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  • Ministério Público denuncia tenente-coronel por morte de esposa PM

    Ministério Público denuncia tenente-coronel por morte de esposa PM

    Reprodução/Redes Sociais
    Casal em foto de casamento, com a mulher com efeito translucido - Metrópoles

    O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou, no fim da manhã desta quarta-eira  (18/3), o tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. A decisão, obtida com exclusividade pelo Metrópoles, corrobora a suspeita de que o oficial é o principal suspeito pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, há exato um mês.

    Geraldo foi preso pela Corregedoria da PM, na manhã desta quarta, em São José dos Campos, interior paulista. O pedido de prisão partiu do Tribunal de Justiça Militar (TJM), que reforça a acusação de que o policial matou a esposa, com um tiro na cabeça, e tentou mudar a cena do crime, para tentar simular um suicídio. O caso ocorreu no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.

    A defesa do oficial afirmou ao Metrópoles que a seu cliente é inocente e que a tese de suicídio segue como principal argumento do tenente-coronel. Ele prestaria depoimento na Corregedoria da PM, de onde passaria por exame de corpo de delito, no Hospital da PM e, após isso encaminhado ao presídio militar Romão Gomes, na zona norte paulistana —  onde ele será submetido, via chamada de vídeo, à audiência de custódia do TJM.

     

    A prisão do oficial antecipou decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), para o qual a Polícia Civil havia solicitado a prisão de Geraldo Neto, nessa terça-feira (17/3). A Justiça não havia se manifestado sobre o pedido até a publicação desta reportagem.

    A necessidade do pedido de prisão, feito pela Polícia Civil,  ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria cometido suicídio.

    O dia do disparo

    Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.

    Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.

    Socorristas e a cena no corredor

    Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.

    Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.

    Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro

    Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.

    Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.

    Visita de desembargador

    As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.

    Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi ao prédio e chegou a entrar no apartamento, acompanhado do oficial, após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.

    Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.

    Conclusão da perícia

    Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.

    Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.

    O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.

  • TJAC convoca nova lista de estagiários para entrega de documentos

    TJAC convoca nova lista de estagiários para entrega de documentos

    O Tribunal de Justiça do Acre publicou nesta quarta-feira, 18, novos editais convocando candidatos aprovados em processos seletivos de estágio para entrega de documentação e formação de cadastro reserva. As convocações contemplam estudantes de pós-graduação em Direito e também de graduação em diversas áreas, com atuação prevista em comarcas de todo o estado.

    De acordo com os editais, os candidatos têm prazo de cinco dias úteis para enviar a documentação exigida ao e-mail da Subsecretaria de Gestão e Desenvolvimento de Servidores (SUGED). O envio é etapa obrigatória para efetivação do cadastro no tribunal e possibilita o contato ágil à medida que surgirem vagas nas unidades judiciais e administrativas.

    No caso da pós-graduação, esta é a 18ª convocação do processo seletivo, incluindo candidatos para a comarca de Rio Branco. Já para a graduação, o chamamento corresponde à 12ª convocação e abrange vagas em municípios como Acrelândia e Mâncio Lima.

    O TJAC reforça que o não envio dos documentos dentro do prazo implicará na perda da vaga. A medida atende à necessidade de reforço da força de trabalho nas unidades do Judiciário, garantindo o funcionamento dos serviços e a continuidade das atividades essenciais.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • IPTU sobe mais de 100% em oito anos na capital do Acre, denuncia vereador

    IPTU sobe mais de 100% em oito anos na capital do Acre, denuncia vereador

    O vereador Fábio Araújo (MDB) afirmou, em entrevista concedida nesta quarta-feira, 18, que uma conta de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em Rio Branco registrou aumento superior a 100% entre os anos de 2017 e 2025, mesmo sem investimentos públicos no local.

    Segundo o parlamentar, moradores enfrentam dificuldades para obter melhorias nos bairros, enquanto continuam recebendo as cobranças anuais do imposto.

    “Na realidade, o líder comunitário vai à Prefeitura de Rio Branco atrás de melhorias, pavimentação, tapa-buraco, limpeza na rua, troca de lâmpada. E todos informam que não podem entrar para fazer melhorias no bairro porque está judicializado ainda por conta daquela velha novela do Ruas do Povo. Mas a conta de IPTU está chegando todos os anos”, declarou.

    Araújo questionou a coerência da cobrança do imposto diante da alegação de impedimentos judiciais para realização de obras. “Como posso cobrar IPTU, que é um imposto territorial para ser usado em melhorias para o bairro, se a prefeitura alega que não pode fazer nenhuma intervenção porque está judicializado? Essa conta não existe, não fecha”, criticou.

    O parlamentar também denunciou que, segundo ele, a prefeitura estaria judicializando débitos e cobrando valores até quatro vezes superiores ao original. “A Prefeitura de Rio Branco está judicializando e cobrando quatro vezes o valor daquele IPTU da população. Isso é um absurdo. Como um trabalhador que ganha um salário mínimo vai conseguir fazer sua feira, pagar a conta de energia, se o dinheiro foi bloqueado judicialmente?”, questionou.

    Ainda de acordo com o vereador, o contribuinte precisa buscar assistência jurídica para ter acesso ao processo e negociar a dívida. “Para ter acesso ao processo, ele vai ter que procurar a Defensoria Pública ou um advogado, e é mais uma conta que terá que pagar. Todo o dinheiro que entra na conta do contribuinte fica bloqueado até que ele consiga negociar com a prefeitura. Só após a negociação é que ocorre o desbloqueio”, concluiu.

    O líder do prefeito, vereador Márcio Mustafá (PSDB), afirmou que irá se inteirar da denúncia apresentada por Fábio Araújo. “Na realidade, hoje o vereador Fábio Araújo comentou aqui conosco. É uma denúncia muito séria. Vou chegar à prefeitura agora, estou indo para lá, e vou buscar entender a situação para dar uma resposta em relação a esse caso”, declarou.

  • Justiça solta homem que espancou ex em elevador após invadir trabalho. Vídeo

    Justiça solta homem que espancou ex em elevador após invadir trabalho. Vídeo

    Reprodução
    Caso aconteceu em Guarulhos, na região metropolitana de SP. Câmeras de segurança flagraram o homem socando a ex no elevador da empresa - Metrópoles

    Ronaldo Ferreira, preso em flagrante depois de invadir o local de trabalho da ex-companheira e espancá-la dentro de um elevador em Guarulhos, foi solto nessa terça-feira (17/3), após audiência de custódia. O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) concedeu liberdade provisória ao jovem de 20 anos, que deve cumprir medidas cautelares.

    O homem foi preso na tarde de segunda-feira (16/3) e permaneceu menos de um dia preso. Com a decisão judicial, Ronaldo terá que se afastar da casa da ex, sendo proibido de se aproximar da vítima a menos de 300 metros.

    Ele também está proibido de entrar em contato com a mulher, seus familiares e testemunhas. Além de ser obrigado a comparecer a todos os atos do processo em que for intimado e manter o endereço residencial atualizado.

    O homem de 20 anos foi preso após ser flagrado invadindo o local de trabalho da ex e espancando a mulher dentro de um elevador. Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram que a vítima tentava fugir do agressor pelo elevador, mas ele a alcançou antes da porta fechar e agrediu-a diversas vezes.

    O vídeo também mostra que uma outra mulher, que estava com a vítima, se colocou entre ela e o agressor, o impedindo de continuar as agressões em um prédio comercial na Avenida Salgado Filho, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Inicialmente, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que foram requisitados exames ao IML para a vítima e solicitadas medidas protetivas à Justiça. A ocorrência foi registrada como violência doméstica e lesão corporal na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Guarulhos.

    O caso tramita em segredo de justiça.

  • Quem era Jiló dos Prazeres, chefe do CV "sanguinário" morto no Rio

    Quem era Jiló dos Prazeres, chefe do CV "sanguinário" morto no Rio

    Divulgação/Disque-Denúncia
    Jiló dos Prazeres

    Morto em operação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o traficante Cláudio Augusto dos Santos (foto em destaque), de 55 anos, conhecido como Jiló dos Prazeres, tinha uma extensa ficha criminal e foi classificado pelo atual secretário de Estado de PM e comandante-geral da corporação, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, como “sanguinário”. Ele era chefe do Comando Vermelho (CV) no Morro dos Prazeres.

    Jiló era considerado um dos líderes mais “experientes” da facção criminosa. Com 135 anotações criminais,ele respondia por homicídio, sequestro, cárcere privado e tráfico de drogas.

    Seu nome aparecia envolvido em registros criminais pelo menos desde 1990. Havia oito mandados de prisão em aberto contra o criminoso.

    Ao anunciar a morte, o chefe da PM descreveu o criminoso como uma “liderança sanguinária e violenta, responsável por diversas ações criminosas na área do centro e Zona Sul da cidade.”

    Morte de turista

    À época da morte do italiano, Jiló havia deixado a prisão há apenas 30 dias.

    Em 2018, Jiló apareceu em uma investigação como chefe do tráfico na Rua do Lavradio.

    Já em 2024, uma operação da Polícia Civil apreendeu cinco toneladas de drogas na comunidade do Fallet, em Santa Teresa, que pertenceriam ao grupo do qual Jiló fazia parte

    Terror no Rio

    Na manhã desta quarta-feira (18/3), um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, próximo ao acesso ao Túnel Rebouças, na região central do Rio, por traficantes do CV. O veículo foi destruído pouco depois da morte de Jiló dos Prazeres.

    Além de Jiló, outras sete pessoas morreram na ação,  que é um desdobramento de uma operação realizada nessa terça (17), quando foram expedidos 28 mandados de prisão contra integrantes do grupo.

  • Crime brutal: ex mata mulher na entrada de fórum antes de audiência

    Crime brutal: ex mata mulher na entrada de fórum antes de audiência

    Guvendemir/Getty
    Faca - Metrópoles

    Uma mulher foi morta a facadas pelo ex-companheiro momentos antes de entrar no Fórum da Comarca de Santana, no Amapá.

    A vítima participaria de uma audiência de uma ação de reintegração de posse, marcada para as 9h desta quarta-feira (18/3). A reunião não chegou a acontecer.

    Juciele de Souza Moraes foi abordada pelo ex, identificado como Elquias da Silva Lima, ainda do lado de fora do fórum.

    Segundo nota do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP), “o agressor não adentrou as dependências do Fórum de Santana nem passou pela guarnição de segurança na recepção, onde são obrigatórias a identificação e a revista por meio de raio-x, que integram o protocolo de segurança da Justiça do Amapá”.

    Após esfaquear a ex-companheira, o homem foi preso em flagrante pelos militares que atuam no Fórum de Santana.

    “Diante desse fato devastador, o TJAP repudia, de forma intransigente, qualquer ato de violência que atente contra a vida e a dignidade da mulher. Este crime é uma afronta não apenas à família da vítima, mas a toda a sociedade e às instituições de justiça”, disse o tribunal em nota.

  • Raissa Barbosa relata vivência de 3 meses em abrigo no Acre

    Raissa Barbosa relata vivência de 3 meses em abrigo no Acre

    A influenciadora Raissa Barbosa relatou que viveu por cerca de três meses em um abrigo no Acre, onde enfrentou situações que descreveu como traumáticas, principalmente durante a adolescência. O relato foi feito durante uma entrevista a rede TV nesta terça-feira (17), em que detalhou a experiência vivida quando tinha entre 15 e 16 anos, período em que permaneceu afastada da família em uma unidade de acolhimento no estado.

    Segundo ela, o ambiente reunia jovens com diferentes perfis, incluindo menores infratores, o que aumentava a sensação de insegurança. “Foi uma situação assim, horrível. Porque não foi um abrigo que tinha só pessoas que passaram por coisas ruins. Era um abrigo onde tinham menores infratores”, afirmou.

    A influenciadora destacou que o medo era constante, principalmente durante a noite. “Ah, eu tinha medo, de dormir”, disse.

    Raissa afirmou que tentou manter uma convivência pacífica para evitar conflitos dentro do abrigo. “Eu tentei ser amiga. Tipo, ficar próximo das pessoas para elas não fazerem nada comigo. Mas era horrível”, relatou.

    Durante o período, a irmã dela chegou a fugir do local. “A minha irmã, inclusive, ela chegou até a fugir desse abrigo. Ela pulou um muro em algum momento em que a gente tava, tipo, jogando bolo embaixo. Aí pulou um muro e conseguiu fugir”, contou. Apesar disso, Raissa decidiu permanecer. “Eu olhei e falei, eu não vou fugir. Eu não fugi”.

    Ela também afirmou que, apesar do ambiente, não sofreu influência para entrar em atividades ilícitas. “Não, não me influenciou, não. Graças a Deus, não me meti em nenhuma furada. Eu não tive curiosidade de fazer nada”, disse.

    A influenciadora relembrou que o tempo no abrigo pareceu maior do que realmente foi. “Eu acredito que foi uns três meses, uns seis meses. Foi horrível, pareceu que foi muito mais”, afirmou.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Comissões da Câmara analisam projetos de infância, inclusão e assistência social

    Comissões da Câmara analisam projetos de infância, inclusão e assistência social

    As Comissões de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJRF), de Direitos Humanos, Cidadania, Criança e Adolescente (CDHCCAJ), de Educação (CEDU) e de Saúde e Assistência Social (CSAS) da Câmara Municipal de Rio Branco realizaram, nesta quarta-feira, 18, a 32ª Reunião Ordinária Conjunta.

    O encontro ocorreu entre o pequeno e o grande expediente e teve como objetivo deliberar sobre uma série de projetos de lei apresentados por parlamentares da Casa, com foco em políticas públicas voltadas à infância, inclusão social, educação e saúde.

    Entre as propostas debatidas está o projeto de autoria da vereadora Elzinha Mendonça que dispõe sobre a reserva de vagas exclusivas para crianças com deficiência e crianças neurodivergentes em instituições de ensino municipais, sem concorrência com outros grupos.

    Outro projeto em pauta, de autoria da vereadora Lucilene Vale, altera a Lei nº 2.521/2024 para incluir pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus representantes legais nas regras de isenção de taxa de inscrição em concursos públicos e processos seletivos no âmbito municipal.

    A vereadora Elzinha Mendonça também apresentou uma série de matérias relacionadas à proteção da infância, entre elas a criação do “Selo Infância Protegida” e do “Selo Empresa Amiga da Infância”, destinados a reconhecer instituições e empresas que adotem práticas de prevenção à adultização e à hipersexualização precoce.

    Outra proposta institui a Política Municipal de Prevenção à Adultização na Educação Infantil, além da criação de campanhas permanentes de conscientização sobre os riscos da exposição indevida de crianças e adolescentes nos meios de comunicação e nas redes sociais.

    Também foi analisado o projeto intitulado “Infância é para Brincar”, voltado à prevenção da adultização e da hipersexualização precoce no município. As matérias têm relatoria do vereador Samir Bestene.

    As comissões discutiram ainda o Projeto de Lei nº 138/2025, que trata da obrigatoriedade de formação continuada anual para profissionais da educação, saúde e assistência social sobre prevenção à adultização e hipersexualização precoce, além de fluxos de notificação e escuta especializada.

    Já o Projeto de Lei nº 139/2025 estabelece diretrizes para concessão de alvarás de funcionamento e autorização de eventos que envolvam a participação de crianças e adolescentes, com foco na prevenção de práticas consideradas inadequadas à faixa etária.

    Também esteve na pauta o Projeto de Lei nº 156/2025, de autoria do vereador Joabe Lira, que declara de utilidade pública o Instituto Acolher & Transformar. A matéria tem relatoria do vereador Aiache e já foi aprovada na CCJRF.

    Outro projeto debatido foi o PL nº 208/2025, de autoria do vereador Zé Lopes, que institui no calendário oficial do município o Dia Municipal de Conscientização sobre as Experiências Adversas na Infância (ACEs). A relatoria é do vereador André Kamai.

  • Felca expõe ataques e ameaças após aprovação de lei que leva nome dele

    Felca expõe ataques e ameaças após aprovação de lei que leva nome dele

    Reprodução/Instagram @felca0
    Imagem colorida do influenciador Felca - Metrópoles

    Felca tem sido alvo de críticas nas redes sociais após a aprovação da lei que ficou conhecida pelo nome dele. A Lei nº 15.211 de 2025, chamada de Lei Felca ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, entrou em vigor nessa terça-feira (17/3) e estabelece regras e diretrizes para a proteção de menores de 18 anos no ambiente digital.

    Nesta quarta-feira (18/3), o influenciador compartilhou uma das mensagens que recebeu após a repercussão da medida. “Lá vamos nós de novo”, escreveu ele antes de mostrar a crítica, aparentemente enviada por um menor de idade.

    Na mensagem, a pessoa questiona as restrições impostas pela nova legislação: “Ô querido, a lei que criou essa merda aí que menor de 16 não vai poder mexer em nenhum aplicativo… como que eu vou falar com a minha mãe? Você está achando o quê? Como que eu vou mandar mensagem para minha família? E se eu morrer, quem vai falar por mim se eu não tiver 16 anos?”.

    No X (Twitter), diversos usuários também criticaram o influenciador. “Que inferno, agora tudo tem que confirmar idade, te odeio Felca!”, escreveu uma pessoa. Outro comentou: “Acho que sou um dos únicos caras de esquerda que acha essa Lei Felca extremamente mal feita”. Já um terceiro publicou: “Petição para buscar o Felca e espancar ele”.

    Sobre a Lei Felca

    A Lei nº 15.211 de 2025, conhecida como Lei Felca ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, entrou em vigor nesta terça-feira (17/3). A norma estabelece regras e diretrizes para proteger menores de 18 anos no ambiente digital.

    Na prática, a legislação amplia para a internet as garantias previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criado em 1990. Entre as mudanças, estão regras mais rígidas de verificação de idade, maior supervisão parental e mecanismos para facilitar a remoção de conteúdos inadequados.

    O texto foi aprovado na Câmara em agosto de 2025 e teve tramitação acelerada no Congresso, em meio ao debate público sobre exploração de crianças nas redes sociais. A vigência da norma também foi antecipada em seis meses.

    O tema ganhou grande repercussão após denúncias feitas pelo influenciador. Em um vídeo, ele abordou o que chamou de “adultização”, mostrando casos em que crianças e adolescentes foram expostos na internet para obtenção de benefícios, muitas vezes pela própria família.

    Entre os criadores de conteúdo citados por ele, estava Hytalo Santos, posteriormente condenado em primeira instância a 11 anos de prisão por produção de conteúdo sexual envolvendo adolescentes.

  • Neymar exibe rotina em vídeo marcado por Mavie e treino pré-jogo

    Neymar exibe rotina em vídeo marcado por Mavie e treino pré-jogo

    Instagram/Reprodução
    Neymar treta com jogador do Vasco em campo e dispara: "Babaca" - Metrópoles

    O atacante Neymar Jr. abriu as portas de sua vida cotidiana em um vídeo publicado no YouTube nesta quarta-feira (18/3). A película é intitulada “Como a minha vida realmente é”. O conteúdo  revela uma rotina equilibrada entre família, treinos intensos e preparação para um clássico importante, com destaque para momentos fofos ao lado da filha Mavie.

    No vídeo, Neymar apresenta um dia típico pré-jogo. O camisa 10 do Santos abriu as portas de casa e mostrou momentos como o almoço em família e as interações de forma descontraída com a pequena Mavie, que aparece rindo e dando comida para o seu pai.

    A sequência mostra a transição do camisa 10 para o CT Rei Pelé, onde Neymar realiza treinos específicos de força, estabilização e trabalho com bola — parte essencial da recuperação e manutenção física após as lesões que o afastaram por longos períodos.

    O vídeo foi gravado antes do clássico entre Corinthians e Santos, no último domingo (15/3). A partida, válida pelo Brasileirão, terminou em 1 x 1.

    O vídeo enfatiza o lado humano do atleta: alongamentos, conversas e foco. Bruna Biancardi, mãe de Mavie, também aparece brevemente em cenas caseiras, reforçando o clima familiar que Neymar tem priorizado ultimamente.