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  • Homem é preso suspeito de estuprar as quatro enteadas em MG

    Homem é preso suspeito de estuprar as quatro enteadas em MG

    Getty Images
    Mulher criança esconde o rosto com medo - Metrópoles

    As investigações tiveram início em setembro do ano passado, após denúncias de voluntários de um projeto social.

    De acordo com a delegada Marina Prado, responsável pelo inquérito, o suspeito praticava os abusos na ausência da mãe das vítimas. A mulher, de 32 anos, também é investigada por possível omissão e conivência com os atos praticados.

    Abusos incluíam fetiche

    Segundo a apuração, o suspeito se aproveitava dos momentos em que a mãe saía para consumir bebidas alcoólicas para praticar os abusos e comportamentos perturbadores, incluindo fetiches, contra as enteadas.

    A delegada relatou que as informações colhidas por meio das testemunhas revelaram um quadro de pânico constante na residência. “A criança de 8 anos relatou que ‘fingia dormir’ à noite para vigiar o padrasto e tentar proteger as irmãs menores, observando-se, de acordo com os educadores, grande impacto psicológico e regressão comportamental”, considerou Prado.

    Para a delegada, a mãe das crianças é alvo da investigação por manter-se inerte mesmo após ser alertada sobre os comportamentos do companheiro. “Ela teria priorizado o relacionamento com o agressor em detrimento da segurança das filhas, chegando a desacreditar dos relatos das vítimas”, informou.

    Violação de direitos

    A investigação ainda aponta que as crianças viviam em um ambiente degradante. “O inquérito policial detalha um cenário de extrema vulnerabilidade e violação de direitos no ambiente doméstico, onde as quatro irmãs viviam em condições de higiene precárias e sem alimentação adequada”, destacou a delegada.

    Diante da gravidade dos fatos e do risco iminente, as quatro irmãs foram encaminhadas para acolhimento institucional.

  • Bilhete em carro chama a atenção: "Parabéns, estacionou igual um idiota"

    Bilhete em carro chama a atenção: "Parabéns, estacionou igual um idiota"

    Reprodução/GMC Online
    Imagem colorida,Bilhete em carro chama atenção em Maringá- Metrópoles

    Uma situação inusitada no trânsito de Maringá (PR) chamou a atenção nessa terça-feira (17/3) e repercutiu nas redes sociais. O caso foi registrado na Avenida Horácio Raccanello Filho, nas proximidades do Shopping Avenida Center.

    Uma imagem publicada nas redes mostra três veículos estacionados na via. O primeiro carro não tem relação com a situação, mas o que aparece no meio teria sido fechado de forma excessiva pelo veículo estacionado logo atrás.

    Leia a reportagem completa no GMC Online, parceiro do Metrópoles.

  • Greve no IML: servidores fazem ato por reestruturação da carreira

    Greve no IML: servidores fazem ato por reestruturação da carreira

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
    manifestacao-servidores-iml-4

    Servidores do Instituto de Medicina Legal (IML) do Distrito Federal organizaram uma manifestação em frente ao Palácio Buriti, nesta quarta-feira (18/3). O ato ocorre em meio a greve com paralisação das atividades dos servidores por tempo indeterminado.

    De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta‑DF), que representa a carreira de Atividades Complementares de Segurança Pública (AACSP), o movimento foi aprovado após sucessivas tentativas de diálogo com o governo, sem resultados concretos, para redefinir uma reestruturação da carreira dos servidores.

    No ato, o presidente da AACSP, José Romildo Soares, confirmou que a força de trabalho do IML está “100%” parada.

    Questionado sobre o prazo, o presidente ressaltou que será realizada uma assembleia nesta manhã, e, a depender do resultado, será definido se a paralisação será por “tempo indeterminado” ou com um “prazo determinado”.

    “Nós temos conversado com todo mundo, tentando negociar desde 2023. Víamos negociando sem paralisação, mas infelizmente chegou o momento que nós tivemos que tomar essa atitude, porque o governo não nos atendeu, nem nos recebeu. Nós fomos ignorados, uma vez que todas todas as outras carreiras da segurança pública foram atendidas, tiveram aumento e a gente foi esquecido”, disse.


    Entenda o caso


    José ainda afirma que o IML está “entrando em colapso” em razão do quantitativo defasado de agentes no instituto. Segundo o presidente, o quadra de carreira do IML é de 78 servidores, sendo que o máximo permitido é de 150.

    Na restauração encaminhada, ele complementa que está sendo feito o pedido para aumentar o quadro para 250 servidores para uma “prestação de serviço digno à população”.

    Como resultado da greve, o presidente disse que, atualmente, há oito corpos aguardando necrópsia e outros quatro corpos ainda não haviam sido retirados em hospitais.

    “A gente pede a colaboração da população e a paciência, porque a nossa luta também é a luta da população, que está sendo prejudicada há muito tempo”, acrescentou.

    Em nota, o Sindireta-DF informou que um agente da AACSP ficou na sede do IML, durante o ato, para a realização de exames de sexologia forense e cautelares para coleta de sangue e urina.

    “As necessidades de remoções de cadáveres devem ser comunicadas ao comanda de paralisação, para que possam ser avaliadas as prioridades e necessidade ou não de formação de equipe para realizá-las”, completou em nota.

  • Insatisfeitos, Viga e Bregense aguardam sinais para decidir para onde migrarão

    Insatisfeitos, Viga e Bregense aguardam sinais para decidir para onde migrarão

    Os deputados estaduais Chico Viga (PDT) e Pablo Bregense (PSD) aguardam os movimentos dos partidos que passam por Brasília para definirem os seus futuros políticos para tentarem a reeleição em 2026.

    Nos bastidores, circula a informação de que Chico tem reclamado que o governo quer colocá-lo na chapa União Progressista, mas o parlamentar entende que as chances de se reeleger na chamada “chapa da morte” são poucas. O Palácio Rio Branco entende que o ideal era colocar 15 deputados com mandatos, com a chance de 12 retornarem à Aleac em 2027.

    O ac24horas conversou por telefone com Chico, que disse apenas que “as coisas vão se resolver”. “Tá todo mundo em Brasília vendo isso. Não tem nada definido. Tem vaga na chapa do governo, mas ninguém quer ir para lá”, disse o parlamentar.

    Já Bregense, que contava com o apoio para se filiar ao PL do senador Márcio Bittar, recebeu não. O partido de Bolsonaro decidiu que apenas os deputados que já são da sigla continuarão, como Arlenilson Cunha, e a chapa será composta apenas por uma ampla maioria de candidatos sem mandato. “Sem qualquer situação concreta ou organização”, disse o deputado ao ac24horas, sem entrar em maiores detalhes.

    A reportagem apurou que Bregense tem se inclinado a não entrar na chapa governista. Vários deputados da base defendem que candidatos que obtiverem 8 mil ou 9 mil votos correm o risco de ficar de fora da lista de eleitos.

    Apesar de Bregense e Viga sinalizarem insatisfação com os movimentos, nenhum deles até o momento sinaliza ir para o lado do senador Alan Rick, assim como fez o deputado Eduardo Ribeiro.

    Editor de política do ac24horas e jornalista atuante em jornais on-line há mais de 20 anos. Atualmente é CEO do Ecos da Notícia e Hoster do programa semanal Boa Conversa que é transmitido ao vivo todas as sextas-feiras, às 11 horas da manhã

  • Tenente da reserva acusado de matar esposa na frente de filhas vai a júri popular

    Tenente da reserva acusado de matar esposa na frente de filhas vai a júri popular

    O tenente da reserva remunerada da Polícia Militar Reginaldo de Freitas Rodrigues será julgado pelo Tribunal do Júri Popular. A decisão é do juiz Fábio Farias, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco, proferida durante audiência de instrução e julgamento, nesta quarta-feira (18). Na mesma decisão, o magistrado manteve a prisão preventiva do acusado. A data do julgamento ainda não foi marcada.

    O oficial, que está preso, é acusado de ter assassinado a esposa Yonara da Silva Nazaré com quatro tiros de uma pistola calibre .40, de propriedade do estado, na frente das duas filhas menores do casal. Reginaldo responderá por feminicídio com as qualificadoras de motivo torpe e meio cruel que dificultou a defesa da vítima, além de outras agravantes, entre as quais a prática do crime na presença das filhas. Em caso de condenação, a pena pode chegar entre 20 e 40 anos de reclusão.

    De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na madrugada de 27 de setembro do ano passado na residência do casal, à Rua da Maçã, no bairro Mocinha Magalhães, em Rio Branco. A motivação real para o crime não foi esclarecida até o momento, pois a versão apresentada pelo acusado é contraditória.

    Vizinhos relataram que ouviram Reginaldo proferir ofensas contra a esposa, seguidas de quatro disparos de arma de fogo. Em seguida, ouviram um veículo deixar o local. Ao saírem para verificar o ocorrido, encontraram o corpo de Yonara Nazaré e as filhas ao lado, em choro.
    Reginaldo permaneceu foragido por três dias e se apresentou à Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), onde prestou depoimento. Como já havia prisão preventiva decretada, foi encaminhado ao quartel do Batalhão Ambiental, onde permanece à disposição da Justiça.

    Ao pronunciar o acusado e manter a prisão preventiva, o juiz Fábio Farias justificou que a medida é necessária para a garantia da ordem pública.​​​​​​​​​​​​​​​​

  • PM Gisele sofria violência física, psicológica e patrimonial, diz TJM

    PM Gisele sofria violência física, psicológica e patrimonial, diz TJM

    Arquivo Pessoal
    Caso PM Gisele violência tjm

    O tenente-coronel Geraldo Leite Costa Neto, suspeito de feminicídio contra a esposa, a PM Gisele Alves Santana,teria praticado diversas violências contra ela, nas esferas física, psicológica e patrimonial, segundo consta no mandado de prisão determinado pelo Tribunal de Justiça Militar (TJM). Ele foi preso na manhã desta quarta-feira (18/3) em um condomínio residencial de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

    “O conjunto probatório até então produzido revelou indícios de uma relação conjungal profundamente conflituosa, marcada por reiteradas evidências de violência doméstica e familiar. Além disso, foram identificadas condutas atípicas e temporalmente dissonantes atribuídas ao investigado nos momentos anteriores e posteriores ao acionamento das equipes de socorro”, diz a decisão.

    O documento aponta que Gisele sofria violência física e psicológica, que se manifestava por meio de ameaças, atos de possessividade, monitoramento constante inclusive em seu trabalho e progressivo isolamento social. A PM também era impedida de trabalhar em determinadas circunstâncias, como atuar com colegas homens, que se caracteriza como uma violência patrimonial.

    A conclusão do inquérito que resultou na prisão do tenente-coronel destacou que ele se utilizava de sua condição hierárquica no âmbito da instituição militar, um fato determinante para a potencialização da violência. “Nesse sentido, é possível afirmar que parte significativa das condutas violentas foi concretizada ou intensificada justamente em razão da ascendência hierárquica exercida pelo investigado”.

    A decisãoa da Justiça Militar ainda cita que o episódio não é apenas um crime militar praticado por um oficial contra uma subordinada e nem somente um conflito doméstico entre militares. “O que se evidencia é algo mais grave: a prática de violência doméstica em que a autoridade estatal, simbolizada pela posição hierárquica do agressor, acabou por reforçar e ampliar o desequilíbrio de poder existente na relação conjugal, tornando ainda mais vulnerável a posição da vítima“.

    Testemunhas revelam relação conturbada

    No documento do TJM também consta que as testemunhas escutadas durante a investigação do caso relataram que o relacionamento do casal era marcado por episódios de ciúmes e comportamento controlador do tenente-coronel.

    “Segundo colegas de trabalho da vítima [Gisele], coronel Neto frequentemente comparecia ao local de trabalho de Gisele, mesmo não possuindo qualquer atribuição funcional naquele ambiente”.

    Prisão de Geraldo

    O tenente-coronel da PM, Geraldo Leite Costa Neto, é agora investigado pela morte da esposa, a PM Gisele, que foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento do casal no Brás, centro da capital, no dia 18 de fevereiro.

    O caso foi tratado inicialmente como suicídio, mas investigações mostraram inconsistências na versão dos fatos apresentados pelo marido da vítima.


    Morte de PM levou à prisão de tenente-coronel


    O advogado Eugênio Malavasi, que defende o tenente-coronel, questiona o mandado de prisão expedido pela Justiça Militar, já que, “se houve a imputação de feminicídio e fraude processual, foi no âmbito privado, e não no âmbito da Justiça Militar”.

    “Entendo que a Justiça Militar não é competente para o decreto preventivo”, argumentou Malavasi.

  • Paolla Oliveira comenta fala de Diogo Nogueira sobre boatos de traição

    Paolla Oliveira comenta fala de Diogo Nogueira sobre boatos de traição

    Paolla Oliveira marcou presença na festa de 35 anos da Conspiração Filmes, na noite desta terça-feira (17/3) e comentou, em conversa com este colunista do Metrópoles, sobre um desabafo recente de Diogo Nogueira.

    O cantor afirmou que os boatos de traição após o fim do romance com Paolla atrapalharam sua carreira e o fizeram perder trabalhos.

    A atriz conta que viu a repercussão da fala de Diogo, e define a situação como “complicada”:

    “As pessoas falam muito. É difícil lidar com isso às vezes, né? Hoje em dia a gente tem que batalhar para dizer o que é real e não o que é mentira. É complicado. Se ele sentiu vontade de falar, de se abrir, é porque realmente incomodou. O bom é que a realidade, por mais difícil que esteja nos dias de hoje, ela existe. A realidade que precisa ser valorizada”.

    O desabafo de Diogo sobre os boatos de traição aconteceram no podcast Na Palma da Mari. O cantor afirmou ter perdido dez trabalhos de publicidade após o término com Paolla. Ele disse ainda que decidiu levar o caso à Justiça e processou pessoas e páginas que divulgaram a informação.

    Relação de Paolla e Diogo

    Recentemente, no Carnaval, Paolla Oliveira conversou com este colunista sobre os burburinhos de que estaria reatando com Diogo Nogueira. Os dois, que anunciaram o fim do relacionamento em dezembro de 2025, vivem se elogiando nas redes sociais e em entrevistas.

    “Eu vi que saiu que eu voltei com o Diogo. Amor, a gente separou o casal. Mas eu sou louca pelo Diogo, pela família dele, e ele pela minha. O relacionamento quando é bom deixa laços. E a gente tem isso. Não para uma volta, como as pessoas falam, mas para isso continuar e se manter firme por bastante tempo”, afirmou Paolla Oliveira.

    A atriz ainda aproveitou a entrevista para desabafar sobre tudo o que falam sobre ela nas redes sociais. Não só que ela estaria ensaiando uma reconciliação, mas também burburinhos que deixam a atriz sem resposta.

    “Em dois minutos eu fui corna, traída não sei quantas vezes. Fiz uma lipo no ‘piriquito’. Não sei de qual maneira que apareceu isso. Aí teve negócio de briga e de disputa. É uma confusão tão grande que quando eu penso em responder uma coisa já apareceu outra”, desabafou Paolla Oliveira.

  • Mariana Ferreira celebra 15 anos em noite prestigiada e inesquecível

    Mariana Ferreira celebra 15 anos em noite prestigiada e inesquecível

    Celso Júnior/ Metrópoles
    capa

    Em uma noite digna de conto de fadas, Mariana Ferreira celebrou a chegada de seus 15 anos com uma festa prestigiada por amigos e familiares, no Unique Palace, no Setor de Clubes, no último sábado (14/3). A comemoração reuniu cerca de 300 convidados e contou com uma produção grandiosa, pensada nos mínimos detalhes para marcar, com elegância, o início de um novo ciclo na vida da debutante.

    A mãe da aniversariante, Ericka Rocha Ferreira, revelou à coluna Claudia Meireles que o sonho da festa acompanhava Mariana desde o início da adolescência — e que a jovem se envolveu em cada detalhe da organização da comemoração. “Ela sempre foi muito organizada com suas referências, criava pastas, reunia inspirações. Tudo foi crescendo com o tempo. À medida que os 15 anos se aproximavam, ficava ainda mais claro que esse sonho era genuinamente dela”, compartilhou.

    A aniversariante Mariana Ferreira posa ao lado do pais, Ericka e Luiz Carlos Ferreira, e dos irmãos, Luiz Carlos e Pedro Luiz

    Um sonho realizado

    Trigêmea e única menina entre os irmãos, Mariana contou com o apoio incondicional da família, que não mediu esforços para transformar a noite em um momento inesquecível. Ainda emocionada, a debutante confidenciou que a intensidade da celebração tornou difícil assimilar tudo o que viveu.

     “Eu sei que foi, sem dúvidas, um dos dias mais especiais da minha vida e que eu e muitas pessoas com toda certeza nunca vão esquecer”, confessou Mariana à coluna.

    A entrada da debutante Mariana Ferreira

    Mais do que a cenografia impecável e as atrações da noite, Mariana destaca que o que mais a tocou foi ver tantas pessoas reunidas para celebrar sua história. Um dos pontos altos da festa foi a tradicional valsa, conduzida pelo pai, Luiz Carlos, e compartilhada também com o avô, Luiz Antônio, e os irmãos, Luiz Carlos e Pedro Luiz.

    “Foi um dos momentos mais emocionantes para mim. Também amei a abertura de pista com minhas melhores amigas e o show do Veigh, ele foi incrível”, relembrou.

    Mariana Ferreira dança valsa com o pai, Luiz Carlos
    Mariana Ferreira com o avô, Luiz Antônio
    Mariana Ferreira é a única mulher entre trigêmos

    Moderno e romântico

    À frente da organização, a cerimonialista Mayra Leiro traduziu com precisão o desejo da aniversariante por uma estética que equilibrasse o moderno e o romântico. O projeto cenográfico, assinado pela Vero Festas, apostou em uma proposta maximalista, combinando iluminação cênica, painéis de LED e uma combinação de flores em tons de rosa e salmão, que ornaram com mobiliário em vermelho carmim e projeções florais.

    Veigh foi a atração do aniversário de Mariana Ferreira
    O rapper brasileiro levantou a os convidados com um setlist repleto de hits

    Além da apresentação do rapper Veigh e da dupla sertanejo Enzo e Rafael, o DJ Eduardo Tanzarella manteve a pista animada com um setlist eclético durante toda a noite. Para quem comemorou o marco com a debutante, o buffet foi assinado por Carol Borges, do Unique Buffet. Já a mesa de doces, teve a elaboração de Maria Amélia, que preparou uma seleção refinada de doçuras.

    Para o momento do parabéns, a família se reuniu para celebrar não apenas Mariana, mas os irmãos
    A decoração uniu elementos românticos, como as flores, e o moderno, por meio de iluminação cenográfica
    A mesa do bolo contou com delícias da Maria Amélia Doces
    As flores assumiram protagonismo na decoração
    A cenografia apostou em projeções para um visual mais moderno da decoração
    Visão geral do salão de festas

    Serviços
    Cerimonial: Santas Cerimonial
    Espaço e buffet: Unique Palace
    Projeto e decoração: Vero Festas
    Fotografia: Celso Júnior
    Videomaker: Lucas Wedd Films
    Vestidos: Kadu Fonseca Ateliê
    Joias: Dondoca Atrevida
    Maquiagem: Jessica Almeida
    Cabelo: Eliel Almeida
    Identidade visual e convites: S-CARDS
    Papelaria impressa: Remembear
    Cenografia e forração: Mestre Cenografia
    Aluguel de cadeira: Lona Branca Festas
    Iluminação e som: Top Sound Digital
    Efeitos especiais: Universal Effects
    Piano: Soncietà Produção Musical
    DJ: Eduardo Tanzarella
    Atração principal: Veigh
    Dupla sertaneja: Enzo e Rafael
    Logística: Servo Turismo
    Camarim: Foods Show Brasília
    Fitas de LED: Line Tape
    Maquetes, bolos, doces e torres de sobremesas: Maria Amélia Doces
    Forminhas: Flores em Forminhas e Bodas e Bicos
    Brownies: Brownie & Brownie
    Bar: Duo Design Drinks
    Coreografia: Clã Of Dance Coreografias
    Copeiras de luxo: Real Requinte Copeiras
    Seguranças e brigadistas: Vippim 
    Manobristas: Shalom

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • Justiça derruba post que dizia que Flávio é contra o salário mínimo

    Justiça derruba post que dizia que Flávio é contra o salário mínimo

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
    o-senador-flavio-bolsonaro-conversa-com-a-imprensa-apos-solicitar-um-novo-pedido-de-prisao-domiciliar-para-o-pai-condenado-por-tentativa-de-golpe-de-estado-metropoles-5

    O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) obteve uma nova vitória na Justiça, após uma postagem nas redes sociais tentar associá-lo a uma proposta falsa para acabar com o salário mínimo.

    Na terça-feira (17/3), a Justiça do Distrito Federal ordenou a derrubada das publicações que simulavam uma revista, com a notícia inventada de que Flávio seria a favor da redução do salário e até da suspensão de pagamentos.

    Na decisão, o juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho apontou que as publicações são mentirosas, atingiram milhares de pessoas e trazem “multiplicação do dano reputacional e prejuízo potencial irreversível”.

    “As publicações atingiram milhares de pessoas em curto espaço de tempo, são públicas e continuam disponíveis, gerando multiplicação do dano reputacional e prejuízo potencial irreversível. A remoção tardia é insuficiente para conter os efeitos da desinformação. O risco é concreto, grave e atual”, escreveu o magistrado.

    Raposo Filho ordenou que redes sociais como a Meta (dona do Facebook e do Instagram) e a X (antigo Twitter) derrubem as postagens com urgência. Aos autores, o juiz determinou multa de R$ 20 mil caso repitam a publicação.

    Não é a primeira vez nesta pré-campanha que Flávio precisa acionar a Justiça. Como mostrou a coluna, o senador foi alvo de ameaças de um “fã” de Adélio Bispo, o autor da facada em seu pai, Jair Bolsonaro, em 2018.

  • Justiça decreta prisão de trio que marcou mulher trans com suástica

    Justiça decreta prisão de trio que marcou mulher trans com suástica

    Reprodução/ Top Mídia News
    Delegacia de Polícia Civil

    Os três jovens envolvidos na agressão contra uma mulher trans em Ponta Porã (MS) tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva no domingo (15/3). A decisão judicial ocorreu após denúncias de cárcere privado e tortura física e psicológica, que incluíram a marcação de uma suástica no corpo da vítima.

    A vítima utiliza o nome social Letícia, relatou à polícia que o crime aconteceu após um reencontro com seu ex-companheiro, que a teria convencido a acompanhá-lo até a residência de um casal, onde estaria o pagamento por um serviço corte de grama, conforme informações do portal Ponta Porã News.

    Leia a reportagem completa completa em Top Mídia News, parceiro do Metrópoles.