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  • Messias no STF: Lula deve enviar indicação ao Congresso após Carnaval

    Messias no STF: Lula deve enviar indicação ao Congresso após Carnaval

    Ricardo Stuckert / PR
    Lula com o ministro da AGU Jorge Messias, o seu nome para o STF -- Metrópoles

    O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou nesta segunda-feira (2/2) que “há a possibilidade” de o Palácio do Planalto enviar ao Congresso a mensagem de indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) apenas após o Carnaval, marcado para 17 de fevereiro.

     

    “Há um diálogo em curso entre o presidente da República e o presidente do Congresso [Davi Alcolumbre]. A previsão de envio após o Carnaval é uma possibilidade, mas não quero adiantar nada, porque essa conversa está sendo travada entre os dois presidentes. Eles irão avaliar o melhor momento para que a mensagem seja encaminhada. Certamente, não será antes do Carnaval”, declarou o líder a jornalistas após a sessão de abertura dos trabalhos do Congresso.

    O presidente do Senado, senador Alcolumbre (União-AP), encerrou o ano insatisfeito com o governo após a indicação de Jorge Messias para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

    O parlamentar defendia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicasse um aliado, o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A indicação de Messias foi oficializada quase no fim de novembro.

    Em reação, o senador marcou rapidamente a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para 10 de dezembro, o que deixaria pouco tempo para a articulação da aprovação.

    O governo, por sua vez, demorou a enviar ao Congresso a mensagem formal de indicação, etapa necessária para o início do processo, gesto interpretado por Alcolumbre como provocação. Diante disso, a sabatina acabou desmarcada.

  • Vias da Esplanada serão parcialmente fechadas nesta terça-feira

    Vias da Esplanada serão parcialmente fechadas nesta terça-feira

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Esplanada dos ministérios: reforma administrativa reorganiza o serviço público

    O trânsito na Esplanada dos Ministérios será alterado nesta terça-feira (3/2) com o fechamento parcial do Eixo Monumental.

    As vias N1 e L4 da Esplanada, serão parcialmente fechadas por volta 9h30, o motivo é a realização da cerimônia de apresentação de cartas credenciais dos novos embaixadores, que acontecerá no Palácio do Planalto, com participação do presidente Lula.

    O Gabinete de Segurança Institucional, compartilhou a informação de que a via N1 na Praça dos Três Poderes até a altura da Estrada Parque das Nações, na L4, será interditada e pede para que os motoristas que precisem passar pelo espaço optem pelo percurso da via N2, acessando o Palácio do Planalto e seus Anexos.

    As pistas deverão ficar fechadas até o término do evento.

  • Looks do Grammy 2026 destacam ousadia e maximalismo como tendência

    Looks do Grammy 2026 destacam ousadia e maximalismo como tendência

    Neilson Barnard/Getty Images
    Chappell Roan Grammy 2026 - Metrópoles

    A cidade de Los Angeles foi palco da 68ª cerimônia anual do Grammy Awards no último domingo (1º/2). Além das performances musicais e da presença de celebridades amadas pelo público, o tapete vermelho transformou-se em um show à parte, com produções que chamaram a atenção na web. Entre os visuais, as plumas, os bordados e os tecidos brilhantes foram algumas das principais tendências. 

    Vem saber mais!

    Tate e Lady Gaga no Grammy 2026 - Metrópoles
    Tate McRae e Lady Gaga durante a 68ª cerimônia do Grammy Awards, que ocorreu na noite de domingo (1º/2)

     

    Ousadia no tapete vermelho

    No Grammy 2026, vários looks tiveram como ponto principal a ousadia. Uma das produções que mais chamou a atenção neste quesito, foi a da cantora Chappell Roan, que vestiu a grife Mugler. O traje faz referência ao vestido Nipple Ring, criado pela marca em 1998.

    Chappell Roan no Grammy 2026 - Metrópoles
    Look da etiqueta Mugler, usado pela artista Chappell Roan

     

    foto com cor. modelo na passarela com vestido mugler - metrópoles
    Vestido Nipple Ring, da Mugler

     

    Outra artista que se destacou pelo visual, foi a cantora Addison Rae. Para a ocasião, optou por vestir uma peça branca da maisonAlaïa. O look foi interpretado pelo público como uma referência à atriz Marilyn Monroe.

    Addison Rae no Grammy 2026 - Metrópoles
    Addison Rae no tapete vermelho do Grammy 2026

     

    Addison Rae no Grammy 2026 - Metrópoles
    Addison Rae referenciando Marilyn Monroe no tapete vermelho

     

    Já a cantora Lady Gaga usou um vestido da marca Matières Fécales; grife focada em peças com estética pós-humana e animalesca. Gaga optou por uma peça preta com penas, que remetia a um corvo.

    Lady Gaga no Grammy 2026 - Metrópoles
    Lady gaga no  tapete vermelho do Grammy de 2026

     

     

    Protestos contra o ICE 

    Para além dos looks, o tapete vermelho e a entrega de prêmios do Grammy 2026 também foram marcados pelos protestos contra o ICE. O serviço de imigração norte-americana tem sido o protagonista de situações polêmicas nas últimas semanas.

    Em resposta, artistas como Billie Eilish, Justin e Hailey Bieber e Joni Mitchell se mostraram contra as políticas migratórias atuais, assim como as atitudes do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O protesto ocorreu por meio de broches com os dizeres “ICE Out”.

    Hailey e Justin Bieber no Grammy 2026 - Metrópoles
    Hailey e Justin Bieber com broches “ICE Out”
  • Homem que matou a esposa é preso após quase 30 anos foragido

    Homem que matou a esposa é preso após quase 30 anos foragido

    Um trabalho conjunto entre o Departamento de Inteligência da Polícia Civil do Acre e a Delegacia-Geral de Sena Madureira resultou, nesta segunda-feira, 2, na prisão de V. C. S., de 62 anos, acusado de cometer um homicídio há 27 anos. O suspeito foi localizado em uma propriedade rural, na altura do km 60 da BR-364, […]

  • Deracre retira balseiros de pilares da passarela sobre o Rio Amônia, em Marechal Thaumaturgo

    Deracre retira balseiros de pilares da passarela sobre o Rio Amônia, em Marechal Thaumaturgo

    O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), realiza nesta segunda-feira, 21, a retirada de balseiros acumulados nos pilares da passarela em construção sobre o Rio Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo. A ação tem caráter preventivo e visa preservar a estrutura, evitando a obstrução do […]

  • Após polêmica, Marinha se manifesta sobre vídeo de Ana Castela

    Após polêmica, Marinha se manifesta sobre vídeo de Ana Castela

    Rprodução/Redes sociais.
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    A polêmica envolvendo um vídeo de Ana Castela pilotando um jet ski ganhou ainda mais força nas redes sociais após críticas públicas de Luana Piovani.

    A gravação, publicada pela própria cantora, mostra o momento em que ela conduz a moto aquática com um amigo na garupa e acaba caindo no mar durante uma manobra. O episódio dividiu opiniões e levantou questionamentos sobre a regularidade da condução do equipamento.

    Marinha se manifestou em nota

    Diante da repercussão, a Marinha do Brasil se manifestou sobre o caso. Em resposta enviada à coluna Fábia Oliveira, a Autoridade Marítima informou que tem ciência do vídeo, amplamente divulgado nas redes sociais, mas destacou que não pode divulgar informações de caráter pessoal que permitam a identificação de indivíduos, nem dados sobre eventual habilitação ou situação administrativa específica, em razão da Lei Geral de Proteção de Dados.

    No posicionamento, a Marinha ressaltou que realiza ações permanentes de fiscalização do tráfego aquaviário em todo o país, incluindo embarcações de esporte e recreio, como motos aquáticas.

    Segundo o órgão, essas ações têm como foco a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição hídrica. A nota também informa que, sempre que irregularidades são constatadas, medidas administrativas são adotadas conforme a legislação vigente.

    Ainda de acordo com a resposta, procedimentos de fiscalização não são divulgados de forma individualizada, especialmente quando envolvem dados protegidos por lei.

    Leia a nota na íntegra

    “A Marinha do Brasil informa que tem ciência do vídeo mencionado, amplamente divulgado em redes sociais. Entretanto, em observância à Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), não é possível divulgar informações de caráter pessoal que permitam a identificação de indivíduos, tampouco dados relacionados a eventual habilitação ou situação administrativa específica.

    Ressalta-se que a Autoridade Marítima realiza ações permanentes de fiscalização do tráfego aquaviário, incluindo a condução de embarcações de esporte e recreio, como as motos aquáticas, com foco na segurança da navegação, na salvaguarda da vida humana e na prevenção da poluição hídrica. Sempre que constatadas irregularidades, são adotadas as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação vigente.

    Por fim, esclarece-se que procedimentos de fiscalização não são divulgados de forma individualizada, especialmente quando envolvem dados protegidos por lei.”

    Entenda a polêmica

    O vídeo que motivou a repercussão foi publicado no final do mês passado. Nas imagens, Ana Castela aparece pilotando o jet ski com o amigo Odorico Reis na garupa.

    Após a queda, a situação é tratada com tom de brincadeira na legenda e no comentário feito pelo acompanhante, o que contribuiu para a divisão de opiniões entre internautas.

    Luana Piovani fez questão de manifestar indignação e protestou publicamente em um vídeo de um ativista que questionava a atitude da sertaneja:

    “Toma vergonha @anacastelacantora, melhor chamar alguém pra cuidar da sua imagem que tá cagada atrás de cagada”, escreveu a atriz, deixando clara sua desaprovação em relação ao comportamento exibido no vídeo.

  • Grammy 2026 vira palco político, provoca Trump e domina debate global

    Grammy 2026 vira palco político, provoca Trump e domina debate global

    Getty Images
    68th GRAMMY Awards – Show

    O Grammy Awards 2026, realizado neste domingo (1/2) na Crypto.com Arena, em Los Angeles, extrapolou o universo musical e se consolidou como um dos eventos culturais mais politizados dos últimos anos. Entre performances grandiosas, vitórias históricas e homenagens emocionantes, a cerimônia, que marcou a 68ª edição da premiação, foi marcada por discursos contundentes sobre imigração, críticas diretas ao presidente Donald Trump e uma reação pública do próprio chefe do Executivo ainda durante a madrugada, colocando a premiação no centro do debate político global.

    Protestos contra o ICE marcam a abertura do Grammy 2026

    Antes mesmo dos discursos e das premiações, o Grammy 2026 já dava sinais claros de que seria uma noite de posicionamento político. Diversas celebridades usaram o tapete vermelho para condenar as recentes ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE). Nomes como Billie Eilish, Justin e Hailey Bieber, Kehlani e a veterana Joni Mitchell exibiram broches com a frase “ICE Out” [Fora ICE], transformando o acessório em um símbolo silencioso de protesto e solidariedade aos imigrantes.

    Justin Bieber e Hailey Bieber no tapete vermelho do Grammy 2026

    Trevor Noah usa humor afiado

    Pelo sexto ano consecutivo como apresentador, Trevor Noah abriu a cerimônia com um monólogo que rapidamente deixou claro o tom da noite. Em meio a piadas sobre a indústria musical, o comediante sul-africano fez referências diretas ao presidente dos Estados Unidos, arrancando aplausos da plateia.

    Ao comentar a ausência de Nicki Minaj, Noah ironizou dizendo que a rapper estaria “na Casa Branca com Donald Trump discutindo assuntos muito importantes”.

    Em outro momento, afirmou que o Grammy estava sendo exibido “completamente ao vivo” porque, caso houvesse edição, “o presidente processaria a CBS em US$ 16 bilhões”, em referência direta ao processo movido por Trump contra o programa 60 Minutes.

    A piada mais incisiva veio após a vitória de Billie Eilish em Canção do Ano.

    “Esse prêmio é quase tão desejado quanto Trump quer a Groenlândia”, disse Noah, completando: “Como a ilha do Epstein acabou, ele precisa de uma nova para passar o tempo com Bill Clinton”. A fala provocou risos no público e repercussão imediata fora do teatro.

    Trevor Noah

    Trump reage nas redes e ameaça processo

    A resposta do presidente não demorou. Às 1h da manhã, Trump usou sua rede social para atacar Trevor Noah, classificar o Grammy como “virtualmente intragável” e insinuar que poderia processar o apresentador.

    Na publicação, Trump negou qualquer ligação com Jeffrey Epstein, apesar de seu nome constar em registros divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça, assim como o do ex-presidente Bill Clinton.

    O embate público reforçou a dimensão política que a cerimônia assumiu, ampliando sua repercussão para além do entretenimento e dominando o noticiário internacional nas horas seguintes.

    Bad Bunny transforma o palco em manifesto pró-imigração

    Se Trevor Noah lançou as provocações iniciais, foi Bad Bunny quem protagonizou um dos discursos mais aplaudidos da noite. Ao subir ao palco para receber seu prêmio, o artista porto-riquenho iniciou sua fala com um direto “ICE Out”, em crítica explícita às políticas de imigração e às ações da agência de controle de fronteiras dos Estados Unidos.

    “Não somos selvagens. Não somos animais. Não somos alienígenas. Somos humanos e somos americanos”, afirmou, sob aplausos intensos da plateia.

    A fala ganhou força especial em um contexto de endurecimento do discurso anti-imigração no país e rapidamente viralizou nas redes sociais.

    A presença política de Bad Bunny deve continuar em evidência: o cantor está confirmado como atração do show do intervalo do Super Bowl no próximo domingo (8/2), o que aumenta a expectativa sobre novos posicionamentos públicos.

    Bad Bunny

    Billie Eilish e a defesa direta dos imigrantes

    A vitória de Billie Eilish em Canção do Ano com Wildflower também foi marcada por um discurso de forte teor político. Ao agradecer pelo prêmio, a artista fez uma declaração direta e simbólica: “Ninguém é ilegal em terras roubadas”.

    A frase foi interpretada como uma crítica ao histórico de colonização e às atuais políticas migratórias dos Estados Unidos. Nas redes sociais, a fala dividiu opiniões, mas recebeu amplo apoio de artistas, ativistas e fãs, consolidando Billie como uma das vozes mais ativas politicamente de sua geração.

    Finneas O’Connell e Billie Eilish durante o discurso

    Novos artistas reforçam o tom de resistência

    O discurso político não ficou restrito aos grandes nomes da noite. Ao vencer a categoria de Artista Revelação, a britânica Olivia Dean se emocionou ao lembrar sua história familiar.

    “Estar aqui como neta de um imigrante é algo que eu nunca imaginei”, afirmou, visivelmente comovida.

    A fala reforçou o clima de solidariedade e resistência que atravessou a cerimônia, especialmente entre artistas mais jovens, que usaram o palco para abordar identidade, pertencimento e diversidade.

    Olivia Dean

    Entre música e política, um Grammy longe da neutralidade

    Ao longo de mais de seis horas de cerimônia, o Grammy 2026 deixou claro que não pretende ocupar um lugar neutro no debate público. Entre piadas afiadas, discursos emocionados e respostas presidenciais em tempo real, a maior noite da música se consolidou como um reflexo direto das tensões políticas e sociais do momento.

    Mais do que premiar álbuns e artistas, o evento mostrou que arte, cultura e política seguem profundamente entrelaçadas — e que o palco do Grammy continua sendo um dos espaços mais visíveis para essa disputa.

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  • Nevasca nos EUA causa “chuva de iguanas” debaixo de árvores. Entenda

    Nevasca nos EUA causa “chuva de iguanas” debaixo de árvores. Entenda

    Unsplash
    Imagem colorida mostra iguana - Metrópoles

    Além de provocar mortes por todo o país, a forte nevasca que atinge os Estados Unidos tem prejudicado a sobrevivência das iguanas na Flórida. Acostumado a viver em um estado historicamente mais quente, o corpo dos répteis não é adaptado a quedas tão bruscas de temperaturas, fazendo com que elas fiquem desorientadas e caiam de cima das árvores aos montes.

    Por serem animais ectotérmicos – ou seja, de sangue frio –, as iguanas não têm capacidade de produzir calor para manter o corpo aquecido. Elas dependem totalmente da temperatura do ambiente para isso. Assim, além do frio, a nevasca norte-americana faz com que elas tenham dificuldades para digerir alimentos e se manter ativas. 

    Segundo informações da emissora de televisão local WPLG 10, a “chuva de iguanas” foi registrada no último domingo (1º/2). Especialistas em remoção de espécies invasoras retiraram centenas de iguanas do sul da Flórida. Algumas já estavam mortas.

    Diante do cenário, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu uma ordem executiva para permitir que pessoas levem as iguanas achadas nas ruas até as sedes da agência estatal.

    Frio prejudicial às iguanas deve permanecer

    Apesar de a onda de ar frio estar mais forte na Carolina do Norte, a Flórida também sofre bastante com o fenômeno congelante. Em fevereiro, os termômetros de Orlando marcaram -4 ºC, a menor temperatura desde pelo menos 1923 – no início do ano, a temperatura costuma variar entre mínimas de 12ºC e máximas de 23ºC.

    De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, a previsão é que as nevascas diminuam nas Carolinas, porém ventos fortes causados por um ciclone continuarão se espalhando pela costa leste, porção onde fica a Flórida. Isso mantém o clima frio no estado. 

    A ocorrência de nevascas em épocas que normalmente são mais quentes mostra como as mudanças climáticas são capazes de transformar a temperatura mundial, caso não sejam adotas medidas para freá-las.

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    Gracyanne abre o coração e se derrete pelo namorado: “Protegida”

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