longo, que pretendia convencê-lo a deixar a base do governo para fortalecer a proposta de Bocalom ao PSDB. Quem viu, viu, e eu vi.

    Sem saber seu lugar

    Esses dias, em um evento no interior do Acre, um secretário falou antes do prefeito e deu todas as boas notícias e os números bons. Quando o chefe foi falar, a parte boa já havia sido dita. Tem secretário que realmente não entendeu quem tem os votos, quem deve brilhar e aparecer… Quá-quá-quá-quá!!!

    Equívoco

    A Prefeitura de Marechal Thaumaturgo começou mal a história da pavimentação com asfalto na cidade. Desperdiçou o material, inédito na cidade, na rua errada. A cena é digna de uma Sucupira piorada e mostra os servidores espalhando a massa asfáltica em uma rua já pavimentada com tijolo.

    Quem?

    Na Prefeitura de Rio Branco, quem é o setor responsável pela limpeza e manutenção das ciclovias e ciclofaixas? Por que quem usa bicicleta é tão invisível por aqui? Acorda, Rio Branco! Não vai tardar o dia em que se perceberá como esse meio de transporte é avançado.

    Gestão

    A reação rápida do prefeito Tião Bocalom diante da crise do transporte público indica tentativa de controle político do problema. Reuniões e promessas de diálogo foram o primeiro passo. A solução estrutural, porém, ainda não apareceu, né Velho Boca?

    Desafio

    O novo superintendente da RBTrans, Coronel Coutinho, tem o desafio de elevar a autarquia a um nível de reconhecimento público que se dá ao aparato de segurança pública, na capital. O desafio, no entanto, só não é maior do que aquele repórter que deseja falar com ele. Ô homem ruim de telefone…

    Renda

    O Bolsa Família injeta R$ 89,6 milhões no Acre, com tíquete médio de R$ 728,59 — 6,6% acima da média nacional. O dado reforça dependência da renda pública no Estado. Ao mesmo tempo, expõe a fragilidade do mercado formal.

    Preços

    A cesta básica atingiu R$ 681,70 em Rio Branco, com 83,6% concentrados em alimentos. A alta de 2,12% em um mês pressiona famílias de baixa renda. Volatilidade em itens como feijão (+7,1%) evidencia instabilidade.

    Infraestrutura

    Os R$ 224 milhões garantidos (na narrativa de Gladson) para obras, mostram planejamento antecipado, mas 19,2% ainda estão na fase de projeto. O desafio será transformar orçamento em execução. Histórico de atrasos cobra cautela.

    Salários

    A antecipação do pagamento dos servidores públicos do Acre da folha injeta liquidez imediata, mas reforça dependência da economia local do setor público. Medida tem efeito positivo no curto prazo. No médio, não resolve baixa diversificação econômica.

    Saúde

    Alô, gestores da saúde: o descumprimento judicial do TFD após mais de 2 anos revela falha estrutural. Parece que a multa de R$ 5 mil ao dia não foi suficiente para induzir solução. O impacto recai diretamente sobre casos urgentes.

    Cultura

    O credenciamento artístico amplia acesso e reduz burocracia ao substituir licitações pontuais no Acre. Modelo contínuo pode democratizar oportunidades. Risco está na execução desigual entre regionais… Alto Acre, Baixo Juruá…

    Migração

    A articulação com a ONU aponta avanço institucional, mas ainda em fase de estruturação. Integração via empreendedorismo é aposta relevante. Desafio será escalar políticas para além de projetos piloto. Os R$ 120 milhões que o Acre pretende destinar em emendas exigem qualificação técnica para execução. Sem isso, risco de subutilização é alto. Treinamento indica tentativa de corrigir gargalos recorrentes.

    Estágio

    A bolsa de R$ 2 mil do MPF a estagiários é competitiva frente à média local. Processo seletivo com prova online amplia acesso. Ainda assim, número de vagas tende a ser limitado frente à demanda.

    Contradições

    “O presidente prejudicou os governadores com essa redução do ICMS”. A fala foi de Lula, ao analisar a medida do ex-presidente Jair Bolsonaro que reduziu o ICMS nos estados. Lula disse que faltaria dinheiro para Educação, Saúde e Segurança. Recentemente, pediu “boa vontade” dos governadores para reduzirem a alíquota sobre o diesel.

    Conveniência

    Quem está no poder quase sempre age de acordo com a conveniência e com a circunstância. Na época que Bolsonaro impôs a medida foi um baque. Os governadores sentiram; acionaram a Justiça. Sem contar o acinte da privatização das refinarias (até rendeu alguns presentes a Bolsonaro, o leitor vai lembrar!).

    Voto

    Tudo gira em torno do voto e da perspectiva de poder. Trata-se, no fim das contas, disto. Com Lula, não é diferente. A perda de receita é estimada em R$ 3 bilhões (para importação do diesel até 31 de maio). Como diz um gestor público acostumado a lidar com números: “No ano de eleição, eles esquecem ou fingem esquecer o que falaram”.