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  • PL vê lado positivo em decisão que revogou visto de assessor de Trump

    PL vê lado positivo em decisão que revogou visto de assessor de Trump

    Igo Estrela/Metrópoles
    Flávio Bolsonaro

    Integrantes do PL, partido de Jair Bolsonaro, veem um lado positivo na decisão do governo brasileiro de revogar o visto do assessor sênior do Departamento de Estado do governo de Donald Trump, Darren Beattie.

    A avaliação de integrantes da legenda é de que a medida do chefe do Palácio do Planalto pode beneficiar indiretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL), principal rival do presidente Lula na disputa pelo Palácio do Planalto em outubro.

    Para aliados de Bolsonaro, a decisão tende a acirrar os ânimos da ala considerada mais “ideológica” do governo americano.

    Esses bolsonaristas afirmam ainda que a medida adotada pelo chefe do Palácio do Planalto pode interferir no encontro que Lula deve ter com Trump ainda nesse mês de março.

    O que aconteceu?

    O presidente Lula declarou, na sexta-feira (13/3) que Beattie estava proibido de vir ao Brasil e citou a suspensão do visto por parte dos Estados Unidos de ministros brasileiros e seus familiares.

    “Aquele cara americano que disse que vinha para cá para visitar o Jair Bolsonaro, ele foi proibido de visitar e eu o proibi de vir ao Brasil enquanto não liberar os vistos do meu ministro da Saúde que está bloqueado”, disse Lula.

    A visita de Beattie ao Brasil foi revelada nesta semana, após a defesa de Bolsonaro solicitar autorização ao Supremo Tribunal Federal para que o diplomata visitasse o ex-presidente na Papudinha.

     

  • A natureza da guerra

    A natureza da guerra

    Arte Carla Sena/Metrópoles sobre fotos Getty Images
    eua-ira-trump-guerra-oriente-medio—arte-metropoles-1

    É justa ou injusta a guerra dos Estados Unidos e de Israel para derrubar o governo do Irã? Respostas de 1.200 leitores:
    Justa – 15,6%
    Injusta – 78%
    Não sei – 6,4%

  • Após polêmicas de nudes falsas com IA, escola toma atitude

    Após polêmicas de nudes falsas com IA, escola toma atitude

    Arte/Metrópoles
    arte alunos IA

    O caso do adolescente de 14 anos que criou imagens falsas de colegas nuas usando inteligência artificial repercutiu em Vitória (ES). As fotos foram compartilhadas em um grupo de WhatsApp e as vítimas descobriram após serem avisadas por uma amiga.

    As adolescentes procuraram a coordenação da escola, mas a resposta foi considerada insuficiente pelas famílias. Segundo um familiar de uma das alunas, ouvido pela a coluna, “a escola tratou o caso como qualquer outro incidente comum entre alunos”, disse.

    “O que mais choca, na verdade, é o silencio por parte da escola. Como eu tenho uma irmã que estuda na instituição, acho preocupante”, desabafou.

    As famílias registraram boletim de ocorrência para que o caso fosse investigado.

    Escola se pronuncia

    Em nota, o Colégio Salesiano Jardim Camburi informou que tomou conhecimento do caso envolvendo estudantes do ensino fundamental durante o período de férias escolares.

    Segundo a instituição, medidas pedagógicas e disciplinares foram adotadas assim que a situação foi identificada.

    As famílias dos estudantes foram convocadas e atendimentos individualizados foram realizados.

    O colégio também informou que comunicou o caso às autoridades e que colabora com a apuração.

    A instituição destacou que não divulgará detalhes que possam identificar os estudantes, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente.

    A escola afirmou ainda que mantém o compromisso com um ambiente escolar seguro e com o uso responsável das tecnologias digitais.

    Investigação

    A Polícia Civil informou que tomou conhecimento dos fatos após o registro do boletim de ocorrência.

    O caso é apurado pela Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (Deacle).

    Segundo a corporação, foi instaurado procedimento para investigar as circunstâncias do caso. A apuração inclui a identificação dos envolvidos e a análise do material que teria sido divulgado.

    A polícia informou ainda que a escola está colaborando com as investigações e já encaminhou documentos solicitados.

    Por envolver adolescentes, o procedimento tramita sob sigilo, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

    A Polícia Civil destacou que a manipulação e a divulgação não autorizada de imagens podem configurar crime.

  • Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o grande eleitor

    Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o grande eleitor

    Arte/Metrópoles
    Daniel Vorcaro sem barba, já preso -- Metrópoles

    Conta Robson Bonin, colunista da Veja, que no mesmo dia em que a maioria dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Vorcaro precisou receber atendimento médico no presídio federal da Papuda, em Brasília, onde ocupa sozinho e sem regalias uma cela de seis metros quadrados.

    Nada se comparado com os 64,83 metros quadrados da cela de Bolsonaro na Papudinha, uma espécie de ala VIP do Complexo Penitenciário da Papuda e sede  do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. A área total reservada a Bolsonaro é quase dez vezes superior ao mínimo previsto na Lei de Execução Penal, e bem acima dos padrões internacionais mínimos.

    Vorcaro surtou ao receber a notícia de que seguirá preso. Assim decidiram os ministros André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux, os dois primeiros nomeados para seus cargos por Bolsonaro. Fux votou pela absolvição de Bolsonaro no processo que condenou os golpistas do 8 de janeiro de 2023. No caso de Vorcaro, ainda falta votar o ministro Gilmar Mendes.

    O banqueiro é acusado de liderar uma organização criminosa que realizava fraudes financeiras bilionárias, lavagem de dinheiro, corrupção de servidores do Banco Central e uso de uma “milícia privada” para ameaçar jornalistas, ex-empregados e concorrentes. A milícia era chefiada por Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, que se matou tão logo foi preso.

    Vorcaro esmurrou as paredes da cela e chegou a gritar nomes de políticos e autoridades que tiveram relacionamento financeiro com ele e, neste momento, não estariam atuando em seu favor para tirá-lo da prisão. Ao recuperar-se do surto, a primeira coisa que ele fez foi trocar de advogado. Dispensou Pierpaolo Bottini e contratou o também criminalista José Luís Oliveira Lima, o Juca.

    Oliveira Lima tem larga experiência na negociação de grandes acordos de delação premiada. Os atuais advogados de Vorcaro já atuam para clientes que podem vir a figurar como delatados em um futuro acordo, o que configuraria conflito de interesses, caso os defensores continuassem o trabalho. A banda podre da República foi dormir, ontem,  aflita sem saber que nomes Vorcaro gritou.

    Da memória do celular de Vorcaro apreendido pela Polícia Federal já brotaram nomes de gente muito importante ligada a ele. Antonio Rueda, presidente do União-Brasil, foi um. Outro: Ciro Nogueira, senador e presidente do PP, “um grande amigo da vida”, segundo Vorcaro. E mais: Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, que negociou a compra do Master pelo Banco de Brasília.

    Uma eventual delação de Vorcaro poderá manchar a reputação de pessoas famosas, tais como os governadores Cláudio Castro (Rio) e Tarcísio de Freitas (SP), o presidente do Senado, David Acolumbre, o  chefe da Casa Civil do governo Lula, Rui Costa, o deputado Nikolas Ferreira, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, e Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central.

    A Vorcaro parece estar reservado o papel de grande eleitor em outubro próximo. Só depende dele.

     

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  • GP da China: Antonelli se torna o pole position mais jovem da F1

    GP da China: Antonelli se torna o pole position mais jovem da F1

    Italiano de 19 anos fez primeira pole position da carreira. Companheiro de equipe, George Russell completa a 1ª fila

  • Trecho da decisão de Mendonça pode dificultar delação de Vorcaro

    Trecho da decisão de Mendonça pode dificultar delação de Vorcaro

    Daniel Vorcaro, do Banco Master -- Metrópoles

    Um trecho do voto do ministro do STF André Mendonça pela manutenção da prisão do banqueiro Daniel Vorcaro pode dificultar uma possível delação premiada do dono do Banco Master.

    Isso porque a lei que trata das regras para a colaboração com o Ministério Público impede que suspeitos apontados como “líderes de organizações criminosas” sejam beneficiados com esse tipo de acordo.

    Em seu voto pela manutenção da prisão do banqueiro, Mendonça, relator do Caso Master no STF, apontou a existência de uma possível “organização” que estaria sob “liderança” de Vorcaro.

    “Trata-se, sim, de organização composta por um conjunto de indivíduos coordenados pelos investigados Phillipe Mourão (agora falecido) e Marilson Roseno, sob a liderança e comando inequívoco de Daniel Vorcaro, responsável por dar ordens diretas ao grupo”, diz o ministro do STF.

    Assim, caso o entendimento se confirme e Vorcaro seja apontado como líder do esquema, a Procuradoria-Geral da República pode deixar de oferecer denúncia contra o banqueiro, mesmo se ele for delatar outros pessoas.

    Troca de advogado

    Horas depois de o STF formar maioria para mantê-lo preso, Vorcaro trocou de advogados. Sairam Pierpaolo Bottini e Roberto Podval e entrou José Luis Oliveira Lima, considerado especialista em delação premiada.

    Juca, como é conhecido, foi responsável por negociar a delação do então dono da OAS, Léo Pinheiro, na Lava Jato. Também advogou para José Dirceu no Mensalão e para o general Braga Netto no inquérito do golpe.

  • Augusto Lima e as malas de dinheiro do Master para políticos

    Augusto Lima e as malas de dinheiro do Master para políticos

    Paulo Mocofaya/Agência ALBA
    augusto lima.png

    As investigações sobre o Banco Master avançam na apuração das conexões de Augusto Lima, ex-CEO da instituição, com políticos.

    Relatos apontam que Lima operava um esquema de pagamento de propina, com malas de dinheiro distribuídas na sede do banco, em São Paulo, ou pagamentos de propina para empresas que teriam políticos como sócios ocultos.

    A PF já sabe que um dos caminhos do dinheiro passa por uma empresa hoje em nome da mulher de um secretário de estado que tem ligações familiares com um cacique do PT.

    Baiano, o ex-CEO do Master fez sua trajetória a partir de conexões com políticos do estado.

    Dados obtidos a partir da quebra de sigilo do próprio Daniel Vorcaro ajudam a dimensionar os valores movimentados na operação baiana do Master.

    Em 19 de junho de 2023, Vorcaro recebeu cerca de R$ 3 milhões do empresário baiano Miguel Luiz Rosário Lorenzo. Um mês depois, em 14 de julho daquele ano, uma pessoa jurídica de Lorenzo — MCR Patrimonial Ltda. — transferiu outros R$ 30,6 milhões ao banqueiro. A coluna apurou que Vorcaro atribuía essa transação a negócios de Augusto Lima.

    Dados do Coaf (inteligência financeira do governo) também revelaram que uma empresa do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) recebeu R$ 3,6 milhões do Master e da Reag.

    Lima foi preso na primeira fase da Compliance Zero

    Conhecido como Guga Lima, o empresário ficou preso por 11 dias, entre 18 e 29 de novembro de 2025.

    Ele foi solto por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), mas segue monitorado por tornozeleira eletrônica.

    Além do Master, Lima é controlador do Banco Pleno, que teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em fevereiro. Ele é casado com Flávia Péres, ex-ministra de Bolsonaro.

    Foi no governo Rui Costa, atual chefe da Casa Civil de Lula, que Lima ganhou uma licitação para explorar o CredCesta, um cartão de pagamento para servidores públicos com desconto em folha. Esse negócio impulsionou o Banco Master e estreitou as relações de Lima com o PT.

    Lima também atuava na área de empréstimos consignados do banco, operações investigadas pela CPMI do INSS. Ele foi convocado a depor, mas o ministro André Mendonça, do Supremo, o desobrigou de comparecer.

  • Aluno usa IA para criar nudes de colegas e vira caso de polícia

    Aluno usa IA para criar nudes de colegas e vira caso de polícia

    Arte/Metrópoles
    arte alunos IA

    Um adolescente de 14 anos foi denunciado à polícia por criar fotos falsas de duas estudantes “nuas” em uma escola particular em Vitória (ES) usando inteligência artificial.

    As imagens foram compartilhadas em um grupo de WhatsApp e as vítimas descobriram após serem alertadas por uma amiga. As mães relataram o caso à polícia e registraram boletim de ocorrência.

    Segundo familiares das adolescentes, os estudantes responsáveis pela montagem “só receberam um dia de suspensão” após a conversa com a coordenação e os pais.

    A Polícia Civil do Espirito Santo investiga caso e informou que a escola está colaborando com as apurações. Explicou que o caso segue em sigilo por envolver adolescentes. A corporação também reforçou que condutas desse tipo são objeto de rigorosa apuração.

    O Colégio Salesiano Jardim Camburi disse em nota que tomou medidas disciplinares contra os envolvidos após saber de uso inadequado de recursos digitais por estudantes do ensino fundamental durante as férias. O colégio não divulgará detalhes para preservar a identidade dos estudantes, menores de idade.

  • Escola judaica é alvo de explosão em Amsterdã

    Escola judaica é alvo de explosão em Amsterdã

    Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
    Vista de AMSTERDAM,

    Uma escola judaica foi alvo de explosão em Amsterdã, na Holanda, na madrugada deste sábado (14/3).

    A prefeita da cidade, Femke Halsema, afirmou que a explosão foi um ataque à comunidade judaica do país. “A explosão causou apenas danos limitados”, disse à agência de notícias holandesa ANP.

    “Uma escola deve ser um lugar onde as crianças possam receber aulas com segurança. Amsterdã deve ser um lugar onde os judeus possam viver com segurança”, afirmou a prefeita.

    Não se sabe se houve vítimas. De acordo com o De Telegraaf, a polícia e os bombeiros responderam rapidamente.

    Câmeras de segurança flagraram a pessoa que detonou o explosivo e o caso está sendo investigado.

    A ministra da Defesa do país chamou de “covarde” o ataque pelas redes sociais.

    “Uma escola. Uma explosão em uma escola. Pare e pense nisso por um momento. Extremamente covarde. Conto com a captura dos responsáveis ​​em breve. Continuaremos nossa luta contra o antissemitismo até que toda criança judia possa ir à escola em segurança”, disse.