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  • Faccionado morto em confronto com PM no DF portava skunk de R$ 80 mil. Veja vídeo

    Faccionado morto em confronto com PM no DF portava skunk de R$ 80 mil. Veja vídeo

    Reprodução / PMGO
    Abajur estava com R$ 80 mil em skunk após morrer em tiroteio no DF

    O ladrão de joias identificado como Fabrício Madson da Luz, conhecido como “Abajur”, morreu em Taguatinga (DF) após um tiroteio com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Águas Lindas (GO). Com ele, os agentes encontraram uma quantidade deskunk, droga conhecida como “supermaconha”, avaliada em R$ 80 mil. A droga tinha um adesivo escrito “Mono muito louco”O criminoso já havia sido preso em 2024 pela mesma equipe policial por porte ilegal de arma de fogo. 

    Vídeo das prisões e apreensão: 

    Segundo informações da polícia, “Abajur” é apontado como integrante da facção criminosa Amigos do Estado (ADE). Ele também é suspeito de participação em um furto de aproximadamente R$ 1,2 milhão em joias, crime que teria sido cometido junto com o irmão, Fagner da Luz Santos, apontado como membro da facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).


    Entenda o caso: 


    Imagens:

    Furto de R$ 1,2 milhão em joias

    Segundo a PMGO, as equipes receberam informações da Polícia Civil do Paraná sobre suspeitos envolvidos em um furto a uma joalheria em Londrina (PR).

    Fagner foi localizado em Água Quente, no DF. Em seguida, os policiais seguiram para Taguatinga, onde Fabrício, o “Abajur” estaria escondido. Ao perceber a aproximação da polícia, o suspeito tentou fugir em uma motocicleta.

    De acordo com a corporação, ele desobedeceu à ordem de parada e abriu fogo contra os policiais, que reagiram. Durante a fuga, o suspeito tentou se esconder em uma área de obras, mas acabou cercado.

    Ainda armado, foi atingido pelos disparos. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas Fabrício não resistiu e morreu no local.

    Na ação, os policiais apreenderam uma arma de fogo, 8 kg de skunk — droga conhecida como “supermaconha” —, uma balança de precisão, além de um carro e uma motocicleta.

    Extensa ficha criminal

    A operação contou com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal, de unidades da Polícia Militar de Goiás e da Polícia Civil do Paraná.

    De acordo com as autoridades, os três alvos da operação possuem extensa ficha criminal.

    Entre os antecedentes, estão crimes como porte ilegal de arma de fogo, associação criminosa, furto, receptação, ameaça, injúria, dano e violência doméstica, além de outras ocorrências registradas ao longo dos últimos anos.

  • Moradores denunciam risco de acidentes em ponte da Concha Acústica

    Moradores denunciam risco de acidentes em ponte da Concha Acústica

    PERIGO DE MORTE

    Moradores denunciam risco de acidentes em ponte da Concha Acústica

    Por Rebeca Martins11 de março de 2026 – 08h50 1 min de leitura
    Foto: Reprodução

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    Moradores denunciaram as condições de uma ponte localizada no canal da Concha Acústica, em Rio Branco. A estrutura apresenta buracos e tábuas quebradas, o que preocupa quem passa pelo local. A situação foi registrada em vídeo nesta quarta-feira (11).

    No registro, uma moradora mostra partes da ponte danificadas e afirma que o problema representa risco para pedestres que utilizam a passagem diariamente.

    “Olha, a pessoa vem correndo? Não tem como. Já pensou em uma pessoa com baixa visão aqui? A pessoa se machuca”, afirmou.

    Segundo ele, a situação se torna ainda mais perigosa durante a noite ou para pessoas com deficiência visual.

    Durante a gravação, a moradora também questiona a responsabilidade do poder público caso ocorra algum acidente no local.

    VEJA O  VÍDEO:

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    Rebeca Martins

    Rebeca Martins

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

    rebecamsmartins@gmail.com

  • Cruzeiro do Sul vai lançar editais da Lei Aldir Blanc 2026 com mais de R$ 600 mil em investimento em cultura

    Cruzeiro do Sul vai lançar editais da Lei Aldir Blanc 2026 com mais de R$ 600 mil em investimento em cultura

    Em Cruzeiro do Sul, o valor da Lei de Cultura Aldir Blanc / PNAB 2026, será de R$ 634 mil. Os seis editais serão lançados pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Cultura na próxima terça-feira, 17, às 8h, na sede do executivo. A Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), Lei Aldir Blanc é uma […]

  • Ubá confirma primeira morte por leptospirose após enchentes em MG

    Ubá confirma primeira morte por leptospirose após enchentes em MG

    Divulgação/CBMMG
    Rio em Ubá

    A Prefeitura de Uba, em Minas Gerais, confirmou a primeira morte por leptospirose no município após as enchentes registradas no fim de fevereiro. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (11/3) pela Secretaria Municipal de Saúde, em boletim de atualização da situação epidemiológica.

    Segundo o comunicado, a vítima é uma mulher com idade entre 30 e 35 anos. A confirmação da doença ocorreu por meio de exame laboratorial do tipo RT-qPCR, que teve resultado detectável para leptospirose. O laudo foi divulgado na terça-feira (10).

    De acordo com a prefeitura, o município tem atualmente 41 casos suspeitos da doença, que seguem em investigação. As amostras coletadas foram encaminhadas para análise na Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte, e os pacientes aguardam os resultados.

    O que é leptospirose

    A leptospirose é uma doença infecciosa causada por bactérias presentes principalmente na urina de ratos. Durante enchentes, a água e a lama contaminadas podem facilitar a transmissão da doença para humanos.

    Entre os principais sintomas estão:

    A orientação das autoridades de saúde é que pessoas com sintomas leves procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Em casos mais graves — como febre persistente, vômitos intensos ou dificuldade para respirar — a recomendação é buscar atendimento hospitalar imediato.

    Cuidados após enchentes

    A prefeitura também reforçou recomendações para moradores que fazem a limpeza de locais atingidos pela água:

    Ainda segundo o município, profissionais de saúde receberam capacitação com apoio da Força Nacional do SUS para agilizar o diagnóstico e o atendimento de pacientes com suspeita da doença.

    As autoridades afirmam que novas atualizações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações epidemiológicas e a conclusão dos exames laboratoriais.

  • Alerta vermelho: Inmet emite aviso de grande perigo para estado de SP

    Alerta vermelho: Inmet emite aviso de grande perigo para estado de SP

    Cesar Sacheto/ Metrópoles
    alerta vermelho inmet estado de sp perigo chuvas

    Mantenha o guarda-chuva à mão: o estado de São Paulo está sob alerta vermelho para chuvas de grande perigo ao longo de todo o dia nesta quarta-feira (11/3). O aviso foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    O alerta é válido até as 23h59 desta quarta. Segundo o Inmet, são esperados entre 60 mm/h ou 100 mm/dia de chuva, com potencial para alagamentos, transbordamentos de rios e grandes deslizes de terra.

    As áreas mais afetadas estão localizadas no interior da capital paulista. Os municípios de Campinas, Piracicaba, Bauru, Ribeirão Preto, Marília, Araraquara e São José do Rio Preto devem receber as chuvas mais fortes.

    Na Grande São Paulo, há risco potencial para pancadas de chuvas de moderada à forte intensidade, principalmente no período da tarde. Segundo a Defesa Civil, nas regiões do litoral, a situação é mais perigosa, com chuvas persistentes ao logo do dia.

    Entenda os alertas do Inmet

    Em situações de perigo, o Inmet emite alertas à população em relação aos estragos que podem ser causados pelos diferentes eventos climáticos. Os avisos são separados em três e diferenciados por cores: amarelo, laranja e vermelho.

    O alerta amarelo é considerado de “perigo potencial”. Segundo o instituto, é necessário ter cuidado em atividades sujeitas a riscos de caráter meteorológico.

    O alerta laranja é chamado de “perigo” e é necessário maior atenção em relação às condições climáticas. Já o vermelho, de “grande perigo”, é usado quando estão previstos fenômenos de “intensidade expecional”.

  • Saiba quem é pastor do tráfico preso com maconha e armas no DF

    Saiba quem é pastor do tráfico preso com maconha e armas no DF

    Material cedido ao Metrópoles
    aristoteles-1

    O pastor preso na manhã desta quarta-feira (11/3) por suspeita de traficar drogas na Vila São José, em Brazlândia (DF), foi identificado como Aristóteles Ricardo de Souza (foto em destaque).

    De acordo com investigações da 18ª Delegacia de Polícia, o religioso vendia drogas na própria rua em que morava e também fornecia entorpecentes para pequenos traficantes de Brazlândia e da região da Praça do Bicalho, em Taguatinga.

    Ele também pregava em uma igreja que fica a poucos metros de sua residência. O Metrópoles apurou que o homem teve uma empresa entre 2015 e 2021 cadastrada como comércio varejista de hortifrutigranjeiros na Vila São José. Com capital social de R$ 1,5 mil, a empresa foi fechada após omissão de declarações.

    A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do investigado, na Quadra 57 da Vila São José. No local, os policiais localizaram diversas porções de maconha prontas para comercialização, além de dois revólveres sem registro.

    Durante a ação, os policiais também apreenderam dois carros do suspeito, que, segundo as investigações, eram usados no tráfico: um Jeep Renegade e um Volkswagen Golf.

    O suspeito já tinha antecedentes por tráfico de drogas, tendo sido preso em 2007, em Ceilândia, junto com o traficante Hélio Marques da Silva, líder da chamada “Quadrilha do Periquito”.

    O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo, permanecendo à disposição da Justiça.

    A coluna não encontrou a defesa do pastor. O espaço segue aberto para possíveis posicionamentos.

  • Justiça condena grupo por esquema de “rachadinha” e lavagem de dinheiro em RO

    Justiça condena grupo por esquema de “rachadinha” e lavagem de dinheiro em RO

    A Justiça condenou quatro pessoas por crimes contra a Administração Pública, lavagem de dinheiro e associação criminosa em Rondônia. O caso foi investigado pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com o Tribunal de Contas do Estado (TCE).

    Segundo as investigações, o esquema funcionava no gabinete de Erivan Oliveira. Entre 2014 e 2023, servidores comissionados eram pressionados a repassar parte dos salários para integrantes do grupo em troca da permanência nos cargos. Os valores eram cobrados mensalmente e ajustados conforme a remuneração, com mecanismos de controle para garantir os pagamentos.

    A Justiça apontou que a prática se manteve por vários anos e explorava a relação hierárquica dentro do ambiente de trabalho, caracterizando constrangimento aos servidores.

    Também foi reconhecido o crime de lavagem de dinheiro. Entre 2015 e 2023, os investigados teriam utilizado estratégias para ocultar a origem ilícita dos recursos, como investimentos imobiliários pagos em espécie, movimentação de valores em contas de terceiros e ocultação de participação em empresas.

    O apontado como líder do esquema foi condenado a 26 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, além de 159 dias-multa, que somam R$ 515.478, em regime inicial fechado.

    Outro condenado recebeu 14 anos e 2 meses de prisão, além de 81 dias-multa, totalizando R$ 262.602, também em regime fechado.

    O terceiro foi condenado a 5 anos e 5 meses de reclusão, com 28 dias-multa no valor de R$ 45.388, em regime semiaberto.

    A quarta condenada recebeu 4 anos, 5 meses e 10 dias de prisão, além de 25 dias-multa, que somam R$ 40.525, também em regime semiaberto.

    A sentença também fixou indenização mínima de R$ 357.887 à vítima, com correção monetária, além de R$ 268.021 de ressarcimento ao Estado de Rondônia.

    Por danos morais coletivos aos cofres públicos, foram estabelecidas indenizações mínimas de R$ 500 mil, R$ 200 mil, R$ 100 mil e R$ 50 mil, conforme a responsabilidade de cada condenado.

    A Justiça determinou ainda o perdimento de bens móveis e imóveis sequestrados durante a investigação e de valores bloqueados.

    Dois condenados também perderam os cargos públicos — um de auditor-substituto de conselheiro do Tribunal de Contas e outro de servidor do Ministério Público do Trabalho em Rondônia e Acre — por abuso de poder e violação de dever funcional.

    Além disso, um dos réus foi proibido de exercer cargo ou função pública e de atuar em cargos de direção ou conselhos de empresas pelo período equivalente ao dobro da pena aplicada.

  • Polícia Civil investiga esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins

    Polícia Civil investiga esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins

    A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã desta quarta-feira (11), a Operação Sinal Vermelho para investigar um esquema de fraude na emissão de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) no estado. Ao todo, estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva e 59 mandados de busca e apreensão.

    Segundo as investigações, candidatos pagavam valores que chegavam a R$ 4,3 mil para obter a habilitação sem cumprir as etapas obrigatórias do processo legal, como exames médicos e psicológicos, aulas teóricas e provas práticas.

    De acordo com a polícia, a organização criminosa seria formada por servidores públicos, profissionais de clínicas médicas e psicológicas, instrutores de Centros de Formação de Condutores (CFCs) e funcionários de empresas terceirizadas.

    As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Augustinópolis. Os mandados estão sendo cumpridos nos municípios de Araguaína, Araguatins, Augustinópolis, Palmas, Guaraí, Sítio Novo do Tocantins e Ananás, no Tocantins, além da cidade de Imperatriz, no Maranhão.

    Cerca de 200 policiais civis participam da operação. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistema de informações.

  • Acre recebe alerta de perigo para chuvas intensas e ventos fortes até quinta

    Acre recebe alerta de perigo para chuvas intensas e ventos fortes até quinta

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso meteorológico de chuvas intensas com grau de severidade classificado como “perigo”, válido a partir das 9h35 desta quarta-feira, 11, e com previsão de término às 23h59 de quinta-feira (12). De acordo com o comunicado, há previsão de chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou […]

  • PF faz operação contra envio ilegal de migrantes para os EUA em MG

    PF faz operação contra envio ilegal de migrantes para os EUA em MG

    Divulgação/PF
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    A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (11/3), uma operação em Minas Gerais para combater um esquema criminoso responsável por promover a migração ilegal de brasileiros para os Estados Unidos.

    A ação, chamada Operação Elo Oculto, é um desdobramento da Operação Monterrey, que já investigava uma organização envolvida no envio irregular de pessoas ao exterior mediante pagamento. As novas diligências buscam aprofundar as investigações e identificar outros integrantes do grupo.

    Ameaças

    Segundo a PF, os suspeitos aliciavam pessoas interessadas em migrar ilegalmente e organizavam o envio delas para os Estados Unidos. As investigações também apontaram que migrantes e familiares eram ameaçados para garantir o pagamento pelos serviços de travessia.

    Durante a operação, policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de Montes Claros (MG). As ordens judiciais são executadas em endereços ligados aos investigados nos municípios de Ipatinga e Santana do Paraíso, no leste de Minas.

    A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e esclarecer o funcionamento da rede criminosa. Os investigados podem responder pelo crime de promoção de migração ilegal, além de outras infrações que possam ser confirmadas ao longo das apurações.