Categoria: Teste

  • Resumo do BBB 26 hoje: madrugada tem Jordana e Marciele em crise, Jonas na mira de aliada e plano de eliminar Ana Paula

    A madrugada desta sexta-feira (13) foi de fortes movimentações entre aliados na casa do BBB 26! Após conquistar sua terceira liderança, Alberto Cowboy fez a nova divisão da casa entre VIP e Xepa. No entanto, foi a escolha dos trios para jogar a Prova do Líder que tirou o sono de alguns participantes. Marciele ficou […]

  • Cármen Lúcia rejeita recurso de Nunes e barra flexibilização do PSIU

    Cármen Lúcia rejeita recurso de Nunes e barra flexibilização do PSIU

    Reprodução/TV Cultura
    Ricardo Nunes em entrevista ao Roda Viva

    A ministra Cármen Lúcia, do Superior Tribunal Federal (STF), rejeitou em decisão monocrática publicada nesta sexta-feira (13/3) um recurso extraordinário interposto pela prefeitura de São Paulo contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que derrubou uma legislação que abria exceções ao Programa Silêncio Urbano (PSIU). Ela ainda destacou que eventual novo recurso seria “manifestamente inadmissível”.

    A decisão é uma derrota do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que defende uma flexibilidade na legislação antirruído da capital paulista para permitir que eventos de interesse da prefeitura possam acontecer sem qualquer restrição de barulho. Seriam o caso de shows em estádios de futebol e de raves no Anhangabaú, por exemplo.

    O recurso havia sido apresentado em fevereiro, depois de uma segunda derrota da prefeitura no TJSP no final de janeiro. Na ocasião, um pedido de efeito suspensivo de decisão que considerou a lei paulistana inconstitucional foi rejeitado por decisão monocrática de Francisco Loureiro, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Na mesma decisão, Loureiro também admitiu os recursos extraordinários e encaminhou o caso para o STF. 

    No Supremo, Cármen Lúcia destacou que a jurisprudência do STF é pacífica no sentido de que “o Poder Legislativo não pode transbordar os limites da proposição originária, prática vedada e classificada como ‘contrabando legislativo’, exigindo-se, assim, a estrita pertinência temática no exercício do poder de emenda”.

    A ministra relatora também destacou que o TJSP examinou a lei municipal tendo como base a Constituição estadual, fazendo com que o tema não tenha correspondência direta na Constituição da República, o que inviabiliza o recurso extraordinário apresentado pelo município. Cármen Lúcia encerrou a decisão anotando que “eventual recurso manifestamente inadmissível contra esta decisão demonstraria apenas inconformismo e resistência em pôr termo a processos que se arrastam em detrimento da eficiente prestação jurisdicional“.

    Em setembro, o TJSP suspendeu os efeitos da Lei nº 18.209/2024 em ação apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), que alega que a alteração no PSIU foi aprovada às pressas durante uma votação que discutia outro assunto na Câmara Municipal.

    A medida foi incluída em um substitutivo da prefeitura em PL que originalmente tratava somente da ampliação de um aterro em São Mateus, na zona leste da cidade. O que era um projeto sobre resíduos sólidos foi aprovado como uma lei para autorizar poluição sonora, sem qualquer debate com a sociedade, já que, nas audiências públicas, só foi discutido o aterro. No jargão político, isso é chamado “jabuti”.

    A inconstitucionalidade decorre do artigo. 180, II, da Constituição Estadual, que determina a participação da população em todas as matérias atinentes ao desenvolvimento urbano, como as relativas ao parcelamento, uso e ocupação do solo urbano e ao zoneamento, conforme argumentou, de forma contrária ao efeito suspensivo pleiteado pela prefeitura, o procurador-geral de Justiça do estado de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa.

    Ricardo Nunes tem defendido publicamente a flexibilização do PSIU para eventos autorizados pela prefeitura, alegando que isso atrairia mais dinheiro para a cidade. “A gente precisa ter essa compreensão que a gente vive num contexto e não num mundo isolado, e são oportunidades de gerar emprego e renda. Desde que não gere importunação para as pessoas, obviamente, porque o direito de um vai até onde começa o direito do outro, mas precisamos parar com esse negócio, com essa perseguição com os eventos, só para dizer que é um pseudo-defensor do som e da incomodidade. Isso é uma grande balela”, ele disse após o The Town. Na ocasião, ele anunciou que enviaria um novo projeto de lei sobre o assunto à Câmara Municipal, o que até agora não aconteceu.

    A decisão foi comemorada pela Frente Cidadã Pela Despoluição Sonora. “Essa decisão reafirma a importância de tratar a poluição sonora com a seriedade que o tema exige, porque estamos falando de saúde, qualidade de vida e convivência urbana. Recebemos essa decisão como um sinal de que temas com impacto direto na vida da população devem ser discutidos com transparência, participação social e base técnica Mais do que uma discussão jurídica, esse caso convida a cidade a refletir sobre que tipo de convivência urbana nós queremos construir. Essa decisão reforça a importância de ouvir a sociedade em temas que afetam diretamente a vida cotidiana”, disse Marcelo Sando, idealizador da Frente.

  • Bolivianos ameaçam bloquear pontes na divisa com o Acre

    Bolivianos ameaçam bloquear pontes na divisa com o Acre

    Uma mobilização de servidores públicos e sindicalistas do departamento de Pando coloca em alerta a região de fronteira entre Brasil e Bolívia, nas cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, no Acre, e Cobija, na Bolívia, nesta sexta-feira (13). Os manifestantes cobram salários atrasados há mais de três meses e ameaçam bloquear as pontes internacionais que ligam os dois países caso não haja acordo com o governo boliviano.

    Até o momento, o trânsito nas pontes permanece liberado. Representantes dos trabalhadores aguardam a chegada do ministro da Economia da Bolívia a Cobija para uma tentativa de negociação antes de qualquer interdição.

    O protesto foi convocado por sindicatos e servidores do departamento de Pando. Segundo os manifestantes, há servidores há mais de três meses sem receber salário. A mobilização tem como objetivo pressionar o governo boliviano a apresentar uma solução concreta para o problema.

    Caso não haja acordo, os manifestantes afirmam que o bloqueio das pontes pode ser decretado por tempo indeterminado. A previsão inicial prevê interdição parcial, com passagem permitida apenas para pedestres e proibição de circulação de veículos.

    Diante do risco de bloqueio, moradores da região já adotam medidas preventivas. Brasileiros que dependem do trajeto diário, entre eles estudantes de medicina que cursam a graduação em Cobija, optaram por atravessar a fronteira a pé para evitar que seus veículos fiquem retidos no lado boliviano.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Semifinais do Estadual começam neste sábado com quatro equipes

    Semifinais do Estadual começam neste sábado com quatro equipes

    Galvez, Humaitá, Rio Branco-AC e Santa Cruz seguem na briga pelo título do Campeonato Estadual. As semifinais começam neste sábado, 14, com dois jogos no Estádio o Tomicão, em Rio Branco.

    Na primeira partida do dia, Santa Cruz e Humaitá se enfrentam às 15h. Em seguida, às 17h15, será a vez de Rio Branco-AC e Galvez entrarem em campo para o confronto de ida.

    Os jogos de volta estão marcados para o dia 18 de março, quando serão definidos os finalistas da competição.

  • Janja chega de surpresa e beija Lula em coletiva após dias sem vê-lo. Veja vídeo

    Janja chega de surpresa e beija Lula em coletiva após dias sem vê-lo. Veja vídeo

    Reprodução Youtube
    Lula e Janja se beijam - Metrópoles

    Na inauguração do novo setor de trauma do Hospital Federal do Andaraí, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (13/3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja da Silva protagonizaram um momento de carinho durante a coletiva de imprensa. Veja:

    Em meio ao discurso do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Janja apareceu de surpresa no evento, atravessando na frente do telão de apresentação, e foi direto abraçar e beijar o marido. O gesto de afeição provocou aplausos dos presentes.

    O casal não se via há cerca de uma semana, pois Janja foi designada pelo presidente para integrar a comitiva brasileira na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos.

    O casal estava aos beijos enquanto Padilha afirmava: “A nossa primeira-dama Janja… chegou de surpresa. Aqui [disse apontando para o casal], quase uma semana sem se ver”.

    Depois, o ministro se dirigiu ao prefeito do Rio, Eduardo Paes:

    “Não tem jeito, o casamento só não é melhor que o seu com ele [disse apontando para Lula] do que o dele com a Janja”, disse brincando. Quando Paes respondeu, também com bom-humor: “Graças a Deus!”

  • Coronel é investigado por ameaçar esposa encontrada com tiro na cabeça

    Coronel é investigado por ameaçar esposa encontrada com tiro na cabeça

    Arte/Metrópoles
    Arte gráica em que foto de casal está rasgada ao meio - Metrópoles

    O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Netoé investigado pela Corregedoria da Polícia Militar por perseguir, intimidar e ameaçar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana.

    Ela morreu em 18 de fevereiro, horas após ser encontrada com um tiro na cabeça na sala do apartamento no qual vivia com o oficial, no centro da capital paulista. O caso é investigado pelo 8º Distrito Policial (Brás) como morte suspeita.

    A denúncia foi feita à Corregedoria dois dias após a morte da soldado, como revelado pelo repórter Lucas Jozino, da TV Globo, e confirmado pelo Metrópoles.

    No documento da Corregedoria, obtido pela reportagem, o tenente-coronel é apontado pelo denunciante como uma pessoa com “instabilidade emocional”.

    Por isso, segue a denúncia, eram recorrentes “episódios de perseguição, intimidação e ameaças em desfavor da soldado Gisele, a qual vivia em estado de apreensão e medo”.

    As condutas atribuídas ao oficial, ainda de acordo com o documento da PM, foram presenciadas “por diversas testemunhas”.

    Diante da denúncia, a Corregedoria instaurou um inquérito policial militar por ameaça, para apurar “indícios de possíveis infrações penais militares”.

    Procurada nesta sexta-feira (13/03), a defesa do oficial afirmou não ter tido acesso ao inquérito da PM. O espaço segue aberto para manifestações.

    Relatos sobre controle da rotina

    Relatos reunidos no inquérito do 8º DP, que apura a morte da soldado, também descrevem situações em que Gisele demonstraria desconforto diante do comportamento do marido.

    Testemunhas ouvidas pela Polícia Civil afirmaram que o relacionamento entre o casal era marcado por episódios de controle e vigilância por parte do oficial, segundo depoimentos prestados durante a investigação.

    Uma dessas testemunhas relatou que o coronel não permitia que a policial saísse maquiada quando estava longe dele. Outros relatos indicam que Gisele não frequentava academia sozinha, porque o marido costumava acompanhá-la aos treinos, até mesmo quando ele não ia se exercitar.

    Cena no elevador chamou atenção

    Um dos depoimentos reunidos no inquérito é o de uma moradora do prédio onde o casal vivia, que descreveu um episódio ocorrido dentro do elevador do edifício.

    Segundo o relato prestado à Polícia Civil, a vizinha afirmou que encontrou o casal no elevador e percebeu que a soldado aparentava desconforto. Ela, assim como outros moradores, disse ainda que o oficial não respondia a saudações e era considerado uma pessoa “sem educação” e “soberba”.

    De acordo com a testemunha, Gisele permaneceu olhando para baixo durante todo o trajeto, sem levantar os olhos ou iniciar conversa, comportamento que chamou a atenção da moradora.

    A vizinha ainda afirmou que a postura da soldado transmitia “claro constrangimento” enquanto ela estava ao lado do marido.

    Relacionamento sob análise

    Os depoimentos passaram a integrar o conjunto de elementos analisados pela investigação que busca esclarecer as circunstâncias da morte da militar.

    Gisele foi encontrada baleada na cabeça dentro do apartamento onde vivia com o tenente-coronel, no bairro do Brás, na manhã de 18 de fevereiro. Ela chegou a ser socorrida e levada ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois.

    A Polícia Civil conduz um inquérito para esclarecer a dinâmica do disparo, enquanto a Corregedoria da Polícia Militar investiga as denúncias de intimidação e ameaças atribuídas ao oficial.

    O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto nega ter provocado a morte da esposa. Segundo relatos prestados por ele à investigação, Gisele teria disparado contra a própria cabeça dentro do apartamento.

  • Após prisão de fono, deputado quer transmissão ao vivo de atendimentos

    Após prisão de fono, deputado quer transmissão ao vivo de atendimentos

    Breno Esaki/Metrópoles
    Foto fachada CLDF

    Após a prisão do fonoaudiólogo Thiago Oliveira Lima, de 37 anos, , um deputado distrital apresentou um projeto de lei para exigir câmeras de vídeo nas salas de atendimento.

    A proposta, assinada pelo deputado Eduardo Pedrosa (União), prevê que as clínicas privadas do DF disponibilizem monitoramento por vídeo em salas de atendimento terapêutico e de reabilitação.

    A proposta altera a Lei 4.568/2011.  Caso todas as partes concordem, os pais e responsáveis poderão acompanhar as sessões em tempo real por meio das câmeras instaladas nas salas.

    Segundo o texto, a medida prioriza pessoas com autismo, síndrome de Down, paralisia cerebral e deficiência intelectual, condições que comprometem ou impedem a comunicação e que “tornam qualquer relato de violência ainda mais difícil”.

    “Quando uma criança não consegue dizer o que aconteceu com ela, é dever da lei garantir que os pais possam ver. Esse projeto não é sobre desconfiança nos profissionais, é sobre proteção. É sobre dar paz de espírito a quem mais ama essas crianças”, afirma o parlamentar.

    O projeto de lei ainda deve passar pelas comissões antes de ser levado ao plenário.

  • TJ obriga contratação de ônibus escolar para alunos de área rural em Feijó

    TJ obriga contratação de ônibus escolar para alunos de área rural em Feijó

    A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre decidiu, por unanimidade, manter a obrigação imposta aos entes públicos de disponibilizar um terceiro veículo em boas condições para o transporte escolar de alunos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Dom Pedro I, localizada às margens da BR-364, no km 57, no trecho entre Feijó e Manoel Urbano. A decisão foi publicada no Diário da Justiça, nesta sexta-feira (13).

    A cobrança por providências dos gestores tem origem em 2022, sem solução efetiva até o momento. O caso envolve crianças e adolescentes que têm sido privados de aulas por causa de suspensões frequentes do serviço, motivadas por falhas mecânicas nos dois ônibus destinados à rota.

    No recurso, a Administração Pública alegou que não está inerte, mas que não seria possível cumprir o prazo de 30 dias porque a contratação de serviços depende de procedimentos licitatórios e de disponibilidade orçamentária.

    O relator do processo, desembargador Luís Camolez, rejeitou o argumento. Em seu voto, afirmou que o transporte escolar é meio indispensável para a efetivação do direito constitucional à educação, especialmente em áreas rurais, e que está demonstrada a omissão estatal reiterada, com prejuízo direto à regularidade das aulas presenciais.

    O colegiado manteve a tutela de urgência, com prazo de 30 dias para cumprimento e previsão de multa em caso de descumprimento da ordem judicial.​​​​​​​​​​​​​​​​

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Com sede em reforma, idosos do Lar Vicentino ganham abrigo temporário

    Com sede em reforma, idosos do Lar Vicentino ganham abrigo temporário

    O governo do Acre inaugura, neste domingo (15), um espaço provisório para abrigar os residentes do Lar Vicentino Dona Maria Raimunda Odília, em Rio Branco. A iniciativa é da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), em parceria com a Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP). O novo local funciona no antigo Hotel Epílogo, no centro da capital.

    A vice-governadora e secretária de Assistência Social, Mailza Assis, afirmou que a entrega representa um compromisso do Estado com a população idosa. “Cuidar dos nossos idosos é um compromisso que representa respeito à história de cada um deles. A entrega desse espaço provisório garante que os moradores do Lar Vicentino continuem sendo acolhidos com segurança, conforto e dignidade enquanto a sede oficial passa por melhorias importantes. Nosso governo trabalha para fortalecer a rede de assistência social e assegurar que a pessoa idosa tenha qualidade de vida, atenção e um ambiente adequado para viver bem”, disse Mailza.

    O espaço foi revitalizado e adaptado para atender às necessidades dos idosos, com foco em conforto, segurança e qualidade de vida.

    A sede atual do Lar Vicentino, na Avenida Nações Unidas, passa por reforma estrutural. O projeto conta com investimento total de R$ 2,4 milhões, sendo R$ 2,1 milhões provenientes de recursos destinados por Mailza Assis durante seu mandato como senadora e R$ 300 mil do governo federal.

    O projeto arquitetônico foi concluído pela Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop). As intervenções incluem melhorias de acessibilidade, substituição das instalações elétricas e hidrossanitárias, troca de portas, janelas e pisos, revestimento das paredes dos dormitórios e criação de novas áreas de convivência para os idosos.​​​​​​​​​​​​​​​​

  • Homem é preso por esfaquear e estuprar mulher em situação de rua em SP

    Homem é preso por esfaquear e estuprar mulher em situação de rua em SP

    Reprodução/Google Maps
    Imagem colorida da fachada da delegacia onde foi registrado o caso do homem que estuprou mulher em situação de rua - Metrópoles

    Segundo a polícia, o indivíduo abordou a vítima na Avenida dos Bandeirantes, no bairro Vila Santana. Ele pediu para se deitar ao lado dela e, mesmo após a recusa da mulher, o criminoso se aproximou da vítima e a esfaqueou.

    Com a mulher ferida, o homem a estuprou e deixou o local. Mais tarde, a Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para averiguar uma denúncia de estupro e agressão, quando localizou o suspeito em uma casa de acolhida.

    Com ele, foram encontradas três facas, uma delas reconhecida pela vítima como a utilizada para agredi-la. O homem foi preso em flagrante e conduzido à delegacia.

    O Metrópoles tentou contato com a Guarda Civil de Araraquara, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

    Em nota à reportagem, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado como estupro no plantão da Delegacia Seccional da cidade. As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos.