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  • Após rombo no caso Master, BRB avalia banco do Flamengo independente

    Após rombo no caso Master, BRB avalia banco do Flamengo independente

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    Presidente do BRB afirmou que banco do Fla pode ser "maior da América Latina"

    O Banco de Brasília (BRB) avalia reestruturar a parceria com o Clube de Regatas do Flamengo e transformar o projeto Nação BRB Fla, voltado aos torcedores do clube, em uma empresa independente, que passaria a se chamar BRB Fla Bank. De acordo com a avaliação do presidente da entidade, Nelson de Souza, a instituição teria potencial para ser o “maior banco digital da América Latina”.

    A possível medida acontece em meio à revisão de contratos e investimentos anunciada pela empresa após rombo bilionário associado ao caso Master. Em fevereiro, o BRB anunciou uma redução de 60% no valor empenhado em patrocínios, o que poderia afetar a receita do clube do Rio de Janeiro.

    O contrato com o Flamengo segue vigente até o fim de março, enquanto a instituição de Brasília analisa alternativas para fortalecer a parceria. Segundo informações, uma delas seria a independência do projeto lançado em 2020 para oferecer serviços bancários a torcedores do time e, ao mesmo tempo, gerar novas verbas para o clube.

    “O BRB informa que o contrato de patrocínio ao Clube de Regatas do Flamengo segue vigente e plenamente executado, com duração até o fim do mês. Paralelamente, o Banco avalia alternativas para fortalecer e reestruturar a parceria que originou o Nação BRB FLA, incluindo a possibilidade de constituí-lo como uma empresa independente, com foco em maior eficiência, escala e rentabilidade”, afirmou a instituição.

    O Banco de Brasília anunciou no dia 11 de fevereiro a ampla redução no valor empenhado em patrocínios. O montante caiu de cerca de R$ 120 milhões, em 2025, para aproximadamente R$ 50 milhões sob a gestão da nova diretoria da instituição em 2026.

    Procurado pela reportagem, o Clube de Regatas do Flamengo informou que, “no momento, não tem qualquer posicionamento” sobre a possibilidade de criação de um banco independente.

    Alternativa para crise

    Apesar da revisão nos gastos, a atual gestão do banco vê no projeto ligado ao clube rubro-negro uma oportunidade de expansão. Em reunião com deputados distritais, o presidente do BRB, Nelson de Souza, afirmou apostar no banco digital do Flamengo como forma de gerar receitas e alavancar os resultados da instituição.

    Segundo relatos feitos à imprensa por participantes do encontro, o executivo afirmou que o BRB Fla Bank teria potencial para se tornar o maior banco digital da América Latina. A reunião, que durou cerca de 11 horas na Câmara Legislativa do Distrito Federal, discutiu alternativas para capitalizar o banco após as perdas ligadas ao caso Master.

    A ideia da instituição é ampliar a plataforma digital, que atualmente conta com cerca de 3,5 milhões de clientes. O tema vem sendo discutido pela direção do BRB com o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap.

     

     

  • Agente Secreto, o paradoxo do horror e do belo (por Lucas Zinet)

    Agente Secreto, o paradoxo do horror e do belo (por Lucas Zinet)

    Divulgação
    Tânia Maria, 79 anos, atriz de O Agente Secreto

    O novo filme do diretor pernambucano Kléber Mendonça Filho tem alcançado recordes de público, elogios da crítica e premiações nacionais e internacionais. Trata-se, sem dúvida, de um grande sucesso.

    O filme é muito bem-sucedido em articular elementos estéticos com interpretações sobre a sociedade brasileira. Em outras palavras, há uma simbiose entre aspectos, por assim dizer, formais e questões sociais e políticas brasileiras que o diretor busca destacar.

    Essa opção por si só, não é exatamente novidade. É comum na filmografia brasileira que filmes de alguma forma ofereçam interpretações sobre o Brasil. Mais ou menos ambiciosas, mais particulares ou mais generalistas, visões de diretoras e diretores sobre a sociedade brasileira recorrentemente compõem os filmes nacionais.

    O Agente secreto certamente faz parte dessa prateleira, mas alcança um lugar mais interessante que a maioria. Acerta mais que a média nos temas que atravessa e que escolhe como centrais. A ambição aqui não é “traduzir o Brasil”, o que, diga-se de passagem, seria chato e provavelmente mal-sucedido. Ao contrário, a opção de Mendonça Filho faz do filme não um panfleto, nem uma denúncia, mas uma história profunda que revela tensões, contradições, belezas e permanências da nossa história.

    Há, por assim dizer, um paradoxo entre a beleza estética do filme, suas músicas, figurinos, gírias, cenários e a violência, a brutalidade, o racismo que a história conta.

    Esse paradoxo não é uma escolha voltada apenas à narrativa do filme, ao contrário, compõe uma leitura do diretor sobre o Brasil que, diferente do que se afirma muitas vezes, não se divide em dois: o violento e o belo, o truculento e o comovente. Há um convívio intenso e complexo dessas características em toda expressão política e cultural relevante que fomos capazes de produzir. Há mesmo um convívio dessas características em cada um de nós forjados nesse país.

    Inclusive, Thereza Vitória, interpretada por Isabel Zuaa, expressa que essa amálgama em constante mudança “não é para todo mundo”. A refugiada angolana não se queixa apenas das expressões mais cruas da violência brasileira, mas da própria brutalidade que a festa, que o carnaval também reproduz.

    É uma instigante provocação a quem olha o Brasil exaltando o que gosta e rechaçando o que não lhe convém, criando muros que interessam muito pouco a quem quer entender o que marca a vida social brasileira.

    Essa dinâmica se expressa também de forma instigante em outro personagem do filme. O chefe da polícia que mata militantes políticos e adversários de toda sorte (e esconde seus corpos), também curte carnaval, anda com a camisa meio aberta e usa purpurina. Esse mesmo personagem se diverte com as cicatrizes de um sobrevivente da 2º guerra (que precisa fingir que não é judeu), transformando seu corpo em uma espécie de ponto turístico dos seus asseclas.

    Um corpo que carrega a história da violência e do absurdo da guerra se transforma em graça, deixando de ser só do sobrevivente para ser um pouco também do policial. Evidentemente não é o caso de pensar que a violência seja exclusividade brasileira, ao contrário, é a busca de como ela se apresenta e ganha forma no Brasil que merece atenção da cultura, da política, enfim, da sociedade brasileira. Escravização, colonização, violência de Estado, são três aspectos da nossa formação que parece fazer a violência e o corpo sobre o qual ela é operada, algo ordinário, que pode ser objeto até de diversão.

    Em Bacurau, o diretor também descreve um processo semelhante de espetacularização da barbárie quando os assassinatos cometidos pelo personagem de Thomas Aquino são compilados e viram vídeo no Youtube sendo assistidos incessantemente pelos moradores da cidade, mesmo que o personagem tenha reações de incômodo com a “peça audiovisual”.

    É claro que há tradições e hábitos da nossa cultura que são mais positivos para a diversidade e humanidade da sociedade brasileira como as festividades populares de forma geral, o equívoco talvez seja achar que elas são raio em céu azul, que são uma espécie de oásis da nossa formação, livre de contradições típicas da nossa história.

    Talvez, assim como Chico Buarque em Paratodos, Kleber Mendonça esteja buscando apresentar uma terra (nossa terra) de “Inferno e maravilhas” que andam juntas, não separadas.

    Ainda no que diz respeito às dinâmicas sociais brasileiras que fazem parte do filme, a forma que a ditadura é abordada também não é usual. Um professor universitário que entra em choque com um empresário com cargo e influência no Estado é uma perspectiva pouco relatada sobre a ditadura e revela tensões (e lutas) na sociedade brasileira que não ocorrem apenas no regime militar.

    O conflito central da história é interessante justamente porque contando a história da ditadura, conta a história do Brasil e de suas engrenagens patrimonialistas. O patrimonialismo é uma dinâmica de interação entre a classe dominante brasileira e o Estado, trata-se de uma prática que tem mudanças relevantes na sua morfologia a depender do tempo e do regime político, mas tem uma permanência histórica profunda no país. O escândalo do Banco Master, os governadores e mesmo membros do Supremo Tribunal Federal estão aí para provar.

    O modo como esse patrimonialismo funciona para coibir e mesmo anular a produção científica e tecnológica do país é bem demonstrado nos embates entre Armando (Wagner Moura) e Henrique Ghirotti (Luciano Chirolli).

    Trata-se de uma elite econômica que sabota o desenvolvimento do país em benefício próprio e utiliza o Estado para isso. Um setor social que não tem qualquer compromisso com um projeto nacional, ao contrário, tem uma lógica de saque em relação ao país e se identifica com um certo imaginário cultural e social norte-americano (como em Bacurau) ou europeu (como em O Agente secreto).

    Essa mesma raia do filme, das dinâmicas patrimonialistas, revela ainda como a morte no Brasil é instrumento da disputa econômica e política. Ghirotti ao tratar com assassino de aluguel sobre a morte de Armando, demonstra familiaridade, negocia e faz pedidos peculiares para o serviço. Um serviço que, diga-se de passagem, é feito a partir de uma corrente de exploração em que cada elo terceiriza o serviço de morte e lucra em cima da vida alheia.

    Em Os asperos tempos, de Jorge Amado, um banqueiro que está migrando para o setor da mineração, diz: “esse país é uma fazenda, e eu sou o capataz”. Essa frase é elucidativa de como colonização, dependência e imperialismo estruturam uma dominação de classe violenta em que a elite econômica não tem compromisso com país (presta obediência e submissão às burguesias internacionais) e por isso sabota seus projetos e mata quem ameaça seus lucros.

    A memória em O Agente Secreto talvez seja o aspecto que mais dialoga com os filmes anteriores de Kléber Mendonça. Todos, de alguma forma, são atravessados pela tensão entre manutenção ou apagamento das histórias.

    Em Bacurau, a todo momento os moradores da vila convidam os visitantes a conhecer o museu da cidade. Todos os convites são recusados, e é pela memória de luta daquele lugar, pelo que ele teve de violência social, que aqueles moradores resistem ao ataque estrangeiro. O museu, que guardava histórias, era também o lugar que guardava armas e foi o ponto central da resistência do povo de Bacurau – e o ponto fraco daqueles que não quiseram saber como viveram os que ali fizeram sua vida.

    O mesmo ocorre em Aquarius, a personagem de Sônia Braga só enfrenta de vez a empresa imobiliária depois que descobre na sua história e de seus donos, o golpe fatal que ela aplicaria. Mais que isso, a batalha pela preservação do seu apartamento é também pelas memórias que viveu ali, pelo passado que ela cultiva e não quer ver apagado. Não à toa, o filme começa com uma festa naquela mesma casa, uma forma do diretor mostrar pelo que Sônia Braga iria lutar dali em diante no filme.

    Até mesmo em Som ao Redor a relação entre passado e presente é central. A violência cometida contra o pai do personagem de Irandhir Santos e Nivaldo Nascimento é a motivação central de todo enredo do filme. Os seguranças privados que em parte tensionam e em parte acomodam as relações de vizinhança buscam na verdade a vingança da brutalidade cometida contra o pai no interior do Pernambuco anos antes.

    Aqui talvez haja o olhar particularmente melancólico de O Agente Secreto, a falta de informação e depois o desinteresse do filho de Armando sobre a história do pai pode sugerir uma certa bronca com um país “sem memória”, mas a impressão que tenho é outra. Nessa reação de Fernando, Kleber Mendonça indica que a morte é sim um instrumento efetivo de violência política e econômica, que dificulta a compreensão do passado e a história das pessoas.

    A apatia com que o filho do Armando escuta a história do pai não é um distanciamento, é parte da violação que ele foi submetido. Já adulto, com a “vida feita” é quando ele escuta pela primeira vez parte significativa dos fatos que levaram a vida de seu pai ser ceifada, esse tempo, esse hiato tem seu preço e é isso que uma certa frieza do personagem revela.

    A produção cultural em países do chamado Sul global tem uma marca profunda de engajamento social (e político em alguma medida). Trata-se de uma das características que definiu caminhos da música, da literatura, do cinema e do teatro feitos nessa parte do mundo. Não à toa, inclusive, encontra adversários (na atual conjuntura é a extrema direita que odeia os artistas de forma geral).

    Isso, evidentemente, não livra as obras de suas próprias contradições e limites, mas é uma “tradição” que deve ser saudada e estimulada, ainda mais diante dos atuais desafios de compreensão da crise social e política que nos vemos atolados.

     

    Lucas Zinet é doutorando em Direito pela USP e professor da Anhembi Morumbi.  Artigo transcrito do Le Monde Diplomatique Brasil – https://diplomatique.org.br/

  • Hidratação, menos sal e nutrientes certos: hábitos protegem os rins

    Hidratação, menos sal e nutrientes certos: hábitos protegem os rins

    magicmine/Getty Images
    Ilustração de rins - Metrópoles

    Os rins trabalham silenciosamente todos os dias para manter o organismo em equilíbrio. Eles filtram o sangue, eliminam toxinas pela urina, regulam o volume de líquidos do corpo e ajudam a controlar a pressão arterial.

    Para que essas funções aconteçam de forma adequada, alguns hábitos simples fazem grande diferença. Entre eles, manter uma boa hidratação, controlar o consumo de sal e garantir nutrientes importantes na alimentação.

    A ingestão adequada de água é um dos pilares para o bom funcionamento renal. A hidratação ajuda os rins a filtrarem o sangue com mais eficiência e favorece a eliminação de resíduos metabólicos pela urina. Além disso, beber água regularmente pode ajudar a reduzir o risco de formação de cálculos renais.

    Outro fator importante é o consumo de sódio. Dietas com excesso de sal podem aumentar a pressão arterial e sobrecarregar os rins ao longo do tempo. Como grande parte do sódio da alimentação vem de produtos ultraprocessados, como embutidos, temperos prontos e alimentos industrializados, reduzir esse tipo de alimento pode ser um passo importante para proteger a saúde renal.

    Além da hidratação e do controle do sal, alguns nutrientes também contribuem para apoiar o funcionamento dos rins. O potássio, presente em alimentos como banana, abacate, feijão e vegetais, participa do equilíbrio dos líquidos e da pressão arterial.

    O magnésio também desempenha um papel relevante no organismo, ajudando em processos metabólicos e no funcionamento muscular. Esse mineral pode ser encontrado em alimentos como sementes, castanhas, legumes e verduras.

    Antioxidantes presentes em frutas, legumes e verduras também ajudam a combater processos inflamatórios no organismo, o que contribui indiretamente para a proteção de diferentes órgãos, incluindo os rins.

    Lembre-se que cuidar da saúde renal não depende apenas de medidas complexas. Muitas vezes, escolhas simples, como beber água regularmente, reduzir o sal na alimentação e priorizar alimentos naturais, já representam passos importantes para preservar o funcionamento dos rins ao longo da vida.

    Juliana Andrade(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida
  • Homem é preso acusado de vender vídeos sexuais da filha de 6 anos

    Homem é preso acusado de vender vídeos sexuais da filha de 6 anos

    Reprodução
    Homem utilizava momentos em que ficava sozinho em casas com as sobrinhas, que tinham entre 8 e 13 anos para cometer os abusos sexuais - Metrópoles

    Um homem de 33 anos foi preso em flagrante sob para outro indivíduo. Ele foi detido na tarde dessa sexta-feira (13/3) em Iguape, no litoral sul de São Paulo, e encaminhado ao sistema prisional.

    O homem já era investigado por crimes graves contra a dignidade sexual da criança. Ele foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido nessa sexta. Policiais civis do 1º Distrito Policial de Iguape foram até a casa dele, no bairro Rocio, e apreenderam um celular.

    Homem é suspeito de vender vídeos sexuais da filha

    Na delegacia, os investigadores acessaram o conteúdo do aparelho e identificaram conversas que indicavam a possível produção e circulação de imagens envolvendo a criança. Também foram identificadas menções à intenção de obter de vantagem financeira com a exploração do material.

    As mensagens apontaram a participação de outro indivíduo, suspeito de realizar pagamentos e receber vídeos contendo cenas ilícitas. Para a polícia, a hipótese é que exista um esquema de exploração sexual envolvendo a menina.

    O homem recebeu voz de prisão em flagrante, que foi ratificada pela autoridade policial. Ele deve responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código Penal, relacionados à exploração sexual de vulnerável, produção e compartilhamento de material envolvendo criança. As investigações continuam.

  • Descanso entre séries: quanto tempo esperar para melhores resultados

    Descanso entre séries: quanto tempo esperar para melhores resultados

    Bojan89/Getty Images
    foto com cor. mulher levantando halteres - metrópoles

    O tempo de descanso entre as séries é um dos fatores que influenciam o desempenho no treino de musculação. Esse intervalo permite que o corpo recupere energia, estabilize a respiração e prepare os músculos para o próximo esforço.

    Quando o descanso é adequado, o praticante consegue manter a intensidade do exercício. Isso ajuda a levantar mais carga e estimula melhor o crescimento muscular. Por outro lado, pausas muito curtas podem reduzir o rendimento nas séries seguintes e limitar o progresso no treino.

    Estudo analisou o impacto do descanso entre séries

    Uma pesquisa publicada no Journal of Strength and Conditioning Research analisou como o tempo de descanso entre as séries influencia o ganho de massa muscular. No estudo, dois grupos de praticantes de musculação realizaram o mesmo programa de treino durante oito semanas. Os participantes treinaram três vezes por semana e executaram exercícios tradicionais da musculação.

    Continue a leitura no site SportLife, parceiro do Metrópoles.

  • Cães e gatos podem ser vacinados gratuitamente neste sábado e domingo

    Cães e gatos podem ser vacinados gratuitamente neste sábado e domingo

    Em alusão ao Dia Nacional dos Animais, comemorado em 14 de março, a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promove neste sábado uma ação especial de vacinação antirrábica para cães e gatos na capital acreana.

    A iniciativa tem como objetivo reforçar a proteção dos animais e a saúde pública, já que a imunização é a principal forma de prevenção da raiva, uma doença grave que pode afetar tanto animais quanto humanos.

    Neste sábado, a vacinação ocorrerá no Mercale, na Avenida Ceará, das 10h às 15h, de forma gratuita, para animais a partir dos três meses de idade. A Prefeitura orienta que os tutores levem os cães com coleira ou guia e os gatos em caixas apropriadas, garantindo segurança durante a imunização.

    No domingo, a ação continua no Via Verde Shopping, das 15h às 18h, ampliando as oportunidades para que mais animais sejam vacinados.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Sonho com beijo, aliança ou casamento? Entenda o significado

    Sonho com beijo, aliança ou casamento? Entenda o significado

    Tara Moore/Getty Images
    Jovem branco com barba dormindo no sofá. Metrópoles

    Sonhar com romance é uma delícia, né? Muitas vezes, a gente acorda com aquele quentinho no coração ou até com uma pontinha de saudade do que viveu dormindo. Mas você sabia que esses sonhos podem esconder mensagens importantes do seu subconsciente sobre a sua vida amorosa?

    O significado de sonhar com amor muda completamente dependendo dos detalhes. Um beijo, uma aliança ou um casamento podem indicar desde novos começos até alertas de brigas. Os elementos do sonho são a chave para a interpretação. Confira os principais símbolos e o que eles representam para o seu coração:

    Abraço

    Com estranho: sinal de que novidades estão chegando. Prepare-se!
    Com marido, esposa ou amigos: indica cuidado. Pode haver risco de intrigas ou brigas bobas no círculo social.

    abraço entre duas mulheres
    Um abraço de 20 segundos pode fortalecer o sistema imunológico, reduzir a pressão arterial e atenuar a ansiedade e a sensação de solidão

    Continue a leitura no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

     

  • Sete anos do inquérito das fake news: como fui parar na PF outra vez

    Sete anos do inquérito das fake news: como fui parar na PF outra vez

    Valter Campanato/Agência Brasil
    Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli -- Metrópoles

    Hoje faz sete anos, exatamente, que o inquérito das fake news foi aberto de ofício por Dias Toffoli, então presidente do STF, a pretexto de defender o tribunal contra ataques que ameaçariam a vida de ministros e até a própria existência do tribunal. Toffoli entregou a relatoria de bandeja a Alexandre de Moraes, que desde então, com o aval dos seus pares, vem perpetrando arbitrariedades ao arrepio da regras processuais e da Constituição Federal.

    Há sete anos também, a revista Crusoé, que criei e da qual era publisher, foi censurada no âmbito do inquérito das fake news por ter publicado uma reportagem verdadeira, baseada em documento no qual Dias Toffoli havia sido citado como “o amigo do meu amigo de meu pai” por Marcelo Odebrecht, investigado no âmbito da  Lava Jato.

    Além de ter a revista censurada, fui obrigado a prestar depoimento à PF, em episódio vergonhoso para a democracia brasileira. Ainda no calor da violência sofrida, escrevi um artigo em 19 de abril de 2019, intitulado E lá fui parar na PF outra vez. Eu o reproduzo abaixo para marcar o aniversário de sete longos anos desse inquérito vergonhoso, sem data para ser encerrado, e que fez mais uma vítima nesta semana: o jornalista que denunciou o uso indevido de um carro funcional do Tribunal de Justiça do Maranhão pela família de Flávio Dino.

    Eis o meu artigo de 2019:

    “Na última terça-feira, dia 16 de abril, apenas 24 horas depois de ser intimado pelo ministro Alexandre de Moraes, eu me apresentei ao delegado da Polícia Federal escolhido para conduzir o inquérito sigiloso e inconstitucional aberto para intimidar a imprensa (a história de que serve para apurar fake news e ameaças ao STF nas redes sociais é conversa para boi dormir). Foi a quarta vez na minha carreira profissional que me vi convocado a comparecer diante de um delegado pelo fato de ser jornalista.

    Na primeira, em 2008, fui à mesma Superintendência da PF em São Paulo, como redator-chefe da Veja, para sair de lá como o único indiciado no caso do dossiê dos aloprados. Em 2016, Lula também quis me levar para uma delegacia, sob a acusação de que O Antagonista era uma associação criminosa. Nossos advogados conseguiram evitar essa ignomínia.

    Em 2017, Wagner Freitas, presidente da CUT, foi outro a querer que um delegado me interrogasse. A tentativa foi novamente abortada.

    É perturbador que um jornalista, pelo fato de exercer a sua profissão, seja intimado a ir quatro vezes à polícia na vigência de um regime democrático. Tendo a crer que sou um recordista no Brasil.

    O delegado designado para conduzir o inquérito inconstitucional saído das cacholas de Dias Toffoli e de Alexandre de Moraes não soube dizer aos meus advogados em qual condição eu estava ali: se de investigado, testemunha ou, sei lá, colaborador. Ele afirmou ainda que, por ser sigiloso, desconhecia o teor exato da investigação. Sim, você leu certo: o delegado designado para conduzir o inquérito inconstitucional saído das cacholas de Dias Toffoli e de Alexandre de Moraes disse não ter ideia sobre o que estava sendo investigado a meu respeito. Se é que eu era investigado, claro.

    Eu, no entanto, sei que não há objeto de investigação nenhum. Apenas quiseram calar a boca dos jornalistas que vêm fazendo reportagens sobre ministros do Supremo Tribunal Federal. Como não conseguiram – e nem conseguirão, se o Brasil realmente for uma democracia digna de tal nome -, o inquérito teratológico ampliou a sua ousadia autoritária, com Alexandre de Moraes prestando-se ao papel vexaminoso de censor.

    Dias Toffoli e Alexandre de Moraes acusam-me de estar à frente de sites que não são jornalísticos, mas destinados a produzir notícias falsas contra o Supremo Tribunal Federal, em conluio com procuradores da Lava Jato e militares golpistas — ambos os veículos financiados por gente escusa do mercado financeiro. A ideia agora, pelo que depreendo, é tentar provar que não sou jornalista, embora tenha 35 anos de carreira.

    Em entrevista ao Valor, o ministro Dias Toffoli mostrou que seguirá o caminho de tentar nos desqualificar e criminalizar.

    Ele disse que orquestramos narrativas inverídicas para constranger o Supremo às vésperas de uma decisão sobre a prisão de condenados em segunda instância, o que seria obstrução de administração da Justiça. Respondi no jornal que o único constrangimento causado ao Supremo se dá pelo comportamento abusivo de Dias Toffoli, que está abolindo o devido processo legal com o seu inquérito inconstitucional.

    No dia seguinte, publicamos que Dias Toffoli simplesmente mentiu ao Valor:  a reportagem sobre a eventual revisão da prisão de condenados em segunda instância foi publicada na quinta-feira, dia 11, o julgamento estava marcado para o dia 10, um dia antes de ela ser publicada, mas ele já havia sido adiado seis dias antes, no dia 4, a pedido da Ordem dos Advogados do Brasil. E nem sequer havia sido marcada uma nova data. Além disso, o documento da Odebrecht em que se baseou a reportagem foi anexado nos autos da Lava Jato no dia 9 de abril, após o julgamento ter sido adiado, portanto. Pergunto-me se Dias Toffoli mentiria assim diante do delegado da Polícia Federal que tomou o meu depoimento.

    O presidente do Supremo Tribunal Federal também disse ao Valor que a Crusoé e O Antagonista não são imprensa livre, mas ‘imprensa comprada’. Respondi no jornal que não recebemos mesada e que Dias Toffoli não está imune a processo por calúnia.

    Dias Toffoli e Alexandre de Moraes imaginavam que nós nos acovardaríamos porque teríamos rabo preso. Nós não nos acovardamos porque não temos o rabo preso.

    Eles imaginavam que não teríamos apoio dos grandes jornais e emissoras de rádio e TV. Nós tivemos o apoio dos grandes jornais e das emissoras de rádio e TV. Todos perceberam que a ameaça não era apenas contra nós, mas contra a liberdade de imprensa. 

    Eles imaginavam que não contaríamos com o apoio de juristas e entidades de classe. Nós tivemos o apoio de juristas e entidades de classe.

    A censura foi levantada, mas não sei até que ponto os demais ministros do Supremo Tribunal Federal deixarão essa alopragem correr solta. Sugiro, modestamente, que contenham Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. A pretexto de salvaguardar o Supremo, a dupla só fez afundar ainda mais a imagem do tribunal como guardião da Constituição. São eles, portanto, que ameaçam a corte.

    Sem o Supremo Tribunal Federal, não há democracia. Assim como não há democracia sem liberdade de imprensa, o que significa o direito de criticar e fiscalizar todas as instituições, inclusive o STF. E, não canso de repetir, a liberdade de imprensa só se enfraquece quando não a exercemos. Se tiver de voltar à PF, direi isso ao delegado.”

  • Equipe de Amado Batista anuncia que shows do cantor foram cancelados

    Equipe de Amado Batista anuncia que shows do cantor foram cancelados

    Reprodução/Instagram
    amado-batista-1

    O cantor Amado Batista informou nas redes sociais que três shows que seriam realizados neste fim de semana foram cancelados. O motivo foi a morte da filha do artista, Lorena Alves Batista, que faleceu na noite desta sexta-feira (13/2), aos 46 anos.

    Compreensão

    Ela estava internada no Hospital São Francisco de Assis, em Goiânia (GO). Segundo o cantor, a filha enfrentava uma doença grave e vinha lutando contra o problema de saúde nos últimos tempos. O anúncio do cancelamento das apresentações em Guarulhos, Botucatu e São Paulo foi feito nesta sexta-feira, antes da morte de Lorena.

    “Em razão de doença grave de um de seus familiares, os shows do cantor Amado Batista que aconteceriam neste final de semana, sábado, dia 14, nas cidades de Guarulhos (SP) e Botucatu (SP) e domingo, dia 15, em São Paulo (SP), foram ADIADOS.”

    A equipe do cantor pediu compreensão: “Contamos com a compreensão de todos e agradecemos o carinho dos fãs. Em breve informaremos as novas datas e nos encontraremos para viver esses momentos especiais juntos.”

    Emoção

    Neste sábado (14/3), Amado Batista fez uma homenagem à filha nas redes. “Minhas princesas e meus príncipes, é com o coração pesado, mas cheio de fé, que venho falar com cada um de vocês. A vida nos reserva palcos iluminados e aplausos, mas também nos coloca diante de silêncios que parecem não ter fim”, começou o cantor.

    Em seguida, ele confirmou a morte da filha: “Perder a minha querida e amada Lorena é a dor mais profunda que já senti, uma música que se interrompe antes do refrão, um vazio que nem o maior dos sucessos pode preencher. Ela lutou com uma bravura que me orgulhou todos os dias”.

  • Cuidado: alimentos "saudáveis" que podem esconder riscos ao coração

    Cuidado: alimentos "saudáveis" que podem esconder riscos ao coração

    Artpartner-images/Getty Images
    Ilustração colorida de esqueleto com o sistema vascular - Metrópoles

    Nem tudo o que brilha nas prateleiras de produtos naturais faz bem ao sistema cardiovascular. Muitas vezes, o marketing nutricional esconde ingredientes que, em excesso, tornam-se gatilhos para o aumento do colesterol e da pressão arterial.

    Segundo o cardiologista Wendel Silva Issi, o consumo inadvertido de alimentos rotulados como “saudáveis”, mas carregados de sódio e açúcares ocultos, é um desafio crescente nos consultórios. A chave, segundo as diretrizes médicas internacionais, está em diferenciar o alimento em sua forma natural de sua versão industrializada.

    Entenda

    O perigo líquido e a falta de fibras

    Um dos erros mais comuns na dieta moderna é a substituição da fruta inteira pelo suco, mesmo o natural. Wendel explica que, ao espremer a fruta, removem-se as fibras essenciais, restando apenas o açúcar (frutose) de rápida absorção.

    “Isso pode favorecer alterações no metabolismo da glicose e o aumento dos triglicerídeos”, alerta o especialista, que recomenda priorizar a fruta em sua forma sólida.

    foto colorida de alimentos que reduzem o colesterol
    Uma dieta balanceada faz toda a diferença para o controle do colesterol

    A ilusão das barras e cereais

    Produtos como granolas e barras de cereais são frequentemente associados à saúde, mas a realidade industrial é outra. Para garantir sabor e crocância, fabricantes adicionam açúcares e gorduras saturadas.

    O mesmo ocorre com pães integrais de prateleira, que muitas vezes possuem uma lista extensa de conservantes e aditivos químicos. O consumo frequente desses itens contribui diretamente para o aumento do risco cardiovascular.

    Gorduras saturadas e o colesterol “ruim”

    No grupo dos laticínios, a moderação é a regra de ouro. Embora sejam fontes de cálcio, as versões integrais são ricas em gordura saturada. O excesso desse nutriente está diretamente ligado à elevação do LDL-colesterol, fator determinante para a formação de placas de gordura nas artérias.

    “Fit” não significa livre de riscos

    O cardiologista chama a atenção para os ultraprocessados com apelo “fit” ou “sem glúten”. Frequentemente, para compensar a retirada de um ingrediente, a indústria eleva os níveis de sódio e gordura para manter a palatabilidade.

    A orientação médica é enfática: a base da proteção do coração deve ser composta por alimentos naturais ou minimamente processados. Frutas, verduras, legumes e grãos integrais verdadeiros continuam sendo os únicos com evidência consistente de proteção cardíaca.