Categoria: Teste

  • Quer pedalar melhor? Veja 4 exercícios que podem ajudar

    Quer pedalar melhor? Veja 4 exercícios que podem ajudar

    Divulgação/Metrópoles Endurance
    Foto de atletas praticando ciclismo - Metrópoles

    Pedalar sozinho não garante evolução no ciclismo. Para encarar subidas, ganhar potência e manter a postura correta, é essencial trabalhar a força muscular.

    Incorporar exercícios específicos ajuda a melhorar desempenho, prevenir lesões e deixar cada pedalada mais eficiente. O ideal é fazer de 2 a 3 séries de 10 a 15 repetições de cada exercício. A seguir, confira quais são as melhores opções:

    1. Pedalar com potência

    O quadríceps é determinante para gerar força na pedalada. Um exercício eficiente é o stiff tipo sumô, que fortalece essa musculatura.

     

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  • Vídeo mostra ação de assaltantes em shopping de Cruzeiro do Sul

    Vídeo mostra ação de assaltantes em shopping de Cruzeiro do Sul

    AÇÃO REGISTRADA

    Vídeo mostra ação de assaltantes em shopping de Cruzeiro do Sul

    Por Sandra Assunção15 de março de 2026 – 07h44 2 min de leitura

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    Um vídeo de câmera de segurança registrou a ação de assaltantes no Shopping Copacabana, em Cruzeiro do Sul, na tarde deste sábado (14). Durante o crime, os suspeitos levaram sete aparelhos celulares de uma loja localizada no interior do centro comercial.

    De acordo com as imagens, um dos envolvidos permaneceu do lado de fora enquanto três homens entraram no shopping e foram diretamente até a loja. Um deles, armado, rendeu o segurança do estabelecimento, enquanto os outros dois recolheram os celulares.

    Duas mulheres que estavam sentadas nas proximidades da loja Bemol perceberam a ação e saíram correndo do local. Após o roubo, o grupo fugiu.

    A Polícia Militar realizou buscas na região, mas até o momento ninguém foi preso.

    Reforço policial

    O comandante em exercício da Polícia Militar em Cruzeiro do Sul, capitão Thales Campos, informou que o município receberá reforço policial e que operações já foram iniciadas para conter a onda de crimes registrada nos últimos dias.

    Segundo ele, equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) foram enviadas para atuar em conjunto com a Polícia Militar no combate a roubos, assaltos e outros crimes.

    “O secretário de Segurança encaminhou algumas equipes do Gefron e as equipes da Polícia Militar também estarão sendo reforçadas aqui em Cruzeiro do Sul. O 6º Batalhão já havia desencadeado operações há alguns dias, e a partir de hoje vamos intensificar novas ações com as equipes da PM e do Gefron para reforçar o policiamento”, afirmou o oficial.

    Veja o vídeo:

  • Agentes resgatam cadelinha trancada há 3 dias dentro de veículo

    Agentes resgatam cadelinha trancada há 3 dias dentro de veículo

    Reprodução
    cadelinha resgatada

    Agentes da prefeitura de Rio de Janeiro resgataram, na manhã deste sábado (14/3), uma cadelinha que estava presa dentro de um carro estacionado na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul da cidade.

    Segundo moradores da região, o automóvel estava parado em uma vaga desde a última quinta-feira (12). No entanto, apenas neste sábado vizinhos perceberam que havia um animal dentro do veículo. A cachorrinha foi vista arranhando as janelas do banco traseiro, aparentemente tentando sair.

    Preocupados com a situação, moradores acionaram o vereador Luiz Ramos Filho, integrante da Comissão de Defesa dos Animais da Câmara Municipal. O parlamentar entrou em contato com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, que enviou equipes ao local. Com apoio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), os agentes conseguiram abrir o veículo e retirar a cadelinha com segurança.

    Calor aumentava risco

    O resgate aconteceu em um dia de sol forte na cidade. A temperatura máxima chegou perto dos 30 °C, e fazia bastante calor em Copacabana no momento em que o animal foi encontrado dentro do carro fechado. Logo após ser retirada, a cadelinha recebeu água dos agentes que participaram da operação.

    Depois do resgate, o animal foi levado para a 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, onde o caso foi registrado. Em seguida, foi encaminhado ao Hospital Veterinário Jorge Vaitsman, na Mangueira, para avaliação médica.

    De acordo com a secretária Jeniffer Coelho, responsável pela pasta de proteção animal do município, a cadelinha aparenta estar bem. “Aparentemente a cadelinha está bem de saúde. Vai ser avaliada pelos veterinários do município. A boa notícia é que já temos uma pessoa interessada em adotá-la”, afirmou.

    Investigação

    As autoridades agora investigam quem é o responsável pelo veículo e pelo abandono do animal. Abandonar ou maltratar animais é crime no Brasil e pode resultar em multa e prisão

  • Sober sex: por que transar sem álcool virou nova trend

    Sober sex: por que transar sem álcool virou nova trend

    Pexels
    pouca vergonha

    A ideia de que o álcool é indispensável para relaxar na cama está perdendo força rapidamente. Muitas mulheres agora buscam o chamado “Sober sex” ou, em tradução livre, o sexo totalmente sóbrio. Essa tendência foca na presença absoluta e na conexão real entre os parceiros durante a intimidade. Abandonar a “coragem líquida” permite que você explore seus sentidos sem qualquer tipo de névoa mental.

    A proposta aqui não é sobre proibição, mas sobre redescobrir o prazer de transar com lucidez. É um movimento que valoriza a vulnerabilidade e a intensidade de cada toque compartilhado no quarto.

    O que é o Sober sex e por que ele atrai os jovens?

    O Sober sex é a escolha consciente de curtir a intimidade sem o suporte de substâncias químicas. Para muitos, o álcool servia como uma muleta para vencer a timidez ou a insegurança física.

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  • Brasil pode repetir feito histórico de 36 anos no Oscar; veja qual

    Brasil pode repetir feito histórico de 36 anos no Oscar; veja qual

    Divulgação
    Wagner Moura em O Agente Secreto

    O cinema brasileiro vive um momento de ouro na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Após a histórica conquista de Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, o país retorna à cerimônia com o aclamado O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho.

    Além de disputar em quatro frentes, o longa carrega a possibilidade de quebrar um tabu que persiste há mais de três décadas na categoria de Melhor Filme Internacional.

    O fantasma do bicampeonato

    Caso vença, o Brasil será o primeiro país a conquistar a estatueta de Filme Internacional por dois anos consecutivos desde a Dinamarca, que alcançou o feito em 1987 e 1988 com os clássicos A Festa de Babette e Pelle, O Conquistador. Desde então, a rotatividade de nações vencedoras tem sido a regra, tornando o “back-to-back” um dos maiores desafios estatísticos da premiação.

    Foto colorida de Walter Salles no Oscar - Metrópoles
    Walter Salles segundo o Oscar brasileiro de Melhor Filme Internacional por Ainda Estou Aqui

    A elite dos vencedores sequenciais

    Na história do Oscar, poucas cinematografias conseguiram dominar a categoria de forma tão dominante:

    Vale lembrar que, nos primórdios da categoria (1947-1955), o prêmio era honorário e sem lista de indicados. Naquela época, o Japão também conseguiu duas vitórias seguidas (1954-55).

    A Fonte da Donzela, filme sueco
    Train Dreams de Adolpho Veloso é indicado a melhor fotografia

    Brasil em múltiplas frentes

    As expectativas para O Agente Secreto são amplas. Além da categoria internacional, o filme disputa os prêmios de Melhor Filme, Melhor Elenco e Melhor Ator para Wagner Moura.

    O Brasil ainda marca presença na categoria técnica com Adolpho Veloso, indicado pela fotografia de Sonhos de Trem, consolidando uma das maiores delegações brasileiras da história do Oscar.

  • Clayton & Romário falam sobre estreia como atores em novela

    Clayton & Romário falam sobre estreia como atores em novela

    Reprodução/Redes sociais.
    clayton-romario-estreia-como-atores-em-novela-2

    A dupla sertaneja Clayton & Romário vive um momento marcante na carreira com a participação especial na novela das sete da TV Globo, Coração Acelerado, exibida recentemente.

    Natural de Goiânia (GO) e conhecida por sucessos como Pingaiada e Água Nos Zói, a dupla também ganhou espaço na trilha sonora da produção com a música Aô Goiás, lançada fevereiro que dialoga diretamente com o universo da trama ambientada em Goiás.

    Como surgiu o convite

    Em entrevista à coluna, Clayton e Romário contaram como surgiu o convite para integrar não apenas a trilha sonora, mas também aparecer em cena.

    “O convite veio junto com o da música. Quando chamaram a gente pra colocar Aô Goiás na trilha, já falaram da possibilidade de fazermos uma participação em cena também. Pra nós foi uma alegria dobrada, entrar com a nossa música e ainda viver essa experiência como atores logo de cara”, disse Clayton.

    Sobre a experiência de gravar ao lado de Filipe Bragança, que interpreta o protagonista João Raul na novela, eles admitiram um pouco de nervosismo por encarar as câmeras.

    “Rapaz, rolou um friozinho na barriga sim! No palco a gente tá acostumado, mas no set é outro universo. Tem marcação, silêncio, repetir cena… dá um nervosismo diferente”, contou Romário, acrescentando que o clima foi amenizado pela receptividade da equipe de produção.

    Novela leva Goiás para todo o Brasil

    Ambientada no Centro‑Oeste brasileiro e tendo a música como fio condutor, Coração Acelerado trouxe para a ficção um pedaço da identidade cultural sertaneja que marca a trajetória da dupla.

    “É um orgulho gigante. A gente é de Goiânia, carrega Goiás na nossa essência. Ver uma novela ambientada lá, com a música como elemento central, é emocionante. Parece que a gente tá levando um pedacinho da nossa casa pro Brasil inteiro”, afirmou Clayton.

    Eles também comentaram as diferenças entre interpretar uma canção no palco e cantar dentro de uma cena com roteiro. “Totalmente diferente! No show a gente sente a energia da galera e vive o momento ali, sem muita regra. Na novela tem roteiro, posicionamento, câmera, direção… Às vezes precisa repetir várias vezes até ficar perfeito”, explicou Romário.

    Experiência abre portas para atuação

    A experiência, segundo os dois, abriu a mente para novas possibilidades na carreira artística. “A música é nossa vida, é nossa base, mas a experiência foi muito positiva. Se surgir um convite bacana pra novela, série ou até cinema, a gente vai olhar com carinho”, disse Clayton.

    Questionados sobre o impacto dessa participação na relação com o público, eles destacaram o alcance da dramaturgia.

    “Novela tem um alcance gigantesco, entra na casa de milhões de brasileiros todos os dias. Isso faz nossa música chegar em pessoas que talvez ainda não conhecessem o nosso trabalho”, afirmou Romário, lembrando que a presença em Coração Acelerado reforça a conexão da dupla com fãs novos e antigos.

  • Do coração à cabeça: o voto mais racional (por Gaudêncio Torquato)

    Do coração à cabeça: o voto mais racional (por Gaudêncio Torquato)

    Rafaela Felicciano/Metrópoles
    Funcionários do TRE preparam urnas eletrônicas para o dia das eleições de 202012

    A razão, como mecanismo para a tomada de decisões, está ampliando consideravelmente seus espaços junto aos segmentos sociais, inclusive nos setores populares, tradicionalmente conhecidos por agir intensamente sob o impacto das emoções.

    Há sinais cada vez mais visíveis de que o voto no Brasil começa a deixar o terreno exclusivo da emoção para ingressar no campo da racionalidade. O eleitor continua sensível ao carisma, à empatia, aos símbolos partidários e às narrativas de identidade. Mas, diante da sequência de escândalos que atravessa a vida pública brasileira desde os tempos do mensalão, tornou-se mais desconfiado, mais exigente e mais atento. Hoje, observa com lupa o perfil dos candidatos, o conteúdo de seus discursos, a coerência entre promessas e práticas, o estilo de vida, as companhias e os interesses que os cercam. O coração ainda pulsa, mas a cabeça passou a vigiar.

    Esse deslocamento não ocorreu de repente. É resultado de um processo lento de fadiga moral. O brasileiro foi submetido, por anos, a uma sucessão quase ininterrupta de denúncias, investigações, prisões, delações, CPIs e escândalos rumorosos. A política passou a ser vista, por amplas camadas da população, como um espaço contaminado por interesses inconfessáveis. Quando a confiança pública se dissolve, o eleitor deixa de ser apenas torcedor e passa a atuar como juiz. Em vez de aderir automaticamente a mitos e bandeiras, pesa, compara, desconfia, examina.

    O bolso, aliás, continua sendo um dos maiores pedagogos da política. Quando a inflação morde, o romantismo eleitoral perde força. Quando o mercado, o supermercado e a farmácia impõem sacrifícios, o eleitor troca a devoção pelo cálculo. Pergunta não apenas quem fala melhor, mas quem pode entregar mais. Não quer apenas ouvir promessas; quer perceber consistência, preparo, equilíbrio e capacidade de gestão. A urna se transforma, assim, em tribunal da vida cotidiana.

    Nesse ambiente de exaustão moral, escândalos recentes reforçam a impressão de que as instituições seguem vulneráveis à promiscuidade entre dinheiro, influência e poder. O caso do Banco Master produziu forte impacto. O banqueiro Daniel Vorcaro voltou a ser detido na semana passada, em investigações que envolvem corrupção, lavagem de dinheiro, ameaças e fraudes ligadas ao banco, já liquidado pelo Banco Central. O episódio ampliou a sensação de podridão sistêmica e alimentou o sentimento de que a engrenagem do poder continua capturada por interesses subterrâneos.

    A perplexidade cresce quando o eleitor toma conhecimento de que Vorcaro manteve interlocução com figuras influentes do sistema político. Reportagens relataram que Lula recebeu o banqueiro em encontro no Planalto, fora da agenda oficial, embora o presidente tenha sustentado que encaminhou o assunto para tratamento técnico no Banco Central. Ainda que não haja prova de favorecimento direto, a simples proximidade entre personagens centrais da República e operadores de escândalos financeiros aprofunda o desgaste ético da política.

    No mesmo cenário aparece o nome de Fábio Luís, o Lulinha, citado no âmbito da CPMI do INSS. A comissão aprovou a quebra de seus sigilos, mas a decisão foi posteriormente suspensa pelo ministro Flávio Dino. O episódio, mesmo sem conclusões definitivas, tem peso político porque reforça, no imaginário coletivo, a velha associação entre famílias de poder e zonas nebulosas da administração pública. Em tempos de saturação ética, a suspeita já produz dano eleitoral.

    É nessa moldura que se ergue a pergunta central da sucessão presidencial: quem tem mais chances? Lula ou Flávio Bolsonaro? Ou haverá espaço para um nome capaz de romper a polarização? As pesquisas mais recentes apontam cenário apertado. Levantamento Datafolha divulgado em 7 de março mostrou empate técnico, em eventual segundo turno, entre Lula e Flávio Bolsonaro: 46% a 43%, dentro da margem de erro. O dado é eloquente. Mostra que Lula continua forte, mas também revela que o bolsonarismo preserva musculatura, mesmo após todo o desgaste institucional dos últimos anos.

    Lula entra na disputa com atributos conhecidos: força da máquina, lembrança positiva entre faixas populares e presença nacional consolidada. Mas seu caminho está longe de ser confortável. O desgaste econômico do cotidiano, a fadiga de parte do eleitorado com o PT e a sucessão de episódios que alimentam a percepção de deterioração moral torna sua caminhada mais defensiva. Já Flávio Bolsonaro se beneficia do capital político do sobrenome, da mobilização do eleitor antipetista e do impulso dado pela bênção pública do pai. Mas carrega alta rejeição e precisará provar que é mais do que herdeiro de um espólio eleitoral.

    Nesse terreno, cresce o debate sobre uma alternativa fora da guerra entre lulistas e bolsonaristas. Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado, Eduardo Leite e Romeu Zema disputam esse espaço. Zema, em particular, não pode mais ser tratado como figura lateral. Reafirmou nesta semana que pretende levar sua candidatura presidencial “até o final”, recusando a hipótese de servir apenas como vice. Tenta se apresentar como gestor sóbrio, administrador eficiente e representante de uma direita menos estridente e mais gerencial. Sua força está na boa base mineira e no discurso de austeridade. Sua dificuldade está em romper a cerca regional e adquirir densidade nacional.

    O problema desse campo alternativo é conhecido: a dispersão. Separados, esses nomes ajudam a manter viva a polarização. Unidos em torno de um projeto e de uma narrativa nacional, poderiam oferecer uma terceira via competitiva. Mas, até aqui, o centro e a centro-direita continuam padecendo do velho mal brasileiro: excesso de ambições, pouca convergência e baixa capacidade de transformar bons governadores em presidenciáveis robustos.

    O fato central, porém, é outro. O eleitor brasileiro parece estar mudando de atitude. Já não se satisfaz com marketing, com messianismo, com slogans e com guerras simbólicas. Quer propostas consistentes para a saúde, para o combate à violência, para a contenção da inflação e para a recuperação da confiança institucional. Quer menos pirotecnia e mais substância. Menos culto à personalidade e mais governo.

    Por isso, a eleição de 2026 poderá marcar a consolidação de uma nova etapa da cidadania eleitoral no país. O voto não deixará de ter emoção, porque política também é sentimento, memória e identidade. Mas tenderá a ser cada vez mais filtrado pela razão. E quando a razão sobe à cabine eleitoral, a urna deixa de ser altar de paixões para se transformar em tribunal de responsabilidades.

     

    GAUDÊNCIO TORQUATO é escritor, jornalista, professor emérito da ECA-USP e consultor político

  • Wagner Moura prestigia jantar pré-Oscar ao lado da esposa

    Wagner Moura prestigia jantar pré-Oscar ao lado da esposa

    Jon Kopaloff / Correspondente autônomo via Getty Images
    Wagner Moura prestigia jantar pré-Oscar ao lado da esposa

    Na véspera de uma noite que promete ser histórica para o cinema brasileiro, o ator Wagner Moura marcou presença no sábado (14/3) no prestigiado jantar pré-Oscar promovido pelo produtor Charles Finch. Acompanhado pela esposa, a fotógrafa Sandra Delgado, o artista participou da celebração realizada no icônico Polo Lounge, dentro do The Beverly Hills Hotel, em Los Angeles.

    O evento, que chegou à sua 24ª edição em parceria com a grife Chanel, é conhecido por reunir a elite de Hollywood antes da entrega das estatuetas.

    Wagner foi visto em momentos de descontração e posou para fotos ao lado de grandes nomes da indústria, como Javier Bardem e Jessie Buckley, uma das favoritas na categoria de Melhor Atriz este ano. A lista de convidados ainda contou com estrelas do calibre de Nicole Kidman, Adrien Brody, Elle Fanning e Teyana Taylor.

    Wagner Moura prestigia jantar pré-Oscar ao lado da esposa
    Javier Bardem, Sandra Delgado e Wagner Moura

    Discrição e parceria de longa data

    A aparição pública reforça o perfil reservado de Wagner e Sandra. Juntos há 25 anos, o casal mantém uma vida dividida entre o Rio de Janeiro e a Califórnia. Eles são pais de três filhos: Bem (19), Salvador (15) e José (13). Curiosamente, a história do casal começou de forma bem brasileira: os dois se conheceram em uma quinta-feira de Carnaval.

    Rumo à estatueta: um marco para o Brasil

    A expectativa para a cerimônia deste domingo é alta. Wagner Moura faz história ao se tornar o primeiro brasileiro indicado à categoria de Melhor Ator no Academy Awards. Sua performance em O Agente Secreto — longa que concorre em outras três categorias — o coloca no seleto grupo de apenas 11 artistas indicados por atuações em língua não inglesa nos quase 100 anos de premiação.

  • EUA identificam os seis militares mortos em acidente aéreo no Iraque

    EUA identificam os seis militares mortos em acidente aéreo no Iraque

    Reprodução/X
    imagem colorida avião kc-135 eua

    O Departamento de Defesa dos Estados Unidos (EUA) identificou os seis militares que morreram na queda de um avião de reabastecimento KC-135 no Iraque. Segundo o Comando Central dos EUA, dois aviões se envolveram no incidente aéreo, sendo que um deles conseguiu pousar em segurança.

    Saiba os nomes:

    No dia do acidente, na sexta-feira (13/3), o Comando Central das Forças Armads dos EUA haviam informado que quatro dos seis tripulantes haviam morrido na queda. Contudo, em um novo comunicado, o órgão anunciou a morte de todos os tripulantes da aeronave.

    Queda de aeronave

    Segundo o Comando Central dos Estados Unidos, a Força Aérea perdeu na quinta-feira (12) uma aeronave de reabastecimento KC-135 enquanto sobrevoava área considerada segura no Iraque. O modelo da aeronave não possui sistema de ejeção, fator que pode reduzir as chances de sobrevivência da tripulação em caso de queda.

    Instalações militares americanas na região vêm sendo utilizadas nas operações contra o Irã desde 28 de fevereiro, quando teve início o conflito. Por esse motivo, aviões dos EUA estão posicionados no local para dar suporte às ações militares.

    Em nota, o Comando Central afirmou que o acidente ocorreu durante a Operação Fúria Épica, ofensiva conduzida contra o Irã, e informou que equipes realizavam buscas e esforços de resgate após o incidente.

  • Dom Porquito e Acreaves impulsionam cadeia produtiva e transformam a vida de produtores

    Dom Porquito e Acreaves impulsionam cadeia produtiva e transformam a vida de produtores

    Uma rede que começa no campo e chega à indústria tem mudado a realidade de centenas de famílias no Acre. A cadeia produtiva formada pelas empresas Dom Porquito e Acreaves reúne pequenos produtores rurais, trabalhadores da indústria e técnicos especializados, gerando emprego, renda e movimentando a economia especialmente na região de Brasileia e Epitaciolândia.

    Durante visitas às unidades industriais e propriedades rurais integradas ao sistema de produção, o videomaker do ac24horas, Kennedy Santos, acompanhou de perto o funcionamento dessa estrutura produtiva que envolve desde a criação de suínos e aves até o processamento industrial dos alimentos. O material resultou em dois vídeos, disponíveis abaixo.

    Segundo o CEO das empresas Dom Porquito e Acreaves, Paulo Santoyo, o modelo de integração com pequenos produtores tem forte impacto social. Ele explica que a iniciativa não se limita à compra da produção, mas inclui apoio técnico, transferência de tecnologia e acompanhamento constante das famílias envolvidas.

    Santoyo afirma que muitos produtores precisavam apenas de oportunidade para desenvolver a atividade. “Não é só levar tecnologia. É levar conhecimento, apoio e segurança para que o produtor possa crescer”, destacou.

    Hoje, a Dom Porquito produz cerca de 1.400 toneladas de carne suína por mês, sendo aproximadamente 70% destinadas ao mercado internacional e 30% ao mercado interno. O crescimento da produção tem atraído novos investidores rurais.

    Um deles é o produtor Landoaldo Xavier, que decidiu apostar na suinocultura após investir cerca de meio milhão de reais na construção de galpões para criação de suínos em sua propriedade no ramal do Jarinal. A expectativa é ampliar gradualmente a estrutura.

    “Outros produtores que começaram antes dizem que não se arrependem. Então estamos iniciando e esperando ver os resultados no futuro”, relatou.

    Na cadeia produtiva das aves, o avanço também é significativo. Na Acreaves, segundo o gerente de produção Gleiciano Lopes, atualmente são abatidas cerca de 20 mil aves por dia, com a meta de chegar a 35 mil aves diárias até o fim do ano.

    A indústria também tem se destacado pela forte presença feminina no quadro de trabalhadores. Mais de 60% dos colaboradores são mulheres, muitas delas em busca do primeiro emprego ou de novas oportunidades de crescimento profissional.

    A supervisora de produção Rayane Nascimento conta que começou na empresa na área de controle de qualidade e, após dois anos, foi promovida. “Quero continuar crescendo, alcançar novos níveis dentro da empresa”, afirmou.

    Para muitas trabalhadoras, a indústria representa uma mudança de perspectiva de vida. Evelen Vitória, operadora de linha de produção, afirma que o emprego trouxe novas possibilidades. “Essa oportunidade significa muito para mim, porque não ajuda só a mim, mas também outras pessoas a aprender e crescer”, disse.

    Larissa Rufino, também da linha de produção, planeja avançar profissionalmente dentro da empresa. “Meu objetivo é me tornar técnica de segurança do trabalho”, contou.

    No campo, o crescimento da atividade também tem transformado histórias de famílias produtoras. Em uma propriedade rural visitada pela equipe, o jovem José Arlindo divide a rotina entre o trabalho na granja da família e o curso de medicina.

    Pela manhã, ele ajuda nas atividades da propriedade e, à tarde, segue para a faculdade na cidade. “Eu ajudo até cerca de 11 horas da manhã, depois almoço e vou para a faculdade. Saio por volta das 18h30 e volto de moto todos os dias”, relatou.

    A família começou na agricultura familiar e hoje investe na criação de suínos. Quando os três galpões estiverem concluídos, a propriedade terá capacidade para colocar até três mil animais no mercado a cada três meses.

    De acordo com o engenheiro agrônomo Francismax Araújo, o crescimento da suinocultura no Acre demonstra a confiança dos produtores no modelo produtivo. “O produtor cresce junto com a empresa. Não é apenas a empresa que se desenvolve”, explicou.

    Outro exemplo é o produtor Itamar Tolentino, que iniciou na atividade em 2013. Antes, trabalhava como empilhadeiro. Hoje, com a produção de aves na propriedade familiar, conseguiu melhorar significativamente as condições de vida.

    “Antes morávamos em uma casa de madeira. Hoje conseguimos construir uma casa de alvenaria e melhorar nosso conforto”, contou.

    Apesar do crescimento da cadeia produtiva, um desafio ainda persiste: a falta de mão de obra no campo. Segundo produtores, encontrar trabalhadores dispostos a atuar nas granjas tem sido cada vez mais difícil, o que muitas vezes obriga as famílias a assumirem as atividades.

    Mesmo assim, os investimentos continuam avançando. Muitos produtores têm adotado novas tecnologias, como sistemas de climatização e energia solar, que permitem melhorar a produtividade e reduzir custos.