Categoria: Teste

  • Infra-BR: saiba tudo sobre índice que mapeia a infraestrutura do país. Veja vídeo

    Infra-BR: saiba tudo sobre índice que mapeia a infraestrutura do país. Veja vídeo

    19/03/2026 14:50, atualizado 19/03/2026 14:51

    metropoles.com

    Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) lançou, esta semana, a plataforma Infra-BR, que avalia, estado por estado, as condições de infraestrutura do país em seis dimensões, além de 20 componentes e 67 indicadores.

    Para entender mais sobre a ferramenta, a plataforma é tema de um bate-papo exclusivo do Metrópoles com o presidente do conselho, o engenheiro Vinicius Marchese.

    Acompanhe a entrevista completa:

  • Trump cita Irã ao defender US$ 200 bilhões ao Pentágono: “Preço baixo”

    Trump cita Irã ao defender US$ 200 bilhões ao Pentágono: “Preço baixo”

    Anna Moneymaker/Getty Images
    Presidente Donald Trump assina ordens executivas no Salão Oval em Washington, DC. Trump toma posse para seu segundo mandato como 47º presidente dos Estados Unidos - Metrópoles

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (19/3), que pode solicitar até US$ 200 bilhões em novo financiamento para o Pentágono, classificando-o como um “pequeno preço a pagar” para manter a capacidade militar do país diante do conflito com o Irã.

    “Queremos estar na melhor forma em que já estivemos. É um pequeno preço a pagar para garantir que permaneçamos firmes”, disse ao defender o reforço orçamentário.

    Apesar da menção direta ao Irã, Trump ressaltou que o pedido de recursos não se limitaria a um possível confronto no Oriente Médio.

    “Estamos pedindo por muitas razões, além do que estamos falando sobre o Irã”, afirmou.

    O republicano negou que os EUA estivessem com falta de qualquer armamento. Segundo ele, a administração estava sendo “criteriosa” sobre seus gastos.

  • 84% rejeitam Erika Hilton na Comissão da Mulher, diz pesquisa RealTime

    84% rejeitam Erika Hilton na Comissão da Mulher, diz pesquisa RealTime

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Erika Hilton na Comissão da Mulher

    Um levantamento da Real Time Big Data indica que a maioria dos brasileiros rejeita a indicação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Segundo a pesquisa, 84% dos brasileiros são contra a gestão dela no colegiado.

    O estudo também mostra que apenas 16% concordam com a indicação da parlamentar, enquanto 84% discordam. O nível de conhecimento sobre o caso é elevado: 82% dos entrevistados afirmaram já ter tomado conhecimento da nomeação, contra 18% que disseram não conhecer o tema.

    Leia aqui a íntegra da pesquisa.

    O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o país, entre os dias 17 e 18 de março de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

    Nesta quarta-feira (19), Erika Hilton presidiu sua primeira reunião da Comissão das Mulheres. A sessão foi marcada por conflitos com deputadas de direita.

    Por renda, o maior apoio aparece entre os que recebem mais de cinco salários mínimos (27%), contra 15% entre os que ganham até dois salários mínimos e 11% na faixa de dois a cinco salários mínimos. Já no recorte religioso, 23% dos católicos concordam com a indicação, ante apenas 5% dos evangélicos.

    A pesquisa também mediu a repercussão da fala do apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, sobre o caso. Para 61% dos entrevistados, a declaração foi correta e eles afirmam que diriam o mesmo. Outros 20% consideram que a fala foi correta, mas exagerada, enquanto 19% avaliam que foi preconceituosa.

    “Ela é trans. Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher”, disse Ratinho, ao vivo em seu programa no SBT.

  • MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares

    MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares

    O Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) contra sentença da Justiça Federal no Acre que julgou improcedente ação civil pública sobre regras impostas a estudantes de escolas militares e cívico-militares. A decisão considerou que essas instituições possuem natureza diferenciada e que a adoção de padrões rígidos de conduta integra o exercício regular do poder disciplinar, sem configurar violação de direitos.

    No recurso assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, o MPF sustenta que a sentença afastou indevidamente a proteção constitucional de direitos fundamentais ao admitir restrições que atingem diretamente a liberdade de expressão, a intimidade e a vida privada dos alunos.

    Segundo o órgão, embora o modelo militar possua especificidades, isso não autoriza a imposição de regras desproporcionais. O MPF argumenta que as exigências relacionadas à aparência e ao comportamento dos estudantes não possuem relação comprovada com a melhoria da qualidade do ensino e não atendem aos critérios de adequação, necessidade e proporcionalidade exigidos pela Constituição.

    A manifestação também contesta o entendimento da sentença de que não haveria discriminação. Para o MPF, normas aparentemente neutras produzem impactos desiguais, atingindo com maior intensidade estudantes pretos e pardos, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIA+. Nessa perspectiva, o órgão aponta a existência de discriminação indireta e possível racismo institucional, ao restringir formas de expressão ligadas à identidade e à cultura desses grupos.

    O recurso ainda demonstra que a aplicação dessas regras tem gerado constrangimentos, sanções disciplinares e impactos negativos no ambiente escolar, comprometendo a pluralidade e o desenvolvimento dos alunos. Para o MPF, o espaço educacional deve garantir diversidade, inclusão e liberdade, valores incompatíveis com a imposição de padrões baseados exclusivamente na lógica disciplinar militar.

    No recurso, o MPF requer a reforma da sentença para que sejam afastadas as regras que restringem direitos dos estudantes, com a determinação de que a União e o Estado deixem de impor padrões estéticos e comportamentais sem relação com a atividade educacional. O órgão também pede que sejam garantidas a liberdade de expressão dos alunos, inclusive em manifestações, a vedação de punições por comportamentos neutros e a participação efetiva da comunidade escolar nos espaços de gestão.

    A ação do MPF – Apresentada em julho de 2023 pelo Ministério Público Federal, a ação civil pública busca assegurar o respeito às liberdades individuais e ao pluralismo no ambiente escolar. No centro do pedido, o órgão requer que as escolas militares e cívico-militares do estado não devem impor padrões estéticos e comportamentais rígidos aos alunos, baseados exclusivamente na cultura militar.

    A ação sustenta que normas que restringem o uso de determinados cortes de cabelo, penteados (como o black power), maquiagem, unhas pintadas ou adornos não possuem relação direta com a melhoria do processo de aprendizagem. Os pedidos foram motivados por denúncias de assédio moral, violência psicológica e cerceamento de liberdades fundamentais, ocorridas após o processo de “militarização” dessas escolas.

  • Dois anos após crime, mãe é condenada por matar filho de 1 ano

    Dois anos após crime, mãe é condenada por matar filho de 1 ano

    Arquivo pessoal
    Foto colorida de criança de chupeta

    A Justiça do Distrito Federalcondenou Lucimaria de Souza Barbosa a 30 anos de prisão por assassinar o próprio filho, Henry Sousa de Oliveira (foto em destaque), de 1 ano e 9 meses.

    “A justiça foi feita”, disse o pai da criança,  Gerson Darlan de Oliveira, 34, que esteve presente como testemunha no julgamento realizado nessa quarta-feira (18/3), no Tribunal do Júri de Planaltina.

    “Estou ficando mais tranquilo agora, mas nada vai trazer o Henry de volta. Que a pessoa que fez isso cumpra a sua pena completa“, afirmou.

    O bebê morreu na madrugada de 19 de janeiro 2024, na casa do namorado da mãe do menino, em Planaltina.

    Segundo a denúncia do Ministério Público (MPDFT), Lucimaria bateu a cabeça de Henry diversas vezes contra uma parede, causando a morte da criança.


    Relembre o caso


    Dia da morte

    Às 6 horas do dia da morte, Gerson recebeu apenas uma mensagem da ex-namorada informando da morte do filho. “Era só a frase ‘Henry morreu’. Fui correndo para o hospital para ver, mas ele já tinha morrido antes mesmo do socorro dos bombeiros”, contou.

    Gerson e Lucimaria namoraram por um ano e já estavam separados quando a mulher descobriu que estava grávida. “Eu nem sabia que ela estava com namorado, mas depois me falaram que ele sempre chorava quando o atual estava perto”, relatou.

    Segundo o relato da mãe, a criança foi dormir na noite anterior sem apresentar nenhuma anormalidade. Por volta das 5h40, ela foi trocar a fralda do menino, mas ele já apresentava pele fria, boca e extremidades arroxeadas e sem batimentos cardíacos.

    A mulher ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi orientada a fazer massagem cardíaca na criança, sem sucesso. O Corpo de Bombeiros (CBMDF) também foi acionado, mas a criança já se encontrava morta.

    Em seu depoimento, o namorado da mãe de Henry, Wildemar, disse que Lucimaria costumava bater no seu filho Henry para ele dormir e que foi acordado por ela no dia da morte.

    O pai de Henry discordou da decisão de retirar a acusação contra Wildemar e ainda pede o julgamento do homem. “Ela confessa que fez sozinha, mas eu discordo totalmente ele teve vários hematomas de quem era espancado constantemente antes de morrer lá identificado no IML, com certeza ele tem participação no crime”, afirmou.

    Lucimaria já estava presa preventivamente desde 2024 onde aguardava julgamento e agora cumprirá pena de 30 anos no Presídio Feminino do Distrito Federal.

    A defesa da mulher não foi encontrada. O espaço segue aberto para eventuais posicionamentos.

  • A "vitória" de Michelle Bolsonaro sobre um petista no TCU

    A "vitória" de Michelle Bolsonaro sobre um petista no TCU

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Michelle Bolsonaro deixa a Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro encontra-se preso Metropoles

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) obteve uma espécie de “vitória” no Tribunal de Contas da União (TCU), na semana passada, em um pedido de informações feito por um deputado petista.

    A vitória ocorreu em uma representação na qual o parlamentar solicitou informações sobre suposto lobby indevido de Michelle na concessão de empréstimos pela Caixa Econômica no governo Bolsonaro.

    O pedido havia sido feito pelo deputado Leo de Brito (PT-AC) em maio de 2022 e era baseado em uma reportagem apontando que Michelle teria feito lobby para Caixa liberar empréstimos a empresários aliados.

    Quase quatro anos depois, os ministros do TCU aprovaram por unanimidade resposta apontando que os empréstimos foram processados pela Caixa Econômica sem indícios de irregularidades.

    “Informar ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que os empréstimos mencionados na reportagem, objeto do Requerimento 59/2022, de autoria do Deputado Leo de Brito, datado de 31/5/2022, foram processados sem indícios de que as empresas indicadas tiveram algum benefício em relação às demais contratantes, não sendo detectadas assim irregularidades na concessão de empréstimo junto à Caixa Econômica a partir de influência da então primeira-dama, senhora Michele Bolsonaro, fato constatado em três auditorias diversas efetuadas pela Auditoria Interna da Caixa Econômica Federal“, diz trecho do acórdão do julgamento do TCU, ao qual a coluna teve acesso.

    O processo foi relatado pelo ministro-substituto Marcos Bemquerer Costa, que assumiu uma vaga no pleno da Corte de Contas após a aposentadoria do ministro Aroldo Cedraz, no final de fevereiro.

    O caso foi analisado pelo tribunal em sessão na quarta-feira (11/3). Após a aprovação da resposta, a representação foi considerada respondida e arquivada pela Corte de Contas.

  • Pressionados pelo petróleo, países dizem que vão ajudar EUA em Ormuz

    Pressionados pelo petróleo, países dizem que vão ajudar EUA em Ormuz

    Divulgação/Casa Branca
    Donald Trump em entrevista de imprensa na Casa Branca nesta segunda

    Após a guerra no Irã afetar o preço internacional do petróleo, países da Europa e o Japão voltaram atrás e agora se dizem prontos para ajudar os Estados Unidos e o presidente Donald Trump em uma missão para reabrir o Estreito de Ormuz.

    A informação foi divulgada nesta quinta-feira (19/3), em comunicado conjunto assinado por Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão.

    “Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito. Saudamos o compromisso das nações que estão se empenhando no planejamento preparatório”, disse um trecho da nota.

    Em atualização.

  • Chapa “Dialogando com as Pessoas” propõe nova dinâmica de gestão e reforço às políticas de permanência na Ufac

    Chapa “Dialogando com as Pessoas” propõe nova dinâmica de gestão e reforço às políticas de permanência na Ufac

    PROPOSTA DE MUDANÇA

    Chapa “Dialogando com as Pessoas” propõe nova dinâmica de gestão e reforço às políticas de permanência na Ufac

    Por Saimo Martins19 de março de 2026 – 12h39 3 min de leitura

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    Foto: Jardy Lopes/ac24horas

    A chapa “Dialogando com as Pessoas e Construindo o Futuro!”, composta por Josimar Batista Ferreira (reitor) e Marco Antonio Amaro (vice-reitor), também disputa as eleições para a escolha de reitor(a) e vice-reitor(a) da Universidade Federal do Acre (Ufac) para o quadriênio 2026-2030. A votação ocorre nesta quinta-feira (19), das 8h às 21h, de forma on-line. O resultado oficial deve ser divulgado na sexta-feira (20). Três chapas participam da consulta à comunidade acadêmica.

    Candidato a reitor, Josimar Batista Ferreira é engenheiro agrônomo, formado pela Ufac. Ele afirmou que o dia da eleição representa um momento de entusiasmo para a chapa.

    “Hoje é um dia de muita felicidade. Estamos aqui com o professor Marco Amaro, candidato a vice-reitor. Fizemos uma campanha limpa, de porta em porta, conversando com a comunidade acadêmica e com a sociedade. Apresentamos um projeto que tem como princípio o diálogo. Não existe universidade sem pessoas”, declarou.

    Foto: Jardy Lopes/ac24horas

    Josimar destacou que a proposta da chapa prioriza políticas de permanência estudantil. “Temos grandes desafios na educação superior, especialmente na região Norte. Precisamos garantir a presença permanente dos estudantes em sala de aula e, para isso, defender políticas de permanência, como residência estudantil e creche universitária, para atender principalmente mães estudantes que muitas vezes desistem por não terem onde deixar seus filhos”, afirmou.

    Ele também mencionou a necessidade de melhorias no restaurante universitário. “Defendemos uma alimentação de qualidade, que respeite as diversidades. Hoje há falhas para quem tem restrições alimentares ou é vegano. Vamos trazer essa pauta para que todos estejam incluídos no processo de alimentação”, disse.

    Outro ponto destacado pelo candidato é a ampliação das políticas de inclusão. “Temos uma universidade diversa por força das leis de cotas, mas, quando olhamos para os formados, a maioria ainda é composta por homens brancos. Precisamos incluir mais mulheres e fortalecer políticas para que elas estejam na universidade, na pesquisa, no ensino, na extensão e na inovação”, pontuou.

    Foto: Jardy Lopes/ac24horas

    O candidato a vice-reitor, Marco Antonio Amaro, afirmou que as expectativas para o pleito são positivas.

    “As expectativas são as melhores possíveis. O trabalho foi construído junto aos três segmentos da universidade, tanto na elaboração das propostas quanto no diálogo ao longo da campanha. Temos a certeza de que a comunidade entendeu que é preciso movimentar a Ufac e construir uma nova universidade”, declarou.

    Segundo Marco, a chapa defende renovação na gestão. “Acreditamos que a instituição precisa avançar e se reinventar. Nossa proposta é trazer uma nova dinâmica para a Ufac, com mais diálogo e participação”, concluiu.

  • Reunião sobre mediadores escolares termina em críticas com Gerlen deixando encontro

    Reunião sobre mediadores escolares termina em críticas com Gerlen deixando encontro

    Uma reunião marcada para discutir a presença de mediadores nas escolas da rede municipal de Sena Madureira terminou em clima de tensão na manhã desta quinta-feira (19). O prefeito Gerlen Diniz (Progressistas) participou do encontro com pais e mães de crianças autistas, mas deixou a sala antes do término, gerando críticas entre os presentes.

    Durante a reunião, Gerlen ouviu atentamente as reivindicações das famílias e destacou os avanços da administração em relação à educação especial. “Inicialmente foram na Câmara, no Ministério Público, fecharam a BR-364 e, por último, procuraram o prefeito. A ordem dos acontecimentos poderia ter sido inversa. Mesmo assim, quero deixar claro que não sou inimigo de vocês. Estamos à disposição para equacionar essa questão”, disse.

    O prefeito detalhou que, neste ano, 16 mediadores já foram contratados e que mais 13 devem ser contratados na próxima segunda-feira, totalizando 29 profissionais. Além disso, 84 cuidadores (assistentes educacionais) já atuam nas escolas e o número deve chegar a 115. No ano passado, a Prefeitura investiu R$ 4 milhões apenas com os mediadores.

    Apesar das garantias, a saída antecipada de Gerlen gerou críticas imediatas. A vereadora Lays Mayra e o deputado estadual Pablo Bregense (PSD) pediram que o prefeito permanecesse até o fim da reunião, sem sucesso. Segundo os presentes, a atitude demonstrou falta de sensibilidade diante das demandas urgentes das famílias.

    “Isso é um reflexo de uma pessoa que não tem nenhum preparo. Não escutou nenhum tipo de problema de vocês, ele veio aqui pra dizer que tá fazendo e não tá fazendo nada [Bregense se refere a Gerlen Diniz]. Esse senhor não tem nenhuma capacidade de ser o prefeito”, disse Pablo Bregense.

    O prefeito salientou, ainda, que a Educação de Sena Madureira vem se destacando a nível de Estado, tanto é que obteve o Selo ouro do MEC no quesito alfabetização das séries iniciais.

    “A Prefeitura vem investindo na educação em vários aspectos. Um dos exemplos é a merenda escolar que o aluno tem acesso antes de entrar para a sala de aula. Implantamos também a Escola em Tempo integral, dentre outros investimentos. Reitero, a nossa equipe continua à disposição da comunidade. Sou prefeito de Sena Madureira e quero fazer o melhor pela minha cidade”, completou.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.