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  • Dólar cai e Bolsa sobe apesar de nova alta do preço do petróleo

    Dólar cai e Bolsa sobe apesar de nova alta do preço do petróleo

    Costfoto/NurPhoto via Getty Images
    Imagem colorida de maços de notas de dólar norte-americano - Metrópoles

    Durou pouco (só um dia) o alívio provocado nos mercados mundiais com a queda do preço do petróleo. Nesta terça-feira (17/3), a cotação da commodity voltou a subir, embora a curva de alta esteja se mantendo estável ao longo da manhã. Mesmo assim, o dólar cai e o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), opera em alta.

    Às 10h15, o dólar recuava 0,41% em relação ao real, cotado a R$ 5,20. Ele também baixava 0,12%, de acordo com o índice DXY, que mede a força da moeda americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes (euro, iene e libra esterlina, por exemplo). Ou seja, a baixa da moeda americana era global.

    No caso do Ibovespa, também às 10h15, embora o pregão ainda estivesse no início (ele começa às 10 horas), o movimento era de alta. O índice subia 0,65%, aos 181 mil pontos.

    A questão é saber até que ponto o comportamento da moeda americana e do Ibovespa vão manter essas direções, num quadro de elevação do preço do petróleo. A boa notícia é que o valor subiu nesta terça-feira, mas se manteve próximo do mesmo patamar desde o início do dia.

    Às 8 horas, por exemplo, o preço do barril do tipo Brent, a referência para o mercado global, avançava 2,88%, a US$ 103 (na venda para março). Às 10 horas, a alta era menor: de 1,80%, a US$ 102. O tipo WTI, que baliza o comércio nos Estados Unidos, registrava elevação de 3,22%, a US$ 96,5 por barril (para abril) no começo do dia. Duas horas depois, a alta também era menos intensa: de 2,50%, a US$ 94,7.

  • Operação mira esquema milionário de lavagem de dinheiro em MG

    Operação mira esquema milionário de lavagem de dinheiro em MG

    Divulgação/PCMG
    pcmg-operacao-lavagem-de-dinheiro

    A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na manhã desta terça-feira (17/3), a operação Kodama para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao setor de carvão vegetal. Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, no Distrito Federal e em Sergipe.

    As investigações começaram após a identificação de indícios de uso de documentos ambientais falsos para encobrir a comercialização de carvão de origem ilegal — tanto de mata nativa quanto de plantações de eucalipto em situação irregular.

    Segundo a PCMG, um grupo de investidores estrangeiros teria injetado recursos em empresas, principalmente no norte de Minas. Essas companhias seriam usadas para emitir notas fiscais, gerar créditos florestais e obter guias ambientais com informações incompatíveis com a real capacidade de produção — em alguns casos, superior à de empresas consolidadas no setor.

    A apuração aponta para a existência de uma organização criminosa estruturada, com atuação em diferentes etapas da cadeia produtiva do carvão vegetal, incluindo áreas florestais, transporte e siderurgia.

    Relatórios de inteligência financeira também identificaram dezenas de pessoas e empresas com movimentações suspeitas. Parte delas estaria registrada em nome de terceiros, os chamados “laranjas”, ou funcionaria como fachada para ocultar os verdadeiros responsáveis.

    Danos ambientais e valores milionários

    Durante as investigações, foram constatados impactos ambientais relevantes. Em uma das áreas fiscalizadas, quase 9 mil metros cúbicos de carvão vegetal estavam acobertados por documentação irregular — carga avaliada em cerca de R$ 3,4 milhões.

    Com autorização da Justiça, foram determinadas diversas medidas, entre elas:

    A operação busca reunir provas para responsabilizar os envolvidos e evitar a ocultação de patrimônio ao longo das investigações.

    Os suspeitos podem responder por lavagem de dinheiro, associação criminosa e crimes ambientais.

    De acordo com a Polícia Civil, o combate a esse tipo de prática é essencial diante do cenário de ilegalidade no setor. Estimativas indicam que entre 50% e 90% da madeira nativa extraída no país tem origem irregular, o que gera prejuízos bilionários — entre US$ 6 bilhões e US$ 9 bilhões por ano, segundo dados do Banco Mundial.

  • Salas vazias e alagadas: escola do DF fica fechada após fortes chuvas. Veja vídeo

    Salas vazias e alagadas: escola do DF fica fechada após fortes chuvas. Veja vídeo

    Escola Classe 15 de Planaltina (DF) teve salas inundadas e móveis danificados após temporal; equipes fazem reparos e limpeza

  • Mandante é condenado a 35 anos por assassinato no AC; executor pega 25

    Mandante é condenado a 35 anos por assassinato no AC; executor pega 25

    Os detentos Josivânio Saraiva da Silva, conhecido como “Metal”, Edilene de Jesus dos Santos e Lucas Cauã de Lima Oliveira, apelidado de “Ciborgue”, foram julgados nesta segunda-feira pelo Tribunal do Júri, em Rio Branco.

    Segundo a TV 5, a sessão foi realizada no plenário da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar. Os réus respondiam pelo assassinato de Maylon de Oliveira Ferreira, ocorrido em 18 de agosto de 2023.

    Conforme denúncia do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), o crime ocorreu no Ramal do Pastor, bairro Benfica, na região da Vila Acre, no 2º Distrito da capital.

    O corpo da vítima foi encontrado no dia seguinte, com as mãos amarradas para trás e sinais de tortura.

    As investigações apontaram que Josivânio Saraiva teria sido o mandante do homicídio. Edilene de Jesus é acusada de ter conduzido o veículo que levou a vítima até o local do crime, enquanto Lucas Cauã teria executado o assassinato. Os denunciados também respondiam por envolvimento com organização criminosa.

    Durante o julgamento, o promotor de Justiça Teotônio Rodrigues sustentou a acusação e pediu a condenação dos réus.

    Ao final da sessão, Josivânio Saraiva da Silva foi condenado a 35 anos de prisão, reconhecido como mandante do crime. Lucas Cauã de Lima Oliveira recebeu pena de 25 anos de reclusão.

  • Acre entra em alerta para chuvas intensas e ventos de até 60 km/h

    Acre entra em alerta para chuvas intensas e ventos de até 60 km/h

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso de chuvas intensas com grau de severidade classificado como perigo potencial para o Acre. O alerta segue válido até as 23h59 de quarta-feira (18).

    De acordo com o órgão, a previsão indica acumulados de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros ao longo do dia, além de ventos intensos com velocidade entre 40 e 60 km/h.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Governo do Acre nomeia nove novos agentes socioeducativos

    Governo do Acre nomeia nove novos agentes socioeducativos

    O Governo do Acre oficializou nesta terça-feira, 17, a nomeação de nove candidatos aprovados no concurso público do Instituto Socioeducativo do Estado do Acre (ISE). A decisão foi publicada por meio do Decreto nº 12.798-P, assinado pelo governador Gladson Cameli (Progressistas).

    O concurso, homologado pelo Edital nº 068 SEAD/ISE, de abril de 2023, tinha como objetivo preencher vagas na carreira de Agente Socioeducativo – Masculino. Entre os nomeados estão Gilberto Dankar da Silva, Gabriel de Lima Chaves, Alcinaides da Costa Santiago Júnior, Matheus de Paula Alencar, Matheus Rodrigues Lino, Maykon Weslley Souza da Silva, Jose Cleder Silva de Noronha, Filipe de Almeida Costa e Jakson de Souza Oliveira.

    Os candidatos têm até 30 dias para apresentar os documentos exigidos e assinar o Termo de Posse, etapa que formaliza a entrada efetiva no serviço público. A publicação do decreto oficializa imediatamente a nomeação.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Prefeitura de Rio Branco abre créditos suplementares para áreas sociais, tecnologia e educação

    Prefeitura de Rio Branco abre créditos suplementares para áreas sociais, tecnologia e educação

    A Prefeitura de Rio Branco oficializou nesta terça-feira, 17, a abertura de créditos suplementares ao orçamento financeiro de 2026 em três decretos publicados no Diário Oficial do Estado (DOE). As medidas têm o objetivo de reforçar recursos em áreas prioritárias como assistência social, desenvolvimento tecnológico e educação. O Decreto nº 426/2026 abriu um crédito suplementar […]

  • Rio Branco cria comissão para atualizar plano de carreira dos professores

    Rio Branco cria comissão para atualizar plano de carreira dos professores

    A Prefeitura de Rio Branco, por meio do Decreto nº 485, publicado nesta terça-feira, 17, instituiu a Comissão Paritária responsável pela revisão e proposta de alteração da Lei nº 35/2017, que dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores da educação pública municipal. A medida foi assinada pelo prefeito da capital, Tião Bocalom (PL).

    O objetivo da iniciativa é atualizar a legislação vigente, garantindo a valorização dos profissionais da educação e a adequação às normas legais atuais. A comissão será formada por representantes de diversos setores da Secretaria Municipal de Educação, órgãos públicos, sindicatos e conselhos municipais, seguindo o princípio da gestão democrática do ensino público.

    Entre os membros da comissão estão titulares e suplentes de departamentos como Ensino Fundamental, Educação Infantil, Educação Especial, Rede Escolar, além de representantes do Conselho Municipal de Educação, sindicatos de professores e técnicos administrativos e da Procuradoria Geral do Município. A coordenação ficará a cargo do presidente da comissão, representante da Secretaria Municipal de Educação.

    A participação dos membros será sem prejuízo das funções normais de seus cargos e sem remuneração adicional, garantindo que o trabalho seja conduzido de forma colaborativa e técnica.

    A comissão terá 30 dias, a partir da publicação do decreto, para concluir os estudos e apresentar o relatório final, incluindo a minuta do projeto de lei ao Secretário Municipal de Educação, que encaminhará para despacho do prefeito. O prazo poderá ser prorrogado por igual período, caso haja justificativa fundamentada.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Anvisa manda recolher fitas de clareamento dental irregulares

    Anvisa manda recolher fitas de clareamento dental irregulares

    Divulgação
    Fitas de clareamento dental da marca Oiwhite recolhido pela anvisa. Metrópoles

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de fitas de clareamento dental comercializadas no país de forma irregular.

    A medida atinge produtos da marca Oiwhite, fabricados por diferentes empresas, e inclui também a proibição de venda, distribuição, propaganda e uso.

    Segundo a agência, as fitas foram classificadas como cosméticos, mas apresentavam promessas de efeito terapêutico na rotulagem, o que não é permitido para esse tipo de produto. Por esse motivo, a comercialização foi considerada irregular.

    Entre os itens atingidos estão as fitas de clareamento dental Oiwhite, da empresa Belcher Farmacêutica do Brasil, e a versão Oiwhite Fita Clareadora Dental Roxa, produzida pela Endogen Indústria, Comércio, Importação, Exportação e Serviços.

    Produto ganhou popularidade nas redes

    As fitas clareadoras se tornaram populares principalmente nas redes sociais, onde usuários compartilham vídeos mostrando resultados rápidos no clareamento dos dentes.

    A praticidade de uso em casa ajudou a impulsionar a procura, mas especialistas alertam para os riscos do uso sem orientação profissional.

    De acordo com o cirurgião-dentista Gustavo Delmondes, embora esses produtos possam conter substâncias semelhantes às usadas em consultórios, a forma de uso faz diferença.

    “Esses produtos podem até ter agentes clareadores parecidos com os utilizados em tratamentos odontológicos, mas a diferença está na concentração e, principalmente, na forma de aplicação. Sem avaliação profissional, o paciente pode acabar utilizando de maneira inadequada”, afirma.

    O especialista também chama atenção para possíveis efeitos adversos. “Quando o produto entra em contato com a gengiva ou é utilizado por tempo excessivo, pode causar irritações, inflamações e aumento da sensibilidade”, explica.

    A preocupação com esse tipo de produto não é recente. A Anvisa já havia determinado anteriormente a proibição de outras fitas clareadoras sem registro no país, também associadas a riscos à saúde bucal.

    A orientação é que consumidores evitem o uso de produtos sem regularização e procurem avaliação com um profissional antes de iniciar qualquer tipo de clareamento dental.

  • Quadrilha que furtava carga em vagões de trem é alvo de operação em SP

    Quadrilha que furtava carga em vagões de trem é alvo de operação em SP

    Divulgação/ DEIC
    Operação Ouro Branco visou desarticular quadrilha especializada no furto de carga de farelo de soja e açúcar em vagões de trem em Aguaí (SP) - Metrópoles

    O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) realizou uma operação para desmantelar uma quadrilha que furtava carga em vagões de trem no município de Aguaí, no interior de São Paulo.

    A operação, chamada Ouro Branco, acontece na manhã desta terça-feira (17/3), por meio da 2ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divecar).

    A associação era especializada no furto de carga de farelo de soja e açúcar. Os criminosos acessaram os vagões de trem durante o transporte e realizaram o ensacamento da carga transportada, jogando-a na linha férrea. Posteriormente, outros integrantes da quadrilha recolhiam a carga usando carros.


    Quadrilha especializada em furto em vagões de trem

    A associação criminosa era composta por quatro frentes, chamadas pelo Deic de “equipe de vandalismo”, “equipe de coleta”, “equipe de intermediários” e “equipe de receptores”.


    Os roubos aconteciam na via ferroviária sentido Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A concessionária afetada foi a Ferrovia Centro Atlântica (FCA/VLI).

    A carga furtada era alocada em galpões e sítios na região e revendida pelos membros da quadrilha. Segundo a investigação do DEIC, os roubos resultaram em perdas estimadas na casa de milhões de reais anuais.