Categoria: Teste

  • Coronel preso é investigado por feminicídio e fraude processual

    Coronel preso é investigado por feminicídio e fraude processual

    Arquivo pessoal
    Tenente-coronel teve prisão decretada por morte da esposa, a PM Gisele - Metrópoles

    O inquérito policial militar aberto para investigar a morte da soldado Gisele Alves Santana Rosa, apura a possível prática de feminicídio e fraude processual por parte do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, o marido da PM, que foi preso na manhã desta quarta-feira (18/3), em um condomínio residencial de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.

    O caso foi tratado inicialmente como suicídio. A prisão preventiva do tenente-coronel foi decretada pela Justiça Militar de São Paulo após um pedido da Polícia Civil.

    A prisão foi decretada após o avanço das investigações do 8º Distrito Policial do Brás, que analisou laudos periciais, depoimentos de testemunhas e os registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a cabeça da PM.

    Gisele, de 32 anos, foi encontrada morta dentro do apartamento onde residia com o marido, no Brás, centro da capital, em 18 de fevereiro. Os investigadores apontam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão inicial dada pelo tenente-coronel.

    Conclusão após perícia

    Análises periciais e a reconstituição da sequência dos acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.

    O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.

  • Com valor médio de R$ 728, Bolsa Família alcança 123 mil famílias no Acre

    Com valor médio de R$ 728, Bolsa Família alcança 123 mil famílias no Acre

    O programa Bolsa Família atende, em março, 123.244 famílias no Acre, segundo dados divulgados pelo governo federal nesta quarta-feira (18). O estado aparece entre os destaques nacionais não apenas pelo número de beneficiários, mas também pelo valor médio repassado às famílias.

    De acordo com o levantamento, o Acre registra um benefício médio de R$ 728,59, um dos mais altos do Brasil, ficando atrás apenas de estados como Roraima e Amazonas. O valor supera a média nacional, que é de R$ 683,75.

    Na região Norte, como um todo, o programa alcança 2,42 milhões de famílias, com valor médio de R$ 716,69.

    Os repasses fazem parte do calendário de pagamentos de março, iniciado no dia 18 e que segue até o fim do mês, conforme o Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários. Em nível nacional, o programa atende 18,73 milhões de famílias, com investimento total de R$ 12,76 bilhões.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Coronel é preso acusado de matar esposa PM com tiro na cabeça

    Coronel é preso acusado de matar esposa PM com tiro na cabeça

    Reprodução/Redes Sociais
    Casal em foto de casamento, com a mulher com efeito translucido - Metrópoles

    O tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi preso nesta quarta-feira (18/3), após a Polícia Civil concluir, com base em perícia técnica, que ele é o principal suspeito pela morte da esposa, soldado Gisele Alves Santana, de 32, encontrada baleada na cabeça, no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.

    Ele foi preso por equipe da Corregedoria, com acompanhamento por equipe do 8º Distrito Policial em um condomínio residencial, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça Militar de São Paulo, após pedido da Polícia Civil feito nessa terça-feira (17/3).

    Após o caso ser tratado inicialmente como suicídio, o tenente-coronel agora é investigado pela prática de feminicídio e fraude processual.

    A suspeita é fundamentada com base em investigações do 8º DP (Brás), que analisou laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão inicial apresentada pelo oficial, que desde o início sustentava que a esposa teria cometido suicídio.

    “A prisão preventiva foi decretada com base na garantia da ordem pública, na conveniência da instrução criminal e na necessidade de preservação da hierarquia e disciplina militares”, segundo o Tribunal de Justiça Militar, que destacou o risco de interferência nas investigações, inclusive pela possibilidade de influência sobre testemunhas, além da gravidade concreta dos fatos apurados.

    O dia do disparo

    Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.

    Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.

    Socorristas e a cena no corredor

    Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.

    Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.

    Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro

    Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.

    Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.

    Visita de desembargador

    As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.

    Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi até o prédio e chegou a entrar no apartamento acompanhado do oficial após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.

    Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.

    Conclusão da perícia

    Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.

    Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.

    O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.

  • Senado: CCJ analisa fim da aposentadoria compulsória como punição

    Senado: CCJ analisa fim da aposentadoria compulsória como punição

    Jefferson Rudy/Agência Senado
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    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado incluiu na pauta desta quarta-feira (18/3) a análise de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da aposentadoria compulsória como punição máxima para servidores públicos.

    O projeto foi apresentado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), à época em que ele era senador.

    Ele justificou que, na prática, a aposentadoria compulsória beneficia o agente punido, porque ele continua recebendo salário mesmo sem trabalhar.

    “Em caso de falta grave praticada por agente público, a penalidade a ser aplicada deve ser a demissão, após o devido processo legal. Aliás, como é feito em quase todo serviço público civil”, argumenta Dino na PEC.

    A relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), apresentou voto favorável à proposta, com três emendas de redação. Se aprovado na CCJ,o projeto seguirá para a votação dos parlamentares no Plenário da Casa.

    Decisão do STF

    Na segunda-feira (16/3), o próprio ministro Flávio Dino determinou que a punição máxima a magistrados em exercício condenados por infrações graves cometidas deve resultar na perda do cargo, e não mais no afastamento remunerado da função.

    A decisão atinge diretamente dois magistrados envolvidos em graves denúncias:

    Na decisão, Dino argumentou que a Reforma da Previdência de 2019 retirou o amparo constitucional para o uso da aposentadoria compulsória como sanção disciplinar a juízes.

    Segundo o ministro, se o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concluir que um juiz cometeu infração grave, o órgão deve encaminhar o caso ao STF para eventual perda do cargo, já que apenas a Corte pode desconstituir decisões do conselho e decidir sobre a permanência de magistrados na função.

  • Sob pressão, governo anuncia hoje medidas para deter greve de caminhoneiros

    Sob pressão, governo anuncia hoje medidas para deter greve de caminhoneiros

    A preocupação no Palácio do Planalto com a possibilidade de uma greve de caminhoneiros ocorrer nesta semana no país e contaminar ainda mais o ambiente político-eleitoral levou a força-tarefa do governo que cuida do assunto a planejar o anúncio, na manhã desta quarta-feira (18), de medidas para ampliar a fiscalização do cumprimento da tabela do piso mínimo do frete para caminhoneiros e para responsabilizar os infratores contumazes.

    O anúncio deverá ser feito às 10h pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Guilherme Sampaio, no Ministério dos Transportes, em Brasília.

    A tabela advém de uma lei de 2018 que estabelece parâmetros mínimos para o pagamento de frete a caminhoneiros, baseados no número de eixos do caminhão, no peso da carga e na distância percorrida.

    A categoria, porém, aponta que a falta de fiscalização pelo governo faz com que ela não seja cumprida, ainda mais em um contexto de aumento do preço de combustíveis.

    O Ministério da Fazenda irá ampliar a pressão sobre os estados para que eles reduzam o ICMS sobre combustíveis e para que os preços sejam fiscalizados.

    O debate ocorrerá na reunião extraordinária convocada para esta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), justamente para discutir a redução temporária do ICMS sobre o diesel.

    O governo deve fazer, inclusive, uma proposta de redução e não descarta apresentar um plano de compensação aos estados pelas perdas de recursos.

    A maior parte dos estados resiste a reduzir o tributo, principal fonte de arrecadação dos estados. Nesta terça-feira, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou uma nota na qual informa que não reduzirá o imposto.

    Além do componente econômico, há o fator político, pois grande parte dos governadores tentará a reeleição e é de oposição a Lula.

    O governo, porém, quer mostrar que já deu o exemplo ao reduzir PIS e Cofins do diesel e que também já colocou a Polícia Federal para apurar crimes contra consumidores e contra a ordem financeira. O órgão abriu um inquérito nesse sentido nesta terça-feira.

    A força-tarefa do governo envolve principalmente a Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência e Ministério dos Transportes e é acompanhada com preocupação pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social, marqueteiro Sidônio Palmeira.

    A grande preocupação é com uma crise de desabastecimento no país e, em especial, seus impactos políticos em um ambiente já tensionado e polarizado que dificulte o cenário, já difícil, da campanha à reeleição de Lula.

    “Se não tiver nenhuma sinalização do governo até o final da semana, a greve acontece”, disse à CNN uma das lideranças do movimento, Wallace Landim, presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores, conhecido como Chorão.

    Ele aponta que o movimento é parecido com o de 2018, que parou o país e levou ao desabastecimento em diversas regiões.

    “Se não cruzar os braços em greve, a gente para automaticamente, porque não está viável economicamente trabalhar”, disse.

  • Irã ataca Tel Aviv em retaliação à morte de Ali Larijani

    Irã ataca Tel Aviv em retaliação à morte de Ali Larijani

    O Irã atacou Tel Aviv com bombas de fragmentação, em uma ação que, segundo o país, foi uma retaliação ao assassinato do chefe do Conselho de Segurança iraniano, Ali Larijani, após uma ofensiva de Israel, informou a televisão estatal iraniana nesta quarta-feira (18).

    Israel afirmou que o Irã tem usado repetidamente bombas de fragmentação, que se dispersam em múltiplos explosivos menores no ar e se espalham por uma vasta área, tornando-as difíceis de interceptar. O ataque à densamente povoada Tel Aviv nesta madrugada matou duas pessoas, elevando o número de mortos em Israel devido à guerra para pelo menos 14 pessoas.

    No Irã, um projétil atingiu uma área próxima à usina nuclear de Bushehr na noite de terça-feira (17), mas não causou danos ou feridos, informou o Irã à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, reiterou seu apelo por máxima contenção durante o conflito para evitar o risco de um acidente nuclear.

    Israel e os Estados Unidos afirmaram que impedir o Irã de desenvolver um programa de armas nucleares era um dos objetivos dos ataques lançados há mais de duas semanas, que mataram o líder supremo do país e muitos outros altos funcionários.

    O governo iraniano confirmou na terça-feira o assassinato de Larijani, a figura de mais alto escalão alvejada desde o primeiro dia da guerra entre os EUA e Israel, quando um ataque israelense matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

    O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, que Larijani liderava como secretário, afirmou que o filho de Larijani e seu vice, Alireza Bayat, também foram mortos em um ataque israelense na noite de segunda-feira (16).

    Os assassinatos seletivos ocorreram em um momento em que a guerra entre os EUA e Israel contra o Irã não mostra sinais de desescalada.

    O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, rejeitou propostas enviadas ao Ministério das Relações Exteriores iraniano para “reduzir as tensões ou estabelecer um cessar-fogo com os Estados Unidos”, segundo um alto funcionário iraniano que pediu para não ser identificado.

    Khamenei, participando de sua primeira reunião de política externa desde sua nomeação, disse que “não é o momento certo para a paz até que os Estados Unidos e Israel sejam subjugados, aceitem a derrota e paguem indenizações”, de acordo com o funcionário.

    O funcionário não esclareceu se Mojtaba Khamenei, que ainda não apareceu em fotos ou na TV desde que foi nomeado na semana passada para substituir seu pai assassinado, participou da reunião pessoalmente ou remotamente.

  • 71% dos brasileiros são contra taxa mínima por pedido em app, diz Quaest

    71% dos brasileiros são contra taxa mínima por pedido em app, diz Quaest

    Uma pesquisa Quaest em parceria com a ANR (Associação Nacional dos Restaurantes) constatou que 71% dos brasileiros são contra a taxa mínima por pedido que está sendo debatida na regulamentação do trabalho por aplicativos.

    Divulgado nesta terça-feira (17), o levantamento aponta que a maioria da população brasileira rejeita a proposta do governo federal de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega. A sugestão implementa ainda um adicional de R$ 2,50 por quilômetro para entregas acima de quatro quilômetros.

    Além disso, na visão de 78% dos entrevistados, o tabelamento levaria a um aumento de preços nos pedidos de comida por aplicativos. Considerando o impacto por classe de poder aquisitivo, 86% dizem que serão as pessoas mais pobres as mais afetadas pela proposta.

    Sobre a perspectiva de pagar valores mais altos em entregas, 71% dos brasileiros dizem que não pagariam mais, contra 29% que estão dispostos a pagar mais pelas entregas.

    A Quaest também questionou os entrevistados sobre o conhecimento do tema de regulamentação dos aplicativos. A maioria (87%) afirma conhecer a discussão, enquanto 76% ouviram falar na proposta do governo para implementação de uma taxa mínima.

    A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 16 de março e contou com 1.031 entrevistados presencialmente com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais.

  • Rio Acre tem queda no nível, mas volume de chuva chega a 40 mm em 24h na capital

    Rio Acre tem queda no nível, mas volume de chuva chega a 40 mm em 24h na capital

    O nível do Rio Acre apresentou redução na manhã desta quarta-feira, 18, em Rio Branco, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal. Às 6h07, o manancial marcou 10,20 metros, mantendo tendência de vazante e permanecendo abaixo da cota de alerta, que é de 13,50 metros.

    Apesar da diminuição no nível do rio, o volume de chuvas nas últimas 24 horas chamou atenção das autoridades. De acordo com o boletim, foram registrados 40,80 milímetros de precipitação.

    A cota de transbordo do Rio Acre é de 14 metros, o que ainda deixa o nível atual distante de uma situação de inundação.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Após impasses, leilão de capacidade de energia ocorre sob alerta de apagão

    Após impasses, leilão de capacidade de energia ocorre sob alerta de apagão

    Depois de dois anos de espera, inúmeros debates, judicialização, um adiamento e questionamentos sobre as regras, o governo federal realiza nesta quarta-feira (18) um dos leilões mais aguardados pelo setor elétrico, o Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de 2026.

    O certame será dividido em duas etapas: a primeira ocorre nesta quarta-feira (18) e a segunda na sexta-feira (20), ambas na sede da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), a partir das 10h. O leilão vai contratar potência de usinas hidrelétricas (UHE) e termelétricas (UTE) a gás natural, carvão mineral, óleo e biodiesel.

    Voltado à segurança energética, o LRCAP tem como principal objetivo garantir que o sistema elétrico nacional conte com usinas disponíveis para operar em momentos críticos. Na prática, essas usinas funcionam como uma espécie de “seguro” do sistema: podem ser acionadas rapidamente em situações de alta demanda ou de redução na oferta de outras fontes.

    À CNN, o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, reconhece que foram prazos apertados os colocados pelo MME e que o Brasil perdeu algumas janelas de oportunidades. “De fato, este é um leilão que era para ter sido realizado (…), informamos ao MME a continuidade de descontratação de térmicas importantes para o sistema. Mesmo assim, a expectativa é um leilão muito competitivo e concorrido, conta”, disse.

    Ao todo, o leilão mobilizou um volume expressivo de interesse do mercado. Segundo dados do cadastramento técnico, foram inscritos 330 projetos, somando cerca de 120 gigawatts (GW) de potência . A maior parte é composta por termelétricas a gás natural, que respondem por mais de 110 GW cadastrados, seguidas por ampliações de hidrelétricas e projetos a carvão.

    Apesar do interesse elevado, o leilão foi marcado por controvérsias. O Ministério de Minas e Energia revisou as regras e os parâmetros econômicos antes de remarcar a disputa. Outro ponto de tensão envolveu os preços iniciais definidos pelo MME, que foram alvo de críticas por parte de agentes do mercado.

    As referências acabaram sendo revisadas pelo governo, mas ainda assim motivaram a abertura de uma investigação pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que apura possíveis irregularidades na formulação das diretrizes.

    Mesmo assim, o leilão deve ocorrer sem intercursos. O risco de um blecaute por falta de potência tem feito técnicos do TCU recomendarem que a corte não interfira no leilão, já que mais um atraso na licitação aumentaria o risco de um apagão.

    Mesmo diante das divergências, o leilão é visto como estratégico para o futuro do sistema elétrico brasileiro. Com a expansão acelerada de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, cresce a necessidade de fontes despacháveis capazes de garantir estabilidade e confiabilidade ao sistema.

  • Mega-Sena: 3 apostas dividem prêmio de R$ 104 milhões; saiba onde

    Mega-Sena: 3 apostas dividem prêmio de R$ 104 milhões; saiba onde

    Breno Esaki/Metrópoles
    Imagem colorida de Mega-Sena

    O concurso 2985 da Mega-Sena, realizado na noite dessa terça-feira (17/3), em São Paulo, teve três apostas que acertaram os seis números sorteados. Os ganhadores vão dividir um prêmio total de mais de R$ 104 milhões.

    As apostas vencedoras são das cidades de Camocim (CE), Catalão (GO) e Presidente Castelo Branco (PR). Como o prêmio foi dividido igualmente, cada uma vai receber cerca de R$ 34,8 milhões.

    De acordo com a Caixa Econômica Federal, todos os vencedores fizeram apostas simples, com seis números marcados.

    Na quina, do mesmo concurso, 96 apostas acertaram os cinco números e cada uma vai levar cerca de R$ 34,8 mil. Já a quadra teve 4.494 ganhadores, com prêmio individual de aprocimadamente R$ 1,2 mil.

    Como funciona o pagamento de prêmios

    O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado nesta quinta-feira (19/3), com prêmio estimado em R$ 3,5 milhões.