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    Empresária responsável por “sequestro de bezerros” explica medida

    A engenheira agrônoma Letícia Ferreti, da empresa AgroF, chamou atenção nas redes sociais ao virar notícia por causa do “sequestro de bezerros”. O tom aparentemente policial sugerido pela expressão, na verdade, é um protocolo nutricional que fez com que as propriedades atendidas tivessem animais com ganho de peso duas vezes mais que a média nacional. […]

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    Metrópoles Endurance – Corrida: como foi a largada da prova dos 15 km. Veja vídeo

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    Atletas chegam empolgados para o Metrópoles Endurance – Corrida

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  • Ministros que vão deixar governo começam a esvaziar gavetas

    Ministros que vão deixar governo começam a esvaziar gavetas

    Hugo Barreto/Metrópoles
    Foto colorida de visão geral da Esplanada dos Ministérios, em Brasília

    Ministros que deixarão o governo entre o fim de março e abril para disputar as eleições de outubro já começam a esvaziar as gavetas de seus gabinetes na Esplanada.

    Pelo menos 20 chefes de pastas devem deixar seus cargos nos próximos meses para concorrer a vagas em governos estaduais, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

    Segundo apurou a coluna, o clima em boa parte dos ministérios já é de transição e despedida. Nas últimas agendas à frente das pastas, ministros têm recebido autoridades e participado de eventos institucionais, especialmente ligados aos seus redutos eleitorais.

    Auxiliares do presidente têm aproveitado os compromissos finais para apresentar balanços e entregar ações de seus respectivos ministérios.

    Parte das principais entregas foi deixada para o fim da gestão, numa tentativa de marcar a passagem pelas pastas e também de fortalecer a vitrine eleitoral.

    Veja a lista de quem deve deixar o governo para disputar as eleições:

    Executivo estadual

    O ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB-AL), já decidiu que vai concorrer à reeleição ao governo de Alagoas. Ele comandou o estado por dois mandatos consecutivos, entre 2015 e 2022. Em 2022, foi eleito senador, mas se licenciou do cargo para assumir o ministério.

    Senado Federal

    Ampliar a base de apoio no Senado é uma das prioridades do presidente Lula para 2026, quando 54 das 81 cadeiras estarão em disputa.

    No Palácio do Planalto, a possível candidatura de ministros é vista como estratégia para reforçar a presença governista na Casa.

    Entre os nomes cotados estão Rui Costa (PT-BA), Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) e Waldez Góes (PDT-AP). Também devem entrar na disputa Simone Tebet (MDB-MS) e Márcio França (PSB-SP).

    Outros nomes mencionados são Marina Silva, que ainda avalia por qual partido concorrer, além de Carlos Fávaro (PSD-MT) e Alexandre Silveira (PSD-MG), que devem tentar a reeleição. A ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) também já decidiu que disputará uma vaga na Casa em 2026.

    Câmara dos Deputados

    Também devem buscar novo mandato na Câmara dos Deputados o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula (PSD-PE), e o titular do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT-SP).

    Já Wolney Queiroz (PDT-PE), da Previdência Social, tenta retornar à Câmara após seis mandatos consecutivos.

    Outros ministros que devem concorrer a vagas na Câmara são Jader Filho (MDB-PA), das Cidades; Anielle Franco (PT-RJ), da Igualdade Racial; Macaé Evaristo (PT-MG), dos Direitos Humanos e da Cidadania; e Sônia Guajajara (PSol-SP), dos Povos Indígenas.

     

     

     

     

     

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  • A proposta de Trump

    A proposta de Trump

    Divulgação/Casa Branca
    Donald Trump em entrevista de imprensa na Casa Branca nesta segunda

    O governo Trump propôs que o Brasil receba, em prisões brasileiras, estrangeiros capturados nos Estados Unidos. E você? Respostas de 1.485 leitores:
    Concordo com a proposta – 5,9%
    Discordo da proposta – 94,1%

  • Nota sobre acordo judicial

    Nota sobre acordo judicial

    Na data 19 de março de 2025, os jornal fez uma matéria jornalística no site e redes sociais a respeito de Gabriel Santos de Souza, baseando-se em postagens anônimas nas redes sociais, que o acusavam de explorar trabalhadores em suas empresas.

    Acontece que as postagens foram produzidas por perfis anônimos e tinham apenas cunho difamatório , o que foi reconhecido judicialmente nos autos de n. 0702241-12.2025.8.01.0070 em desfavor da rede social X.

    Por conta disso, o jornal, vem por meio desta nota informar que os fatos que basearam a matéria eram falsos, pelo que se CORRIGE acerca da notícia veiculada.

  • A pergunta que não quer calar sobre a saúde de Bolsonaro

    A pergunta que não quer calar sobre a saúde de Bolsonaro

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
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    À medida em que sua saúde definha, o que o obriga a internações urgentes em hospitais em espaços de tempo cada vez menores, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão, estaria mais bem assistido?

    Na sua casa, aos cuidados da família? Ou na ala VIP do Complexo Penitenciário da Papuda, também conhecida como Papudinha? Não vale responder que ele correria menos risco de morte em um hospital, e que ali deveria cumprir sua pena.

    São os próprios médicos particulares de Bolsonaro que o internam e dão alta. Se dão alta é porque não há mais necessidade de ele permanecer internado. Portanto, Bolsonaro poderá voltar à Papudinha, ou então, se a Justiça assim decidir, à sua casa.

    De volta à pergunta: onde será mais bem assistido?

    Resposta: na Papudinha, onde dispõe de atendimento médico 24 horas por dia, ambulância na porta, e batedores em motocicletas para interromper o trânsito e tornar mais rápida uma eventual e transferência às pressas para qualquer grande hospital de Brasília.

    Desses privilégios, ele simplesmente não iria dispor em casa. Mantê-lo preso em casa, e seguro, sairia mais caro para o Estado brasileiro.  Vai que ele tenta fugir mais uma vez… Pior: vai que dribla a vigilância da Polícia Federal e consegue fugir…

    Bandido bom não é bandido morto, seja ele um preso comum ou especial. Bandido bom é bandido preso, submetido aos ditames da Justiça, mas com todos os seus direitos garantidos. Os cárceres do Brasil hospedam cerca de 755 mil presos.

    Segundo um estudo de 2023 divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça, 112 mil brasileiros morreram atrás das grades entre 2017 e 2021. Desse total, 62% acometidos por doenças como insuficiência cardíaca, infecção generalizada, pneumonia e tuberculose.

    Na última sexta-feira, o senador Flávio “Rachadinha” Bolsonaro disse que “estão brincando com a saúde” do seu pai. No sábado, sugeriu que a prisão em regime fechado submete o líder do golpe abortado em 8 de janeiro de 2023 ao risco de morte:

    “O doutor [Leandro Echenique] me falou: ‘Flávio, mais uma vez, teu pai escapou por pouco. Porque, se ele ficasse mais uma ou duas horas lá no 19º Batalhão [Papudinha] e não fosse levado ao hospital, ele tinha grandes chances de se complicar.’”.

    Escapou graças ao zelo e ao pronto atendimento da equipe médica de plantão na Papudinha. Escapou apesar do descuido de Bolsonaro com a saúde. Na noite da quinta-feira, ele teve mais uma crise de soluço.  A médica Ana Cristina Neves o socorreu.

    Eram 20h40 e a médica estava acompanhada de uma enfermeira. Na tarde daquele dia, Bolsonaro caminhou cinco quilômetros sem se queixar de nada. A médica registrou que ele estava “lúcido e orientado”, com “a respiração normal, tranquila.”

    Sua dieta teve “boa aceitação”. Assistia a uma partida de futebol na TV. Por precaução, a médica recomendou que ele tomasse um remédio para atenuar os soluços. Bolsonaro disse que só o o faria “após o jogo”.

    A equipe médica da Papudinha foi acionada novamente às 6h45. Bolsonaro relatou que sentira “náuseas e tremores” de madrugada, por volta das 2h. Negou que tivesse padecido de vômitos, falta de ar, coriza ou dificuldades respiratórias.

    Examinado, estava com febre de 38,7ºC e baixa saturação, de 82%. Recusou-se a receber medicação na veia. Tomou três remédios por via oral: um antitérmico, um para enjoo e outro para apressar o esvaziamento gástrico. Decorridos dez minutos, a febre aumentou.

    O percentual de saturação, que mede o nível do oxigênio transportado pela hemoglobina na corrente sanguínea, bateu em 86%. A equipe providenciou suprimento extra de oxigênio. Às 7h45, requisitou sua remoção urgente para um hospital.

    Avisado, um dos médicos particulares de Bolsonaro, Brasil Caiado, foi até a Papudinha. Endossou a remoção. Às 8h22, a transferência foi iniciada. Bolsonaro chegou ao DF Star às 8h55.

    Foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana por aspiração —uma infecção pulmonar que ocorre quando saliva, alimentos, líquidos ou vômito entram na traqueia e chegam aos pulmões, em vez de irem para o esôfago. Internado na UTI, recupera-se.

    Bolsonaro nunca cumpriu com rigor as ordens médicas. Desde a facada que levou em setembro de 2018, passou por nove cirurgias e acumulou dezenas de internações, com quadros recorrentes de obstrução intestinal e aderências abdominais.

    Um dia morrerá como qualquer um de nós. Mas que tenha vida longa para pagar por todos os seus erros.

     

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  • Metrópoles Endurance – Corrida: veja as provas ao vivo e com imagens

    Metrópoles Endurance – Corrida: veja as provas ao vivo e com imagens

    Matt Ferreira/ Especial para o Metrópoles
    Brasília DF (21-12-2025) Metrópoles Endurane Run | Foto: Matt Ferreira|Especial para o Metrópoles.

    O Metrópoles Endurance – Corrida acontece neste domingo (15/3), com a concentração dos atletas marcada para as 6h. As largadas das provas de 5 km, 10 km e 15 km acontece em frente à Catedral de Brasília, localizada no Eixo Monumental. Para aqueles que não irão participar, o Metrópoles transmitirá o evento ao vivo pelo YouTube do Metrópoles Esportes.

    Todas as distâncias terão premiação e contarão com mais de R$ 24 mil distribuídos. O evento conta com apoio da Secretaria de Turismo do DF, do Viva Brasília e do Governo do Distrito Federal e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo do Brasil.


    Domingo (15/3):


    Os atletas comparecem em peso na Esplanada dos Ministérios, sexta-feira (13/3) e sábado (14/3), para a retirada de kits. Veja como foi.

    Metrópoles Endurance

    Esta é mais uma competição esportiva realizada pelo Metrópoles. A estreia aconteceu com o Endurance, em disputas de triatlo, aquathlon e natação em águas abertas; em seguida, o Cycling tomou conta das ruas do Eixo Monumental.

  • PL planeja dobrar a aposta se governo votar taxa mínima para motoboys

    PL planeja dobrar a aposta se governo votar taxa mínima para motoboys

    Metrópoles
    Governo quer regular segmento de entregadores

    Lideranças do PL já têm uma estratégia traçada caso o governo Lula insista em levar ao plenário da Câmara dos Deputados o projeto que regulamenta os aplicativos de entrega com o aumento da taxa mínima para cada viagem.

    A ideia é de deputados da sigla é tentar constranger os governistas na votação, de forma semelhante ao que aconteceu na apreciação da reforma do Imposto de Renda (IR), votada na Câmara em outubro de 2025.

    Sem poder votar contra a reforma, mas considerando que o projeto aumentaria impostos, a oposição “dobrou a aposta” e propôs ampliar o benefício para quem ganha até R$ 10 mil, em vez de isentar só quem ganha até R$ 5 mil.

    A ideia no caso do projeto dos app seria parecida. Caso o governo tente aumentar para R$ 10 o mínimo por entrega, além de alterar o valor por quilômetro rodado, os bolsonaristas pretendem tentar elevar ainda mais os valores.

    Uma das estratégias seria, por exemplo, apresentar um destaque para aumentar o valor mínimo por entrega para R$ 15 ou R$ 20, forçando os governistas a se articularem contra um aumento ainda maior para os entregadores.

    Hoje, o argumento da oposição contra a taxa mínima para entregas por app é semelhante às críticas à “taxa das blusinhas”: o aumento até pode ser benéfico, mas o custo extra acabará sendo repassado para o consumidor final.

    A atual versão do texto, relatado pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), prevê uma taxa mínima de R$ 8,50 por entrega. O ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, por sua vez, defende o valor de R$ 10.